Eyes of a Deep Sadness
Escrevo esta Fic, em homenagem à Tixa e à Bane, por todo o apoio que me dão todos os dias, seja dia seja noite, assim como elas sabem que podem contar igualmente sempre comigo...
Vocês fizeram eu voltar a ter esperança na amizade, agradeço-vos de coração por tudo...
Também agradeço a quem me vai dando umas ajudas e corrigindo algumas interpretações, e dando sempre a sua opinião, não vale a pena mencionar aqui, pois ninguém conhece, mas eles sabem quem são....
.o:
.o:
.o:
.o:
Eu comecei agora recentemente a ler mangas, em boa influencia da senhora dona Tixa, que fala com tanta paixão de uns, que eu tive mesmo que ir ler, principalmente, "Cat Street", que despertou em mim, muitos sentimentos antigos, e muitos outros, que andam a despertar em mim, esta vontade de expressar o que sinto, tudo que tenho cá dentro, e transformar em algo, que espero que dê apoio a quem precisa e que signifique algo para alguém...
O meu estilo, é o "free stile", escrevo conforme me vai na alma, não tenho nada planeado, um fim planeado, a história em si, vou escrevendo conforme ela sai... É baseada em factos reais, uma história de vida, ou quem sabe de muitas... Com alguma imaginação à mistura...
------------
Vocês fizeram eu voltar a ter esperança na amizade, agradeço-vos de coração por tudo...
Também agradeço a quem me vai dando umas ajudas e corrigindo algumas interpretações, e dando sempre a sua opinião, não vale a pena mencionar aqui, pois ninguém conhece, mas eles sabem quem são....
.o:
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.o:Eu comecei agora recentemente a ler mangas, em boa influencia da senhora dona Tixa, que fala com tanta paixão de uns, que eu tive mesmo que ir ler, principalmente, "Cat Street", que despertou em mim, muitos sentimentos antigos, e muitos outros, que andam a despertar em mim, esta vontade de expressar o que sinto, tudo que tenho cá dentro, e transformar em algo, que espero que dê apoio a quem precisa e que signifique algo para alguém...
O meu estilo, é o "free stile", escrevo conforme me vai na alma, não tenho nada planeado, um fim planeado, a história em si, vou escrevendo conforme ela sai... É baseada em factos reais, uma história de vida, ou quem sabe de muitas... Com alguma imaginação à mistura...
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Eis como eu imagino a minha personagem principal...
Nome: Shimizu, Ran
Idade em que narra a história: 22
Mês de Nascimento: Março
Signo: Peixes / Dragão
Grupo sanguíneo: A+
Hobbies: Ler (livros e manga), ver animes e escrever
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Passa-se no Japão, pelas zonas de Kyoto, é suposto ser contada, num futuro que ainda não chegou, pela jovem japonesa, Ran Shimizu.

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Prologo
- "Porque é que tens... uns olhos tão tristes?"Olhei para ele, ali sentado, surpreendida...
- "Quem és tu??" - Perguntei, olhando para aquele rapaz, que me transmitiu um sentimento confuso, como se eu já o conhecesse, mas tivesse esquecido...
- "Eu sou aquele... Que quer saber o porquê dos teus olhos... serem de uma profunda tristeza..."
- "O que...." - Tum Tum ... Tum Tum - o meu coração batia, tão forte que quase me sufocava, e eu hipnotizada por aquela voz profunda, cortante - "Quem..."
- "E eu sou aquele...." - Interrompeu-me ele, levantando-se e pondo-se à minha frente, olhando bem fundo, nos meus olhos "aquele que os vai livrar dessa tristeza...."
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Vocês já sentiram a solidão?...
Sentir... Que não existe um lugar... Onde pertencemos...
Sentir... Que todo o mundo é diferente... Regido pelo mal... Más pessoas... Que somos... Ou bom demais... Ou parvos... Ou parvos por sermos bons demais...
Quando tudo o que as pessoas nos fazem, é nos usar, trair e deitar fora... Humilhar... Desiludir...
E no entanto, pensar: "Mas como?... Como as pessoas conseguem viver com elas mesmas? Não sentem remorsos? Como conseguem viver com as coisas que fazem?
Se eu fizesse algo assim... Sufocaria... Então... Porque sempre me fazem isso a mim?
Talvez seja... Por eu não conseguir fazer igual... Me torno uma vitima?..."
Eu não sei... Não sei quem sou nem o que quero ser, nem sei onde pertenço ou se tenho onde pertencer...
Completamente rodeada de pessoas... Sinto-me absolutamente sozinha, abandonada, insignificante... Na minha tristeza...
Vejo ao longe amigas a rirem-se ao saírem juntas... às compras, ao cinema....
Do outro lado... Casalinhos de namorados... de olhos ternos e corações quentes apaixonados, de mãos dadas e aos abraços e penso...
"Porque é que eu não posso ter algo assim? Porque é que só os outros tem direito de viver algo assim?..."
Esta é a história...
...Destes olhos tristes....
Lili_Moon escreveu:
- "E eu sou aquele...." - Interrompeu-me ele, levantando-se e pondo-se à minha frente, olhando bem fundo, nos meus olhos "aquele que os vai livrar dessa tristeza...."
Já te tinha dito que achei esta parte lindissima?
.o: Já, mas volto a dizê'lo.
É o problema de amar senas assim, onde as palavras são poucas mas cheias de significado.
Escreves bem. Descreves a solidão e o que sentes com ela.
Gostei. Tens de ir escrevendo com o tempo... Mas um conselho: Fá'lo apenas quando estiveres realmente inspirada e não a stressar pqe jah passou mto tempo desde que escreveste. Pqe se assim for a historia deixa de ser tua e passa a ser da pressa e do stress... :\
Beijinhos e continua, estás a ir lindamente!

Bem lili primeiro que tudo obrigada pela dedicação
.o: e sabes que estou aqui para o que for preciso
sempre e para sempre 
Quanto a este prólogo nem tenho palavras para o descrever, quando me mostraste fiquei mesmo uau wow
.o: é mesmo tão triste e tão sentido
.o: amei mesmo
.o:
Está sublime e fenomenal. nota-se que tem sentimento e muito
.o:
Aquele inicio, aquele dialogo
.o: omg, indescritivél mesmo
.o: não sei porque estavas com receio de o postar
' está mesmo soberbo
.o:
já disse que amei?
.o:
agora quero mais e o mais breve possivel *olhar ameaçador*
*deposita um cesto de ovos kinder à beira da lili para que esta ganhe inspiração para mais*
.o: e sabes que estou aqui para o que for preciso
sempre e para sempre 
Quanto a este prólogo nem tenho palavras para o descrever, quando me mostraste fiquei mesmo uau wow
.o: é mesmo tão triste e tão sentido
.o: amei mesmo
.o:Está sublime e fenomenal. nota-se que tem sentimento e muito
.o:Aquele inicio, aquele dialogo
.o: omg, indescritivél mesmo
.o: não sei porque estavas com receio de o postar
' está mesmo soberbo
.o:já disse que amei?
.o:agora quero mais e o mais breve possivel *olhar ameaçador*
*deposita um cesto de ovos kinder à beira da lili para que esta ganhe inspiração para mais*

Omg que lindo!!
.o:
.o:
.o:
Em primeiro lugar tenho de agradecer-te a dedicatória, e tal como a Tixa já disse, eu também estarei aqui sempre seja quando for para apoiar-te sempre, os amigos são para isso mesmo! Já sabes que quando as forças faltarem, aqui estarei para ajudar as recuperá-las!
Em segundo lugar tenho de dizer-te que mais uma vez fiquei paralisada a ler tudo com muita paixão, porque essa paixão vêm das tuas palavras e do amor com que as escreveste..
É muito triste, mas igualmente belo!
Agora sim fiquei mesmo com uma vontade enorme de ler mais e muito mais.
Espero que escrevas logo para eu poder ler!
Um beijinho muito doce minha amiga e tal como os três mosqueteiros eu também digo:
*Um por todos e todos por um*
.o:
.o:
.o: Em primeiro lugar tenho de agradecer-te a dedicatória, e tal como a Tixa já disse, eu também estarei aqui sempre seja quando for para apoiar-te sempre, os amigos são para isso mesmo! Já sabes que quando as forças faltarem, aqui estarei para ajudar as recuperá-las!
Em segundo lugar tenho de dizer-te que mais uma vez fiquei paralisada a ler tudo com muita paixão, porque essa paixão vêm das tuas palavras e do amor com que as escreveste..
É muito triste, mas igualmente belo!
Agora sim fiquei mesmo com uma vontade enorme de ler mais e muito mais.
Espero que escrevas logo para eu poder ler!
Um beijinho muito doce minha amiga e tal como os três mosqueteiros eu também digo:
*Um por todos e todos por um*

Olá Lil_Moon!
Wow.. É a única palavra q me passou pela cabeça qnd acabei de ler o prologo!!
Gostei muito msm a serio...Gostei da maneira como descreves as várias emoçoes q se apoderam dela, a solidão, a tristeza e aqele sentimento de traição.
Ta perfeito!
E concordo com a LunaR, aqela frase q o rapaz diz para ela... Sublime!
Fico a espera de mais
Wow.. É a única palavra q me passou pela cabeça qnd acabei de ler o prologo!!
Gostei muito msm a serio...Gostei da maneira como descreves as várias emoçoes q se apoderam dela, a solidão, a tristeza e aqele sentimento de traição.
Ta perfeito!
E concordo com a LunaR, aqela frase q o rapaz diz para ela... Sublime!
Fico a espera de mais

Kero +++!Adorei o prólogo,descreves bem as coisas e acho k a tua fic é uma daquelas que se começa a ler e nunca mais se consegue parar enquanto a fic não acabar.
Fico á espera de mais =luna=
Fico á espera de mais =luna=
O meu sonho,é que fossemos felizes para sempre,só nós os dois.
http://sailor-moon-4ever.forumeiros.com
http://sailor-moon-4ever.forumeiros.com
Editado pela última vez em
Markikita: Fico muito feliz por teres gostado, sério, espero conseguir manter o nivel, pois esta fic é mesmo muito especial para mim....
LunaR: Essa parte a mim faz-me bater bem forte o coração... Mais tarde vai-se saber o porquê *cora* :vergonha:
Xana: Sabes o que me apetecia mesmo, mesmo?! Mesmo pah?! Então anda lá, chama o Ambrósio e dá-me antes ferrero...
.o:
Obrigada pela tua paciência nos meus: "O que achas assim, o que achas assado?" Arigatou...
Bane: Um por todos e todos por um!! *Hero* Sempre!
Obrigada também pela paciência, por seres sempre tu e a xana as primeiras a lerem e a darem a opinião
ClairDeLune: Muito obrigada pelas palavras, já escrevi mais, espero manter o mesmo nível
Selma: Muito obrigada pelas palavras, as vossas palavras fizeram-me recobrar a coragem que já estava a perder para continuar, não tenho como agradecer!
.o:
Obrigadíssima a todas pelos comentários... :='(: :='(:
Espero poder corresponder às vossas expectativas...:='(: :='(:
E postar o mais breve possível!
LunaR: Essa parte a mim faz-me bater bem forte o coração... Mais tarde vai-se saber o porquê *cora* :vergonha:
Xana: Sabes o que me apetecia mesmo, mesmo?! Mesmo pah?! Então anda lá, chama o Ambrósio e dá-me antes ferrero...
.o: Obrigada pela tua paciência nos meus: "O que achas assim, o que achas assado?" Arigatou...
Bane: Um por todos e todos por um!! *Hero* Sempre!
Obrigada também pela paciência, por seres sempre tu e a xana as primeiras a lerem e a darem a opiniãoClairDeLune: Muito obrigada pelas palavras, já escrevi mais, espero manter o mesmo nível

Selma: Muito obrigada pelas palavras, as vossas palavras fizeram-me recobrar a coragem que já estava a perder para continuar, não tenho como agradecer!
.o: Obrigadíssima a todas pelos comentários... :='(: :='(:
Espero poder corresponder às vossas expectativas...:='(: :='(:
E postar o mais breve possível!

ai, adorei o prologo!
Identifiquei-me tanto com o que escreveste que até me senti remexida por dentro!
Para mim tudo o que escreveste faz todo o sentido, a solidão,
os remorsos que as pessoas nao sentem,
não haver lugar onde pertencer,
nem saber o que fazer da vida!
gostei muito mesmo, e aquela frase:
"E eu sou aquele...." - Interrompeu-me ele, levantando-se e pondo-se à minha frente, olhando bem fundo, nos meus olhos "aquele que os vai livrar dessa tristeza...."
está simplesmente perfeita!
estou ansiosa pelo primeiro capitulo!
bjinhos
Identifiquei-me tanto com o que escreveste que até me senti remexida por dentro!
Para mim tudo o que escreveste faz todo o sentido, a solidão,
os remorsos que as pessoas nao sentem,
não haver lugar onde pertencer,
nem saber o que fazer da vida!
gostei muito mesmo, e aquela frase:
"E eu sou aquele...." - Interrompeu-me ele, levantando-se e pondo-se à minha frente, olhando bem fundo, nos meus olhos "aquele que os vai livrar dessa tristeza...."
está simplesmente perfeita!
estou ansiosa pelo primeiro capitulo!
bjinhos

as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
Muitíssimo obrigada lulumoon! :vergonha:
Espero conseguir manter o nível e escrever de modo a transmitir o que pretendo!
Esta parte é o que me tem atrasado, pois já tenho muitas outras escritas... Estive a pensar em passar à frente, mas esta parte, da Infância de Ran, tem muito impacto nas fases da sua vida que se seguem.
O que me custa, é regredir à minha própria infância, aos meus próprios medos e dúvidas e principalmente aos pensamentos e ideias que temos em jovens, e escrever as falas e atitudes de maneira mais infantil possível, o que se revelou extremamente complicado, mas no final, acho que consegui algo.
Nota: Estas imagens são como eu imagino as minhas personagens. Não ligo a quem são, se pertencem a algum manga ou anime ou algo, todos os direitos sobre elas respeito, simplesmente gosto muito de me por à procura da "ideal", com as características tal como é na minha cabeça, e fico mesmo feliz quando encontro, como foi o caso destas...
*****

Ran-Chan - 11 anos

Kubo, Yoko - 12 anos / Agosto - Leão-Lebre / GS: O- / Ler manga

Manabu, Tomoko / 13 anos / Setembro - Virgem-Tigre / GS: B - / Estudar

Saito, Ryo - 17 anos / Abril - Carneiro-Cão / GS: A- / Escrever e desenhar Dojinshi
***
Se vocês olharem para trás no tempo, e pensarem na vossa infância, não parece longínqua e irreal?...
As coisas que ainda não sabíamos, mas que tínhamos a certeza de saber, a ingenuidade e a inocência...
Como se vivêssemos num mundo só nosso, um mundo de sonhos e fantasia... Onde a realidade era o que nós fazíamos dela, éramos nós que a criávamos e nela em que vivíamos...
Quando acreditávamos que tudo podia acontecer, bastava acreditar... As histórias de fantasia, criaturas irreais, tudo do imaginário, para nós, realmente existia, mesmo que não o víssemos, acreditávamos nisso com todas as nossas forças...
Era um mundo repleto de esperanças, sonhos e certezas....
- Yosh! - Disse eu, cerrando o punho com confiança junto ao peito, escondida atrás de uma árvore, no parque atrás da escola, vendo os jovens do ensino superior sentados na relva a apanhar sol, a conversar, outros a darem toques de bola, outros ouvindo musica e outros lendo manga.
O jovem em que eu estava com a minha atenção fixa, estava a desenhar, como sempre, personagens que ele tão bem criava para os seus Dojinshi.
- É hoje! - Repeti eu, desajeitando o meu uniforme castanho, composto por uma saia castanha, camisa branca e meias brancas até ao joelho, colete e gravata azul e sapatos castanhos - Maldito uniforme reles - Grunhi, abrindo a gravata e deixando-a toda torta - Yosh! É hoje! - Repeti mais uma vez - Hum... - Cruzei os braços e mordi o lábio inferior - Yoko, Tomoko! - Chamei pelas minhas duas melhores amigas de escola, que estavam sentadas junto à árvore atrás da qual eu me escondia, Yoko a ler um manga, e Tomoko como sempre, com um livro de exercícios, a estudar alguma matéria muito mais avançada do que aquela em que íamos, possivelmente uns bons anos mais... - É hoje, certo?! - Perguntei de novo, sentindo a coragem a desaparecer toda, e começando a tremer levemente.
- Ran... - Suspirou Yoko, não levantado os olhos do manga que estava a ler - Já passamos por isto mais de mil vezes! Tu nunca vais ter coragem para fazer isso! - Olhou para mim com óbvia falta de paciência para com as minhas incertezas.
- Tomoko - Voltei-me para ela, que estava a rabiscar o livro de exercícios - Tu confias em mim, né?
- Sabes bem que sim, Ran - Levantou os olhos do caderno e olhou para mim, sorrindo - Ganbatte!
- YOSH!!!! - Gritei, saltei por trás da árvore com as mãos nas ancas - EU SOU UMA BELA GUERREIRA, DO AMOR E DA JUSTIÇA, E EM NOME DA LUA .... Ouuccch!!!! - Cai no chão, com Akira e Tomoko por cima de mim, Yoko tapando-me a boca e Tomoko puxando-me de novo para trás da árvore.
- Estás maluca?! - Murmurou Yoko, ainda a tapar-me a boca - O que pensas que estás a fazer?! Pensas declarar-te ao Ryo Saito dessa maneira?!
Afastei a mão dela - Não me deixaste acabar! - Murmurei - Ia dizer, EM NOME DA LUA, VOU CONQUISTAR-TE! - Ficaram as duas boquiabertas a olhar para mim.
- Porquê? - Perguntou incrédula Tomoko.
- Sabes... Tens mesmo deixar que ver esse anime porque .... - Começou Yoko
- Tens razão!! - Cortei, levantando-me, desajeitando de novo o uniforme - Ficaria melhor: "Em nome da lua, vais" ...
- EM NOME DA LUA NADA!! - Gritou Yoko - Ran-chan - Pegou nos meus ombros, falando mais baixo - Se o Ryo...
- Se o Ryo o quê?! - Cortou uma voz masculina, por trás de mim, que fez as minhas pernas tremer com o arrepio que me correu a espinha - Ohayo, Bishoujou - Voltei-me para ele e vi-o a sorrir para mim, o que aumentou os meus tremores - Yoko-chan, Tomoko-chan Ohayo!
- Ohayo! - Exclamaram em uníssono
- Então Bishoujou, o que foi desta vez? Voltaste a meter-te em lutas com rapazes, e as tuas amigas tiveram que te ir segurar mais uma vez? - Perguntou rindo, pondo as suas mãos sobre os meus ombros.
- Estás enganado!! - Empurrei-o, saindo debaixo dos ombros dele, e fiquei virada para ele de frente, com as mãos nas ancas, enchi as bochechas e fiz beicinho - Hoje estou numa missão mais importante!
- Que bom ver-te assim cheia de energia , HAHA - Riu-se, sentando-se junto à árvore onde estávamos - Conta lá então... A tua missão super importante... - Ficou a olhar fixamente para mim com aqueles olhos pretos rasgados e rosto bonito que me faziam tremer as pernas.
- Haaaaaamm... É que... Sabes... E depois... Hammm... A Yoko... - Apontei para onde ela deverias estar - Oréé?!! - Olhei à procura delas, mas já se estavam a afastar em direcção à escola. Yoko olhou para mim, fez adeus com as mãos e seguiu em frente. Tomoko sempre com os olhos nos livros - Minna!!!! - Chamei inutilmente.
Estava um dia quente, eram as férias depois do final das aulas, e eu estava no meu quarto, a ler uma manga Shoujo deitada na cama, de barriga para baixo quando ouvi uma camioneta a parar lá fora.
Primeiro nem liguei, e continuei concentrada na leitura, mas depois chegaram até mim, muitas vozes de homens a chamarem-se uns pelos outros e darem ordens e pareciam estar a carregar com coisas.
- O que se passará? - Levantei-me e fui até à janela, abri o cortinado e espreitei para fora...
Estacionado à porta da casa ao lado, estava uma carrinha de mudanças, e atrás um carro preto a estacionar.
- Oré, vamos ter vizinhos novos?! - Olhei mais um pouco aquela agitação, pouco depois perdendo o interesse, e estava a preparar-me para me voltar a deitar a ler o manga, quando algo me chamou a atenção.
Do carro preto, uma porta de trás do lado direito abriu-se, e segurando uma grande caixa de cartão, saiu um jovem alto de cabelo preto e rosto fino muito bonito... O meu coração começou a bater muito depressa, olhando para aquele jovem de ar sério, olhando curioso à sua volta.
Fiquei agarrada ao cortinado a olhar para ele, até que, como que sentindo a minha presença, olhou directo para a minha janela e logo para mim. Sem que tivesse sequer tempo para pensar, a minha reacção foi atirar-me para o chão, para longe da vista dele, completamente corada com a cara toda a arder.
Encostei-me a parede junto à janela, e pus a mão sobre o coração.
- Kirei!!! É quase igual aos rapazes dos meus mangas! Hiiiii!! - Apertei o manga que tinha na mão junto ao peito, excitadissima por um rapaz daqueles ir viver mesmo para o meu lado.
Passado um bocado, ganhei coragem e voltei a levantar-me, e muito sorrateiramente, desviei um pouco o cortinado e voltei a espreitar. O rapaz estava a ajudar 4 homens a descarregar as coisas da carrinha para dentro de casa.
E ali fiquei eu, o resto da tarde, observando-os, escondida atrás do cortinado...
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No final acabei por não conseguir postar o capitulo todo, peço desculpa mas há umas partes que pretendo desenvolver mais e melhor, esta parte da fic está a ser mesmo complicada, e ando a desenvolver muito mais na parte que se segue, que é tremendamente especial para mim, mas conto acabar esta ainda hoje, e postar a 2a parte o mais depressa possível... A Ran é uma verdadeira dor de cabeça!! loooool
Mais uma vez, obrigada à Tixa e à Bane, que são sempre as primeiras a ler, a comentar e a dar a sua opinião sincera, e e a dar-me forças para continuar nas alturas em que desmoralizo... Arigatou!! :g1:
Espero conseguir manter o nível e escrever de modo a transmitir o que pretendo!

Esta parte é o que me tem atrasado, pois já tenho muitas outras escritas... Estive a pensar em passar à frente, mas esta parte, da Infância de Ran, tem muito impacto nas fases da sua vida que se seguem.
O que me custa, é regredir à minha própria infância, aos meus próprios medos e dúvidas e principalmente aos pensamentos e ideias que temos em jovens, e escrever as falas e atitudes de maneira mais infantil possível, o que se revelou extremamente complicado, mas no final, acho que consegui algo.

Nota: Estas imagens são como eu imagino as minhas personagens. Não ligo a quem são, se pertencem a algum manga ou anime ou algo, todos os direitos sobre elas respeito, simplesmente gosto muito de me por à procura da "ideal", com as características tal como é na minha cabeça, e fico mesmo feliz quando encontro, como foi o caso destas...
*****
Spoiler

Ran-Chan - 11 anos

Kubo, Yoko - 12 anos / Agosto - Leão-Lebre / GS: O- / Ler manga

Manabu, Tomoko / 13 anos / Setembro - Virgem-Tigre / GS: B - / Estudar

Saito, Ryo - 17 anos / Abril - Carneiro-Cão / GS: A- / Escrever e desenhar Dojinshi
Capitulo I - Primeira Paixão - Primeiro Beijo (1a parte)
Se vocês olharem para trás no tempo, e pensarem na vossa infância, não parece longínqua e irreal?...
As coisas que ainda não sabíamos, mas que tínhamos a certeza de saber, a ingenuidade e a inocência...
Como se vivêssemos num mundo só nosso, um mundo de sonhos e fantasia... Onde a realidade era o que nós fazíamos dela, éramos nós que a criávamos e nela em que vivíamos...
Quando acreditávamos que tudo podia acontecer, bastava acreditar... As histórias de fantasia, criaturas irreais, tudo do imaginário, para nós, realmente existia, mesmo que não o víssemos, acreditávamos nisso com todas as nossas forças...
Era um mundo repleto de esperanças, sonhos e certezas....
- Yosh! - Disse eu, cerrando o punho com confiança junto ao peito, escondida atrás de uma árvore, no parque atrás da escola, vendo os jovens do ensino superior sentados na relva a apanhar sol, a conversar, outros a darem toques de bola, outros ouvindo musica e outros lendo manga.
O jovem em que eu estava com a minha atenção fixa, estava a desenhar, como sempre, personagens que ele tão bem criava para os seus Dojinshi.
- É hoje! - Repeti eu, desajeitando o meu uniforme castanho, composto por uma saia castanha, camisa branca e meias brancas até ao joelho, colete e gravata azul e sapatos castanhos - Maldito uniforme reles - Grunhi, abrindo a gravata e deixando-a toda torta - Yosh! É hoje! - Repeti mais uma vez - Hum... - Cruzei os braços e mordi o lábio inferior - Yoko, Tomoko! - Chamei pelas minhas duas melhores amigas de escola, que estavam sentadas junto à árvore atrás da qual eu me escondia, Yoko a ler um manga, e Tomoko como sempre, com um livro de exercícios, a estudar alguma matéria muito mais avançada do que aquela em que íamos, possivelmente uns bons anos mais... - É hoje, certo?! - Perguntei de novo, sentindo a coragem a desaparecer toda, e começando a tremer levemente.
- Ran... - Suspirou Yoko, não levantado os olhos do manga que estava a ler - Já passamos por isto mais de mil vezes! Tu nunca vais ter coragem para fazer isso! - Olhou para mim com óbvia falta de paciência para com as minhas incertezas.
- Tomoko - Voltei-me para ela, que estava a rabiscar o livro de exercícios - Tu confias em mim, né?
- Sabes bem que sim, Ran - Levantou os olhos do caderno e olhou para mim, sorrindo - Ganbatte!
- YOSH!!!! - Gritei, saltei por trás da árvore com as mãos nas ancas - EU SOU UMA BELA GUERREIRA, DO AMOR E DA JUSTIÇA, E EM NOME DA LUA .... Ouuccch!!!! - Cai no chão, com Akira e Tomoko por cima de mim, Yoko tapando-me a boca e Tomoko puxando-me de novo para trás da árvore.
- Estás maluca?! - Murmurou Yoko, ainda a tapar-me a boca - O que pensas que estás a fazer?! Pensas declarar-te ao Ryo Saito dessa maneira?!
Afastei a mão dela - Não me deixaste acabar! - Murmurei - Ia dizer, EM NOME DA LUA, VOU CONQUISTAR-TE! - Ficaram as duas boquiabertas a olhar para mim.
- Porquê? - Perguntou incrédula Tomoko.
- Sabes... Tens mesmo deixar que ver esse anime porque .... - Começou Yoko
- Tens razão!! - Cortei, levantando-me, desajeitando de novo o uniforme - Ficaria melhor: "Em nome da lua, vais" ...
- EM NOME DA LUA NADA!! - Gritou Yoko - Ran-chan - Pegou nos meus ombros, falando mais baixo - Se o Ryo...
- Se o Ryo o quê?! - Cortou uma voz masculina, por trás de mim, que fez as minhas pernas tremer com o arrepio que me correu a espinha - Ohayo, Bishoujou - Voltei-me para ele e vi-o a sorrir para mim, o que aumentou os meus tremores - Yoko-chan, Tomoko-chan Ohayo!
- Ohayo! - Exclamaram em uníssono
- Então Bishoujou, o que foi desta vez? Voltaste a meter-te em lutas com rapazes, e as tuas amigas tiveram que te ir segurar mais uma vez? - Perguntou rindo, pondo as suas mãos sobre os meus ombros.
- Estás enganado!! - Empurrei-o, saindo debaixo dos ombros dele, e fiquei virada para ele de frente, com as mãos nas ancas, enchi as bochechas e fiz beicinho - Hoje estou numa missão mais importante!
- Que bom ver-te assim cheia de energia , HAHA - Riu-se, sentando-se junto à árvore onde estávamos - Conta lá então... A tua missão super importante... - Ficou a olhar fixamente para mim com aqueles olhos pretos rasgados e rosto bonito que me faziam tremer as pernas.
- Haaaaaamm... É que... Sabes... E depois... Hammm... A Yoko... - Apontei para onde ela deverias estar - Oréé?!! - Olhei à procura delas, mas já se estavam a afastar em direcção à escola. Yoko olhou para mim, fez adeus com as mãos e seguiu em frente. Tomoko sempre com os olhos nos livros - Minna!!!! - Chamei inutilmente.
No dia em que conheci Ryo Saito...
Estava um dia quente, eram as férias depois do final das aulas, e eu estava no meu quarto, a ler uma manga Shoujo deitada na cama, de barriga para baixo quando ouvi uma camioneta a parar lá fora.
Primeiro nem liguei, e continuei concentrada na leitura, mas depois chegaram até mim, muitas vozes de homens a chamarem-se uns pelos outros e darem ordens e pareciam estar a carregar com coisas.
- O que se passará? - Levantei-me e fui até à janela, abri o cortinado e espreitei para fora...
Estacionado à porta da casa ao lado, estava uma carrinha de mudanças, e atrás um carro preto a estacionar.
- Oré, vamos ter vizinhos novos?! - Olhei mais um pouco aquela agitação, pouco depois perdendo o interesse, e estava a preparar-me para me voltar a deitar a ler o manga, quando algo me chamou a atenção.
Do carro preto, uma porta de trás do lado direito abriu-se, e segurando uma grande caixa de cartão, saiu um jovem alto de cabelo preto e rosto fino muito bonito... O meu coração começou a bater muito depressa, olhando para aquele jovem de ar sério, olhando curioso à sua volta.
Fiquei agarrada ao cortinado a olhar para ele, até que, como que sentindo a minha presença, olhou directo para a minha janela e logo para mim. Sem que tivesse sequer tempo para pensar, a minha reacção foi atirar-me para o chão, para longe da vista dele, completamente corada com a cara toda a arder.
Encostei-me a parede junto à janela, e pus a mão sobre o coração.
- Kirei!!! É quase igual aos rapazes dos meus mangas! Hiiiii!! - Apertei o manga que tinha na mão junto ao peito, excitadissima por um rapaz daqueles ir viver mesmo para o meu lado.
Passado um bocado, ganhei coragem e voltei a levantar-me, e muito sorrateiramente, desviei um pouco o cortinado e voltei a espreitar. O rapaz estava a ajudar 4 homens a descarregar as coisas da carrinha para dentro de casa.
E ali fiquei eu, o resto da tarde, observando-os, escondida atrás do cortinado...
(Continua 2a e última parte do primeiro capitulo)
****
No final acabei por não conseguir postar o capitulo todo, peço desculpa mas há umas partes que pretendo desenvolver mais e melhor, esta parte da fic está a ser mesmo complicada, e ando a desenvolver muito mais na parte que se segue, que é tremendamente especial para mim, mas conto acabar esta ainda hoje, e postar a 2a parte o mais depressa possível... A Ran é uma verdadeira dor de cabeça!! loooool
Mais uma vez, obrigada à Tixa e à Bane, que são sempre as primeiras a ler, a comentar e a dar a sua opinião sincera, e e a dar-me forças para continuar nas alturas em que desmoralizo... Arigatou!! :g1:
ai Lili cada vez gosto mais desta fic
.o:
adorei a parte em que ela diz "em nome da Lua vou conquistar-te!" e depois as amigas a tentar calá-la
ri-me tanto nessa parte
Lili, continuas a nao me desiludir, quero ler o resto de capitulo
.o:
e olha que isto de me dar para ler historias no pc é muito raro, e tu tens esse privilégio, aliás, tu e a tu fic
.o: adorei a parte em que ela diz "em nome da Lua vou conquistar-te!" e depois as amigas a tentar calá-la
ri-me tanto nessa parte
Lili, continuas a nao me desiludir, quero ler o resto de capitulo
.o: e olha que isto de me dar para ler historias no pc é muito raro, e tu tens esse privilégio, aliás, tu e a tu fic


"Opah qero mais!" foi o primeiro pensamento q tive qnd acabei de ler este capitulo... O segundo foi " Epah aqela era eu e aqela saida a retaguarda é msm tipico das minhas amigas ah alguns anitos atrás" LOOl
Esta muito bom msm... Gostei tanto da maneira como ela tenta ganhar coragem para dizer-lhe q gosta dele.
" Em Nome da Lua vou conquistar-te!" LOOOOl Perfeito!
Acho q apesar das tuas duvidas e dificuldades crias-te o ambiente perfeito e conseguis-te fazer dialogos e pensamentos de uma menina daqela idade.
Acho q estas no rumo certo...Dps de um Prologo e um Capitulo assim... Força!
Esta muito bom msm... Gostei tanto da maneira como ela tenta ganhar coragem para dizer-lhe q gosta dele.
" Em Nome da Lua vou conquistar-te!" LOOOOl Perfeito!
Acho q apesar das tuas duvidas e dificuldades crias-te o ambiente perfeito e conseguis-te fazer dialogos e pensamentos de uma menina daqela idade.
Acho q estas no rumo certo...Dps de um Prologo e um Capitulo assim... Força!
Lili! gostei muito do capitulo!
acho que conseguiste atingir o essencial, pois para mim, deu mesmo a impressao do primeiro amor!
"Em nome da Lua, vou conquistar-te!"
looll
se fosse eu se calhar dizia o mesmo! hehehe!
gostei muito! bjinhos, parabens!
acho que conseguiste atingir o essencial, pois para mim, deu mesmo a impressao do primeiro amor!

"Em nome da Lua, vou conquistar-te!"
looll
se fosse eu se calhar dizia o mesmo! hehehe!

gostei muito! bjinhos, parabens!
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
Marki - Fico mesmo honrada por ter esse privilégio, e espero poder ser merecedora dele!! :vergonha:
ClairDeLune - Obrigadíssima por essas palavras, nem imaginas o alivio que sinto ao lê-las, principalmente nesta parte da história que me está a custar tanto fazer com que me de por satisfeita, devido à dificuldade que estou a ter a tentar transportar-me de novo àqueles tempos e relembrar-me dos sentimentos que se sente naquela idade... Mas com as vossas palavras acreditem que são mesmo o que preciso!
.o:
Lulumoon - Obrigada mais uma vez, e por estares a acompanhar esta história, vou-me esforçar por estar à altura de tudo o que quero transmitir, obrigada pelo apoio! :='(:
*****
No fim da tarde, tudo se acalmou, o barulho de homens a gritar e coisas a serem pousadas e arrastadas cessou. Vi a camioneta das mudanças a ir embora e todas as luzes da casa estavam acesas.
Deixei de me esconder de lado atrás do cortinado, e abri a janela. Sons abafados de móveis a serem arrastados e caixas a serem abertas de dentro da casa em frente chegavam até mim.
Pousei os cotovelos no parapeito da janela e fiquei a olhar para a casa, sentindo o ar quente do verão, e uma leve brisa fresca que fazia os meus cortinados abanarem levemente.
Tão concentrada estava nos meus pensamentos, que não ouvi a janela em frente à minha a abrir-se.
- Konnichiwa! - Exclamou uma voz masculina jovem.
- AAAAH! - Gritei assustada e quando olhei para onde vinha a voz e vi aquele rapaz bem à minha frente, sorrindo para mim, assustei-me ainda mais e atirei-me para o chão do meu quarto.
- Omae o! - Chamou ele - Já é a segunda vez que te escondes de mim. Sou assim tão assustador? - Perguntou, apoiando as mãos no parapeito e empoleirando-se na janela, pondo o tronco de fora, tentando ver-me.
- i..i... iie! - Balbuciei
- Éééé?! - Gritou - Disseste algo?
A tremer, pus-me lentamente de joelhos e espreitei pela janela, apenas até à altura dos meus olhos e repeti:
- Iie!!
- Porque tens medo de mim?! - Perguntou, apoiando os cotovelos no parapeito sa janela e sorrindo para mim.
- Não tenho!! - Gritei, pondo-me totalmente de pé sem me aperceber - Eu sou a rapariga mais corajosa da minha escola! - Antes de tomar consciência do que tinha dito, já me tinha arrependido do que dissera.
- HAHAHAHAHAHAHAH - Riu-se ele - Sou Desu ka?! Então é para mim uma honra ser teu vizinho!
Paralisei com a vergonha. A coisa que eu mais detestava era que me vissem somente como uma criança, e me tratassem como tal. E por ele me estar a tratar como uma igual, estava a pôr-me confusa, o que me fazia aquilo que eu mais detestava, que era ter atitudes infantis. Cerrando os punhos com força e com a cara toda a arder, tremendo por todos os lados, controlei-me para não me voltar a esconder.
- Konnichiwa, watashi namae wa Saito Ryo desu. - Fez uma reverência - Hajimemashite douzo yoroshike.
- Ko… Konnichiwa… watashi namae wa Shimizu Ran desu – Retribui a reverência - Hajimemashite douzo yoroshike.
- Que nome bonito! - Exclamou
- A... Arigatou! – Exclamei, olhando envergonhada para o chão.
- Hum... Os teus pais vem aqui, nos conhecer? Creio que a minha Okaasan vai fazer um jantar delicioso para comemorar-mos a nossa chegada aqui e convidar os vizinhos e… - Tagarelou ele
- Eles não vão…- murmurei eu, ainda olhando para o chão.
- Não vão? - Perguntou ele com uma expressão preocupada.
- Eles estão a trabalhar - Respondi - Okaasan sai de manha cedo e volta só à noite, depois da hora de jantar, e Otoosan chega muito tarde, quando já estou a dormir. E eu quando vou para a escola, ele ou está a dormir ou já saiu, por isso eles quase nunca estão em casa.
Olhei para ele e surpreendi-me vendo-o espantado e triste a olhar para mim.
- E…. Não te sentes sozinha? - Perguntou, notando-se na voz dele um tom triste.
- Às vezes... Sinto-me triste e sozinha... - Disse, voltando a encostar-me no parapeito da janela e olhar para o chão da rua - Demo... - Olhei para ele e sorri - Tenho as minhas nakama, Yoko e Tomoko! Às vezes dormimos na casa umas das outras e é muito divertido! E quando eu estou sozinha em casa, tenho sempre mangas e animes para ver e os deveres da escola, também faço as limpezas e cozinho, e o tempo passa depressa... Quando dou por mim, já é hora de voltar para a escola, e eu fico muito feliz, por voltar a estar com minna-san!
Ele ficou a olhar para mim, muito sério, o que me começou a incomodar. Não queria que se preocupasse comigo ou me julgasse fraca.
- Hum... - Olhou para mim, e depois para as minhas mãos - Que manga é esse que não largas? - Perguntou, apontando.
- Ahh - Mais descontraída pela mudança de assunto, fiquei mais animada - Sailor moon!! - Exclamei, mostrando o manga.
- Gostas de Sailor Moon?!
- Muito! É o meu anime preferido! !! - Exclamei com entusiasmo, abraçando o manga - Eu amo o Seiya!! - Deixei escapar, com o entusiasmo. Ficando de seguida ainda mais envergonhada ainda do que já tinha estado até ao momento.
HAHAHAHAHA!! - Riu-se ele - Honto ni?! - Ele abriu a boca para dizer algo, quando de repente a sua expressão mudou, como que se tivesse recordado de algo - Oh! Matte! - Disse, metendo-se para dentro do seu quarto e deixando-me a olhar para o sitio onde ele tinha estado.
- Aqui - Quando voltou pouco depois, trazia algo na mão - Apanha!! - Gritou, atirando-me com algo.
Por instinto, apanhei o que me havia mandado, deixando cair o manga no chão do meu quarto e apanhando o que me atirara com as duas mãos. Quando as abri e vi o que era, o meu coração pulou de alegria - Seiya!
Era um porta-chaves do Seiya em miniatura.
- Sabes, eu escrevo e desenho doujins, por isso tenho uma grande colecção de animes, mangas e muitas figuras... - Replicou, feliz com o meu entusiasmo - A minha Okaasan está sempre em casa, e eu também passo aqui muito tempo a desenhar – Olhou para a sua escrivaninha, que ainda estava por montar no chão, e depois olhou para mim, de novo – E a minha mãe, sempre desejou ter uma rapariga, a quem ensinar o que sabe por isso, sempre que nos quiseres fazer companhia, és bem-vinda! - Exclamou, abrindo os braços.
O meu coração começou a bater muito depressa, e um sentimento de algo grande a sair de dentro de mim, uma felicidade imensa espalhou-se pelo meu corpo. Pensar que agora ia ter companhia para as minhas horas de solidão, e por ele me tratar como uma igual, apesar de mais velho que eu, senti-me mais feliz naquele segundo, do que me lembrava alguma vez ter sentido até ai.
- ARIGATOU GOZAIMAZU!! - Gritei feliz!
ClairDeLune - Obrigadíssima por essas palavras, nem imaginas o alivio que sinto ao lê-las, principalmente nesta parte da história que me está a custar tanto fazer com que me de por satisfeita, devido à dificuldade que estou a ter a tentar transportar-me de novo àqueles tempos e relembrar-me dos sentimentos que se sente naquela idade... Mas com as vossas palavras acreditem que são mesmo o que preciso!
.o: Lulumoon - Obrigada mais uma vez, e por estares a acompanhar esta história, vou-me esforçar por estar à altura de tudo o que quero transmitir, obrigada pelo apoio! :='(:
*****
1ºCapitulo (Segunda parte)
No fim da tarde, tudo se acalmou, o barulho de homens a gritar e coisas a serem pousadas e arrastadas cessou. Vi a camioneta das mudanças a ir embora e todas as luzes da casa estavam acesas.
Deixei de me esconder de lado atrás do cortinado, e abri a janela. Sons abafados de móveis a serem arrastados e caixas a serem abertas de dentro da casa em frente chegavam até mim.
Pousei os cotovelos no parapeito da janela e fiquei a olhar para a casa, sentindo o ar quente do verão, e uma leve brisa fresca que fazia os meus cortinados abanarem levemente.
Tão concentrada estava nos meus pensamentos, que não ouvi a janela em frente à minha a abrir-se.
- Konnichiwa! - Exclamou uma voz masculina jovem.
- AAAAH! - Gritei assustada e quando olhei para onde vinha a voz e vi aquele rapaz bem à minha frente, sorrindo para mim, assustei-me ainda mais e atirei-me para o chão do meu quarto.
- Omae o! - Chamou ele - Já é a segunda vez que te escondes de mim. Sou assim tão assustador? - Perguntou, apoiando as mãos no parapeito e empoleirando-se na janela, pondo o tronco de fora, tentando ver-me.
- i..i... iie! - Balbuciei
- Éééé?! - Gritou - Disseste algo?
A tremer, pus-me lentamente de joelhos e espreitei pela janela, apenas até à altura dos meus olhos e repeti:
- Iie!!
- Porque tens medo de mim?! - Perguntou, apoiando os cotovelos no parapeito sa janela e sorrindo para mim.
- Não tenho!! - Gritei, pondo-me totalmente de pé sem me aperceber - Eu sou a rapariga mais corajosa da minha escola! - Antes de tomar consciência do que tinha dito, já me tinha arrependido do que dissera.
- HAHAHAHAHAHAHAH - Riu-se ele - Sou Desu ka?! Então é para mim uma honra ser teu vizinho!
Paralisei com a vergonha. A coisa que eu mais detestava era que me vissem somente como uma criança, e me tratassem como tal. E por ele me estar a tratar como uma igual, estava a pôr-me confusa, o que me fazia aquilo que eu mais detestava, que era ter atitudes infantis. Cerrando os punhos com força e com a cara toda a arder, tremendo por todos os lados, controlei-me para não me voltar a esconder.
- Konnichiwa, watashi namae wa Saito Ryo desu. - Fez uma reverência - Hajimemashite douzo yoroshike.
- Ko… Konnichiwa… watashi namae wa Shimizu Ran desu – Retribui a reverência - Hajimemashite douzo yoroshike.
- Que nome bonito! - Exclamou
- A... Arigatou! – Exclamei, olhando envergonhada para o chão.
- Hum... Os teus pais vem aqui, nos conhecer? Creio que a minha Okaasan vai fazer um jantar delicioso para comemorar-mos a nossa chegada aqui e convidar os vizinhos e… - Tagarelou ele
- Eles não vão…- murmurei eu, ainda olhando para o chão.
- Não vão? - Perguntou ele com uma expressão preocupada.
- Eles estão a trabalhar - Respondi - Okaasan sai de manha cedo e volta só à noite, depois da hora de jantar, e Otoosan chega muito tarde, quando já estou a dormir. E eu quando vou para a escola, ele ou está a dormir ou já saiu, por isso eles quase nunca estão em casa.
Olhei para ele e surpreendi-me vendo-o espantado e triste a olhar para mim.
- E…. Não te sentes sozinha? - Perguntou, notando-se na voz dele um tom triste.
- Às vezes... Sinto-me triste e sozinha... - Disse, voltando a encostar-me no parapeito da janela e olhar para o chão da rua - Demo... - Olhei para ele e sorri - Tenho as minhas nakama, Yoko e Tomoko! Às vezes dormimos na casa umas das outras e é muito divertido! E quando eu estou sozinha em casa, tenho sempre mangas e animes para ver e os deveres da escola, também faço as limpezas e cozinho, e o tempo passa depressa... Quando dou por mim, já é hora de voltar para a escola, e eu fico muito feliz, por voltar a estar com minna-san!
Ele ficou a olhar para mim, muito sério, o que me começou a incomodar. Não queria que se preocupasse comigo ou me julgasse fraca.
- Hum... - Olhou para mim, e depois para as minhas mãos - Que manga é esse que não largas? - Perguntou, apontando.
- Ahh - Mais descontraída pela mudança de assunto, fiquei mais animada - Sailor moon!! - Exclamei, mostrando o manga.
- Gostas de Sailor Moon?!
- Muito! É o meu anime preferido! !! - Exclamei com entusiasmo, abraçando o manga - Eu amo o Seiya!! - Deixei escapar, com o entusiasmo. Ficando de seguida ainda mais envergonhada ainda do que já tinha estado até ao momento.
HAHAHAHAHA!! - Riu-se ele - Honto ni?! - Ele abriu a boca para dizer algo, quando de repente a sua expressão mudou, como que se tivesse recordado de algo - Oh! Matte! - Disse, metendo-se para dentro do seu quarto e deixando-me a olhar para o sitio onde ele tinha estado.
- Aqui - Quando voltou pouco depois, trazia algo na mão - Apanha!! - Gritou, atirando-me com algo.
Por instinto, apanhei o que me havia mandado, deixando cair o manga no chão do meu quarto e apanhando o que me atirara com as duas mãos. Quando as abri e vi o que era, o meu coração pulou de alegria - Seiya!
Era um porta-chaves do Seiya em miniatura.
- Sabes, eu escrevo e desenho doujins, por isso tenho uma grande colecção de animes, mangas e muitas figuras... - Replicou, feliz com o meu entusiasmo - A minha Okaasan está sempre em casa, e eu também passo aqui muito tempo a desenhar – Olhou para a sua escrivaninha, que ainda estava por montar no chão, e depois olhou para mim, de novo – E a minha mãe, sempre desejou ter uma rapariga, a quem ensinar o que sabe por isso, sempre que nos quiseres fazer companhia, és bem-vinda! - Exclamou, abrindo os braços.
O meu coração começou a bater muito depressa, e um sentimento de algo grande a sair de dentro de mim, uma felicidade imensa espalhou-se pelo meu corpo. Pensar que agora ia ter companhia para as minhas horas de solidão, e por ele me tratar como uma igual, apesar de mais velho que eu, senti-me mais feliz naquele segundo, do que me lembrava alguma vez ter sentido até ai.
- ARIGATOU GOZAIMAZU!! - Gritei feliz!
(Continua 3a parte)
Olá Lili_Moon!
Estas boa? Espero q sim
Nunca li nenhuma das tuas fics anteriores por isso não posso compara-las mas penso que esta esta um ESPANTO!
Escreves maravilhosamente bem...Descreves situações e emoções tão bem, tbm gosto muito dos dialgos q crias..Acho q já disse isto ali em cima mas é pura verdade!
Acho q tens q me dar umas aulitas :xd3: Lol
Esta é sem dúvida uma das minhas fics aqi do site perferida
por isso continua o bom trabalho!
Epah penso q não ah amis nada a dizer...
Estas boa? Espero q sim
Nunca li nenhuma das tuas fics anteriores por isso não posso compara-las mas penso que esta esta um ESPANTO!
Escreves maravilhosamente bem...Descreves situações e emoções tão bem, tbm gosto muito dos dialgos q crias..Acho q já disse isto ali em cima mas é pura verdade!
Acho q tens q me dar umas aulitas :xd3: Lol
Esta é sem dúvida uma das minhas fics aqi do site perferida
por isso continua o bom trabalho!Epah penso q não ah amis nada a dizer...
oh lili, adoro a forma como escreves!
quando estou a ler, parece mesmo que estou a ver ver um anime, a imaginar aquelas vozinhas finas das raparigas e a voz grave dos homens!!
Onde é que aprendeste tantas expressoes em japonês!?!
eu cá não seria capaz de as utilizar tao bem como tu!
"Eu amo o Seiya!" looll
o entusiasmo dela é mesmo fofo! lool
Gostei muito como sempre! Parabens!
bjinhos
quando estou a ler, parece mesmo que estou a ver ver um anime, a imaginar aquelas vozinhas finas das raparigas e a voz grave dos homens!!
Onde é que aprendeste tantas expressoes em japonês!?!
eu cá não seria capaz de as utilizar tao bem como tu!

"Eu amo o Seiya!" looll
o entusiasmo dela é mesmo fofo! lool
Gostei muito como sempre! Parabens!

bjinhos
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
Bem, senti-me atraída pelo título e decidi vir dar uma vista de olhos à tua fanfic 
Devo começar por dizer que normalmente não aprecio muito fanfics que sejam contadas na 1a pessoa (o que é estranho é que gosto de alguns livros assim... enfim
), mas conseguiste cativar-me a pelo menos gostar mais um pouco.
Também achei engraçado usares expressões japonesas, como Yosh, que é outra coisa que me chamou a atenção - eu agora ando com o vicio de dizer isso convictamente quando quero fazer algo trabalhoso/importante XD. Além de todas as outras expressões que uso, tal como as que usas aqui.
Depois, omg, referência a Sailor Moon
É interessante. Não custumo ver fanfics que façam referência a outros animes (a não ser que seja uma fanfic sobre eles mesmo, claro). Achei muita piada à rapariga a tentar imitar a Bunny XD
A parte do "é quase igual aos rapazes dos meus mangas" - @_@ faz-me desejar conhecer um rapaz assim, ehehe.
.o: (mas confesso que não gosto muito da imagem dele que utilizaste, provavelmente devido à expressão. Sou um bocado esquisita em termos de fanarts
).
Bem, resumidamente, gostei muito
Ultimamente tenho andado a ver/ler mangas e animes mais virados para a realidade (custumava não apreciar tanto). Parabéns, e continua
Ficarei à espera de um novo capítulo.

Devo começar por dizer que normalmente não aprecio muito fanfics que sejam contadas na 1a pessoa (o que é estranho é que gosto de alguns livros assim... enfim
), mas conseguiste cativar-me a pelo menos gostar mais um pouco. Também achei engraçado usares expressões japonesas, como Yosh, que é outra coisa que me chamou a atenção - eu agora ando com o vicio de dizer isso convictamente quando quero fazer algo trabalhoso/importante XD. Além de todas as outras expressões que uso, tal como as que usas aqui.
Depois, omg, referência a Sailor Moon
É interessante. Não custumo ver fanfics que façam referência a outros animes (a não ser que seja uma fanfic sobre eles mesmo, claro). Achei muita piada à rapariga a tentar imitar a Bunny XDA parte do "é quase igual aos rapazes dos meus mangas" - @_@ faz-me desejar conhecer um rapaz assim, ehehe.
.o: (mas confesso que não gosto muito da imagem dele que utilizaste, provavelmente devido à expressão. Sou um bocado esquisita em termos de fanarts
).Bem, resumidamente, gostei muito
Ultimamente tenho andado a ver/ler mangas e animes mais virados para a realidade (custumava não apreciar tanto). Parabéns, e continua
Ficarei à espera de um novo capítulo.Gostas de mistérios, dramas, romance, acção, emoções e muito mais?
Então clica ali em baixo:

FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Então clica ali em baixo:

FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
ai lili cada vez me entusiasmas mais
.o:
a tua fic está tão gira e eu adoro-a :g1:
acredito que isto te deve custar um pouco voltar atrás no tempo para te lembrares da tua infância, mas, não te acanhes porque eu e outras pessoas estão a gostar e quando isso acontece não podes deixa-las sem o que querem
ai, e a relaçao que eles os dois têm :dança:
eu agora ando virada para estas coisas, nao ligues :
':
.o: a tua fic está tão gira e eu adoro-a :g1:
acredito que isto te deve custar um pouco voltar atrás no tempo para te lembrares da tua infância, mas, não te acanhes porque eu e outras pessoas estão a gostar e quando isso acontece não podes deixa-las sem o que querem

ai, e a relaçao que eles os dois têm :dança:
eu agora ando virada para estas coisas, nao ligues :
': 
Usagi - Muito obrigada pelo apoio, todos os dias eu ando a escrever cada vez mais, por isso conto postar frequentemente! 
ClairDeLune - Estou muito feliz hoje, como já não me sentia à muito tempo mesmo, feliz porque finalmente acabei esta parte, que me estava a custar, e ainda mais pelas vossas palavras, que me deixam tão feliz!! Obrigadíssima pelo apoio! :='(:
lulumoon - Estas expressões uso as que ouço com mais frequência nos animes que eu vejo e sou muito atenta a essas coisas, depois vem a dor de cabeça, que é procurar dicionários, textos e informações sobre a cultura japonesa e empregar na fic da melhor forma que eu consigo, o que dá uma trabalheira, mas no fim sinto que vale mesmo a pena! :vergonha:
Haruhi - Eu antes também não gostava nada de ler na primeira pessoa, até que li um livro que até é sobre vikings (de Bernard Cornwell se não estou em erro) e passei a apreciar mais!
Para esta fic em especial, como é virada para as emoções, sinto-me mais capaz de as expressar utilizando a primeira pessoa
. Quanto ao usar expressões japonesas, é mesmo por eu também as usar no dia a dia, o que deixa as pessoas a olhar para mim de lado e tal, mas pouco me importa, e eu também utilizo imenso o "Yosh" lool, e também para dar a sensação que tento transmitir, ao tentar escrever esta fic como se de um manga se trata-se, e para dar a sensação que se passa precisamente no Japão.
Quanto a histórias viradas para a realidade, já é a mesmo o que mais gosto, sou muito pouco dada a fantasia.
Fico mesmo muito feliz por estares a ler, Arigatou!!
markikita - Se gostaste até agora, até eu que tenho pouca confiança nas coisas que eu faço, acho que vais gostar!! Conto melhorar sempre em cada capitulo que passa, que fique cada vez mais interessante! Mais uma vez, obrigada pelo teu apoio! :='(:
Finalmente sinto-me mesmo feliz pelas noites que passei acordada, a tentar acabar este capitulo da melhor forma possível! :cigarrete:
******
Os meses que se seguiram, recordo-os como um dos mais felizes e inocentes da minha vida.
Todas as tardes, eu ficava no quarto de Ryo a ler, víamos animes juntos ou simplesmente olhando para ele a desenhar e a escrever. E apenas só por poder estar ao pé dele e olhar para ele, já me deixava tremendamente feliz.
E ele, sempre me tratando como uma igual, nunca me fez sentir como se eu não fosse nada mais do que apenas uma criança, pedia-me opiniões e contava-me as histórias que imaginava e escrevia, e eu sentia-me inchar por dentro de felicidade, por ele me dar tanta importância.
Quando ele saia para o curso depois das aulas, ou quando ia sair com os amigos, eu ficava com a mãe dele, Azumi-san, que me ensinava a fazer muitas coisas. A cozinhar, a costurar e outras tarefas que eu gostava muito de fazer e me divertia a aprender.
Azumi-san também me levava de compras ao centro, entrava-mos nas lojas e víamos as coisas à vontade e sem pressas. Azumi-san comprava sempre um bolo para eu comer, quando nos vínhamos embora, que eu comia, muito feliz.
Muitas vezes também me convidavam para jantar, hora essa em que o pai de Ryo, Saito-san chegava do trabalho, e comíamos todos juntos, como uma verdadeira família.
Saito-san era muito extrovertido, e fazia-me rir muito cantando canções sem sentido e pondo pauzinhos no nariz e fazendo muitas figuras só para me ouvir rir, e quando Ryo se lhe juntava, eu e Azumi-san chorávamos de tanto rir…
***
Ryo e eu íamos sempre os dois juntos para a escola. A minha escola ficava mesmo ao lado da dele, e havia um jardim por detrás das duas, onde todos se reuniam. Pelo caminho, íamos sempre na brincadeira, e a conversar.
Um dia, ao sair da escola caminhando para casa, passaram 4 raparigas por nós, todas produzidas com sapatos de grandes saltos rindo-se e conversando alto.
- Ryo? – Chamei.
-Hum?! – Indagou ele, distraído rabiscando um caderno de esboços enquanto andava.
- Eu nunca vou ser assim, né? – Perguntei, parando triste, ficando a olhar para elas.
Quando sentiu que eu não o acompanhava, parou e olhou para mim.
- Gomen Bishoujou, não ouvi o que disseste – Disse, guardando o caderno na mala.
Apontei para as 4 raparigas que se afastavam – Assim!
Ryo olhou para elas com uma expressão de confusão e perguntou:
- Assim como?
- Eu olho para elas, e vê-se que são crescidas… - Repliquei, numa voz triste – Tem um bom corpo, e nota-se pela cara a idade que tem, parecem mesmo ter uns 19 anos, e são femininas e alegres…
Ryo ficou totalmente surpreso e confuso a olhar para mim.
- Eu olho para mim, e sinto-me uma miúda... Sempre envergonhada e chorona e com cara de menininha – Continuei – Por mais que aqui dentro eu sinta que sou e quero ser “grande”, não consigo mostrar isso por fora, e não consigo acreditar que um dia possa ser como elas! – Cerrei os punhos com força e olhei para elas, que iam já muito longe, com raiva – Vou ter sempre cara e corpo de menina, vou ser sempre pequenina e insignificante! Eu sinto-me um verme quando elas passam assim por mim, e me ignoram ou quando me olham de lado, não ligam nem respeitam o que eu digo ou penso… - Comecei a andar lentamente arrastando os pés pesadamente – Sinto-me tão inferior ao pé delas, tão insignificante, sinto que nunca vou ser ninguém que alguém vá respeitar assim e dar-me valor, e isso põe-me faz-me sentir tão infeliz – Parei ao lado de Ryo e olhei para ele – Até o Ryo parece ter a idade que tem, com corpo que tem, não parece aqueles chibis macacos da minha sala que só sabem dizer “Songoku”! Demo… Watashi... - Olhei para o sitio onde elas já tinham saído de vista – Acho que nunca me vou sentir assim… Sentir-me igual ou superior a alguém… - Olhei para Ryo, que estava concentrado a olhar para mim – Entendes?
- Bem, Ran – Ele coçou a cabeça – Não estava nada, zen zen, a espera de que me dissesses algo tão profundo assim de repente – Olhou para mim e sorriu gentilmente – Para ti, o mundo adulto ainda é muito irreal, né? Como que, tu nem consegues imaginar que a tua mãe já foi pequena como tu, sentes que ela sempre foi assim, tal como é, né?
Vendo o meu olhar surpreso, ele riu-se. Fiquei muito surpreendida mas feliz, pela forma compreensiva que falou comigo e não me tratou como se eu tivera dito algo esquisito ou sem nexo.
- Hai! – Exclamei, afirmando com a cabeça – Mas… Mesmo que me digas isso, eu sinto que nunca vou ser uma mulher a sério! – Comecei a sentir o nariz a arder e os olhos a ficarem molhados. Ryo pôs o seu braço à volta dos meus ombros e encostou-me a ele e continua-mos a caminhar.
- Pois eu não sei se vais ficar igual a elas, ou se algumas vez vais deixar de te sentir assim – Disse, num tom sério - mas de uma coisa eu tenho a certeza – Olhou para mim, e eu para ele, afastando-me um pouco e dobrando o meu pescoço para trás para conseguir olhar para o seu rosto sorridente - Tu vais ser uma linda mulher, melhor que essas todas! – Afirmou com uma voz convicta e cheia de confiança .
Vendo-me a olhar para ele muito corada, mas com ar de dúvida para ele, perguntou simplesmente, pondo-se à minha frente agarrando-me pelos ombros:
- Confias em mim?
Apesar de continuar a sentir a dor e tristeza daquela incerteza, senti o coração inchar de alegria com o que ele me dissera, limpei as lágrimas e por esse dia me esqueci desse assunto que tanto me incomodava.
***
Várias vezes, Ryo tinha que me vir separar, quando eu me metia em lutas com os rapazes, que me tentavam roubar os mangas de Sailor Moon, e se punham a fazer as posses de Sailor Moon para gozar.
Ryo pegava em mim pelo tronco, e eu ficava a espernear na horizontal, enquanto ele mandava chutos ou carolos aos rapazes para se afastarem de mim.
Depois de os rapazes fugirem, pousava-me no chão e desatava-se a rir a olhar para mim, o que me deixava furiosa.
Numa dessas vezes, disse-me:
- Um dia, em vez de andares à tareia com os rapazes, vou ter que ser eu que vou ter que andar à tareia com eles, para os afastar de ti, para eles pararem de te pedir em namoro, não é? – Gargalhou ele.
- IIIIIIEEEEE!!! QUE NOJO! – Gitei - Não quero nada com aqueles macacos! – Repliquei fazendo uma careta de enjoada – Além disso, eu já sei com quem me vou casar! – Cantarolava, toda feliz.
- Com o Seiya, né? – Desatava-se ele a rir.
- Quem sabe, quem sabe… - Dizia eu, pondo um dedo em frente aos meus lábios e com um sorriso matreiro.
***
- Hai, Azumi-san! - Exclamei feliz, levantei-me e segui-a para fora do quarto.
- Sabes que dia é amanhã, Ran-chan? - Perguntou-me, falando baixinho.
- Anooo... - Pensei - Dia 14 de Fevereiro?
- Ee, soo desu...- Murmurou - Sabias que é o dia dos namorados né, Ran-chan?
- Hai! Azumi-san - Comecei a ficar corada.
- Se quiseres – Olhou sorrateiramente para os lados, confirmando se não se encontrava ninguém a ouvir - Eu ensino-te a fazeres um bom chocolate para o Ryo! Gostarias de lhe oferecer um, amanhã?! - Perguntou-me, gentil como sempre, com um leve sorriso comprometedor.
Olhei para ela, muito corada e com os meus olhos a turvarem-se pelas lágrimas. A sensação que me invadiu, de alívio por Azumi-san ser tão boa para mim e saber que eu gostava muito do Ryo e apoiava esse sentimento, foi maravilhoso.
- Arigatou Azumi-san... Arigatou Gozaimasu! - Sussurrei feliz, dando-lhe um forte abraço.
Nessa tarde, divertimos-nos imenso as duas, fazendo um grande chocolate para Ryo.
Azumi-san tinha muitos ingredientes saborosos, e sabia muitos truques para usar e tinha uma grande forma em forma de coração, fazendo com que sai-se perfeito e saboroso. Essa foi uma tarde inesquecível, com Ryo tentando entrar na cozinha constantemente, curioso com o que estávamos a fazer, e eu e Azumi-san expulsávamos-o da cozinha, ignorando-o mesmo quando ele fingia que chorava e morria de fome atrás da porta da cozinha.

ClairDeLune - Estou muito feliz hoje, como já não me sentia à muito tempo mesmo, feliz porque finalmente acabei esta parte, que me estava a custar, e ainda mais pelas vossas palavras, que me deixam tão feliz!! Obrigadíssima pelo apoio! :='(:
lulumoon - Estas expressões uso as que ouço com mais frequência nos animes que eu vejo e sou muito atenta a essas coisas, depois vem a dor de cabeça, que é procurar dicionários, textos e informações sobre a cultura japonesa e empregar na fic da melhor forma que eu consigo, o que dá uma trabalheira, mas no fim sinto que vale mesmo a pena! :vergonha:
Haruhi - Eu antes também não gostava nada de ler na primeira pessoa, até que li um livro que até é sobre vikings (de Bernard Cornwell se não estou em erro) e passei a apreciar mais!

Para esta fic em especial, como é virada para as emoções, sinto-me mais capaz de as expressar utilizando a primeira pessoa
. Quanto ao usar expressões japonesas, é mesmo por eu também as usar no dia a dia, o que deixa as pessoas a olhar para mim de lado e tal, mas pouco me importa, e eu também utilizo imenso o "Yosh" lool, e também para dar a sensação que tento transmitir, ao tentar escrever esta fic como se de um manga se trata-se, e para dar a sensação que se passa precisamente no Japão.Quanto a histórias viradas para a realidade, já é a mesmo o que mais gosto, sou muito pouco dada a fantasia.

Fico mesmo muito feliz por estares a ler, Arigatou!!
markikita - Se gostaste até agora, até eu que tenho pouca confiança nas coisas que eu faço, acho que vais gostar!! Conto melhorar sempre em cada capitulo que passa, que fique cada vez mais interessante! Mais uma vez, obrigada pelo teu apoio! :='(:
Finalmente sinto-me mesmo feliz pelas noites que passei acordada, a tentar acabar este capitulo da melhor forma possível! :cigarrete:
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1ºCapitulo (Última parte)
Os meses que se seguiram, recordo-os como um dos mais felizes e inocentes da minha vida.
Todas as tardes, eu ficava no quarto de Ryo a ler, víamos animes juntos ou simplesmente olhando para ele a desenhar e a escrever. E apenas só por poder estar ao pé dele e olhar para ele, já me deixava tremendamente feliz.
E ele, sempre me tratando como uma igual, nunca me fez sentir como se eu não fosse nada mais do que apenas uma criança, pedia-me opiniões e contava-me as histórias que imaginava e escrevia, e eu sentia-me inchar por dentro de felicidade, por ele me dar tanta importância.
Quando ele saia para o curso depois das aulas, ou quando ia sair com os amigos, eu ficava com a mãe dele, Azumi-san, que me ensinava a fazer muitas coisas. A cozinhar, a costurar e outras tarefas que eu gostava muito de fazer e me divertia a aprender.
Azumi-san também me levava de compras ao centro, entrava-mos nas lojas e víamos as coisas à vontade e sem pressas. Azumi-san comprava sempre um bolo para eu comer, quando nos vínhamos embora, que eu comia, muito feliz.
Muitas vezes também me convidavam para jantar, hora essa em que o pai de Ryo, Saito-san chegava do trabalho, e comíamos todos juntos, como uma verdadeira família.
Saito-san era muito extrovertido, e fazia-me rir muito cantando canções sem sentido e pondo pauzinhos no nariz e fazendo muitas figuras só para me ouvir rir, e quando Ryo se lhe juntava, eu e Azumi-san chorávamos de tanto rir…
***
Ryo e eu íamos sempre os dois juntos para a escola. A minha escola ficava mesmo ao lado da dele, e havia um jardim por detrás das duas, onde todos se reuniam. Pelo caminho, íamos sempre na brincadeira, e a conversar.
Um dia, ao sair da escola caminhando para casa, passaram 4 raparigas por nós, todas produzidas com sapatos de grandes saltos rindo-se e conversando alto.
- Ryo? – Chamei.
-Hum?! – Indagou ele, distraído rabiscando um caderno de esboços enquanto andava.
- Eu nunca vou ser assim, né? – Perguntei, parando triste, ficando a olhar para elas.
Quando sentiu que eu não o acompanhava, parou e olhou para mim.
- Gomen Bishoujou, não ouvi o que disseste – Disse, guardando o caderno na mala.
Apontei para as 4 raparigas que se afastavam – Assim!
Ryo olhou para elas com uma expressão de confusão e perguntou:
- Assim como?
- Eu olho para elas, e vê-se que são crescidas… - Repliquei, numa voz triste – Tem um bom corpo, e nota-se pela cara a idade que tem, parecem mesmo ter uns 19 anos, e são femininas e alegres…
Ryo ficou totalmente surpreso e confuso a olhar para mim.
- Eu olho para mim, e sinto-me uma miúda... Sempre envergonhada e chorona e com cara de menininha – Continuei – Por mais que aqui dentro eu sinta que sou e quero ser “grande”, não consigo mostrar isso por fora, e não consigo acreditar que um dia possa ser como elas! – Cerrei os punhos com força e olhei para elas, que iam já muito longe, com raiva – Vou ter sempre cara e corpo de menina, vou ser sempre pequenina e insignificante! Eu sinto-me um verme quando elas passam assim por mim, e me ignoram ou quando me olham de lado, não ligam nem respeitam o que eu digo ou penso… - Comecei a andar lentamente arrastando os pés pesadamente – Sinto-me tão inferior ao pé delas, tão insignificante, sinto que nunca vou ser ninguém que alguém vá respeitar assim e dar-me valor, e isso põe-me faz-me sentir tão infeliz – Parei ao lado de Ryo e olhei para ele – Até o Ryo parece ter a idade que tem, com corpo que tem, não parece aqueles chibis macacos da minha sala que só sabem dizer “Songoku”! Demo… Watashi... - Olhei para o sitio onde elas já tinham saído de vista – Acho que nunca me vou sentir assim… Sentir-me igual ou superior a alguém… - Olhei para Ryo, que estava concentrado a olhar para mim – Entendes?
- Bem, Ran – Ele coçou a cabeça – Não estava nada, zen zen, a espera de que me dissesses algo tão profundo assim de repente – Olhou para mim e sorriu gentilmente – Para ti, o mundo adulto ainda é muito irreal, né? Como que, tu nem consegues imaginar que a tua mãe já foi pequena como tu, sentes que ela sempre foi assim, tal como é, né?
Vendo o meu olhar surpreso, ele riu-se. Fiquei muito surpreendida mas feliz, pela forma compreensiva que falou comigo e não me tratou como se eu tivera dito algo esquisito ou sem nexo.
- Hai! – Exclamei, afirmando com a cabeça – Mas… Mesmo que me digas isso, eu sinto que nunca vou ser uma mulher a sério! – Comecei a sentir o nariz a arder e os olhos a ficarem molhados. Ryo pôs o seu braço à volta dos meus ombros e encostou-me a ele e continua-mos a caminhar.
- Pois eu não sei se vais ficar igual a elas, ou se algumas vez vais deixar de te sentir assim – Disse, num tom sério - mas de uma coisa eu tenho a certeza – Olhou para mim, e eu para ele, afastando-me um pouco e dobrando o meu pescoço para trás para conseguir olhar para o seu rosto sorridente - Tu vais ser uma linda mulher, melhor que essas todas! – Afirmou com uma voz convicta e cheia de confiança .
Vendo-me a olhar para ele muito corada, mas com ar de dúvida para ele, perguntou simplesmente, pondo-se à minha frente agarrando-me pelos ombros:
- Confias em mim?
Apesar de continuar a sentir a dor e tristeza daquela incerteza, senti o coração inchar de alegria com o que ele me dissera, limpei as lágrimas e por esse dia me esqueci desse assunto que tanto me incomodava.
***
Várias vezes, Ryo tinha que me vir separar, quando eu me metia em lutas com os rapazes, que me tentavam roubar os mangas de Sailor Moon, e se punham a fazer as posses de Sailor Moon para gozar.
Ryo pegava em mim pelo tronco, e eu ficava a espernear na horizontal, enquanto ele mandava chutos ou carolos aos rapazes para se afastarem de mim.
Depois de os rapazes fugirem, pousava-me no chão e desatava-se a rir a olhar para mim, o que me deixava furiosa.
Numa dessas vezes, disse-me:
- Um dia, em vez de andares à tareia com os rapazes, vou ter que ser eu que vou ter que andar à tareia com eles, para os afastar de ti, para eles pararem de te pedir em namoro, não é? – Gargalhou ele.
- IIIIIIEEEEE!!! QUE NOJO! – Gitei - Não quero nada com aqueles macacos! – Repliquei fazendo uma careta de enjoada – Além disso, eu já sei com quem me vou casar! – Cantarolava, toda feliz.
- Com o Seiya, né? – Desatava-se ele a rir.
- Quem sabe, quem sabe… - Dizia eu, pondo um dedo em frente aos meus lábios e com um sorriso matreiro.
***
Um dia...
- Ran-chan? - Chamou Azumi-san, espreitando pela porta do quarto de Ryo, onde eu estava a ler um livro enquanto ele deitado no chão desenhava - Podes vir comigo um bocadinho?- Hai, Azumi-san! - Exclamei feliz, levantei-me e segui-a para fora do quarto.
- Sabes que dia é amanhã, Ran-chan? - Perguntou-me, falando baixinho.
- Anooo... - Pensei - Dia 14 de Fevereiro?
- Ee, soo desu...- Murmurou - Sabias que é o dia dos namorados né, Ran-chan?
- Hai! Azumi-san - Comecei a ficar corada.
- Se quiseres – Olhou sorrateiramente para os lados, confirmando se não se encontrava ninguém a ouvir - Eu ensino-te a fazeres um bom chocolate para o Ryo! Gostarias de lhe oferecer um, amanhã?! - Perguntou-me, gentil como sempre, com um leve sorriso comprometedor.
Olhei para ela, muito corada e com os meus olhos a turvarem-se pelas lágrimas. A sensação que me invadiu, de alívio por Azumi-san ser tão boa para mim e saber que eu gostava muito do Ryo e apoiava esse sentimento, foi maravilhoso.
- Arigatou Azumi-san... Arigatou Gozaimasu! - Sussurrei feliz, dando-lhe um forte abraço.
Nessa tarde, divertimos-nos imenso as duas, fazendo um grande chocolate para Ryo.
Azumi-san tinha muitos ingredientes saborosos, e sabia muitos truques para usar e tinha uma grande forma em forma de coração, fazendo com que sai-se perfeito e saboroso. Essa foi uma tarde inesquecível, com Ryo tentando entrar na cozinha constantemente, curioso com o que estávamos a fazer, e eu e Azumi-san expulsávamos-o da cozinha, ignorando-o mesmo quando ele fingia que chorava e morria de fome atrás da porta da cozinha.
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