Fanfic: My life ( Actulizada 20/03/2011)
Ok... primeiro não me matem... tive uns problemas pessoais e um periodo de falta de criatividade mas aqui esta o capitulo 6
º
Espero que gostem
Capitulo 6- Nova Vida
-Hei acorda dorminhoca…- sussurou-me alguém ao ouvido.
Abri os olhos devagar e voltei a fechar descobri que era Edward ele continuava lindo.
- Só um pouquinho mais…-pedi virando-me
Alguém me beijou a cara e eu sorri de satisfação.
-Ok,ok já me estou a levantar- sorri pondo a mão na cabeça- Sabes que por causa disso vais ter de me fazer o pequeno almoço não sabes?
Ele ficou apoiado na borda da cama com a cabeça apoiada nas mãos sorrindo-me com ternura.
Levantei-me e ele levantou-se também dei-lhe um suave beijo.
-Vou tomar banho, quero o meu pequeno-almoço 5 estrelas ok?
- Concerteza! - Sorriu levantando as mãos e dirigindo-se para a cozinha.
Dirigi-me para a casa-de-banho e despi-me, tomei um duche rápido e fui para baixo.
Cheguei à cozinha e sentei-me numa cadeira, enquanto ele acabava de fazer as torradas.
-Dormiste bem? –perguntou-me ele enquanto ponha as torradas e o leite com chocolate na mesa.
-Não me posso queixar é muito confortável- disse eu pegando numa chávena de leite com chocolate .
- Então diz-me lá como é que chegas-te à praia mesmo?
-Bem… não sei como hei-de explicar. Fui tele-trasportada – sorri envergonhada.Ele ficou com uma cara confusa.
Eu suspirei e disse-lhe com uma ponta de tristeza.
-Amanhã volto para Portugal.
- Tão cedo?
- Sim tem de ser, a minha família deve estar preocupada, ainda por cima já perdi dois dias de aulas - olhei para a caneca sentia-me mesmo triste por ter de lhe contar aquilo.- Desculpa…
Não me disse nada por uns momentos. E eu fiquei um pouco nervosa. Aproximou-se de mim devagar e acariciou-me o cabelo.
- Desde que fiques bem, eu não me importo para que parte do mundo vais – virei-me para ele e beijei-lhe.Ele correspondeu embora um pouco tenso,separámos-nos e ele sorriu-me tentando parecer feliz.
- Bem tenho 24 horas para estar contigo, não percamos tempo! – dirigiu-se para a porta virou-se para trás e disse-me – o capacete está em cima daquela mesa – apontou para o objecto – estou a tua espera na mota.
Levantei-me e corri para o quarto de hóspedes peguei na minha mala, desci peguei no capacete e fui ter com Edward que já estava montado com a mota a trabalhar, montei na mota, agarrei-me a ele.
Ele arrancou e eu avistei de novo a casa da praia afastar-se enquanto passámos pelas dunas da bela praia de L.A.
Ele levou-me aos montes de Hollywood e tirámos imensas fotos e passeámos por lá. Olhei para ele e notei mais uma vez que o sorriso dele era tão meigo. Ele apanhou-me a olhar para ele e sorriu-me. Fiquei corada. Senti algo a mexer-se para a esquerda e para a direita e de novo para a esquerda e para a direita. Olhei de soslaio e vi uma cauda de gato abanar. Fiquei em estado de choque nunca me tinha passado pela cabeça que aquilo ia voltar acontecer, tratei de pegar no caso que tinha vestido e de o amarrar a cintura.
Sorri forçosamente.
-Está calor não achas? – perguntei.
- Sim está calor – respondeu tirando também o casaco – próxima paragem a baixa.
Sentámo-nos na mota e pusemos os capacetes, espreitei por baixo do casaco e já lá não estava a cauda. Suspirei de alívio.
Dirigimo-nos para a baixa, tirámos fotos, visitámos várias lojas de roupa, jogos, bijutaria.
E na loja de bijutaria Edward convenceu-me a fazer um piercing na orelha esquerda com os argumentos de que ele também tinha e assim sempre que olhasse para a orelha iria me lembrar dele, rendida aqueles olhos lindos e aquele sorriso não consegui dizer não, então aceitei.
Ele tirou me uma foto antes e depois de fazer o piercing aquilo doeu um pouco mas consegui fazer um sorrisinho para a câmara.
Saímos da loja e fomos almoçar. Continuámos a tarde toda a visitar lojas e mais lojas ao final da tarde revelámos as fotos e caminhámos na praia, conversámos e dirigimo-nos a casa. Era tarde. Cheguei ao quarto, vesti a roupa que tinha quando Edward me encontrou. Pedi-lhe uma mochila e pus as roupas que ele me comprou e todas as fotos reveladas num envelope e dirigi-me para a sala-de-estar, guardei o bilhete de avião e sentei-me ao pé dele. Sentia-me triste.
-O meu avião é as 22h levas-me ao Aeroporto?- perguntei sem olhar para a cara dele.
-Claro, sem problema. Gostas-te de L.A.?- perguntou, sorrindo
-Adorei nunca esquecerei L.A., e também nunca te esquecerei - Levantei-me e sentei-me no seu colo, escondendo a minha cara no seu peito.
Abraçou-me e disse-me:
-Também nunca te esquecerei, foste uma óptima companhia.
O meu estômago roncou estragando o momento, fiquei vermelha e descostei-me pondo as mãos na barriga. Ele riu-se e sugeriu-me uma pizza. Eu aceitei.
-Comemos pizza, enquanto vemos um filme parece-te bem? Depois levo-te ao Aeroporto.
-Por mim tudo bem, que filmes é que tens? - perguntei levantando-me e dirigindo-me à estante dos DVD’s.
-Escolhe um, vou encomendar a Pizza para tua sorte, as legendas em português vêem incluídas - sorriu-me com ar meio de gozo.
Escolhi Seventy Again já o tinha visto. Passámos o resto do serão a ver o filme e a comer Pizza. A hora da minha partida chegou rápido de mais, foi isso que pensei quando chegámos ao Aeroporto. Edward foi comigo fazer o check-in, despedimo-nos simplesmente com um abraço. E eu parti.
O avião era grande, mostrei o meu bilhete e sentei-me no meu lugar ao pé da janela. Estava cansada, e os pensamentos passavam pela minha cabeça. O avião arrancava rumo a casa. Fiz escala em Inglaterra, ao apanhar o avião de Inglaterra consegui por fim dormir.
**************************************************************************
Algum erro avisem. beijos
ºEspero que gostem

Capitulo 6- Nova Vida
-Hei acorda dorminhoca…- sussurou-me alguém ao ouvido.
Abri os olhos devagar e voltei a fechar descobri que era Edward ele continuava lindo.
- Só um pouquinho mais…-pedi virando-me
Alguém me beijou a cara e eu sorri de satisfação.
-Ok,ok já me estou a levantar- sorri pondo a mão na cabeça- Sabes que por causa disso vais ter de me fazer o pequeno almoço não sabes?
Ele ficou apoiado na borda da cama com a cabeça apoiada nas mãos sorrindo-me com ternura.
Levantei-me e ele levantou-se também dei-lhe um suave beijo.
-Vou tomar banho, quero o meu pequeno-almoço 5 estrelas ok?
- Concerteza! - Sorriu levantando as mãos e dirigindo-se para a cozinha.
Dirigi-me para a casa-de-banho e despi-me, tomei um duche rápido e fui para baixo.
Cheguei à cozinha e sentei-me numa cadeira, enquanto ele acabava de fazer as torradas.
-Dormiste bem? –perguntou-me ele enquanto ponha as torradas e o leite com chocolate na mesa.
-Não me posso queixar é muito confortável- disse eu pegando numa chávena de leite com chocolate .
- Então diz-me lá como é que chegas-te à praia mesmo?
-Bem… não sei como hei-de explicar. Fui tele-trasportada – sorri envergonhada.Ele ficou com uma cara confusa.
Eu suspirei e disse-lhe com uma ponta de tristeza.
-Amanhã volto para Portugal.
- Tão cedo?
- Sim tem de ser, a minha família deve estar preocupada, ainda por cima já perdi dois dias de aulas - olhei para a caneca sentia-me mesmo triste por ter de lhe contar aquilo.- Desculpa…
Não me disse nada por uns momentos. E eu fiquei um pouco nervosa. Aproximou-se de mim devagar e acariciou-me o cabelo.
- Desde que fiques bem, eu não me importo para que parte do mundo vais – virei-me para ele e beijei-lhe.Ele correspondeu embora um pouco tenso,separámos-nos e ele sorriu-me tentando parecer feliz.
- Bem tenho 24 horas para estar contigo, não percamos tempo! – dirigiu-se para a porta virou-se para trás e disse-me – o capacete está em cima daquela mesa – apontou para o objecto – estou a tua espera na mota.
Levantei-me e corri para o quarto de hóspedes peguei na minha mala, desci peguei no capacete e fui ter com Edward que já estava montado com a mota a trabalhar, montei na mota, agarrei-me a ele.
Ele arrancou e eu avistei de novo a casa da praia afastar-se enquanto passámos pelas dunas da bela praia de L.A.
Ele levou-me aos montes de Hollywood e tirámos imensas fotos e passeámos por lá. Olhei para ele e notei mais uma vez que o sorriso dele era tão meigo. Ele apanhou-me a olhar para ele e sorriu-me. Fiquei corada. Senti algo a mexer-se para a esquerda e para a direita e de novo para a esquerda e para a direita. Olhei de soslaio e vi uma cauda de gato abanar. Fiquei em estado de choque nunca me tinha passado pela cabeça que aquilo ia voltar acontecer, tratei de pegar no caso que tinha vestido e de o amarrar a cintura.
Sorri forçosamente.
-Está calor não achas? – perguntei.
- Sim está calor – respondeu tirando também o casaco – próxima paragem a baixa.
Sentámo-nos na mota e pusemos os capacetes, espreitei por baixo do casaco e já lá não estava a cauda. Suspirei de alívio.
Dirigimo-nos para a baixa, tirámos fotos, visitámos várias lojas de roupa, jogos, bijutaria.
E na loja de bijutaria Edward convenceu-me a fazer um piercing na orelha esquerda com os argumentos de que ele também tinha e assim sempre que olhasse para a orelha iria me lembrar dele, rendida aqueles olhos lindos e aquele sorriso não consegui dizer não, então aceitei.
Ele tirou me uma foto antes e depois de fazer o piercing aquilo doeu um pouco mas consegui fazer um sorrisinho para a câmara.
Saímos da loja e fomos almoçar. Continuámos a tarde toda a visitar lojas e mais lojas ao final da tarde revelámos as fotos e caminhámos na praia, conversámos e dirigimo-nos a casa. Era tarde. Cheguei ao quarto, vesti a roupa que tinha quando Edward me encontrou. Pedi-lhe uma mochila e pus as roupas que ele me comprou e todas as fotos reveladas num envelope e dirigi-me para a sala-de-estar, guardei o bilhete de avião e sentei-me ao pé dele. Sentia-me triste.
-O meu avião é as 22h levas-me ao Aeroporto?- perguntei sem olhar para a cara dele.
-Claro, sem problema. Gostas-te de L.A.?- perguntou, sorrindo
-Adorei nunca esquecerei L.A., e também nunca te esquecerei - Levantei-me e sentei-me no seu colo, escondendo a minha cara no seu peito.
Abraçou-me e disse-me:
-Também nunca te esquecerei, foste uma óptima companhia.
O meu estômago roncou estragando o momento, fiquei vermelha e descostei-me pondo as mãos na barriga. Ele riu-se e sugeriu-me uma pizza. Eu aceitei.
-Comemos pizza, enquanto vemos um filme parece-te bem? Depois levo-te ao Aeroporto.
-Por mim tudo bem, que filmes é que tens? - perguntei levantando-me e dirigindo-me à estante dos DVD’s.
-Escolhe um, vou encomendar a Pizza para tua sorte, as legendas em português vêem incluídas - sorriu-me com ar meio de gozo.
Escolhi Seventy Again já o tinha visto. Passámos o resto do serão a ver o filme e a comer Pizza. A hora da minha partida chegou rápido de mais, foi isso que pensei quando chegámos ao Aeroporto. Edward foi comigo fazer o check-in, despedimo-nos simplesmente com um abraço. E eu parti.
O avião era grande, mostrei o meu bilhete e sentei-me no meu lugar ao pé da janela. Estava cansada, e os pensamentos passavam pela minha cabeça. O avião arrancava rumo a casa. Fiz escala em Inglaterra, ao apanhar o avião de Inglaterra consegui por fim dormir.
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Algum erro avisem. beijos
Agradeço à Lola porque não desistiu de comentar. Mais um capitulo não aconteçe assim nada de especial mas pronto espero que gostem.
Se tiverem erros digam porque estou um pouco cansada e os erros passam-me ao lado
Beijos
Capitulo 7:
Eram 9h da manhã quando cheguei ao Porto, tinha olheiras e estava com um ar muito cansado. Apanhei um táxi, fui ter à sede onde provavelmente estariam, como é que se chamavam… não me conseguia lembrar dos seus nomes mas lembrava-me da cara deles e sabia que a minha melhor amiga era a Mariana.
Mal abri a porta alguém me abraçou por trás. Conseguia sentir lágrimas a molharem-me a t-shirt que Edward me tinha oferecido
- como conseguiste abandonar-me? - enrrugou-me a t-shirt - estive tão preocupada, pensei que te tivesse acontecido alguma coisa!
Naquele momento senti-me muito zangada e respondi friamente:
- estiveste preocupada mas não tiveste a coragem de me procurar.
Ela largou-me e recuou
- estivemos a tua procura, procuramos pelos 7 continentes.
Respirei fundo e virei-me:
- eu estava em Los Angeles, perdida num mundo que não me compreendia. - fiz uma breve pausa e continuei friamente - quem achas que teve pior tu ou eu?
Mariana recuou olhou para o chão sem conseguir dizer palavra. Quando a vi naquele estado, caí em mim. A culpa não era de ninguém e no estado cansado em que estava tinha acabado por dizer algo que não era verdade.
- Desculpa, a culpa não foi tua, aliás não foi ninguém… eu estou muito cansada posso entrar? Preciso de falar com o Duarte.
- Claro.
Abriu o portão e entrámos e fomos até ao quarto onde eu tinha sido levada para L.A. Lá dentro estavam Diogo e Duarte que correram para mim. Sentei-me e houve uma explosão de perguntas, respondi a cada uma delas com calma e no fim despedi-me deles.
Fui até casa felizmente os meus amigos tinham inventado uma desculpa para a minha ausência naqueles dias.
Toquei à campainha e minha mãe foi abrir a porta sorriu-me e mandou me entrar para a cozinha. Perguntou-me se tinha gostado da viagem surpresa que eu meus amigos me tinham preparado e eu acenei que sim. Disse-lhe que precisa de dormir porque a viagem de regresso tinha sido muito longa.
Vesti o meu fato de treino e olhei para o relógio 10h30. Deitei-me, sonhei com Edward um sonho relaxante mas ao mesmo triste pois acordei e caí na realidade. Levantei-me pelas 15 e fui até ao frigorifico, almocei restos e liguei à Mariana.
-Olá Mariana, podes vir cá a casa já dormi e preciso de falar contigo sobre o tempo que perdi.
- Claro, daqui a meia hora passo aí, combinado?
- Ok, despacha-te.
Deitei-me com o computador em cima de mim e fui pesquisar as noticias, no espaço de 4 dias tinha havido desaparecimentos de cães e gatos por toda a cidade. Relí de novo a noticia e a Mariana tocou à campainha, abri-lhe a porta e fomos até à sala.
- Mariana, já leste esta notícia- mostrei-lhe ela olhou com um ar frustado e respondeu-me
-Sim temos andado à procura à noite, desconfiamos que seja o nosso inimigo.
Pus a mão à cabeça pensativa.
-Já procuraram nos sítios onde dizem que os animais desapareceram?
- Sim – respondeu quase instintivamente como se soubesse que eu ia fazer essa pergunta
- Há alguma relação no sítio?
- Ainda não pensámos nisso, mas penso que maior parte dos animais desapareceram perto do mar.
- Então é aí que vamos procurar esta noite. – Informei com uma voz decidida. – A que horas é que vocês costumam juntar-se?
- Pelas 10h30. Aparece a essa hora na casa do Gémeos.
- Por mim tudo bem, hum sobre a escola a matéria vai muito avançada?
- Um bocado tens de estudar – deu-me uma palmadinha amigável na cabeça e sorriu-me – Vá! Tenho de ir.
- Tudo bem eu vou estudar, encontramo-nos daqui a pouco.
O tempo passou rápido e o que tinha sido uma tarde de estudo furiosa começou a tornar-se num fim de tarde nervoso. Eu tinha consciência que ao pé da Mariana e dos outros eu armava-me em inteligente mas na realidade eu era só uma criança, cujos problemas de adolescência só agora tinham começado agora.
Almocei com a minha família e pedi licença para não me incomodarem nem sequer irem ao meu quarto porque eu estava com muito sono e não queria falar com ninguém. Ao que a minha mãe respondeu:
- Bolas dormiste, que te fartaste e ainda queres dormir mais? És mesmo lenta a recuperar das supressas que te fazem.
Encolhi os ombros e dirigi-me para o meu quarto e fiz muitos barulhos com o armário para mostrar que estava a vestir o pijama, dirigi-me à casa de banho e abri a torneia para mostrar que estava a lavar os dentes, após isso dirigi-me ao meu quarto e fechei a porta de modo a que se ouvir-se e para tentar mostrar a mensagem : “ Não me incomodem estou a dormir”
Saí pela janela sem fazer qualquer barulho e corri até casa dos gémeos o que felizmente não era muito longe.
Enquanto corria sentia que não estava a preparar para aquilo, porquê eu? Nem sequer era bonita não era popular as minha notas eram médias mas também não me denominava de inteligente, porque é que tinha de ser eu? Se não fosse toda esta “Brincadeira” não tinha ido parar a L.A. Sentia-me destroçada e só me apetecia chorar.
-Chorar eu?? Bolas, deve ser do sono.
Continua.
Se tiverem erros digam porque estou um pouco cansada e os erros passam-me ao lado
Beijos
Capitulo 7:
Eram 9h da manhã quando cheguei ao Porto, tinha olheiras e estava com um ar muito cansado. Apanhei um táxi, fui ter à sede onde provavelmente estariam, como é que se chamavam… não me conseguia lembrar dos seus nomes mas lembrava-me da cara deles e sabia que a minha melhor amiga era a Mariana.
Mal abri a porta alguém me abraçou por trás. Conseguia sentir lágrimas a molharem-me a t-shirt que Edward me tinha oferecido
- como conseguiste abandonar-me? - enrrugou-me a t-shirt - estive tão preocupada, pensei que te tivesse acontecido alguma coisa!
Naquele momento senti-me muito zangada e respondi friamente:
- estiveste preocupada mas não tiveste a coragem de me procurar.
Ela largou-me e recuou
- estivemos a tua procura, procuramos pelos 7 continentes.
Respirei fundo e virei-me:
- eu estava em Los Angeles, perdida num mundo que não me compreendia. - fiz uma breve pausa e continuei friamente - quem achas que teve pior tu ou eu?
Mariana recuou olhou para o chão sem conseguir dizer palavra. Quando a vi naquele estado, caí em mim. A culpa não era de ninguém e no estado cansado em que estava tinha acabado por dizer algo que não era verdade.
- Desculpa, a culpa não foi tua, aliás não foi ninguém… eu estou muito cansada posso entrar? Preciso de falar com o Duarte.
- Claro.
Abriu o portão e entrámos e fomos até ao quarto onde eu tinha sido levada para L.A. Lá dentro estavam Diogo e Duarte que correram para mim. Sentei-me e houve uma explosão de perguntas, respondi a cada uma delas com calma e no fim despedi-me deles.
Fui até casa felizmente os meus amigos tinham inventado uma desculpa para a minha ausência naqueles dias.
Toquei à campainha e minha mãe foi abrir a porta sorriu-me e mandou me entrar para a cozinha. Perguntou-me se tinha gostado da viagem surpresa que eu meus amigos me tinham preparado e eu acenei que sim. Disse-lhe que precisa de dormir porque a viagem de regresso tinha sido muito longa.
Vesti o meu fato de treino e olhei para o relógio 10h30. Deitei-me, sonhei com Edward um sonho relaxante mas ao mesmo triste pois acordei e caí na realidade. Levantei-me pelas 15 e fui até ao frigorifico, almocei restos e liguei à Mariana.
-Olá Mariana, podes vir cá a casa já dormi e preciso de falar contigo sobre o tempo que perdi.
- Claro, daqui a meia hora passo aí, combinado?
- Ok, despacha-te.
Deitei-me com o computador em cima de mim e fui pesquisar as noticias, no espaço de 4 dias tinha havido desaparecimentos de cães e gatos por toda a cidade. Relí de novo a noticia e a Mariana tocou à campainha, abri-lhe a porta e fomos até à sala.
- Mariana, já leste esta notícia- mostrei-lhe ela olhou com um ar frustado e respondeu-me
-Sim temos andado à procura à noite, desconfiamos que seja o nosso inimigo.
Pus a mão à cabeça pensativa.
-Já procuraram nos sítios onde dizem que os animais desapareceram?
- Sim – respondeu quase instintivamente como se soubesse que eu ia fazer essa pergunta
- Há alguma relação no sítio?
- Ainda não pensámos nisso, mas penso que maior parte dos animais desapareceram perto do mar.
- Então é aí que vamos procurar esta noite. – Informei com uma voz decidida. – A que horas é que vocês costumam juntar-se?
- Pelas 10h30. Aparece a essa hora na casa do Gémeos.
- Por mim tudo bem, hum sobre a escola a matéria vai muito avançada?
- Um bocado tens de estudar – deu-me uma palmadinha amigável na cabeça e sorriu-me – Vá! Tenho de ir.
- Tudo bem eu vou estudar, encontramo-nos daqui a pouco.
O tempo passou rápido e o que tinha sido uma tarde de estudo furiosa começou a tornar-se num fim de tarde nervoso. Eu tinha consciência que ao pé da Mariana e dos outros eu armava-me em inteligente mas na realidade eu era só uma criança, cujos problemas de adolescência só agora tinham começado agora.
Almocei com a minha família e pedi licença para não me incomodarem nem sequer irem ao meu quarto porque eu estava com muito sono e não queria falar com ninguém. Ao que a minha mãe respondeu:
- Bolas dormiste, que te fartaste e ainda queres dormir mais? És mesmo lenta a recuperar das supressas que te fazem.
Encolhi os ombros e dirigi-me para o meu quarto e fiz muitos barulhos com o armário para mostrar que estava a vestir o pijama, dirigi-me à casa de banho e abri a torneia para mostrar que estava a lavar os dentes, após isso dirigi-me ao meu quarto e fechei a porta de modo a que se ouvir-se e para tentar mostrar a mensagem : “ Não me incomodem estou a dormir”
Saí pela janela sem fazer qualquer barulho e corri até casa dos gémeos o que felizmente não era muito longe.
Enquanto corria sentia que não estava a preparar para aquilo, porquê eu? Nem sequer era bonita não era popular as minha notas eram médias mas também não me denominava de inteligente, porque é que tinha de ser eu? Se não fosse toda esta “Brincadeira” não tinha ido parar a L.A. Sentia-me destroçada e só me apetecia chorar.
-Chorar eu?? Bolas, deve ser do sono.
Continua.
Olá ainda bem que gostaste da minha Finc por agora não poderei postar nada porque mudei recentemente de disco rígido e não tenho Word mas os capítulos já estão todos feitos falta acrescentar coisas e voltar a rever.
Como ninguém comentava pensei em dar um tempo porque a Finc poderia estar a ser uma «seca» e por isso não coloquei nada. E também não tem qualquer piada postar se ninguém comenta estive a ler-la toda de novo e está carregadinha de erros e ninguém foi capaz de me dizer quando postei... porque existe frases em que faltam palavras e há palavras com erros.
De qualquer das formas postarei outro capitulo brevemente.
Como ninguém comentava pensei em dar um tempo porque a Finc poderia estar a ser uma «seca» e por isso não coloquei nada. E também não tem qualquer piada postar se ninguém comenta estive a ler-la toda de novo e está carregadinha de erros e ninguém foi capaz de me dizer quando postei... porque existe frases em que faltam palavras e há palavras com erros.
De qualquer das formas postarei outro capitulo brevemente.
Tens de entrar para responderes neste tópico.
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