Crónicas de um rapariga singular
Gostei deste capítulo Joana!
Mas no fundo, acho que podias ter desenvolvido mais, adorei a revelação do capítulo anterior, mas este deixou-me muito a desejar, toda a cena apenas se desenrolou no quarto, mas não te quero deitar abaixo, é só para tentares ver o meu lado.
Boa continuação! Estou ansioso de ler mais (:
Mas no fundo, acho que podias ter desenvolvido mais, adorei a revelação do capítulo anterior, mas este deixou-me muito a desejar, toda a cena apenas se desenrolou no quarto, mas não te quero deitar abaixo, é só para tentares ver o meu lado.
Boa continuação! Estou ansioso de ler mais (:

Muitoo Obrigadooo Amigo Secreto
3/4 nesta comunidade!
Olá! Adoro a tua história - admito que é a única que li que é mais nova - e quero, não: exijo, que tu a acabes!
Se quiseres ajuda é só dizeres!
Anyway, O MAMO-CHAN TEM UMA IRMÃ! U.u, tu leste a minha Fic - abaixo assinalada - e tiraste de lá a ideia
???
Eu tou a gostar e quero-a pronta!!!! Xou tão mazinha, né?
Xau xau, kissus...
Telma-chan!
Se quiseres ajuda é só dizeres!
Anyway, O MAMO-CHAN TEM UMA IRMÃ! U.u, tu leste a minha Fic - abaixo assinalada - e tiraste de lá a ideia
???
Eu tou a gostar e quero-a pronta!!!! Xou tão mazinha, né?Xau xau, kissus...
Telma-chan!
Feito pela minha querida Miku!! Arigato!!!!! *.* *.* *.* *.*
O mundo mudou! A inteligência é subestimada! A aparência é cada vez mais importante! O mundo tá de pantanas! Muda-o, quando é tempo!
Claro que a vou terminar! Todas as semanas posto um capítulo. O próximo e já na sexta (que e quando costumo postar). Não, não li a tua fic. A ideia foi mesmo minha. Longe de mim roubar ideias aos outros!! Mas, ao longo da história, vais perceber que e mais sobre o casal do que sobre a irmã. Não posso revelar muito para não estragar a surpresa, mas ela vai ter um papel importante.
Obrigada pelo teu comentário e espero que continues a acompanhar.
PS: não és mazinha, só deste a tua opinião que, aliás, respeito como respeito as opiniões de toda a gente daqui.
Até sexta.
Obrigada pelo teu comentário e espero que continues a acompanhar.
PS: não és mazinha, só deste a tua opinião que, aliás, respeito como respeito as opiniões de toda a gente daqui.
Até sexta.

Olá,
Aqui fica o capitulo desta semana. Espero que gostem.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------
- Eu quis fazer-te uma surpresa. Por isso vim até aqui, mas já vi que não foi boa ideia, por isso vou-me embora.-
Avançou para a porta, mas antes de a conseguir abrir, Gonçalo abraçou-a fazendo-a largar a maçaneta e afastar-se da porta. Myo fez sinal ás outras para que os deixassem sós. Abriu a porta e disse-lhes que fossem para o carro dela, porque as levaria ao hotel uma vez que áquela hora não havia táxis.
Desceram.
Uma vez a sós, Gonçalo murmurou-lhe ao ouvido:
- Adorei a surpresa. Estava cheio de saudades.- Bunny virou-se para ele dentro do abraço. Desta vez foi ele que a beijou.
Nesse momento, Myo chamou para irem e Bunny teve de o largar. Quando ia a sair, Gonçalo agarrou-a pelo braço.
- Amanhã ligo-te para combinarmos qualquer coisa.- Ela assentiu e saiu do apartamento.
Já lá em baixo, entrou no carro de Myo e este seguiu para o hotel.
Quando lá chegaram, agradeceram a Myo e entraram pela porta giratória.
Depois de jantar, subiram para os quartos.
Bunny trancou a porta e foi lavar os dentes. Depois sentou-se na cama, descalça. A mala pousada numa cadeira perto da entrada do quarto. Olhou para ela com o olhar distante. Não conseguia deixar de pensar no que acontecera em casa de Gonçalo.
Mergulhada nestes pensamentos, deitou-se e ficou a olhar o tecto branco do quarto. Daí a pouco, adormeceu.
Na manhã seguinte, acrodou com o toque do telemóvel. Levantou-se meio ensonada e foi atender. Era o Gonçalo.
- Bom dia, Serenity.- disse ele do outro lado da linha. Ela corou.
- Bom dia. Há muito tempo que não me chamavas por esse nome.-
A última vez tinha sido algures no passado, não se lembrava bem.
A conversa continuou:
- Estou a telefonar para combinarmos algo para hoje, como tinha prometido. Então, o que queres fazer?-
Bunny reflectiu por um bocado:
- Tinha pensado em ir passear com as outras por aí e talvez pedir á Myo para nos levar uma vez que não conhecemos bem a cidade e ela pode-nos indicar os melhores sítios para visitar.-
Gonçalo, então, sugeriu:
- Hoje é o meu dia de folga por isso pensei que podíamos passar o dia juntos. O que achas?-
Bunny sorriu e respondeu:
- Por mim pode ser. Vens-me buscar daqui a meia hora no Hotel Central? Estarei na recepção.-
Ele respondeu:
- Muito bem, combinado. Até logo!- E desligou.
Entusiasmada, foi arranjar-se. Vestiu umas calças de ganga e uma t-shirt com uma lua. Calçou umas sandálias e foi tomar o pequeno-almoço.
As outras já estavam á sua espera. Depois do pequeno-almoço, Bunny foi para a recepção esperar por Gonçalo e as outras foram com ela para não esperar sozinha.
Daí a pouco, apareceram dois carros. De um saiu Gonçalo e do outro Myo. Bunny ficou surpreendida, mas Rita esclareceu-a:
- Combinámos um passeio com a Myo. Ela sabia que ias querer estar com o Gonçalo por isso organizou uma excursão á cidade para nós.-
Bunny abradeceu a Myo e entrou no carro de Gonçalo. O casal começou, então, o seu passeio pela cidade de Nova Iorque.
Foram á galeria de arte comtemporânea, almoçaram numa esplanada no Central Park, tiraram fotografias junto á Estátua da Liberdade.
No fim do dia, já á porta do hotel, combinaram um jantar romântico. Despediram-se com um «até logo». Bunny passou o resto da tarde a arranjar-se para o jantar. Vestira o vestido azul-claro que trouxera e fizera um elaborado penteado no alto da cabeça com vários ondangos e duas pequenas madeixas. Pintou os lábios de vermelho e pôs um pouco de rimel nas pestanas. Pegou numa pequena bolsa que condizia com o vestido onde colocou a prenda para o Gonçalo, entre outras coisas. Calçou as sandálias de salto alto e saiu do quarto.
Quando chegou lá abaixo, olhou para o relógio do telemóvel. Ainda era cedo. Sentou-se num sofá da recepção. Passado um bocado, um empregado veio ter com ela e entregou-lhe uma rosa vermelha. Com ela vinha um bilhete. Abriu-o e leu-o: «Vem para a porta». Ela assim fez e arregalou os olhos com o que viu quando lá chegou: parada em frente á porta do hotel estava uma limusine preta. A porta abriu-se e de lá saiu um rapaz com um smoking. Pegou-lhe na mão. Ela sorriu e entraram no carro. No caminho, Gonçalo não pôde deixar de elogiar Bunny:
- Estás linda.- Bunny corou. Estavam sentados frente-a-frente nos bancos corridos da limusine. Acrescentou:- Mas acho que ficarias ainda melhor com isto.- Estendeu-lhe uma caixa comprida forrada a veludo preto.
Bunny abriu-a e surpreendeu-se. Lá dentro estava um fio de prata com um pendente, também de prata, em forma de estrela. Tirou-o da caixa e colocou-o ao pescoço. Gonçalo sorriu:
- Fica-te muito bem.-
Bunny mudou-se para o lado de Gonçalo a fim de lhe agradecer com um beijo.
Chegaram ao restaurante. Era o mais caro da cidade. Bunny estava maravilhada. Entraram e foram conduzidos á mesa previamente reservada. Sentaram-se. Bunny não pôde deixar de insinuar:
- Deixa-me adivinhar foi a Myo que preparou isto tudo.-
Gonçalo assentiu e disse:
- Sim, ela convenceu-me a reservar mesa neste restaurante.-
Acrescentou:
- E também a alugar a limunsine.-
Bunny interrugou-se como iriram pagar, mas Gonçalo tranquilizou-a:
- Não te preocupes. A Myo conhece o gerente.- Explicou-lhe que, nos primeiros tempos em que ali esteva, Myo ia muitas vezes áquele restaurante por a tia ser amiga do gerente.
A seguir ao jantar, foram passear de mãos dadas e sentaram-se num banco virado para o Central Park. As luzes iluminavam tudo fazendo com que a cidade parecesse uma enorme Árvore de Natal.
- Tem sido fantástico ter-te aqui.- Começou Gonçalo.
Bunny corou. Depois, foi á mala e tirou o porta-chaves que tinha feito. Estendeu-o a Gonçalo, dizendo:
- Fiz isto para ti como forma de simbulizar a nossa relação. Não é grande coisa, mas espero que gostes. -
Gonçalo abraçou-a e beijaram-se. Depois, ele disse:
- É lindo, obrigado.-
Guardou-o. Voltaram a abraçar-se. Ficaram assim durante algum tempo até Gonçalo a largar. Pegou nas mãos de Bunny e apertou-as contra as suas. O seu ar era sério.
- Tenho algo para te dizer.- Começou a ficar nervoso. Foi directo ao assunto:
- Recebi uma proposta de trabalho.- Bunny continuou atenta. -É uma proposta de trabalho efectiva.-
Bunny perguntou:
- Isso quer dizer que foste contratado?- Ela sabia que Gonçalo tinha ido fazer um estágio numa empresa e, pelos vistos, tinham gostado do seu trabalho. Gonçalo assentiu. Ela congratulou-o:
- Muitos Parabéns.- disse, mas calou-se pois sentia que a conversa ainda não terminara.
- É exactamente sobre isso que quero falar contigo, mas ainda não tive coragem. E agora acho que chegou o momento.-
Respirou fundo, largou as mãos, e disse:
- A proposta implica que eu venha viver para aqui defenitivamente.-
Bunny percebeu finalmente. As lágrimas começaram a cair-lhe pela cara:
- Então e eu? E nós? Como é que ficamos? Eu não aguento ficar longe de ti! E tu sabes! Não imaginas como foi duro para mim aquele mês!-
Abraçou-o. As lágrimas molharam a camisa de Gonçalo. Sem desfazer o abraço, Gonçalo coninuou:
- É por isso que quero que venhas viver comigo.- Ela levantou a cabeça e olhou-o incrédula:
- Estás a dizer para largar tudo e vir viver contigo para a América?-
Ele assentiu mais uma vez. Ela, nervosa, exclamou:
- Então e a minha família? Os meus amigos? Queres que deixe tudo assim de repente? Não sei se consigo. Tenho de pensar melhor no assunto.-
Gonçalo beijou-a e disse:
- Não tens de decidiu já. Vou dar-te o tempo todo que precisas. Quando decidires, diz-me qualquer coisa. Eu aceitarei e compreenderei seja o que for que decidires.-
Bunny ficou apreensiva. Não sabia o que fazer: por um lado, queria estar com Gonçalo, por outro não queria deixar a família e os amigos.
Tinha de decidir depressa, pois não ia haver uma segunda oportunidade.
--------------------------------------------------------------------------------------------------E pronto. Mais uma vez espero que gostem.
Vemo-nos para a semana.
Aqui fica o capitulo desta semana. Espero que gostem.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------
V
Bunny desfaz o beijo, muito atrapalhada e corada. Limpa as lágrimas e afasta-se virando as costas a Gonçalo, que permanece no mesmo lugar ainda com um ar surpreendido. O ambiente era constrangedor. Por fim, Bunny decidiu virar-se e encarar Gonçalo. Os seus olhos azuis brilhantes por causa das lágrimas cruzaram-se com os de Gonçalo. Aquela cena fez-lhe recordar o dia em que fora a casa dele pedir-lhe explicações para o súbito rompimento da relação. Os sentimentos estavam á flor da pele. Havia tanta coisa que queria perguntar-lhe, a começar pelo facto de não lhe ter escrito ou ligado durante um mês. A sua boca mexeu-se tentando encontrar as palavras certas. Por fim, conseguiu dizer:- Eu quis fazer-te uma surpresa. Por isso vim até aqui, mas já vi que não foi boa ideia, por isso vou-me embora.-
Avançou para a porta, mas antes de a conseguir abrir, Gonçalo abraçou-a fazendo-a largar a maçaneta e afastar-se da porta. Myo fez sinal ás outras para que os deixassem sós. Abriu a porta e disse-lhes que fossem para o carro dela, porque as levaria ao hotel uma vez que áquela hora não havia táxis.
Desceram.
Uma vez a sós, Gonçalo murmurou-lhe ao ouvido:
- Adorei a surpresa. Estava cheio de saudades.- Bunny virou-se para ele dentro do abraço. Desta vez foi ele que a beijou.
Nesse momento, Myo chamou para irem e Bunny teve de o largar. Quando ia a sair, Gonçalo agarrou-a pelo braço.
- Amanhã ligo-te para combinarmos qualquer coisa.- Ela assentiu e saiu do apartamento.
Já lá em baixo, entrou no carro de Myo e este seguiu para o hotel.
Quando lá chegaram, agradeceram a Myo e entraram pela porta giratória.
Depois de jantar, subiram para os quartos.
Bunny trancou a porta e foi lavar os dentes. Depois sentou-se na cama, descalça. A mala pousada numa cadeira perto da entrada do quarto. Olhou para ela com o olhar distante. Não conseguia deixar de pensar no que acontecera em casa de Gonçalo.
Mergulhada nestes pensamentos, deitou-se e ficou a olhar o tecto branco do quarto. Daí a pouco, adormeceu.
Na manhã seguinte, acrodou com o toque do telemóvel. Levantou-se meio ensonada e foi atender. Era o Gonçalo.
- Bom dia, Serenity.- disse ele do outro lado da linha. Ela corou.
- Bom dia. Há muito tempo que não me chamavas por esse nome.-
A última vez tinha sido algures no passado, não se lembrava bem.
A conversa continuou:
- Estou a telefonar para combinarmos algo para hoje, como tinha prometido. Então, o que queres fazer?-
Bunny reflectiu por um bocado:
- Tinha pensado em ir passear com as outras por aí e talvez pedir á Myo para nos levar uma vez que não conhecemos bem a cidade e ela pode-nos indicar os melhores sítios para visitar.-
Gonçalo, então, sugeriu:
- Hoje é o meu dia de folga por isso pensei que podíamos passar o dia juntos. O que achas?-
Bunny sorriu e respondeu:
- Por mim pode ser. Vens-me buscar daqui a meia hora no Hotel Central? Estarei na recepção.-
Ele respondeu:
- Muito bem, combinado. Até logo!- E desligou.
Entusiasmada, foi arranjar-se. Vestiu umas calças de ganga e uma t-shirt com uma lua. Calçou umas sandálias e foi tomar o pequeno-almoço.
As outras já estavam á sua espera. Depois do pequeno-almoço, Bunny foi para a recepção esperar por Gonçalo e as outras foram com ela para não esperar sozinha.
Daí a pouco, apareceram dois carros. De um saiu Gonçalo e do outro Myo. Bunny ficou surpreendida, mas Rita esclareceu-a:
- Combinámos um passeio com a Myo. Ela sabia que ias querer estar com o Gonçalo por isso organizou uma excursão á cidade para nós.-
Bunny abradeceu a Myo e entrou no carro de Gonçalo. O casal começou, então, o seu passeio pela cidade de Nova Iorque.
Foram á galeria de arte comtemporânea, almoçaram numa esplanada no Central Park, tiraram fotografias junto á Estátua da Liberdade.
No fim do dia, já á porta do hotel, combinaram um jantar romântico. Despediram-se com um «até logo». Bunny passou o resto da tarde a arranjar-se para o jantar. Vestira o vestido azul-claro que trouxera e fizera um elaborado penteado no alto da cabeça com vários ondangos e duas pequenas madeixas. Pintou os lábios de vermelho e pôs um pouco de rimel nas pestanas. Pegou numa pequena bolsa que condizia com o vestido onde colocou a prenda para o Gonçalo, entre outras coisas. Calçou as sandálias de salto alto e saiu do quarto.
Quando chegou lá abaixo, olhou para o relógio do telemóvel. Ainda era cedo. Sentou-se num sofá da recepção. Passado um bocado, um empregado veio ter com ela e entregou-lhe uma rosa vermelha. Com ela vinha um bilhete. Abriu-o e leu-o: «Vem para a porta». Ela assim fez e arregalou os olhos com o que viu quando lá chegou: parada em frente á porta do hotel estava uma limusine preta. A porta abriu-se e de lá saiu um rapaz com um smoking. Pegou-lhe na mão. Ela sorriu e entraram no carro. No caminho, Gonçalo não pôde deixar de elogiar Bunny:
- Estás linda.- Bunny corou. Estavam sentados frente-a-frente nos bancos corridos da limusine. Acrescentou:- Mas acho que ficarias ainda melhor com isto.- Estendeu-lhe uma caixa comprida forrada a veludo preto.
Bunny abriu-a e surpreendeu-se. Lá dentro estava um fio de prata com um pendente, também de prata, em forma de estrela. Tirou-o da caixa e colocou-o ao pescoço. Gonçalo sorriu:
- Fica-te muito bem.-
Bunny mudou-se para o lado de Gonçalo a fim de lhe agradecer com um beijo.
Chegaram ao restaurante. Era o mais caro da cidade. Bunny estava maravilhada. Entraram e foram conduzidos á mesa previamente reservada. Sentaram-se. Bunny não pôde deixar de insinuar:
- Deixa-me adivinhar foi a Myo que preparou isto tudo.-
Gonçalo assentiu e disse:
- Sim, ela convenceu-me a reservar mesa neste restaurante.-
Acrescentou:
- E também a alugar a limunsine.-
Bunny interrugou-se como iriram pagar, mas Gonçalo tranquilizou-a:
- Não te preocupes. A Myo conhece o gerente.- Explicou-lhe que, nos primeiros tempos em que ali esteva, Myo ia muitas vezes áquele restaurante por a tia ser amiga do gerente.
A seguir ao jantar, foram passear de mãos dadas e sentaram-se num banco virado para o Central Park. As luzes iluminavam tudo fazendo com que a cidade parecesse uma enorme Árvore de Natal.
- Tem sido fantástico ter-te aqui.- Começou Gonçalo.
Bunny corou. Depois, foi á mala e tirou o porta-chaves que tinha feito. Estendeu-o a Gonçalo, dizendo:
- Fiz isto para ti como forma de simbulizar a nossa relação. Não é grande coisa, mas espero que gostes. -
Gonçalo abraçou-a e beijaram-se. Depois, ele disse:
- É lindo, obrigado.-
Guardou-o. Voltaram a abraçar-se. Ficaram assim durante algum tempo até Gonçalo a largar. Pegou nas mãos de Bunny e apertou-as contra as suas. O seu ar era sério.
- Tenho algo para te dizer.- Começou a ficar nervoso. Foi directo ao assunto:
- Recebi uma proposta de trabalho.- Bunny continuou atenta. -É uma proposta de trabalho efectiva.-
Bunny perguntou:
- Isso quer dizer que foste contratado?- Ela sabia que Gonçalo tinha ido fazer um estágio numa empresa e, pelos vistos, tinham gostado do seu trabalho. Gonçalo assentiu. Ela congratulou-o:
- Muitos Parabéns.- disse, mas calou-se pois sentia que a conversa ainda não terminara.
- É exactamente sobre isso que quero falar contigo, mas ainda não tive coragem. E agora acho que chegou o momento.-
Respirou fundo, largou as mãos, e disse:
- A proposta implica que eu venha viver para aqui defenitivamente.-
Bunny percebeu finalmente. As lágrimas começaram a cair-lhe pela cara:
- Então e eu? E nós? Como é que ficamos? Eu não aguento ficar longe de ti! E tu sabes! Não imaginas como foi duro para mim aquele mês!-
Abraçou-o. As lágrimas molharam a camisa de Gonçalo. Sem desfazer o abraço, Gonçalo coninuou:
- É por isso que quero que venhas viver comigo.- Ela levantou a cabeça e olhou-o incrédula:
- Estás a dizer para largar tudo e vir viver contigo para a América?-
Ele assentiu mais uma vez. Ela, nervosa, exclamou:
- Então e a minha família? Os meus amigos? Queres que deixe tudo assim de repente? Não sei se consigo. Tenho de pensar melhor no assunto.-
Gonçalo beijou-a e disse:
- Não tens de decidiu já. Vou dar-te o tempo todo que precisas. Quando decidires, diz-me qualquer coisa. Eu aceitarei e compreenderei seja o que for que decidires.-
Bunny ficou apreensiva. Não sabia o que fazer: por um lado, queria estar com Gonçalo, por outro não queria deixar a família e os amigos.
Tinha de decidir depressa, pois não ia haver uma segunda oportunidade.
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Vemo-nos para a semana.

OMG!!!!!! Tá super cool com fixolas!
Espero que postes, não quero que acabe esta coisa tãããããooo linda!!!!
Será que a Bunny vai ficar a viver nos EUA? U.u, fico pra ver!
Até pra semana!
Espero que postes, não quero que acabe esta coisa tãããããooo linda!!!!
Será que a Bunny vai ficar a viver nos EUA? U.u, fico pra ver!
Até pra semana!
Feito pela minha querida Miku!! Arigato!!!!! *.* *.* *.* *.*
O mundo mudou! A inteligência é subestimada! A aparência é cada vez mais importante! O mundo tá de pantanas! Muda-o, quando é tempo!
Olá
Aqui fica o capitulo desta semana. Espero que gostem!
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Porque é que era sempre tudo tão difícil? Quando pensava que já estava tudo bem, aparecia sempre alguma coisa no caminho! Mas desta vez não era um inimigo era um emprego.
Nesse momento, bateram á porta. Foi abrir. Era a Rita. Fechou a porta e entrou.
Rita quebrou o silêncio:
- Queres contar-me o que se passa? Vieste logo para aqui sem dizer nada. Fiquei preocupada. Aconteceu alguma coisa durante o jantar? Vocês chatearam-se?-
Bunny abraçou-se a ela a chorar. Ficaram assim durante algum tempo.
Depois de se recompôr, Bunny então respondeu:
- Rita, o que aconteceria se o Fernando quisesse mudar para o estrangeiro? Estarias disposta a ir com ele? Quer dizer, estarias disposta a largar tudo para estar com ele?-
Rita admirou-se com aquela pergunta. Pensou um pouco, sorriu e disse:
- Se fosse para estar sempre ao seu lado, não hesitaria nem por um segundo. Mesmo que isso implicasse deixar outras pessoas de que gosto. Para mim, o mais importante seria a minha felicidade.-
Bunny sorriu. Rita compreendeu que estavam a falar dela, Bunny, e de Gonçalo. Acrescentou:
- Decidas o que decidires, terás sempre o meu apoio.-
Abraçaram-se mais uma vez antes de se despedirem para irem dormir.
A semana em Nova Iorque passara a correr. Nos últimos dias, Bunny não falara com Gonçalo. No dia da partida, Myo é que as levou ao aeroporto. Bunny não ia suportar outra despedida sabendo que, se decidisse não voltar, nunca mais o veria.
De volta a casa, Bunny foi recebida com grande entusiasmo pelos pais e até pelo irmão. Apesar de já ter a sua própria casa, Bunny gostava sempre de passar algum tempo no seu antigo lar com a família.
A mãe, que reparara na sua apreensão, chamou-a á parte:
- Querida, tens andado muito estranha desde que voltaste. O que se passa? Há alguma coisa que queiras contar-me?-
Bunny anuiu. Sabia que não conseguia esconder nada da mãe.
Respirou fundo e disse:
- O Gonçalo convidou-me para morar com ele em Nova Iorque.-
A mãe sorriu:
- Mas isso é óptimo! Não era o que tu querias? Eu bem sei o que sofreste durante a sua ausência. E aceitaste?-
Bunny respondeu hesitante:
- Fiquei de pensar no assunto. E não tenho feito outra coisa!- Agarrou as mãos da mãe:
- Não sei o que decidir! A minha vida está toda aqui! Vocês, as meninas! Não sei se consiguo largar tudo e ir embora assim sem mais nem menos!- Começou a chorar.
A mãe abraçou-a.
- Tomes a decisão que tomares eu vou estar sempre aqui para te apoiar. Podes contar comigo. Afinal, sou tua mãe.-
Bunny enxogou as lágrimas e murmurou:
- Obrigada, mãe.-
Passado uns meses, Bunny recebeu a notícia que Myo vinha passar um tempo ao Japão e decidiu ir visitá-la. Ficou alojada no antigo apartamento de Gonçalo por isso foi fácil encontrá-la. Myo abriu-lhe a porta sorridente como sempre:
- Entra, estou a fazer café, és servida?-
Bunny aceitou e foram para a varanda. Myo achava que o café tomado ao ar livre sabia sempre melhor. Instalou-se um silêncio desconfortável que foi logo quebrado por Myo:
- Já soube da proposta.- Começou Bunny supôs que tivesse sido Gonçalo a contar-lhe. Myo continuou:
- Sabes, quando resolvi mudar para a América também me custou muito. Ao princípio, é sempre difícil adaptarmo-nos a um país novo com um língua e costumes diferentes, mas depressa nos habituamos porque com o passar do tempo, acabamos por entrar na rotina e esquecemos o que deixámos para trás.-
Sorriu e continuou:
- De vez em quando, tinha saudades do meu país e da minha família mas estava a seguir o meu sonho e a fazer aquilo que mais gostava e isso deu-me forças para continuar e nunca desistir.-
Voltaram para dentro pois começava a soprar um vento fresco. Myo terminou de falar depois de pousar a chávena de café na bancada da cozinha. Bunny fez o mesmo.
- Quando soube da proposta recordei esses tempos difíceis, mas depois lembrei-me do apoio que tive da família e dos amigos.-
Acrescentou:
- O único conselho que te posso dar foi o que a minha tia me deu na altura: segue o teu coração, ás vezes há que ouvir o coração e deixar que ele fale pela nossa cabeça.-
Bunny olhou para o relógio. Era quase hora de jantar e estava a anoitecer. Sem se apreceber, passara o resto da tarde com Myo. Tinha de ir. Despediu-se, já á porta, agradecendo:
- Obrigada, Myo. Foste uma grande ajuda.-
Myo retribuiu-lhe o agradecimento, sorrindo:
- De nada. Só quis ajudar.-
Antes de sair, Myo entregou-lhe dois ingressos.
- Daqui a pouco tempo, vou inaugurar a minha primeira exposição. Estão aqui dois bilhetes. Um para ti e outro para o Gonçalo. Gostaria imenso que pudesses estar presente. Era muito importante para mim. Se decidires ir, diz-me qualquer coisa.-
Bunny agradeceu e saiu. Ao sair, respirou o ar frio da rua. O vento passou-lhe ao de leve pela saia. Sentiu um arrepio. Fechou o casaco. O tempo estava a mudar. Em breve seria Outono. De repente, uma mão pousa-lhe no ombro. Era a Rita. Caminharam juntas até ao templo. Sentaram-se na entrada como tantas vezes faziam.
- Então, já decidiste o que vais fazer?- Bunny olhou-a com um ar reprovador. Rita mudou rapidamente de tom:
- Não te quero pressionar! Só queria saber se já tinhas tomado uma decisão.-
Bunny retraiu-se antes de responder. A sua voz soou como se pedisse desculpas:
- Ainda não.- admitiu. Depois acrescentou olhando para o céu. As primeiras estrelas da noite começavam a aparecer.
- Estive com a Myo e ela disse-me para seguir o meu coração. O que ainda me deixou mais confusa.-
Rita sorriu e fez a sua habitual expressão de compreensão:
- Eu sei que deve ser difícil para ti estar longe de nós, mas sei também que estar longe dele é ainda mais duro.-
Olharam-se. Rita acrescentou num tom conclusivo:
- Conhecendo-te como conheço, sei que, apesar de não quereres adimitir, já tens uma decisão tomada.-
Bunny sorriu. De facto já tinha tomado uma decisão. Levantou-se e disse:
- Obrigada, Rita.- Dirigiu-se ás escadas do templo. Antes de partir, acrescentou:
- Reúne as outras aqui amanhã. Quero comunicar-lhes a minha decisão.-
E foi-se embora.
--------------------------------------------------------------------------------------------------
E pronto. Mais uma vez espero que gostem.
Na próxima semana há mais. Bom fim-de-semana.
Aqui fica o capitulo desta semana. Espero que gostem!
--------------------------------------------------------------------------------------------------
VI
De volta ao hotel, Bunny fechou-se no quarto e não conseguiu evitar as lágrimas.Porque é que era sempre tudo tão difícil? Quando pensava que já estava tudo bem, aparecia sempre alguma coisa no caminho! Mas desta vez não era um inimigo era um emprego.
Nesse momento, bateram á porta. Foi abrir. Era a Rita. Fechou a porta e entrou.
Rita quebrou o silêncio:
- Queres contar-me o que se passa? Vieste logo para aqui sem dizer nada. Fiquei preocupada. Aconteceu alguma coisa durante o jantar? Vocês chatearam-se?-
Bunny abraçou-se a ela a chorar. Ficaram assim durante algum tempo.
Depois de se recompôr, Bunny então respondeu:
- Rita, o que aconteceria se o Fernando quisesse mudar para o estrangeiro? Estarias disposta a ir com ele? Quer dizer, estarias disposta a largar tudo para estar com ele?-
Rita admirou-se com aquela pergunta. Pensou um pouco, sorriu e disse:
- Se fosse para estar sempre ao seu lado, não hesitaria nem por um segundo. Mesmo que isso implicasse deixar outras pessoas de que gosto. Para mim, o mais importante seria a minha felicidade.-
Bunny sorriu. Rita compreendeu que estavam a falar dela, Bunny, e de Gonçalo. Acrescentou:
- Decidas o que decidires, terás sempre o meu apoio.-
Abraçaram-se mais uma vez antes de se despedirem para irem dormir.
A semana em Nova Iorque passara a correr. Nos últimos dias, Bunny não falara com Gonçalo. No dia da partida, Myo é que as levou ao aeroporto. Bunny não ia suportar outra despedida sabendo que, se decidisse não voltar, nunca mais o veria.
De volta a casa, Bunny foi recebida com grande entusiasmo pelos pais e até pelo irmão. Apesar de já ter a sua própria casa, Bunny gostava sempre de passar algum tempo no seu antigo lar com a família.
A mãe, que reparara na sua apreensão, chamou-a á parte:
- Querida, tens andado muito estranha desde que voltaste. O que se passa? Há alguma coisa que queiras contar-me?-
Bunny anuiu. Sabia que não conseguia esconder nada da mãe.
Respirou fundo e disse:
- O Gonçalo convidou-me para morar com ele em Nova Iorque.-
A mãe sorriu:
- Mas isso é óptimo! Não era o que tu querias? Eu bem sei o que sofreste durante a sua ausência. E aceitaste?-
Bunny respondeu hesitante:
- Fiquei de pensar no assunto. E não tenho feito outra coisa!- Agarrou as mãos da mãe:
- Não sei o que decidir! A minha vida está toda aqui! Vocês, as meninas! Não sei se consiguo largar tudo e ir embora assim sem mais nem menos!- Começou a chorar.
A mãe abraçou-a.
- Tomes a decisão que tomares eu vou estar sempre aqui para te apoiar. Podes contar comigo. Afinal, sou tua mãe.-
Bunny enxogou as lágrimas e murmurou:
- Obrigada, mãe.-
Passado uns meses, Bunny recebeu a notícia que Myo vinha passar um tempo ao Japão e decidiu ir visitá-la. Ficou alojada no antigo apartamento de Gonçalo por isso foi fácil encontrá-la. Myo abriu-lhe a porta sorridente como sempre:
- Entra, estou a fazer café, és servida?-
Bunny aceitou e foram para a varanda. Myo achava que o café tomado ao ar livre sabia sempre melhor. Instalou-se um silêncio desconfortável que foi logo quebrado por Myo:
- Já soube da proposta.- Começou Bunny supôs que tivesse sido Gonçalo a contar-lhe. Myo continuou:
- Sabes, quando resolvi mudar para a América também me custou muito. Ao princípio, é sempre difícil adaptarmo-nos a um país novo com um língua e costumes diferentes, mas depressa nos habituamos porque com o passar do tempo, acabamos por entrar na rotina e esquecemos o que deixámos para trás.-
Sorriu e continuou:
- De vez em quando, tinha saudades do meu país e da minha família mas estava a seguir o meu sonho e a fazer aquilo que mais gostava e isso deu-me forças para continuar e nunca desistir.-
Voltaram para dentro pois começava a soprar um vento fresco. Myo terminou de falar depois de pousar a chávena de café na bancada da cozinha. Bunny fez o mesmo.
- Quando soube da proposta recordei esses tempos difíceis, mas depois lembrei-me do apoio que tive da família e dos amigos.-
Acrescentou:
- O único conselho que te posso dar foi o que a minha tia me deu na altura: segue o teu coração, ás vezes há que ouvir o coração e deixar que ele fale pela nossa cabeça.-
Bunny olhou para o relógio. Era quase hora de jantar e estava a anoitecer. Sem se apreceber, passara o resto da tarde com Myo. Tinha de ir. Despediu-se, já á porta, agradecendo:
- Obrigada, Myo. Foste uma grande ajuda.-
Myo retribuiu-lhe o agradecimento, sorrindo:
- De nada. Só quis ajudar.-
Antes de sair, Myo entregou-lhe dois ingressos.
- Daqui a pouco tempo, vou inaugurar a minha primeira exposição. Estão aqui dois bilhetes. Um para ti e outro para o Gonçalo. Gostaria imenso que pudesses estar presente. Era muito importante para mim. Se decidires ir, diz-me qualquer coisa.-
Bunny agradeceu e saiu. Ao sair, respirou o ar frio da rua. O vento passou-lhe ao de leve pela saia. Sentiu um arrepio. Fechou o casaco. O tempo estava a mudar. Em breve seria Outono. De repente, uma mão pousa-lhe no ombro. Era a Rita. Caminharam juntas até ao templo. Sentaram-se na entrada como tantas vezes faziam.
- Então, já decidiste o que vais fazer?- Bunny olhou-a com um ar reprovador. Rita mudou rapidamente de tom:
- Não te quero pressionar! Só queria saber se já tinhas tomado uma decisão.-
Bunny retraiu-se antes de responder. A sua voz soou como se pedisse desculpas:
- Ainda não.- admitiu. Depois acrescentou olhando para o céu. As primeiras estrelas da noite começavam a aparecer.
- Estive com a Myo e ela disse-me para seguir o meu coração. O que ainda me deixou mais confusa.-
Rita sorriu e fez a sua habitual expressão de compreensão:
- Eu sei que deve ser difícil para ti estar longe de nós, mas sei também que estar longe dele é ainda mais duro.-
Olharam-se. Rita acrescentou num tom conclusivo:
- Conhecendo-te como conheço, sei que, apesar de não quereres adimitir, já tens uma decisão tomada.-
Bunny sorriu. De facto já tinha tomado uma decisão. Levantou-se e disse:
- Obrigada, Rita.- Dirigiu-se ás escadas do templo. Antes de partir, acrescentou:
- Reúne as outras aqui amanhã. Quero comunicar-lhes a minha decisão.-
E foi-se embora.
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E pronto. Mais uma vez espero que gostem.
Na próxima semana há mais. Bom fim-de-semana.

Tá tão linduuuuuuu! Desculpa não ter lido à mais tempo, mas tava a ver outra Fic e só dps é que vi.... Anyway, já tou com uma leve impressão de o que é que a Bunny vai decidir!
Pena só ser na próxima semana que vou ver se tá certa...
Mas prontos!!! Vou esperar atenciosamente!
Pena só ser na próxima semana que vou ver se tá certa...
Mas prontos!!! Vou esperar atenciosamente!Telma-chan!
Feito pela minha querida Miku!! Arigato!!!!! *.* *.* *.* *.*
O mundo mudou! A inteligência é subestimada! A aparência é cada vez mais importante! O mundo tá de pantanas! Muda-o, quando é tempo!
Uau Joana! A tua fic está a tomar grandes proporções, estou a adorar lê-la!
Adoro como consegues atribuir uma vida normal, a uma personagem conhecida por estar sempre a combater inimigos, por vezes uma pessoa pensa quando é que o inimigo vai atacar?
E a tua fic é diferente por isso mesmo, não existem inimigos nem nada do género, mas sim uma vida normal onde existem altos e baixos que tem que se ultrapassar....
Boa continuação, anseio pelo próximo capítulo!
Adoro como consegues atribuir uma vida normal, a uma personagem conhecida por estar sempre a combater inimigos, por vezes uma pessoa pensa quando é que o inimigo vai atacar?
E a tua fic é diferente por isso mesmo, não existem inimigos nem nada do género, mas sim uma vida normal onde existem altos e baixos que tem que se ultrapassar....
Boa continuação, anseio pelo próximo capítulo!

Muitoo Obrigadooo Amigo Secreto
3/4 nesta comunidade!
Olá
Aqui fica o capitulo da semana, espero que gostem.
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Quando lá chegou, encontrou Rita no mesmo sítio onde a deixara no dia anterior. Olhou para ela e sorriu. Nesse instante, começaram a chegar as outras. Estavam todas ansiosas por ouvir a decisão de Bunny. Rita contara-lhes tudo pelo telefone. Sentaram-se ao lado umas das outras. Bunny então, anunciou:
- Depois de ouvir as opiniões da minha mãe, da Rita, da Myo e de reflectir bastante, tomei uma decisão. Decidi que vou viver com o Gonçalo em Nova Iorque. Parto daqui a dois dias.-
Sorriu e mostrou os bilhetes de avião.
Todas se levantaram e abraçaram-se. Desfeitos os abraços e dadas as felicitações, Joana com a sua veia festiva, sugeriu:
- E se fizéssemos uma festa de despedida?- Riram-se e concordaram. Passaram o dia juntas a pensar como poderiam preparar a festa. Combinaram para a véspera da partida.
Os dias passaram depressa. Chegou a véspera da partida. Tal como combinado, encontraram-se no templo. A festa durou o resto do dia. Entre risos e abraços, todas se despediram de Bunny e prometeram ir visitá-la quando podessem.
No fim, Bunny despediu-se e agradeu a todas pela festa e pleo carinho. Encominhou-se para casa a fim de acabar de fazer as malas.
No dia da partida, Bunny guardava as últimas roupas na mala. Depois de a fechar, olhou em volta. A casa trazia-lhe muitas recordações. E eram essas recordações que ia levar consigo. Depediu-se da casa e do bairro. Cá fora, o táxi esperava-a. Colocou o anel e o colar que Gonçalo lhe dera e entrou no carro. Este seguiu para o aeroporto.
Quando lá chegou, estavam todos á sua espera. Os pais, o irmão e as amigas. Saiu do táxi e correu a abraça-los. Rita sorriu e deu-lhe a sua habitual reprimenda mas desta vez com lágrimas no olhos:
- Sempre atrasada, Bunny Tsukino!- Abraçou-a. As lágrimas corriam pela cara de Bunny. As outras abraçaram-se por cima.
Depois, Rita disse limpando as lágrimas:
- Vamos ter saudades tuas, cabeça-de-vento!-
Voltaram a abraçar-se. De repente, ouviu-se o altifalante anunciar o voo de Bunny. Abraçaram-se uma última vez e Bunny gritou enquanto se dirigia para a porta de embarque:
- Adeus! Adeus, mãe, adeus pai, adeus Chico! Nunca vos esquecerei! Até breve!-
Atirou um beijo para o ar e entrou na porta de embarque.
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E pronto. Espero que gostem. Eu sei que é pequeno, mas muito emotivo, afinal trata-se de uma despedida.
Quanto a nós, já sabem: para a semana há mais.
Bom fim-de-semana.
Aqui fica o capitulo da semana, espero que gostem.
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VII
Na manhã seguinte, ainda os raios de sol não entravam pela janela do quarto, já Bunny saíra de casa em direcção ao templo.Quando lá chegou, encontrou Rita no mesmo sítio onde a deixara no dia anterior. Olhou para ela e sorriu. Nesse instante, começaram a chegar as outras. Estavam todas ansiosas por ouvir a decisão de Bunny. Rita contara-lhes tudo pelo telefone. Sentaram-se ao lado umas das outras. Bunny então, anunciou:
- Depois de ouvir as opiniões da minha mãe, da Rita, da Myo e de reflectir bastante, tomei uma decisão. Decidi que vou viver com o Gonçalo em Nova Iorque. Parto daqui a dois dias.-
Sorriu e mostrou os bilhetes de avião.
Todas se levantaram e abraçaram-se. Desfeitos os abraços e dadas as felicitações, Joana com a sua veia festiva, sugeriu:
- E se fizéssemos uma festa de despedida?- Riram-se e concordaram. Passaram o dia juntas a pensar como poderiam preparar a festa. Combinaram para a véspera da partida.
Os dias passaram depressa. Chegou a véspera da partida. Tal como combinado, encontraram-se no templo. A festa durou o resto do dia. Entre risos e abraços, todas se despediram de Bunny e prometeram ir visitá-la quando podessem.
No fim, Bunny despediu-se e agradeu a todas pela festa e pleo carinho. Encominhou-se para casa a fim de acabar de fazer as malas.
No dia da partida, Bunny guardava as últimas roupas na mala. Depois de a fechar, olhou em volta. A casa trazia-lhe muitas recordações. E eram essas recordações que ia levar consigo. Depediu-se da casa e do bairro. Cá fora, o táxi esperava-a. Colocou o anel e o colar que Gonçalo lhe dera e entrou no carro. Este seguiu para o aeroporto.
Quando lá chegou, estavam todos á sua espera. Os pais, o irmão e as amigas. Saiu do táxi e correu a abraça-los. Rita sorriu e deu-lhe a sua habitual reprimenda mas desta vez com lágrimas no olhos:
- Sempre atrasada, Bunny Tsukino!- Abraçou-a. As lágrimas corriam pela cara de Bunny. As outras abraçaram-se por cima.
Depois, Rita disse limpando as lágrimas:
- Vamos ter saudades tuas, cabeça-de-vento!-
Voltaram a abraçar-se. De repente, ouviu-se o altifalante anunciar o voo de Bunny. Abraçaram-se uma última vez e Bunny gritou enquanto se dirigia para a porta de embarque:
- Adeus! Adeus, mãe, adeus pai, adeus Chico! Nunca vos esquecerei! Até breve!-
Atirou um beijo para o ar e entrou na porta de embarque.
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E pronto. Espero que gostem. Eu sei que é pequeno, mas muito emotivo, afinal trata-se de uma despedida.
Quanto a nós, já sabem: para a semana há mais.
Bom fim-de-semana.

*Lágrimazita aqui a escapar*
Opá! Tá tão linduuu!
Confesso que este capítulo, apesar de pequeno, tá muito lindo, bem formulado e dá mesmo pra perceber os sentimentos da Bunny e das outras!
Ai, meu coração, o que vai acontecer à Bunny? Ai, quem me dera que a semana passe depressa!
'
Opá! Tá tão linduuu!
Confesso que este capítulo, apesar de pequeno, tá muito lindo, bem formulado e dá mesmo pra perceber os sentimentos da Bunny e das outras!
Ai, meu coração, o que vai acontecer à Bunny? Ai, quem me dera que a semana passe depressa!
'Feito pela minha querida Miku!! Arigato!!!!! *.* *.* *.* *.*
O mundo mudou! A inteligência é subestimada! A aparência é cada vez mais importante! O mundo tá de pantanas! Muda-o, quando é tempo!
Olá.
Aqui fica o capítulo desta semana.
Aviso (esqueci-me de pôr no início, por isso ponho aqui, peço desculpa): Este capítulo contém cenas ítimas. (Para quem não me conhece, não costumam ter muito promenor, embora se perceba o que quero dizer.)
Espero que gostem
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De repente, reparou em alguém que acenava para ela vigorosamente. Era Myo. Dirigiu-se para ela e abraçou-a.
Depois, Myo ajudou-a com a mala e puseram-se a caminho da casa de Gonçalo.
Pararam á porta do prédio de apartamentos onde ele morava. Bunny olhou para a janela do segundo andar esquerdo. Era o andar de Gonçalo. O coração batia desesperado e as mãos tremiam-lhe. Myo acalmou-a:
- Não te preocupes. Vai correr tudo bem.- Saiu do carro e Bunny seguiu-a. Tirou a mala do porta-bagagens e encaminhou-se para o prédio. Não precisou de tocar á campainha pois a porta estava aberta. Entrou e chamou o elevador. Uma vez lá dentro carregou no botão com o número 2. Quando chegou ao andar seleccionado, saiu e dirigiu-se á porta que dizia «Gonçalo Chiba». Bateu suavemente.
Do outro lado, Gonçalo estava sentado no sofá, quando ouviu um leve bater na porta. Pensando tratar-se de Myo, levantou-se um pouco contrariado e foi abrir. Assim que abriu a porta, uma rapariga loura de olhos azuis brilhantes e enormes, vestida com um vestido salmão simples saltou-lhe para o colo e beijou-o fogorosamente. A mala foi arrastada para dentro e a porta fechou-se.
Ainda no seu colo e desfazendo o beijo, Bunny segredou-lhe «Aceito!». Voltaram a beijar-se e foram andando até ao quarto de Gonçalo.
Na penumbra do quarto, dois corpos saciavam a sua fome de amor.
- Se aceitares todas as minhas propostas assim, então tenho de te fazer mais.- disse Gonçalo, num misto de extâse e surpresa.
- Não foi fácil.- Confessou Bunny aninhando-se no peito liso e quente dele. - Mas com a ajuda de todos, consegui compreender o que era realmente importante.- Beijou-o antes de continuar:
- Acabei por decidir aceitar e aqui estou. Pronta para começar uma nova vida contigo.-
Abraçaram-se e no momento em que trocavam mis um beijo, o telemóvel de Bunny tocou. Ela levantou-se relutante e foi procurar o saco no meio da roupa que estava espalhada pelo chão do quarto. Conseguiu encontra-lo. Era a mãe. Atendeu:
- Está, mãe?- Fernanda respondeu do outro lado da linha:
- Olá, Bunny! Então, fizeste boa viagem, filha?-
Bunny respondeu:
- Fiz, sim, obrigada. Já estou em casa do Gonçalo. A Myo levou-me. Ela foi-me buscar ao aeroporto.-
A mãe respondeu:
- Ainda bem que correu tudo bem. Sê feliz, filha! Adoro-te!-
As lágrimas corriam pela cara de Bunny. Despediu-se emocionada:
- Obrigada, mãe! Manda beijos para o pai e para o Chico e diz-lhes que os adoro e a ti também! Adeus!-
- Adeus, filha!- despediu-se Fernanda e desligou o telefone.
As lágrimas ainda caíam quando Gonçalo a abraçou. Entre soluços, Bunny olhou-o. Ele sorria. Encostou a cabeça no seu ombro e murmurou:
- Ainda agora cheguei e já estou cheia de saudades deles!-
Abraçou-se ainda mais e recomeçou a chorar. Depois, ela deitou-se na cama enquanto Gonçalo foi á cozinha. Voltou dde lá com duas chávenas de chocolate quente. Ela sentou-se e aceitou a bebida. Gonçalo sentou-se a seu lado e ela encostou novamente a cabeça no seu ombro largo.
- Ao fim de tantos anos continuo a ser uma choramingas.- disse Bunny limpando as lágrimas. Gonçalo esboçou um sorriso suave e aconchegou-a contra si, enquanto pousava a chávena em cima da secretária ao lado da cama.
- Mas é assim que gosto de ti.- disse, entretanto, beijando-lhe o alto da cabeça.
Continuaram abraçados até Gonçalo se lembrar de algo.
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E pronto. Mais uma vez peço desculpa por não ter avisado mais cedo, mas, como se costuma dizer, «mais vale tarde que nunca».
Para a semana há mais. Bom fim-de-semana!
Só mais uma coisa: agora começa uma nova fase! Até para a semana!
Aqui fica o capítulo desta semana.
Aviso (esqueci-me de pôr no início, por isso ponho aqui, peço desculpa): Este capítulo contém cenas ítimas. (Para quem não me conhece, não costumam ter muito promenor, embora se perceba o que quero dizer.)
Espero que gostem
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VIII
A viagem decorreu sem problemas. Quando o avião aterrou, o coração de Bunny parecia que ia saltar-lhe pela boca. Depois de ir buscar a mala, saiu pela porta das chegadas. Olhou em volta á procura de Myo. Tinha-lhe telefonado na véspera a dizer que vinha e ela ficou de a ir buscar ao aeroporto.De repente, reparou em alguém que acenava para ela vigorosamente. Era Myo. Dirigiu-se para ela e abraçou-a.
Depois, Myo ajudou-a com a mala e puseram-se a caminho da casa de Gonçalo.
Pararam á porta do prédio de apartamentos onde ele morava. Bunny olhou para a janela do segundo andar esquerdo. Era o andar de Gonçalo. O coração batia desesperado e as mãos tremiam-lhe. Myo acalmou-a:
- Não te preocupes. Vai correr tudo bem.- Saiu do carro e Bunny seguiu-a. Tirou a mala do porta-bagagens e encaminhou-se para o prédio. Não precisou de tocar á campainha pois a porta estava aberta. Entrou e chamou o elevador. Uma vez lá dentro carregou no botão com o número 2. Quando chegou ao andar seleccionado, saiu e dirigiu-se á porta que dizia «Gonçalo Chiba». Bateu suavemente.
Do outro lado, Gonçalo estava sentado no sofá, quando ouviu um leve bater na porta. Pensando tratar-se de Myo, levantou-se um pouco contrariado e foi abrir. Assim que abriu a porta, uma rapariga loura de olhos azuis brilhantes e enormes, vestida com um vestido salmão simples saltou-lhe para o colo e beijou-o fogorosamente. A mala foi arrastada para dentro e a porta fechou-se.
Ainda no seu colo e desfazendo o beijo, Bunny segredou-lhe «Aceito!». Voltaram a beijar-se e foram andando até ao quarto de Gonçalo.
Na penumbra do quarto, dois corpos saciavam a sua fome de amor.
- Se aceitares todas as minhas propostas assim, então tenho de te fazer mais.- disse Gonçalo, num misto de extâse e surpresa.
- Não foi fácil.- Confessou Bunny aninhando-se no peito liso e quente dele. - Mas com a ajuda de todos, consegui compreender o que era realmente importante.- Beijou-o antes de continuar:
- Acabei por decidir aceitar e aqui estou. Pronta para começar uma nova vida contigo.-
Abraçaram-se e no momento em que trocavam mis um beijo, o telemóvel de Bunny tocou. Ela levantou-se relutante e foi procurar o saco no meio da roupa que estava espalhada pelo chão do quarto. Conseguiu encontra-lo. Era a mãe. Atendeu:
- Está, mãe?- Fernanda respondeu do outro lado da linha:
- Olá, Bunny! Então, fizeste boa viagem, filha?-
Bunny respondeu:
- Fiz, sim, obrigada. Já estou em casa do Gonçalo. A Myo levou-me. Ela foi-me buscar ao aeroporto.-
A mãe respondeu:
- Ainda bem que correu tudo bem. Sê feliz, filha! Adoro-te!-
As lágrimas corriam pela cara de Bunny. Despediu-se emocionada:
- Obrigada, mãe! Manda beijos para o pai e para o Chico e diz-lhes que os adoro e a ti também! Adeus!-
- Adeus, filha!- despediu-se Fernanda e desligou o telefone.
As lágrimas ainda caíam quando Gonçalo a abraçou. Entre soluços, Bunny olhou-o. Ele sorria. Encostou a cabeça no seu ombro e murmurou:
- Ainda agora cheguei e já estou cheia de saudades deles!-
Abraçou-se ainda mais e recomeçou a chorar. Depois, ela deitou-se na cama enquanto Gonçalo foi á cozinha. Voltou dde lá com duas chávenas de chocolate quente. Ela sentou-se e aceitou a bebida. Gonçalo sentou-se a seu lado e ela encostou novamente a cabeça no seu ombro largo.
- Ao fim de tantos anos continuo a ser uma choramingas.- disse Bunny limpando as lágrimas. Gonçalo esboçou um sorriso suave e aconchegou-a contra si, enquanto pousava a chávena em cima da secretária ao lado da cama.
- Mas é assim que gosto de ti.- disse, entretanto, beijando-lhe o alto da cabeça.
Continuaram abraçados até Gonçalo se lembrar de algo.
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E pronto. Mais uma vez peço desculpa por não ter avisado mais cedo, mas, como se costuma dizer, «mais vale tarde que nunca».
Para a semana há mais. Bom fim-de-semana!
Só mais uma coisa: agora começa uma nova fase! Até para a semana!

Olá.
Aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
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- São bilhetes para a exposição da Myo na galeria de arte comtemporânea.-
Ao vê-los, Bunny lembrou-se de ir á mala de mão. Tirou de lá dois ingressos iguais:
- Ela deu-mos quando esteve no Japão. Foi assim que me convenceu a vir.-
Gonçalo ficou atrapalhado. Acabou por confessar:
- Bom... na véspera da partida, ela deu-me estes bilhetes e disse-me que também te ia dar uns para te tentar convencer a vir. Depois acrescentou que, se isso não desse resultado, para te telefonar a dizer que tinha dois bilhetes para a exposição e que, se tu não viesses, ela ia ficar muito desapontada.-
Soltaram uma gargalhada ao apreceberem-se do esquema de Myo para os juntar.
- Não a podemos culpar.- disse Bunny entre gargalhadas- Afinal, ela só quis ajudar.- Depois olhou para os bilhates. - E agora? O que fazemos?- perguntou.
Gonçalo pegou nos bilhetes e rasgou-os. Bunny, atónica, exclamou:
- O que estás a fazer? Assim ficamos sem bilhetes!-
Gonçalo sorriu. Voltou a mexer na gaveta que tinha deixado aberta, e tirou um evelope com os nomes escritos na frente. Entregou-o a Bunny. Quando o abriu, nem quis acreditar. Lá dentro estavam dois bilhetes, mas não eram uns bilhetes vulgares. Tratava-se de convites para a inauguração da exposição.
- Incluem lugares reservados na 1ª fila da conferência de imprensa que ela vai dar depois da festa de inauguração. Disse que ia haver uma surpresa para nós.- Acrescentou Gonçalo. Bunny levantou-se e abraçou-o sem se aperceber que o lençol onde estava embrulhada caíra. Rapidamente defez o abraço e correu a cobrir-se, mas Gonçalo beijou-a antes de se cobrir totalmente. Deixaram-se cair novamente na cama. O envelope caíra no chão ao lado da roupa.
A exposição de Myo era daí a dois dias pelo que durante tempo que se seguiu, o jovem casal aproveitou para passear, fazer compras e namorar. Eram as férias de Gonçalo por isso podiam passar mais tempo juntos. Entretanto, Bunny conseguiu emprego numa loja perto do sítio onde Gonçalo trabalhava Gonçalo o que fazia com que se vissem todos os dias á hora de almoço e viessem juntos para casa.
- Não sabia que Nova Iorque tinha tanta variedade de lojas.- Bunny estava maravilhada. No japão, também havia muitas lojas, mas em Nova Iorque era diferente. Gonçalo olhava para ela fascinado e sorria. Deu-lhe um beijo na face o que a fez corar.
Continuaram o passeio e foram ter ao sítio onde, meses antes, ele lhe tinha anunciado a mudnaça.
- Foi aqui que tudo começou.- recordou Bunny com amargura. Abraçram-se. O sol começava a pôr-se entre os prédios, cobrindo o céu de tons laranja e amarelo que, a pouco e pouco, iam passando a azul-escuro.
Nesse momento, o telemóvel de Gonçalo tocou. Desfizeram o abraço para ele atender. Era Myo e queria que saber se queriam ir jantar a casa dela. Aceitaram. Só precisavam de pousar as compras e depois iam directamente para lá. Combinaram para daí a uma hora.
Chegaram a casa dde Myo um pouco antes da hora marcada. O apartamento de Myo era mais pequeno que o de Gonçalo, mas, ainda assim, acolhedor. Entraram para a sala e Bunny ficou maravilhada com a mobília simples e com as esculturas espalhadas um pouco por todo o lado. Percorreu a divisão com o olhar. A sua atenção prendeu-se numa escultura tapada com um pano branco em cima de uma mesa. Perguntou o que era e Myo respondeu com mistério na voz:
- É uma surpresa. Só revelarei na exposição. Agora vamos comer que eu tenho fome e calculo que vocês também.-
Comeram na pequena mesa da sala, um guisado de peixe e legumes. Myo não comia carne.
- Decidi deixar de comer carne quando vim para cá.- explicou.- Mas, se quiseres, posso mandar vir qualquer coisa com carne para ti, Bunny. Digo isto porque o Gonçalo já se habituou ao que eu como. Embora em casa ele coma carne.-
Bunny sorriu e respondeu que gostava da comida e não era preciso incomodar-se. Com o tempo iria habituar-se.
Depois do jantar, Bunny ajudou Myo a tirar a mesa, enquanto Gonçalo ajudava a lavar a loiça. Terminadas as tarefas de cozinha, sentaram-se nos puffs da sala. Myo não achava piada a sofás. «Caprichos de artista?», disse e riram-se.
A conversa prolongou-se animadamente até ser bem perto da meia-noite, altura em que Bunny e Gonçalo decidiram que já estava na hora de irem para casa. Agradeceram a Myo o jantar e a noite maravilhosa. Ela retribuiu com um sorriso e um beijo sonoro na boxeicha de cada um.
Não precisaram de andar muito uma vez que a casa de Myo era perto da de Gonçalo. Quando chegram, foram logo deitar-se exaustos. Bunny aninhou-se nos braços de Gonçalo e sorriu, feliz por estar ao lado de quem amava.
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E pronto. Espero que gostem. Para a semana há mais.
Aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
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IX
Levantou-se, acendeu a luz da secretária, abriu uma gaveta e tirou de lá duas tiras de papel que pareciam ingressos. Mostrou-os a Bunny, dizendo:- São bilhetes para a exposição da Myo na galeria de arte comtemporânea.-
Ao vê-los, Bunny lembrou-se de ir á mala de mão. Tirou de lá dois ingressos iguais:
- Ela deu-mos quando esteve no Japão. Foi assim que me convenceu a vir.-
Gonçalo ficou atrapalhado. Acabou por confessar:
- Bom... na véspera da partida, ela deu-me estes bilhetes e disse-me que também te ia dar uns para te tentar convencer a vir. Depois acrescentou que, se isso não desse resultado, para te telefonar a dizer que tinha dois bilhetes para a exposição e que, se tu não viesses, ela ia ficar muito desapontada.-
Soltaram uma gargalhada ao apreceberem-se do esquema de Myo para os juntar.
- Não a podemos culpar.- disse Bunny entre gargalhadas- Afinal, ela só quis ajudar.- Depois olhou para os bilhates. - E agora? O que fazemos?- perguntou.
Gonçalo pegou nos bilhetes e rasgou-os. Bunny, atónica, exclamou:
- O que estás a fazer? Assim ficamos sem bilhetes!-
Gonçalo sorriu. Voltou a mexer na gaveta que tinha deixado aberta, e tirou um evelope com os nomes escritos na frente. Entregou-o a Bunny. Quando o abriu, nem quis acreditar. Lá dentro estavam dois bilhetes, mas não eram uns bilhetes vulgares. Tratava-se de convites para a inauguração da exposição.
- Incluem lugares reservados na 1ª fila da conferência de imprensa que ela vai dar depois da festa de inauguração. Disse que ia haver uma surpresa para nós.- Acrescentou Gonçalo. Bunny levantou-se e abraçou-o sem se aperceber que o lençol onde estava embrulhada caíra. Rapidamente defez o abraço e correu a cobrir-se, mas Gonçalo beijou-a antes de se cobrir totalmente. Deixaram-se cair novamente na cama. O envelope caíra no chão ao lado da roupa.
A exposição de Myo era daí a dois dias pelo que durante tempo que se seguiu, o jovem casal aproveitou para passear, fazer compras e namorar. Eram as férias de Gonçalo por isso podiam passar mais tempo juntos. Entretanto, Bunny conseguiu emprego numa loja perto do sítio onde Gonçalo trabalhava Gonçalo o que fazia com que se vissem todos os dias á hora de almoço e viessem juntos para casa.
- Não sabia que Nova Iorque tinha tanta variedade de lojas.- Bunny estava maravilhada. No japão, também havia muitas lojas, mas em Nova Iorque era diferente. Gonçalo olhava para ela fascinado e sorria. Deu-lhe um beijo na face o que a fez corar.
Continuaram o passeio e foram ter ao sítio onde, meses antes, ele lhe tinha anunciado a mudnaça.
- Foi aqui que tudo começou.- recordou Bunny com amargura. Abraçram-se. O sol começava a pôr-se entre os prédios, cobrindo o céu de tons laranja e amarelo que, a pouco e pouco, iam passando a azul-escuro.
Nesse momento, o telemóvel de Gonçalo tocou. Desfizeram o abraço para ele atender. Era Myo e queria que saber se queriam ir jantar a casa dela. Aceitaram. Só precisavam de pousar as compras e depois iam directamente para lá. Combinaram para daí a uma hora.
Chegaram a casa dde Myo um pouco antes da hora marcada. O apartamento de Myo era mais pequeno que o de Gonçalo, mas, ainda assim, acolhedor. Entraram para a sala e Bunny ficou maravilhada com a mobília simples e com as esculturas espalhadas um pouco por todo o lado. Percorreu a divisão com o olhar. A sua atenção prendeu-se numa escultura tapada com um pano branco em cima de uma mesa. Perguntou o que era e Myo respondeu com mistério na voz:
- É uma surpresa. Só revelarei na exposição. Agora vamos comer que eu tenho fome e calculo que vocês também.-
Comeram na pequena mesa da sala, um guisado de peixe e legumes. Myo não comia carne.
- Decidi deixar de comer carne quando vim para cá.- explicou.- Mas, se quiseres, posso mandar vir qualquer coisa com carne para ti, Bunny. Digo isto porque o Gonçalo já se habituou ao que eu como. Embora em casa ele coma carne.-
Bunny sorriu e respondeu que gostava da comida e não era preciso incomodar-se. Com o tempo iria habituar-se.
Depois do jantar, Bunny ajudou Myo a tirar a mesa, enquanto Gonçalo ajudava a lavar a loiça. Terminadas as tarefas de cozinha, sentaram-se nos puffs da sala. Myo não achava piada a sofás. «Caprichos de artista?», disse e riram-se.
A conversa prolongou-se animadamente até ser bem perto da meia-noite, altura em que Bunny e Gonçalo decidiram que já estava na hora de irem para casa. Agradeceram a Myo o jantar e a noite maravilhosa. Ela retribuiu com um sorriso e um beijo sonoro na boxeicha de cada um.
Não precisaram de andar muito uma vez que a casa de Myo era perto da de Gonçalo. Quando chegram, foram logo deitar-se exaustos. Bunny aninhou-se nos braços de Gonçalo e sorriu, feliz por estar ao lado de quem amava.
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E pronto. Espero que gostem. Para a semana há mais.

Olá
Eu sei que devia ser só sexta, mas como esta sexta faço anos e vou estar ocupada com a festa, deixo o capitulo hoje, mas para a semana volta a ser na sexta.
Espero que gostem. (e que não seja muito grande)
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Á porta da galeria, estava uma carrinha que descarreguava caixas de cartão fechadas com fita adesiva grossa. Eram as esculturas para a exposição.
Myo estava no interior a compor os expositores. Quando viu Bunny, acenou-lhe e ela entrou. O espaço não era muito grande, mas, ainda assim, era acolhedor e as peças ficavam muito bem ali.
Era o dia de folga de Bunny por isso viera.
- Está a ficar lindo! Tenho a certeza de que logo á noite vai ser um sucesso!- Felicitou Bunny.
Estavam sentadas no bar da galeria onde iria ser servido o Cocktail aos convidados. Bunny não pôde deixar de reparar nalguns canapés que lhe pareceram deliciosos, mas não teve coragem para os provar. Os seus hábitos tinham mudado muito desde que estava com o Gonçalo e desde que se tornara adulta. Já não comia desalmadamente como dantes. Agora, tinha cuidado com a alimentação. Sorriu ao lembrar-se desses tempos.
Nesse momento, entrou uma rapariga vestida com um vestido preto e branco, sapatos a condizer, cabelos ruivos compridos e olhos claros.
Aproximou-se de Myo que sorriu ao vê-la. Bunny perguntou quem era aquela rapariga que parecia saída de uma banda desenhada.
- Lisa, quero apresentar-te a Bunny. Bunny, esta é a Lisa Parkings. Foi ela que me ajudou com a exposição. Se não fosse ela, nunca teria conseguido realizar o meu sonho.-
A rapariga corou tanto que a cara quase ficou da cor do cabelo.
- Ora não foi nada!- disse, meio atrapalhada- Este espaço não era usado. Foi só fazer uns telefonemas e pronto.-
Conversaram mais um pouco sobre arte e outros assuntos. Até que Gonçalo apareceu á porta. Tinha terminado o trabalho mais cedo e resolvera passar para ver como estavam as coisas.
- Posso?- perguntou, divertido. Myo respondeu-lhe:
- Claro! Entra! Quero que conheças o sítio da exposição. Ainda não está terminado, mas lgo verás como fica. Tenho a certeza que vais gostar.-
Abraçaram-se. Depois, dririgiu-se a Bunny e deu-lhe um beijo nos seus lábios pequenos.
Foi então que reparou em Lisa, corada até á ponta dos cabelos. Gonçalo sorriu:
- Como estás, Lisa? continuas a trabalhar no mesmo sítio?-
Lisa respondeu ainda meio envergonhada:
- Sim...-
Bunny achou aquilo muito estranho. Ia perguntar a Gonçalo de onde se conheciam, mas Myo interveio:
- Sabes, Bunny, também foi a Lisa que arranjou um sítio para o Gonçalo morar. Ela trabalha numa imobiliária. É por isso que conhece tantos espaços.-
Depois, Myo fez uma expressão de culpa como se fosse confessar algo de bastante embarasoso:
- Espero que não te sintas com ciúmes por causa disto, Bunny. O Gonçalo disse-me que tu eras muito ciumenta.-
Bunny sorriu para surpresa de todos.
- Não tem importância nenhuma. Afinal, foi só para escolher a casa. E depois os ciúmes doentios já lá vão. Tenho plena confiança no Gonçalo.-
Esclarecidas as dúvidas, Gonçalo dirigiu-se a Bunny novamente:
- Vamos? Ainda tenho de passar em casa para deixar umas coisas que trouxe do trabalho.-
Sem se darem conta, tinham passado a minhã toda ali. Bunny assentiu. Ainda precisava de fazer umas compras antes da noite da inauguração e queria aproveitar o resto do dia. Despediram-se e saíram do edificio.
Assim que saíram, Lisa perguntou a Myo:
- Porque não lhe disseste que eu ajudei o Gonçalo porque gostava dele?-
Myo respondeu com um sorriso:
- A Bunny percebeu perfeitamente por isso é que respondeu daquela maneira. Ela sabe que pode confiar no Gonçalo e que ele era incapaz de a trair por muito que quisesse.-
Lisa não pôde deixar de disfarçar a sua surpresa. Sabia que Gonçalo nunca a vira mais que uma amiga, mas nunca pensou que fosse tão fiel ao seu amor.
- Bom, tenho de ir andando.- disse, de repente, Lisa. - Vemo-nos logo á noite.-
Enquanto se preparavam para a exposição, Bunny estava ansiosa, mais do que no dia em que decidira
ir viver para os EUA.
- Não precisas de estar nervosa. Afinal a exposição não é tua.- Gonçalo tentava acalma-la enquanto a ajudava a fechar o vestido.
- Tens razão, mas não consiguo evitar! Quando há grandes eventos fico sempre em pulgas! Especilamente se forem pessoas queridas para mim.- Calou-se. Ela sabia que Gonçalo não gostava quando se lembrava dos Starlight, mas não podia evitar. Afinal, foram grandes amigos. Tentou redimir-se:
- Desculpa. Eu sei que ainda tens alguns ciúmes quando me lembro deles, mas quero que saibas que o Seiya foi sempre um grande apoio tal como todos os outros naquela altura.-
Gonçalo sorriu.
- Eu sei que sentes a falta dele como sentes a falta das tuas amigas e da tua família.- Acrescentou: - Além disso, não guardo rancores porque sei que vias o Seiya como amigo tal como todos os teus amigos especiais.-
Bunny abraçou-o confortada pelas suas palavras. Beijaram-se. Depois saíram de casa.
Quando chegaram, foram recebidos por Lisa, que vestia um vestido cor de salmão e maquilhagem berrante. Bunny vestia um vestido azul-escuro, sapatos a condizer, os cabelos apanhados em dois ondangos que terminavam nas suas habituais madeixas. lábios pintados de rosa suave, um colar com um pendente em forma de estrela e um anel simples na mão direita de modo a enfatizar que era comprometida com Gonçalo, que estava de Smoking.
Lisa recebeu os convites e eles entraram. As esculturas estavam dispostas um pouco por toda a sala contrastando com as luzes de várias cores que incidiam sobre elas. Gonçalo serviu-se de ponche de uma das bandejas que passavam trazidas por empregados de fato e ofereceu outro a Bunny.
Nesse momento, Myo apareceu para os comprimentar:
- Então, estão a gostar? Está linda, não está?-
Sorriram e acentiram com a cabeça.
Myo vestia um vestido carmim, de saia curta, com um laço mais escuro á frente. Trazia uma flor no cabelo a condizer com o vestido. Tinha os lábios pintados e uma sombra nos olhos. O cabelo preto comprido estava apanhado numa trança. Os sapatos condiziam com o resto.
Sorria a todos os convidados piscando o olho de vez em quando, a Bunny e Gonçalo que retribuiam com um abanar leve de cabeça.
Chamaram para a conferência de imprensa e Myo apressou-se a ir para os bastidores.
Dirigiram-se todos á sala onde iria realizar-se a conferência. Bunny e Gonçalo sentaram-se numa fila reservada aos convidados especiais. Lisa sentou-se um pouco mais atrás.
Nesse momento, Myo entrou na sala e fez-se silêncio. Dirigiu-se ao pulpito e falou para o microfone:
- Antes de mais, queria agradecer a todos por terem vindo.- Acrescentou depois:
- Especialmente ao meu irmão e á minha cunhada.- Piscou o olho na direcção do casal que sorriu.
- Como sabem, ao longo dos últimos meses, tenho estado a trabalhar não só na exposição que hoje inauguro e de que me muito me orgulho, mas também numa escultura muito especial, que dedico e ofereço ao meu irmão como prenda de casamento e que faço questão de a apresentar aqui hoje a todos vocês.-
Atrás dela, uma luz ilumina uma escultura tapada com um pano. Myo retira-o. Ao vê-la, Bunny não pôde conter as lágrimas. Tratava-se de uma peça de arte branca com uma meia lua que na base tinha esculpida a silhueta de um rapaz com uma capa que abanava ao vento, segurando uma rosa que estendia a uma silhueta de rapariga com um longo vestido branco e cabelos esvoaçantes que se encontrava no topo da lua.
Os flaches não tardaram a disparar. Todos queriam apanhar a artitsta e a sua obra. Os jornalistas faziam toda a espécie de perguntas sobre a obra e ela respondia-lhes pacientemente.
Quando a inauguração terminou e a sala ficou vazia, Bunny e Gonçalo dirigiram-se a Myo a fim de a felicitar pela exposição e também agradecer o presente.
Bunny perguntou que nome posera á escultura. Myo respondeu com o mesmo tom misterioso:
- Quando a receberem em vossa casa, descobrirão.-
-------------------------------------------------------------------------------------------------- E pronto. Mais uma vez peço desculpa de ser hoje. Espero que gostem e, novamente, que não o achem demasiado grande.
Para a semana é o epílogo! Boa semana!
Eu sei que devia ser só sexta, mas como esta sexta faço anos e vou estar ocupada com a festa, deixo o capitulo hoje, mas para a semana volta a ser na sexta.
Espero que gostem. (e que não seja muito grande)
--------------------------------------------------------------------------------------------------
X
Na manhã da exposição, Bunny foi ver como estavam os preparativos.Á porta da galeria, estava uma carrinha que descarreguava caixas de cartão fechadas com fita adesiva grossa. Eram as esculturas para a exposição.
Myo estava no interior a compor os expositores. Quando viu Bunny, acenou-lhe e ela entrou. O espaço não era muito grande, mas, ainda assim, era acolhedor e as peças ficavam muito bem ali.
Era o dia de folga de Bunny por isso viera.
- Está a ficar lindo! Tenho a certeza de que logo á noite vai ser um sucesso!- Felicitou Bunny.
Estavam sentadas no bar da galeria onde iria ser servido o Cocktail aos convidados. Bunny não pôde deixar de reparar nalguns canapés que lhe pareceram deliciosos, mas não teve coragem para os provar. Os seus hábitos tinham mudado muito desde que estava com o Gonçalo e desde que se tornara adulta. Já não comia desalmadamente como dantes. Agora, tinha cuidado com a alimentação. Sorriu ao lembrar-se desses tempos.
Nesse momento, entrou uma rapariga vestida com um vestido preto e branco, sapatos a condizer, cabelos ruivos compridos e olhos claros.
Aproximou-se de Myo que sorriu ao vê-la. Bunny perguntou quem era aquela rapariga que parecia saída de uma banda desenhada.
- Lisa, quero apresentar-te a Bunny. Bunny, esta é a Lisa Parkings. Foi ela que me ajudou com a exposição. Se não fosse ela, nunca teria conseguido realizar o meu sonho.-
A rapariga corou tanto que a cara quase ficou da cor do cabelo.
- Ora não foi nada!- disse, meio atrapalhada- Este espaço não era usado. Foi só fazer uns telefonemas e pronto.-
Conversaram mais um pouco sobre arte e outros assuntos. Até que Gonçalo apareceu á porta. Tinha terminado o trabalho mais cedo e resolvera passar para ver como estavam as coisas.
- Posso?- perguntou, divertido. Myo respondeu-lhe:
- Claro! Entra! Quero que conheças o sítio da exposição. Ainda não está terminado, mas lgo verás como fica. Tenho a certeza que vais gostar.-
Abraçaram-se. Depois, dririgiu-se a Bunny e deu-lhe um beijo nos seus lábios pequenos.
Foi então que reparou em Lisa, corada até á ponta dos cabelos. Gonçalo sorriu:
- Como estás, Lisa? continuas a trabalhar no mesmo sítio?-
Lisa respondeu ainda meio envergonhada:
- Sim...-
Bunny achou aquilo muito estranho. Ia perguntar a Gonçalo de onde se conheciam, mas Myo interveio:
- Sabes, Bunny, também foi a Lisa que arranjou um sítio para o Gonçalo morar. Ela trabalha numa imobiliária. É por isso que conhece tantos espaços.-
Depois, Myo fez uma expressão de culpa como se fosse confessar algo de bastante embarasoso:
- Espero que não te sintas com ciúmes por causa disto, Bunny. O Gonçalo disse-me que tu eras muito ciumenta.-
Bunny sorriu para surpresa de todos.
- Não tem importância nenhuma. Afinal, foi só para escolher a casa. E depois os ciúmes doentios já lá vão. Tenho plena confiança no Gonçalo.-
Esclarecidas as dúvidas, Gonçalo dirigiu-se a Bunny novamente:
- Vamos? Ainda tenho de passar em casa para deixar umas coisas que trouxe do trabalho.-
Sem se darem conta, tinham passado a minhã toda ali. Bunny assentiu. Ainda precisava de fazer umas compras antes da noite da inauguração e queria aproveitar o resto do dia. Despediram-se e saíram do edificio.
Assim que saíram, Lisa perguntou a Myo:
- Porque não lhe disseste que eu ajudei o Gonçalo porque gostava dele?-
Myo respondeu com um sorriso:
- A Bunny percebeu perfeitamente por isso é que respondeu daquela maneira. Ela sabe que pode confiar no Gonçalo e que ele era incapaz de a trair por muito que quisesse.-
Lisa não pôde deixar de disfarçar a sua surpresa. Sabia que Gonçalo nunca a vira mais que uma amiga, mas nunca pensou que fosse tão fiel ao seu amor.
- Bom, tenho de ir andando.- disse, de repente, Lisa. - Vemo-nos logo á noite.-
Enquanto se preparavam para a exposição, Bunny estava ansiosa, mais do que no dia em que decidira
ir viver para os EUA.
- Não precisas de estar nervosa. Afinal a exposição não é tua.- Gonçalo tentava acalma-la enquanto a ajudava a fechar o vestido.
- Tens razão, mas não consiguo evitar! Quando há grandes eventos fico sempre em pulgas! Especilamente se forem pessoas queridas para mim.- Calou-se. Ela sabia que Gonçalo não gostava quando se lembrava dos Starlight, mas não podia evitar. Afinal, foram grandes amigos. Tentou redimir-se:
- Desculpa. Eu sei que ainda tens alguns ciúmes quando me lembro deles, mas quero que saibas que o Seiya foi sempre um grande apoio tal como todos os outros naquela altura.-
Gonçalo sorriu.
- Eu sei que sentes a falta dele como sentes a falta das tuas amigas e da tua família.- Acrescentou: - Além disso, não guardo rancores porque sei que vias o Seiya como amigo tal como todos os teus amigos especiais.-
Bunny abraçou-o confortada pelas suas palavras. Beijaram-se. Depois saíram de casa.
Quando chegaram, foram recebidos por Lisa, que vestia um vestido cor de salmão e maquilhagem berrante. Bunny vestia um vestido azul-escuro, sapatos a condizer, os cabelos apanhados em dois ondangos que terminavam nas suas habituais madeixas. lábios pintados de rosa suave, um colar com um pendente em forma de estrela e um anel simples na mão direita de modo a enfatizar que era comprometida com Gonçalo, que estava de Smoking.
Lisa recebeu os convites e eles entraram. As esculturas estavam dispostas um pouco por toda a sala contrastando com as luzes de várias cores que incidiam sobre elas. Gonçalo serviu-se de ponche de uma das bandejas que passavam trazidas por empregados de fato e ofereceu outro a Bunny.
Nesse momento, Myo apareceu para os comprimentar:
- Então, estão a gostar? Está linda, não está?-
Sorriram e acentiram com a cabeça.
Myo vestia um vestido carmim, de saia curta, com um laço mais escuro á frente. Trazia uma flor no cabelo a condizer com o vestido. Tinha os lábios pintados e uma sombra nos olhos. O cabelo preto comprido estava apanhado numa trança. Os sapatos condiziam com o resto.
Sorria a todos os convidados piscando o olho de vez em quando, a Bunny e Gonçalo que retribuiam com um abanar leve de cabeça.
Chamaram para a conferência de imprensa e Myo apressou-se a ir para os bastidores.
Dirigiram-se todos á sala onde iria realizar-se a conferência. Bunny e Gonçalo sentaram-se numa fila reservada aos convidados especiais. Lisa sentou-se um pouco mais atrás.
Nesse momento, Myo entrou na sala e fez-se silêncio. Dirigiu-se ao pulpito e falou para o microfone:
- Antes de mais, queria agradecer a todos por terem vindo.- Acrescentou depois:
- Especialmente ao meu irmão e á minha cunhada.- Piscou o olho na direcção do casal que sorriu.
- Como sabem, ao longo dos últimos meses, tenho estado a trabalhar não só na exposição que hoje inauguro e de que me muito me orgulho, mas também numa escultura muito especial, que dedico e ofereço ao meu irmão como prenda de casamento e que faço questão de a apresentar aqui hoje a todos vocês.-
Atrás dela, uma luz ilumina uma escultura tapada com um pano. Myo retira-o. Ao vê-la, Bunny não pôde conter as lágrimas. Tratava-se de uma peça de arte branca com uma meia lua que na base tinha esculpida a silhueta de um rapaz com uma capa que abanava ao vento, segurando uma rosa que estendia a uma silhueta de rapariga com um longo vestido branco e cabelos esvoaçantes que se encontrava no topo da lua.
Os flaches não tardaram a disparar. Todos queriam apanhar a artitsta e a sua obra. Os jornalistas faziam toda a espécie de perguntas sobre a obra e ela respondia-lhes pacientemente.
Quando a inauguração terminou e a sala ficou vazia, Bunny e Gonçalo dirigiram-se a Myo a fim de a felicitar pela exposição e também agradecer o presente.
Bunny perguntou que nome posera á escultura. Myo respondeu com o mesmo tom misterioso:
- Quando a receberem em vossa casa, descobrirão.-
-------------------------------------------------------------------------------------------------- E pronto. Mais uma vez peço desculpa de ser hoje. Espero que gostem e, novamente, que não o achem demasiado grande.
Para a semana é o epílogo! Boa semana!

Olá.
Tal como prometido, aqui está o epílogo e a razão do título da história.
Espero que gostem.
--------------------------------------------------------------------------------------------------
Abriram-no e era a escultura da lua. Pousaram-na na mesa da entrada para que todos a vissem. Com ela vinha um bilhete escrito por Myo. Nele, podia ler-se o seguinte:
Queridos Bunny, Gonçalo e Chibiusa (que ainda não veio, mas há de vir),
Como sabem esta escultura foi feita para vocês e só para vocês com todo o meu amor e dedicação. Mas faltava algo essencial, algo que a defenisse. Precisava de um nome.
Lembram-se dessa cena? Foi quando pediste a Bunny (ou neste caso a Serenity) em casamento pela primeira vez. Sim, eu estava lá e lembro-me como se tivesse sido ontem.
Talvez por nunca ter perdido as memórias dessa altura, dessa «outra vida», é que quis recordar-vos que o vosso amor atravessou o tempo. E foi a pensar nisso que escolhi o nome. Sei que acham que serviria mais para um livro do para uma escultura, mas, de certa forma pareceu-me adequado, tendo em conta que representa o início de uma relação que eu sei que dará uma grande história para contar á vossa filha. Por isso resolvi chamar-lhe:
«Crónicas de uma Rapariga Singular»
Beijos, e já agora, parabéns,
Myo
Quando terminou, Bunny olhou para Gonçalo e sorriu, acariciando o seu ventre redondo.
Fim.
--------------------------------------------------------------------------------------------------
E pronto. Está feito. Espero que tenham gostado.
Vemo-nos um dia destes.
Até breve.
Tal como prometido, aqui está o epílogo e a razão do título da história.
Espero que gostem.
--------------------------------------------------------------------------------------------------
Epílogo
Na sua nova casa, Gonçalo ajudava Bunny a desempacotar os caixotes. Quando terminaram, viram um embrulho em papel grosso que vinha da parte de Myo.Abriram-no e era a escultura da lua. Pousaram-na na mesa da entrada para que todos a vissem. Com ela vinha um bilhete escrito por Myo. Nele, podia ler-se o seguinte:
Queridos Bunny, Gonçalo e Chibiusa (que ainda não veio, mas há de vir),
Como sabem esta escultura foi feita para vocês e só para vocês com todo o meu amor e dedicação. Mas faltava algo essencial, algo que a defenisse. Precisava de um nome.
Lembram-se dessa cena? Foi quando pediste a Bunny (ou neste caso a Serenity) em casamento pela primeira vez. Sim, eu estava lá e lembro-me como se tivesse sido ontem.
Talvez por nunca ter perdido as memórias dessa altura, dessa «outra vida», é que quis recordar-vos que o vosso amor atravessou o tempo. E foi a pensar nisso que escolhi o nome. Sei que acham que serviria mais para um livro do para uma escultura, mas, de certa forma pareceu-me adequado, tendo em conta que representa o início de uma relação que eu sei que dará uma grande história para contar á vossa filha. Por isso resolvi chamar-lhe:
«Crónicas de uma Rapariga Singular»
Beijos, e já agora, parabéns,
Myo
Quando terminou, Bunny olhou para Gonçalo e sorriu, acariciando o seu ventre redondo.
Fim.
--------------------------------------------------------------------------------------------------
E pronto. Está feito. Espero que tenham gostado.
Vemo-nos um dia destes.
Até breve.

Bem Joana, já que sou a Telma "minorca" e não a que comentava a tua história não a acabei de ler... Mas pelo que li até (já estou no 8º capítulo... ) agora, tenho que te dar os parabéns! Está fantástica! É uma das melhores histórias que já li! Amei! Algumas partes ai... quase que chorava! Agora andei a espreitar o epílogo e tá amoroso! Tenho que ler os dois últimos capítulos que faltam!
Feito pela minha querida Miku!! Arigato!!!!! *.* *.* *.* *.*
O mundo mudou! A inteligência é subestimada! A aparência é cada vez mais importante! O mundo tá de pantanas! Muda-o, quando é tempo!
Tens de entrar para responderes neste tópico.
Desculpa ter demorado meio século, eu tenho acompanhado asério, mas tenho alguma falta de tempo ;-;
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