Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Destino ( Actualizado 28/05- 7ºCapítulo)

#1
Olá pessoal!
Faço FanFics há já algum tempo mas nunca as cheguei colocar na internet. Comecei recentemente uma de Sailor Moon e decidi começar a colocar aqui. É importante para mim ter a vossa opinião, principalmente as pessoas que conhecem este anime.
Esta FanFic pode ser considerada uma continuação de Sailor Moon, uma temporada 7 por assim dizer.
Antes demais, há muitas coisas que vão mudar. Acho que o anime está muito bom, mas à algo que não estou muito bem de acordo. É neste sentido que vou mudar a história. O passado pode nunca ter sido o mesmo e o futuro pode mudar.
Desde já digo que sou grande fã de UxS, MxY, AxT e por isso, grandes fãs de Mamoru e afins, não vão gostar muito.geek
Desde sempre uso nas minhas FanFics expressões japonesas, que fui apanhando ao longo do anime. Colocarei o significado logo a seguir. Os nomes das personagens serão em Japonês. Sou totalmente contra a tradução e à mudança de nomes. Peço imensa desculpa, mas como vi o anime em Japonês não sei como são os portugueses. Lembro-me vagamente de alguns, mas não de todos. Se tiverem dificuldades, acho que é possível encontrar na Wikipédia.

Estive a ler as regras, espero que não esteja a fazer nada de mal.

Índice:

- 1ºCapítulo: Mudanças repentinas
- 2ºCapítulo: A culpa é do destino!
- 3ºCapítulo: A descoberta
- 4ºCapítulo: O aparecimento de Hoshi
- 5ºCapítulo: O verdadeiro Reino da Lua
- 6ºCapítulo: Raiden
- 7ºCapítulo: A decisão

Prólogo:

A vida das senshis voltou ao
normal. Não houve mais sinal de perigo desde a ida das Star Lights e da
princesa Kakyuu. O Mamoru voltou para a América na perspectiva de,
finalmente, continuar os seus estudos; A Ami voltou a sua rotina de andar pela
biblioteca na procura dos livros de medicina; A Minako estasse a tornar
numa boa cozinheira com a ajuda da Makoto, não se esquecendo das aulas
de dança; a Rei anda a tempo inteiro a trabalhar no templo Hikawa, o seu
avô tem andado doente, o que não facilita as coisas; A Usagi… A Usagi
continua a mesma de sempre. Aborrecida e sonolenta quando não há
desenhos animados para ver. Cansa-se facilmente da escola e nunca chega a
fazer os trabalhos de casa.


-
Passaram-se 6 meses desde a ida das Star Light e de Mamoru. -

1º Capítulo - Mudanças repentinas

Usagi caminhava para casa depois de um dia cansativo
de aulas. Apesar de tudo conseguiu comprar uns bombons de chocolate,
sempre a conseguiam manter despertada e confortável.

Usagi: Taidaima! - Vai
para o quarto a correr - Luna estás aí? Trouxe bombons de chocolate, guardei
um para ti! – Silêncio - Mãe! Estás aí? Fazes-me um lanchinho docinho?

Usagi andou por todos os cantos da casa à procura de
algum movimento, mas estava completamente só. Decidiu, então, buscar
algumas batatas fritas e ir para a sala de estar ver T.V. Os desenhos
animados já tinham acabo e começavam a aparecer os primeiros anúncios
das notícias. Cansada, Usagi adormeceu num sono profundo.

Alguém: Como sempre estás a
dormir.
Usagi: Hum? Quem é?

Encontrava-se num lugar escuro, o que fazia com que
Usagi ficasse com pele de galinha.

Usagi: Quem é?! Quem é?!
Responde-me já! – Começa a tremer – Não gosto nada de ter
pesadelos…
Alguém: Não te preocupes, com o
tempo saberás. Acredita, há inúmeras coisas que vão mudar!

Usagi acordou repentinamente. Suava por todos os lados e as lágrimas começavam a aparecer. Olhou para todos os lados à procura de alguns
indícios de que aquela pessoa ainda estivesse lá e que não era apenas um
sonho. Era tão familiar aquela voz. Tão identica à dela.

Ikuko: Oh filha estavas aqui? –
Entra na sala -
Como te correu as aulas? Não me digas que voltaste a adormecer!
Usagi: Não mãe, hoje foi o dia que
estive mais despertada! – Pensa para
si - A Minako estava sempre a chatear-me, como é que não poderia
estar despertada!
Ikuko: Vou tratar do jantar, o teu pai e o teu irmão foram
jogar para o parque, devem chegar um pouco mais tarde. Tens andado um
pouco pálida passa-se algo?
Usagi: Não mãe está tudo bem.

Caminhou para o seu quarto de modo a não ter que
aturar as conversas de “mãe preocupada e coscuvilheira”. Sentia-se só,
como sempre se sentiu quando Mamoru tinha ido pela primeira vez para a
América. Mas desta vez era um só muito mais intenso. Sentia que algo não
estava a bater certo. Era egoísta da sua parte, mas era assim que se sentia. Procurou na caixinha de lembranças as cartas de
Mamoru… Eram apenas quatro cartas, mas o que tornava ainda mais desesperante é que eram apenas quatro.

Usagi: Se ao menos o Seiya estivesse aqui tudo seria mais
fácil.
Alguém: Tu sabes que eles nunca iram voltar.
Usagi: LUNA!
Não me assustes dessa maneira, já hoje tive um pesadelo tão estranho!
Luna: Tens
andado tão deprimida que até a mim me influência. Conta-me o que se
passa… Tens falado com o Mamoru não tens?
Usagi: Tenho, mas as cartas são muito
vagas, nem nunca me atende o telefone. Será que está tão atarefado?
Faz-me pensar que nunca mais quer saber de mim, que não passo mais do que uma amiga.
Luna: Oh Usagi-chan… Não te deves preocupar com algo
assim. Mesmo que ele se tenha ido embora, mesmo que ele encontrasse
alguém lá. Tu nunca estás sozinha. Estamos todos aqui contigo!
Usagi: Eu sei. Mas...Sinto
falta do Seiya e dos outros… Sem eles sinto-me ainda mais só. – Deita-se na cama - Hoje nem tenho
fome, quero ir dormir. Até amanha Luna.
Luna: Até amanha Usagi. Vou comer o
Bombom que deixas-te para mim, que nem me enche metade da pata!
Usagi: Luna…
Como será a vida em Kinmoku?
Luna: Não sei, deve ser igual aqui… Porquê?
Luna: Hum,
nada.

No planeta Kinmoku

Fighter
encontrava-se estendida perto de um lago a olhar as nuvens escuras e
pesadas de gotas de água enquanto a princesa Kakyuu apanhava maças
vermelhas para fazer um sumo para o lanche. Fighter ouviu uns ruídos
vindos de uns arvoredos e decidiu ver o que ali se passava.

Fighter: Será
que a Healer anda outra vez a espiar? Aquela mania que ela tem de fazer
apostas com a Maker já me começa a por os cabelos em pé.

Encontrou um coelhinho cor de pele que estava a comer
umas cenouras caídas no chão por algum mercador. Fighter pegou no
coelhinho e sentou-se de novo perto do lago a acaricia-lo.

Fighter:
Fizeste-me lembrar alguém - Lágrimas
caíram-lhe na face – Alguém muito especial e que está muito
longe.

A princesa Kakyuu sentou-se
ao lado de Fighter e abraçou-a quando viu que estava a chorar.

Princesa Kakyuu:
Sentes falta da princesa da lua… Eu sinto, e todos sabemos. Ela sempre
foi importante para ti, não foi?
Fighter: Sim, sempre foi… Sempre será.
Princesa Kakyuu: Custa-me
ver-te assim. Mas de qualquer modo vim aqui para te dar algumas
novidades. – Coloca-se a frente de
Fighter – Apareceram novos inimigos que pretendem controlar todas
as galáxias no universo. Ontem recebi inúmeras guerreiras vinda de outros planetas. Uma delas era
do Planeta Platium, não muito longe aqui e contou-me que eles destruíram o seu planeta. O
povo dela parece adormecido, pensa que aqueles monstros sugaram toda a
sua energia. Tivemos a tentar comunicar com outras princesas.
Descobrimos que algumas galáxias já foram controladas. Muitas senshis
juntaram-se ao mal para poderem sobreviver. O exército está a crescer
demasiado rápido. Devem estar a preparar-se para atacar.
Fighter: - Exaltou-se - Vem para aqui?!
Princesa Kakyuu:
Não sei Fighter, mas pelo caminho que estão a percorrer parece que o próximo e o
planeta Terra.
-
Silêncio -
Fighter: Tenho de ir…
Princesa Kayuu: Eu sei, e vão todos vós. A princesa da Lua
vai precisar de toda a ajuda possível. Parece que este novo inimigo é
forte. Eu ficarei bem, aqui não devem chegar. Se algo acontecer eu tenho sempre protecção.

No planeta Terra

Usagi chegou a casa com uma fome
indominável. As aulas deixam-na sempre assim, e agora ainda pior! Nos últimos dias tem conseguido ficar atenta 10 minutos! Um grande recorde para ela.

Usagi: Mãe! Tenho fome!
Ikuko: Tens uma visita, está no teu
quarto. Sê rápida, já sabes que o teu pai não vai gostar de encontrar o
rapaz cá. Anda na fase da “preocupação dos namorados da filha”. Levo-te
depois lá o lanche.

Usagi subiu as escadas que
davam ao quarto. Não pode ser o Mamoru, ele teria avisado.

Mamoru: Olá
Usagi… Cheguei hoje da América.
Usagi: Mamo-chan! -
Abraçou-o- Estou feliz por te ver!
Mamoru: Não tenho muito tempo,
preciso de falar contigo. Ouve Usagi.
Muitas coisas mudaram desde que
fui para a América.
Usagi: Hum que se passa? Algo correu mal?
Mamoru: Não,
por acaso gostaram bastante do meu trabalho lá. E esperam que eu lá volte outra vez. O que estou a tentar dizer é que... Recebi algum tipo de mensagem pouco depois de chegar lá. E isso fez-me pensar um pouco... E a verdade é que... Comecei a fazer trabalhos com várias pessoas, e uma delas despertou-me a atenção. Não percebo porquê! Nos fomos destinados um para o outro. E eu nunca me senti assim...
Usagi: Não,
está tudo bem. Já entendi. Podes ir embora?
Mamoru: Sim, um dia iras perceber…
Apenas há algo que me deixa preocupado.
Usagi: Chibiusa…
Mamoru: A
Chibiusa supostamente é nossa filha no futuro. O que lhe acontecerá se
nós não estivermos mais juntos?
Usagi: Não sei… Vou falar com a Luna e com a Setsuna,
talvez elas me possam a ajudar a descobrir algo. Não quero perde-la. E
duvido que tu também queiras.
Mamoru: Sim, também não a quero perder. Adeus Usagi.

Usagi ficou sozinha no quarto. Foi um choque muito
forte, mas não a deixou triste de todo. Era estranho mas, de algum modo,
acreditou nas palavras de Mamoru. A verdade é que as coisas mudaram. O
sentimento que sentia pelo Mamoru mudou, já não é o mesmo, já não é tão
forte como antes.

Usagi: E a Chibiusa? Deve haver alguma maneira de mudar.
Vou ter de descobrir.
-
Grito lá fora -
Usagi: O quê?! Um inimigo?!

Moon Eternal!
MAKE-UP!

Na rua

Alguém:
Preciso de energia. Mais energia!
Sailor Moon: Pára!
Alguém: Nani?!
Sailor Moon: Se ousas tocar mais alguma vez nessa pessoa,
eu, sailor moon, em nome da lua, vou-te castigar!
Inimigo: Então
este planeta também tem Sailor Senshis? Vai ser interessante.

A mulher inconsciente que estava ao lado do inimigo
levantou-se e abriu os seus olhos. Estavam negros e o corpo da mulher
começou a deformar-se, como um zombie. Saltou para cima da Sailor moon e
começou a rasgar a sua pele com as longas garras.

Sailor moon deu um pontapé no estômago do “Zombie” o
que fez com que este cambaleia-se para trás.
Inimigo:
Demasiado idiota e desajeitada para conseguir vencer. – Risos maléficos -
Sailor Moon:
Não me substimes!

Silver moon! Cristal Power Kiss!

O “Zombie” foi coberto por
uma luz intensa e brilhante. No seu lugar apareceu a mesma mulher
inconsciente.
Inimigo: Hum, não foi mau de todo. Mas prepara-te. - Aponta a mão para a Sailor Moon -Water…
Alguém: Star
Serious… Laser!

O ataque fez com que a
mulher se magoasse no braço e retrocede-se.

Fighter:
Através da escuridão da noite
Maker: Através da liberdade do ar
Healer: Aqui
vem as três estrelas cadentes Sagradas
Fighter: Sailor Star Fighter!
Maker: Sailor
Star Maker!
Healer: Sailor Star Healer!
StarLights: Sailor StarLights,
Stage-on!
Sailor moon: Sailor StarLights! – Chora –
Inimigo: Mais senshis, parece que não é a melhor altura. Eu
vou-me retirar. A minha rainha espera-me. – Desapareceu –
Sailor Moon: Minna! –
Correu para as Star e abraçou-as.

No apartamento dos Three
Lights:


Usagi: Então que vos trás por aqui? Estou tão contente por
estarem de volta! As coisas aqui andam aborrecidas. E parece que anda
por aí um novo inimigo!
Seiya: Nós sabemos Odango. Estamos aqui para vos ajudar. A
nossa princesa disse que vocês iram precisar da máxima ajuda possível, e
é por isso que aqui estamos. Como têm andando as coisas?
Yaten: A Usagi
deve andar a comer bolos atrás de bolos e a deixar os trabalhos de casa
por fazer – Ri-se que nem um perdido –
não é Taiki?
Taiki: Por falar em trabalhos de casa, acho que vou ter de
dar uma palavrinha à Ami para me dar uns apontamentos, quero por a
matéria em dia.
Todos: TAIKI!
Taiki: Que foi? É importante, e vocês os dois deviam fazer
o mesmo – Aponta para Yaten e Seiya –
ou querem tornar-se numa nova Usagi?
Yaten e Seiya: Mais tarde, mais
tarde.
Usagi: É melhor ligarmos ao resto do pessoal, combinar
algo em minha casa para todos vos verem e falarmos sobre o novo inimigo.
Seiya: Hai! É
uma boa ideia. Queres que te leve a casa? Já é tarde.
Usagi: Oh
arigatou!

A caminho de casa da Usagi:

Seiya: Estás
um pouco pálida, passa-se algo?
Usagi: Muitas coisas têm acontecido, e foram bem recentes.
O Mamoru voltou da América…
Seiya: - Baixa a cabeça
para não se notar a tristeza que sentia – Devias estar feliz
então!
Usagi: Tivemos uma conversa, foi tudo muito rápido. Parece
que encontrou alguém melhor que eu… De qualquer maneira amanhã antes de
vir ter com vocês vou a casa dele.
Seiya: - Abraça-a – Como te sentes? Acho que não vale a
pena falar com ele. Parece que já tomou a decisão dele, não achas?
Usagi: Não me
sinto mal, ele disse que as coisas estão a mudar, e eu acredito. Também
sinto que o que éramos já não era o mesmo. Tens razão, não vale a pena.

Seiya: - Colocou-se a
frente de Usagi – Não estás sozinha nisto. Estou contigo Odango. E
não penso em ir embora tão cedo.
Usagi: Sim, contigo vai ser tudo mais fácil. Estão a
pensar ficar algum tempo? Isso é óptimo! - Dá-lhe um beijo na cara – Obrigada pela tua
companhia, vemo-nos amanha!
Seiya: De nada – Corou –
Depois ligo-te, para saber como são as coisas para amanha. De qualquer
maneira amanhã estou aqui a porta para te vir buscar para as aulas.

Fim do 1º Capítulo

Senshis: Guerreiras
Nani?: O quê?!
Odango: Pudinzinho (acho que é o que o Seiya chama à Usagi cá em Portugal )
Hai: Sim
Arigatou: Obrigado
Minna: Pessoal
#2
nossaa....
está maravilhosa, e pelo que vejo Seiya e usagi vão ficar juntos
vai ser emocionante, estou curiosa para saber como chibi-usa
vai ficar... senti um pouco de tristeza quando vi que Mamoru
encontrou putra pessoa... mas cá pra nós, sempre quis que usagi
ficasse com o Seiya é complicado... mas os dois se combinam
nossa e Mamoru vai embora e deixar Usagi logo agora que apareceu
novo iniigo...

olha sua fic está espetacular... de verdade
amei lêr, espero que não demores de postar... está emocinante... Very Happy


Encontrou um coelhinho cor de pele que estava a comer
umas cenouras
caídas no chão por algum mercador. Fighter pegou no
coelhinho e
sentou-se de novo perto do lago a acaricia-lo.

Fighter:
Fizeste-me
lembrar alguém - Lágrimas
caíram-lhe na face – Alguém muito
especial e que está muito
longe.

fiquei imaginando a cena

beijos posta logo...

eu escolho te louvar senhor com tudo o que sou, da minha vontade eu abro
mão, pois eu escolho o som do céu....
#3
*-*
amei, amei, amei ...
tens um jeito para isto (: está mesmo muito giro
quero ler mais :b

beijinhos & continua.
#4
Muito obrigada Smile.
Hum, vocês nem vão imaginar a volta que eu vou dar a história Very Happy. Amanha postarei um novo capitulo.
#5
Gostei do que li a serio parabéns.

Conselho: em vez de escrever como tas a escrever "na rua: "
escreve " na rua, as 5 amigas estavam se a divertir..."
para além de envolver os leitor dá um ar de grandiosidade a história.
Poe tb mais descrições, os sentimentos, as acções no espaço e no tempo etc
se melhorares mais nestes aspecto ficas com uma fic espectacular!

http://yunime.ativoforum.com/
Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :) 
#6
Muito obrigado pela tua dica! É mesmo disto que eu preciso Razz. Ao inicio comecei a escrever assim. Mas depois imaginei algo de outro género, como por exemplo, um manga sem desenhos entendes? A verdade é que também acho que não fica bem. Agora no 3º capitulo vou mudar. O 2º já está feito, vai ser um pouco mais complicado mas a ver se hoje ainda mudo algumas partes.

Feliz
#7
Podes fazer guiao mas nesse caso inclui as descrições.

http://yunime.ativoforum.com/
Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :) 
#8
Aqui está o próximo capítulo. Obrigado, mais uma vez, pelos vossos comentários .

2º Capitulo: A culpa é do destino!

Kirei - Bonito
Itai - Doi/ Doer
Iie - Não
Aishiteru - Amo-te
Nandemonai - Não é nada
Hai - Sim
Nani? - O quê?
Matta ashita ne - Até amanhã

Usagi acordou com o despertador. Eram 7 da manha por isso tinha tempo para fazer as coisas com calma. Tomou banho com água fria para ver se acordava e foi fazer o pequeno-almoço. Pela sua primeira vez!
“Hum, então. Ovos, baican, pão e…” - Pensa durante um bocado – “Apetece-me bolinhos, até tenho menos trabalho, pois já tão feitos”.
Pegou nos bolinhos e foi para o quarto vestir-se. A Luna ainda estava a dormir por isso teve o cuidado suficiente para não a acordar. Começou a fazer os Odangos e ficou durante algum tempo a olhar para o espelho.
“Ainda são 8:00. Será que posso ir para a cama dormir mais um pouco? Preciso do meu sono de beleza, a minha cara está horrível!” – Ouve a porta a bater – EHHHHH, tão cedo?!
“Não acredito que hoje acordaste tão cedo! Deixa-me pensar…” - Fingiu que estava a pensar durante um pouco – “Já sei! Estás com um famoso! Um cantor famoso, um cantor kirei ahahah.”
“ Huh, não é por isso, apenas estou a tentar mudar a minha maneira de ser” – Fez uma pausa durante um pouco – “Uma princesa não devia ter este tipo de hábitos. Imagino se a ChibiUsa é assim também…” – Pensou para si mesmo em voz semi-baixa.
“ ChibiUsa? Nani?”
“ Nandemonai…” – Usagi sobressaltou-se quando reparou que falou alto demais.
Seiya parou de andar. Como era possível ainda haver segredos entre eles? Já passaram tanto juntos, e mesmo assim ainda escondia coisas dele.
“ Estás bem? Passa-se algo?
“Pensava que já não havia segredos entre nós…” – Disse Seiya abatido.
“ Seiya… Não entendes! Se eu contasse nunca irias compreender.”
“ Já tentaste?”
Usagi baixou a cabeça, não sabia se seria boa ideia contar numa altura destas – “ Acreditas no destino?”
“ Acredito num destino a curto prazo. Porque tu podes acabar sempre por o mudar.” – Disse Seiya meio confuso.
“ O meu nunca poderá mudar. Está dependente de muitas pessoas.”

O dia correu como o habitual. As aulas foram como sempre, chatas e aborrecidas. Muitas vezes a Usagi foi acordada pela furiosa voz do professor. A hora do almoço foi como sempre, estavam todos juntos no sítio do costume, a beira de uma árvore. A Minako andava de volta do Yaten a tentar mudar-lhe as ideias e saírem os dois juntos. A Ami estava a combinar com o Taiki para irem para a biblioteca depois das aulas. A Makoto ia ajudar um amigo a fazer um bolo para a namorada.

O final das aulas era sempre a melhor altura para Minako e Usagi. As duas correram para fora do edifício.
“Estamos livres!” – Disse Usagi espreguiçando-se.
Minako agarrou as mãos de Usagi – “ Daqui a dois dias temos teste.”
“ E nos vamos passar, né Mina-chan!” – Os olhos de ambas tornaram-se numas estrelas cintilantes – “Temos de ser positivas, e vamos estudar juntas!”
“ Estas duas são sempre muito positivas, mas como será duas cabeças ocas a estudar juntas?” – Disse Makoto meia a sorrir.
Todos se riram, e ambas as duas fizeram um olhar mortífero.
“ Eh Odango. Acredito que sejas capaz, com a ajuda da Mina…” - Desmanchou-se a rir – ko… Ne Yaten?”
Yaten não conseguira parar de rir – “Hai. Minako-chan se calhar é melhor ires estudar já, têm menos de dois dias!”
“Iie! Vamos vamos vamos!” – Pegou na mão de Yaten – “Usagi-chan, depois falamos, agora vou estar muito ocupada! Já ne!”
“ Esperem! Ainda não falamos do que tínhamos para falar…”
“Nos também temos de ir. Não te preocupes Usagi-chan, amanhã falamos sobre isso, ainda temos de falar com a Hakura e as outras. Matta ashita ne (Até amanhã).

A Makoto também acabou por ir e apenas Seiya e Usagi ainda estavam a porta da escola.

“ Odango, queres ir para o parque ou queres ir já para casa… Estudar…”
“ Hum, vamos para o parque, não quero ir já para casa. Já ninguém se preocupa com o nosso planeta!”
“ Iie… Apenas querem aproveitar o dia de hoje, porque as coisas vão começar a piorar. Era o que deverias fazer.”

O parque estava vazio, hoje era o dia que saiam mais tarde e já era quase de noite quando chegaram. O chafariz ali perto ainda funcionava, depois de tantos anos. Agora até tinha umas luzinhas que mudavam de cor, o que o tornava ainda mais bonito. Algumas luzes do parque estavam apagadas, provavelmente por se terem fundido, o que permitiu a ambos verem melhor as estrelas.

“ Oh que lindas as estrelas lá em cima” – Disse Usagi a sorrir – “Mas está um frio!”
Seiya tirou o casaco e colocou nos ombros de Usagi – “Tu é que és muito sensível. Nem sei como a quantidade de bolos que comes não te aquecem!”
“ Urusai! – Usagi deitou a língua de fora. O telemóvel começou a vibrar e a tocar a música favorita dela – “Hum, quem será agora… Moshi moshi? Hum, ok. Hai. Não percebo… Hai, eu vou. “
“ Odango, que se passa?”
“ Tenho de ir. Está alguém à minha espera. Gomen Seiya – Disse Usagi muito seria.
“ Odango…”

O apartamento de Mamoru estava sossegado. Não se ouvia nada do outro lado da porta o que fez com que Usagi hesitasse antes de bater à porta. O que quereria Mamoru? Que fosse assim tão urgente? Será que ia voltar para a América?
“Sempre vieste rápido.” – Disse Mamoru depois de abrir-lhe a porta.
“ Hai, que queres falar? Não percebi o que disseste, estava com pouca rede.” – Usagi começava a sentir-se nervosa.
“ Sabes algo da ChibiUsa?”
“ Iie, não consegui ainda falar com a Setsuna. Muitas coisas aconteceram ontem, e não tive tempo. Mas não me esqueci.”
“ Então não há nada a fazer.” – Agarra na Usagi “ Não há mais nada que possa fazer, apenas…”
“Que estás a fazer?! Larga-me!” – Usagi começou a empurra-lo, mas ele era demasiado forte para ela. Não percebia o que estava a acontecer, mas tinha medo que viesse o pior – “Para, estás-me a magoar”
Mamoru colocou Usagi na cama e segurou as mãos para não a deixar escapar. – “Não há nada que possamos fazer. É o destino, e temos de o seguir Usagi” – Sentiu Usagi a tentar libertar-se - ”Não sejas egoísta! Não penses só em ti! Pensa nas pessoas que tu gostas! Pensa na ChibiUsa! Sem nós ela nunca existirá! Para de ser uma menina chorona!”
“ As coisas não se resolvem desta maneira… Estás a chegar ao limite, isto não é normal, não és a mesma pessoa! Vamos falar”
Mamoru não suportou mais, segurou as duas mãos de Usagi com uma mão e com outra deu-lhe duas estaladas em ambas as bochechas. Não notou a força com que tinha dado, mas foi de tal maneira forte que conseguiu acertar no nariz e faze-lo sangrar. Usagi começou a chorar – “ Que estás a fazer!” – Sentiu mais outro estalo na cara – “Itai!”
Mamoru perdera a cabeça. Começou a despi-la aos poucos. Não suportava a ideia de imaginar-se sem a ChibiUsa no futuro. O Reino da Lua precisava deles. Era a obrigação dele ficar junto da Usagi. Porque raio tinha de encontrar outra mulher? Não fazia sentido.
Usagi chorava e gritava na esperença de encontrar alguém que a pudesse ouvir.
“ Kuso!” – Disse Mamoru ao ouvir o telemóvel a tocar. – “Não fujas, ainda te podes arrepender…”
Era a oportunidade de ela desaparecer dali. O telemóvel não estava no quarto de Mamoru e parece que ele não sabia onde poderia estar. Pegou num casaco que encontrou pendurado nas costas da porta e vestiu rapidamente. Não queria saber da ameaça do Mamoru, não queria saber das palavras e dos estalos que lhe tinha dado. Apenas queria fugir dali, seja lá de que maneira for. Pé ante pé, Usagi andava devagar e a fazer pouco barulho. Encontrou Mamoru ao telemóvel na cozinha. Parecia chateado e irritado enquanto falava. Ele falava de uma maneira tão áspera que Usagi começou a imaginar o que aconteceria se ela continuasse ali com ele. Conseguiu abrir e fechar a porta sem fazer um único barulho.
Ao final de tanta correria, Usagi já não conseguia correr mais. Doía-lhe o corpo todo, e o sangue não parava de escorrer pelo nariz. Sentia-se atordoada e então decidiu parar junto a uma loja de jogos. Pegou no telemóvel, e ligou para a única pessoa que, nesta altura, lhe podia ajudar.

Minako estava com Yaten a fazer o jantar quando Seiya chegou.
“ Hey Seiya, que se passa?” – Perguntou Minako ao ver a cara de Seiya.
“ Estava com a Odango quando ela recebeu uma chamada. Ficou muito estranha de repente. Nem tive tempo de me despedir. Foi logo a correr, sabe-se lá para onde.”
“ Hum, isso não é muito normal dela.”
“ Se calhar lembrou-se que tinha de estudar para o teste.” – Disse Yaten a sorrir. – “Ou se calhar lembrou-se que tinha bolos em casa a espera dela.”
“ Hum, não, ela não deixa as pessoas sozinhas, não é do tipo dela. Vou lhe ligar” – Minako foi buscar o telemóvel. – “Fala Minako. USAGI! Onde estás? (…) O quê?! Eu estou com o Yaten e o Seiya. (…) Sim em casa deles. (…) O quê?! Que aconteceu?! (…) Sim vou já para ai. “
“ Minako?” – Perguntou Seiya ao ver a cara de Minako.
“ Venham comigo, a Usagi pediu para ir ter com ela perto da loja de jogos.” – Disse Minako com uma cara assombrada – “Sinto que algo não bate certo. A voz estava-lhe a falar”.

Já passava da meia noite quando Seiya, Yaten e Minako chegaram à loja de jogos. Encontraram Usagi encostada à parede lateral do edifício coberta por um casaco enorme verde-escuro. Tinha a cara e o corpo todo tapado por aquele casaco. Era quase irreconhecível.
“ ODANGO! – Ao avistar Usagi, Seiya correu para junto dela – “Odango…” - Agarrou-lhe nos ombros – “Que te aconteceu?”
Usagi não queria falar com Seiya. Era demasiado vergonhoso o que lhe sucedera e não queria, para já, que ninguém soubesse.
“ Usagi-chan! Usagi-chan” – Minako pôs-se junto de Seiya – “Estou aqui. Que te aconteceu?! Alguém te apanhou? Fizeram-te mal?”
“ Leva-me daqui… Não quero ir para casa, mas quero sair daqui. Ajuda-me a levantar, custa-me mexer. Estou com umas dores insuportáveis.”
“ Seiya pega nela e vamos para vossa casa. Não há mais nenhum sítio aqui perto. E já é muito tarde para irmos para a minha. Avisei a minha mãe que ia ficar com a Ami.”
O caminho foi curto, mas foi o suficiente para Usagi adormecer.
“ Que terá acontecido… Como é que ela está neste estado? Coberta apenas com o casaco, não conseguir mexer-se.” – Fixou os olhos no casaco. Era muito familiar – “Não pode ser!”
“ Diz-me o que te vai na cabeça por favor.” – Pediu Seiya.
“Não sei, para já não sei…”

A chegada ao apartamento foi rápida. Yaten e Minako foram para o quarto dormir enquanto Seiya ficara ao lado de Usagi, ainda a dormir.
“ Odango… Estás acordada?”
Usagi abriu os seus olhos e viu que estava num quarto. “Estou a salvo agora.” – Pensou Usagi para si mesma.
Deparou-se com os olhos de Seiya fixos em si. Conseguia ver que mostravam preocupação e desespero.
“ Seiya?” – Não aguentou mais, precisava de chorar, de berrar se fosse preciso.
“ Odango…” - Aproximou-se mais dela – “Que se passa, porque não nos deixas ver a tua cara? Que te aconteceu para estares neste estado?”
“Iie!! – Usagi tapou-se mais – É melhor não… Sai daqui por favor.
“ Não vou sair daqui enquanto não souber o que aconteceu contigo. Estive aqui à espera que acordasses. Já passaram 3 horas! Estou a enlouquecer de preocupação! Diz-me por favor.
“Oh Seiya…” - Levantou-se, mas continuou a não destapar a cara e o corpo –“A vida é tão injusta!”
“ Explica-me…” – Suplicou Seiya
Usagi: Não te assustes… - Puxou o casaco para baixo de modo a destapar a cara e os ombros – “Não e nada demais…”
A cara estava coberta de sangue seco que vinha do nariz. Os odangos tinham desaparecido e no lugar deles estavam enormes riças. Os ombros estavam vermelhos, pareciam meio arranhados mas nada que não passasse com as horas.
“ Não acredito” – Tocou na cara e depois nos ombros de Usagi. – “Quem… Quem te fez isto?!”
“ Foi o destino.”
“ O destino…” – Pegou em Usagi e levou-a para a casa de banho – “Vou te limpar as feridas e os arranhões. Estão num péssimo estado. Senão tratarmos agora deles podem infectar.”
“ Arigato Seiya…” – Usagi forçou um sorriso para tentar mostrar a sua gratidão.
“ Estou à espera que me digas quem foi, para eu dar cabo dele ou deles.”
“ Não podes fazer nada… Não vale a pena evitar mais.”
“ O destino, o destino… Porra do destino!” – A voz de Seiya saia trémula. “És tu que traças o teu destino! Tu podes o mudar.”
“ Não sabes do que falas…”
“ Não sei o que se esta a passar contigo, mas sei o que é mudar o destino… Eu mudei o meu, por ti…
“ Que queres dizer com isso?” – Usagi arregalou os olhos ao ouvir o que Seiya disse.”
“ Eu não devia estar aqui. Devia estar com a minha princesa. Devia estar a proteger o meu planeta. Pode acontecer algo lá. E no entanto… Eu estou aqui… Porque não aguentei mais. Não aguentei estar longe de ti, da pessoa que eu amo.”
Usagi corou com as palavras de Seiya: - “Demo…”
“Mas nada… Não vou desistir de ti, nunca mais. Vou lutar por ti, e não quero saber de destino nenhum. Tu podes o mudar, e eu posso ajudar-te a mudar. Basta quereres… E tu sabes, eu não gosto de perder.” – Sorriram-se ambos com a última frase de Seiya.
Seiya e Usagi estavam muito perto um do outro. Seiya acariciou a fase do Usagi e viu que ela fechou os olhos com o seu toque. Seiya aproximou-se mais de Usagi. Os seus lábios tocaram-se e foi como uma corrente eléctrica a passar por todo o seu corpo. O seu coração batia forte. Era uma sensação boa, uma sensação que nunca tinha sentido antes. Sentia que a ligação entre ele e Usagi era muito mais forte do que a aquilo que pensava. E isso agradava-o. Ainda havia esperança. Usagi não tinha rejeitado o beijo, aceitara-o e respondera-lhe.
“Odango… Aishiteru…”
“ Seiya…”
#9
Esperancoso
este capítulo, está mesmo: WOW
amei, amei, amei
coitadinha da usagi, aquela cena com o mamoru foi tãão estranha :'

quero ler mais, gostei mesmo muito : D


beijinhos & continua.
#10
eu estou apaixonada por sua fic... poderia ficar o dia todo lendo
tou ansiosa para a continuação


“ As coisas não se resolvem desta maneira… Estás a chegar ao limite,
isto não é normal, não és a mesma pessoa! Vamos falar”
Mamoru não
suportou mais, segurou as duas mãos de Usagi com uma mão e com outra
deu-lhe duas estaladas em ambas as bochechas. Não notou a força com que
tinha dado, mas foi de tal maneira forte que conseguiu acertar no nariz e
faze-lo sangrar. Usagi começou a chorar – “ Que estás a fazer!” –
Sentiu mais outro estalo na cara – “Itai!”

Mamoru enloqueçeu foi???? Afasta o que ele tava pensando em fazer
creio que ele ia fazer uma coisa muito feia... está fora de sim, não pode ser o mesmo Mamoru que usagi amava...


coração batia forte. Era uma sensação boa, uma sensação que nunca tinha
sentido antes. Sentia que a ligação entre ele e Usagi era muito mais
forte do que a aquilo que pensava. E isso agradava-o. Ainda havia
esperança. Usagi não tinha rejeitado o beijo, aceitara-o e
respondera-lhe.
“Odango… Aishiteru…”
“ Seiya…”

hehehe... Super contente Super contente Super contente isso ai, que emoção ao saber que usagi e saiya estão juntos...
... mas creio que vai ser duro para Mamoru aceitar peder para
saiya... quero que está fic seja muito grande muito mas
parar eu poder saborear... beijão

estarei a espera de mas....

eu escolho te louvar senhor com tudo o que sou, da minha vontade eu abro
mão, pois eu escolho o som do céu....
#11
wow.... ADOREI!!!! vou acompanhar a historia de certeza!!!! Parabens esta espetacular Esperancoso
There is always a way of get out... dont do stupid things, they are useless.
- KAIWAIII!
#12
Obrigado pelos vossos comentários mais uma vez Smile.
Aqui vem o próximo capitulo! Espero que gostem!

3º Capitulo: A descoberta

Aishiteru - Amo-te
Hime - Princesa
Sama - Utilizado para alguém muito importante

Usagi fechara-se no quarto de Seiya sem acreditar no que se tinha sucedido. Foi um erro, um enorme erro. Não deveria ter respondido ao beijo nem muito menos deveria ter gostado. O beijo deixara-a a tremer por todos os lados, como pequenos impulsos eléctricos, era agradável, muito agradável.
Começou a ouvir passos lá fora e desejou que pudesse se tornar invisível. Não estava preparada para encarar Seiya nem muito menos dar lhe uma explicação do que se sucedera. Que poderia dizer? Que foi um descuido? Não era descuido nenhum, não estava arrependida de nada. Sentia-se melhor que nunca.
“Odango posso entrar?” – perguntou Seiya do lado de fora.
-Silêncio-
“Vou considerar isso como um sim.” – Entrou para o quarto e fechou a porta atrás de si – “Peço desculpa, fui um descuidado.”
“Quero-me ir embora, podes-me emprestar alguma roupa? “ – Perguntou Usagi de imediato, sem olhar para ele.
“Como é que vais para casa?! Olha para o teu estado, estás com a cara numa miséria. O que achas que os teus pais irão pensar? Não sejas patética por favor. “
“Não quero ficar aqui, quero-me ir embora!” - insistiu Usagi
Seiya sentou-se junto dela – “Quer queiras quer não vais ter de ficar aqui. Não te vou deixar ir para lado nenhum. Precisas de ir limpando essas feridas e duvido que o faças sozinha. O que aconteceu à pouco foi culpa minha, e prometo-te que não volta a acontecer a não ser que tu o queiras. Descuidei-me… Qualquer homem se descuida. Foi algo inocente e sem segundas intenções!”
Usagi olhou para Seiya e os seus olhos começaram a ficar molhados – “Fizeste-me lembrar a pessoa que me fez isto!” – Tapou a boca com a mão – “Gomen Seiya… Não queria dizer isto.”
Seiya petrificou com as palavras de Usagi. Não estava a acreditar no que tinha acabado de ouvir. Foi algo espontâneo e inocente, sem segundas intenções. Por muito errado que tivesse sido, não se poderia comparar ao que lhe tinham feito.
Seiya baixou a cabeça – “Vou-te trazer umas roupas minhas, é provável que te fique um pouco grande mas acho que é melhor que nada.” – Levantou-se – “Podes ficar a dormir no meu quarto. Se te incomodar eu ficar aqui também posso ir para a sala.”
“Seiya” – Começou Usagi a dizer mas, infelizmente, já Seiya tinha saído do quarto.
Seiya não olhou para trás. Estava chocado, chateado e irritado com o que lhe dissera.

Usagi sentia-se horrível consigo mesma. Como é que poderia ter dito uma coisa daquelas? Não estava correcto da parte dela. Seiya estava certo, foi algo inocente sem segundas intenções. E a verdade é que tinha gostado.
Decidiu ligar aos pais, deviam estar muito preocupados o que não era lá muito bom.
“Boa, sem bateria!” – Disse Usagi quando reparou no telemóvel em cima da mesinha de cabeceira.
“Tens aqui, espero que te sirva” – Disse Seiya sem olhar para Usagi – “Boa noite”.
“Espera! Podes-me emprestar o teu telemóvel? O meu está sem bateria e gostava de dar uma palavrinha aos meus pais.”
“ Não há problema… Está aqui” – deu-lhe o telemóvel.
Seiya ficou surpreso quando Usagi não lhe deslargou a mão.
“Fica comigo por favor. Tenho medo.” – Pegou no telemóvel e marcou o número de casa.
“Moshi moshi, Ikuko” – Responderam do outro lado.
“Olá mãe. Estou em casa dos Three Light com a Minako. Ela pediu-me para ficar aqui, já sabias não já?”
“Usagi! Estás bem? Sim já sabia, a Minako tinha-me dito. Ela disse que andavam a fazer umas festas de pijama. Se quiseres ficar alguns dias é só dizeres. Mas para o teu pai, estas apenas em casa da Minako estamos entendidas?” – Ikuko riu-se com o que tinha dito. Kenji estava-se a tornar velho demasiado rápido!
“Obrigada mãe. Boa noite”
“Então, está tudo bem com os teus pais?” – Perguntou Seiya de modo a meter conversa com Usagi.
“Está, a minha mãe disse que até podia ficar mais dias.”
“Era uma boa ideia não achas? Do modo que estás… Pedíamos à Minako que te trouxesse a roupa. Meteres-te na tua casa nesse estado não é lá uma ideia inteligente.”
“Sim tens razão, amanha falo com ela sobre isso” – Usagi pousou a cabeça no ombro de Seiya. Sentia-se cansada, tão cansada que parecia que tinha corrido a maratona duas vezes. – “Seiya, desculpa pelo que disse. Estava nervosa e confusa. Não era o que queria dizer. Por favor volta-me a chamar Odango outra vez. Não gosto de te ver assim comigo!” – Corou depois de notar no que tinha dito.
“Acho que ultrapassas-te os limites, né… Odango?”
“Sim um pouco. Mas foi tudo apenas em tão poucas horas.” – Usagi lembrou-se do que acontecera e começou a chorar – “Não é normal”.
“É agora que me vais contar o que aconteceu?”
“Se eu contar prometes que não fazes nada perigoso e absurdo?”
“Não sei, mas prometo que não volta a acontecer nunca mais, porque vou estar sempre ao teu lado de hoje em diante”
“Oh Seiya… Bem.” – Olhou para os olhos de Seiya. Estava preparada para contar, mas era muito, muito complicado para si relembrar do que acontecera. – “Lembras-te da chamada que recebi?” – Seiya assentiu – “ Era do Mamoru, ele disse que tinha de falar comigo urgentemente. Pensava que era algo sobre ele voltar para América e fui a correr ter com ele. A verdade é que não esperava outra coisa. Não havia aqui nada que lhe prendesse aqui. Mas, quando cheguei… Ele estava muito estranho. E falou de alguns medos dele, basicamente… Sobre o destino que nos une. São coisas que ainda não sabes mas eu prometo-te que irei contar mais tarde. A verdade é que, se nos não ficarmos juntos, vai haver uma pessoa que nunca vai existir entendes? E ele quis mudar isso… hoje.” – Usagi tapou a cara com as mãos. Era vergonhoso o que acontecera.
Seiya ficou estupefacto com o que tinha ouvido. Não sabia nada do tal destino que Usagi falava, mas percebia onde Mamoru e ela queriam chegar. Percebia também que Usagi não queria, simplesmente por não estar preparada e Mamoru não aceitou isso.
Seiya começou a ficar tenso, tenso demais, pois já termia por todos os lados, de tanta raiva que sentia. Como era possível o namorado de Usagi ter-lhe feito tal coisa. Ainda por cima prometera-lhe uma vida juntos e feliz.
“Seiya… Eh Seiya…” – Seiya continuava com os olhos arregalados e a estremecer só de imaginar a situação. Usagi a chorar enquanto Mamoru a despia e lhe batia. Usagi a gritar por ajuda enquanto Mamoru lhe arranhava a pele para fazer as coisas rápidas.
“SEIYA” – Usagi abanou Seiya. – Começava a ficar preocupada com o estado dele.
Seiya abraçou Usagi com demasiada força – “ Promete-me, promete-me que a partir de hoje nunca mais vais ter com ele”
“Seiya eu…”
“PROMETE-ME. Juro-te pela minha vida que ele não vai sair ileso disto! Prometo-te com todo o meu ser!”
“Calma Seiya, acalma-te por favor. Ainda te acontece algo!”
“Como é que posso ter calma?! A pessoa que eu amo foi magoada pelo próprio namorado! Ainda por cima acha que as coisas podem mudar, só porque existe um destino duradouro entre eles os dois!”
“Já chega” – Usagi levantou-se – “Ou tu te acalmas ou eu vou para a rua dormir assim mesmo da maneira que estou”
“Pedes-me para ter calma depois do que aconteceu? Diz-me como por favor. Que eu não sei. Podia ter evitado tudo. Podia ter-te levado lá e ficado a tua espera!”
“Foi escolha minha e tu apenas aceitas-te. E estou te grata por isso. Agora por favor, foi um dia demasiado comprido para mim. Posso-me deitar e descansar um pouco por favor?”
“Desculpa, foi uma notícia demasiado chocante para mim. Nem me lembrei da maneira de como te sentias. Desculpa Odango.”- Beijou-a na cara - “ Descansa, amanhã falamos “ – Começou a ir embora quando Usagi o agarrou pela cintura de costas.
“Eh Seiya… Podes ficar comigo hoje? Não quero abusar mas… Foi um dia complicado, e não quero ficar sozinha esta noite.”
Seiya sorriu para si mesmo –“Ficas com ¼ da cama, o resto é meu estamos entendidos?”
“Não és nada cavalheiro” – Usagi fez beicinho e deitou-lhe língua de fora. – “ Fizeste-me lembrar o que foste pela primeira vez a minha casa. A Chibi Chibi ainda cá estava lembras-te? Levei dois bolos e pedi-te para escolher um, um acto de boa educação. E o que disseste?”
“ Que ficava com os dois” – Disseram os dois ao mesmo tempo – “Não me esqueço de um único dia que passei contigo Odango”.
Seiya deitou-se na cama e esperou que Usagi se vestisse.
“Eh Ogando... Achas boa ideia amanhã combinarmos algo? Quer dizer, o inimigo apenas apareceu uma vez. Se calhar desistiu depois de ver tantas Senshis.”
Usagi deitou-se e enrolou-se no cobertor – “ Não sei, se calhar estão a preparar alguma armadilha bem perigosa. De qualquer maneira duvido que seja boa ideia me verem neste estado. Se disser que foi o Mamoru ainda lhes dão um ataque cardíaco.”
“Amanhã também não temos aulas. É fim-de-semana, por isso o melhor é mesmo ficarmos aqui e fazermos como tínhamos pensado.”
Usagi aproximou-se mais de Seiya e agarrou-o – “Arigato Seiya. Tens sido o melhor amigo que qualquer pessoa gostaria de ter. Espero que fiques aqui comigo para sem…” – O sono acabou por dominar Usagi.
“Não te preocupes Odango. Não te deixarei nunca mais. Aishiteru Hime-sama.”

No quarto junto ao de Seiya, Minako e Yaten discutiam o que tinha acontecido a Usagi.
“Nunca vi algo assim, deve ter sido algum tipo de violador. Estou tão preocupada Yaten, e se lhe fizeram algo mais do que deviam?” – Perguntou Minako assustada com o que poderia ter acontecido.
“Para ela estar naquele estado é porque não lhe chegaram a fazer nada, está descansada. Mas a partir de hoje não podemos tirar-lhe a vista de cima.”
“Hai! Vou andar atrás da Usagi-chan tal como na altura que a Sailor Tin Nyanko andava em busca da sua Star Seed!”
“ Assim mesmo! Vamos dormir?” – Disse Yaten puxando a Minako para a cama.
“Vamos… Estou para ver como vamos contar a nossa situação aos outros.” – Disse Minako dando um beijo na cara de Yaten.
“Vai ser uma pressão!”

No dia seguinte Usagi acordou com os primeiros raios de sol. Não dormira o suficiente, mas ao menos dormira sem pesadelos e preocupações. Seiya ainda dormia junto dela com o braço a agarrar a sua cintura. Usagi sentiu-se protegida, sabia que agora não se tinha mais de preocupar. Havia pessoas junto dela que estavam em alerta e que não a iam largar.
Levantou-se cuidadosamente da cama e dirigiu-se à casa-de-banho. A cara estava inchada e com nódoas negras, os ombros estavam vermelhos, mas os pequenos arranhões já tinham desaparecido. A última vez que se tinha visto assim foi quando caiu da bicicleta, e mesmo assim nunca chegou a ficar com a cara neste estado.
“Talvez um bom banho me faça bem” – Pensou Usagi para si mesma.

Mamoru passara a noite acordado. Como deixara Usagi escapar! Confio demasiado nela, e acabou por perder, provavelmente, a única oportunidade que tinha. Agora tudo vai acabar por saber o que lhe tinha feito e vai haver muitos confrontos entre ele e o resto do pessoal. Ainda por cima Nalia tinha lhe ligado a perguntar quando voltava para a América. A verdade é que voltou para o Japão sem lhe dizer nada frente a frente.
“Só mais uma tentativa, e depois irei embora…” – Pensou Mamoru para si – “E será ainda hoje.”

Seiya acordou sobressaltado. Tivera um pesadelo terrível. No seu pesadelo Usagi tinha sido levada pelo Mamoru e nunca mais a encontrava.
“Então já acordas-te?” – Perguntou Usagi com algo nas mãos. – “Espero bem que sim porque vim cá trazer-te o pequeno-almoço. É uma forma de agradecimento pelo que fizeste por mim!”
“Obrigado Odango” – Pegou no prato – “ É mesmo comestível?”
“É sim! Tive todo o cuidado possível. Sei que não sou experiente na cozinha, mas a Makoto deu-me algumas lições de base!” – Disse Usagi amuada.
“Deixa-me lá provar esta… Esta obra de arte.”
Começou por tirar um pedacinho daquele líquido da ponta do prato – “Está óptimo! O que é?”
“Nariz de porco com leite de galinha e ovos de camelo” – Disse Usagi a rir-se.
“Piadinha! A sério diz-me lá! Também quero aprender esta receita.”
“Então, é um batido. Só que em vez de levar leite como liquido, leva sumo de laranja. Usei manga e cenoura como. A Makoto fazia isso muitas vezes na nossa sessão de estudo. E eu adorava!”
A sua conversa foi interrompida por o bater da porta. Minako entrou com Yaten.
“Usagi-chan, pareces muito melhor agora!” – Abraçou-a com força – “Que aconteceu?”
“Minako-chan, é uma longa história. Será possível falar disso mais tarde? Hoje precisava de um dia animado.”
“Oh claro! Combinei com as outras meninas para cá virem, incluindo a Haruka e as outras! Vem depois do almoço. Vão ficar cá até ao jantar.”
“Oh! Isso é óptimo! Precisava mesmo de as ver!”

O resto da manha foi divertida. Minako e Usagi decidiram fazer o almoço juntas o que preocupou Yaten e Seiya. Minako várias vezes metia-se com Yaten o que fazia com que Usagi se risse e ficasse mais alegre. Depois do almoço ficaram a ver uma serie de comédia. Usagi acabou por adormecer, infelizmente não percebia grande parte das piadas.
“Já sabes de alguma coisa Seiya?” – Perguntou Yaten
Seiya exaltou-se ao ouvir a pergunta – “Sei vagamente. Mas ela pediu-me para não contar. Quer ser ela a dizer.”

As primeiras a chegarem foram a Haruka e a Michiru, seguidas pelas Setsuna e Hotaro. Mais tarde chegaram as restantes (Ami, Rei e Makoto). Seiya tinha levado Usagi para o seu quarto. Não queria perturbar o sono de Usagi, sabia que estava exausta. Acabaram por ficar todos na sala a jogar às cartas. Ami e Taiki eram os mais fortes e estavam empatados. A Rei e a Minako estavam a pensar numa maneira de engana-los e fazerem batota. Hotaro ficara a ver T.V com a Setsuna. As restantes três estavam na cozinha a preparar o jantar.
“A Usagi está a dormir à tanto tempo. Aconteceu-lhe algo?” – Perguntou Haruka quando chegou à sala.
“Acordou muito cedo hoje. Parece que não dormiu bem” – Disse Minako, na tentativa de Haruka não perguntar mais do que o que devia.
“Daqui a pouco vou lá acima ver. Ainda não tive oportunidade de falar com ela nestes tempos.”
Usagi acordara bem atordoada.
“Acho que dormi demais” – Disse para si mesma. Levantou-se e dirigiu-se à casa de banho. Estava novamente toda despenteada e desengonçada. Tentou arranjar os odangos, mas sem sucesso. Estavam demasiado embaraçados e não lhe apetecia pentear. Lembrou-se das feridas da cara. Ainda estava um pouco inchada. As nódoas negras começavam a ficar mais escuras o que não facilitava nada o aspecto dela.
“Se as meninas me virem assim vão se chatear se eu não contar porquê” – Pensou para si – “Se calhar é melhor ficar no quarto. O Seiya ou a Minako devem vir ver-me”.
Usagi deitou-se de novo e começou a pensar nos últimos dias. Tinham acontecido coisas más, mas também coisas bastantes boas. No meio dos seus pensamentos o telemóvel tocou. Usagi recebera uma mensagem. Era de Mamoru:
“Desculpa Usako, estava agitado com as coisas de América e não reparei no que te tinha feito. Mais tarde ou mais cedo terei de voltar. Queria ver-te pela última vez. Esperarei por ti no parque do costume hoje às 7 horas. Por favor aparece.”
“Usako…” – As primeiras lágrimas começaram a aparecer. – “Chamou-me Usako. O Mamoru está a voltar ao que era dantes. Tenho de ir.”
Usagi penso numa ideia de sair dali. Era demasiado complicado. Seiya sabia da verdade e não iria a deixar sair. Principalmente para ver Mamoru.
“Usagi-chan posso entrar?” – Perguntou Haruka.
“Pode claro.” – Disse Usagi. Era agora a grande oportunidade para ela sair.
#13
Olá, Lunni!
Gosto muito da tua fic.
Muito bem escrita e com uma história muito fixe!
Parabéns!


*Há 3 anos nesta comunidade*

AMEI A.S.!

#14
pronts tu já sabes que eu estou a adorar a fic [:
por isso não me vou alongar muito

continua, está mesmo muito bom *-*
beijinhos
#15
estou a adorar a tua fic Emocionada
esta muito gira
Ai aquele Mamuro eu mato-o agora que ter a Chibi-usa a força e que sofre é a Usagi. Martelar Martelar Martelar
Beicinho espero que não a deixem ir ter com ele ao parque.Ave
o Seiya esta a ser muito fofo com ela. lol Super contente

continua
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino

visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm
#16
ahhhhhhhhh
avontade de lêr sua fic só aumenta a cada vez qeu leio
por favor posta logo... estou muito ansiosa para saber
o que mamoru vai fazer com Bunny... será que ele vai ter
capacidade de pega-la a força de novo....

... achei tão lindinho Seiya e usagi dormindo juntos...
tá realmente incrivél... posta depressa estou muito ansiosa

beijão Very Happy

eu escolho te louvar senhor com tudo o que sou, da minha vontade eu abro
mão, pois eu escolho o som do céu....
#17
Obrigada mais umas vez queridos leitores Smile. A pedido da anny e como gosto sempre dos comentários carinhosos dela vou já colocar o próximo capitulo! Os vossos comentários e visitas dão me ainda mais vontade para continuar a escrever, muito obrigada!

Capitulo anterior

Usagi penso numa ideia de sair dali. Era demasiado complicado. Seiya
sabia da verdade e não iria a deixar sair. Principalmente para ver
Mamoru.
“Usagi-chan posso entrar?” – Perguntou Haruka.
“Pode
claro.” – Disse Usagi. Era agora a grande oportunidade para ela sair.

Capitulo 4: O aparecimento de Hoshi
Hoshi - Estrela
Nani?! - O quê?!

“Que aconteceu?!” – Perguntou Hakura ao ver a Usagi daquela maneira.
“Hum nem queiras imaginar! O chão das escadas que davam para o meu quarto estava molhado e eu dei uma queda enorme! Nem sei como não parti nada.” – Disse Usagi a fazer um riso forçado. Sabia que era errado mentir a uma amiga. Ainda pior a uma amiga que sempre a protegeu e preocupou-se com ela.
“És sempre a mesma coisa Usagi-chan. Não há remédio para ti!” – Disse Hakura a rir-se imaginando a cena.
“Eh eu sei… Haruka. O Mamoru chegou ontem da América. Eu gostava de o ir ver agora mesmo. Podes-me levar lá?”
“Chegou? Não sabia! Podemos ir todos juntos e fazer-lhe uma surpresa!”
“Hum… Hoje gostava de ficar a sós com ele, por favor.” – Pediu Usagi a fazer beicinho.
“Ve lá se o Mamoru não te come, gatinha. Bem vamos então?”
“Eheh, vamos. Mas não digas a ninguém! Fica só entre nós!”
Usagi agarrou o braço de Haruka e foram as duas despedir-se dos restantes. O plano estava a correr bem e Usagi finalmente iria perceber o que se sucedera. A forma que Mamoru a tinha tratado não era normal nem muito menos a sua atitude. Ele nunca iria pela maneira mais dolorosa de resolver as coisas, principalmente a maneira que pode magoar os outros.
“Então onde vocês vão?” – Perguntou Rei toda divertida com as brincadeiras das cartas. A batota estava a resultar e já estava em primeiro lugar, seguida da Minako.
“Vamos ver o Ma… Vamos dar um passeio. A Usagi quer um gelado.”
“Mas há gelados no congelador.” – Disse Taiki.
“Sim, e podemos ir todos juntos não acham?” – Concordou Seiya.
“Oh é rápido!” – Disse Usagi empurrando Haruka para sair – “Nós voltamos já já!”

“Não percebo porque não queres que eles saibam do Mamoru” – Disse Haruka meia confusa.
“Primeiro quero falar com ele, à tanto tempo que não o vejo!”
O caminho foi bastante descontraído e confortante. A música do rádio era à base de instrumentos musicais o que relaxava os nervos de Usagi.
Ao passar por uma casa antiga, com musgo à volta do tecto e as paredes de pedra um pouco rachadas, Usagi e Haruka ouviram um grito. Haruka parou o carro e ambas foram ver o que se passava. Sentiram um poder enorme vindo de dentro da casa. Juntas entraram com cautela. Encontraram roupas estendidas no chão e alguns esqueletos. Ao fundo de um corredor encontraram uma pessoa. Era um homem esbelto de cabelos brancos muito deslumbrantes. Parecia vindo de um filme onde os heróis são sempre homens perfeitos. Junto dele estavam três monstros, os mesmos monstros que Usagi encontrara na primeira vez. Ao lado dos quatro, estavam dois corpos humanos estendidos no chão.
“Vocês não conseguem encontrar os espíritos certos! Só vejo espíritos de baixo nível!” – Disse o homem.
“Desculpe ssssenhorrr. Neste planeta é muito dificiiiil encontrrrrrar os espíritos especiais. Só conseguimossssss os verdessss e negrosssss. Estessss humanossss são tão vulgares.” – Disse o monstro.
“Tu já foste um deles.” – Riu-se o homem.

Usagi e Haruka não queriam acreditar no que viam. A cara dos humanos estendidos no chão estava a envelhecer muito rápido. Um deles já tinha a pele junto aos ossos.
“Haruka… Vamos embora daqui… Sozinhas não conseguimos fazer nada!” – Disse Usagi a tremer de medo.
“Temos de fazer algo, não podemos deixa-los continuar com esta crueldade!”
“Não há nada que possamos fazer! Aquelas pessoas já estão mortas! Não ouviste o que disseram? Levaram-lhes o espírito!”
“Talvez os consigamos recuperar! Se usares o teu poder… Mas tens razão sozinhas não podemos fazer nada. Vamos voltar para o apartamento dos Three Lights.” – Disse Haruka pegando na mão da Usagi. – “ Tem cuidado, não nos podem ouvir.”
Juntas voltaram para o carro. Usagi tremia de medo. Fez-lhe lembrar a altura da Rainha Beryl.
“Estás bem? Tens frio?” – Perguntou Haruka.
“Não, tenho medo! Aquela cena foi horrorosa.”
“Não te preocupes, nos vamos conseguir derrotar este novo inimigo. Basta termos alguma informação deles. Temos é de ir falar com as outras agora!”
“Agora? Mas… O Mamoru…”
“O Mamoru vai ter de esperar. É mais importante ajudar agora o nosso planeta não achas?”
Usagi concordou. Pegou no telemóvel e começou a escrever uma mensagem:
«Mamo-chan, desculpa mas não poderei vir ter contigo. Hoje encontramos uns monstros horríveis numa casa antiga e estavam a sugar o espírito das pessoas. Era importante vires ter connosco. Vamo-nos encontrar no apartamento dos Three Light ok? Promete que vens! Beijinhos. Usagi”»
“Disse ao Mamoru para vir ter connosco. Também é importante ele saber não é?”
“Claro. É bom tê-lo de volta. Ver-te assim tão em baixo deixa-nos todos tristes.” – Disse Haruka a sorrir para Usagi.
“Sim…”

No apartamento dos Three Light, Rei e Minako estavam a discutir com a Ami e o Taiki. Parece que ambas foram apanhadas na sua belíssima batota. Seiya e Yaten já estavam no chão por não aguentarem de tanto riso. Michiru e a Setsuna tinham feito um bolo de chocolate com pedaços de morangos e Hotaru ainda via televisão.
“Já chegaram?” – Disse Yaten ainda a rir-se. Já se notavam pequenas gotas de água que sobressaiam o verde-esmeralda dos seus olhos.
“Sim. Acabou a brincadeira ok? Estamos à espera do Mamoru para conversarmos sobre o nosso inimigo. Eu e a Usagi encontramos hoje um esconderijo deles, aparentemente.”
“Esperem a ver se percebi. O Mamoru está cá? E encontraram o esconderijo? Fizeram algo?” – Perguntou Rei baralhada.
“Sim, parece que o Mamoru chegou ontem da América. A nossa Usagi não disse nada a ninguém” – Piscou o olho a Usagi – “ Parece que é um esconderijo. Encontramos roupas e cadáveres. E vimos três monstros junto de um homem. Não fizemos nada, parecia demasiado perigoso para irmos apenas as duas. E a Usagi estava cheia de medo.”
“Eu ouvi um pouco da conversa deles. Falaram dos espíritos dos humanos deste planeta serem muito vulgares. Deram cores aos espíritos. Cor verde e negra mais precisamente.” – Disse Usagi tentando buscar pedaços do que ouvira na sua memória.
Setsuna e Hotaro entreolharam-se. Sabiam de uma história assim parecida. Os restantes ficaram a olhar para Usagi à espera de mais algo. Seiya parecia ter entrado num estado de transe.
“Que pensas disto Seiya? Tu que viste e atacaste o nosso primeiro inimigo.” – Perguntou Usagi.
Seiya piscou os olhos. – “Na verdade não sei se há alguma ligação. Nós vimos uma mulher e um monstro. Mas parecem que tem algo em comum. Precisam da energia vinda dos espíritos dos humanos.”
“Eles deram cores aos espíritos? Isso é que não percebo. Os espíritos tem cores?” – Perguntou Ami.
“Já ouvi falar nisso. O meu avô costumava contar histórias sobre isso. Ele dizia sempre que o meu espírito tinha cor vermelha. Simboliza a parte afectiva. O amor e carinho que tenho pelos meus.” – Disse Rei. – “ Mas não me lembro muito bem. Posso lhe perguntar, quando ele se sentir melhor.”
“Cor vermelha? Nãoooo. Duvido. Deves ter é cor preta. Cor do mal.” – Disse Usagi a picar Rei.”
“Deve ser melhor que a tua. Cor amarela. A cor da fome. AHAHAHAH.” – Disse Rei.
Todos desmancharam-se a rir. A relação da Usagi e da Rei continuava a mesma de sempre.
“Posso falar contigo? A sós.” – Perguntou Seiya a olhar para Usagi.
“Po…Podes.” – Disse Usagi ao ver a cara séria de Seiya.

“Posso saber porque o Mamoru vem aqui?” – Perguntou Seiya enfurecido. –“ Já não te bastou o que ele te fez?!”
“Bem… Ele sempre esteve connosco nas lutas. Acho que é importante ele estar aqui.”
“Depois do que passas-te ainda és capaz de dizer isto?!”
“Sou… Provavelmente ele não estava mesmo no seu dia e aconteceu-lhe. As pessoas têm direito a perder a cabeça não?!”
Usagi estremeceu quando viu Seiya a bater na parede.
“Ok foi escolha tua.”
Usagi ficou parada a ver Seiya a sair. Percebia o comportamento dele. Tinha dois motivos bem fortes. Um: Mamoru tinha abusado e ultrapassado os limites; Dois: Seiya gostava dela. O telemóvel tocou, era uma chamada de Mamoru.
“Mamo-chan! Demoras muito?”
“Estou mesmo à porta. Podes ser tu a abrir por favor?”

Usagi foi a correr abrir a porta. Todos ficaram a olhar para ambos. Mamoru continuava o mesmo homem de sempre, mas algo de estranho tinha acontecido com Usagi. Usagi estremecera quando Mamoru a abraçou.
“Mamoru! Como estás?” – Perguntaram Haruka e Rei.
“Estou óptimo. Nem imaginam como foi na América! Tive tantas oportunidades! E conheci imensos lugares.”
“Óptimo, podes contar tudo. Sempre sonhei em ir à America” – Disse Minako – “Um dia irei lá, ser uma estrela!”
“Só se for a estrela das alunas com piores notas.” – Disse Yaten.

Mamoru contou um pouco das histórias na América. Minako estava completamente pegada à conversa, pelos lugares que Mamoru visitara. Gostava imenso de ir estudar para lá teatro ou até mesmo aulas de canto. Mamoru prometera-lhe mostrar fotografias e que, quando voltasse para América arranjaria um bilhete para ela.
Hotaro também estava fascinada com a conversa dele. Taiki perguntava se conhecera algum professor de física ou de astronomia. Andava a ler alguns livros que o fascinara. Usagi e Seiya comeram três pedaços enormes de bolo de chocolate. Estavam ambos com as mãos sujas e andavam a limpar-se um ao outro. A conversa durou pelo menos duas horas. Usagi começava a ficar, mais uma vez, com sono.
“Bem Mamoru está na altura de saberes algumas coisas.” – Disse Haruka.
Haruka e Taiki contaram tudo o que sabiam. Taiki falou do primeiro dia que viram o inimigo. Falaram da mulher e do “Zombie”. Haruka falou da casa antiga e do homem.
“Hum, parece que eles precisam da energia dos espíritos para sobreviver” – Disse Mamoru.
“Acho que eles precisam muito mais que isso.” – Disse Setsuna. – “Falaram particularmente das cores dos espíritos. E parece que eles não estão a encontrar o que precisam.”
“Sim isso é verdade.”
“Teremos de procurar informações. Setsuna consegues arranjar algo? Rei tenta falar com o teu avô. Essas histórias podem ser fundamentais para nós.” – Disse Ami.

O resto do tempo foi a falar sobre possíveis estratégias de apanhar o inimigo no esconderijo. A que parecia mais correcta era de Mamoru e Taiki, que achavam que era importante espiar a casa todos os dias. Atacar sem saber o que lhes esperam era demasiado perigoso. Iriam esperar pelas informações de Setsuna e Rei. Ami deu a hipótese de colocar uma câmara na altura que nenhuns dos inimigos estejam em casa.
A Michiru e a Haruka disseram que iriam arranjar uma câmara pequena que desse para esconder dentro dos buracos da casa.

Mamoru saíra mais cedo. Recebera um telefonema que o deixara preocupado. Makoto fizera uma sopa para o avô de Rei e ambas foram para o templo.
“Bem parece que já temos tudo combinado.” – Disse Usagi a espreguiçar-se
“E então vemo-nos amanhã?” – Perguntou Michiru.
“Sim! Aqui novamente à mesma hora.” – Disse Taiki.
Michiru, Haruka, Setsuna e Hotaro foram-se embora. Michiru prometa a Usagi que faria mais bolos de chocolate com pedaços de morango, o que alegrou ainda mais Usagi.
“Vamos dar uma volta ao parque?”- Perguntou Usagi – “Está uma noite bem bonita!”
“Pensava que estavas cansada.” – Disse Yaten – “Parece que o bolo tem um efeito energético. Devias comer mais!”
“Não sejas mau Yaten!” – Minako deu-lhe um morro do abdómen.
“Vamos então minna. Odango desta vez leva uma manta ahah.”

O caminho foi divertido. Taiki, Ami e Seiya falavam de um filme que estava no cinema. Era de comédia e terror, parecia interessante para todos irem ver. Minako, Yaten e Usagi estavam a conversar sobre a possível volta dos Three Light. Era uma boa ideia continuarem a cantar e a fazer novas músicas. Yaten disse que iria falar com os outros e a ver o que faziam. A verdade é que lhe dava um prazer enorme cantar.
Chegaram a um parque para crianças. Minako e Yaten foram buscar bebidas e um gelado para Usagi. Taiki e Ami estavam a mexer no computador que Taiki tinha trazido. Iriam ver as sessões do filme e o preço dos bilhetes. Usagi encontrou umas flores muito bonitas e foi buscar algumas. Seiya foi atrás dela, mas perdera-a de vista.
“Quando vê algo que lhe interessa a Odango parece um furacão.” – Disse Seiya para si mesmo.
Junto de uma árvore estava uma menina sentada a comer uma maçã. Não tinha mais de 8 anos. O cabelo estava preso pelo totó que lhe dava pelos ombros, tinha uma cor idêntica à do cabelo de Seiya. Os olhos tinham cor azul-marinho. Usava um vestido branco muito simples.
“Estás perdida?” – Perguntou Seiya.
A menina ficou a olhar para o estranho que estava à sua frente. De repente os olhos começaram a esbugalhar-se.
“ Que se pass….” – Seiya foi interrompido por um abraço apertado.
“Paizinhoooooooo”
“Nani?!” – Seiya ficou chocado com o que ouvira.
“Não te lembras de mim?! Sou eu pai! A Hoshi a tua filha!” – Dissera a menina. – “ Onde está a mãe?”
Seiya estava muito confuso. Não conhecia a menina de lado nenhum.
“Desculpa mas não sei quem és…”
A menina largou Seiya. Agarrou a cara dele com as duas mãos pequeninas – “Bem me parecia. A ChibiUsa bem dizia que não me irias conhecer. “ – A menina pôs-se em pé. – “Paizinho eu sou a tua filha do futuro! Pedi a ChibiUsa para voltar atrás no tempo e conhecer-te quando eras mais novo! A ChibiUsa diz que no passado a mãe era ainda mais parva do que no futuro. Ela queria vir comigo mas não pode. Tinha testes durante dois dias!”
“Então… A ChibiUsa também é minha filha. E quem é a mãe?” – Disse Seiya sentindo a cabeça à roda.
“Ainda não estás junto da mãe?!” – Disse Hoshi chocada. – “Assim as coisas são mais aborrecidas! A mãe é a Usagi!”
Seiya paralisou. Não dava para acreditar mais. A filha tinha vindo do futuro, e agora a mulher dele era a Odango?
“Seiya trouxe um ramo de flores tão bonito para pores no teu apartamento!” – Disse Usagi. – “Oh quem é essa menina? Está perdida?”
“Mãe!”
“Nani?! Mãe?” – Usagi ficou boquiaberta – “Seiya que andaste a dizer a esta menina?”
“Eu não fiz nada, vim lhe perguntar se estava perdida e ela começou-me a chamar pai e falar que vinha do futuro. Que a irmã ChibiUsa não pode vir…”
“ChibiUsa?!” – Usagi pegou na menina – “ A ChibiUsa está bem?!”
“Sim mãe. Teve algumas mudanças não é! O destino mudou! Mas continua a mesma irmã chata de sempre.”
“Como te chamas? Tens que idade?” – Abraçou a menina – “Deste-me uma notícia tão boa!”
“Sou a Hoshi e tenho 7 anos! Pedi a ChibiUsa para vir cá ver-te e fomos perguntar à mãe, que deixou. Ela não pode vir porque tem muitos testes.” – Olhou para Seiya – “O pai parece que paralisou, não recebeu tão bem a notícia como tu!”
“Pai? Seiya?” – Usagi olhou para Seiya. Seiya continuava sentado no chão. Sentiu o olhar de Usagi sobre ele e levantou-se.
“Bem, não estava preparado para tal notícia não é…”
“O pai disse que ainda não estavam juntos! Mas que seca! Demoraram assim tanto?” – Disse a menina a fazer cara séria.
“Bem, há muitas coisas que ainda estão por resolver…” – Disse Usagi.
“Então resolvam rápido” – Disse a menina ao sair do colo de Usagi. – “ Dou-vos dez minutos.” – Sentou-se novamente junto da árvore. Fechou os olhos e tapou os ouvidos. – “Olhem que eu não gosto de esperar!
“ As coisas não se resolvem assim!” – Disse Usagi, mas Hoshi já não ouvia nada.
“Que vamos fazer agora?” – Perguntou Seiya.
“Eu… Não sei” – Começavam a aparecer manchinhas vermelhas nas bochechas de Usagi.
“Não parece mentira. A verdade é que eu sempre gostaria de dar o nome de Hoshi (Estrela) a uma filha minha” – Disse Seiya a corar também. – “Afinal sempre conseguiste mudar o destino.”
“Mas o Mamoru… Não percebo nada!”
“Nem eu, mas acho que vamos perceber com o tempo.”
“Já está? Já estão juntos?” - Perguntou Hoshi.
“Ela é como tu, pouco paciente.” – Disse Seiya a rir-se.
Usagi corou ainda mais. Pegou na mão de Seiya e ambos foram para junto da Hoshi.
“Iremos resolver ainda hoje, mas não agora. Está a ficar tarde e frio, temos de ir para casa” – Disse Usagi.
Seiya pegou em Hoshi e ambos voltaram para juntos dos outros.

“Onde é que andam eles os dois?” – Perguntou Yaten.
“Se calhar fugiram, ou andam a fazer coisas que não se deve.” – Disse Minako a rir-se. – “ Não há problema eu como o gelado da Usagi.”
“Não devia fazer isso à Usagi-chan. Ela vai ficar muito aborrecida!” – Disse Ami
“Oh, ela não se vai impor…” – Minako foi interrompida pela voz de Hoshi.
“Tio Yatennnnnnn” – Disse uma menina ao fundo do parque.
“Tio Yaten?” – Perguntou Taiki a olhar para a menina.
“Tio Taiki!!” – Saltou para o colo de Taiki – “ Continuas o mesmo, sempre de portátil ao lado!”
“Quem é esta menina?” – Perguntou ao ver Usagi e Seiya.
“Longa história” – Disseram ambos.
#18
obrigada pelo carinho... eu amei esse capitulo e ficarei a espera
do próximo...



Nossa... pera ai deixa ver se eu entendi...
(estrela) é filha de Saiya e Usagi???? mas chibi-usa nasceu!!!
isso quer dizer que Mamoru ainda vai tentar algo com Usagi!!!
... mas a menina veio unir Saiya e Usagi, acredito que Saiya
não permitira que Mamoru toque na Usagi... isso tá pegando fogo

Junto de uma árvore estava uma menina sentada a comer uma maçã. Não
tinha mais de 8 anos. O cabelo estava preso pelo totó que lhe dava pelos
ombros, tinha uma cor idêntica à do cabelo de Seiya. Os olhos tinham
cor azul-marinho. Usava um vestido branco muito simples.
... mas eu tenho uma curiosidade! a Usagi aceitou essa historia
muito rapido, eu acho que ela gosta do Saiya do mesmo jeito
que ele gosta dela...

ah e acho que esse inimigo deve ter possuido o corpo do Mamoru para ele fazer o que fez...
... e aparecer de cara limpa, e ainda por cima abraçar a USAGI
fico imaginando a reação de Saiya vendo tudo aquilo e não podendo fazer nada... ele até que se conteve

está maravilhoso esse capitulo... mas ainda tem muita coisa
pra acontecer... vejo que o inimigo rouba almas, será que esse novo inimigo não te relação
com a nova namorada de Mamoru????? fiquei a pensar nessa
possibilidade... mas verei no decorrer da historia...

estarei sempre atenta as atualizações...
... beijos querida, e muitas expirações Very Happy


eu escolho te louvar senhor com tudo o que sou, da minha vontade eu abro
mão, pois eu escolho o som do céu....
#19
O Seiya e a Usagi têm uma filha ?! Shocked
OMG! Nem me passou isso pela cabeça, mas foi uma ideia excelente Esperancoso
Quero ver como é que isto vai acabar, estou a ADORAR a fic Very Happy

Beijinhos & Continua.
#20
Usagi e o Seiya tem uma filha? Surpreso Lagrimas
por sinal pare-se ser muito fofa. Simpatico2
mas afinal kem sera o pai verdadeiro da Chibi-usa o Seiya ou o Mamuro??? Pensativo 2

continua
a tua fic esta mt gira. Brincalhao
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino

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