Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Atracção nos Trópicos

#21
adorei este capitolo esta demais!!!!!!!!!!
#22
<'3

sabes a minha opiniao ;D

adoro a tua escrita c(:

Brigada Lolli, amei mesmo ;D


Spoiler:
 


#23
Capitulo 6

Quando chegou ao bungalow, Usagi entrou directamente para a casa de banho, pois estava exausta e carecida de um banho de água doce e fria que retonificasse o corpo.
Colocou os sais na banheira e deixou a torneira correr até se formar uma espuma branca e macia. Depois entrou e deixou-se ficar um pouco, fechando os olhos, descansando um pouco.
Quando estava satisfeita, levantou-se, enxugou-se rapidamente com uma toalha e dirigiu-se ao seu quarto para se vestir. Quando se preparava para abrir a porta do quarto, ouviu um leve grito vindo do quarto do lado. Depois desse grito, ouviu outro e, logo a seguir outro mais grave e ainda uma voz masculina a falar inglês.
Sobressaltada e ligeiramente amedrontada, Usagi acercou-se da porta do quarto de Rei para perceber o que se passava lá dentro.
A porta estava ligeiramente aberta, e num ápice, Usagi percebeu o que se passava. Rei estava a fazer amor com um nativo e os gritos que ouvira não eram mais que gemidos de prazer.
O nativo era um homem fortíssimo e alto, com o corpo carregado de tatuagens na pele escura que lhe davam um aspecto misterioso e tribal. Rei, por sua vez, estava por cima do homem e parecia estar em completo êxtase, pois o seu corpo branquíssimo mexia-se freneticamente em todas as direcções, procurando obter o máximo prazer de cada movimento. Os dois corpos, um muito escuro e tatuado, o outro, muito branco, faziam uma união mágica e uma simbiose perfeita, como se a humanidade estivesse toda ali concentrada.
Usagi não sabia muito bem o que fazer. Podia fica a observar ou virar as costas, deixar os dois amantes e fingir que não vira nada. A primeira opção era a que lhe agradava mais, mas por outro lado, corria o risco de ser apanhada. Sem reflectir muito bem, acabou por decidir ficar mais um pouco.
A determinada altura, Rei torna o seu compasso um pouco mais suave e lento, até por completo deixar de se mover, deixando-se ficar em cima do homem, sentindo-o por inteiro dentro de si. Depois, saiu de cima dele e deteve os olhos no seu sexo erecto e escuro. A verdade e que nunca tinha visto o pénis de um homem tão moreno e estava deliciada com a visão. Usagi sentia exactamente o mesmo e começava a sentir pena de não ser ela a feliz contemplada com tamanha excitação.
Rei acariciou o sexo do homem e começou a beija-lo, percebeu que o homem estava prestes a explodir de prazer, parou tudo novamente.
- Ainda não acabou. – disse em inglês
Por esta altura, o homem virou a cara e entreviu Usagi pela fresta da porta. No entanto, nada disse e continuou como se nada fosse. A certa altura, porém, segredou algo o ouvido de Rei que, de imediato, virou a cara e fixou os olhos de Usagi. Quando a modelo percebeu que fora apanhada a observar Rei, a expressão ficou congelada e imóvel. Ainda tentou balbuciar umas palavras mas Rei interrompeu-a.
- Queres vir?
Usagi não sabia o que responder toda aquela situação deixara-a tão alterada quanto excitada. Ela estava ali nua e húmida, sedenta de receber o mesmo prazer que Rei já recebera, mas, por maior que fosse a tentação, Usagi sabia que podia entrar num turbilhão de que dificilmente sairia.
Recusou o convite, pediu desculpa e seguiu para o seu quarto. Passado algum tempo, Rei bateu à porta, chamando-a para o jantar, mas Usagi recusou e pediu-lhe para inventar uma desculpa para Mamoru e Seya.
Quando Rei regressou do jantar, encontrou Usagi sentada no sofá da sala que lhe pediu para conversar. Abriram uma garrafa de vinho branco bem fresco e encostaram-se a umas poltronas no terraço defronte do mar.
- Tenho de te pedir desculpa, Rei… Não sei onde estava com a cabeça!
- Deixa-te disso… Eu também devia ter mais cuidado e fechar as portas.
- Mas eu…
- Tu não fizeste nada que eu não fizesse… um homenzão daqueles!
- Pois…
- E desculpa ter-te convidado para a festa… fiz mal.
- Não sei… se calhar devia ter entrado e pronto!
Desataram as duas a rir, já afundadas na poltrona e no vinho, imaginando como seria estarem juntas, na cama, com um perfeito desconhecido.

Tá tudo gozando!!!!! omg
#24
está giro!!! ai aquelas taradas!!!

Obrigada Lena_Dias

As minhas fics:
Mágoas e Tristezas - capítulo 5 já postado
A Luz da Vida - uma fic twilight
#25
Pessoal desculpem estar a demorar na actualizaçao mas é que agora ando muito ocupada............

com o estagio

e o trabalho final

muito obrigado pela compreensão... logo que possa actualizo.

bjx
Tá tudo gozando!!!!! omg
#26
tatxianny escreveu:Pessoal desculpem estar a demorar na actualizaçao mas é que agora ando muito ocupada............

com o estagio

e o trabalho final

muito obrigado pela compreensão... logo que possa actualizo.

bjx


oh lool nao há problema, depois compensas-nos né? Matreiro

Brigada Lolli, amei mesmo ;D


Spoiler:
 


#27
Tá demais...

Nunca pensei isto da Rei... Nem da Usagi...
Ai, ai meninas...Matreiro
#28
Pessoal desculpem a demora….. mas cá estou eu com um novo cap
Beijos


Capitulo 7

O dia seguinte acordou com um sol radioso e mais uma série de locais a visitar, fotografias a tirar, roupas a vestir e a despir, cabelos a pentear e milhares de sorrisos a fazer.
Quando se encontraram todos à porta da cabana dos homens, Seya voltou a exaltar as fotografias tiradas no dia anterior. Mamoru não se ficou atrás do fotografo e exclamou que boa parte da campanha já estava feita e que talvez não precisassem de trabalhar muito mais.
Naquele dia as fotografias iam ser tiradas num gigantesco veleiro antigo mas muito bem conservado, em pleno Oceano
Para chegar ao veleiro era preciso usar um pequeno bote a motor e, para surpresa de Rei e Usagi, o dono do bote era, nem mais nem menos, que o homem com quem Rei fizera amor no dia anterior. Antes que alguém dissesse alguma coisa, olharam uma para a outra a outra e desataram a rir desenfreadamente, deixando o nativo sem perceber nada e, sobretudo, sem tempo para se armar em espertinho.
Já no veleiro, as fotografias continuaram a um ritmo alucinante e Seya já abdicava de mudar o rolo da máquina. Agora fotografava com duas máquinas e era Mamoru quem trocava o rolo de uma enquanto a outra fotografava. Usagi não estava tão enérgica como no dia anterior devido às palpitações, aos nervos e, sobretudo, devido ao vinho que bebido com Rei. No entanto continuava deslumbrante e a diferença pouco se fazia notar. Só Mamoru, o mais experiente de todos, percebia que algo se passara.
Num intervalo para trocar de roupa, Mamoru pediu que Rei saísse para falar com Usagi.
- O que é que se passa, Usagi?
- Hã? Não se passa nada!
- Pareces cansada… se calhar estamos a puxar muito por ti?
- Não… não é isso. É que eu não dormi muito bem.
Mamoru decidiu então fazer uma pausa mais prolongada e pediu a Usagi que se deitasse um pouco num dos compartimentos do veleiro de forma a descansar e retemperar energias.
Enquanto Usagi descansava, os restantes entretinham-se com mergulhos no azul profundo do mar e a eles juntava-se ainda Bernard, o condutor do bote e amante de Rei. A assistente continuava maravilhada com o corpo selvagem do nativo, e sobretudo, lembrava-se muito bem dele sem fato de banho, o que e excitava muito.
- Se tu fizesses ideia, Usagi, como é o toque na pele dele…
Rei estava deslumbrada com o homem e os olhos de ambos prometiam outra louca noite de prazer.
Quando a modelo subiu o compartimento para a proa do veleiro, trazia um fato de banho muito decotado e quase revelador que deixou toda a gente boquiaberta.
Sem demoras, saltou para dentro de água com elegante mergulho de golfinho brincalhão e juntou-se aos companheiros.
- Tinhas razão, Mamoru! Precisava de descansar um pouco, estou óptima!
- Ainda bem… olha, falei com o Seya e acho que já chega por hoje…
- Que bom!
Como a sessão terminara, ficaram por ali mais um pouco a degustar as delicias do oceano, a companhia do coral, dos peixes, do som magnifico que vinha das velas, das cordas, dos nós e das amarras do veleiro.
Sempre que soprava uma brisa mais forte, ouvia-se o ranger das velas, mas era melodia tão doce e suave que mais parecia um canto de sereia ou tritão, um poema de amor à beira-mar.
Quando deram por si, o sol já estava muito baixo e o calor da tarde começava a extinguir-se. Entretanto, repararam que Rei e o condutor do bote tinham desaparecido. Preocupado com Rei, Mamoru apressou-se a nadar de volta para o veleiro, mas Usagi chamou-o de volta.
- Não te preocupes, Mamoru. Ela está muito bem… muito bem.
- O quê? A Rei é única… é sempre a mesma coisa… em qualquer lugar a que vamos ela arranja maneira de catrapiscar um homem.
- Um nativo, como ela diz – reforçou Seya.
Desataram todos numa enorme gargalhada colectiva e Usagi percebeu que estava com um grupo muito liberal e aberto, sem preconceitos de qualquer ordem e sentia-se mais confiante e liberta de receios com o momento com Seya ou a situação com Rei.
Naquela noite, de volta a terra firme, tiveram um jantar reforçado e ainda saíram para uma discoteca local onde os sons tropicais imperam.
Usagi perdeu-se na pista de dança em movimentos loucos e coreografias inusitadas. A certa altura, exausta e suada, decidiu dar um pequeno passeio pelo areal defronte da discoteca e, para espanto seu, encontrou Mamoru sentado, bebendo um gin tónico pensativo.
- Por aqui… julgava que estavas lá dentro.
- Eu gosto pouco de discotecas… enfim, estou um bocado velho para dançar.
- Que disparate! Estás fantástico!
Usagi não notou, mas o rosto de Mamoru esboçou um leve sorriso com aquelas palavras e, por dentro, o produtor estava inundado de felicidade. Para disfarçar os sentimentos, bebeu um gole do gin tónico e soltou uma gargalhada de agradecimento.
Sentaram-se os dois na areia, escutando o som do mar como se fossem búzios e, lá ao longe, ouviam o chilrear dos pássaros nos coqueiros. Até a musica ensurdecedora da discoteca lhes era indiferente, presos na estereofonia da natureza.
Foram bebendo durante toda a noite e Usagi nem parecia interessada em voltar à dança, preferindo conversar com Mamoru, um homem muito interessante e vivido, conhecedor do mundo.
Sob o enorme céu estrelado do Oceano Pacifico, Mamoru e Usagi deixaram-se ficar toda a noite até adormecerem
.
Tá tudo gozando!!!!! omg
#29
adorei!pagava para ver as caras deles quando acorndassem!
continua e posta bem de presa estou a adora a fic!
#31
desculpem... voces devem me querer matar não é


mas por favor perdoem-me Chocado


prometo que quando poder actualizo
Tá tudo gozando!!!!! omg
#32
Mais um capitulo pronto …. Não me matem pela demora



Capitulo 8

Quando Mamoru acordou, ainda meio estremunhado, reparou em Usagi a seu lado, coberta de areia branca e com os finos braços sobre o seu corpo. A modelo estava mais linda que nunca e Mamoru nunca vira ninguém dormir tão serenamente, tão bela e calma. Decidiu deixá-la estar um pouco e levantou-se em direcção ao mar, molhando os pés para refrescar as ideias.
Era evidente que Mamoru sentia uma atracção por Usagi. Não tinha sido só a modelo a gostar da conversa da noite anterior. Também Mamoru gostara do que ouvira, da sensibilidade e da inteligência da mulher, da sua capacidade de enfrentar os problemas e de refazer a vida. Mamoru tinha de tentar conquistar Usagi e iria dedicar-se ao máximo para o conseguir.
Entretanto, Usagi acordou e, sem que Mamoru desse conta, chegou-se perto dele e do mar.
- Nunca tinha dormido na praia!
- Este é o sítio mais fantástico do mundo… quem me dera ficar aqui para sempre.
Então, Usagi correu para a água e deu dois grandes mergulhos até desaparecer nas profundezas. Mamoru começou a inquietar-se com o tempo que ela demorava a vir à superfície e deu também um mergulho na sua direcção. Foi debaixo de água que os dois corpos se encontraram.
- Desculpa… não sabia se estavas bem.
- És um querido… eu gosto de estar debaixo de água, é reconfortante. Anda, vamos embora!
Saíram da água e dirigiram-se para o bungalow. A noite tinha sido demasiado longa e os dois corpos necessitavam de descansar. Usagi despediu-se de Mamoru com um beijo longo na face do produtor, que lhe retorquiu com um abraço suave e forte, que a deixou algo pensativa.
Durante todo o resto da manhã e da tarde, Usagi enfiou-se no quarto e não saiu de lá. Relembrou todos os episódios da viagem, encheu-se de coragem e decidiu que o homem certo para si era Mamoru. Na verdade, Mamoru era tudo o que sempre sonhara ter e, de súbito ele estava ali, à sua mão e ela sabia que ele também a queria. Depois de muito pensar, chamou Rei.
- E quem tu escolhias, Rei?
- Hummm… são os dois deliciosos… mas o rabo do Seya ganha aos pontos… Humm, que delicia… Mas o Mamoru é mais interessante, mais vivido… É assim: eu dava voltinhas e voltinhas e voltinhas e… aiiiii…. com o Seiya, mas casava-me com o Mamoru. Agora depende do que tu quiseres… e porque é que não experimentas os dois e não vês…
- Rei! Achas mesmo?!
- Ai, eu posso experimentar e depois digo-te…
- Tonta!
- Não, mas tens é de pensar o que queres … De toda a maneira, acho que estás mais inclinada para o Mamoru… E eu digo-te: um homem daqueles, depois das conversas que tiveram, deixar-se dormir a teu lado e não te tocar, ou porque é serio ou impotente ...
- Impotente?
- É sério, pronto…
- E o que achas que eu devo fazer…
- Tens de tentar atraí-lo, sem o Seiya por perto, e tentarem.. pronto, conversar e …
- Achas mesmo…?
- Acho. Espera, já sei o que vais fazer.
Rei então contou-lhe o seu plano para atrair Mamoru. Estava tudo certo e sabiam o que fazer pormenorizadamente. Só faltava que Rei desse o recado a Mamoru e que ele a desejasse tanto como ela julgava.
O fim de tarde em Bora Bora era inesquecível. O sol, ao começar a pôr-se, revelava as cores maravilhosas, sensuais, magicas de tudo. O calor era mais suave, e as arvores pareciam convidar ao descanso, à proximidade do mar. Mesmo o mar parecia mais suave, e o seu ruído na praia parecia um murmúrio de uma noite de amor. O barulho do vento nos coqueiros enchia tudo de sensualidade e calor. Á sua volta, a natureza parecia suspensa, parada. Um vento quente, cheio de erotismo, percorria tudo. Os corpos pareciam transportar uma energia sexual em potência, lentos e maravilhosos nos seus movimentos. Naquela festa de fim de tarde frente ao mar, na pequena esplanada de folhas de colmo, cheia de cores tropicais, as pessoas moviam-se com gestos lentos e bonitos. Usagi olhava para os olhos de Mamoru e sentia uma espécie de fogo, muito intenso e forte, passava de um para o outro. Pegou na sua bebida tropical, com os seus longos e esguios dedos, e foi sentar-se numa cadeira à beira-mar. Ele ia. De certeza, ter com ela. Era mais forte que qualquer coisa.
Usagi sentiu o vento do mar tocar-lhe os cabelos, a transmitir-lhe uma energia louca, quente, extraordinária. Sentia o seu corpo com uma vibração e um calor suaves, mas intensos. Estava descontraída e pronta para a paixão. Era isso que o seu corpo pedia e queria. Ele aproximou-se, no momento em que Usagi já olhava para o mar a pensar nele.
- Usagi… Posso te fazer companhia?
- Claro…
- Ah, ainda bem… E eu que pensava que só querias a companhia do mar…
- Não…!
- Estás lindíssima…
- Obrigada… Mas é só hoje que estou?
- Não… É… mas hoje…
- Mas hoje estou especial, é isso?
- É isso sim…
- E porque?
- Queres mesmo saber?
- Sim…
- Porque te quero, Usagi.
- E não achas que eu posso levar a mal o que me estas a dizer…?
- Porquê? Só se me quisesses mentir. E tu sabes que eu vejo bem o que está nos teus olhos… Não me vais mentir, Usagi…
- Porque estás tão certo disso?
Ele agarrou no rosto dela e beijou-a apaixonadamente. Usagi sentiu uma pressão suave, quente dos lábios dele a envolverem-se nos dela, a tomarem a sua boca. As suas línguas misturavam-se, e o vento que lhes soprava o cabelo era bem menor do que o desejo que crescia, chama silenciosa, pelos corpos de ambos.
- E agora, Usagi? Vais dizer-me que estavas a mentir?
- Já tiveste a tua resposta…
- Então deixa-me ter o resto da resposta que ambos queremos ter…
Ele pegou na mão de Usagi e levou-a para o seu quarto. Uma rede de pano oscilava com o vento. Suavemente, com a boca colada ao pescoço e aos seus seios, ele fazia-a viajar numa onda de prazer. As mãos ágeis dele libertaram-na da roupa, enquanto o vento navegava os cabelos de Usagi. Suaves, os seus lábios tocaram no sexo de Usagi, abrindo-lhe sensações de prazer nunca exploradas. As mãos firmes dele seguravam-lhe os seios, e a sua língua abria praias, mares, oceanos de prazer. E depois ele deitou-a na rede, nua, com o vento nos cabelos, e o seu torso nu encostou-se a ela, enquanto, os sexos se misturavam e navegavam ao ritmo do vento, dos corpos, numa onda frenética de paixão, loucura e êxtase. Louca de prazer, Usagi, entregava-se toda ao corpo dele, mas o prazer dominava-a: nunca chegava, Usagi queria sempre mais, procurava sempre mais aquele prazer louco e intenso como nunca tinha sentido até ai. A mistura dos corpos, das bocas, das pernas misturadas, trazia-lhe um imenso e infinito praze. E depois ele deitou-a na cama e de lado, com as bocas misturadas, penetrava-a com força e um ritmo louco, diferente, sem pausas. Abraçados pela paixão e pelo vento, chegavam ao orgasmo.
Tá tudo gozando!!!!! omg
#33
Capitulo9

A noite foi passada numa profusão incalculável de sensações e excitação. Os amantes queriam entregar-se cada vez mais e oferecer ao outro parceiro mais prazer, mais loucura, mais êxtase.
A certa altura, quando não lhes era fisicamente possível oferecer mais, quedaram-se nus por cima dos lençois da cama de Mamoru e conversaram sobre as possibilidades. Mamoru confessou-lhe que ainda em Tóquio ela lhe despertara o interesse e que quando a vira em topless ficara sem saber o que fazer. Usagi, por seu turno, explicou-lhe que a sua atracação era mais recente mas que também se sentira estranha quando o vira de calções justos.
Largaram ambos uma solene gargalhada e abraçaram-se demoradamente, procurando conservar aquela felicidade entre os respectivos corpos.
Entretanto, ouviram a porta da rua abrir-se. Era Seiya. Por momentos, Usagi estremeceu com a ideia do fotógrafo saber que não havia hipóteses entre eles e que ela se entregara completamente ao seu chefe. Era inevitável. Ele ia chegar e vê-los. O que iria Mamoru fazer?
- Ouviste a porta, Mamoru?
- Sim. Espera.
Deu um berro para fora.
- Seiya?
- Sim. . .
- Espera, não entres. . . Não estou sozinho. . .
- Ah, com quem. . .? Posso entrar. . . Vou entrar. . .
- Espera. . .
- Eu vou. . . Faço companhia. . .
O fotógrafo abre a porta, e de repente, pára. O rosto muda, o espanto imprime-se na cara.
- Usagi?! Tu?!
Usagi não sabe o que fazer. Fica sem palavras. O fotógrafo desaparece, fecha a porta com um estrondo, irritado.
Tá tudo gozando!!!!! omg
#34
Twisted Evil Hu,hu,hu... e o que acontece agoraconfused


Laughing Estou curiosa!!!

Babado Acompanharei tua fic até o fim, já acompanhava mas não tinha tido tempo de comentar... Assobiar

Gostaria de receber comentáris teus na minha fic, ok Matreiro


"O agradecimento silencioso não serve muito a ninguém." ( Gertrude Stein ) Por isto...Agradeço a todos pelo apoio e principalmente a Ruka-chan e a Jô-chan!



ღ Gaby-Br=^.^= ღ
#35
foi mesmo fora o Seiya telos apanhado juntos, pobrezinho, tem de pençar primeiro antes de ser cusco
esta muito boa quando postas mais estou em pulgas para ler mais da tua fic
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino

visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm
#36
Desculpem ter abandonado praticamente esta fic.... mas eu prometo que vou acaba.la...................... Desiludido
Tá tudo gozando!!!!! omg
#37
Bem depois de muito tempo agora sim vou actualizar esta fic....... Embarassed




Usagi tinha-se sentado à frente do mar. Estava triste e confusa com tudo o que se tinha passado. Porquê, porque é que a sua vida tinha sempre de ser assim? Porque é que cada vez que chegava à felicidade lhe davam um bilhete rápido de volta para a solidão? Seiya tinha feito aquela cena. Usagi envergonhada, tinha-se vestido sem praticamente trocar uma palavra com Mamoru, sem lhe explicar nada. Disse-lhe só que queria estar sozinha. Mamoru ia acabar por saber que ela e Seiya tinham feito sexo no avião… O que ia pensar dela? Que era uma vadia? Mas, de repente, uma coisa lhe pareceu estranha… Porque é que o Seiya disse que ia entrar mesmo sabendo que lá estava alguém… Será que…? Ela não podia acreditar… Mas devia ser mesmo isso… Ela não conseguia ver Mamoru a viver um esquema desses… Seria mesmo verdade? Enquanto pensava nisto, depois de uma hora na praia, com sucessivos mergulhos para esclarecer a cabeça, e duvidas e tormentas, ouviu passos atrás de si.
- Posso falar contigo, sereia, ou queres continuar sozinha?
Era Mamoru.
- Podes, Mamoru.
- Ah, as sereias falam… E não fogem logo…
Usagi sorriu.
- Estás magoada comigo, Usagi?
- Eu?
- Sim… Tens razões para isso…
Ah, ele iria falar nisso. Usagi sabia que Mamoru era bom, no fundo era correcto. E que já não tinha nada a perder na vida. Se realmente gostasse dela, ia querer explicar-lhe tudo.
- Peço-te desculpa pelo que aconteceu… A culpa foi minha… Foram muitos anos sabes?
- Anos de quê?
- De convívio com o Seiya neste meio… Acontecem muitas coisas, que não deviam acontecer e se tornam hábito…
- Mas tu estás a falar de quê?
- Do que se passou… do engano que levou o Seiya a entrar no quarto…
- Sim, mas que engano é esse Mamoru… Não estou a perceber…
Mamoru olhou para o mar e respirou fundo. Ela estava a aperta-lo.
- Tu sabes… É frequente neste meio fazermos sexo…
- Tu e o Seiya têm relações sexuais um com o outro…?
Usagi tinha-se levantado, espantada. Não era isso que tinha imaginado…
- Sim, mas não é isso… Ás vezes partilhamos mulheres… Os dois… E ele pensou que era isso… Há meses que isso não acontece, mas ele estava meio bêbado, e devia pensar que era isso que se ia passar… Peço-te desculpa. Eu gosto muito de ti, Usagi, gosto mesmo muito de ti, e isso é um capítulo da minha vida que acabou… Nunca pensei que ia encontrar uma mulher incrível como tu… E tu apareceste… Entende-me. Eu não te quero perder agora, por favor…
Usagi ficou a olhar para Mamoru. Ele estava todo ali, entregue a ela, com o coração nas mãos. Estava a ser sincero, verdadeiro. Estava a sofrer com o que tinha acontecido. Era incapaz de o perder assim… Mas ela também tinha falhado… Seria capaz de lhe dizer? O que diria ele se soubesse que ela e Seiya tinham tido sexo há dias…?
O mar fazia espelho nos olhos húmidos de Mamoru… O som ecoava por tudo. Ela lembrava-se de estar nos braços dele. E agora?
Tá tudo gozando!!!!! omg
#38
A Usagi e o Mamoru estão a começar a perceber o que sentem um pelo outro... que fofo *-*
Mas aquela cena do Seiya ter entrado no quarto quando ela estava com o Mamoru foi um bocado "chata", não congigo imaginar como ela se sentiu, nem como se sente agora a falar com o Mamoru e ele não saber que ela fez sexo com o Seiya no avião...

Gostei muito deste capitulo =) Está pequenino, mas muito fofo... Espero que postes mais rapidamente...

Beijinhos*
#39
ah muito obrigado Kelinha..... Postarei o mais rápido possivel.... não vou deixar tanto tempo sem actualizar como da ultima vez...

beijinhos
Tá tudo gozando!!!!! omg
#40
Capitulo 11

Usagi sentiu que tinha de tomar uma atitude.
- Mamoru, eu também tenho coisas para te dizer… E contou-lhe aquela loucura no avião. Explicou-lhe que tinha sido um calor do momento, que se tinha sentido atraída por Seiya, mas que Mamoru lhe dava outras coisas, outros lugares, outro afecto. E era isso que importava.
- Estou nua perante ti, Mamoru. Não como na praia, no outro dia, mas nua no meu interior. Agora sabes tudo. Estamos os dois em posição igual. Agora é contigo e comigo, ou aceitamos e amamos, ou desaparecemos da vida um do outro.
O produtor respirou fundo. Misturou com o mar os seus olhos, de novo…
- Usagi, tu tens duvidas? Achas que alguma vez eu te deixava partir assim… Nunca ninguém foi tão franca comigo… Não estou habituado a esta sinceridade… Claro que isso me dói, mas entendo. Eu também falhei… Mas… Fico triste. Preciso de um tempo para pensar nisto tudo. Para ver como vou integrar e viver tudo isto…
- Eu entendo, Mamoru… Mas estou aqui…
Separaram-se com um abraço, e seguiram no areal em direcções opostas. "Fiz o que era certo", pensou Usagi consigo própria. Ia caminhando, apanhando conchas e pensava que não estava assim tão triste. Tinha sido absolutamente corajosa. Tinha sido capaz de olhar para os acontecimentos de frente, integrar tudo na vida dela, não ter duas caras.
Podia estar a perder o homem da sua vida, mas também podia estar a ganhá-lo. O que importava é que, na nova fase da vida dela, Usagi não se ia tornar uma estúpida ou incapaz, mas ia ser uma mulher inteira e integra. E isso, isso só, era tudo o que importava.
Apanhava conchas e por isso não deu por uma presença perto de si. Mas, de repente, ouviu os passos.
- Usagi…
" Porque é que toda a gente me vem falar hoje como se fossem mortos-vivos?"
- Olá Seiya.
- Queria pedir-te desculpa.
- Porquê?
- Por ter entrado no quarto… Afinal, não sabia que estavas com o Mamoru…
- Sim, e depois?
- Mas quero que me peças desculpa… Estou disposto a esquecer esse deslize e esperar que voltes para mim… Anda cá …
O Fotografo agarrou-a pelo braço. Usagi deu-lhe um safanão.
- Estás parvo? Que conversa é essa Seiya?
- Tu queres-me é a mim… Anda cá…
Usagi afastou-se. Que hipócrita machista?
- Estás muito enganado a meu respeito, Seiya. Eu gosto do Mamoru, ouviste? Deixa-me!
Afastou-se, num turbilhão interior. Pensou, atarantada mas com certa calma, que estava a viver o que qualquer mulher desejaria: estava em Bora Bora, num paraíso, com dois homens lindos e maravilhosos que a desejavam e era uma modela. O que poderia querer mais?
Tá tudo gozando!!!!! omg

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