Atracção nos Trópicos
Olá pessoal, eu resolvi arriscar a postar uma fic
espero que gostem
Esta história é Usa e Mamoru……
Mas ele só vai aparecer um pouco mais adiante
Obrigado
Há medida que vou postando vou actualizar o Indice
nota: esta história contem muito hentai por isso quem nao se sentir bem .... não leia
espero que gostem
Esta história é Usa e Mamoru……
Mas ele só vai aparecer um pouco mais adiante
Obrigado
Há medida que vou postando vou actualizar o Indice
nota: esta história contem muito hentai por isso quem nao se sentir bem .... não leia
Tá tudo gozando!!!!! omg
Editado pela última vez em
1ºcapitulo
Usagi estreava o seu novo fato de banho verde e cor de rosa, naquele dia quente de Julho, na praia mais in da zona. Personalidades passeavam com os seus namorados e namoradas e homens musculados apareciam por todo o lado, orgulhosos e esbeltos. Aquela praia parecia uma passarela de belezas e de gente na moda. Sentada ao lado de Minako, a sua melhor amiga, Usagi e ela comentavam a roupa, as atitudes e o comportamento das pessoas na praia.
Claro que as duas raparigas também eram muito notadas pela maior parte dos banhistas – sobretudo Usagi. Com uma pele lindíssima, muito branca, o seu cabelo de um loiro pouco usual, os grandes olhos azuis e a altura perfeita das suas perna. Usagi parecia sempre uma princesa desterrada, distribuindo graça e elegância. Os olhos de todos tocavam na bela figura daquela rapariga que, com o seu sorriso largo e luminoso, iluminava todos os espaços por onde estivesse. Um caso raro de charme, beleza e elegância, mas simples e discreta. Os homens paravam a olha-la, mas Usagi não olhava, nem retribuía. “A beleza é discreta”, já lhe dizia a sua avó.
Usagi era também uma rapariga que transmitia muita sensualidade. E agora ainda para mais, depois de ter terminado com a sua relação com Diamante. Depois de dois anos de uma vida cheia de traições e lutas, Usagi decidiu que tinha chegado a altura de deixar de procurar o amor.
- Acho muito bem! Quem te quiser, tem de saber fazer-te a corte! – dizia-lhe Minako.
Cansada dos enganos que uma relação trazia consigo, e com os homens ideais que não passavam de fraudes, e de dar todo o seu tempo e energia a quem não interessava, Usagi estava a espera que os príncipes encantados viessem ter com ela e se defrontassem. Em brincadeira na imaginação, Usagi imaginava um torneio medieval, em que vários homens lindíssimos se defrontavam para conseguirem a mão dela.
A verdade é que a relação com Diamante tinha sido desastrosa. O rapaz, gestor de fortunas, causaciano de olhos cinzentos e cabelo comprido, tinha primeiro parecido um sonho para depois se revelar uma catástrofe. Já no final do relacionamento, Usagi soube que ele a enganava com várias raparigas mais novas, em saídas à noite com os amigos. Ao mesmo tempo, prometia-lhe uma fidelidade de monge, acenava-lhe com a proposta de um casamento maravilhoso, de uma casa de sonho, perto da praia… O costume: os homens parecem que só sabem viver na mentira e no engano. Usam as mulheres como troféus, como um carro último modelo ou uma promoção no emprego, usam-nas para satisfazer os seus caprichos e depois esquecem-nas facilmente logo depois do orgasmo. Era disso que Usagi estava farta. Aos vinte e oito anos, com a vida toda pela frente, esperava que desta vez fosse diferente. E ia ser.
O sol estava forte, nesse dia, que Usagi e Minako decidiram ir sentar-se à beira mar, onde estava mais fresco. Não esperavam é que, perto do mar, estivesse também a modelo Michiru, acompanhada do namorado (um sueco muito branco e esguio, que parecia tirado de um filme) e de dois fotógrafos que a seguiam para todo o lado.
- aquela sonsa tem uma sorte…. Olha para aquele homem! E para aquele fato de banho … e os fotógrafos todos a babarem-se para ela!
- ainda por cima é anoréctica!
- tão magra que até parece que veio do Biafra! O que é que os homens vêm naquilo? Só uma carinha laroca, mais nada….
- os homens não percebem nada de mulheres…
- é verdade….. mas isso é grave, Minako…. Quer dizer eles escolhem sempre as mulheres erradas… as sonsas e aproveitadoras. E as mulheres a sério ficam a chuchar no dedo…
- tu não sabes aquela anedota das casas de banho?
- não…
- que os homens são como as casas de banho: ou estão ocupados ou são para homens…
As duas amigas riram-se alto, e o sorriso iluminado de Usagi encheu a praia. De repente, um dos fotógrafos dirige-se para Usagi.
- desculpe, posso lhe tirar uma fotografia?
- a mim?
A rapariga olhou para Minako, que lhe lançou um olhar de incentivo.
- sim, porque não?
O fotografo então tirou várias fotografias a Usagi. Ela sentia-se tão a vonta-de que ele decidiu pedir-lhe que posasse de pé, sentada, perto do mar. Não se sentia mal, ou desconfortável, mas absolutamente natural. Depois de vinte minutos e de centenas de fotografias, ele agradeceu e pediu se lhe podia dar o contacto dela.
- sim… mas para quê?
- para depois lhe mandar algumas fotografias…. Pode ser?
- ah, sim…
- o meu nome é Taiky, sou fotógrafo da revista “Femenina”. Tem aqui o meu cartão. Mando-lhe algumas das fotografias logo que estejam reveladas, ok?
- obrigada…!
Sorridentes, as duas amigas viam o fotógrafo afastar-se.
- já viste que fantástico, Usagi?
- É verdade…
- E se apareceres na revista?
- Que disparate…
- Não… Ele tirou-te tantas fotografias… Se apareceres na revista vai ser fantástico…
- se sair, a primeira coisa que faço é enviar uma revista ao palerma do Diamante… Só para ele morrer de irritação!
Riram-se, ao imaginar Diamante a abrir, com a presunção do costume, a sua caixa de correio, e a ver a fotografia de Usagi na revista. Só isso as encheu de boa disposição.
Usagi estreava o seu novo fato de banho verde e cor de rosa, naquele dia quente de Julho, na praia mais in da zona. Personalidades passeavam com os seus namorados e namoradas e homens musculados apareciam por todo o lado, orgulhosos e esbeltos. Aquela praia parecia uma passarela de belezas e de gente na moda. Sentada ao lado de Minako, a sua melhor amiga, Usagi e ela comentavam a roupa, as atitudes e o comportamento das pessoas na praia.
Claro que as duas raparigas também eram muito notadas pela maior parte dos banhistas – sobretudo Usagi. Com uma pele lindíssima, muito branca, o seu cabelo de um loiro pouco usual, os grandes olhos azuis e a altura perfeita das suas perna. Usagi parecia sempre uma princesa desterrada, distribuindo graça e elegância. Os olhos de todos tocavam na bela figura daquela rapariga que, com o seu sorriso largo e luminoso, iluminava todos os espaços por onde estivesse. Um caso raro de charme, beleza e elegância, mas simples e discreta. Os homens paravam a olha-la, mas Usagi não olhava, nem retribuía. “A beleza é discreta”, já lhe dizia a sua avó.
Usagi era também uma rapariga que transmitia muita sensualidade. E agora ainda para mais, depois de ter terminado com a sua relação com Diamante. Depois de dois anos de uma vida cheia de traições e lutas, Usagi decidiu que tinha chegado a altura de deixar de procurar o amor.
- Acho muito bem! Quem te quiser, tem de saber fazer-te a corte! – dizia-lhe Minako.
Cansada dos enganos que uma relação trazia consigo, e com os homens ideais que não passavam de fraudes, e de dar todo o seu tempo e energia a quem não interessava, Usagi estava a espera que os príncipes encantados viessem ter com ela e se defrontassem. Em brincadeira na imaginação, Usagi imaginava um torneio medieval, em que vários homens lindíssimos se defrontavam para conseguirem a mão dela.
A verdade é que a relação com Diamante tinha sido desastrosa. O rapaz, gestor de fortunas, causaciano de olhos cinzentos e cabelo comprido, tinha primeiro parecido um sonho para depois se revelar uma catástrofe. Já no final do relacionamento, Usagi soube que ele a enganava com várias raparigas mais novas, em saídas à noite com os amigos. Ao mesmo tempo, prometia-lhe uma fidelidade de monge, acenava-lhe com a proposta de um casamento maravilhoso, de uma casa de sonho, perto da praia… O costume: os homens parecem que só sabem viver na mentira e no engano. Usam as mulheres como troféus, como um carro último modelo ou uma promoção no emprego, usam-nas para satisfazer os seus caprichos e depois esquecem-nas facilmente logo depois do orgasmo. Era disso que Usagi estava farta. Aos vinte e oito anos, com a vida toda pela frente, esperava que desta vez fosse diferente. E ia ser.
O sol estava forte, nesse dia, que Usagi e Minako decidiram ir sentar-se à beira mar, onde estava mais fresco. Não esperavam é que, perto do mar, estivesse também a modelo Michiru, acompanhada do namorado (um sueco muito branco e esguio, que parecia tirado de um filme) e de dois fotógrafos que a seguiam para todo o lado.
- aquela sonsa tem uma sorte…. Olha para aquele homem! E para aquele fato de banho … e os fotógrafos todos a babarem-se para ela!
- ainda por cima é anoréctica!
- tão magra que até parece que veio do Biafra! O que é que os homens vêm naquilo? Só uma carinha laroca, mais nada….
- os homens não percebem nada de mulheres…
- é verdade….. mas isso é grave, Minako…. Quer dizer eles escolhem sempre as mulheres erradas… as sonsas e aproveitadoras. E as mulheres a sério ficam a chuchar no dedo…
- tu não sabes aquela anedota das casas de banho?
- não…
- que os homens são como as casas de banho: ou estão ocupados ou são para homens…
As duas amigas riram-se alto, e o sorriso iluminado de Usagi encheu a praia. De repente, um dos fotógrafos dirige-se para Usagi.
- desculpe, posso lhe tirar uma fotografia?
- a mim?
A rapariga olhou para Minako, que lhe lançou um olhar de incentivo.
- sim, porque não?
O fotografo então tirou várias fotografias a Usagi. Ela sentia-se tão a vonta-de que ele decidiu pedir-lhe que posasse de pé, sentada, perto do mar. Não se sentia mal, ou desconfortável, mas absolutamente natural. Depois de vinte minutos e de centenas de fotografias, ele agradeceu e pediu se lhe podia dar o contacto dela.
- sim… mas para quê?
- para depois lhe mandar algumas fotografias…. Pode ser?
- ah, sim…
- o meu nome é Taiky, sou fotógrafo da revista “Femenina”. Tem aqui o meu cartão. Mando-lhe algumas das fotografias logo que estejam reveladas, ok?
- obrigada…!
Sorridentes, as duas amigas viam o fotógrafo afastar-se.
- já viste que fantástico, Usagi?
- É verdade…
- E se apareceres na revista?
- Que disparate…
- Não… Ele tirou-te tantas fotografias… Se apareceres na revista vai ser fantástico…
- se sair, a primeira coisa que faço é enviar uma revista ao palerma do Diamante… Só para ele morrer de irritação!
Riram-se, ao imaginar Diamante a abrir, com a presunção do costume, a sua caixa de correio, e a ver a fotografia de Usagi na revista. Só isso as encheu de boa disposição.
Tá tudo gozando!!!!! omg
parece ser interessante fico a espera de outro capitulo
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm
2º Capitulo
Usagi estava no seu emprego (era secretária num departamento de um banco) quando o senhor Gomes, que era o porteiro, lhe veio trazer um pacote de correio.
- isto é para mim…?
- é sim, menina…
- tem a certeza…
- sim, veio um estafeta trazer… De propósito. Deve ser coisa importante…
- importante?
Usagi abriu o envelope. Eram as suas fotografias. Em anexo vinha um cartão:
“ Usagi,
Mando-lhe as suas fotografias. Como vê, está fantástica! Queria pedir a sua autorização, para as publicarmos no próximo número da revista “Femina”, como “Surpresa do Mês. Telefono-lhe depois a saber qual é a sua opinião. Um beijinho, Taiky”.
Usagi não podia acreditar! Abriu o pacote e viu as suas fotografias na praia. Estava de facto fascinante… Ficou impressionada: parecia uma profissional, a posar com um ar tão sério e descontraído. Era o melhor de si que estava naquelas fotografias. E ela não podia acreditar, por mais que soubesse que era uma mulher bonita, que ia aparecer assim, como se fosse uma modelo! Ela podia ser uma modelo, se quisesse: era isso que diziam aquelas fotografias!
Olhou para ela. Não conseguia acreditar! Ia pegar no telefone, nervosa e ansiosa, para ligar à sua amiga Minako, quando este começou a tocar.
- Usagi?
- Sim… Quem fala?
- Daqui Taiky… Imagino que já terá recebido as suas fotografias..
- As suas… Foi o Taiky que as tirou…
- São suas, porque é a Usagi que lá está. E está fantástica, não acha?
- Acho…! Nem pareço eu…
- Mas é a Usagi… Deixe-se de humildade e oiça: estou a ligar-lhe com dois pedidos: o primeiro é se autoriza a publicação das fotografias na revista…
- O quê?
- Sim… Ouça: esse é um pedido, mas há outro maior…, é para lhe dizer que um amigo meu, Seya, que trabalha numa agência de publicidade, por acaso viu as suas fotografias e quer contacta-la para fazer uma campanha…
- Uma campanha?
- Sim, se queria fazer uma campanha para a empresa dele…
- Mas como? – Usagi não conseguia acreditar.
- Uma campanha publicitária onde a Usagi seria o rosto. Ou seja, ia defender o produto. Está interessada…?
Usagi estava parva. Seria mesmo verdade? Ficou em silêncio.
- Usagi?
- Sim…
- Então? O que me diz?
- Bom…
- Não estava à espera?
- Não…
- Mas o que me responde?
-Tenho de pensar nisso…
- Ok, entendo… Mas se é uma questão de saber as consequências, posso explicar-lhe rapidamente; terá de tirar uma semana de férias para ir para Bora Bora fazer as fotografias; antes disso, a Usagi assinaria um contrato com a empresa de publicidade, que lhe daria um valor pela cedência da sua imagem, e uma percentagem pelos anúncios em que aparecerá. Estamos a falar de um valor nunca inferior a cinquenta mil euros… Ah, e todas as deslocações e custos estão naturalmente pagos…
- Cinquenta mil euros? – Agora é que Usagi estava pasma.
- Sim… Mas pense nisso… Eu ligo-lhe amanhã a esta hora a ver o que me responde… OK?
Taiky desligou o telefone. Usagi ligou logo de seguida a Minako, nervosa e exitadissima.
- Tu és parva! Parva se não aceitares! Tu podes mudar a tua vida, e agora ficas para aí com duvidas! Era para já, para já!
- Achas?
- Claro que sim! Vai já falar com o teu chefe, tenta tirar uma semana de férias para quando tiveres de ir fazer a campanha…
- Ai, é demais para mim!
- Não sejas parva e pensa assim; só tens a ganhar. E como não queres ser modelo nem estavas à espera disso, não tens mesmo nada a perder. Se for o único convite, ganhaste uma semana inesquecível e um dinheirão; se se seguirem outros, mudaste a tua vida…! Olha que eu vou obrigar-te a aceitar…
Minako era uma amiga fantástica…
- Achas mesmo?
- Se fosse comigo. Usagi, o que é que me dizias para fazer?
- Para aceitar…
- Aí tens…
- Obrigado, Minako! Vou aceitar mesmo!
Desligou o telefone ansiosa. Ia mudar a vida dela!
Ligou para Taiky e disse-lhe logo que sim.
A campanha foi marcada para daí a quinze dias. Usagi nem podia acreditar que o que estava a acontecer era verdade! Alguma coisa nova, muito bela e feliz , estava a nascer dentro dela.
Usagi estava no seu emprego (era secretária num departamento de um banco) quando o senhor Gomes, que era o porteiro, lhe veio trazer um pacote de correio.
- isto é para mim…?
- é sim, menina…
- tem a certeza…
- sim, veio um estafeta trazer… De propósito. Deve ser coisa importante…
- importante?
Usagi abriu o envelope. Eram as suas fotografias. Em anexo vinha um cartão:
“ Usagi,
Mando-lhe as suas fotografias. Como vê, está fantástica! Queria pedir a sua autorização, para as publicarmos no próximo número da revista “Femina”, como “Surpresa do Mês. Telefono-lhe depois a saber qual é a sua opinião. Um beijinho, Taiky”.
Usagi não podia acreditar! Abriu o pacote e viu as suas fotografias na praia. Estava de facto fascinante… Ficou impressionada: parecia uma profissional, a posar com um ar tão sério e descontraído. Era o melhor de si que estava naquelas fotografias. E ela não podia acreditar, por mais que soubesse que era uma mulher bonita, que ia aparecer assim, como se fosse uma modelo! Ela podia ser uma modelo, se quisesse: era isso que diziam aquelas fotografias!
Olhou para ela. Não conseguia acreditar! Ia pegar no telefone, nervosa e ansiosa, para ligar à sua amiga Minako, quando este começou a tocar.
- Usagi?
- Sim… Quem fala?
- Daqui Taiky… Imagino que já terá recebido as suas fotografias..
- As suas… Foi o Taiky que as tirou…
- São suas, porque é a Usagi que lá está. E está fantástica, não acha?
- Acho…! Nem pareço eu…
- Mas é a Usagi… Deixe-se de humildade e oiça: estou a ligar-lhe com dois pedidos: o primeiro é se autoriza a publicação das fotografias na revista…
- O quê?
- Sim… Ouça: esse é um pedido, mas há outro maior…, é para lhe dizer que um amigo meu, Seya, que trabalha numa agência de publicidade, por acaso viu as suas fotografias e quer contacta-la para fazer uma campanha…
- Uma campanha?
- Sim, se queria fazer uma campanha para a empresa dele…
- Mas como? – Usagi não conseguia acreditar.
- Uma campanha publicitária onde a Usagi seria o rosto. Ou seja, ia defender o produto. Está interessada…?
Usagi estava parva. Seria mesmo verdade? Ficou em silêncio.
- Usagi?
- Sim…
- Então? O que me diz?
- Bom…
- Não estava à espera?
- Não…
- Mas o que me responde?
-Tenho de pensar nisso…
- Ok, entendo… Mas se é uma questão de saber as consequências, posso explicar-lhe rapidamente; terá de tirar uma semana de férias para ir para Bora Bora fazer as fotografias; antes disso, a Usagi assinaria um contrato com a empresa de publicidade, que lhe daria um valor pela cedência da sua imagem, e uma percentagem pelos anúncios em que aparecerá. Estamos a falar de um valor nunca inferior a cinquenta mil euros… Ah, e todas as deslocações e custos estão naturalmente pagos…
- Cinquenta mil euros? – Agora é que Usagi estava pasma.
- Sim… Mas pense nisso… Eu ligo-lhe amanhã a esta hora a ver o que me responde… OK?
Taiky desligou o telefone. Usagi ligou logo de seguida a Minako, nervosa e exitadissima.
- Tu és parva! Parva se não aceitares! Tu podes mudar a tua vida, e agora ficas para aí com duvidas! Era para já, para já!
- Achas?
- Claro que sim! Vai já falar com o teu chefe, tenta tirar uma semana de férias para quando tiveres de ir fazer a campanha…
- Ai, é demais para mim!
- Não sejas parva e pensa assim; só tens a ganhar. E como não queres ser modelo nem estavas à espera disso, não tens mesmo nada a perder. Se for o único convite, ganhaste uma semana inesquecível e um dinheirão; se se seguirem outros, mudaste a tua vida…! Olha que eu vou obrigar-te a aceitar…
Minako era uma amiga fantástica…
- Achas mesmo?
- Se fosse comigo. Usagi, o que é que me dizias para fazer?
- Para aceitar…
- Aí tens…
- Obrigado, Minako! Vou aceitar mesmo!
Desligou o telefone ansiosa. Ia mudar a vida dela!
Ligou para Taiky e disse-lhe logo que sim.
A campanha foi marcada para daí a quinze dias. Usagi nem podia acreditar que o que estava a acontecer era verdade! Alguma coisa nova, muito bela e feliz , estava a nascer dentro dela.
Tá tudo gozando!!!!! omg
esta muito gira a tua finc fiquei com a pulga a trás da orelha para ler o próximo capitulo
.o:
.o:
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
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Aviso: este capitulo contém hentai.
Capitulo 3
Os quinze dias seguintes foram passados numa frenética roda-viva de provas de roupa e de estudos de maquilhagem e cabelos. Tudo tinha de estar pronto antes da viagem, pois em Bora Bora seria muito difícil encontrar uma forma de contornar um problema.
Na agência trataram Usagi como uma Top Model internacional e, por momentos, já sonhava com Milão, Tóquio, Paris e os desfiles dos costureiros famosos que conhecia das revistas. No dia da assinatura do contracto apresentaram-lhe toda a equipa que seguiria com ela para Bora Bora: Mamoru, o produtor de moda, Seya, o fotógrafo, e Rey, que iria tratar do cabelo, da maquilhagem e de tudo o mais que fosse preciso durante os quinze dias.
Mamoru era o responsável e, como tal, procurou descontrair Usagi.
- sei que é a tua primeira experiência. Não tenhas medo… uma cara como a tua não pode demonstrar medo!
- eu sei… mas e se alguma coisa corre mal?
- é para isso que eu, o Seya e a Rey lá estamos. Tu só tens que descontrair e ser natural.
Mamoru era um homem de uns trinta e cinco anos, muito bem colocado na empresa e na vida, em deslocações permanentes pelo mundo com as modelos mais famosas do país. A certa altura da vida chegou a manter uma relação muito badalada nas revistas com uma apresentadora de televisão e modelo e, desde então, tornara-se muito conhecido do grande público, tendo mesmo participado num concurso de televisão de pouca fama.
Seya, por seu turno, era um jovem fotógrafo em ascensão de carreira e já muito respeitado pelos seus pares que lhe auguravam um futuro brilhante. Estava bem longe de ser um fotógrafo clássico e, pelo contrário, gostava de arriscar na escolha dos planos, dos cenários e dos ângulos, obtendo das suas fotografias resultados muito surpreendentes.
A ultima do grupo, Rey era uma belíssima mulher de vinte e poucos anos de idade com um corpo de fazer inveja a muitas adolescentes, uns longos cabelos pretos e uma pele nem muito branca nem muito morena, era uam espécie de “faz-tudo” da empresa que a premiava agora com um misto de trabalho e de férias em Bora Bora.
Usagi passou o dia seguinte com Minako nas suas lojas de roupa preferida.
- olha este biquíni! Fica bem?
- é de matar! Com esse biquíni, não há homem que te resista!...
- não sei… não será demais?
- oh Usagi! De mais é ires para Bora Bora, fazer de modelo no paraíso e ganhares umas massas valentes!
Minako estava visivelmente entusiasmada com a viagem da amiga e durante o passeio pelas dezenas de lojas que visitavam, nunca deixava de incentivar Usagi a comprar as roupas mais ousadas e deslumbrantes, nem sequer deixava de lhe lembrar que era uma mulher solteira e linda.
No dia da viagem, Minako foi com Usagi ao aeroporto e o grupo apresentou-se. No momento das despedidas, Minako puxou-a para um canto e quando os seus olhos brilharam, Usagi sabia que a amiga estava a magicar alguma das suas.
- o Seya é um pão… nem sei o que lhe fazia… se calhar…
-oh Minako…! Vou trabalhar, não vou de férias…
- pois, pois… vá! Vai andando e dá noticias…
Já no avião, Usagi sentou-se entre Rey e Mamoru, ficando Seya à janela, ora mudo e quedo ora conversando sobre moda e fotografia com o outro homem. Parecia que não estava muito à vontade com a viagem e, por vezes, fixava os olhos na janela e no exterior do avião.
Entretanto Usagi e Rey imã mantendo uma amena cavaqueira e, a pouco e pouco, os laços iam-se estreitando. Na verdade, logo no primeiro contacto, ainda na agência, tinham gostado bastante uma da outra. Agora era o tempo de se conhecerem melhor. Também Mamoru ia conversando com elas, sempre de forma pausada e coloquail. Mamoru era uma pessoa muito ciosa da sua posição e não mostrava muitos sentimentos. Só Seya não entrava na conversa, não sorria, nem retirava os olhos da linha do horizonte, do infinito celeste.
A determinada altura, Usagi, que estava sempre bem disposta
, deparou-se contra o rapaz.
- então Seya, que bicho te mordeu?
- hã? Eu…ah…nada…está tudo bem …não sei…
- pronto… tudo bem…tudo bem …tudo bem – Usagi não percebia patavina do que Seya lhe dizia, mas, na verdade, também não se preocupou muito com o assunto.
Mamoru interrompeu-lhes a conversa.
- querem ver estas fotos de Bora Bora?
- fantástico… sublime…irreal – Rey estava embasbacada com os cenários e as praias.
- desculpem-me… deixem-me passar – Seya levantou-se e dirigiu-se ao fundo do avião.
Os outros três nem se aperceberam da demora do jovem e continuaram a folhear as fotografias, povoando os respectivos imaginários com paisagens de sonho, as praias paradisíacas. De repente, Usagi levantou-se para ir a casa de banho.
Quando lá chegou, reparou que estava ocupada e esperou um pouco. Como já estava à espera há um bocado, decidiu bater à porta e, lá dentro, ouviu a voz melancólica de Seya.
- abre… está tudo bem? Vá … despacha-te!
Seya, com a cara lívida e sem expressão, abriu a porta e explicou a Usagi que sempre tivera algum medo de viajar de avião, mas que tinha de o esconder para não perder oportunidades de trabalho.
- que parvoíce… e eu a chatear-te! – Usagi passara uma boa hora a incomodar Seya porque ele não dizia nada e só olhava para a janela.
- ora essa … eu devia ter dito alguma coisa … também fui parvo… desculp…
Usagi colhocou-lhe o indicador nos lábios antes que Seya pedisse desculpa.
- Não tens que pedir desculpa por nada! Vá… entra que eu trato de ti.
De súbito, estavam os dois juntos na minúscula casa de banho do avião, um sitio apertado e frio. Usagi retirou uma pequena toalha turca da mala e passo-a por agua antes de a colocar na testa de Seya, reconfortando-o. Entretanto, Seya, que suava muito com os nervos, perguntou a Usagi se ela se importava que ele retirasse a camisa.
- claro que não… não é como se nunca tivesse visto o peito de um homem!
Seya retirou a roupa de cima e a verdade é que Usai se fixou, por instantes, no belíssimo peito de Seya. Era um peito forte e musculado, muito bem definido, com pequenas saliências de músculos que apeteciam acariciar. Quase não tinha pêlos no peito mas Seya era um jovem ainda em fase de desenvolvimento e, na verdade, isso pouco importava a Usagi que se começava a excitar com tamanha visão.
De súbito, sem pensar muito, a mulher tirou a tolha da cabeça de Seya , passo-a para o peito do homem e começou a tentar refresca-lo. A tentação era demasiado grande e as mãos de Usagi já só procuravam aquela pele macia e dócil. Então deixou a toalha cair no chão e acariciou Seya, cujo corpo, por momentos, resistiu à investida das carícias de Usagi.
Passado algum tempo, porém, Seya, ainda meio zonzo dos nervos, deixava-se levar pela situação e, num ápice, os dois envolviam-se eroticamente na casa de banho do avião. Seya libertava.se da tensão acumulada e Usagi despia-o a pouco e pouco, até o deixar completamente nu e visivelmente excitado. Nessa altura, acariciou-lhe a fac interna das pernas, depois subiu para as virilhas e, por fim, para o sexo do homem, cuja excitação era cada vez mais evidente.
Agora era a vez de Seya, que ora despia uma peça de roupa de Usagi ora beijava a pele sedosa e já quente. Num curto espaço de tempo, os dois amantes estavam preparados para se entregar um ao outro e, na verdade, não tardaria a que Rey e Mamoru desconfiassem e fossem à sua procura.
Felizmente Usagi tinha preservativos na mala e rapidamente se apressou a colocar um no sexo duro de Seya. Então, o rapaz pegou nela, levantou-a e encostou-a a uma das paredes. Era dessa maneira que iam fazer amor e, sem suspeitar de nada, Seya ia cumprir um dos sonhos mais antigos de Margarida – fazer amor num avião.
Os braços musculados de Seya torneavam o corpo de Usagi e quando ele a penetrou, ela não se coibiu de soltar um leve gemido que rapidamente conteve para não se ouvir para fora. Depois, em movimentos sempre compassados e frenéticos, os dois corpos deixaram-se moldar um no outro, a excitação e o prazer atingiram o orgasmo, ainda se deixaram ficar um no outro durante mais uns segundos, até o bater fulgrante dos corações abrandar e a fúria dos sexos se extinguir. Aquele delírio sensual, embora breve, fora de uma intensidade dificilmente superável e os dois estavam visivelmente agradados com a situação.
Saíram um de cada vez da casa de banho, dirigiram-se aos respectivos bancos e furtaram-se às perguntas de Rey e Mamoru. Até à chegada a Bora Bora, não trocaram mais de dois dedos de conversa e meia dúzia de olhares furtivos mais reveladores.
Capitulo 3
Os quinze dias seguintes foram passados numa frenética roda-viva de provas de roupa e de estudos de maquilhagem e cabelos. Tudo tinha de estar pronto antes da viagem, pois em Bora Bora seria muito difícil encontrar uma forma de contornar um problema.
Na agência trataram Usagi como uma Top Model internacional e, por momentos, já sonhava com Milão, Tóquio, Paris e os desfiles dos costureiros famosos que conhecia das revistas. No dia da assinatura do contracto apresentaram-lhe toda a equipa que seguiria com ela para Bora Bora: Mamoru, o produtor de moda, Seya, o fotógrafo, e Rey, que iria tratar do cabelo, da maquilhagem e de tudo o mais que fosse preciso durante os quinze dias.
Mamoru era o responsável e, como tal, procurou descontrair Usagi.
- sei que é a tua primeira experiência. Não tenhas medo… uma cara como a tua não pode demonstrar medo!
- eu sei… mas e se alguma coisa corre mal?
- é para isso que eu, o Seya e a Rey lá estamos. Tu só tens que descontrair e ser natural.
Mamoru era um homem de uns trinta e cinco anos, muito bem colocado na empresa e na vida, em deslocações permanentes pelo mundo com as modelos mais famosas do país. A certa altura da vida chegou a manter uma relação muito badalada nas revistas com uma apresentadora de televisão e modelo e, desde então, tornara-se muito conhecido do grande público, tendo mesmo participado num concurso de televisão de pouca fama.
Seya, por seu turno, era um jovem fotógrafo em ascensão de carreira e já muito respeitado pelos seus pares que lhe auguravam um futuro brilhante. Estava bem longe de ser um fotógrafo clássico e, pelo contrário, gostava de arriscar na escolha dos planos, dos cenários e dos ângulos, obtendo das suas fotografias resultados muito surpreendentes.
A ultima do grupo, Rey era uma belíssima mulher de vinte e poucos anos de idade com um corpo de fazer inveja a muitas adolescentes, uns longos cabelos pretos e uma pele nem muito branca nem muito morena, era uam espécie de “faz-tudo” da empresa que a premiava agora com um misto de trabalho e de férias em Bora Bora.
Usagi passou o dia seguinte com Minako nas suas lojas de roupa preferida.
- olha este biquíni! Fica bem?
- é de matar! Com esse biquíni, não há homem que te resista!...
- não sei… não será demais?
- oh Usagi! De mais é ires para Bora Bora, fazer de modelo no paraíso e ganhares umas massas valentes!
Minako estava visivelmente entusiasmada com a viagem da amiga e durante o passeio pelas dezenas de lojas que visitavam, nunca deixava de incentivar Usagi a comprar as roupas mais ousadas e deslumbrantes, nem sequer deixava de lhe lembrar que era uma mulher solteira e linda.
No dia da viagem, Minako foi com Usagi ao aeroporto e o grupo apresentou-se. No momento das despedidas, Minako puxou-a para um canto e quando os seus olhos brilharam, Usagi sabia que a amiga estava a magicar alguma das suas.
- o Seya é um pão… nem sei o que lhe fazia… se calhar…
-oh Minako…! Vou trabalhar, não vou de férias…
- pois, pois… vá! Vai andando e dá noticias…
Já no avião, Usagi sentou-se entre Rey e Mamoru, ficando Seya à janela, ora mudo e quedo ora conversando sobre moda e fotografia com o outro homem. Parecia que não estava muito à vontade com a viagem e, por vezes, fixava os olhos na janela e no exterior do avião.
Entretanto Usagi e Rey imã mantendo uma amena cavaqueira e, a pouco e pouco, os laços iam-se estreitando. Na verdade, logo no primeiro contacto, ainda na agência, tinham gostado bastante uma da outra. Agora era o tempo de se conhecerem melhor. Também Mamoru ia conversando com elas, sempre de forma pausada e coloquail. Mamoru era uma pessoa muito ciosa da sua posição e não mostrava muitos sentimentos. Só Seya não entrava na conversa, não sorria, nem retirava os olhos da linha do horizonte, do infinito celeste.
A determinada altura, Usagi, que estava sempre bem disposta
, deparou-se contra o rapaz.
- então Seya, que bicho te mordeu?
- hã? Eu…ah…nada…está tudo bem …não sei…
- pronto… tudo bem…tudo bem …tudo bem – Usagi não percebia patavina do que Seya lhe dizia, mas, na verdade, também não se preocupou muito com o assunto.
Mamoru interrompeu-lhes a conversa.
- querem ver estas fotos de Bora Bora?
- fantástico… sublime…irreal – Rey estava embasbacada com os cenários e as praias.
- desculpem-me… deixem-me passar – Seya levantou-se e dirigiu-se ao fundo do avião.
Os outros três nem se aperceberam da demora do jovem e continuaram a folhear as fotografias, povoando os respectivos imaginários com paisagens de sonho, as praias paradisíacas. De repente, Usagi levantou-se para ir a casa de banho.
Quando lá chegou, reparou que estava ocupada e esperou um pouco. Como já estava à espera há um bocado, decidiu bater à porta e, lá dentro, ouviu a voz melancólica de Seya.
- abre… está tudo bem? Vá … despacha-te!
Seya, com a cara lívida e sem expressão, abriu a porta e explicou a Usagi que sempre tivera algum medo de viajar de avião, mas que tinha de o esconder para não perder oportunidades de trabalho.
- que parvoíce… e eu a chatear-te! – Usagi passara uma boa hora a incomodar Seya porque ele não dizia nada e só olhava para a janela.
- ora essa … eu devia ter dito alguma coisa … também fui parvo… desculp…
Usagi colhocou-lhe o indicador nos lábios antes que Seya pedisse desculpa.
- Não tens que pedir desculpa por nada! Vá… entra que eu trato de ti.
De súbito, estavam os dois juntos na minúscula casa de banho do avião, um sitio apertado e frio. Usagi retirou uma pequena toalha turca da mala e passo-a por agua antes de a colocar na testa de Seya, reconfortando-o. Entretanto, Seya, que suava muito com os nervos, perguntou a Usagi se ela se importava que ele retirasse a camisa.
- claro que não… não é como se nunca tivesse visto o peito de um homem!
Seya retirou a roupa de cima e a verdade é que Usai se fixou, por instantes, no belíssimo peito de Seya. Era um peito forte e musculado, muito bem definido, com pequenas saliências de músculos que apeteciam acariciar. Quase não tinha pêlos no peito mas Seya era um jovem ainda em fase de desenvolvimento e, na verdade, isso pouco importava a Usagi que se começava a excitar com tamanha visão.
De súbito, sem pensar muito, a mulher tirou a tolha da cabeça de Seya , passo-a para o peito do homem e começou a tentar refresca-lo. A tentação era demasiado grande e as mãos de Usagi já só procuravam aquela pele macia e dócil. Então deixou a toalha cair no chão e acariciou Seya, cujo corpo, por momentos, resistiu à investida das carícias de Usagi.
Passado algum tempo, porém, Seya, ainda meio zonzo dos nervos, deixava-se levar pela situação e, num ápice, os dois envolviam-se eroticamente na casa de banho do avião. Seya libertava.se da tensão acumulada e Usagi despia-o a pouco e pouco, até o deixar completamente nu e visivelmente excitado. Nessa altura, acariciou-lhe a fac interna das pernas, depois subiu para as virilhas e, por fim, para o sexo do homem, cuja excitação era cada vez mais evidente.
Agora era a vez de Seya, que ora despia uma peça de roupa de Usagi ora beijava a pele sedosa e já quente. Num curto espaço de tempo, os dois amantes estavam preparados para se entregar um ao outro e, na verdade, não tardaria a que Rey e Mamoru desconfiassem e fossem à sua procura.
Felizmente Usagi tinha preservativos na mala e rapidamente se apressou a colocar um no sexo duro de Seya. Então, o rapaz pegou nela, levantou-a e encostou-a a uma das paredes. Era dessa maneira que iam fazer amor e, sem suspeitar de nada, Seya ia cumprir um dos sonhos mais antigos de Margarida – fazer amor num avião.
Os braços musculados de Seya torneavam o corpo de Usagi e quando ele a penetrou, ela não se coibiu de soltar um leve gemido que rapidamente conteve para não se ouvir para fora. Depois, em movimentos sempre compassados e frenéticos, os dois corpos deixaram-se moldar um no outro, a excitação e o prazer atingiram o orgasmo, ainda se deixaram ficar um no outro durante mais uns segundos, até o bater fulgrante dos corações abrandar e a fúria dos sexos se extinguir. Aquele delírio sensual, embora breve, fora de uma intensidade dificilmente superável e os dois estavam visivelmente agradados com a situação.
Saíram um de cada vez da casa de banho, dirigiram-se aos respectivos bancos e furtaram-se às perguntas de Rey e Mamoru. Até à chegada a Bora Bora, não trocaram mais de dois dedos de conversa e meia dúzia de olhares furtivos mais reveladores.
Tá tudo gozando!!!!! omg
esta muito gira a tua fic estou a adorar e vou acompanha-la ate ao fim. :g1:
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

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Capitulo 4
A chegada a Bora Bora revelou um país fantástico, quente e ligeiramente húmido, polvilhado com cores exóticas e plantas tropicais únicas que nenhum dos companheiros de viagem tinha visto.
Rei e Usagi eram claramente as mais surpreendidas com o cenário e Rei estava também muito agradada com os homens locais.
- Já reparaste nas tatuagens dos braços?
Os habitantes de Bora Bora tinham um aspecto muito peculiar e a juntar à pele, ao cabelo e aos olhos muito escuros, tinham ainda inúmeras tatuagens espalhadas pelos braços.
- Gostava de lhes ver outras tatuagens…
Rei estava mesmo interessada em conhecer mais de perto um daqueles homens misteriosos mas simpáticos. De resto, Rei também exercia algum fascínio neles pois não estavam muito habituados a ver pessoas tão brancas, com cabelo preto asa de corvo.
O hotel onde iam ficar era bem na orla marítima e, para espanto de todos, não iam ficar em quartos típicos, mas sim em palafitas, uma espécie de bungalows de madeira construídos em cima de estacas, bem sobre o mar azulíssimo e imenso.
A escolha dos quartos foi muito simples Mamoru e Seya ficaram com um dos quartos, ao passo que Rei e Usagi ficaram com o outro. A verdade, porém, é que ninguém esperava que houvesse muito tempo muito tempo para desfrutar daquele paraíso, pois as sessões iam ser duras e intensas e o tempo escasseava para fazer tudo o que pretendiam.
Após mais de vinte e quatro horas de viagens de avião e aeroportos, os quatro só pensavam num refrescante duche e numa sesta reconfortante. Rei e Usagi, no entanto, bem após os respectivos duches, decidiram dar uma volta pela praia, mostrando os belíssimos corpos, recompondo-se do esforço com os raios de sol, as ondas do mar e alguns martinis.
Rei não tirava, por um momento que se fosse, os olhos dos nativos e toda ela suspirava sempre que algum deles passava mais próximo dela ou quando um dos empregados lhe perguntava se queria mais alguma coisa.
- Apetecia-me dizer que sim… que queria mais alguma coisa… que o queria a ele…
- Oh Rei… se calhar deves ter mais calma. Se calhar devias esperar para ver.
- Talvez… não sei… estes homens são tão misteriosos!
Decidiram em conjunto regressar ao quarto e ver o que Mamoru e Seya queriam fazer naquela noite. Os homens achavam que deviam dar uma volta pela cidade, jantar e voltar cedo porque o dia seguinte seria bem extenuante. Concordaram todos e a noite decorreu de forma calma, ligeira.
No dia seguinte, Usagi acordou um pouco nervosa e tensa. Por outro lado, sabia que ia ser posta à prova na sessão fotográfica e que a sua falta de experiencia viria ao de cima. Por outro lado, tinha algum receio de Seya, com quem fizera amor no avião com tanta intensidade e que, desde então, mal lhe dirigira a palavra.
O local escolhido para a sessão era uma pequena baía bem perto do hotel, cheia de coqueiros e com uma areia tão fina e branca que uma pessoa se poda deitar nela sem toalha e rebolar sem se magoar. As preparações não demoraram muito e num ápice todos estavam prontos para começar.
Usagi tinha uma disponibilidade e uma entrega tão grande à câmara que toda a gente ficou surpreendida.
- Ela tem um talento natural… não achas? – perguntou Mamoru a Rei.
- É verdade. Parece que temos uma estrela!
- Vá lá, com calma. Já vimos isto muitas vezes…
Usagi dançava, pulava, mexia o cabelo, fazia expressões mais serenas, mais cómicas, mais elegantes, mais desengonçadas e, sobretudo, fazia tudo com uma expressão muito própria. Seya, por seu turno, quase não precisava de lhe dar indicações e também estava muito surpreendido com a modelo que tinha à sua frente.
Mesmo as constantes trocas de roupa, de maquilhagem, de penteado ou de cenário não incomodavam a nova estrela, que respondia a todas as solicitações com u m sorriso franco e largo. Seya já só imaginava o resultado final das fotografias e as surpresas que receberia quando estivesse a fazer a revelação no intimo e escuro do estúdio.
Quando os raios de sol começaram a abrandar e as fotografias perderiam qualidade e nitidez, os quatro arrumaram as coisas e voltaram para o hotel. Durante o caminho, todos foram unânimes em elogiar Usagi.
- Até me sinto envergonhada com tantos elogios!
- Não sintas, Usagi… tu és muito elegante, bonita e fotogénica. Tens tudo o que se quer numa modelo. – retorquiu Mamoru.
Já no quarto, Usagi decidiu telefonar à sua amiga Minako para relatar os passos da sua aventura no Pacifico Sul e, entre outras coisas, falou-lhe da sessão fotográfica, da ilha e do fogacho amoroso com Seya.
- A sério… tu com aquele jovenzito musculado, altíssimo e, deixa-me dizer-te, com um rabo delicioso, na casa de banho do avião?
- Acredita, foi fantástico… muito rápido mas único!
- Eu acredito. Até acredito que venhas daí com um homem novo.
- Olha que não sei… ele mal me fala, parece com medo…
- Só tens de te chegar a ele e exalar o teu charme… é tiro e queda, vai por mim!
Entretanto, Usagi reparou que Rei acabara de chegar ao quarto e rapidamente se despediu de Minako. Por instantes, o pensamento de Usagi era: “será que a Rei ouviu que eu e o Seya?”. No entanto, Rei descansou-a. Ela, de facto, ouvira tudo, mas Usagi não tinha de se preocupar.
- É muito normal… acontece muito.
- Mas é esquisito… eu e o fotógrafo… sem nos conhecermos bem…enfim
- Eu até já tinha desconfiado quando desapareceram no avião. Mas, a sério, não te preocupes comigo que eu sou um tumulo. – Rei procurava descontrair Usagi.
Por fim Rei ainda a encorajou a ir falar com Seya e procurar esclarecer toda a situação.
- Assim ficas a saber tudo… porque é que ele não te fala e está nervoso… e, olha, até pode ser que aconteça alguma coisa…
Tá tudo gozando!!!!! omg
Capitulo 5
Usagi acatou o conselho de Rei e decidiu ir bater à porta do quarto de Seya e Mamoru. O produtor abriu-lhe a porta de tronco nu, vestido unicamente com uns calções muito curtos e justos, reveladores das curvas e do rabo. Usagi, no entanto, não deteve os olhos muito tempo no corpo de Mamoru e pediu-lhe rapidamente para chamar Seya.
O fotógrafo assomou à porta e convidou-a a entrar.
- Acabei de revelar algumas fotografias e estão bestiais … tu és o máximo!
- Queria falar de outras coisas – Usagi estava um pouco tensa.
Seya percebeu a situação e, de seguida, trocou o pedido por um passeio à beira-mar, onde as conversas são sempre mais calmas e onde o marulhar das águas e das ondas transmite mais serenidade. Usagi concordou e ambos desceram da bungalow até à praia.
Já na praia, caminharam demoradamente à beira-mar e foram, a pouco e pouco, recordando todos os passos desde o avião até à sessão fotográfica. Seya concordava com quase tudo o que Usagi lhe dizia e pedia desculpa por ser nervoso e distante.
- Eu sou mesmo assim… não há maneira de mudar e tenho perdido muita gente por causa disso.
Uasgi achava-o muito atraente e sentia dentro de si uma pulsão erótica muito grande sempre que se aproximava mais de Seya. No entanto, sempre que essa energia quente lhe assomava, refrescava os sentidos e o desejo com algum sangue-frio e distância.
No fim do passeio, concordaram em deixar passar algum tempo. Na verdade, aquela não era a situação mais confortável para ambos e talvez em Lisboa fosse mais fácil entregarem-se um ao outro. Foram unânimes, no entanto, em qualificar o episódio do avião como um dos mais inesquecíveis e intensos das suas vidas.
Regressaram às casas sobre a água e despediram-se com um caloroso abraço. Seya entrou em casa, mas Usagi decidiu voltar à praia para dar um mergulho rápido na água mais límpida e quente que a sua pele já sentira.
Naquela zona do oceano, a água é muito calma e quase não há ondas, só uma ondulação ligeira que traz espuma branca para a areia. Como já era um puco tarde, havia muito poucas pessoas na praia e Usagi aproveito para se despir mais que o habitual. Na realidade, a modelo adorava fazer topless, mas tinha algum pudor em faze-lo nas praias apinhadas de gente. Aqui não havia esse problema e Usagi libertou os seus belos e firmíssimos seios das amarras do top.
Entrou na água e começou a nadar junto à costa, sentindo-se livre naquele espaço exótico e único. Usagi sabia que estava a viver momentos singulares da sua vida e, de certa forma, sentia alguma pena por não estar com Seya, pois tinha a certeza que se estivesse com alguém, naquele lugar, estaria ainda mais feliz. De repente, surge um homem à beira-mar a chamar Usagi. Era Mamoru, que vinha de uma pequena corrida junto à costa. Usagi não sabia o que fazer. Por um lado, estava em topless e tinha alguma vergonha em aparecer assim, por outro, não o podia deixar ali sem dizer nada.
Encheu-se de coragem e saiu da água. A visão era feérica. Mamoru até estremeceu quando Usagi ergueu o tronco fora de água e revelou os seios. Durante a caminhada da modelo até ele, Mamoru não tirou os olhos dela, fixando cada gota de água que escorreu pela pele, cada contorno do corpo, cada movimento da modelo.
- Desculpa, não queria chatear-te!
- Oh Mamoru! Não chateias nada… vou só vestir-me.
“Tens de agir naturalmente, naturalmente”, pensava para si mesma. Afinal, não podia parecer desconfortável com a situação. Estava ali em trabalho e também não queria que Mamoru ficasse a ganhar com a situação, e percebesse as suas fraquezas.
Usagi cobriu os seis e sentaram-se ambos na areia, bem perto da água, num sitio que lhe permitia molhar os pés e manterem-se frescos. Ficaram ali por uns momentos, conversando descontraidamente, trocando impressões sobre a viagem e sobre o mundo da moda.
Mamoru estava muito diferente e sobretudo, mais relaxado, pois durante as horas de trabalho mostrara-se sempre mais tenso e profissional, sem espaço para o erro mais pequeno. Agora, a sós com Usagi, abria-se um pouco mais, revelava os seus gostos e interesses.
Quando quase chegava a noite, caminharam de volta até ao hotel, parando, por vezes, para um mergulho rápido e refrescante. Parecia que ambos estavam a tornar-se bons amigos.
Despediram-se e combinaram que se encontrariam todos dali a duas horas para jantar. Até lá, convinha descansar um pouco, sobretudo Usagi, que tinha de descansar o corpo para no dia seguinte continuar esplendorosa e energética. É que, embora não parecesse, estavam ali todos para trabalhar numa importante campanha publicitaria, que mexia com muito dinheiro, prazos apertados e a reputação de toda a gente, em especial de Mamoru e de Seya, mas que podia, igualmente, lançar a novíssima modelo numa carreira fulgurante.
Mamoru não se cansava de o deixar bem claro a toda a gente e tentava incutilo a Usagi, uma estreante nestas coisas que se podia deslumbrar rapidamente e tornar-se menos profissional. Mas fazia-o com graça e uma certa ternura na voz....
Usagi acatou o conselho de Rei e decidiu ir bater à porta do quarto de Seya e Mamoru. O produtor abriu-lhe a porta de tronco nu, vestido unicamente com uns calções muito curtos e justos, reveladores das curvas e do rabo. Usagi, no entanto, não deteve os olhos muito tempo no corpo de Mamoru e pediu-lhe rapidamente para chamar Seya.
O fotógrafo assomou à porta e convidou-a a entrar.
- Acabei de revelar algumas fotografias e estão bestiais … tu és o máximo!
- Queria falar de outras coisas – Usagi estava um pouco tensa.
Seya percebeu a situação e, de seguida, trocou o pedido por um passeio à beira-mar, onde as conversas são sempre mais calmas e onde o marulhar das águas e das ondas transmite mais serenidade. Usagi concordou e ambos desceram da bungalow até à praia.
Já na praia, caminharam demoradamente à beira-mar e foram, a pouco e pouco, recordando todos os passos desde o avião até à sessão fotográfica. Seya concordava com quase tudo o que Usagi lhe dizia e pedia desculpa por ser nervoso e distante.
- Eu sou mesmo assim… não há maneira de mudar e tenho perdido muita gente por causa disso.
Uasgi achava-o muito atraente e sentia dentro de si uma pulsão erótica muito grande sempre que se aproximava mais de Seya. No entanto, sempre que essa energia quente lhe assomava, refrescava os sentidos e o desejo com algum sangue-frio e distância.
No fim do passeio, concordaram em deixar passar algum tempo. Na verdade, aquela não era a situação mais confortável para ambos e talvez em Lisboa fosse mais fácil entregarem-se um ao outro. Foram unânimes, no entanto, em qualificar o episódio do avião como um dos mais inesquecíveis e intensos das suas vidas.
Regressaram às casas sobre a água e despediram-se com um caloroso abraço. Seya entrou em casa, mas Usagi decidiu voltar à praia para dar um mergulho rápido na água mais límpida e quente que a sua pele já sentira.
Naquela zona do oceano, a água é muito calma e quase não há ondas, só uma ondulação ligeira que traz espuma branca para a areia. Como já era um puco tarde, havia muito poucas pessoas na praia e Usagi aproveito para se despir mais que o habitual. Na realidade, a modelo adorava fazer topless, mas tinha algum pudor em faze-lo nas praias apinhadas de gente. Aqui não havia esse problema e Usagi libertou os seus belos e firmíssimos seios das amarras do top.
Entrou na água e começou a nadar junto à costa, sentindo-se livre naquele espaço exótico e único. Usagi sabia que estava a viver momentos singulares da sua vida e, de certa forma, sentia alguma pena por não estar com Seya, pois tinha a certeza que se estivesse com alguém, naquele lugar, estaria ainda mais feliz. De repente, surge um homem à beira-mar a chamar Usagi. Era Mamoru, que vinha de uma pequena corrida junto à costa. Usagi não sabia o que fazer. Por um lado, estava em topless e tinha alguma vergonha em aparecer assim, por outro, não o podia deixar ali sem dizer nada.
Encheu-se de coragem e saiu da água. A visão era feérica. Mamoru até estremeceu quando Usagi ergueu o tronco fora de água e revelou os seios. Durante a caminhada da modelo até ele, Mamoru não tirou os olhos dela, fixando cada gota de água que escorreu pela pele, cada contorno do corpo, cada movimento da modelo.
- Desculpa, não queria chatear-te!
- Oh Mamoru! Não chateias nada… vou só vestir-me.
“Tens de agir naturalmente, naturalmente”, pensava para si mesma. Afinal, não podia parecer desconfortável com a situação. Estava ali em trabalho e também não queria que Mamoru ficasse a ganhar com a situação, e percebesse as suas fraquezas.
Usagi cobriu os seis e sentaram-se ambos na areia, bem perto da água, num sitio que lhe permitia molhar os pés e manterem-se frescos. Ficaram ali por uns momentos, conversando descontraidamente, trocando impressões sobre a viagem e sobre o mundo da moda.
Mamoru estava muito diferente e sobretudo, mais relaxado, pois durante as horas de trabalho mostrara-se sempre mais tenso e profissional, sem espaço para o erro mais pequeno. Agora, a sós com Usagi, abria-se um pouco mais, revelava os seus gostos e interesses.
Quando quase chegava a noite, caminharam de volta até ao hotel, parando, por vezes, para um mergulho rápido e refrescante. Parecia que ambos estavam a tornar-se bons amigos.
Despediram-se e combinaram que se encontrariam todos dali a duas horas para jantar. Até lá, convinha descansar um pouco, sobretudo Usagi, que tinha de descansar o corpo para no dia seguinte continuar esplendorosa e energética. É que, embora não parecesse, estavam ali todos para trabalhar numa importante campanha publicitaria, que mexia com muito dinheiro, prazos apertados e a reputação de toda a gente, em especial de Mamoru e de Seya, mas que podia, igualmente, lançar a novíssima modelo numa carreira fulgurante.
Mamoru não se cansava de o deixar bem claro a toda a gente e tentava incutilo a Usagi, uma estreante nestas coisas que se podia deslumbrar rapidamente e tornar-se menos profissional. Mas fazia-o com graça e uma certa ternura na voz....
Tá tudo gozando!!!!! omg
esta muito gira continua 

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