A Futura Raínha de Crystal Tóquio
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Esta sondagem está encerrada.
bem, após semnas e semanas, já fiz mais um capítulo! espero que gostem e boa leitura!!!
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A Fundição dos Cristais
Já anoitecera, no entanto, eu permaneci no meu quarto com as minhas amigas a conversar no meu quarto com as minha amigas e com a minha irmã. Procura-mos descobrir quem era o novo inimigo, mas sem qualquer sucesso. Estávamos desesperadas, de cabelos em pé e elas já discutiam entre si.
-- Chega de discutir! – Intervim eu, fazendo com que elas ficassem especadas a olhar para mim. Entretanto, ouvimos alguém a bater à porta, pois esta estava fechada – Sim? Pode entrar.
-- A sua mãe pediu-me para avisar que o jantar está na mesa – disse uma criada, sem entrar. Agradeci-lhe e disse-lhe para ela descer.
Entretanto, elas não discutiram mais. Arranjámo-nos e fomos jantar com os nossos pais.
No entanto algo estava diferente, pois os quatro generais estavam presentes, o que era raro.
O jantar foi muito agradável, pois conversa-mos uns com os outros e a Kousagi comeu mais do que todos nós e quando acabou queria comer mais. Só com isso, muitas risadas surgiram, como se fossem as ultimas.
Subitamente, um guarda ali apareceu. Estava assustado, parecia que tinha visto o próprio Diabo.
-- Um demónio! Um demónio está a atacar-nos!!! – Gritou ele, em pânico.
-- Calma, tenha calma! – Tentou uma criada acalma-lo.
-- Vamos, meninas – disse a minha mãe. E logo após esta palavras, todas nós nos transforma-mos
-- Pelo poder sagrado do Cristal Lunar!
-- Pelo poder da Lua Paralela!
-- Pelo o poder de Mercúrio!
-- Pelo poder de Marte!
-- Pelo poder de Júpiter!
-- Pelo poder de Vénus!
E assim, seguimos a minha mãe, juntamente com as outras Sailors, com o meu pai e os quatro generais.
Mal chegámos ao hall, o demónio ali permanecia. Era horroroso, o mais feio que eu tinha visto até àquele dia.
-- Eu sou a Sailor Sun – Moon, filha da Rainha Serenidade, também conhecida por Sailor Moon e do Rei Endymion, reis de Crystal Tóquio.
- E eu sou a Sailor Bunny, irmã da Sailor Sun-Moon.
-- E em nome da Lua e da Terra, vamos castigar-te!
-- Ah vão, duvido... e olha quem está aqui! A Rainha Serenidade e o Rei Endymion... e não só... agora é que a festa vai começar!
-- Que queres dizer? – Perguntou a Ish.
-- Cala-te estúpido! Pelo poder Lunar de Curar!!! – Tentei eu laçar o ataque, no entanto, não tinha resultado – Como é possível?
-- AHAHAHA... - riu o demónio.
Subitamente um raio vindo do monstro foi lançado contra mim. Foi lento, mas apesar de tudo, não me conseguia mexer e estava assustada. No entanto, o raio não me tocara.
Senti alguém nos meus pés e esse alguém era... o meu pai! Não podia acreditar!
Fora ele que me contara histórias, quando eu era pequena, fora ele quem me contara as aventuras da Navegante da Lua, e agora... estava deitado a morrer.
-- NÃOOOOOOOOO!!! – Gritou a minha mãe, em pânico. Correndo na minha direcção, juntamente com a Kousagi e os quatro generais.
-- Taiyona – começou o meu pai – te-enho que te dar algo – disse-me com alguma dificuldade. E eu aproximei-me dele ouvindo-o, à beira das lágrimas – toma o meu cristal Dourado – e tirou-o no seu ceptro que ali usava sempre comigo e mal eu lhe toquei, este brilhou intensamente.
E assim o Cristal Dourado fundiu-se com o meu Cristal Prateado, fazendo um novo cristal e alfinete.
-- Eu sou o Cristal da Vida... agora terás uma nova transformação: Pelo poder Cósmico da Lua e da Terra – disse uma voz quente e suave.
E pude reparar que as minhas amigas, incluindo a minha irmã, evoluíram para a fase Super, tal como eu.
-- Pelo poder Cósmico da Lua e da Terra – disse – E não te vou perdoar, maldito demónio pelo o que fizeste!
-- Que medo... – Respondeu-me sarcasticamente.
-- Hallo da Princesa da Lua e da Terra! – Afirmei, com um novo ceptro e assim, o monstro desapareceu.
-- Taiyona... – começou o meu pai a falar comigo, e eu ouvio-o com toda a atenção – quero que saibas que me sinto muito honrado de ter visto a prova do quanto és corajosa como a tua mãe e... que não te sintas culpado pela minha morte... pois foi assim que o destino decidiu – Após estas suas ultimas palavras, ele morreu nos braços da minha mãe, na presença de todos nós.
Senti-me horrível, despedi-me dele, cheia de lágrimas, abraçada à minha irmã, que chorava comigo.
Agora, que acabo de vos contar esta minha terrível perda, vou dormir. Mas antes vou afastar as lágrimas dos meus olhos e a dor do meu coração e olhar em frente. Uma Sailor Senshi não devia perder tempo a chorar. Devia reagir e proteger o Universo.
No entanto, agora sei que o que virá daqui para a frente não será fácil. Sei que terei diversas batalhas.
__________
please, ñ me ataquem...
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A Fundição dos Cristais
Já anoitecera, no entanto, eu permaneci no meu quarto com as minhas amigas a conversar no meu quarto com as minha amigas e com a minha irmã. Procura-mos descobrir quem era o novo inimigo, mas sem qualquer sucesso. Estávamos desesperadas, de cabelos em pé e elas já discutiam entre si.
-- Chega de discutir! – Intervim eu, fazendo com que elas ficassem especadas a olhar para mim. Entretanto, ouvimos alguém a bater à porta, pois esta estava fechada – Sim? Pode entrar.
-- A sua mãe pediu-me para avisar que o jantar está na mesa – disse uma criada, sem entrar. Agradeci-lhe e disse-lhe para ela descer.
Entretanto, elas não discutiram mais. Arranjámo-nos e fomos jantar com os nossos pais.
No entanto algo estava diferente, pois os quatro generais estavam presentes, o que era raro.
O jantar foi muito agradável, pois conversa-mos uns com os outros e a Kousagi comeu mais do que todos nós e quando acabou queria comer mais. Só com isso, muitas risadas surgiram, como se fossem as ultimas.
Subitamente, um guarda ali apareceu. Estava assustado, parecia que tinha visto o próprio Diabo.
-- Um demónio! Um demónio está a atacar-nos!!! – Gritou ele, em pânico.
-- Calma, tenha calma! – Tentou uma criada acalma-lo.
-- Vamos, meninas – disse a minha mãe. E logo após esta palavras, todas nós nos transforma-mos
-- Pelo poder sagrado do Cristal Lunar!
-- Pelo poder da Lua Paralela!
-- Pelo o poder de Mercúrio!
-- Pelo poder de Marte!
-- Pelo poder de Júpiter!
-- Pelo poder de Vénus!
E assim, seguimos a minha mãe, juntamente com as outras Sailors, com o meu pai e os quatro generais.
Mal chegámos ao hall, o demónio ali permanecia. Era horroroso, o mais feio que eu tinha visto até àquele dia.
-- Eu sou a Sailor Sun – Moon, filha da Rainha Serenidade, também conhecida por Sailor Moon e do Rei Endymion, reis de Crystal Tóquio.
- E eu sou a Sailor Bunny, irmã da Sailor Sun-Moon.
-- E em nome da Lua e da Terra, vamos castigar-te!
-- Ah vão, duvido... e olha quem está aqui! A Rainha Serenidade e o Rei Endymion... e não só... agora é que a festa vai começar!
-- Que queres dizer? – Perguntou a Ish.
-- Cala-te estúpido! Pelo poder Lunar de Curar!!! – Tentei eu laçar o ataque, no entanto, não tinha resultado – Como é possível?
-- AHAHAHA... - riu o demónio.
Subitamente um raio vindo do monstro foi lançado contra mim. Foi lento, mas apesar de tudo, não me conseguia mexer e estava assustada. No entanto, o raio não me tocara.
Senti alguém nos meus pés e esse alguém era... o meu pai! Não podia acreditar!
Fora ele que me contara histórias, quando eu era pequena, fora ele quem me contara as aventuras da Navegante da Lua, e agora... estava deitado a morrer.
-- NÃOOOOOOOOO!!! – Gritou a minha mãe, em pânico. Correndo na minha direcção, juntamente com a Kousagi e os quatro generais.
-- Taiyona – começou o meu pai – te-enho que te dar algo – disse-me com alguma dificuldade. E eu aproximei-me dele ouvindo-o, à beira das lágrimas – toma o meu cristal Dourado – e tirou-o no seu ceptro que ali usava sempre comigo e mal eu lhe toquei, este brilhou intensamente.
E assim o Cristal Dourado fundiu-se com o meu Cristal Prateado, fazendo um novo cristal e alfinete.
-- Eu sou o Cristal da Vida... agora terás uma nova transformação: Pelo poder Cósmico da Lua e da Terra – disse uma voz quente e suave.
E pude reparar que as minhas amigas, incluindo a minha irmã, evoluíram para a fase Super, tal como eu.
-- Pelo poder Cósmico da Lua e da Terra – disse – E não te vou perdoar, maldito demónio pelo o que fizeste!
-- Que medo... – Respondeu-me sarcasticamente.
-- Hallo da Princesa da Lua e da Terra! – Afirmei, com um novo ceptro e assim, o monstro desapareceu.
-- Taiyona... – começou o meu pai a falar comigo, e eu ouvio-o com toda a atenção – quero que saibas que me sinto muito honrado de ter visto a prova do quanto és corajosa como a tua mãe e... que não te sintas culpado pela minha morte... pois foi assim que o destino decidiu – Após estas suas ultimas palavras, ele morreu nos braços da minha mãe, na presença de todos nós.
Senti-me horrível, despedi-me dele, cheia de lágrimas, abraçada à minha irmã, que chorava comigo.
Agora, que acabo de vos contar esta minha terrível perda, vou dormir. Mas antes vou afastar as lágrimas dos meus olhos e a dor do meu coração e olhar em frente. Uma Sailor Senshi não devia perder tempo a chorar. Devia reagir e proteger o Universo.
No entanto, agora sei que o que virá daqui para a frente não será fácil. Sei que terei diversas batalhas.
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please, ñ me ataquem...
Oh não, não, não... Oh! Porque que lhe fizes-te isso? Porque que o matas-te?
É estranho os dois cristais se juntarem, mas gostei...
O capitulo foi pequenino mas com muitas emoções...
Esperarei pelo proximo capitulo, curiosa pelo que posso vir por ai...
É estranho os dois cristais se juntarem, mas gostei...
O capitulo foi pequenino mas com muitas emoções...
Esperarei pelo proximo capitulo, curiosa pelo que posso vir por ai...
Uma Nova Vida, Uma Nova Verdade, Uma Nova Batalha... - reescrito
+mim dá pulos de alegria*
k bm, mais fãs. Aqui está o capítulo 11 Mas antes de mais, obrigada a todos vocês pelos vossos comentários
apesar de não terem gostado nada que eu tivesse morto o Endymion, mas prontos, c'est la vie (=é a vida) mas trago algumas emoções neste.
__________________
Capítulo 11 - Aliado ou Inimigo?
Um novo dia e um acordar novamente, custava-me tanto pensar no que tenho de fazer.
Já se passaram vários dias, desde a morte do meu pai, o que ainda me custa pensar, mas há que tentar esquecer, para não doer.
Pouco depois de ter tomado o pequeno-almoço, dirigi-me para o Hall, juntamente com as minhas amigas e a minha irmã Kousagi, pois foi-nos informado que vinha um príncipe dum Reino de Kenkon que pretendia falar com a minha mãe.
Assim foi, mas mal cheguei ao Hall, fiquei assustada, não me agradou nada o olhar, pois parecia que ele tinha sido possuído por um demónio ou coisa parecida, apesar d ter o cabelo loiro curto, os olhos azuis e até era bonito. Mas mal olhei para as minhas amigas, notei que a Íris corava imenso a olhar para ele.
- Sinto-me orgulhoso de vir ao vosso reino. Eu sou Sora, o príncipe herdeiro do trono de Kenkon. Certamente que não conhece, pois somos pouco conhecidos- disse-nos
- Muito prazer - respondeu a minha mãe - E estas são as minhas filhas. A Kousagi, a mais nova e a Taiyouna, a minha herdeira – e ambas fizemos uma vénia e eu senti um olhar vindo dele muito desconfortável.
- Igualmente – afirmou num tom ligeiramente frio
Subitamente, ouvi uma voz familiar, uma voz que me fez o coração quase saltar do peito:
- Não, pára! Ela não merece isso! E além disso... – Não me perguntem o que aconteceu a seguir, pois foi tudo muito rápido, apenas percebi que era o Érick e que pouco depois Sora desapareceu e no seu lugar um monstro apareceu e lançou-me um ataque antes de eu ter tido tempo para me transformar, e foi como se uma terrível e rápida doença me tivesse atacado, fazendo com que eu ficasse inconsciente.
Mesmo estando inconsciente foi como se o Cristal da Vida me tivesse ido informando, pois reconheci a sua doce voz. Soube que a minha irmã, com a ajuda de todas as navegantes conseguiu destruir o monstro, mas eu permaneci naquele estado.
Pouco foram as coisas que eu soube, entre elas, que Érik tinha estado ao meu lado por pouco tempo, pois não pôde ficar mais, a observar-me. Também soube que a minha mãe chamou vários médicos que tentaram curar-me mas sem sucesso, por mais que eu tento. De dia para dia, tinha cada vez mais dificuldade em manter-me viva, pois esta “doença” espalhava-se pelo meu corpo como um cancro, o que me assustava terrivelmente.
Mas certo dia, tudo mudou. Num dos momentos em que a minha mente estava inconsciente, e subitamente, foi como se um estranho cálice me tocasses nos lábios, e eu senti a doença desaparecer dentro de mim e abri lentamente os olhos, para que estes se readaptassem à luz.
- Finalmente, acordaste!!! Fiquei tão preocupada contigo, filha! – Exclamou a minha mãe repleta de alegria – Graças ao Sagrado Cálice Lunar!
- Mas... o que é isso, mãe? – Perguntei.
- Um Cálice que eu e a tua irmã, a Usagi tem. E agora tu e a Kousagi também têm!
- Como? Não estou a perceber nada!
- Este Cálice é adquirido de duas em duas princesas da Lua, é tradição. Pode ser entre mãe e filha, entre irmãs... tanto faz, desde que seja da mesma família. Mas não vai necessariamente para a herdeira. Percebeste?
- Sim, mãe – e abracei-a, cheia de alegria, e toda gritaram de histeria e abraçaram-me. Estávamos tão felizes! Mas pude reparar que ao fundo, Sora estava ali – Mãe, mas Sora-san não tinha desaparecido?
- Consegui escapar, por um triz. Aquela maldita família das Trevas tem andado a perseguir-me duma maneira!
Subitamente, ouvi gritos lá fora. Fui espreitar e vi que era um monstro. Ele assustava as pessoas e os guardas que ali estavam, lançando-lhes aquilo que os poucos corajosos atiravam (pedras, lanças, ou seja, confusão geral e total).
- Está na hora da experiência – Afirmei num tom entretido
– Já estava com saudades, vamos!
- Sim! – Exclamaram todas.
- Transformação de Crise!
- Pelo poder da nova estrela de Marte!
- Pelo poder da nova estrela de Mercúrio!
- Pelo poder da nova estrela de Júpiter!
- Pelo poder da nova estrela de Vénus! – E corremos para o pátio, onde permanecia o monstro e aí eu afirmei:
- Como podes tu teres a coragem de te intrometeres a Paz dum pacífico reino? Eu sou a Super Neo Sailor Moon!
- Eu sou a Super Sailor Bunny – Moon!
- Eu sou a Super Neo Sailor Mercúrio!
- Eu sou a Super Neo Sailor Marte!
- E eu sou a Super Neo Sailor Júpiter!
- E eu, a Super Neo Sailor Vénus!
- E em nome da Lua, vamos castigar-te!!!
- Vá lá! Chega de apresentações! De que vale isso, se não tarda nada vão morrer?
Nem penses! – O medo era de tudo o que menos me assombrava, e, sem saber como, ouvi uma voz, vinda do Cristal «És uma sortuda, passaste um nível a mais, graças ao teu grande poder. Agora o teu ataque é: Suprema Espiral da próxima Lua» e assim o fiz, fazendo com que o monstro desaparece-se.
No entanto, algo que nunca antes acontecera, aconteceu. O monstro ao desaparecer deixou um bilhete que dizia: «Sou um inimigo que sempre virá, pouco importa como. E sou aquela que te fará viver na escuridão, sem amor.»
- Vamos para casa, já tou com fome – disse a Kousagi, já destransformada.
*Risos e gotas*
- Bem vamos – disse a Jade.
E já todas destransformadas fomos para casa, enquanto o sol desaparecia no horizonte.
Agora, sinto que o final está a aproximar-se. No entanto, aquele bilhete só mo confirmou e me fez temer por Erik.
k bm, mais fãs. Aqui está o capítulo 11 Mas antes de mais, obrigada a todos vocês pelos vossos comentários
apesar de não terem gostado nada que eu tivesse morto o Endymion, mas prontos, c'est la vie (=é a vida) mas trago algumas emoções neste.
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Capítulo 11 - Aliado ou Inimigo?
Um novo dia e um acordar novamente, custava-me tanto pensar no que tenho de fazer.
Já se passaram vários dias, desde a morte do meu pai, o que ainda me custa pensar, mas há que tentar esquecer, para não doer.
Pouco depois de ter tomado o pequeno-almoço, dirigi-me para o Hall, juntamente com as minhas amigas e a minha irmã Kousagi, pois foi-nos informado que vinha um príncipe dum Reino de Kenkon que pretendia falar com a minha mãe.
Assim foi, mas mal cheguei ao Hall, fiquei assustada, não me agradou nada o olhar, pois parecia que ele tinha sido possuído por um demónio ou coisa parecida, apesar d ter o cabelo loiro curto, os olhos azuis e até era bonito. Mas mal olhei para as minhas amigas, notei que a Íris corava imenso a olhar para ele.
- Sinto-me orgulhoso de vir ao vosso reino. Eu sou Sora, o príncipe herdeiro do trono de Kenkon. Certamente que não conhece, pois somos pouco conhecidos- disse-nos
- Muito prazer - respondeu a minha mãe - E estas são as minhas filhas. A Kousagi, a mais nova e a Taiyouna, a minha herdeira – e ambas fizemos uma vénia e eu senti um olhar vindo dele muito desconfortável.
- Igualmente – afirmou num tom ligeiramente frio
Subitamente, ouvi uma voz familiar, uma voz que me fez o coração quase saltar do peito:
- Não, pára! Ela não merece isso! E além disso... – Não me perguntem o que aconteceu a seguir, pois foi tudo muito rápido, apenas percebi que era o Érick e que pouco depois Sora desapareceu e no seu lugar um monstro apareceu e lançou-me um ataque antes de eu ter tido tempo para me transformar, e foi como se uma terrível e rápida doença me tivesse atacado, fazendo com que eu ficasse inconsciente.
Mesmo estando inconsciente foi como se o Cristal da Vida me tivesse ido informando, pois reconheci a sua doce voz. Soube que a minha irmã, com a ajuda de todas as navegantes conseguiu destruir o monstro, mas eu permaneci naquele estado.
Pouco foram as coisas que eu soube, entre elas, que Érik tinha estado ao meu lado por pouco tempo, pois não pôde ficar mais, a observar-me. Também soube que a minha mãe chamou vários médicos que tentaram curar-me mas sem sucesso, por mais que eu tento. De dia para dia, tinha cada vez mais dificuldade em manter-me viva, pois esta “doença” espalhava-se pelo meu corpo como um cancro, o que me assustava terrivelmente.
Mas certo dia, tudo mudou. Num dos momentos em que a minha mente estava inconsciente, e subitamente, foi como se um estranho cálice me tocasses nos lábios, e eu senti a doença desaparecer dentro de mim e abri lentamente os olhos, para que estes se readaptassem à luz.
- Finalmente, acordaste!!! Fiquei tão preocupada contigo, filha! – Exclamou a minha mãe repleta de alegria – Graças ao Sagrado Cálice Lunar!
- Mas... o que é isso, mãe? – Perguntei.
- Um Cálice que eu e a tua irmã, a Usagi tem. E agora tu e a Kousagi também têm!
- Como? Não estou a perceber nada!
- Este Cálice é adquirido de duas em duas princesas da Lua, é tradição. Pode ser entre mãe e filha, entre irmãs... tanto faz, desde que seja da mesma família. Mas não vai necessariamente para a herdeira. Percebeste?
- Sim, mãe – e abracei-a, cheia de alegria, e toda gritaram de histeria e abraçaram-me. Estávamos tão felizes! Mas pude reparar que ao fundo, Sora estava ali – Mãe, mas Sora-san não tinha desaparecido?
- Consegui escapar, por um triz. Aquela maldita família das Trevas tem andado a perseguir-me duma maneira!
Subitamente, ouvi gritos lá fora. Fui espreitar e vi que era um monstro. Ele assustava as pessoas e os guardas que ali estavam, lançando-lhes aquilo que os poucos corajosos atiravam (pedras, lanças, ou seja, confusão geral e total).
- Está na hora da experiência – Afirmei num tom entretido
– Já estava com saudades, vamos!
- Sim! – Exclamaram todas.
- Transformação de Crise!
- Pelo poder da nova estrela de Marte!
- Pelo poder da nova estrela de Mercúrio!
- Pelo poder da nova estrela de Júpiter!
- Pelo poder da nova estrela de Vénus! – E corremos para o pátio, onde permanecia o monstro e aí eu afirmei:
- Como podes tu teres a coragem de te intrometeres a Paz dum pacífico reino? Eu sou a Super Neo Sailor Moon!
- Eu sou a Super Sailor Bunny – Moon!
- Eu sou a Super Neo Sailor Mercúrio!
- Eu sou a Super Neo Sailor Marte!
- E eu sou a Super Neo Sailor Júpiter!
- E eu, a Super Neo Sailor Vénus!
- E em nome da Lua, vamos castigar-te!!!
- Vá lá! Chega de apresentações! De que vale isso, se não tarda nada vão morrer?
Nem penses! – O medo era de tudo o que menos me assombrava, e, sem saber como, ouvi uma voz, vinda do Cristal «És uma sortuda, passaste um nível a mais, graças ao teu grande poder. Agora o teu ataque é: Suprema Espiral da próxima Lua» e assim o fiz, fazendo com que o monstro desaparece-se.
No entanto, algo que nunca antes acontecera, aconteceu. O monstro ao desaparecer deixou um bilhete que dizia: «Sou um inimigo que sempre virá, pouco importa como. E sou aquela que te fará viver na escuridão, sem amor.»
- Vamos para casa, já tou com fome – disse a Kousagi, já destransformada.
*Risos e gotas*
- Bem vamos – disse a Jade.
E já todas destransformadas fomos para casa, enquanto o sol desaparecia no horizonte.
Agora, sinto que o final está a aproximar-se. No entanto, aquele bilhete só mo confirmou e me fez temer por Erik.
muito linda esta fic
continua
continua
visitem a minha 1º fic:
"A flor que o vento levou"
http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/a-flor-que-o-vento-levou-t3213.htm
COMENTEM!!!
"A flor que o vento levou"
http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/a-flor-que-o-vento-levou-t3213.htm
COMENTEM!!!
bigada a todos vós!!!
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Capítulo 11 - A Inimiga
Um novo dia, cada vez mais morta do que viva! Cada vez mais lutas, tantas que eu já estou rouca, de tanto gritar com os demónios que luto. Parece que o inimigo realmente me quer matar! Quem me dera poder pôr uma luz no centro do Universo, que iluminasse tudo tão bem, que a escuridão já não existia!
Tenho saudades do meu pai, do Erik, que o destino não tem permitido que nos cruzemos e tenho discutido imenso com toda a gente. Mas mal eu acabo de discutir, automaticamente corro para o meu quarto, fecho-me e desato a chorar. Creio que já devem pensar que eu sou e estou maluca. Até o inimigo já se deve estar a rir de mim.
Mas agora, vamos regressar à “acção”. Hoje foi um dia um pouco diferente. Depois de ter almoçado com as minhas amigas, as Inner e a minha mãe, fui dar uma volta, pela floresta.
Nunca esteve tão agradável, pois parecia que eu e os seres que ali habitavam estam em sintonia comigo.
Subitamente, algo estranho aconteceu. Foi como se o Sol se tivesse apagado, e a escuridão rodeasse, e subitamente, apareceu uma Sombra, que eu sabia tratar-se de um demónio, que mal o Sol desapareceu, ficou invisível. Automaticamente, transformei-me, e ataquei, mas de nada serviu, pois a Sombra prendeu-me a uma árvore com cordas.
Estava encurralada, e gritava, até que algo de estranho aconteceu. O meu Espelho dos Sonhos, que eu soube ser tal, pois mais tarde perguntei à minha mãe o que era, saiu de mim, e a Sombra espreitou-o, metendo a cabeça lá dentro. Foi uma dor terrível, como se me estivessem a afastar o espelho de mim, magoando-me, fazendo-me gritar ainda mais.
- Era o que eu calculava, a Rainha não vai ficar contente – murmurou a Sombra, retirando-se por momentos, mas voltou a fazer o que fizera à pouco tempo.
- Como te atreves a invadir a Privacidade de uma Bela Guerreira Navegante – afirmou uma voz. Era a minha irmãzinha - Eu sou a Super Sailor Bunny – Moon!
- Eu sou a Super Neo Sailor Mercúrio!
- Eu sou a Super Neo Sailor Marte!
- E eu sou a Super Neo Sailor Júpiter!
- E eu, a Super Neo Sailor Vénus!
- E em nome da Lua, vamos castigar-te!!! - Afirmaram em uníssono.
- Bah! Que conversa tão aborrecida, morram! – Disse a Sombra, lançando-lhes raios negros e depois fez uma posição de ataque para mim, como se quisesse atacar-me ou partir-me o meu Espelho.
Subitamente uma luz brilhou dentro de mim, e consegui soltar-me. O meu alfinete tinha evoluído, e o da minha irmãzinha também.
Transformação de Crise! – Gritámos em conjunto. Os fatos pouco tinham mudado. O dela baseava-se no cor-de-rosa bebé e branco enquanto que o meu era amarelo e azul.
-Vamos ataquem! – Afirmou Adriana.
- Caleidoscópio Lunar!!! – E assim, aquela maldita sombra desapareceu. No entanto, no seu lugar, uma mulher surgiu.
Os seus cabelos negros e os olhos azuis-escuros que transmitiam tristeza e desprezo. Olhos de alguém que em tempos fora rejeitado pelo mundo. Vestia-se de negro e o resto da sua face demonstrava escuridão e maldade.
- Prepara-te, Neo Super S Sailor Moon. Pois em breve uma mortal batalha te espera.
- Quem és tu, afinal? – Perguntei.
- Uma inimiga tua – Respondeu, desaparecendo rapidamente.
A Batalha Final estava próxima muito mesmo, apenas bastava chegar à fase Eternal e lutaria e destruiria este inimigo e a Paz regressaria ao Universo.
Agora, apesar do meu aborrecimento, esforço-me para evoluir depressa, para que esta maldita batalha termine, e que eu e todo o Universo sejamos felizes. Mas eu sabia que não voltaria a ser tudo como dantes.
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Capítulo 11 - A Inimiga
Um novo dia, cada vez mais morta do que viva! Cada vez mais lutas, tantas que eu já estou rouca, de tanto gritar com os demónios que luto. Parece que o inimigo realmente me quer matar! Quem me dera poder pôr uma luz no centro do Universo, que iluminasse tudo tão bem, que a escuridão já não existia!
Tenho saudades do meu pai, do Erik, que o destino não tem permitido que nos cruzemos e tenho discutido imenso com toda a gente. Mas mal eu acabo de discutir, automaticamente corro para o meu quarto, fecho-me e desato a chorar. Creio que já devem pensar que eu sou e estou maluca. Até o inimigo já se deve estar a rir de mim.
Mas agora, vamos regressar à “acção”. Hoje foi um dia um pouco diferente. Depois de ter almoçado com as minhas amigas, as Inner e a minha mãe, fui dar uma volta, pela floresta.
Nunca esteve tão agradável, pois parecia que eu e os seres que ali habitavam estam em sintonia comigo.
Subitamente, algo estranho aconteceu. Foi como se o Sol se tivesse apagado, e a escuridão rodeasse, e subitamente, apareceu uma Sombra, que eu sabia tratar-se de um demónio, que mal o Sol desapareceu, ficou invisível. Automaticamente, transformei-me, e ataquei, mas de nada serviu, pois a Sombra prendeu-me a uma árvore com cordas.
Estava encurralada, e gritava, até que algo de estranho aconteceu. O meu Espelho dos Sonhos, que eu soube ser tal, pois mais tarde perguntei à minha mãe o que era, saiu de mim, e a Sombra espreitou-o, metendo a cabeça lá dentro. Foi uma dor terrível, como se me estivessem a afastar o espelho de mim, magoando-me, fazendo-me gritar ainda mais.
- Era o que eu calculava, a Rainha não vai ficar contente – murmurou a Sombra, retirando-se por momentos, mas voltou a fazer o que fizera à pouco tempo.
- Como te atreves a invadir a Privacidade de uma Bela Guerreira Navegante – afirmou uma voz. Era a minha irmãzinha - Eu sou a Super Sailor Bunny – Moon!
- Eu sou a Super Neo Sailor Mercúrio!
- Eu sou a Super Neo Sailor Marte!
- E eu sou a Super Neo Sailor Júpiter!
- E eu, a Super Neo Sailor Vénus!
- E em nome da Lua, vamos castigar-te!!! - Afirmaram em uníssono.
- Bah! Que conversa tão aborrecida, morram! – Disse a Sombra, lançando-lhes raios negros e depois fez uma posição de ataque para mim, como se quisesse atacar-me ou partir-me o meu Espelho.
Subitamente uma luz brilhou dentro de mim, e consegui soltar-me. O meu alfinete tinha evoluído, e o da minha irmãzinha também.
Transformação de Crise! – Gritámos em conjunto. Os fatos pouco tinham mudado. O dela baseava-se no cor-de-rosa bebé e branco enquanto que o meu era amarelo e azul.
-Vamos ataquem! – Afirmou Adriana.
- Caleidoscópio Lunar!!! – E assim, aquela maldita sombra desapareceu. No entanto, no seu lugar, uma mulher surgiu.
Os seus cabelos negros e os olhos azuis-escuros que transmitiam tristeza e desprezo. Olhos de alguém que em tempos fora rejeitado pelo mundo. Vestia-se de negro e o resto da sua face demonstrava escuridão e maldade.
- Prepara-te, Neo Super S Sailor Moon. Pois em breve uma mortal batalha te espera.
- Quem és tu, afinal? – Perguntei.
- Uma inimiga tua – Respondeu, desaparecendo rapidamente.
A Batalha Final estava próxima muito mesmo, apenas bastava chegar à fase Eternal e lutaria e destruiria este inimigo e a Paz regressaria ao Universo.
Agora, apesar do meu aborrecimento, esforço-me para evoluir depressa, para que esta maldita batalha termine, e que eu e todo o Universo sejamos felizes. Mas eu sabia que não voltaria a ser tudo como dantes.
Capítulo 11 - A Inimiga
Um novo dia, cada vez mais morta do que viva! Cada vez mais lutas, tantas que eu já estou rouca, de tanto gritar com os demónios que luto. Parece que o inimigo realmente me quer matar! Quem me dera poder pôr uma luz no centro do Universo, que iluminasse tudo tão bem, que a escuridão já não existia!
Tenho saudades do meu pai, do Erik, que o destino não tem permitido que nos cruzemos e tenho discutido imenso com toda a gente. Mas mal eu acabo de discutir, automaticamente corro para o meu quarto, fecho-me e desato a chorar. Creio que já devem pensar que eu sou e estou maluca. Até o inimigo já se deve estar a rir de mim.
Mas agora, vamos regressar à “acção”. Hoje foi um dia um pouco diferente. Depois de ter almoçado com as minhas amigas, as Inner e a minha mãe, fui dar uma volta, pela floresta.
Nunca esteve tão agradável, pois parecia que eu e os seres que ali habitavam estam em sintonia comigo.
Subitamente, algo estranho aconteceu. Foi como se o Sol se tivesse apagado, e a escuridão rodeasse, e subitamente, apareceu uma Sombra, que eu sabia tratar-se de um demónio, que mal o Sol desapareceu, ficou invisível. Automaticamente, transformei-me, e ataquei, mas de nada serviu, pois a Sombra prendeu-me a uma árvore com cordas.
Estava encurralada, e gritava, até que algo de estranho aconteceu. O meu Espelho dos Sonhos, que eu soube ser tal, pois mais tarde perguntei à minha mãe o que era, saiu de mim, e a Sombra espreitou-o, metendo a cabeça lá dentro. Foi uma dor terrível, como se me estivessem a afastar o espelho de mim, magoando-me, fazendo-me gritar ainda mais.
- Era o que eu calculava, a Rainha não vai ficar contente – murmurou a Sombra, retirando-se por momentos, mas voltou a fazer o que fizera à pouco tempo.
- Como te atreves a invadir a Privacidade de uma Bela Guerreira Navegante – afirmou uma voz. Era a minha irmãzinha - Eu sou a Super Sailor Bunny – Moon!
- Eu sou a Super Neo Sailor Mercúrio!
- Eu sou a Super Neo Sailor Marte!
- E eu sou a Super Neo Sailor Júpiter!
- E eu, a Super Neo Sailor Vénus!
- E em nome da Lua, vamos castigar-te!!! - Afirmaram em uníssono.
- Bah! Que conversa tão aborrecida, morram! – Disse a Sombra, lançando-lhes raios negros e depois fez uma posição de ataque para mim, como se quisesse atacar-me ou partir-me o meu Espelho.
Subitamente uma luz brilhou dentro de mim, e consegui soltar-me. O meu alfinete tinha evoluído, e o da minha irmãzinha também.
Transformação de Crise! – Gritámos em conjunto. Os fatos pouco tinham mudado. O dela baseava-se no cor-de-rosa bebé e branco enquanto que o meu era amarelo e azul.
-Vamos ataquem! – Afirmou Adriana.
- Caleidoscópio Lunar!!! – E assim, aquela maldita sombra desapareceu. No entanto, no seu lugar, uma mulher surgiu.
Os seus cabelos negros e os olhos azuis-escuros que transmitiam tristeza e desprezo. Olhos de alguém que em tempos fora rejeitado pelo mundo. Vestia-se de negro e o resto da sua face demonstrava escuridão e maldade.
- Prepara-te, Neo Super S Sailor Moon. Pois em breve uma mortal batalha te espera.
- Quem és tu, afinal? – Perguntei.
- Uma inimiga tua – Respondeu, desaparecendo rapidamente.
A Batalha Final estava próxima muito mesmo, apenas bastava chegar à fase Eternal e lutaria e destruiria este inimigo e a Paz regressaria ao Universo.
Agora, apesar do meu aborrecimento, esforço-me para evoluir depressa, para que esta maldita batalha termine, e que eu e todo o Universo sejamos felizes. Mas eu sabia que não voltaria a ser tudo como dantes.
Um novo dia, cada vez mais morta do que viva! Cada vez mais lutas, tantas que eu já estou rouca, de tanto gritar com os demónios que luto. Parece que o inimigo realmente me quer matar! Quem me dera poder pôr uma luz no centro do Universo, que iluminasse tudo tão bem, que a escuridão já não existia!
Tenho saudades do meu pai, do Erik, que o destino não tem permitido que nos cruzemos e tenho discutido imenso com toda a gente. Mas mal eu acabo de discutir, automaticamente corro para o meu quarto, fecho-me e desato a chorar. Creio que já devem pensar que eu sou e estou maluca. Até o inimigo já se deve estar a rir de mim.
Mas agora, vamos regressar à “acção”. Hoje foi um dia um pouco diferente. Depois de ter almoçado com as minhas amigas, as Inner e a minha mãe, fui dar uma volta, pela floresta.
Nunca esteve tão agradável, pois parecia que eu e os seres que ali habitavam estam em sintonia comigo.
Subitamente, algo estranho aconteceu. Foi como se o Sol se tivesse apagado, e a escuridão rodeasse, e subitamente, apareceu uma Sombra, que eu sabia tratar-se de um demónio, que mal o Sol desapareceu, ficou invisível. Automaticamente, transformei-me, e ataquei, mas de nada serviu, pois a Sombra prendeu-me a uma árvore com cordas.
Estava encurralada, e gritava, até que algo de estranho aconteceu. O meu Espelho dos Sonhos, que eu soube ser tal, pois mais tarde perguntei à minha mãe o que era, saiu de mim, e a Sombra espreitou-o, metendo a cabeça lá dentro. Foi uma dor terrível, como se me estivessem a afastar o espelho de mim, magoando-me, fazendo-me gritar ainda mais.
- Era o que eu calculava, a Rainha não vai ficar contente – murmurou a Sombra, retirando-se por momentos, mas voltou a fazer o que fizera à pouco tempo.
- Como te atreves a invadir a Privacidade de uma Bela Guerreira Navegante – afirmou uma voz. Era a minha irmãzinha - Eu sou a Super Sailor Bunny – Moon!
- Eu sou a Super Neo Sailor Mercúrio!
- Eu sou a Super Neo Sailor Marte!
- E eu sou a Super Neo Sailor Júpiter!
- E eu, a Super Neo Sailor Vénus!
- E em nome da Lua, vamos castigar-te!!! - Afirmaram em uníssono.
- Bah! Que conversa tão aborrecida, morram! – Disse a Sombra, lançando-lhes raios negros e depois fez uma posição de ataque para mim, como se quisesse atacar-me ou partir-me o meu Espelho.
Subitamente uma luz brilhou dentro de mim, e consegui soltar-me. O meu alfinete tinha evoluído, e o da minha irmãzinha também.
Transformação de Crise! – Gritámos em conjunto. Os fatos pouco tinham mudado. O dela baseava-se no cor-de-rosa bebé e branco enquanto que o meu era amarelo e azul.
-Vamos ataquem! – Afirmou Adriana.
- Caleidoscópio Lunar!!! – E assim, aquela maldita sombra desapareceu. No entanto, no seu lugar, uma mulher surgiu.
Os seus cabelos negros e os olhos azuis-escuros que transmitiam tristeza e desprezo. Olhos de alguém que em tempos fora rejeitado pelo mundo. Vestia-se de negro e o resto da sua face demonstrava escuridão e maldade.
- Prepara-te, Neo Super S Sailor Moon. Pois em breve uma mortal batalha te espera.
- Quem és tu, afinal? – Perguntei.
- Uma inimiga tua – Respondeu, desaparecendo rapidamente.
A Batalha Final estava próxima muito mesmo, apenas bastava chegar à fase Eternal e lutaria e destruiria este inimigo e a Paz regressaria ao Universo.
Agora, apesar do meu aborrecimento, esforço-me para evoluir depressa, para que esta maldita batalha termine, e que eu e todo o Universo sejamos felizes. Mas eu sabia que não voltaria a ser tudo como dantes.
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