Crónicas de um rapariga singular
Olá,
Em jeito de pausa na fic anterior (e a pedido de várias familias, como se costuma dizer, e porque achei que devia escrever algo sobre eles já que toda a gente anda a fazer) aqui fica a minha segunda fic. Desta vez é sobre o meu casal favorito (como não podia deixar de ser) Bunny e Gonçalo.
Aqui ficam o prólogo e o indice.
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Titulo: Crónicas de uma rapariga singular
Personagens: As principais pertencem á Naoko, mas há uma inventada por mim.
Género: Romance
Classifcação: Livre
Indice
Prólogo-----página 1
Capitulo 1------página 2
Capitulo 2------página 3
Capítulo 3 -----página 4
Capítulo 4-----página 5
Capítulo 5-----página 6
Capítulo 6-----página 7
Capítulo 7-----página 8
Capítulo 8-----página 9
Capítulo 9-----página 10
Capítulo 10-----página 11
Epílogo-----página 12
Prólogo:
Bunny estava frustada. Fazia um mês que Gonçalo tinha ido para a América. A última notícia que recebera dele foi a de que tinha conseguido um estágio numa empresa em Nova Iorque. A partir daí, mais nada.
Depois da confusão com a Galaxia, ele decidira ir na mesma. «É uma oportunidade que não posso perder» disse ele a caminho do aeroporto. «E depois podes sempre contactar-me», acrescentou com um sorriso e um beijo caloroso.
Ela bem que o tentou dissuadir, mas parecia que nada o fizera mudar de ideias.
Embarcou deixando-a em lágrimas pela segunda vez.
Agora, deitada na cama, revia tudo aquilo e de cada vez lhe parecia mais absurdo. Para quê estar sempre agarrada ao telefone ou a olhar para a caixa do mail se não acontecia nada? Ele bem que a avisara na despedida: «Mas receio que vá estar demasiado ocupado para falar contigo». Era verdade.
De tanto remoer, acabou por se fartar e levantou-se da cama. Desceu as escadas e foi até á sala onde os pais e o irmão estavam a ver televisão. Respirou fundo e quando eles se viraram, anunciou:
- Família, tomei uma decisão. Vou a Nova Iorque.-
Os pais ficaram surpreendidos. O irmão continuou indiferente como era seu hábito. O pai perguntou incrédulo:
- Tens a certeza?-
Nunca na sua vida Bunny estivera tão segura de uma decisão. Acrescentou com a mesma determinação com que fizera o anúncio:
- Vou ligar ás meninas a convidá-las a virem comigo.-
E voltou ao quarto.
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Pronto. Fiquem com este cheirinho e para a semana há mais.
Só mais uma coisa: Se estranharem o titulo, não se preocupem, ele será explicado no fim.
Mais uma vez, até para a semana.
Em jeito de pausa na fic anterior (e a pedido de várias familias, como se costuma dizer, e porque achei que devia escrever algo sobre eles já que toda a gente anda a fazer) aqui fica a minha segunda fic. Desta vez é sobre o meu casal favorito (como não podia deixar de ser) Bunny e Gonçalo.
Aqui ficam o prólogo e o indice.
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Titulo: Crónicas de uma rapariga singular
Personagens: As principais pertencem á Naoko, mas há uma inventada por mim.
Género: Romance
Classifcação: Livre
Indice
Prólogo-----página 1
Capitulo 1------página 2
Capitulo 2------página 3
Capítulo 3 -----página 4
Capítulo 4-----página 5
Capítulo 5-----página 6
Capítulo 6-----página 7
Capítulo 7-----página 8
Capítulo 8-----página 9
Capítulo 9-----página 10
Capítulo 10-----página 11
Epílogo-----página 12
Prólogo:
Bunny estava frustada. Fazia um mês que Gonçalo tinha ido para a América. A última notícia que recebera dele foi a de que tinha conseguido um estágio numa empresa em Nova Iorque. A partir daí, mais nada.
Depois da confusão com a Galaxia, ele decidira ir na mesma. «É uma oportunidade que não posso perder» disse ele a caminho do aeroporto. «E depois podes sempre contactar-me», acrescentou com um sorriso e um beijo caloroso.
Ela bem que o tentou dissuadir, mas parecia que nada o fizera mudar de ideias.
Embarcou deixando-a em lágrimas pela segunda vez.
Agora, deitada na cama, revia tudo aquilo e de cada vez lhe parecia mais absurdo. Para quê estar sempre agarrada ao telefone ou a olhar para a caixa do mail se não acontecia nada? Ele bem que a avisara na despedida: «Mas receio que vá estar demasiado ocupado para falar contigo». Era verdade.
De tanto remoer, acabou por se fartar e levantou-se da cama. Desceu as escadas e foi até á sala onde os pais e o irmão estavam a ver televisão. Respirou fundo e quando eles se viraram, anunciou:
- Família, tomei uma decisão. Vou a Nova Iorque.-
Os pais ficaram surpreendidos. O irmão continuou indiferente como era seu hábito. O pai perguntou incrédulo:
- Tens a certeza?-
Nunca na sua vida Bunny estivera tão segura de uma decisão. Acrescentou com a mesma determinação com que fizera o anúncio:
- Vou ligar ás meninas a convidá-las a virem comigo.-
E voltou ao quarto.
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Pronto. Fiquem com este cheirinho e para a semana há mais.
Só mais uma coisa: Se estranharem o titulo, não se preocupem, ele será explicado no fim.
Mais uma vez, até para a semana.

Está interessante, eu aqui já a imaginar cada coisa (sinistro.... ahahahahahaha) Se fose eu a chegar ao pé dos meus pais, e dizer decididamente [sem gozo, nem brincadeiras] que vou para NY, lol não vou imaginar, é melhor não XD ( ainda para mais, tenho medo de andar de avião :s)
Eu espero o capitulo 1!
Boa escrita!
Eu espero o capitulo 1!
Boa escrita!
Só de ler o prólogo já me interessei... concerteza vou acompanhar a tua fanfic .. ehehe vai ser a segunda ( a primeira ainda está inacabada - My Dear Devil - não sei se conheçes) lol tenho a mania de ler as fics quando já estão acabadas lool é uma mania minha ..... fico sempre muito ansiosa.
Que tenhas muita inspiração pa tua fic. Fico há espera. BOA SORTE
Que tenhas muita inspiração pa tua fic. Fico há espera. BOA SORTE
PrincessAngel
Ora aqui está (finalmente) o primeiro capitulo, divirtam-se!!
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-Foi isso mesmo que ouviste! Decidi ir visita-lo á América.- a sua voz continuava determinada.
-Mas tens mesmo a certeza que é isso que queres? Depois não digas que estás arrependida!- replicou Rita.
Bunny parecia mais determinada que nunca.
-Muito bem, mas temos de chamar as outras, não podemos ir só as duas. Tu sabes como elas ficavam tristes se não fossem. Encontramo-nos daqui a meia hora no café da Rua Principal. Não te atrases! Até logo!- Desligou.
Bunny começou a arranjar-se. Estava uma tarde de sol radiosa que convidava a um refresco e um gelado na esplanda.
Ajeitou os ondangos e saiu de casa.
- Até logo! Vou encontrar-me com as minhas amigas!- disse, despedindo-se da família.
Quando chegou ao café, viu todas as suas amigas sorriu e correu até elas.
- Olá! Não estou atrasada, pois não?- Todas olharam para ela com um ar surpreendido. Rita veio ao pé dela e começou a olhá-la de uma forma esquisita.
- Passa-se alguma coisa, Rita?- perguntou Bunny, fazendo um esgar.
- Não se passa nada.- respondeu- Estava só a verificar se eras mesmo tu, Bunny. Como não costumas chegar a horas, achei estranho.-
Bunny sorriu e as outras também. Depois sentaram-se na esplanada.
Pediram gelado para todas pois o calor era insuportável e elas precisavam de se refrescar.
- Tens a certeza de que é isto que queres, Bunny?- perguntou Joana. - Eu sei que passou um mês, mas não achas que é muito precipitado? Se fosse a ti pensava melhor no assunto.-
Bunny olhou para os olhos azuis vivos da amiga. Respondeu-lhe como respondera a Rita pelo telefone:
- Claro que tenho a certeza. Não imaginam como me fartei de pensar e repensar. Passei muitoas noites em claro por causa disto. Por isso não há mais nada para pensar. Eu vou vê-lo e pronto.- Meteu uma colher de gelado na boca.
- Tu sabes como é a Bunny.- acrescentou Maria, entre uma colher de gelado.- Quando tem alguma coisa na cabeça é difícil tira-la.-
Todas se riram ás gargalhadas. Amy, que até então tinha estado calada, quebrou o silêncio:
- Bunny, telefonaste ao Gonçalo a avisar da tua partida?-
Bunny corou ligeiramente antes de falar:
- Bom... Na verdade, eu quero fazer-lhe uma surpresa.-
Rita foi a primeira a reagir como era de esperar:
- Isso é muito romântico. E, como prova do teu amor, acho que lhe devias dar um presente. Nós ajudamos-te a escolher.-
Bunny voltou a corar. Abriu a mala e tirou de lá um porta-chaves com um coração e uma rosa vermelha.
- Fiz isto para lhe dar. Como sei que ele gosta de rosas, achei que lhe podia dar algo que simbolizasse o nosso amor.- fez uma pausa e acrescentou:
- E há mais uma coisa: eu quero que vocês venham comigo. Foi por isso que vos chamei. Não consigo fazer isto sozinha. Preciso das minhas amigas.-
Todas ficaram surpreendidas, mas, ao mesmo tempo, entusiasmadas com a ideia de viajarem todas juntas. Foi Joana quem mostrou entusiasmo por todas:
- Muito bem, vamos lá para Nova Iorque!-
E, dito isto, acabaram os gelados, pagaram, despediram-se e foram para casa preparar-se para a viagem.
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E pronto. Já sabem: vemo-nos para a semana.
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I
-O quê?! Tu vais o quê?!- Rita estava incrédula ao telefone.-Foi isso mesmo que ouviste! Decidi ir visita-lo á América.- a sua voz continuava determinada.
-Mas tens mesmo a certeza que é isso que queres? Depois não digas que estás arrependida!- replicou Rita.
Bunny parecia mais determinada que nunca.
-Muito bem, mas temos de chamar as outras, não podemos ir só as duas. Tu sabes como elas ficavam tristes se não fossem. Encontramo-nos daqui a meia hora no café da Rua Principal. Não te atrases! Até logo!- Desligou.
Bunny começou a arranjar-se. Estava uma tarde de sol radiosa que convidava a um refresco e um gelado na esplanda.
Ajeitou os ondangos e saiu de casa.
- Até logo! Vou encontrar-me com as minhas amigas!- disse, despedindo-se da família.
Quando chegou ao café, viu todas as suas amigas sorriu e correu até elas.
- Olá! Não estou atrasada, pois não?- Todas olharam para ela com um ar surpreendido. Rita veio ao pé dela e começou a olhá-la de uma forma esquisita.
- Passa-se alguma coisa, Rita?- perguntou Bunny, fazendo um esgar.
- Não se passa nada.- respondeu- Estava só a verificar se eras mesmo tu, Bunny. Como não costumas chegar a horas, achei estranho.-
Bunny sorriu e as outras também. Depois sentaram-se na esplanada.
Pediram gelado para todas pois o calor era insuportável e elas precisavam de se refrescar.
- Tens a certeza de que é isto que queres, Bunny?- perguntou Joana. - Eu sei que passou um mês, mas não achas que é muito precipitado? Se fosse a ti pensava melhor no assunto.-
Bunny olhou para os olhos azuis vivos da amiga. Respondeu-lhe como respondera a Rita pelo telefone:
- Claro que tenho a certeza. Não imaginam como me fartei de pensar e repensar. Passei muitoas noites em claro por causa disto. Por isso não há mais nada para pensar. Eu vou vê-lo e pronto.- Meteu uma colher de gelado na boca.
- Tu sabes como é a Bunny.- acrescentou Maria, entre uma colher de gelado.- Quando tem alguma coisa na cabeça é difícil tira-la.-
Todas se riram ás gargalhadas. Amy, que até então tinha estado calada, quebrou o silêncio:
- Bunny, telefonaste ao Gonçalo a avisar da tua partida?-
Bunny corou ligeiramente antes de falar:
- Bom... Na verdade, eu quero fazer-lhe uma surpresa.-
Rita foi a primeira a reagir como era de esperar:
- Isso é muito romântico. E, como prova do teu amor, acho que lhe devias dar um presente. Nós ajudamos-te a escolher.-
Bunny voltou a corar. Abriu a mala e tirou de lá um porta-chaves com um coração e uma rosa vermelha.
- Fiz isto para lhe dar. Como sei que ele gosta de rosas, achei que lhe podia dar algo que simbolizasse o nosso amor.- fez uma pausa e acrescentou:
- E há mais uma coisa: eu quero que vocês venham comigo. Foi por isso que vos chamei. Não consigo fazer isto sozinha. Preciso das minhas amigas.-
Todas ficaram surpreendidas, mas, ao mesmo tempo, entusiasmadas com a ideia de viajarem todas juntas. Foi Joana quem mostrou entusiasmo por todas:
- Muito bem, vamos lá para Nova Iorque!-
E, dito isto, acabaram os gelados, pagaram, despediram-se e foram para casa preparar-se para a viagem.
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E pronto. Já sabem: vemo-nos para a semana.
Aqui está (finalmente) o capitulo desta semana.
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Não podia ser uma mala muito grande, mas também não podia ser pequena uma vez que iam ficar duas semanas. Pedira á Amy para que tratasse das reservas e dos bilhetes pois, como é sabido, e a Rita fez questão de lhe lembrar antes de se despedirem, ela não percebe nada disso. Também lhe pediu para ver como estaria o tempo nos EUA. Queria ter a certeza que levava a roupa certa.
Estavaa tão distraída a pensar no que ia levar que nem se apercebeu de que a mãe entrara no quarto.
-Então, já trataste de tudo com as tuas amigas? Elas concordaram?-
Bunny sorriu.
- Sim. Elas concordaram.- Acrescentou:- Estou ansiosa por conhecer a cidade! Dizem que é tão grande como a nossa!-
Fernanda olhou para a filha. Nunca a tinha visto assim. Estava feliz e confiante! Nem parecia a mesma Bunny! Tantas vezes a vira chorar pelos cantos por causa do Gonçalo que, afinal, só conhecera uma vez ainda Bunny andava no liceu. Não pôde evitar as lágrimas e o sorriso ao mesmo tempo.
Bunny olhou para ela surpreendida:
- Está tudo bem, mãe?-
Fernanda limpu as lágrimas e tranquilizou-a:
- Está tudo bem. Sou só eu que estou com saudades antecipadas.-
Abraçaram-se. Depois, Fernanda saiu do quarto de modo a deixar Bunny fazer a mala.
Bunny recomeçou de onde tinha ficado. Foi ao armário procurar uma mala de viagem. Ao remexer nas caixas, uma chamou-lhe a atenção. Tirou-a para cima da cama. Abriu-a a fez uma expressão de choque e alegria ao mesmo tempo. Dentro da caixa estavam os sapatos de cristal que Gonçalo lhe oferecera na primeira vez que soubare do seu aniversário. Aqueles sapatos tinham-na metido num belo sarilho! Suspirou ao lembrar-se. Naquela altura era tão jovem e inocente. Fechou a caixa e voltou a guarda-la no armário. Não ia levar más recordações para a América.
Quando estava a arrumar a caixa dos sapatos, reparou noutra ao lado. Tirou-a e abriu-a. Era o medalhão de Sailor Moon Eterna: o coração amarelo com as asas brancas. Há muito tempo que não o usava. A última vez fora há dois anos contra a Galáxia. «Não vou precisar disto.» Pensou. «A Sailor Moon não será precisa por bastante tempo». Fechou a caixa e guardou-a junto da dos sapatos. Não queria que nada pertubasse a sua viagem.
Nesse momento, o telemóvel começou a tocar. Era o toque de mensagem. Foi ver e era a Amy a dizer que já tinha reservado o avião e o hotel. Partiam no dia seguinte bem cedo. O tempo não seria muito diferente daquele que se fazia sentir no Japão, visto estarem no Verão. Mas, ainda assim, deveria levar um casaco para a noite.
Agradeceu a mensagem e continuou a fazer a mala. Colocou roupa mais ligeira mas também um casaco como recomendara Amy.
A pensar no encontro romântico, tinha decidido levar o vestido que usara quando saíra pela primeira vez com o Gonçalo mas já estava muito gasto e de certeza que já estava farto dele. Por isso decidiu que ia levar um azul-claro de saia curta e uns sapatos a condizer.
Fechou a mala a tempo do jantar. Desceu as escadas e foi para a cozinha onde estava o resto da família incluindo Luna que se tinha transformado numa gata normal. Estavam á sua espera para começar a comer. Durante a refeição, o pai de Bunny não pôde evitar paerguntar quando seria a viagem.
- Amanhâ!? Não podias ter marcado para mais tarde? E a que horas tens de estar no aeroporto?-
Bunny pensou um pouco antes de responder:
- Queria que fosse o mais rápido possível. O voo é ás 9.00 horas. Combinei com as meninas por volta das 7.30. Temos de estar cedo para dar tempo de fazer o check-in. Mas não te preocupes eu apanho um táxi não há necessidade de te levantares cedo para me levares.-
O pai contrapôe:
- Não, senhora! Eu levo-te! É a primeira vez que vais para fora e eu quero despedir-me como deve ser. Quanto tempo vão ficar?-
Ela respondeu:
- Duas semanas. Mas se tudo correr bem, pode ser que se prolongue para mais uma.-
A seguir ao jantar, ainda ficaram um pouco a conversar e a ver televisão. Depois Bunny subiu.
Precisava de dormir bem para suportar a viagem do dia seguinte.
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E pronto. Espero que desta vez não esteja pequeno e que tenham recordado alguns momentos da série.
Para a semana há mais. Até lá!
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II
Quando Bunny chegou a casa, foi logo para o quarto preparar a mala.Não podia ser uma mala muito grande, mas também não podia ser pequena uma vez que iam ficar duas semanas. Pedira á Amy para que tratasse das reservas e dos bilhetes pois, como é sabido, e a Rita fez questão de lhe lembrar antes de se despedirem, ela não percebe nada disso. Também lhe pediu para ver como estaria o tempo nos EUA. Queria ter a certeza que levava a roupa certa.
Estavaa tão distraída a pensar no que ia levar que nem se apercebeu de que a mãe entrara no quarto.
-Então, já trataste de tudo com as tuas amigas? Elas concordaram?-
Bunny sorriu.
- Sim. Elas concordaram.- Acrescentou:- Estou ansiosa por conhecer a cidade! Dizem que é tão grande como a nossa!-
Fernanda olhou para a filha. Nunca a tinha visto assim. Estava feliz e confiante! Nem parecia a mesma Bunny! Tantas vezes a vira chorar pelos cantos por causa do Gonçalo que, afinal, só conhecera uma vez ainda Bunny andava no liceu. Não pôde evitar as lágrimas e o sorriso ao mesmo tempo.
Bunny olhou para ela surpreendida:
- Está tudo bem, mãe?-
Fernanda limpu as lágrimas e tranquilizou-a:
- Está tudo bem. Sou só eu que estou com saudades antecipadas.-
Abraçaram-se. Depois, Fernanda saiu do quarto de modo a deixar Bunny fazer a mala.
Bunny recomeçou de onde tinha ficado. Foi ao armário procurar uma mala de viagem. Ao remexer nas caixas, uma chamou-lhe a atenção. Tirou-a para cima da cama. Abriu-a a fez uma expressão de choque e alegria ao mesmo tempo. Dentro da caixa estavam os sapatos de cristal que Gonçalo lhe oferecera na primeira vez que soubare do seu aniversário. Aqueles sapatos tinham-na metido num belo sarilho! Suspirou ao lembrar-se. Naquela altura era tão jovem e inocente. Fechou a caixa e voltou a guarda-la no armário. Não ia levar más recordações para a América.
Quando estava a arrumar a caixa dos sapatos, reparou noutra ao lado. Tirou-a e abriu-a. Era o medalhão de Sailor Moon Eterna: o coração amarelo com as asas brancas. Há muito tempo que não o usava. A última vez fora há dois anos contra a Galáxia. «Não vou precisar disto.» Pensou. «A Sailor Moon não será precisa por bastante tempo». Fechou a caixa e guardou-a junto da dos sapatos. Não queria que nada pertubasse a sua viagem.
Nesse momento, o telemóvel começou a tocar. Era o toque de mensagem. Foi ver e era a Amy a dizer que já tinha reservado o avião e o hotel. Partiam no dia seguinte bem cedo. O tempo não seria muito diferente daquele que se fazia sentir no Japão, visto estarem no Verão. Mas, ainda assim, deveria levar um casaco para a noite.
Agradeceu a mensagem e continuou a fazer a mala. Colocou roupa mais ligeira mas também um casaco como recomendara Amy.
A pensar no encontro romântico, tinha decidido levar o vestido que usara quando saíra pela primeira vez com o Gonçalo mas já estava muito gasto e de certeza que já estava farto dele. Por isso decidiu que ia levar um azul-claro de saia curta e uns sapatos a condizer.
Fechou a mala a tempo do jantar. Desceu as escadas e foi para a cozinha onde estava o resto da família incluindo Luna que se tinha transformado numa gata normal. Estavam á sua espera para começar a comer. Durante a refeição, o pai de Bunny não pôde evitar paerguntar quando seria a viagem.
- Amanhâ!? Não podias ter marcado para mais tarde? E a que horas tens de estar no aeroporto?-
Bunny pensou um pouco antes de responder:
- Queria que fosse o mais rápido possível. O voo é ás 9.00 horas. Combinei com as meninas por volta das 7.30. Temos de estar cedo para dar tempo de fazer o check-in. Mas não te preocupes eu apanho um táxi não há necessidade de te levantares cedo para me levares.-
O pai contrapôe:
- Não, senhora! Eu levo-te! É a primeira vez que vais para fora e eu quero despedir-me como deve ser. Quanto tempo vão ficar?-
Ela respondeu:
- Duas semanas. Mas se tudo correr bem, pode ser que se prolongue para mais uma.-
A seguir ao jantar, ainda ficaram um pouco a conversar e a ver televisão. Depois Bunny subiu.
Precisava de dormir bem para suportar a viagem do dia seguinte.
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E pronto. Espero que desta vez não esteja pequeno e que tenham recordado alguns momentos da série.
Para a semana há mais. Até lá!

huuuummmm eu gostei hihihi ... sim fez-me recordar da série .... também noto que a Bunny está mais madura... gosto disso na tua fanfic .... em muitas que leio, ela mesmo com mais idade é sempre infantil e isso já farta um bocadinho. mesmo que ela seja assim na série tem que se pensar que as pessoas mesmo apesar de serem infantis amadurecem com o tempo. Dou-te os parabéns por demonstrares isso na tua história. fico há espera do próximo. até lá 

PrincessAngel
Olá,
Aqui vai o capítulo da semana e o primeiro de Novembro.
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O avião aterrou, passadas umas horas, e o aviso de chegada foi dado. Bunny dormitava no banco com a cabeça encostada ao vidro da janela.
Rita deu-lhe um abanão e ela acordou sobressaltada.
- O que se passa?- perguntou atrapalhada.
-Já chegámos, tonta! Adormeceste!- respondeu Rita ajudando-a a sair da fila de lugares com as outras.
Uma vez cá fora, já depois de terem recolhido as malas, foram á procura de um táxi. Amy chamou-o porque, como é sabido, é a única que sabe falar inglês. Disse ao motorista para ir para o hotel e o táxi arrancou.
No caminho, foram vendo as avenidas largas e cheias de gente, os anúncios de neon que faziam publicidade a artigos de luxo como jóias, carros ou perfumes. Olhavam todas maravilhadas.
O hotel ficava numa rua próxima do centro da cidade. Era um edifício alto como todos os que havia em Nova Iorque.
O táxia parou á porta e elas desceram, depois de serem ajudadas com as malas.
Entraram pela porta giratória e dirigiram-se á recepção.
Mais uma vez foi Amy quem fez o check-in. Os quartos ficavam no terceiro andar, pelo que foram de elevador.
A primeira porta era a do quarto de Bunny, depois eram os quartos das outras. Cada uma entrou no seu.
O quarto era amplo e tinha uma grande janela de onde se via a cidade.
A cama era larga e tinha os lençóis brancos dos hotéis. Tinha, também, uma mesa com uma cadeira. Em cima da mesa, a habitual publicidade.
Anexa ao quarto, estava a casa-de-banho.
Bunny pousou as malas e atirou-se para a cama. A viagem tinha sido longa e estava esgotada. Precisava de descansar. Fechou os olhos e adormeceu.
Acordou, passado um bocado, com um leve bater na porta. Levantou-se e, a cambalear, foi ver quem era. Rita apareceu do outro lado. Atrás dela, vinham as outras.
- Podemos entrar?- perguntou. Bunny respondeu:
- Claro! Entrem.- Entraram e ela fechou a porta. Instalaram-se todas pelo quarto. Rita sentou-se na cadeira junto á mesa, Amy e Joana á beira da cama e Maria no chão.
Bunny sentou-se perto de Amy.
Rita quebrou o silêncio:
- Agora que estamos instaladas, podíamos ir explorar a cidade.-
Joana disse:
-É uma boa ideia! Ouvi dizer que as lojas aqui são demais!-
Amy contrapôs:
- Eu acho que devíamos deixar a Bunny decidir. Afinal foi ela que quis vir.-
Maria perguntou:
- Então, Bunny o que decides? Onde gostarias de ir primeiro?-
Bunny ficou pensativa. De repente, levantou-se, foi até ao sítio onde estava o casaco e tirou do bolso um papel dobrado. Era a morada do Gonçalo. Ele dera-lha antes de partir no caso de acontecer alguma coisa.
Apertou-o contra o peito e disse:
- Quero ir ver o Gonçalo.-
Foi Rita quem falou:
- Está bem, mas não seria melhor vermos a cidade primeiro? Nunca viemos cá podíamos aproveitar! E depois, íamos a casa dele.-
Todas concordaram.
Ajeitaram a roupa e saíram do hotel.
Amy chamou um táxi que as levou a todos os lugares turísticos. Estava um fim de tarde magnífico.
Depois, voltaram ao táxi e Bunny deu o papel ao motorista para que as levasse aquela morada. O carro seguiu o parou junto a um bloco de apartamentos altos.
Era o prédio onde morava o Gonçalo. Saíram do táxi, depois de Amy pagar, e dirigiram-se para o prédio.
O coração de Bunny batia disparado quando chegaram perto da porta da casa. A placa dizia «Gonçalo Chiba» Bunny tocou á campainha. Um momento depois, a porta abriu-se e, para surpresa de todas, apareceu uma rapariga. Era parecida com o Gonçalo, mas tinha os olhos castanhos. Vestia uma roupa leve constituida por uns calções e uma t-shirt.
Bunny ficou atrapalhada:
- Desculpe, enganamo-nos na porta. Deve ser outro apartamento.-
Quando se iam embora, a rapariga veio á porta e começou a gritar:
- Esperem!- Bunny voltou para trás e as outras seguiram-na.
Bunny, ainda um pouco nervosa, perguntou:
- É aqui que mora o Gonçalo?-
Amy tentou interceder para traduzir, mas, para sua surpresa, a rapariga falava a sua lingua:
- Sim, é aqui. Por favor entrem.-
Elas entraram. O apartamento não era muito grande, tinha o tamanho certo para um rapaz viver sozinho. Pelo menos assim pensava Bunny.
- Querem comer alguma coisa? Posso oferecer-vos chá e bolinhos. São comprados, mas são muito bons.-
Elas aceitaram. Sentaram-se na mesa da cozinha que se ligava á sala por uma porta em arco. A sala tinha um sofá, uma janela com varanda e uma mesa com a televisão.
No tecto estava um candeeiro simples.
A rapariga sentou-se com elas depois de servir o chá.
Resolveu quebrar aquele silêncio desconfortável que se tinha instalado:
- Espero que estaja tudo do vosso agrado. - Elas assentiram.
Depois olhou para a Bunny:
- Tu deves ser a Buny. O Gonçalo falou-me muito de ti. E eu tive curiosidade em conhecer-te.-
Bunny sorriu e perguntou, com ligeira raiva a crescer no peito:
- E tu quem és? E como conheces tão bem o Gonçalo?-
A rapariga ficou surpreendida.
Respondeu-lhe com toda a calma:
- Cabeça a minha! Esqueci-me de me apresentar! Eu sou a Myo, a irmã mais nova do Gonçalo.-
Todas ficaram surpreendidas. Desde quando é que o Gonçalo tinha uma irmã? E porque é que nunca lhes contara nada? Mais importante: porque escondera ele isto da Bunny?
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E pronto. Espero que gostem e fiquem tão surpreendidos como elas.
Até para a semana.
Aqui vai o capítulo da semana e o primeiro de Novembro.
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III
Na manhã seguinte e como haviam combinado, o pai de Bunny foi leva-la ao aeroporto. Entre despedidas emocionadas e conselhos, lá conseguiu ir ao encontro das amigas e, dái a pouco tempo, embarcaram.O avião aterrou, passadas umas horas, e o aviso de chegada foi dado. Bunny dormitava no banco com a cabeça encostada ao vidro da janela.
Rita deu-lhe um abanão e ela acordou sobressaltada.
- O que se passa?- perguntou atrapalhada.
-Já chegámos, tonta! Adormeceste!- respondeu Rita ajudando-a a sair da fila de lugares com as outras.
Uma vez cá fora, já depois de terem recolhido as malas, foram á procura de um táxi. Amy chamou-o porque, como é sabido, é a única que sabe falar inglês. Disse ao motorista para ir para o hotel e o táxi arrancou.
No caminho, foram vendo as avenidas largas e cheias de gente, os anúncios de neon que faziam publicidade a artigos de luxo como jóias, carros ou perfumes. Olhavam todas maravilhadas.
O hotel ficava numa rua próxima do centro da cidade. Era um edifício alto como todos os que havia em Nova Iorque.
O táxia parou á porta e elas desceram, depois de serem ajudadas com as malas.
Entraram pela porta giratória e dirigiram-se á recepção.
Mais uma vez foi Amy quem fez o check-in. Os quartos ficavam no terceiro andar, pelo que foram de elevador.
A primeira porta era a do quarto de Bunny, depois eram os quartos das outras. Cada uma entrou no seu.
O quarto era amplo e tinha uma grande janela de onde se via a cidade.
A cama era larga e tinha os lençóis brancos dos hotéis. Tinha, também, uma mesa com uma cadeira. Em cima da mesa, a habitual publicidade.
Anexa ao quarto, estava a casa-de-banho.
Bunny pousou as malas e atirou-se para a cama. A viagem tinha sido longa e estava esgotada. Precisava de descansar. Fechou os olhos e adormeceu.
Acordou, passado um bocado, com um leve bater na porta. Levantou-se e, a cambalear, foi ver quem era. Rita apareceu do outro lado. Atrás dela, vinham as outras.
- Podemos entrar?- perguntou. Bunny respondeu:
- Claro! Entrem.- Entraram e ela fechou a porta. Instalaram-se todas pelo quarto. Rita sentou-se na cadeira junto á mesa, Amy e Joana á beira da cama e Maria no chão.
Bunny sentou-se perto de Amy.
Rita quebrou o silêncio:
- Agora que estamos instaladas, podíamos ir explorar a cidade.-
Joana disse:
-É uma boa ideia! Ouvi dizer que as lojas aqui são demais!-
Amy contrapôs:
- Eu acho que devíamos deixar a Bunny decidir. Afinal foi ela que quis vir.-
Maria perguntou:
- Então, Bunny o que decides? Onde gostarias de ir primeiro?-
Bunny ficou pensativa. De repente, levantou-se, foi até ao sítio onde estava o casaco e tirou do bolso um papel dobrado. Era a morada do Gonçalo. Ele dera-lha antes de partir no caso de acontecer alguma coisa.
Apertou-o contra o peito e disse:
- Quero ir ver o Gonçalo.-
Foi Rita quem falou:
- Está bem, mas não seria melhor vermos a cidade primeiro? Nunca viemos cá podíamos aproveitar! E depois, íamos a casa dele.-
Todas concordaram.
Ajeitaram a roupa e saíram do hotel.
Amy chamou um táxi que as levou a todos os lugares turísticos. Estava um fim de tarde magnífico.
Depois, voltaram ao táxi e Bunny deu o papel ao motorista para que as levasse aquela morada. O carro seguiu o parou junto a um bloco de apartamentos altos.
Era o prédio onde morava o Gonçalo. Saíram do táxi, depois de Amy pagar, e dirigiram-se para o prédio.
O coração de Bunny batia disparado quando chegaram perto da porta da casa. A placa dizia «Gonçalo Chiba» Bunny tocou á campainha. Um momento depois, a porta abriu-se e, para surpresa de todas, apareceu uma rapariga. Era parecida com o Gonçalo, mas tinha os olhos castanhos. Vestia uma roupa leve constituida por uns calções e uma t-shirt.
Bunny ficou atrapalhada:
- Desculpe, enganamo-nos na porta. Deve ser outro apartamento.-
Quando se iam embora, a rapariga veio á porta e começou a gritar:
- Esperem!- Bunny voltou para trás e as outras seguiram-na.
Bunny, ainda um pouco nervosa, perguntou:
- É aqui que mora o Gonçalo?-
Amy tentou interceder para traduzir, mas, para sua surpresa, a rapariga falava a sua lingua:
- Sim, é aqui. Por favor entrem.-
Elas entraram. O apartamento não era muito grande, tinha o tamanho certo para um rapaz viver sozinho. Pelo menos assim pensava Bunny.
- Querem comer alguma coisa? Posso oferecer-vos chá e bolinhos. São comprados, mas são muito bons.-
Elas aceitaram. Sentaram-se na mesa da cozinha que se ligava á sala por uma porta em arco. A sala tinha um sofá, uma janela com varanda e uma mesa com a televisão.
No tecto estava um candeeiro simples.
A rapariga sentou-se com elas depois de servir o chá.
Resolveu quebrar aquele silêncio desconfortável que se tinha instalado:
- Espero que estaja tudo do vosso agrado. - Elas assentiram.
Depois olhou para a Bunny:
- Tu deves ser a Buny. O Gonçalo falou-me muito de ti. E eu tive curiosidade em conhecer-te.-
Bunny sorriu e perguntou, com ligeira raiva a crescer no peito:
- E tu quem és? E como conheces tão bem o Gonçalo?-
A rapariga ficou surpreendida.
Respondeu-lhe com toda a calma:
- Cabeça a minha! Esqueci-me de me apresentar! Eu sou a Myo, a irmã mais nova do Gonçalo.-
Todas ficaram surpreendidas. Desde quando é que o Gonçalo tinha uma irmã? E porque é que nunca lhes contara nada? Mais importante: porque escondera ele isto da Bunny?
-------------------------------------------------------------------------------------------------
E pronto. Espero que gostem e fiquem tão surpreendidos como elas.
Até para a semana.
Olá Joana! Sinceramente já tinha notado que andavas a escrever a tua história, mas nunca tive aquela curiosidade para a ler....mas engraçado que como nada tinha para fazer, decidi começar a lê-la, e não foi que, para espanto meu, fiquei agarrado.
Adoro a tua escrita simples, já se nota o cuidado com as palavras, tens evoluído, porque antes eu ia dando uma olhada aos teus trabalhos anteriores, e já se observa uma grande diferença. Dou-te os parabéns pelos progressos!
E só para avisar que ganhas-te um novo leitor assíduo (:
Adoro a tua escrita simples, já se nota o cuidado com as palavras, tens evoluído, porque antes eu ia dando uma olhada aos teus trabalhos anteriores, e já se observa uma grande diferença. Dou-te os parabéns pelos progressos!
E só para avisar que ganhas-te um novo leitor assíduo (:

Muitoo Obrigadooo Amigo Secreto
3/4 nesta comunidade!
Oii Joana
(Asuasahuaauhnu pensei que a garota era outra coisa
)
Por essa não esperava o.O uma irmã? Desde quando?
LOL estranho... Mamoru é muito estranho
Se fosse a Usagi pedia explicações
Opá vais mesmo fazer-me esperar até sexta ? ;-; têm dó de mim, estou doente (e surda de um ouvido
=" ).
Hehe ~ (=^Δ^=)
(Asuasahuaauhnu pensei que a garota era outra coisa
)Por essa não esperava o.O uma irmã? Desde quando?
LOL estranho... Mamoru é muito estranho
Se fosse a Usagi pedia explicações
Opá vais mesmo fazer-me esperar até sexta ? ;-; têm dó de mim, estou doente (e surda de um ouvido
=" ).Hehe ~ (=^Δ^=)
Obrigada pelos comentários.
Gaby, espero que recuperes rapidamente! Eu também estou meio constipada. Este tempo não ajuda nada. (Fim do off)
Quanto a postar o capítulo, e como disse, posso mudar para segunda, mas, não sei, não tenho tanta vontade de escrever a segunda como tenho a sexta. Mas, se insistes muito, eu mudo e, a partir da próxima semana, passo a postar os capítulos a segunda, não há problema!
Mais uma vez, as melhoras, Gaby!
Gaby, espero que recuperes rapidamente! Eu também estou meio constipada. Este tempo não ajuda nada. (Fim do off)
Quanto a postar o capítulo, e como disse, posso mudar para segunda, mas, não sei, não tenho tanta vontade de escrever a segunda como tenho a sexta. Mas, se insistes muito, eu mudo e, a partir da próxima semana, passo a postar os capítulos a segunda, não há problema!
Mais uma vez, as melhoras, Gaby!

Obrigada Joana
(sim, este tempo está uma porcaria ;'( faz frio, faz calor enfim
), espero que também melhores! gente doente, ou triste são as coisas que menos gosto de ver ;3
---------------------
Oh, não precisas de mudar assim, por minha causa
se te dá mais "inspiração" a sexta, que seja
Além disso o tempo ia ser o mesmo
Boa escrita ;D
Bijus ~
(sim, este tempo está uma porcaria ;'( faz frio, faz calor enfim
), espero que também melhores! gente doente, ou triste são as coisas que menos gosto de ver ;3---------------------
Oh, não precisas de mudar assim, por minha causa
se te dá mais "inspiração" a sexta, que seja
Além disso o tempo ia ser o mesmo
Boa escrita ;DBijus ~
Olá
Aqui fica o capitulo desta semana.
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Passado o choque inicial e já mais calma, Bunny perguntou olhando para as folhas de chá a flutuarem na chávena:
- Então...moras com ele? O que é que fazes aqui? Porque é que ele nunca me contou que tinha uma irmã?-
Myo soltou uma risada. Bunny corou ao aperceber-se que estava a ser indelicada. Myo não se mostrou ofendida. Respondeu-lhe com a maior naturalidade:
- Quando eu nasci, o Gonçalo tinha três anos, por isso não foi difícil para ele habituar-se á ideia de ter uma irmã mais nova.- Fez uma pausa durante a qual terminaram o chá e, com a ajuda de todas, arrumaram a cozinha. Depois foram para a sala onde a conversa foi retomada:
- Durante a nossa infância, éramos muito chegados. No entanto, mostrávamos interesses diferentes. O Gonçalo pela natureza, como sabes, e eu por artes, mais especificamente por escultura.- Olhou para Bunny que sorriu. Continuou:
- Acho que foi por influência da nossa mãe, que era escultora. Eu gostava de admirar as obras dela, mas também o atelier onde trabalhava.- As lágrimas vieram-lhe aos olhos ao lembrar-se. Limpou-as rapidamente e continuou:
- Tudo corria bem até ao dia do acidente. Nós fomos os únicos sobreviventes. Fomos levados para o hospital em estado muito grave. O Gonçalo tinha perdido a memória com o choque, mas eu não. Durante o tempo em que estivémos no hospital, eu tentei reavivar-lhe a memória mas sem resultado. Foram dias muito angustiantes. Entretanto, os médicos contacteram com a família mais próxima e apenas conseguiram que uma tia nos viesse buscar, passado muito tempo. Ela levou-nos para a sua casa e cuidou de nós até o Gonçalo acabar o secundário e entrar na faculdade. Nessa altura, eu já tinha o sonho de ir estudar para a América. Como a minha tia conhecia gente cá que tinha uma escola de belas artes, levou-me com ela e inscreveu-me nessa escola. Custou-me muito deixar o meu irmão sozinho, mas queria muito cumprir o meu sonho. Durante muito tempo, mantivemos contacto, mas depois deixamo-nos de falar. Mais tarde, soube que vinha para cá estudar e trabalhar. Nem podia acreditar que ia ver o meu irmão passados tantos anos. Há muito tempo que não o abraçava e foi recomfortante ver que estava bem.-
Bunny ficou comovida com a história. Não fazia ideia que Gonçalo tinha passado por tanto. Ficaram todas. Myo quebrou o silêncio mais uma vez:
- Mas chega de histórias tristes! Querem ver a casa? Não é muito grande, mas dá para fazer uma visita guiada.-
Todas concordaram. Levantaram-se e Myo começou a visita:
- Aqui já conhecem. É a sala e ali é a cozinha.- Indicou, sorrindo.
- Sigam-me.- Disse ela. Foram por um corredor até chegarem a uma porta que dava para a casa-de-banho. Continuaram e foram dar a outra porta. Myo abriu-a e entraram. Era uma divisão média, com uma cama encostada á parede, uma janela que dava para a rua, uma estante com livros e um armário de roupa. Era o quarto de Gonçalo. Ao pé da cama, havia, ainda, uma secretária. em cima desta, estava uma fotografia emoldurada. Bunny olhou para a fotografia e as lágrimas vieram-lhe aos olhos. Rita consolou-a. Era uma fotografia dela com Gonçalo. Fora tirada no dia da partida durante um passeio.
Myo aproximou-se:
- Foi assim que te conheci. Fiquei muito feliz por saber que ele tinha encontrado uma rapariga tão gentil e carinhosa.-
Bunny corou de agradecimento. As outras sorriram porque sabiam que era verdade. Ficaram em silêncio a olhar para a fotografia. Até que, de repente, Myo lembrou-se de algo:
- Com tanta conversa, esqueci-me de perguntar quem são estas raparigas que vieram contigo e o que te traz por cá.-
Bunny ficou um pouco atrapalhada:
- Bom, antes de mais deixa-me apresentar as minhas amigas: Rita, Joana, Maria e Amy. Eu quis fazer uma surpresa ao Gonçalo e elas vieram comigo para me apoiar.-
Myo voltou a sorrir:
- É bom ter amigas que nos apoiem nos momentos importantes.-
Depois lembrou-se de outra coisa:
- Ainda não respondi ás outras perguntas da Bunny!- Corou e apressou-se a responder:
- Eu moro ao fundo da rua, mas, de vez em quando, gosto de vir dar um jeitinho á casa. Não que precise, porque o Gonçalo é bastante organizado, mas, ás vezes, faz falta um toque feminino.-
Saíram do quarto e voltaram á sala. Então, Bunny voltou a perguntar:
- Onde está o Gonçalo? Eu sei que já devia ter feito esta pergunta há mais tempo, mas com a conversa, esqueci-me.-
Myo respondeu:
- Deve estar a chegar. Se quiserem podem esperar aqui. Ele vai ficar contente de vos ver. Especialmente a ti, Bunny.-
Bunny estava hesitante. Rita incentivou-a:
- Vá lá, fica! Ele vai ter uma grande surpresa!-
Quando Bunny estava prestes a pronunciar-se, ouve-se um barulho de chaves vindo do lado de fora. Uma delas entra na fechadura e abre a porta com um clique. Um rapaz alto, de cabelo preto, olhos claros, calças castanhas, sapatos a condizer e camisa clara, entra no apartamento com uma pasta de trabalho que pousa na mesa do hall de entrada. Chama com a sua voz doce:
- Myo, estás aí?-
Esta responde-lhe:
- Sim, estou na sala com umas amigas.-
Gonçalo estranha. Não é costume a irmã trazer amigas para a sua casa sem avisar. Dirige-se á sala. Os seus olhos azuis arregalam-se de surpresa. Ainda consegue perguntar:
- O que fazes aqui?-
Mas a única resposta que recebe é um abraço em lágrimas que lhe mancham a camisa e um beijo enternecido de Bunny.
--------------------------------------------------------------------------------------------------
E pronto. Vemo-nos para a semana.
Não chorem muito, está bem?
Como não sei ao certo qual é a área que o Gonçalo estuda (não me lembro de ler no manga ou de ver referido no anime), pus aquela. Se não for, por favor digam para eu corrigir.
Mais uma coisa: na altura do acidente, o Gonçalo tinha 10 anos e a Myo 7. Pu-lo mais velho que na série porque, de outra maneira, seria difícil a Myo tentar reavivar-lhe a memória (porque se fosse pela idade da série, a Myo teria 3 anos uma vez que é dito que ele tem 6 e isso seria estranho. Assim fica mais claro).
Mais uma vez espero que gostem e bom fim-de-semana.
Aqui fica o capitulo desta semana.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------
IV
Myo sorriu. O seu sorriso fez lembrar a Bunny o de Gonçalo. Sorria sempre que se surpreendia com alguma coisa. Nisso eram parecidos.Passado o choque inicial e já mais calma, Bunny perguntou olhando para as folhas de chá a flutuarem na chávena:
- Então...moras com ele? O que é que fazes aqui? Porque é que ele nunca me contou que tinha uma irmã?-
Myo soltou uma risada. Bunny corou ao aperceber-se que estava a ser indelicada. Myo não se mostrou ofendida. Respondeu-lhe com a maior naturalidade:
- Quando eu nasci, o Gonçalo tinha três anos, por isso não foi difícil para ele habituar-se á ideia de ter uma irmã mais nova.- Fez uma pausa durante a qual terminaram o chá e, com a ajuda de todas, arrumaram a cozinha. Depois foram para a sala onde a conversa foi retomada:
- Durante a nossa infância, éramos muito chegados. No entanto, mostrávamos interesses diferentes. O Gonçalo pela natureza, como sabes, e eu por artes, mais especificamente por escultura.- Olhou para Bunny que sorriu. Continuou:
- Acho que foi por influência da nossa mãe, que era escultora. Eu gostava de admirar as obras dela, mas também o atelier onde trabalhava.- As lágrimas vieram-lhe aos olhos ao lembrar-se. Limpou-as rapidamente e continuou:
- Tudo corria bem até ao dia do acidente. Nós fomos os únicos sobreviventes. Fomos levados para o hospital em estado muito grave. O Gonçalo tinha perdido a memória com o choque, mas eu não. Durante o tempo em que estivémos no hospital, eu tentei reavivar-lhe a memória mas sem resultado. Foram dias muito angustiantes. Entretanto, os médicos contacteram com a família mais próxima e apenas conseguiram que uma tia nos viesse buscar, passado muito tempo. Ela levou-nos para a sua casa e cuidou de nós até o Gonçalo acabar o secundário e entrar na faculdade. Nessa altura, eu já tinha o sonho de ir estudar para a América. Como a minha tia conhecia gente cá que tinha uma escola de belas artes, levou-me com ela e inscreveu-me nessa escola. Custou-me muito deixar o meu irmão sozinho, mas queria muito cumprir o meu sonho. Durante muito tempo, mantivemos contacto, mas depois deixamo-nos de falar. Mais tarde, soube que vinha para cá estudar e trabalhar. Nem podia acreditar que ia ver o meu irmão passados tantos anos. Há muito tempo que não o abraçava e foi recomfortante ver que estava bem.-
Bunny ficou comovida com a história. Não fazia ideia que Gonçalo tinha passado por tanto. Ficaram todas. Myo quebrou o silêncio mais uma vez:
- Mas chega de histórias tristes! Querem ver a casa? Não é muito grande, mas dá para fazer uma visita guiada.-
Todas concordaram. Levantaram-se e Myo começou a visita:
- Aqui já conhecem. É a sala e ali é a cozinha.- Indicou, sorrindo.
- Sigam-me.- Disse ela. Foram por um corredor até chegarem a uma porta que dava para a casa-de-banho. Continuaram e foram dar a outra porta. Myo abriu-a e entraram. Era uma divisão média, com uma cama encostada á parede, uma janela que dava para a rua, uma estante com livros e um armário de roupa. Era o quarto de Gonçalo. Ao pé da cama, havia, ainda, uma secretária. em cima desta, estava uma fotografia emoldurada. Bunny olhou para a fotografia e as lágrimas vieram-lhe aos olhos. Rita consolou-a. Era uma fotografia dela com Gonçalo. Fora tirada no dia da partida durante um passeio.
Myo aproximou-se:
- Foi assim que te conheci. Fiquei muito feliz por saber que ele tinha encontrado uma rapariga tão gentil e carinhosa.-
Bunny corou de agradecimento. As outras sorriram porque sabiam que era verdade. Ficaram em silêncio a olhar para a fotografia. Até que, de repente, Myo lembrou-se de algo:
- Com tanta conversa, esqueci-me de perguntar quem são estas raparigas que vieram contigo e o que te traz por cá.-
Bunny ficou um pouco atrapalhada:
- Bom, antes de mais deixa-me apresentar as minhas amigas: Rita, Joana, Maria e Amy. Eu quis fazer uma surpresa ao Gonçalo e elas vieram comigo para me apoiar.-
Myo voltou a sorrir:
- É bom ter amigas que nos apoiem nos momentos importantes.-
Depois lembrou-se de outra coisa:
- Ainda não respondi ás outras perguntas da Bunny!- Corou e apressou-se a responder:
- Eu moro ao fundo da rua, mas, de vez em quando, gosto de vir dar um jeitinho á casa. Não que precise, porque o Gonçalo é bastante organizado, mas, ás vezes, faz falta um toque feminino.-
Saíram do quarto e voltaram á sala. Então, Bunny voltou a perguntar:
- Onde está o Gonçalo? Eu sei que já devia ter feito esta pergunta há mais tempo, mas com a conversa, esqueci-me.-
Myo respondeu:
- Deve estar a chegar. Se quiserem podem esperar aqui. Ele vai ficar contente de vos ver. Especialmente a ti, Bunny.-
Bunny estava hesitante. Rita incentivou-a:
- Vá lá, fica! Ele vai ter uma grande surpresa!-
Quando Bunny estava prestes a pronunciar-se, ouve-se um barulho de chaves vindo do lado de fora. Uma delas entra na fechadura e abre a porta com um clique. Um rapaz alto, de cabelo preto, olhos claros, calças castanhas, sapatos a condizer e camisa clara, entra no apartamento com uma pasta de trabalho que pousa na mesa do hall de entrada. Chama com a sua voz doce:
- Myo, estás aí?-
Esta responde-lhe:
- Sim, estou na sala com umas amigas.-
Gonçalo estranha. Não é costume a irmã trazer amigas para a sua casa sem avisar. Dirige-se á sala. Os seus olhos azuis arregalam-se de surpresa. Ainda consegue perguntar:
- O que fazes aqui?-
Mas a única resposta que recebe é um abraço em lágrimas que lhe mancham a camisa e um beijo enternecido de Bunny.
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E pronto. Vemo-nos para a semana.
Não chorem muito, está bem?
Como não sei ao certo qual é a área que o Gonçalo estuda (não me lembro de ler no manga ou de ver referido no anime), pus aquela. Se não for, por favor digam para eu corrigir.
Mais uma coisa: na altura do acidente, o Gonçalo tinha 10 anos e a Myo 7. Pu-lo mais velho que na série porque, de outra maneira, seria difícil a Myo tentar reavivar-lhe a memória (porque se fosse pela idade da série, a Myo teria 3 anos uma vez que é dito que ele tem 6 e isso seria estranho. Assim fica mais claro).
Mais uma vez espero que gostem e bom fim-de-semana.

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