ATENA,s Love ( actualizada 10 de agosto)
ora bem, resumindo:
Agradecimentos
eu tenho de dar muitos obrigados a minha querida amiga dumpling* por me ter ajudado muito nesta parte a do 3º cap. Espero que gostem, pois ela esteve a ver antes de eu postar, e apesar de nao estar la muito bem, espero que seja ja algum melhoramento... Por isso aqui vai... Muito obrigada querida DUMPLING* XDXDXDXDXDXDXDXD
Cap 3, parte a- Descoberta
Sei que naquele momento, Caillet tinha sentido um alívio. A cara dele ficou muito sorridente e satisfeito, mas não era só ele que estava feliz. Todos os que estavam a combater estavam gratos pelo que acontecera naquele dia… Fora o primeiro povo a chamar-me de Atenas. Atenas quer dizer Deusa da Guerra, e por me acharem belo e forte. Os boatos de eu ser uma deusa começaram ai, nessa pequena cidade.
Caillet queria mesmo que eu soubesse o quanto ele grato estava, e assim, pediu para que o deixasse seguir-me e para que ele seja-se o meu maior guardião. Eu deixei. Senti uma paixão pelo seu olhar, era tentador, irresistível. Sei, que nem que tenham sido por alguns momentos, tinha corado. Nunca me sentira assim, de tal modo fraca pelas emoções que faziam com que o meu corpo estremecesse … Mas continuando…ninguém sabia que eu era uma mulher, e , então, os primeiros dias foram difíceis para me adaptar…. Achava estúpido o porque de uma mulher não poder estar numa batalha. Afinal, todos deveríamos ser iguais e não haveriam de existir diferenças entre o que os homens pensavam e o que as mulheres achavam… A verdade é que todos ignoravam o que eu fazia ou deixava de fazer. Todos cuidavam uns dos outros mas nunca se atreveram a falar de uma forma amigável para mim… A não ser Caillet. Afinal, ele tornou-se meu guardião protector e estava disposto a enfrentar tudo por mim. Apesar de que não falava muito, tendo sempre os seus próprios pensamentos e não falar a quase com ninguém… Arístocles estava decidido em não o ter por perto, mas sempre que tentava algo, era uma tentativa falhada pois eu não deixava que nada nem ninguém lhe tocasse. Ele, ao princípio, não sabia que eu era uma mulher e nunca abriu a hipótese de eu me estar a apaixonar por ele…. Mas não falando mais disso, pois é um assunto de que eu não gosto muito de falar… Estava exausta naquele dia, e, decidi mais tarde ir tomar um banho numa lagoa ali perto.
- Senhor, quando é que irá tomar banho?
- Vou já.
- Sim senhor.
A lagoa era realmente muito bela. Estava rodeada por árvores e a água era tão límpida que dava para ver as pedras pretas e brancas como se fossem estrelas no céu…
Naquele momento, estávamos de retirada. Apesar de estarmos todos calmos, os bárbaros vigiavam-nos à distancia e quando apanhassem um ponto fraco de certeza que iriam atacar. Foi o que aconteceu. Estavam a observar-nos de longe e atacaram quando o meu grupo menos esperava… Bem, eu estava a tomar banho, quando, de repente, ouço um barulho nas folhas atrás de mim. Pensando que talvez fosse um coelho, deixei-me estar… Mas não era bem um coelho. Era um dos meus homens que viera avisar-me de que a guerra tinha começado. Ele era Caillet…
- Senhor, estamos a ser atacados!!!! Senhor?
Quando me virei…. Eu não tinha nenhuma peça de roupa à mão, por isso o que me ocorreu foi de me meter debaixo de água. Depois, ele tirou a sua capa e, fazendo-me sair da própria água, perguntou-me:
- Tu… és uma mulher? Mas, como??? – Ele estava tão admirado que eu pude ver nos seus olhos o tom de que estivesse a cometer um erro fatal em se aproximar de mim. Como se pudesse ser morto, tendo descoberto o segredo… Eu simplesmente me limitei a olhar para ele, com os meus olhos castanhos que mais pareciam pretos a enfeitiça-lo de uma forma sedutora…
- Eu… EU… Por favor, não digas a ninguém que eu sou uma mulher. Por favor, não o faças -Estava desesperada e se ele contasse, podia ser executada.
Agradecimentos
eu tenho de dar muitos obrigados a minha querida amiga dumpling* por me ter ajudado muito nesta parte a do 3º cap. Espero que gostem, pois ela esteve a ver antes de eu postar, e apesar de nao estar la muito bem, espero que seja ja algum melhoramento... Por isso aqui vai... Muito obrigada querida DUMPLING* XDXDXDXDXDXDXDXD
Cap 3, parte a- Descoberta
Sei que naquele momento, Caillet tinha sentido um alívio. A cara dele ficou muito sorridente e satisfeito, mas não era só ele que estava feliz. Todos os que estavam a combater estavam gratos pelo que acontecera naquele dia… Fora o primeiro povo a chamar-me de Atenas. Atenas quer dizer Deusa da Guerra, e por me acharem belo e forte. Os boatos de eu ser uma deusa começaram ai, nessa pequena cidade.
Caillet queria mesmo que eu soubesse o quanto ele grato estava, e assim, pediu para que o deixasse seguir-me e para que ele seja-se o meu maior guardião. Eu deixei. Senti uma paixão pelo seu olhar, era tentador, irresistível. Sei, que nem que tenham sido por alguns momentos, tinha corado. Nunca me sentira assim, de tal modo fraca pelas emoções que faziam com que o meu corpo estremecesse … Mas continuando…ninguém sabia que eu era uma mulher, e , então, os primeiros dias foram difíceis para me adaptar…. Achava estúpido o porque de uma mulher não poder estar numa batalha. Afinal, todos deveríamos ser iguais e não haveriam de existir diferenças entre o que os homens pensavam e o que as mulheres achavam… A verdade é que todos ignoravam o que eu fazia ou deixava de fazer. Todos cuidavam uns dos outros mas nunca se atreveram a falar de uma forma amigável para mim… A não ser Caillet. Afinal, ele tornou-se meu guardião protector e estava disposto a enfrentar tudo por mim. Apesar de que não falava muito, tendo sempre os seus próprios pensamentos e não falar a quase com ninguém… Arístocles estava decidido em não o ter por perto, mas sempre que tentava algo, era uma tentativa falhada pois eu não deixava que nada nem ninguém lhe tocasse. Ele, ao princípio, não sabia que eu era uma mulher e nunca abriu a hipótese de eu me estar a apaixonar por ele…. Mas não falando mais disso, pois é um assunto de que eu não gosto muito de falar… Estava exausta naquele dia, e, decidi mais tarde ir tomar um banho numa lagoa ali perto.
- Senhor, quando é que irá tomar banho?
- Vou já.
- Sim senhor.
A lagoa era realmente muito bela. Estava rodeada por árvores e a água era tão límpida que dava para ver as pedras pretas e brancas como se fossem estrelas no céu…
Naquele momento, estávamos de retirada. Apesar de estarmos todos calmos, os bárbaros vigiavam-nos à distancia e quando apanhassem um ponto fraco de certeza que iriam atacar. Foi o que aconteceu. Estavam a observar-nos de longe e atacaram quando o meu grupo menos esperava… Bem, eu estava a tomar banho, quando, de repente, ouço um barulho nas folhas atrás de mim. Pensando que talvez fosse um coelho, deixei-me estar… Mas não era bem um coelho. Era um dos meus homens que viera avisar-me de que a guerra tinha começado. Ele era Caillet…
- Senhor, estamos a ser atacados!!!! Senhor?
Quando me virei…. Eu não tinha nenhuma peça de roupa à mão, por isso o que me ocorreu foi de me meter debaixo de água. Depois, ele tirou a sua capa e, fazendo-me sair da própria água, perguntou-me:
- Tu… és uma mulher? Mas, como??? – Ele estava tão admirado que eu pude ver nos seus olhos o tom de que estivesse a cometer um erro fatal em se aproximar de mim. Como se pudesse ser morto, tendo descoberto o segredo… Eu simplesmente me limitei a olhar para ele, com os meus olhos castanhos que mais pareciam pretos a enfeitiça-lo de uma forma sedutora…
- Eu… EU… Por favor, não digas a ninguém que eu sou uma mulher. Por favor, não o faças -Estava desesperada e se ele contasse, podia ser executada.
There is always a way of get out... dont do stupid things, they are useless.
- KAIWAIII!
- KAIWAIII!
Sem dúvida melhor como já te tinha dito 
Não precisas agradecer, foi com gosto. Como te disse, tens uma boa ideia, só tens de a trabalhar para ser bem aproveitada e sair algo melhor do que o que estava e aos poucos vá melhorando.
A partir daqui é fazeres como te disse, estenderes mais os capítulos e fazeres mais descrições (o que já melhorou muito), seja dos personagens, seja dos espaços.
E claro, agora pergunto-me. Que irá o Caillet fazer sobre o segredo de Atenas?
*

Não precisas agradecer, foi com gosto. Como te disse, tens uma boa ideia, só tens de a trabalhar para ser bem aproveitada e sair algo melhor do que o que estava e aos poucos vá melhorando.
A partir daqui é fazeres como te disse, estenderes mais os capítulos e fazeres mais descrições (o que já melhorou muito), seja dos personagens, seja dos espaços.
E claro, agora pergunto-me. Que irá o Caillet fazer sobre o segredo de Atenas?
*

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
parabéns tens vindo a melhorar continua que vais num bom caminho
espero pelo proximo capitulo

espero pelo proximo capitulo

a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
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ora bem, eu nao sabia mesmo se podia por este cap... ( eu sei ke e pekenino, mas acho ke ja tou a melhorar ) mais uma vex obrigada dumpling XD e aki vai a parte b - ja agr, peço desc por n ter postado mais sedo!
cap 3, b- Sonhos e memórias
Mesmo com muita aflição, ele conseguiu- me surpreender pela 2ª vez com apenas um sorriso …:
- eu nunca pensei a dizer a ninguém. Mas devo dizer que és simplesmente bela como és. – puxou-me para fora da água que se fez de cristais no meu corpo… Depois beijou-me suavemente, mas tão apaixonadamente como nunca. Posso dizer que nunca conhecerei tal homem, bravo e espectacularmente belo, e que me consegue pôr com uma fraqueza delicada como uma rosa vermelha e suave nas pétalas, com um cheiro sofisticado de amor e paixão rasgados por uma maré de esperança. Mas apesar disso, as coisas não iriam correr muito bem e tal como esperava. Arístocles espreitava por entre as árvores e não gostava do que estava a ver… Por isso não deu muita importância e foi-se embora. Com tudo aquilo esquecemos de que estava-mos a ser atacados. E só notamos isso quando nós fomos apanhados no meio de todos os soldados. Cercados como pássaros numa gaiola de metal quase a morrer de saudade sem esperança no coração de cada um. Não podíamos fazer nada de mais. Até que Caillet se pôs de joelhos e pediu para me deixarem ir, mais do que tudo. Eu simplesmente fiquei parada a olhar. Mas de repente, alguém me bate na cabeça fazendo –me desmaiar como se o mundo tivesse fim.
Não me lembro muito mais depois disto. Até que me encontro num sitio completamente escuro e sombrio. Sentia mágoa onde estava e só me apetecia chorar… Mas depois, tudo muda… Vejo uma criança a chorar cheia de dor e tristeza no coração. Isto fez-me com que me aproximasse dela e que lhe perguntasse:
-Porque choras?
- a minha mãe…- disse soluçando – ela morreu! – aconcheguei-a o mais que pude junto a meu peito pois sabia o que era aquela dor, a dor que me fazia caír na perdição de desgosto e de tristeza. O meu passado…
- lamento.... MAs...Diz-me lá… Como te chamas? E ela simplesmente me responde:
- ALEXIS!!!- Com um olhar assustador afasto-me dela.
- o… o …. O QUÊ!????
Acordei de repente e reparei que estava amarrada. As minhas mãos e os meus pés estavam a sangrar e doíam-me muito, pois as cordas estavam apertadíssimas. Depois, reparo que alguém me fita. Olha me com os olhos que já não via á muito tempo. Os olhos que me abandonaram na escuridão e que não queriam saber de mim. A verdade. A pura e terrível Verdade.
- Finalmente acordaste boneca. És muito bonita para seres general sabes?
- O que é que tens tu a ver com isso?
- Diz-me o teu precioso nome e talvez ate chegaremos a um acordo.
- De ti não quero nada, já mais quererei algo de ti!
- Porquê? Tens a certeza?
Senti as mãos impuras daquele homem a percorrerem o meu corpo, as suas mãos tremulas que o faziam parecer mais velho do que era. As mãos de um escritor, de uma pessoa de que escrevia muito e muito durante o dia. Reparei no pendente azul e branco que fechava o pano branco que trazia. Era do senado ocidental, o senado que era oponente ao meu. A minha cidade natal, chamada de Tebas. Era uma cidade horrível, cheia de repugnância e males. Prostitutas eram o que lá existia em cada canto da própria cidade, e homens fracos viviam nela. Crianças morriam de fome e eram deixadas para trás. O meu antigo mundo de desgraça. Tudo isto fez com que os meus pensamentos fossem correctos… Aquele homem que me tocava desprezivelmente era o meu verdadeiro pai.
cap 3, b- Sonhos e memórias
Mesmo com muita aflição, ele conseguiu- me surpreender pela 2ª vez com apenas um sorriso …:
- eu nunca pensei a dizer a ninguém. Mas devo dizer que és simplesmente bela como és. – puxou-me para fora da água que se fez de cristais no meu corpo… Depois beijou-me suavemente, mas tão apaixonadamente como nunca. Posso dizer que nunca conhecerei tal homem, bravo e espectacularmente belo, e que me consegue pôr com uma fraqueza delicada como uma rosa vermelha e suave nas pétalas, com um cheiro sofisticado de amor e paixão rasgados por uma maré de esperança. Mas apesar disso, as coisas não iriam correr muito bem e tal como esperava. Arístocles espreitava por entre as árvores e não gostava do que estava a ver… Por isso não deu muita importância e foi-se embora. Com tudo aquilo esquecemos de que estava-mos a ser atacados. E só notamos isso quando nós fomos apanhados no meio de todos os soldados. Cercados como pássaros numa gaiola de metal quase a morrer de saudade sem esperança no coração de cada um. Não podíamos fazer nada de mais. Até que Caillet se pôs de joelhos e pediu para me deixarem ir, mais do que tudo. Eu simplesmente fiquei parada a olhar. Mas de repente, alguém me bate na cabeça fazendo –me desmaiar como se o mundo tivesse fim.
Não me lembro muito mais depois disto. Até que me encontro num sitio completamente escuro e sombrio. Sentia mágoa onde estava e só me apetecia chorar… Mas depois, tudo muda… Vejo uma criança a chorar cheia de dor e tristeza no coração. Isto fez-me com que me aproximasse dela e que lhe perguntasse:
-Porque choras?
- a minha mãe…- disse soluçando – ela morreu! – aconcheguei-a o mais que pude junto a meu peito pois sabia o que era aquela dor, a dor que me fazia caír na perdição de desgosto e de tristeza. O meu passado…
- lamento.... MAs...Diz-me lá… Como te chamas? E ela simplesmente me responde:
- ALEXIS!!!- Com um olhar assustador afasto-me dela.
- o… o …. O QUÊ!????
Acordei de repente e reparei que estava amarrada. As minhas mãos e os meus pés estavam a sangrar e doíam-me muito, pois as cordas estavam apertadíssimas. Depois, reparo que alguém me fita. Olha me com os olhos que já não via á muito tempo. Os olhos que me abandonaram na escuridão e que não queriam saber de mim. A verdade. A pura e terrível Verdade.
- Finalmente acordaste boneca. És muito bonita para seres general sabes?
- O que é que tens tu a ver com isso?
- Diz-me o teu precioso nome e talvez ate chegaremos a um acordo.
- De ti não quero nada, já mais quererei algo de ti!
- Porquê? Tens a certeza?
Senti as mãos impuras daquele homem a percorrerem o meu corpo, as suas mãos tremulas que o faziam parecer mais velho do que era. As mãos de um escritor, de uma pessoa de que escrevia muito e muito durante o dia. Reparei no pendente azul e branco que fechava o pano branco que trazia. Era do senado ocidental, o senado que era oponente ao meu. A minha cidade natal, chamada de Tebas. Era uma cidade horrível, cheia de repugnância e males. Prostitutas eram o que lá existia em cada canto da própria cidade, e homens fracos viviam nela. Crianças morriam de fome e eram deixadas para trás. O meu antigo mundo de desgraça. Tudo isto fez com que os meus pensamentos fossem correctos… Aquele homem que me tocava desprezivelmente era o meu verdadeiro pai.
There is always a way of get out... dont do stupid things, they are useless.
- KAIWAIII!
- KAIWAIII!
ai ai ai... passei um bom tempo sem visitar fanc e agora mim deparei com 2 capitulos novos que não tinha lido mas vamos lá
...
assim tbm é legal... diminue um pouco minha ansiedade...
repente e reparei que estava amarrada. As minhas mãos e os meus pés
estavam a sangrar e doíam-me muito, pois as cordas estavam
apertadíssimas. Depois, reparo que alguém me fita. Olha me com os olhos
que já não via á muito tempo. Os olhos que me abandonaram na escuridão e
que não queriam saber de mim. A verdade. A pura e terrível Verdade.
...assim tbm é legal... diminue um pouco minha ansiedade...
Acordei de
repente e reparei que estava amarrada. As minhas mãos e os meus pés
estavam a sangrar e doíam-me muito, pois as cordas estavam
apertadíssimas. Depois, reparo que alguém me fita. Olha me com os olhos
que já não via á muito tempo. Os olhos que me abandonaram na escuridão e
que não queriam saber de mim. A verdade. A pura e terrível Verdade.
aia aia ia isso mim mata coitada... espero que ela consiga fugir
nossa que aterrorizante... além de ser um velho era o próprio pai!!!!
ai não dá ela tem que fazer algum de emediato...
só tenho que lhe parabenizar vc se superou... está escrevendo muito melhor e os capitulos como sempre nos deixa com ar de quero mais!!!!!
então só tenho a lhe dizer quero mais!!!!!!

eu escolho te louvar senhor
com tudo o que sou, da minha vontade eu abro mão, pois eu escolho o som do céu....
ola pessoal, eu nao tenho postado e pesso muitas desculpas por isso.
mesmo assim, a dumpling tem estado a ajudarme e entao penso que desta
vez, consegui exeder um pouco mais o meu limite de palavras... mesmo
assim estou insatisfeita e para a proxima sei que ire fazer melhor. por
isso, fiquem po ai e leiam!
cap4 - a descoberta
Senti as mãos impuras daquele homem a percorrerem o meu
corpo, as suas mãos tremulas que o faziam parecer mais velho do que era. As
mãos de um escritor, de uma pessoa de que escrevia muito e muito durante o dia.
Reparei no pendente azul e branco que fechava o pano branco que trazia. Era do
senado ocidental, o senado que era oponente ao meu. A minha cidade natal,
chamada de Tebas. Era uma cidade horrível, cheia de repugnância e males. Prostitutas eram o que lá existia em cada
canto da própria cidade, e homens fracos viviam nela. Crianças morriam de fome
e eram deixadas para trás. O meu antigo
mundo de desgraça. Tudo isto fez com que os meus pensamentos fossem correctos…
Aquele homem que me tocava desprezivelmente . Sentia nojo e repugnância ainda
maior que a anterior. Ele era o meu verdadeiro pai… Era mesmo o meu pai e voltava
junto com o meu antigo mundo que tanto me havia destruído. Não queria ter de
voltar a vê-lo, não agora que achava que tudo se ia começar a compor com o
Caillet.
-Pare!!!! Já chega! Não o suporto!!! Já chega o que fez à
minha mãe e à minha irmã!!! Páre!
- Ah!? De que é que estás a falar? Estás maluca?
- Quem me dera estar maluca! Já chegou ter feito coisas
horríveis no meu passado, porque é que agora não me deixa simplesmente viver a
minha vida? Será pedir muito? - as lágrimas começaram a percorrer a minha cara…
não as conseguia parar de nenhum modo e não as podia segurar mais, tal como não
podia segurar o meu rancor e tristeza que tinha. Sentia um medo inorme a correr
–me pelo corpo… gaguejava de tanto medo que tinha e não sabia o que iria
acontecer a seguir. Quanto ao meu pai, ele estava calmo e pensava que deveria
estar maluca… ate que se apercebeu…
- Não… espera… tu… não podes ser…
- Sim! Sou a TUA filha!
Reparei então que perto do sítio em que me encontrava havia
uma misericórdia (significado> uma misericórdia é uma espécie de punhal e
era utilizada para matar os homens com ferimentos graves das guerras, para que assim,
não sofressem muito mais, tendo então este mesmo nome). Peguei nela com cuidado
para que não fosse notada e nem que me magoasse e, por fim, cortei as cordas
dos pulsos que me magoavam. enquanto falava, consegui, tentando destraí –lo.
- Eu consegui sobreviver à guerra, passei fome e frio
enquanto o senhor estava na sua rica casa descansado da vida a comer, a beber
vinho e a tomar banhos de água quente! Acha que um verdadeiro pai é igual ao
senhor? Deuses, como esperaram por este dia, só para lhe dizer o rancor que eu
tenho por si! Gostava de faze-lo sofrer, tal como eu sofri! A minha irmã, a
minha mãe! Sofremos tanto naquele inverno, como nunca ninguém do senado ou
guerreiro sofreu!
- Minha filha, eu peço-te desculpa! Eu… EU……
- Como é que quer que eu o desculpe!? – Interrompi furiosa,
como nunca tinha estado – Uma pessoa com tanto desdém como o senhor nunca
deveriam ter nascido! Eu preferia morrer do que alguma vez ter sofrido tanto
pela dor da minha mãe e irmã! Dói saber que alguma vez vivemos com isto e
vê-las morrer! É como se eu própria vivesse num sítio sem esperança e tão mau
como o inferno! Como!? – As lágrimas tornavam-se em cristais, ou queria que
assim o fizessem, mas não era isso que realmente era. As lágrimas que nunca
quiseram que se revelassem mostraram-se pela primeira vez… Sentia uma dor e
tanto ódio que nunca pensava que tinha. E só pedia que aquilo acabasse, pois
aquela que sentia aquilo não era eu… Eu nunca tinha sido assim e pedia perdão
por cada palavra e sentimento que sentia de desprezo e ódio, porque aprendi que
não é dele que ganhamos as coisas. Afinal chorava porque não queria que aquela
vida fosse a minha… tão diferente dos meus sonhos que alguma vez tive! -Porquê?
Porque é que me fez isto!? Porque é que nasci!? – Peguei no punhal com todas as
minhas forças e espetei-o perto do seu coração. Depois ouvi a sua voz:
- Perdoa-me minha filha… Por favor… Eu mereço morrer,
deuses, quero mesmo morrer. Que seja punido por todo o mal que fiz, mas por
favor só preciso que me perdoes! …. – Senti uma espécie de alívio e de tristeza
… Mas não sabia porquê, porque afinal o meu propósito de que eu sempre desejei
estava completo! Deveria estar feliz, não triste! Mas sentia-me completamente
mal e reagi e vi que a vingança de nada serve…
- Senador… Não, pai… EU…. PERDOO-TE!
- Obrigado! – Fechando os olhos, Acaba por falecer… e eu
senti-me tão mal, que quase que desmaiava. As tonturas de não saber o que iria
decorrer a seguir vinham comigo, ate que um único pensamento se elevou:
CAILLET. Caillet ainda estava preso. O meu pai tinha uma espada na sua anca e
eu peguei nela. Lutei contra os guardas que se punham à minha frente, sem que
me derrubassem com as lágrimas ainda presas nos meus olhos. Mas quando cheguei
a uma sala, vi o quanto ele estava bem. Afinal, tudo o que me tinha dito era
mentira… Nada de nada era verdade…. Ele tinha-me traído….
- O quê!? CAillet!? COMO!
O meu 1º amor tinha sido derrubado por uma maré de mentiras
e tinha acabado de cair como cai uma cidade em perdição. Naquele momento, a
minha vida desmoronou-se por completo… Nada mas nada me poderia mudar de conclusões.
SIMPLESMENTE ACABOU! Afinal, tudo o que eu própria pensava que existia entre
mim e ele, era tudo mentira… ele chefiava as tropas do meu pai, e, como sendo o
general das forças, a única coisa que me poderia dizer sem rodeios era:
- Não é o que estás a pensar!
E claro, as mãos de 2 guardas agarraram-me nos meus braços
com toda a forsa possível… agora iria numa nova viagem, onde o caminho era
desconhecido…
mesmo assim, a dumpling tem estado a ajudarme e entao penso que desta
vez, consegui exeder um pouco mais o meu limite de palavras... mesmo
assim estou insatisfeita e para a proxima sei que ire fazer melhor. por
isso, fiquem po ai e leiam!
cap4 - a descoberta
Senti as mãos impuras daquele homem a percorrerem o meu
corpo, as suas mãos tremulas que o faziam parecer mais velho do que era. As
mãos de um escritor, de uma pessoa de que escrevia muito e muito durante o dia.
Reparei no pendente azul e branco que fechava o pano branco que trazia. Era do
senado ocidental, o senado que era oponente ao meu. A minha cidade natal,
chamada de Tebas. Era uma cidade horrível, cheia de repugnância e males. Prostitutas eram o que lá existia em cada
canto da própria cidade, e homens fracos viviam nela. Crianças morriam de fome
e eram deixadas para trás. O meu antigo
mundo de desgraça. Tudo isto fez com que os meus pensamentos fossem correctos…
Aquele homem que me tocava desprezivelmente . Sentia nojo e repugnância ainda
maior que a anterior. Ele era o meu verdadeiro pai… Era mesmo o meu pai e voltava
junto com o meu antigo mundo que tanto me havia destruído. Não queria ter de
voltar a vê-lo, não agora que achava que tudo se ia começar a compor com o
Caillet.
-Pare!!!! Já chega! Não o suporto!!! Já chega o que fez à
minha mãe e à minha irmã!!! Páre!
- Ah!? De que é que estás a falar? Estás maluca?
- Quem me dera estar maluca! Já chegou ter feito coisas
horríveis no meu passado, porque é que agora não me deixa simplesmente viver a
minha vida? Será pedir muito? - as lágrimas começaram a percorrer a minha cara…
não as conseguia parar de nenhum modo e não as podia segurar mais, tal como não
podia segurar o meu rancor e tristeza que tinha. Sentia um medo inorme a correr
–me pelo corpo… gaguejava de tanto medo que tinha e não sabia o que iria
acontecer a seguir. Quanto ao meu pai, ele estava calmo e pensava que deveria
estar maluca… ate que se apercebeu…
- Não… espera… tu… não podes ser…
- Sim! Sou a TUA filha!
Reparei então que perto do sítio em que me encontrava havia
uma misericórdia (significado> uma misericórdia é uma espécie de punhal e
era utilizada para matar os homens com ferimentos graves das guerras, para que assim,
não sofressem muito mais, tendo então este mesmo nome). Peguei nela com cuidado
para que não fosse notada e nem que me magoasse e, por fim, cortei as cordas
dos pulsos que me magoavam. enquanto falava, consegui, tentando destraí –lo.
- Eu consegui sobreviver à guerra, passei fome e frio
enquanto o senhor estava na sua rica casa descansado da vida a comer, a beber
vinho e a tomar banhos de água quente! Acha que um verdadeiro pai é igual ao
senhor? Deuses, como esperaram por este dia, só para lhe dizer o rancor que eu
tenho por si! Gostava de faze-lo sofrer, tal como eu sofri! A minha irmã, a
minha mãe! Sofremos tanto naquele inverno, como nunca ninguém do senado ou
guerreiro sofreu!
- Minha filha, eu peço-te desculpa! Eu… EU……
- Como é que quer que eu o desculpe!? – Interrompi furiosa,
como nunca tinha estado – Uma pessoa com tanto desdém como o senhor nunca
deveriam ter nascido! Eu preferia morrer do que alguma vez ter sofrido tanto
pela dor da minha mãe e irmã! Dói saber que alguma vez vivemos com isto e
vê-las morrer! É como se eu própria vivesse num sítio sem esperança e tão mau
como o inferno! Como!? – As lágrimas tornavam-se em cristais, ou queria que
assim o fizessem, mas não era isso que realmente era. As lágrimas que nunca
quiseram que se revelassem mostraram-se pela primeira vez… Sentia uma dor e
tanto ódio que nunca pensava que tinha. E só pedia que aquilo acabasse, pois
aquela que sentia aquilo não era eu… Eu nunca tinha sido assim e pedia perdão
por cada palavra e sentimento que sentia de desprezo e ódio, porque aprendi que
não é dele que ganhamos as coisas. Afinal chorava porque não queria que aquela
vida fosse a minha… tão diferente dos meus sonhos que alguma vez tive! -Porquê?
Porque é que me fez isto!? Porque é que nasci!? – Peguei no punhal com todas as
minhas forças e espetei-o perto do seu coração. Depois ouvi a sua voz:
- Perdoa-me minha filha… Por favor… Eu mereço morrer,
deuses, quero mesmo morrer. Que seja punido por todo o mal que fiz, mas por
favor só preciso que me perdoes! …. – Senti uma espécie de alívio e de tristeza
… Mas não sabia porquê, porque afinal o meu propósito de que eu sempre desejei
estava completo! Deveria estar feliz, não triste! Mas sentia-me completamente
mal e reagi e vi que a vingança de nada serve…
- Senador… Não, pai… EU…. PERDOO-TE!
- Obrigado! – Fechando os olhos, Acaba por falecer… e eu
senti-me tão mal, que quase que desmaiava. As tonturas de não saber o que iria
decorrer a seguir vinham comigo, ate que um único pensamento se elevou:
CAILLET. Caillet ainda estava preso. O meu pai tinha uma espada na sua anca e
eu peguei nela. Lutei contra os guardas que se punham à minha frente, sem que
me derrubassem com as lágrimas ainda presas nos meus olhos. Mas quando cheguei
a uma sala, vi o quanto ele estava bem. Afinal, tudo o que me tinha dito era
mentira… Nada de nada era verdade…. Ele tinha-me traído….
- O quê!? CAillet!? COMO!
O meu 1º amor tinha sido derrubado por uma maré de mentiras
e tinha acabado de cair como cai uma cidade em perdição. Naquele momento, a
minha vida desmoronou-se por completo… Nada mas nada me poderia mudar de conclusões.
SIMPLESMENTE ACABOU! Afinal, tudo o que eu própria pensava que existia entre
mim e ele, era tudo mentira… ele chefiava as tropas do meu pai, e, como sendo o
general das forças, a única coisa que me poderia dizer sem rodeios era:
- Não é o que estás a pensar!
E claro, as mãos de 2 guardas agarraram-me nos meus braços
com toda a forsa possível… agora iria numa nova viagem, onde o caminho era
desconhecido…
There is always a way of get out... dont do stupid things, they are useless.
- KAIWAIII!
- KAIWAIII!
Realmente, desde o primeiro capitulo melhoraste imenso, claro com a ajuda da minha dumpling ;D
A tua história tem potencial, imenso potencial mesmo, mas um conselho: mete'te no lugar da personagem, e mete para o papel/word aquilo que imaginas, os sentimentos que tens como estão as coisas, as expressoes dos personagens ao redor, descreve de que cor sao as coisas, ccompara'as a algo...
Nós todos ao inicio não sabemos fazer muito bem descriçoes, natural, mas quanto mais lêmos (porque ler é muito importante para evoluirmos) mais melhoramos, e é ler alguma obra, ou fanfic de jeito, porque existem muitas que deixam imenso a desejar, e lê'las nao vai ajudar em nada na evolução.
Mas claro, descrição não é tudo, um bom plot e conseguir fazer o leitor, ao ler, imaginar-se na pele da personagem, é o mais importante
A tua história tem potencial, imenso potencial mesmo, mas um conselho: mete'te no lugar da personagem, e mete para o papel/word aquilo que imaginas, os sentimentos que tens como estão as coisas, as expressoes dos personagens ao redor, descreve de que cor sao as coisas, ccompara'as a algo...
Nós todos ao inicio não sabemos fazer muito bem descriçoes, natural, mas quanto mais lêmos (porque ler é muito importante para evoluirmos) mais melhoramos, e é ler alguma obra, ou fanfic de jeito, porque existem muitas que deixam imenso a desejar, e lê'las nao vai ajudar em nada na evolução.
Mas claro, descrição não é tudo, um bom plot e conseguir fazer o leitor, ao ler, imaginar-se na pele da personagem, é o mais importante

sim ja me disseram isso muitas vexes
' agr tou sem word e nao vou postar durante o tempo de o arranjar --' ( sabem, e ke o meu era apenas uma previa e preciso de uma palavra pass... what ever.... ) esperemos um pouco mais... as minhas aulas começam INFELIZMENTE amanha, o ke vai de certo fazer ke demore muito mais... bem... vamos ver...
' agr tou sem word e nao vou postar durante o tempo de o arranjar --' ( sabem, e ke o meu era apenas uma previa e preciso de uma palavra pass... what ever.... ) esperemos um pouco mais... as minhas aulas começam INFELIZMENTE amanha, o ke vai de certo fazer ke demore muito mais... bem... vamos ver...There is always a way of get out... dont do stupid things, they are useless.
- KAIWAIII!
- KAIWAIII!
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