Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Fanfic: My life ( Actulizada 20/03/2011)

#1
Espero que gostem desta história recheada de aventura!
Capitulo 1- A minha casa
Capitulo 2- Apresentações
Capitulo 3- Uma nova descoberta...
Capitulo 4- Uma ida até L.A.
Capitulo 5 - Nova vida






Prólogo:
"Estamos todos relacionados, as nossas esperanças os nossos sonhos,o futuro das crianças... Reflecte-se nos olhos de cada um. Lutamos as nossas batalhas pessoais, mas sabemos que não estamos sós. Porque apenas juntos conseguimos fazer esta nossa pequena parte neste planeta ter significado. Apenas juntos conseguimos ser donos do nosso destino.E mantermos os nossos corações unidos num objectivo nobre. Salvamos-nos a nós. Salvamos o mundo"

Se não sabes mentir, também não sabes quando te estão a mentir!
#2
Capitulo 1- A minha vida.
Aqui estou eu uma rapariga completamente normal num Mercedes, azul escuro, com bancos em pele muito cômodos, a jogar no meu Ipod Toutch enquanto lá fora já esta noite, a minha mãe foi buscar a minha irmã à escola primária e eu fiquei a ouvir música no carro. Desviei o olhar lá para fora na esperança que naquela fila de carros de várias cores, feitios e marcas houvesse o adulto que mudou a minha vida. Como era de esperar e calcular não o vi.

Lá fora ouvi os gritinhos da minha irmã e a porta de trás do carro abriu-se lá vinha ela uma menina com nove anos, olhos castanhos, e cabelo liso não muito comprido que lhe chegava mais ao menos abaixo do pescoço, tinha um sorriso e a disposição para começar a contar as novidades, sinceramente não estava lá com muita vontade de ouvi-la.

A minha casa não era muito longe, portanto chegamos depressa, o meu cão ladrou em sinal de boas vindas. Para além do cão tenho também dois pássaros, mais concretamente duas caturras, um macho e uma fêmea. Entrei em casa e dirigi-me ao meu quarto, o meu quarto era grande e espaçoso tem três armários colados à parede, um espelho Benze, uma cama uma secretaria tudo em benze, não é que eu goste muito dessa cor, mas pronto. Atirei a mochila para um canto do quarto estava cansada, mas o porquê não sei bem. Levantei-me e fui buscar os livros para ir estudar um pouco.

-Não sei se hei-de começar por Língua Portuguesa ou Espanhol. -pensei-Eu não gosto de nenhuma.

-Bem para quê estudar hoje ainda ontem estava de férias, hoje é segunda-feira é o dia em que se descansa eu depois do Jantar eu dou uma olhada.

-Dani! Anda comer! – gritou a minha irmã lá de baixo.

- Já vou!- Respondi.

Amarrei os caracóis, realmente os meus cabelos eram elétricos, mas também já estava a habituada.

Desci, sentei-me.

-Ora bolas, massa com carne que porcaria, bem não vale a pena resmungar por que ela não se vai embora do meu prato.

Terminei de comer a custo, levantei o prato e pus na máquina de lavar a loiça. Ajudei a minha mãe a levantar a mesa. A cozinha era consideravelmente grande, tinha um grande balcão em granito um lava-loiça incorporado. Por cima tinha armários, pegados a parede, uma janela no intervalo dos armários. Tinha uma televisão média. No meio da cozinha havia uma mesa. Terminámos. Fui para o computador.

Sentei-me na secretaria que reservava para o computador e fui pesquisar músicas do cantor Robbie Williams. Como eu adorava ouvir a música dos Angeles dava-me uma tranquilidade talvez porque era exactamente como eu me sentia, sentia-me amar os Anjos em vez de pessoas normais, não sou nenhuma cristã fanática, nem sequer me quero tornar freira nem coisa parecida.
Só me sinto um pouco solitária, não é que eu não tenha amigos só que acho que não me dou tão bem com eles como me dava antes. 22h10m uma boa hora para eu me enfiar na minha caminha, mas primeiro lavar os dentes, eu odeio ir para a cama sem primeiro ter ido lavar os dentes e preparado a mochila para o outro dia.

Fui para a casa de banho era uma casa de banho consideravelmente grande (tenho de pesquisar o que é que na minha casa não é grande).Peguei na escova azul pus pasta e comecei a escovar, tenho sempre a mania de olhar para o meu cabelo e para os meus olhos, quando o estou a lavar os dentes, cuspi lavei a boca e fui-me deitar.Tinha requisitado um livro da biblioteca da escola chamava-se “Harry Potter e o Príncipe Misterioso”.

Desliguei a luz ao ver que as pálpebras dos olhos me pesavam e que eu não ia aguentar por mais tempo.Fechei os olhos e sonhei com ele a pessoa que eu mais queria ver, não por estar apaixonada por ele, mas porque ele se parecia imenso com o meu ausente pai, a maneira como me tratava o seu sorriso, os seus olhos que naquele momento só olhava para mim, relembrei o dia em que ele nos comunicado a sua partida, estava o dia ameaçar chover.

Todos adultos a minha volta pareciam ser simpáticos comigo, mas eu não percebia o porquê tinha 12 anos nessa altura.
Acordei com uma ou outra lágrima a cair, não me importava já nada me importava verdadeiramente. Voltei adormecer.

Espero que gostem e comentem Very Happy

Se não sabes mentir, também não sabes quando te estão a mentir!
#3
Hum...
Na minha opinião até achei interessante Embaracoso Só acho que devias ter feito o capítulo um cadinho maior Matreiro Mas isso não é grande problema... Embaracoso

Mesmo assim...

Parabéns! Eu gostei do capítulo Embaracoso
Vou esperar pelo 2º! Matreiro
#4
lol obrigada, sinceramente ja estava a pensar que ninguém gostava, ninguém comentava Smile

Se não sabes mentir, também não sabes quando te estão a mentir!
#5
olha estou lendo sua historia...

-Ora bolas, massa com carne que porcaria, bem não vale a pena resmungar por que ela não se vai embora do meu prato.

eu amo massa com carne...rsrs

Só me sinto um pouco solitária, não é que eu não tenha amigos só que acho que não me dou tão bem com eles como me dava antes.

as vezes a solidão é causada por falta de auto estima...

olha dany eu comecei a gostar mesmo nesta estrofe_
Todos adultos a minha volta pareciam ser simpáticos comigo, mas eu não percebia o porquê tinha 12 anos nessa altura.
Acordei com uma ou outra lágrima a cair, não me importava já nada me importava verdadeiramente. Voltei adormecer.

ainda não vi nada de interresante acontecer... tem que ter algo que prenda a atenção das pessoas... um romance, uma aventura até um misterio... não sei ainda onde sua historia
se encaixa mas vou esperar por outro capitulo...

bjs e dar o melhor de você estarei aqui pronta para aconpanhar sua fic... Very Happy

eu escolho te louvar senhor com tudo o que sou, da minha vontade eu abro
mão, pois eu escolho o som do céu....
#6
Pois eu compreendo e é verdade, ainda não aconteceu nada de especial, mas neste capitulo ela vai se transformar numa Pré-heroína.

Se não sabes mentir, também não sabes quando te estão a mentir!
#7
Não sei se se pode fazer isto...

Capitulo 2- Apresentações e uma descoberta.

“Na busca continua, há dias em que descobrimos algo genuinamente novo, algo não descoberto, escondido. Que nunca soubemos que lá estava. Algo que nos surpreende. E nesse dia de descoberta própria, a pergunta permanece, “Que tipo de pessoas somos nós?” “Será que o Herói, ou o vilão dentro de nós ganhará vida”

-Bom dia Dani –chamou-me a minha mãe- Acorda ou chegarás tarde à escola.
-Uff, já vou, já vou poxa, nem as terças tenho descanso!-resmunguei eu, mas a minha mãe já tinha ido embora.

Levantei-me a custo escolhi uma peça de roupa e vesti-me.Olhei para a cama e pareceu-me ver um rapaz a olhar para mim.

-Eu não devo estar bem da cabeça só pode. Deve ter sido por causa do sonho que tive. -dirigi-me à casa de banho. Escovei o meu cabelo elétrico, e lavei a cara.

Dirigi-me para o quarto olhei para a cama e o rapaz já lá não estava.
Foi o que eu pensei, estava maluquinha. -Peguei na minha mochila e fui tomar o pequeno-almoço.Não me apeteceu fazer o lanche, não tenho lá muito tempo para comer nos intervalos. A mãe chegou.
-Bons dias já tomaram o pequeno almoço? Fracamente Tiago tu ainda nem te vestiste são oito horas olhem a mim não me interessa se chegam tarde ou cedo à escola!- refilou a minha mãe para o meu irmão e talvez indiretamente para mim. Embora eu já estivesse vestida.

Por mim ficava a dormir... - respondi silenciosamente.

-Eu já estou pronta, a partir deste... Momento estou à vossa espera. - Declarei com um ar ensonado.

Peguei no meu Ipod Toutch e fui jogar para a Sala, a sala era talvez a divisão maior da casa, tinha uma mesa de jantar grande para os convidados importantes ou para quando vinha família. A frente da mesa havia um armário, depois a frente da mesa três sofás um grande para podemos deitarmo-nos e outro apenas para sentarmo-nos.

Estava já no sexto nível do jogo e queria acabar com aquele jogo o mais rapidamente possível. A medida que o jogo avançava o meu sono começou a desapareçer pois a concentração era muito para avançar para o próximo nível. Estava quase no fim...
-Dani, anda já estamos prontos.-chamou-me o meu irmão-já estas calçada?
-Claro estúpido se não não estava à vossa espera. Possa que tótó que me saiste.
-Logo agora que estava acabar o jogo!! Haaaaaaa,ora bolas perdi... estúpido jogo!

Saímos de casa, calor, como se ainda fosse o Verão e a pensar que terminou mesmo à dois dias.
Entrei no carro, aí sim estava fresquinho olhei para a janela enquanto o carro fazia a marcha atrás. Subimos a ponte, e contornámos a rotunda.A cidade estava calma.
-A cidade está calma, pois claro quem é que é o parvinho que se vai levantar as 7h e não sei quantas da manhã, só a estúpida da escola para nos mandar fazer uma palermice dessas, devem pensar que somos robós ao qual põe um despertador e eles acordam para irem fazer as tarefas domésticas....acho que nem sequer acordam é como o meu telemóvel pões se o cabo da bateria o despertador e pronto é só fazer o barulho, vamos usar o termo Hibernar.

Chegámos à escola, bem acho que ainda não me apresentei convenientemente, se tiverem sorte vou ter de me apresentar numa aborrecida aula,assim só para passar o tempo é o que todos os professores fazem só para passar o tempo. Bem a entrada da escola mais parece um corredor sabem uma passarel tipo top models. A minha escola é grande tem três blocos um lago no meio deles, um pavilhão e um campo de jogos. Depois descemos umas escadinhas e temos mais três blocos, costumamos chamar Polivalente porque é o sitio onde o pessoal se reúne faz jogos etc...
Alí está a minha melhor amigo chama-se Mariana, é uma rapariga com o cabelo castanho longo até depois das costas,pele branquinha,com algumas sardas, já a conheço desde os meus 7 ou 8 anos, a principio não nos demos bem, mas de pronto tornamos-nos inseparáveis.
-Olá, Mariana tudo bem?
-Sim, e tu?
-Também, então onde está o Bernardo?
- O mostrinho está ali a falar com os outros mostrinhos.
-A sociedade deu-lhes nome Mariana, chamam-se rapazes-ri-me, só a Mariana para me pôr bem disposta.
-Olá Dani, então tudo bem?
-Tudo e tu, hellaaa tas grande rapaz andas a comer asteróides?- perguntei num tom de brincadeira, meio a brincar meio a sério. Pedro o meu melhor amigo não somos muito compativeis,mas temos os mesmos gostos. Ele é um rapaz com, agora é um rapaz com um 1m75 (Ele disse-me 1metro e 80, mas isso também já é exagero)
- Obrigada pelos teus bons dias tão acolhedores. Já tinha saudades.-disse me com um ar irónico
Deitei-lhe a Lingua de fora, e sorri, ele era realmente um rapaz fixe, embora tivesse os seus dias.
Tocou, dirimos-nos até ao bloco D, iamos ter Matemática.Sentei-me ao lado da Mariana, a professora entrou. Tinha um ar esquisito,parecia uma mulher do outro mundo.

-Ó Mariana desculpa lá mas a Stóra tem um ar drogado não tem?
- O Dani, não digas essas coisas.

Rimos-nos em surdina.As aulas com a Mariana eram sempre muito divertidas.
-Olá, sou a vossa professora de Matemática, tenho 50 anos,já dei aulas a outros ensinos e vim experimentar os 8 anos porque acho-vos muito bonitos....
-É que eu digo esta stóra droga-se e com toda a força.Olha era como a D.T do 5º ano, dizia que o meu irmão era super querido, e eu era a energética, fracamente!
- Hooo, isso é porque comias muitas barras energéticas e depois os stóres que te aturassem.

Rimos-nos.

- Vou leccionar esta discplina com o maior cuidado, porque a Matemática é muito importante.
Ficou durante 5 minutos a falar, e por fim terminou.

-Espero que sejamos os melhores amigos até ao fim do ano.-Sorriu
-O melhor é sentas-tes não vais ficar cansada.-disse baixinho para a Mariana.
PRRRRRR,PSTT,PSTT!!!
Um barulho tinha saído da minha mochila espreitei,nada,parecia também que a Mariana não tinha ouvido nada.
-Deve ter sido da minha imaginação.

Acabou a aula. Dirigimos-nos a Português.

-Bom dia!-saudo-nos o novo professor de portuguuês-espero que estejam prontos para este novo ano. Como não vos conheço vão se apresentar individualmente.Vou começar eu só para vos dar o exemplo: Olá sou o Paulo tenho 37 anos, gosto de ir à praia e passear, tenho muita paciência, sou simpático, e gosto de brincar.
Falaram todos até que chegou o meu número.

-Número nove!-chamou-me o professor.
Levantei-me e fui até lá à frente.

- Olá chamo-me Daniela, mas gosto mais que me chamem Dani,tenho 13 anos,adoro música, e filmes. Gosto de desporto. Penso que sou simpática, com bom gosto, detesto que me digam as coisas 2 vezes, sou um pouco envergonhada, e penso que sou um pouco convencida, tenho 2 irmãos um mais velho outro mais novo. Tive 4 a português. Mas não me interesso muito por ela,mmm acabei!

A aula acabou com um teste oral.
Dirigia-me até casa a pé, passei por uma rua em que não se via ninguém, era assustadora e pouco iluminada.Começei a avançar mais rapidamente. Até que começo a ouvir uns barulhos. Começei a correr.
Pum! Bati contra alguêm.
-Autch, esta doeu!
-Desculpa! Tú estás bem?
À minha frente estava um rapaz, de cabelo moreno, olhos verdes, e pele branca.Vestia umas calças de ganga, e uma t-shirt verde, tinha umas sapatilhas que eu achei lindas.
-Lamento, não te tinha visto.
-Não há problema. Eu estou bem.-disse levantando-me

Auch, dói-me mesmo a cabeça.

-Ok, queres que te leve a casa?
-Sei lá, tanto faz.
-Vou cosiderar isso como um sim.
Levou-me a casa, falando comigo durante todo o caminho não disse grande coisa visto que me doía imensamente a cabeça.
-Bem, chamo-me Diogo
-Chamo-me Daniela, mas prefiro que me trates por Dani se não te importares.
Saiu, fui ao frigorifico buscar gelo.
-Poxa, que rapaz misterioso.


**************** Num café************************

-Sabem que é que veio ”acidentalmente” bateu contra mim?
-Não! Quem foi?- peguntou um rapaz semelhante ao outro mas com cabelo loiro e olhos castanhos.
-A rapariga dos meus sonhos, está noite o poder dela renascerá.

**************** Em minha casa**************

Estava sentada no computador a consultar o mail, só anuncíos, publicidade e essas tretas. Levantei-me e fui dar uma volta lá fora, era noite,continuava-me a doer a cabeça embora menos. Passei por uma pequena rua, sentei-me num banco e disfrutei do silêncio fechando os olhos quando de repente, ouvi barulhos assustadores altos e próximos de mim abri os olhos rapidamente e deparei-me com a criatura mais mostruosa do mundo
-HAAAAAA!!!- dei um berro de susto, e saltei do banco. Antes que este fosse destruído . Fiquei paralisada.
-Só podem estar a gozar... isto não existe só pode ser produto da minha imaginação.-sorri com um sorriso assustado e de quem não quer acreditar naquilo. Mas aquilo perecia-me bem real. E vinha directo a mim! Fechei os olhos. Algo me levantou a tempo.
-Só posso estar a sonhar.E agora quando abrir os olhos vou acordar.-Abri os olhos.

-Olá Dani, está tudo bem?
-Está tudo e contigo?-Olhei institivamente para o chão estava a voar-Agora já não! Põe me já no chão!- Pedi com um berro assustado.Ele acedeu ao meu pedido e pôs-me no chão
-Estúpido eu podia ter caído!
- Qual quê? Estava agarrar-te! E ainda por cima é assim que me agradeces!
-Cala-te eu estou a sonhar e quem manda no sonho sou eu!

-Hahahaha que pessoa divertida, isto um sonho, antes fosse.
-Podem parar com a discussão?- o rapaz loiro com os olhos castanhos, tinha aparecido.
-Haaa, outro Diogo não!
Ele aproximou-se.
-Eu até te me apresentava mas agora quero que acabes com aquele simpático monstro.
-Eu? Tás-te a passar? Se o queres destruir fáz-lo tu!
- Eu dou-te uma ajuda, toma este pigente, com uma borboleta põe-o.
Eu pós-lo, até me ficava bem.Sorri.
-Agora pensa no que queres fazer.
Eu quero correr, saltar e dá-lhe com um choque.Como se isso fosse possível, bem é o meu sonho, tudo pode aconteçer.

-Estou pronta!
-Fáz-lo, se algo acontecer eu protego-te.
-Nada vai aconteçer!
Começei a correr,

-Uau, nunca corri tão rápido!
Saltei, pensei no trovão e fiz-lo.Dás minhas mãos saiu um raio potente no qual o mostro se vaporizou.
-Boa Dani-Felicitou-me Diogo.-Eu sabia que tu eras como eu.
Sorriu-me com ternura, e eu retribui-lhe.O outro rapaz aproximou-se e apresentou-se.
- Sou o Duarte,sou irmão gémeo do Diogo.Bem o melhor é ires para casa já é tarde.
-Não me estou a sentir lá muito bem...-desmaiei.
- Eu levo-a para casa, não te preocupes.- informou Diogo
Entrou pela janela e poisou-me na cama.

Espero que tenham gostado, espero que não tenha sido muito grande Razz
Comentem e digam se algo coisa não estiver bem Very Happy

Se não sabes mentir, também não sabes quando te estão a mentir!
#8
Chegámos à escola, bem acho que ainda não me apresentei
convenientemente, se tiverem sorte vou ter de me apresentar numa
aborrecida aula,assim só para passar o tempo é o que todos os
professores fazem só para passar o tempo

eu concordo, sempre faziam isso no primeiro dia de aula...
pensei que quando fosse para facudade isso mudaria... sempre é a mesma coisa, não muda Mal disposto
-Tudo e tu, hellaaa tas grande rapaz andas a comer asteróides?-
perguntei num tom de brincadeira, meio a brincar meio a sério. Pedro o
meu melhor amigo não somos muito compativeis,mas temos os mesmos gostos.
Ele é um rapaz com, agora é um rapaz com um 1m75 (Ele disse-me 1metro e
80, mas isso também já é exagero)

gosto do jeito que você descreve tudo e todos assim fica mas
facil imaginar enquanto leio Smile

-Sabem que é que veio ”acidentalmente” bateu contra mim?
-Não!
Quem foi?
- peguntou um rapaz semelhante ao outro mas com
cabelo loiro e olhos castanhos.
-A rapariga dos meus sonhos,
está noite o poder dela renascerá.

hum... capitei a historia, ele sabe tudo sobre a Dani... poder que poder será esse, mas essa menina tem um gênio muito forte... fico imaginado se vc tbm é assim??? ou se inspira em
alguma colega??? Shocked

-Olá Dani, está tudo bem?
-Está tudo e
contigo?
-Olhei institivamente para o chão estava a voar-Agora
já não! Põe me já no chão!
- Pedi com um berro assustado.Ele
acedeu ao meu pedido e pôs-me no chão
-Estúpido eu podia ter
caído!

- Qual quê? Estava agarrar-te! E ainda por
cima é assim que me agradeces!
-Cala-te eu estou a sonhar e quem
manda no sonho sou eu!

-Hahahaha que pessoa
divertida, isto um sonho, antes fosse.

-Podem parar
com a discussão?
- o rapaz loiro com os olhos castanhos, tinha
aparecido.
-Haaa, outro Diogo não!
Ele
aproximou-se.
-Eu até te me aparesentava mas agora quero que
acabes com aquele simpático monstro.

-Eu? Tás-te a
passar? Se o queres destruir fáz-lo tu!

- Eu dou-te
uma ajuda, toma este pigente, com uma borboleta põe-o.

Eu
pós-lo, até me ficava bem.Sorri.
-Agora pensa no que queres
fazer.

Eu quero correr, saltar e dá-lhe com um
choque.Como se isso fosse possível, bem é o meu sonho, tudo pode
aconteçer.

olha eu amei muito este treixo, não que não tenha gostado do resto, mas escola... mátematica, português e professores se apresentando Mal disposto , não é muito meu forte... Sem paciencia

mas quando chegou a parte da ação ai sim... mim divertir lendo... continua estou apaixonada por sua historia... Mega contente Super contente Super contente Super contente Super contente Super contente

beijos e espero por mas... Very Happy

eu escolho te louvar senhor com tudo o que sou, da minha vontade eu abro
mão, pois eu escolho o som do céu....
#10
Antes de mais queria dedicar este capitulo a Anny Paula, pelo incentivo para eu continuar a escrever. Para ti, muito obrigada!

Capitulo 3- Uma nova descoberta e uma companheira

“O meu irmão tinha a ideia correcta. Acreditava que sozinho, a sua familia estaria a salvo. E essa ideia foncionou durante anos.
Mas quanto tempo podemos viver desta maneira, a vaguear por um deserto sem um lar? Os tempos mudam, e nós temos que mudar com eles. Temos de parar de fugir, e de viver nas sombras. Deviamos ser mais fortes!

O problema é que… somos muito poucos para marcar uma posição. Se realmente estamos destinados a ser grandes, temos de engrossar as nossas fileiras e recrutar novos membros! E os mais novos entre nós não podem ser agrilhoados*, com o mesmo fardo com que nascemos. A vaguear como nómadas! Marecem um lar… uma terra Prometida.

Acordei, atrapalhada, estava meia tonta. Fui à casa-de-banho. Voltei, tinha tido um sonho meio esquisito, em que eu corria super rápido, e tinha laçado um tipo de electricidade pela palma da mão... e que o Diogo estava lá e um tipo de irmão gémeo também.Tudo estava confuso na minha cabeça. Fui até à cozinha estava cá com uma fome! Preparei uma torradas e um leite com chocolate ( não consigo beber leite sem chocolate). A seguir fui tomar banho, tinha é de começar a despachar-me senão ia chegar atrasada à escola. Vesti umas calças de ganga, uma camisola azul e por cima um tipo de túnica/camisola preta. Vesti umas mais azuis e calçei uma sabrinas rosas.
Fui buscar a mochila e fui para a escola de carro.Cheguei à escola. Passei por a Mariana sem a ver num período escolar a média de vezes que passo pela Mariana e não lhe digo nada é no minimo 4 vezes.

- Dani! Calma! Poxa, passas-te por mim e nem me viste. Deves estar mesmo ensonada.

- Naaa ensonada é pouco, tive alta sonho, bué esquisito mesmo, eu era uma guerreira, saltava... havia um monstro, olha fracamente um confusão fora de série.


- Dani, tenho uma novidade para te contar!

- O que é que foi? Não vamos ter aulas na próxima semana?
- perguntei eu, com uma esperança que tal acontesse-se muito reduzida.

-Hoo, isso é só bom, aquilo que eu te quero contar é muito melhor do que isso!-Respondeu, ela em pulgas para me contar

-Anda lá diz de uma vez queres que eu tenha um ataque de ansiedade?!-Estava em pulgas para saber o que é que raio se passava.

- Bem... entraram dois rapazes liiinndddoss para a nossa escola.

- O quê? Gosto mais de estar de férias!

-Tú só pensas em férias,hoo rapariga estás a pensar namorar com que anos?50?70?80?

- Mariana! Eu depois decido ok?
- disse meia impaciente.

Dirigimos-nos para a aula de educação Fisica.Fomos directas para os balneários.

-Huiiii, está frio! Não consigo tirar a camisola!- reclamei
- Pois comigo está-se a passar o mesmo

A prefessora esperava, agarrada ao computador.Levantou o olhar e sorriu, o tipo de sorriso que significava: Prepararem-se porque hoje vão correr até quando me apatecer

-Ok, pessoal, vamos lá correr durante 5 minutos! Rápido!

Começámos a correr, nunca gostei de correr por isso corria muito lentamente. Até que os meus pés começaram andar imensamente rápido. Sem me aperceber já tinha dado mais de 10 voltas à pista, e o mais estranho é que nem sequer estava cansada, o que me assustou imensamente, eu mal conseguia dar 3 voltas seguidas quanto mais dar 10! A professora estava espantada a olhar para mim. Toda a gente estava espantada a olhar para mim. O que me provecou mal estar pois nunca gostei de dar nas vistas.
Simplesmente virei-lhes as costas e fingi que não tinha acontecido nada embora conseguisse ouvir a rapariga de dupla personalidade chamada Raquel a sussurar para a Catarina que eu estava a armar-me simplesmente a dar espectáculo.

Eu realmente não sei como é que as pessoas podem dizer mal umas às outras sem qualquer piedade- estava furiosa com os meus pês.

-Ok pessoal vamos treinar os saltos!! –Gritou a professora

-Fixe, adoro saltos!- disse intusiasmada a Mariana.

Pusemos-nos em fila, para começar os saltos.A professora, chamou por números.Tiha chegado a vez de Maria, correu fez os três saltinhos e acabou com um salto gigantesco que atingiu os 9 metros. A Professora ficou espantada e boquiaberta. Mariana por sua vez sorria triunfante. Não saltei mais de 3 metros apesar, desde o 1º ano tenha adorado desporto, este ano tudo era diferente. A professora deu a aula por terminada, e fomos trocar de roupas. Dirigimos-nos as duas para a cantina. Sentamos-nos numa mesa vaga. A cantina não era um local lá muito acolhedor era pequena com muito poucas mesas, por isso quem não chegasse cedo podia preparar-se para alguns minutos de seca em pé, a fazer figura de parvo(a) em pé. A comida também não era nada de especial.

-A aula até correu bem, não correu?- disse entusiasmada.
- Sim, penso que sim, foi um bom salto aquele.
- Obrigada, muitos anos de prática. -sorriu com um ar triunfo

Não achei que aquilo tivesse sido sincero desde que conheci, Mariana ela nunca se tinha interessado lá muito por desportos.
Após alguns minutos apareceram três rapazes,juntos, dois gémeos iguaizinhos cabelo que pareciam andar no 9º ano e um mais pequeno que me deu ideia de andar no 7º.
Caminharam, olhando para ver se havia alguma vaga um dos gémeos olhou para Mariana e fez um grande sorriso no qual ela o ritribui-o acabando por cháma-los. Sentaram-se.

-Então como é que correu as aulas rapazes.- acabou por perguntar Mariana.
- Que aulas ainda nem temos turma- respondeu Duarte fazendo com que ambos os irmão se rissem.
-Bem, pessoal o inicio da conversa está interesantinho, mas eu tenho de ir ter com as raparigas da minha turma.-sorriu com um ar travesso- parecem interessadas em mim-riu-se e dirigiu-se a mesa onde as raparigas batiam palmas de alegria.

Ambos os rapazes olhavam para mim com um ar curioso como se me já conhececem de algum lado.Mariana ao ver esta cena interrompeu dizendo:

- Fracamente a encararem a minha amiga assim estão a deixá-la nervosa, não acham que se deviam apresentar primeiro menino Diogo e menino Duarte.

Sorriram ambos.O ambiente ficou menos pessado pelo menos para mim que já não tinha dois gêmeos idênticos a olharem para mim.

- Eu sou o Diogo, o rapaz fixe e desportista.-disse com vaidade.
-Eu sou o Duarte, o rapaz intelectual e fixe.- apresentou-se mas parecia que estava sem vontade alguma.
- Bem eu sou a Daniela, a rapariga que não gosta de falar com ninguêm, e com cara muito pálida, pelo menos é o que... dizem- sorri sem vontade, penso que esta apresentação não tinha sido a melhor sentia-me esquisita com a companhia deles. Levantei-me e fui levar o tabuleiro, cheio de comida por mais que parecesse, comer nunca foi a minha especialidade.

Mariana seguiu-me, ao saímos ela acenou aos rapazes. E começou logo a fazer conversa.
- Eles não são lindos, tenho de admitir que gosto mais do Duarte...

Sorri e interrompi- como podes dizer isso eles são indênticos parecem... sei lá.
- Ai, ai, não compreendes eles são mais diferentes do que aquilo que parecem.-disse-me isto com um ar triste e desiludido comigo- E sabes eles vão para a nossa turma.

-Desculpa, não queria que ficasses triste porque eu não os sei destinguir.

Caminhámos até ao polivalente. Vi um sorriso tímido de Mariana a saí-lhe pela boca que ainda a pouca fazia um arco para baixo.

- Tontinha achas mesmo que eu estou triste por causa disso?

Sorrimos ambas, não compreendi as palavras dela mas tabém não queria estragar o memento. Sentámos-nos a conversar, sobre a escola, os rapazes da nossa turma, e a nossa familia. Tocou e dirigimos-nos para a aula de História. A professora aguardava-nos com 3 novos alunos. Os gémeos e um rapaz que tinha o cabelo curto azul escuro usava uma t-shirt verde escuro e uns calções escuros com um cinto da mesma cor que lhe caía fazendo o que me parecia um arco.
Apresentaram-se Diogo sentou-se ao meu lado do lado esquerdo ao pé da Janela.
- Olá míuda fugiste de mim no refeitório normalmente as raparigas não fogem ao meu encanto pelo contrário vêem ter comigo.

- Olha azar, deves pensar que és...

- Sou grande...

- És... dever é ser uma grande coisa.


-Pois claro que sou.- Disse satisfeito com a sua afirmação.

O outro rapaz chamava-se Ricardo, sentou-se na mesa do lado,sorriu dizendo:
- Olá sou Ricardo- estendeu-me a mão e eu fiz o mesmo comprimentamos-nos- Bem espero que não te importes de me mostrar a escola depois.

Sorriu, olhou para Diogo que nos observava e fez um olhar que não entendi no qual Diogo correspondeu, virou-se para à frente. Achei-o simpático mais do que o Diogo. A aula decorreu de uma forma normal, acabado depressa. Toda a turma saíu encluíndo Mariana que saíu a correr junto com Duarte, foi um bocado esquisito.
Estava ainda arrumar as minhas coisas quando Ricardo se aproximou pegou em algumas delas e ajudou-me a pô-las. Sorriu e perguntou-me:

- Sempre me podes mostrar a escola?
-Claro, anda.

Saímos da sala, Diogo estava lá fora encostado a uma parede, sorriu.
- Já saís-te?
Desviem dele e respondi-lhe que sim desviei a cara.Ele ficou-me a olhar lembrei-me de já ter feito este gesto de antipatia

Flasback.....

Caminhava com os escuteiros numa mata perto da minha casa, aquele Chefe que caminhava ao meu lado e que por acaso era o adulto que tinha a mania de me dar sermões e lições de moral sem eu as pedir (desde quando é que alguém pede lições de moral, eu pelo menos não peço) e que quando o fazia parecia que ficava feliz. Era um chato. Era o meu primeiro ano como Guia e não estava a ser nada fácil para além de a mais nova dos guias, os meus elementos desobedeciam me o que era a coisa que eu mais detestava. Ele lá estava a dar-me a lição de moral que devia ter calma que era uma pessoa inteligente e que conseguia fazer com que o a Patrulha fosse a melhor se eu quisse-se. Eu virava-lhe a cara de um gesto mimado, nunca o tinha feito, mas estava a gostar da sensação ele mudava de posição para ver a minha cara. E eu mudava de lado, até que chegou a parte em que ele fivou farto e me disse algo cruel:
- Não sabes que estás a ser malcriada?? Ao fazeres isso!
Eu fiquei fula, ninguém me dava ordens desde que eu tinha 5 anos e não era o irmão da pessoa que me mudou a vida que o faria! Por isso corri, se ele não gostava da minha personalidade olha paciência! Não tenho culpa!

Fim de flash back.....

Porque é que ele não me deixava em paz de uma vez por todas?
Ricardo seguiu-me mostrei-lhe todos os locales que os estudantes frequentavam mais.Tocou, o Professor de Português entrou, desde a primeira aula que aquele professor tinha cara de quem me queria lixar a vida. Diogo sentou-se ao meu lado. E Ricardo do outro. Mariana e Duarte não estavam na sala. Fiquei preocupada ela não era pessoa que se baldavava aula por um rapaz qualquer.

- Mariana? Ela está a faltar?
Alguém bateu a porta, abrindo-a com um sorriso estava Mariana e Duarte.
- Desculpe professor sabe como é alunos novos- apontado para Duarte que estava com uma cara de inocente- Ele estava perdido estava a subir para o bloco E em vez do bloco B-Sorriu.
- Pois é alunos novos.Olha.... são gémeos!- exclamou admirado
- Pois da última vez que nos penteámos ao espelho em casa ainda éramos iguais- respondeu Duarte divertido, dirigindo-se ao seu lugar ao pé de Mariana.

- Não queres ficar ao pé do teu irmão?
- Naaa eu e ele podemos mudar de lugares quando quisemos- sorriu ao perceber que o professor tinha apanhado a piada.

- Pois, pois, mas não quero que mudem lugares definitivos são lugares definitivos se descubro que mudaram de lugares não vou ser tolerante.


Peguei no meu livro de leitura chamado o Pai no tecto*
E comecei a ler, a conversa dos gémeos com o professor não me interessava minimamente por isso... O professor abriu a lição que foi quando eu parei e escrevi o sumário. O meu caderno era de capa preta, com muitos corações e uma legenda a dizer Língua Portuguesa. A matéria de português no 1º periodo era super simples nem precisava de estudar um pouco, o que era bom. Diogo não fez nenhum cometário perturbador sobre eu estar a ler e não a prestar atenção ao professor.
-Daniela! Importas-te de responder?Salta para o quadro.
Levantei-me, supirei, e fui. A pergunta era sobre entre as palavras sublinhadas dizer quais eram os nomes comuns e abstratatos.
Simples nem preciso de pensar.

Uma voz sussurrou na minha cabeça:

Cuidado existe aí um determinante.
Quem é que falou comingo?
- virei-me não vi ninguém a susurrar ao meu ouvido.

Comecei a escrever no quadro branco. Realmente tinha lá um determinante sublinhado, não escrevi nada por baixo da palavra riscada. Acabei o exercicio e fiquei a espera que o professor corrigi-se.
Ele olhou, voltou a olhar e perguntou-me.

- Parece que não sublinhaste aquela palavra.
Virou-se para a turma e exclamou:
- E fez muito bem, pois aquilo não é um nome nem comum nem abstracto! Então diz-me lá qual é a classe da palavra sublinhada.

Suspirei e respondi.

-Determinante- disse sem grande motivação- já posso ir?

-Claro!


A aula acabou, no intervalo Mariana pouco desenvolveu sobre o seu atraso, apenas tinha-me informado que não se estava a sentir muito bem e Duarte acompanhou-a.
Tocou e entrámos para formação cívica. O que é que há para fazer em formação cívica? Dormir claro é o que eu faço só que eu não fecho os olhos como os outros alunos estúpidos eu olho para a Janela e ignoro o que a professora está a pregar, concentrando-me apenas sobre o que é que eu farei depois da aula. E assim fico até aula acabar. No que me consegui aperceber o assunto da aula foi apresentação dos alunos e marcação definitiva dos lugares.O Diogo ficou ao meu lado argumentando que eu era calada, (o que era totalmente errado) e que naquele lugar conseguia ver o quadro muito bem, o Ricardo sentou-se na mesa do meu lado, e o Duarte continuou há frente com Mariana.

A aula acabou, todos tinham ido a correr feitos maluquinhos para casa, eu, Mariana, Diogo e Duarte caminhávamos juntos para o portão, Mariana ia com Duarte( ou será que ia com o Diogo?) e o Diogo vinha comigo, Mariana e Duarte não diziam coisa, com coisa e só se riam, realmente magoava as pessoas, e que ele estava triste comingo, no fundo ele só queria ser meu amigo e eu não lhe dei a opurtunidade para isso. Continuámos a caminhar. Nem uma piada, nem sequer tinha trocado o meu nome. Fiquei com a conciencia pesada e resolvi que estava na altura de resolver as coisas:

-Mmm, Diogo- começei eu, ele viro-se para a mim a espera que eu lhe disse-se o que queria.- bem sabes não começámos da melhor forma, e... olha desculpa, eu não quis ser má para ti mas sabes que foste um bocado estúpido- Eu realmente nunca tive jeito para pedir desculpa.

- Pois...- pensou um bocado, começou-se a rir e exclamou- Há tu estás e pedir desculpa, estás e pedir desculpa não estás! E... nunca pensei-começou a gozar.
Bem aquela era a maneira dele de dizer que me desculpava e também já nem sequer o estava a ouvir.

- Bem, vemos-nos amanhã?- perguntei a Mariana
- Claro que sim! Se quiseres até te visito no teu quarto
- respondeu Diogo
Aproximei-me dele e sussurei-lhe:

- Vai sonhando, porque é o único local em que eu não te posso dar uma bolachada -sorri-lhe com um ar de troça.
- Vemos-nos então amanhã Mariana- sorri- adeus Duarte!- disse adeus ao Duarte que me acenou também virei-me para o Diogo e pus a lingua de fora soltando um bheee! Saí a correr.
- É simpática,não achas Diogo?

- É mace convencida
- sorriu e acrecentou- mas é muito inocente voces acham que ela está pronta para o nosso modo de vida?

- A Dani, consegue ser muito forte, Diogo vais vigiá-la vê se não se mete em problemas- recomendou Mariana

- Claro, vou vigiá-la.
......................................................................................................................................
Saí da escola a correr quando me senti um pouco cansada comecei andar, fiquei longos minutos a pensar na cara de Diogo, e a rir-me. A medida que a piada se ia perdendo começei a ficar mais séria não gostava de andar sozinha na rua. Olhei para Lua como eu amava aquele astro. Passei pelo parque sentei-me num banco e observei o pingente em forma de borboleta. Era realmente lindo mas eu não sabia de onde tinha vindo, enquanto pensava um cão castanho de estrutura grande, aproximou-se cheirando-me eu fiz-lhe umas festas, quando olhou para mim,vi que tinha os olhos vermelhos e que mostrava os dentes.
Dei um salto dando um grito de medo, no momento em que um cãozinho que parecia simpático estava um cãozinho gigantesco e com vontade de me dar uma trinca que decerteza que me ia doer. Vindo do nada apareceu um rapaz com o cabelo castanho liso para os lados e espetado na parte de trás trazia uma t-shirt amarelada e uns calções cinzentos tinha umas sapatilhas pretas. Reconhecio-o como sendo o Diogo.Distraiu-o e gritou-me

- Trasforma-te! Usa o Pingente!
Levantei o pingente retirei-o do colar fiz uma concha com as mãos aquilo que parecia uma peça da Pandora creceu. Peguei na borboleta esticando o braço e gritei:

- Poder do Pingente! Metarmofe!- tinha visto aquela trasformação numa série para crianças e como tinha aprendido que as transformções só se davam se gritassemos qualquer coisa foi o que fiz.

A borboleta em forma de pingente começou a brilhar, dobrei o pulso ficando com ele a flutuar uma luz invadiu-me cercando-me. Uma mancha do meu cabelo de cada lado da cabeça prendeu-se, os meus sapatos trocaram-se para umas saptilhas rosa, um piercing furou-me a cartilagem da orelha esquerda, e em vez da roupa que levei para a escola agora trazia uma mini-saia azul,uma túnica rosa. Acabei a trasformação pasmada, eu estava linda!
- Estou pronta!!- gritei entusiasmada pronta para saltar- mas hehehe-começei-me a rir feita tonta- não sei o que é que tenho de fazzeeerrr....
Caiu uma pedra, e por 3 cm que não me tinha atingido graças a um rapaz super rápido que me apanhou, agarrei-me com força a ele, o que lhe fez sorrir vestia uma t-shirt amarela e uns calções pretos usava umas sapatilhas pretas e tinha cabelo azulado.

Pós-me no chão e afastou-se, sussurrando-me:

- Pensa, age e ganha.
Foi o que fiz pensei, e um bastão apareceu no ar a rodar, agi apanhando-o. Dei 3 saltos para trás no quarto dei um mortal, quando aterrei o poder intesificou-se saíndo do meu bastão uma luz cor-de-rosa brilhante que acertou no suposto cão destroindo-o. O rapaz do cabelo azul gritou para Diogo:
- Se não a tivesse salvo, a esta hora podíamos estar mortos! Podias ser mais competente!
- O quê estás-te a passar, caso não tenhas visto senhor espertinho, havia um cão gigante quase a devorá-la
!- vi que Diogo tremia, não estava frio, penso que também não estava assustado.
-Hei, hei eu acabei de dar cabo de um cão gigante e o única coisa que vocês sabem fazer é discutir.
Quando olhei para o rapaz do cabelo azulado ele tinha desaparecido. Suspirei e fiz um sorriso para Diogo.

- Não te sintas mal! Não fizeste de prepósito, agora podes-me explicar que roupas LINDAS são estas?

-Claro mas agora vou-te apresentar há equipa.


-Pois... mas isso é que já não pode ser- sorri- tenho de ir para casa.

- Ha, pois claro, desculpa depois do Jantar, eu apresentou-te
- olhou para o chão, desiludido não por eu ter de ir Jantar mas sim porque realmente eu podia ter morrido.Aproximei-me dele e abracei-o dizendo:

- Está tudo bem, tudo bem.Nada de mal me ia acontecer, não precisas de ficar preocupado, ok?

- Bem... o importante é que tu estás bem.
Sorrimos. Destrasforma-mos. E eu despedi-me

-Bem tenho de me ir embora.
...........................................
.............................Em casa........................................................
- Cheguei- anunciei.

- Finalmente estava a ficar preocupada.
- Desculpa mãe mas os professor de português queria falar comingo sobre a matéria que ele está a dar, graças ao meu cerbro inteligente vou ter de fazer um power point para a próxima aula sobre determinantes, nomes, pronomes aquela tretinha todo do português.

-Bem, agora que chegas-te vamos comer.

Chamei a minha irmã e o meu irmão e fomos comer. Bem desta vez não era massa com carne mas sim febras com arroz branco e a salada que eu adorova.O Jantar decorreu normalmente os meus irmãos contavam as novidades enquanto eu prestava atenção ao prato e aos meus pensamentos. Muitas perguntas pairavam na minha cabeça
Porquê eu? Como foi possível eu ter-me trasformado tipo Sailor Moon? Estas coisas não existem, quer dizer normalmente não passam da televisão para a realidade.
- Daniela! Estás a ouvir o que é que a tua irmã te está a perguntar.Levantei a cabeça e respondi:
-Hã? Diz... não ouvi desculpa.

Suspirou e perguntou-me:
- As provas de aferição são muito dificéis?

- As provas
- disse pensativa olhando para a minha mãe- não, não... não são dificéis são extramemente fáceis é só estudar um pouquinho.Acabei.
- Não queres sobremessa?

- Não, não obrigada.

Nunca fui muito de sobremessas e de quisqueres da forma eu tinha coisas bem mais interessantes para ouvir embora eu já soubesse. Eles iriam-me falar sobre salvar o mundo, um inimigo parolo qualquer que o queria conquistar, e que agora eu fazia parte do grupo tretinhas destas... que por acaso só nos desenhos animados é que acontecem.
Subi as escadas, preparada para o encontro dos meus novos «companheiros».Entrei no meu quarto.
-Buuu!
Fiquei a olhar para o rapaz do 7º ano. Continuei andar e disse-lhe:
-Que susto! Quase tinha um ataque cardíaco, daqueles em que as pessoas quase morrem!
Sentei-me na cama.

- Bolas ela não se assustou...
Diogo aproximou-se fez-lhe um despenteou-lhe a e disse-lhe:


-Fica para a próxima macaco.
A Janela abriu-se entrando Mariana e Duarte.

-Oi, pessoal, estão-se a divertir- perguntou Mariana numa forma muito calma.

- Hei, hei...heei!! Mariana tu também...tu.... o quê.... o que se passa.... porque é que tu?
Mariana riu-se e exclamou.
-Espera, o Duarte vai-te explicar tudo.

- Olá, bem eu vou explicar aquilo que tu já sabes. Há 1 ano atrás a cidade tem vinda a ser atacada por aliens desconhecidos estes sugam energia e procuram algo que nós ainda não descobrimos, os nossos poderes despertaram, primeiro eu e o Diogo depois o Tiago pouco depois a Mariana e por fim tu.



-Bem e os nossos poderes consistem mesmo em…

-Bem cada um de nós tem um animal o Diogo é um Jaguatrica, eu sou um Leopardo Asiático, Miguel é um Mico-Leão-dourado, Mariana é Onça Preta, e tu ainda não sabemos bem o teu ADN indica que és um Lince, mas os teus poderes ainda são muito primários podem vir a mudar-fez uma pausa-Diogo contou-me que hoje foste salva por um guerreiro as cores indicavam que era de ADN Lobo-agarrou-me e disse-me com uma expressão muito séria- quando nos descontrola-mos trasformarmos-nos nos nossos animais mas em tamanho gigante é claro que quando ficamos felizes ou ansiosos aparece-nos partes do nosso ADN o que pode ser muito chato- sorriu- a principio é complicado mas a medida que o tempo passa vais conseguir controlar.

- Bem a tua missão é ajudar-nos- retorqui Miguel.
Virámos-nos todos para ele.

-A trasformação implica sacrificios era ómptimo que esquecesses os teus pesadelos enquanto estás a lutar.- disse com uma forma séria.
Diogo sorriu:

-Bhaa, não lhe ligues, ele acha que tudo é dificil, nós vamos estar sempre lá para te ajudar não te preocupes.
A conversa continuo até que a minha irmã entrou no quarto o que fez com que todos saísem. Felizmente ela não os viu os animais relamente são muito rápidos e consegues ouvir muito bem 1 minuto antes da minha irmã sair, eles despediram-se calmamente e saíram.Fui lavar os dentes e deitei-me na cama aquela frase tinha-me ficado na cabeça:

-A trasformação implica sacrificios era óptimo que esquecesses os teus pesadelos enquanto estás a lutar.- disse com uma forma séria.

Pensei muito, mas o sono acabou por ser mais forte acabando por me deitar abaixo. Adormeci…

*agrilhoados ( significado: acorrentar, oprimir)
*O Pai no Tecto livro de Maria Teresa Maia Gozalez. Editora: Supernova.

Bem espero que gostem! Se detectarem algum erro digam, tive a inspeccionar o melhor que pude pois o Microsoft não esta a dar o sinal dos erros. Very Happy

Boa leitura! Very Happy

Se não sabes mentir, também não sabes quando te estão a mentir!
#13
obrigada DanyeDiana por dedicares este capitulo a mim...
e por voltares a escrever... estava mesmo com saudades
e espero que posto o mas rapido que puder...
... sua historia está pegando fogo

no principio tive uma certa duvida... fiquei imaginando que
Mariana sabia de tudo... e era uma guerreira tbm... mas de
pois pensei... " se ela fosse guerreira, ela tinha aparecido
na primeira luta... assim como os garotos"


mas adiante não mim restou sombra de duvida...

-A aula até correu bem, não correu?- disse
entusiasmada.
- Sim, penso que sim, foi um bom salto aquele.
-
Obrigada, muitos anos de prática.
-sorriu com um ar triunfo

Não
achei que aquilo tivesse sido sincero desde que conheci, Mariana ela
nunca se tinha interessado lá muito por desportos.

tive certeza que mariana tbm era uma guerreira...

acho que está ficando muito interesânte... e eu amo a hora
da luta é minha parte favorita...


-Bem cada um de nós tem um animal o Diogo é um Jaguatrica, eu
sou um Leopardo Asiático, Miguel é um Mico-Leão-dourado, Mariana é Onça
Preta, e tu ainda não sabemos bem o teu ADN indica que és um Lince, mas
os teus poderes ainda são muito primários podem vir a mudar
-fez
uma pausa-Diogo contou-me que hoje foste salva por um guerreiro
as cores indicavam que era de ADN Lobo
-agarrou-me e disse-me
com uma expressão muito séria- quando nos descontrola-mos
trasformarmos-nos nos nossos animais mas em tamanho gigante é claro que
quando ficamos felizes ou ansiosos aparece-nos partes do nosso ADN o que
pode ser muito chato
- sorriu- a principio é complicado
mas a medida que o tempo passa vais conseguir controlar.

essa idéia é realmente muito legal... mas o animal da daniela
eu não sei o que é... não sei o singnificado de
Lince...

bem eu amei muito... estarei a espera de mas...
beijos

eu escolho te louvar senhor com tudo o que sou, da minha vontade eu abro
mão, pois eu escolho o som do céu....
#14
O animal que ela tem dentro dela e um Lince

Se não sabes mentir, também não sabes quando te estão a mentir!
#15
fui pesquisar na net....
...haha, agora sei o que é lince, não sabia confesso....


Fanfic: My life ( Actulizada 20/03/2011) 20080313122837-lince-iberico

eu escolho te louvar senhor com tudo o que sou, da minha vontade eu abro
mão, pois eu escolho o som do céu....
#16
Capitulo 4- Uma ida até L.A

Longe da vista longe do coração

Acordei mais uma manhã chata e aborrecida do meu quotidiano, porém esta é uma manhã diferente sou acerca de 10h30 oficialmente uma rapariga diferente.
Os rapazes vinham-me buscar depois do almoço para me fazerem algumas análises de ADN, e testarem as minhas capacidades. Levantei-me, fui à casa de banho pentear o cabelo. Desci até à cozinha. Preparei cereais, acendi a televisão no canal Discovery. A minha mãe já tinha saído e eu desfrutava num Sábado perfeito, os meus irmãos ainda deviam estar a dormir. Acabei o pequeno almoço.Arrumei as coisas e dirigi-me à sala.Entrei e senti algo muito rápido abraçar-me.

-Olá gatinha.
Senti um arrepio.

- Hoo, não precisas de ficar brava, e olha que essas orelhas ficam-te bem.
Soltei-me dele e sorri ironicamente.

-Ha…ha…ha…,orelhas pois não gozes!

-Há eu não estou a gozar são mesmo bonitas.
Corri para a casa de banho de baixo. Olhei-me ao espeho eu tinha umas orelhas de gato em cima das minhas orelhas normais.

- Não te preocupes! Eu também tenho- mostrou-me as suas orelhas com um enorme sorriso. As minhas eram redondas e acabavam e bico, enquanto as dele eram apenas redondas.

-Huaaaaa! Eu quero ser uma rapariga normal, não quero ser uma bola de peluche!- chorei eu.

-Humm, não te preocupes isso já passa- vamos?

- O quê? Tu estás doído? Queres que eu vá para a rua com orelhas de gato?

-Veste um casaco e põe o capucho.

-Há, boa ideia.
Fui a correr até ao cabide, e vesti um casaco vermelho cheio de desenhos. Subi para as costas dele.
Ele foi para o meu jardim, olhou para os lados e começou a correr. Chegámos a uma mata.

-Bem princesinha vou me transformar para irmos mais rápido.

De onde estava um rapaz normal apareceu um animal gigante, maior que um elefante em forma de Felino, um autêntico Gato-do-Mato. Fiquei estupefacta não por aquela aberração que me aparecia à frente mas sim porque eu também era algo igual.
Subi para as costas dele. Ele começou a correr, naquele momento tinha a sensação que íamos a 280, mas devia ser impressão minha. Avistei uma mansão. Parámos junto dela, e ele voltou a forma original. Por sorte não era como naqueles filmes em que as pessoas se transformam em animais e depois eles voltam à forma original, todos nus.

O portão abriu-se. Diogo olhou para mim, virando a cara logo a seguir, encaminhou-se para o portão e eu fui atrás dele a correr. Fomos até um laboratório, já lá estavam a Mariana e o Duarte. Mariana correu para junto de mim com ar muito bem-disposto.

-Olá Dani!

- Olá, hum… hoje estamos muito bem-dispostas!

- Claro que sim - sorriu.

- Bem vamos preparar-nos para analisamos-te.

No laboratório onde estávamos havia um cubículo igual ao dos estudos de gravação, e um painel de comandos. Atrás uma mesa com microscópios, e outros objectos de laboratório.

-Entro para o cubículo.

-Sim, a Mariana vai entrar contigo e vai dar-te indicações, para sabemos os poderes que tens na forma humana e na forma animal. E como é óbvio qual é o teu ADN, de que animal se classifica. Ok, podes entrar.

Entrei, a Mariana transformou-se no seu animal humano A Onça Preta. O seu fato era uma t-shirt preta, uns calções pretos e umas meias brancas, com umas sapatilhas pretas. Pós uns auriculares nos ouvidos e entrou.

-Ok, vamos lá. Eles não estão ouvir lá fora a única coisa que o Duarte está a fazer é a captar os ultra-sons que o teu corpo emite por cada variação de humor. Então vamos lá- sentou-se
Eu fiquei de pé a olhar para ela.

-Então senta-te!
Sentei-me de pernas cruzadas a olhar para ela.

- Então diz-me lá O Diogo foi simpático ,a trazer-te para aqui? Ele é tão lindinho não é.
Sorri, corada.

-ok, o Diogo era mesmo muito bonito, embora tivesse humores que me chateavam. -pensei

Ao terminar o pensamento umas orelhas e uma cauda apareceram-me.

- São muito bonitas, era mesmo isto que nós queríamos, tens orelhas de felino, e uma cauda apontou num papel que tinha no bolso – a minha missão está comprida, há e sim o Diogo é liiinndddo, mas o Duarte é melhor. E saiu.
Duarte espreitou pela porta.

-Agora vamos mandar-te para uma cidade, provavelmente estarás sozinha e na forma humana, fecha os olhos quando ouvires a campainha.
Antes que eu tivesse tempo para protestar ele já tinha fechado a porta. Respirei fundo ouvi a campainha e fechei os olhos. Quando os abri estava num espaço completamente diferente. Estava numa cidade. Mais propriamente num parque. Crianças corriam, enquanto os pais os vigiavam de perto, adolescentes mais velhos do que eu, passeavam.

Olhei para os lados para tentar encontrar alguma referência donde estava. Caminhei durante uns quinze minutos. Dava- me a sensação estar na Cidade L.A. Sentei-me num banco e ouvi as crianças a jogar basebol. Olhei para a relva, pensativa. Voltei a olhar para cima e uma bola de basebol bateu-me na cabeça.
A última coisa que me lembro antes de ter desmaiado foi uma sensação de flutuar. Ao que me pareceu 15 minutos acordei. Estava numa praia. Abri os olhos, e voltei a fechar, o sol estava a pôr-se. Abri de novo os olhos e levantei-me a minha cabeça estava a lacrimejar. Pus a mão na cabeça, e fui até à água verde. Mergulhei as mãos na água e de seguida pu-las na cabeça. Fiquei a olhar para água completamente perdida. Olhei de relance para o lado, acerca de 3 metros estava um rapaz sentado. A olhar também para água.Devia ter a minha idade, vestia uns calções de banho azuis, o tronco estava destapado, estava descalço e tinha um cabelo castanho liso todo despenteado.

Olhou para mim e sorriu. Sorri também.
-Hello.(Olá)- começou
- Hi- respondi na mesma língua.
-It´s wonderful isn’t? ( é lindo não é?)
-Yes, is wonderful, sorry but can you please tell me. What is the city where we are?( Sim é lindo, desculpa podes por favor dizer-me. Qual é a cidade onde estamos?)
- We stay in L.A. You are lost? (Estamos em Los Angeles. Tu estás perdida?)
-No.( Não) You speak portuguese?( Tu falas português?)
- Sim, desculpa pensava que eras Americana.
-Não, sou de Portugal, vim parar aqui por engano, amanhã regresso.
-O melhor é passares a noite em minha casa, eu vivo sozinho portanto não precisas de te preocupar com os pais -sorriu divertido –Anda daí a minha casa é já ali.

-Queres comer alguma coisa? Se quiseres posso fazer-te umas salsichas, e umas batatas fritas.
- Eu estou bem.
- Bem sou o Edward tenho 15. Sou de Nova Iorque, a minha mãe é de Nova Iorque o meu pai é de Portugal. Por isso é que falo português, mas também falo Francês e Espanhol.
- Sou a Daniela mais conhecida por Dani, tenho 14- sorri - Então os teus pais estão a onde?
- Os meus pais vivem em Nova Iorque, eu estou numa escola de artes. Estamos em Hollywood ou não estamos? - Perguntou num tom de brincadeira. No qual eu respondi na mesma forma
- Claro que sim!
- Estás muito cansada?
-Não… porquê?
- Que tal irmos a uma festa? Anda daí, hoje estás por minha conta! Vamos ao Hard Rock, ok?
Antes que eu pudesse dizer alguma coisa já tinha um capacete enfiado na cabeça. Dirigimo-nos a moto. Eu sentei-me atrás e ele à frente. Ligou a Ignição e eu abracei-o. Saímos da garagem. Edward conduzia muito bem , não muito rápido nem muito lento o suficiente para que eu pudesse olhar a paisagem da cidade à noite.
Era uma paisagem muito linda, havia muito prédios é verdade, mas também muitas zonas verdes. Edward era um rapaz muito meigo e bonito.
Chegámos à tal discoteca. Caminhei muito corada atrás dele. Ele foi ter com os amigos e eu fui atrás dele.
-Olá pessoal!
-Olá Edward!
- Quero que conheçam uma pessoa muito especial.
-O quê tens uma nova namorada?
Aproximei-me, estava a olhar para o chão, aquele inglês todo estava-me a dar voltas ao estômago.
Comecei a ficar roxa, não me estava a sentir lá muito bem.
-Estás bem? - Perguntou Edward
-Estou óptima- sorri
-Vamos entrar – gritaram os amigos dele.
- Se estás com medo não faz mal, ninguém te vai fazer mal comigo aqui ok?
Acenei afirmativamente com a cabeça. Entrei com ele, eu não estava com medo aliás, antes de vir para L.A eu era uma… guerreira, se é que eu me posso chamar assim, que estava a testar os meus novos poderes. Mas de alguma maneira sentia-me normal. E enquanto era normal ia aproveitar a festa que o Edward me estava a oferecer.
Havia imensa gente, entrámos e fomos ter com os amigos do Edward.
-Uau, isto muito animado vamos dançar! – disse um dos rapazes do grupo.
- Ya, vamos dançar! – Respondeu uma das raparigas
Dirigiram-se todos para a pista de dança. Menos eu, dançar não era bem o meu forte. Fui me sentar nas cadeiras do bar, gostava de ver as pessoas a dançarem.
Edward dirigiu-se a mim, sentou-se na cadeira ao lado, a olhar para as pessoas, tal como eu.
-Então, tu não gostas de dançar?
- Bem, eu não tenho lá muito jeito. – Sorri, timidamente.
-Bem, não queres dançar eu ensino-te.
- Não me parece.
- Hoo, desculpa se entendeste mal, eu não fiz uma questão – puxou-me para a pista de dança a música abrandou e ele deu-me um abraço, dançamos encostados um ao outro. Fiquei sonolenta.
A música já tinha acabado.
- Ainda estás acordada?
-Sim – respondi com um murmúrio. Uma nova música começou e fomos -nos sentar nos bancos.
-Queres alguma coisa para beber?
-Pode ser…mas nada de bebidas alcoólicas – desviei o olhar para as pessoas que dançavam.
- Ok – sorriu – Queres o que um Ice-tea, pode ser um Ice-tea?
-Por favor pode-me trazer dois ice teas de limão? Obrigada.
-Então… tu tens namorado?
-Não e tu?
-Também não…-olhei para ele – porquê?
- Nada, estava só a criar conversa…
O ambiente da discoteca estava ainda no inicio mas eu já tinha vontade de me ir embora. O empregado finalmente tinha trazido as bebidas, abri a lata e comecei a beber juntamente com Edward, ficamos a olhar um para o outro. Até que eu respirei, e sorri para ele a situação começou a tornar-se cómica.
- Não te importas que eu me encoste a ti? –perguntei – estou com um pouco de sono.
-Não há problema, daqui a pouco já nos vamos embora…
Encostei-me a ele, senti-me muito bem encostada aquele rapaz desconhecido que encontrei na praia, ele realmente era adorável.
Fechei os olhos e aproveitei o momento, era bom ter paz só por alguns segundos, embora soubesse que mais tarde ou mais cedo voltaria. Mas… eu não queria voltar, queria ficar com Edward.
Levantei a cabeça devagar olhei para os olhos de Edward, e ele olhou para mim. Ficámos a trocar olhares por momentos, e ele começou aproximar a cara dele, fechou os olhos e eu fiz o mesmo, os nossos lábios tocaram-se, e beijámo-nos delicadamente, mesmo neste momento ele era gentil. Passado um pouco separamo-nos, eu estava um pouco ofegante mas feliz. Ele sorriu e eu fiz o mesmo.
-Vamos embora?
-Sim pode ser.
Dirigimo-nos à entrada, e montámos na moto dele. Passamos desta vez pela praia. Estava um pouco escuro mas eu conseguia ver o mar e areia, e algumas pessoas que por lá passeavam. Chegámos à casa dele e entrámos. A sua casa de praia dele era muito bonita tanto por fora com por dentro. Fui atrás dele para o andar de cima, ele mostrou-me o meu quarto.
-Aqui está o teu quarto, não é nada de mais… bem põe-te à vontade.
-Bem - sorri envergonhada - não tenho pijama, por isso não posso mudar de roupa
-Não há problema, eu empresto-te um… é de rapaz espero que não te importes. Eu vou buscar - saiu do quarto de dirigiu-se ao seu.
O meu novo quarto era grande e tinha um pequeno sofá, uma secretária muito bonita, e uma cama de casal. Presumi que aquilo fosse o quarto dos hóspedes e o quarto onde ele estudava. Tinha um armário para pôr a roupa.
Ele regressou e trouxe um pijama azul-escuro.
-Bem… foi o mais parecido com um pijama unisexo que eu consegui arranjar. – Sorriu divertido
-Ok.
Ele saiu, e eu vesti o pijama, deitei-me na cama, era confortável, estava cansada, e com muito sono, portanto aos 2 minutos seguintes já dormia, infelizmente tive um pesadelo…

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Ola pessoal, desculpem nao ter posto o novo capitulo mais cedo mas nao consegui mesmo.

Comentem e... boa leitura!
Beijos!

Se não sabes mentir, também não sabes quando te estão a mentir!
#17
hum afinal ela tava no espaço 3D correcto ou tava mesmo em l.a?

lindo continua
#18
Eu gostei da história, está diferente e é completamente original Embaracoso

Sei que ainda estás no inicio e estás a começar a escrever, por isso até acho que está muito bom.

Só alguns reparos, estás a escrever a história na primeira pessoa, soa melhor os verbos no passado do que no presente ou futuro, nisso tu estás bem, só que de vez em quando metes alguns verbos no presente, isso não fica bem, se começas no passado, escreve sempre no passado... Quanto à pontuação, está um bocaditu tremida, tem atenção onde faltam virgulas e aos pontos a mais. E algumas frase que estão mal construidas, por exemplo esta:
"A minha casa não era muito longe, portanto chegámos, o meu cão ladrou como sinal de boas vindas, tenho dois pássaros mais concretamente caturras, um macho e uma fêmea."
ficaria melhor assim:
A minha casa não era muito longe, portanto chegamos depressa, o meu cão ladrou em sinal de boas vindas. Para além do cão tenho também dois pássaros, mais concretamente duas caturras, um macho e uma fêmea."

Isto é só uma ideia...Quanto aos erros não te posso ajudar, visto que tenho uma ligeira dislexia e troco mais letras do que aquelas que consigo escrever

Beijinho


Obrigado Dumpling <3
#19
Obrigada eu tenho alguns problemas com os sinais de pontuação assim que tiver tempo vou mudar essa parte da história.
bjs Smile

Se não sabes mentir, também não sabes quando te estão a mentir!
#20
Adorei! A tua Finc e maravilhosa. Quero mais!! Por favor!!

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