Uma nova Vida, Uma nova Verdade, Uma nova Batalha-Reescrita
Aqui vai a primeira parte. espero quegostem e comentem.
Prólogo
Uma notícia desastrosa
Bem, mais um dia a chegar ao fim. Tudo continua em paz, mas sinto algo que me alerta. Bem não deve ser nada, tontices minhas. Já passou 2 anos desde a batalha contra a Galáxia, bem contra o caos. Não pode ser nada agora que tudo se ta a recompor. Tenho 18 anos, Rita, Joana, Maria e Amy também. Já estou no 1º ano do curso de educadora de infância, estou mais responsável, embora ainda preguiçosa. A Rita e a Joana entraram as duas para o conservatório de música. A Maria também estava no 1º ano na escola Hoteleira, no curso de cozinha. A mariana tornou-se bastante uma famosa como violinista, a Haruka acompanha-a e sempre que existe uma corrida por perto ela participa e ganha sempre. A Susana voltou para o portal do tempo costumo ir visita-la sempre que possível e conto-lhe as novidades. Mas não temos reparado nada de errado por lá, por isso e mesmo parvoíce minha. A Octávia tem 15 anos assim como a Chibiusa, ela está no futuro e também tem dado noticias mas nada de mau. Elas estão no 10º ano. Octávia vive com a Maria. Ah e o meu Gonçalo tem 21 anos e está no 2º ano do curso de medicina. Mas desta vez não saiu do seu país. Decidiu que se fosse um grande médico, poderia sê-lo mesmo estudando no seu país.
Vindo a falar comigo mesmo o tempo passa mais rápido estou quase em casa. Os pais ainda estão fora, na sua 2ª lua-de-mel. Eu e Chico ficamos em casa. Já estamos quase nas férias de natal.
Gonçalo quer que vá morar com ele. Quando o pai chegar iremos falar com ele. Ele já sabe a nossa história, bem nem tudo mas o suficiente para entender.
– Ah, finalmente cheguei a casa. - Disse para mim mesma, atirei-me para o sofá. Peguei no telefone. Não tive de esperar muito.
– Olá mamy! Está tudo bem?
«Sim querida. Está tudo bem aqui. Isto é uma maravilha. Hoje fomos a um spa. Ahaha... um dia tens de vir cá.»
– Que bom mãe. Espero um dia não ir só ai... quero viajar pelo mundo inteiro.
«Um dia minha filha.»
– Mamy, quando voltam?
«Não sei filha. Aqui é verão ai é inverno. Seria muito mau se voltasse mos uma semana antes do natal?»
– Claro que não mãe. Vocês merecem essas férias.
«Ainda tens dinheiro suficiente Bunny? Se precisares diz-me que eu transfiro para a tua conta.»
– Mãe está tudo bem ainda tenho o dinheiro que nos deixaram e ainda tenho algum meu guardado do meu trabalho de verão. Não te preocupes.
«Vou tentar querida.»
– Mãe vou ter de desligar o Chico deve estar quase a chegar da escola prometi-lhe que iria mos jantar na pizzaria. Vou convidar também as meninas.
«Esta bem filha, portem-se bem. Manda um beijinho ao Chico e as meninas. Logo logo estarei de volta.»
– Adeus mamy. Espero por ti morrendo de saudades. Volta rápido. Beijinhos mãe. – Disse posando o telemóvel.
– Bunny? Cheguei.
– Estou na cozinha. Vamos lanchar.
– Hum, estou esfomeado.
– Ainda bem não quero comer tudo sozinha, depois engordo.
– Tu já és gorda!
– Chico! Não sou nada! O Gonçalo diz que estou muito bem assim.
– É só para não te preocupar.
– Não e não! A mãe também diz.
– Oh ela é mãe. Diz isso só para não te conformar.
– E tu és meu irmão podias ser simpático comigo. E ter respeito sou mais velha. – Já estava a ficar irritada.
– Mas sempre foste uma tonta.
– Mas já não sou tanto. Sabes bem que estou responsável!
– Esta bem. És linda mana! – Disse-me com um grande sorriso.
– Oh estas a dizer isso só para me confortar.
– Não não estou. Sempre foste linda. Mas eu gosto de gozar contigo. Comes que te fartas e ficas com um corpo capaz de invejar muitas raparigas! E olha que já tenho idade para notar isso com mais atenção! – Argumentou orgulhoso.
– Sério Chico?
– Sim!
– Que bom! Ah ah... Sou linda! – fiquei tão contente.
– Agora não fiques convencida!
– Ok, ok. Olha vai te despachar vou ligar as meninas para ir mos à pizzaria.
– A Octávia também vai? – Perguntou-me um pouco nervoso e ansioso.
– Sim. Porque?
– Por nada. Vou tomar banho. – Os seus olhos brilhavam de alegria. De certo que se passava ali alguma coisa. E eu ia descobrir e por o meu dedo lá, claro. Um empurrãozinho não faz mal a ninguém.
– Vais tomar banho? Não te reconheço.
– Estou a preparar-me para o ano novo. Prometi para a mãe ser um bom menino. – Mentira. Ele é capaz de mentir muito bem para brincar ou quando não tem nada haver consigo. Mas quando mente para si, quando tenta enganar alguém para o seu bem ou porque não quer que algo sobre ele se espalhe ou algo parecido. Ai não, ele não sabe mentir nesses casos.
– Sabes que não me mentes quando queres mesmo mentir.
– Não interessa.
– Ok. – Respondi-lhe. Mas eu vou descobrir.
Liguei as meninas combina mos de estar na pizzaria as 8 horas. Fui tomar banho de seguida. Vesti-me uma túnica de algodão branca e umas calças justas pretas. O Gonçalo vinha nos buscar as 7 e meia.
…
– Bunny, o Gonçalo está lá fora no carro à espera.
– Desce e esperem lá por mim já estou quase pronta.
– Ok. Mas não te demores!
– Ah porquê? Ainda nem são 7 e meia! – Resmunguei sozinha ele já estava lá em baixo. Ainda demorei uns 10 minutos, fiz de propósito para eles terem de me esperar.
– Já os fiz esperar o suficiente. Vou só dar uma olhada à lua. Está linda como sempre.
– Bunny?
– Estou a ir – dei mais uma olhada.
– Vamos Bunny.
– Amor o que é aquilo?
– O quê?
– Desapareceu. – Disse numa voz fraca e tudo desapareceu. Já não estava no meu quarto, já não tinha o Gonçalo a segurar-me para não cair. Apenas o ouvia do outro lado da minha mente a chamar-me.
Agora eu estava numa cidade linda, mas estava vazia. Caminhei sozinha pelas ruas. As vezes via alguém a espreitar pelas janelas. Pareciam assustados.
– Blue, deixa-me ir. – Gritou uma menina.
– Zuma, não faças barulho podem querer te levar também! – Sussurrou uma mulher.
– Levar também? – Disse eu assustada. – Quem? Eu?
– Vês Blue ela não sabe de nada. E olha ta com um vestido de princesa.
– E aquilo na testa dela é o quê? – Blue estava muito desconfiada.
– Vestido? – Espantei-me ao olhar para mim. Tinha mesmo um vestido. Mas não era o meu vestido de princesa. Era diferente. Era mais justo ao corpo. E a frente dava-me até um pouco acima do joelho, e como uma dupla saia por cima aberta à frente mas atrás até ao chão.
– És uma princesa? – Perguntou-me Blue, agora mesmo a minha frente. Tinha uns olhos azuis puros. E no sou cabelo tinha madeixas azuis, mas o seu cabelo era loiro. As madeixas pareciam dela mesmo, eram naturais.
– Sim, ainda sou uma princesa.
– Ainda? – Perguntou Zuma assustada. Ela aparentava ter uns 5 ou 6 anos. Mas a sua mentalidade parecia ir mais além disso em alguns aspectos.
– Sim. Sou a princesa da Lua, Serenidade.
– Mas porquê ainda? – Blue ficou confusa e desconfiada.
– Daqui a uns anos eu que e o príncipe da Terra Endymion iremos nos casar. Passo a ser a rainha da Lua e da Terra.
– Ah! – Espantou-se a pequena. – Tu ainda não sabes?
– O quê? – Estava a ficar confusa e irritada. – Onde estou? Porquê estou aqui?
– Nós também não sabemos. Só sabemos que há um inimigo pelo universo. Enganaram a minha irmã Hana e levaram-na. Quer dizer ela foi. Acho que a possuíram. Conta-lhe tudo Blue.
– Eles não se vêem. Mas a Hana andava muito estranha, falava sozinha, julgávamos nós. Até ao dia anunciou a todo o povo que se iria vingar de quem matou a sua mãe. Todo o povo ficou apavorado. O rei pediu-me para trazer Zuma até ao planeta Zuma o seu planeta protector. Pediu-me para a esconder e alertar todo o planeta do perigo.
– Oh não outra vez não! Agora não! Está tudo tão bem! A culpa e minha se não tivesse andado a ser pessimista! – Estava aterrorizada. Andava de um lado para o outro.
– Não vás. Espera. – Gritou a menina.
De longe ouvi uma conversa. Queria falar e não conseguia. Reparei que já não ouvia a Zuma nem a Blue, estava tudo escuro, pois também tinha os olhos fechados, estava deitada. Tinha medo de abrir os olhos. A conversa era das meninas e do Gonçalo. Abri os olhos devagar. Estava no meu quarto. Ninguém reparou que estava acordada. Voltei a fechar os olhos sentia-me tonta.
A conversa começou abrandar até parar. A porta bateu. Eles desceram.
Quanto tempo terei ficado inconsciente? E porque terei ficado?
Depois lembrei-me onde estivera. Lembrei-me do que se sucedera lá.
Apetece-me chorar, apetece-me gritar. Devo de ter mesmo gritado. mas penso que sim, porque rápidos como um trovão todos entraram no meu quarto e se debruçaram sobre mim.
Começaram a fazer-me perguntas e a falar comigo. Não respondi a nada. Continuei a chorar.
Prólogo
Uma notícia desastrosa
Bem, mais um dia a chegar ao fim. Tudo continua em paz, mas sinto algo que me alerta. Bem não deve ser nada, tontices minhas. Já passou 2 anos desde a batalha contra a Galáxia, bem contra o caos. Não pode ser nada agora que tudo se ta a recompor. Tenho 18 anos, Rita, Joana, Maria e Amy também. Já estou no 1º ano do curso de educadora de infância, estou mais responsável, embora ainda preguiçosa. A Rita e a Joana entraram as duas para o conservatório de música. A Maria também estava no 1º ano na escola Hoteleira, no curso de cozinha. A mariana tornou-se bastante uma famosa como violinista, a Haruka acompanha-a e sempre que existe uma corrida por perto ela participa e ganha sempre. A Susana voltou para o portal do tempo costumo ir visita-la sempre que possível e conto-lhe as novidades. Mas não temos reparado nada de errado por lá, por isso e mesmo parvoíce minha. A Octávia tem 15 anos assim como a Chibiusa, ela está no futuro e também tem dado noticias mas nada de mau. Elas estão no 10º ano. Octávia vive com a Maria. Ah e o meu Gonçalo tem 21 anos e está no 2º ano do curso de medicina. Mas desta vez não saiu do seu país. Decidiu que se fosse um grande médico, poderia sê-lo mesmo estudando no seu país.
Vindo a falar comigo mesmo o tempo passa mais rápido estou quase em casa. Os pais ainda estão fora, na sua 2ª lua-de-mel. Eu e Chico ficamos em casa. Já estamos quase nas férias de natal.
Gonçalo quer que vá morar com ele. Quando o pai chegar iremos falar com ele. Ele já sabe a nossa história, bem nem tudo mas o suficiente para entender.
– Ah, finalmente cheguei a casa. - Disse para mim mesma, atirei-me para o sofá. Peguei no telefone. Não tive de esperar muito.
– Olá mamy! Está tudo bem?
«Sim querida. Está tudo bem aqui. Isto é uma maravilha. Hoje fomos a um spa. Ahaha... um dia tens de vir cá.»
– Que bom mãe. Espero um dia não ir só ai... quero viajar pelo mundo inteiro.
«Um dia minha filha.»
– Mamy, quando voltam?
«Não sei filha. Aqui é verão ai é inverno. Seria muito mau se voltasse mos uma semana antes do natal?»
– Claro que não mãe. Vocês merecem essas férias.
«Ainda tens dinheiro suficiente Bunny? Se precisares diz-me que eu transfiro para a tua conta.»
– Mãe está tudo bem ainda tenho o dinheiro que nos deixaram e ainda tenho algum meu guardado do meu trabalho de verão. Não te preocupes.
«Vou tentar querida.»
– Mãe vou ter de desligar o Chico deve estar quase a chegar da escola prometi-lhe que iria mos jantar na pizzaria. Vou convidar também as meninas.
«Esta bem filha, portem-se bem. Manda um beijinho ao Chico e as meninas. Logo logo estarei de volta.»
– Adeus mamy. Espero por ti morrendo de saudades. Volta rápido. Beijinhos mãe. – Disse posando o telemóvel.
– Bunny? Cheguei.
– Estou na cozinha. Vamos lanchar.
– Hum, estou esfomeado.
– Ainda bem não quero comer tudo sozinha, depois engordo.
– Tu já és gorda!
– Chico! Não sou nada! O Gonçalo diz que estou muito bem assim.
– É só para não te preocupar.
– Não e não! A mãe também diz.
– Oh ela é mãe. Diz isso só para não te conformar.
– E tu és meu irmão podias ser simpático comigo. E ter respeito sou mais velha. – Já estava a ficar irritada.
– Mas sempre foste uma tonta.
– Mas já não sou tanto. Sabes bem que estou responsável!
– Esta bem. És linda mana! – Disse-me com um grande sorriso.
– Oh estas a dizer isso só para me confortar.
– Não não estou. Sempre foste linda. Mas eu gosto de gozar contigo. Comes que te fartas e ficas com um corpo capaz de invejar muitas raparigas! E olha que já tenho idade para notar isso com mais atenção! – Argumentou orgulhoso.
– Sério Chico?
– Sim!
– Que bom! Ah ah... Sou linda! – fiquei tão contente.
– Agora não fiques convencida!
– Ok, ok. Olha vai te despachar vou ligar as meninas para ir mos à pizzaria.
– A Octávia também vai? – Perguntou-me um pouco nervoso e ansioso.
– Sim. Porque?
– Por nada. Vou tomar banho. – Os seus olhos brilhavam de alegria. De certo que se passava ali alguma coisa. E eu ia descobrir e por o meu dedo lá, claro. Um empurrãozinho não faz mal a ninguém.
– Vais tomar banho? Não te reconheço.
– Estou a preparar-me para o ano novo. Prometi para a mãe ser um bom menino. – Mentira. Ele é capaz de mentir muito bem para brincar ou quando não tem nada haver consigo. Mas quando mente para si, quando tenta enganar alguém para o seu bem ou porque não quer que algo sobre ele se espalhe ou algo parecido. Ai não, ele não sabe mentir nesses casos.
– Sabes que não me mentes quando queres mesmo mentir.
– Não interessa.
– Ok. – Respondi-lhe. Mas eu vou descobrir.
Liguei as meninas combina mos de estar na pizzaria as 8 horas. Fui tomar banho de seguida. Vesti-me uma túnica de algodão branca e umas calças justas pretas. O Gonçalo vinha nos buscar as 7 e meia.
…
– Bunny, o Gonçalo está lá fora no carro à espera.
– Desce e esperem lá por mim já estou quase pronta.
– Ok. Mas não te demores!
– Ah porquê? Ainda nem são 7 e meia! – Resmunguei sozinha ele já estava lá em baixo. Ainda demorei uns 10 minutos, fiz de propósito para eles terem de me esperar.
– Já os fiz esperar o suficiente. Vou só dar uma olhada à lua. Está linda como sempre.
– Bunny?
– Estou a ir – dei mais uma olhada.
– Vamos Bunny.
– Amor o que é aquilo?
– O quê?
– Desapareceu. – Disse numa voz fraca e tudo desapareceu. Já não estava no meu quarto, já não tinha o Gonçalo a segurar-me para não cair. Apenas o ouvia do outro lado da minha mente a chamar-me.
Agora eu estava numa cidade linda, mas estava vazia. Caminhei sozinha pelas ruas. As vezes via alguém a espreitar pelas janelas. Pareciam assustados.
– Blue, deixa-me ir. – Gritou uma menina.
– Zuma, não faças barulho podem querer te levar também! – Sussurrou uma mulher.
– Levar também? – Disse eu assustada. – Quem? Eu?
– Vês Blue ela não sabe de nada. E olha ta com um vestido de princesa.
– E aquilo na testa dela é o quê? – Blue estava muito desconfiada.
– Vestido? – Espantei-me ao olhar para mim. Tinha mesmo um vestido. Mas não era o meu vestido de princesa. Era diferente. Era mais justo ao corpo. E a frente dava-me até um pouco acima do joelho, e como uma dupla saia por cima aberta à frente mas atrás até ao chão.
– És uma princesa? – Perguntou-me Blue, agora mesmo a minha frente. Tinha uns olhos azuis puros. E no sou cabelo tinha madeixas azuis, mas o seu cabelo era loiro. As madeixas pareciam dela mesmo, eram naturais.
– Sim, ainda sou uma princesa.
– Ainda? – Perguntou Zuma assustada. Ela aparentava ter uns 5 ou 6 anos. Mas a sua mentalidade parecia ir mais além disso em alguns aspectos.
– Sim. Sou a princesa da Lua, Serenidade.
– Mas porquê ainda? – Blue ficou confusa e desconfiada.
– Daqui a uns anos eu que e o príncipe da Terra Endymion iremos nos casar. Passo a ser a rainha da Lua e da Terra.
– Ah! – Espantou-se a pequena. – Tu ainda não sabes?
– O quê? – Estava a ficar confusa e irritada. – Onde estou? Porquê estou aqui?
– Nós também não sabemos. Só sabemos que há um inimigo pelo universo. Enganaram a minha irmã Hana e levaram-na. Quer dizer ela foi. Acho que a possuíram. Conta-lhe tudo Blue.
– Eles não se vêem. Mas a Hana andava muito estranha, falava sozinha, julgávamos nós. Até ao dia anunciou a todo o povo que se iria vingar de quem matou a sua mãe. Todo o povo ficou apavorado. O rei pediu-me para trazer Zuma até ao planeta Zuma o seu planeta protector. Pediu-me para a esconder e alertar todo o planeta do perigo.
– Oh não outra vez não! Agora não! Está tudo tão bem! A culpa e minha se não tivesse andado a ser pessimista! – Estava aterrorizada. Andava de um lado para o outro.
– Não vás. Espera. – Gritou a menina.
De longe ouvi uma conversa. Queria falar e não conseguia. Reparei que já não ouvia a Zuma nem a Blue, estava tudo escuro, pois também tinha os olhos fechados, estava deitada. Tinha medo de abrir os olhos. A conversa era das meninas e do Gonçalo. Abri os olhos devagar. Estava no meu quarto. Ninguém reparou que estava acordada. Voltei a fechar os olhos sentia-me tonta.
A conversa começou abrandar até parar. A porta bateu. Eles desceram.
Quanto tempo terei ficado inconsciente? E porque terei ficado?
Depois lembrei-me onde estivera. Lembrei-me do que se sucedera lá.
Apetece-me chorar, apetece-me gritar. Devo de ter mesmo gritado. mas penso que sim, porque rápidos como um trovão todos entraram no meu quarto e se debruçaram sobre mim.
Começaram a fazer-me perguntas e a falar comigo. Não respondi a nada. Continuei a chorar.
Uma Nova Vida, Uma Nova Verdade, Uma Nova Batalha... - reescrito
Obrigada! é o que vou fazer... acho que me precipitei... deveria ter relido tudo bem antes de postar... também sou da tua opiniao... vou reler e reescrever... depois venho ca emendar... mas é com os erros que se aprede... obrigada pelo teu comentario!
Uma Nova Vida, Uma Nova Verdade, Uma Nova Batalha... - reescrito
Luninha4ever escreveu:Dumpling* escreveu:Eu nunca li a fic sem ser reescrita...Obrigada! é o que vou fazer... acho que me precipitei... deveria ter relido tudo bem antes de postar... também sou da tua opiniao... vou reler e reescrever... depois venho ca emendar... mas é com os erros que se aprede... obrigada pelo teu comentario!
Mas, desculpa o que te digo, é tudo diálogo, nenhuma descrição... excepto aqui no final.
Deverias revisar e pensar isso, já que estás a apostar em reescreve-la.
para além do que a Dumpling disse(e eu estou na mesma situaçao dela eu digo também que logo na primeira linha tens um erro de escrita. é "está" e não "tá" quando dizes "a nao sei quem tá no nao sei onde, e a nao sei quem também"
Revê antes de postares qualquer cap que seja e só depois o fazes


さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
eu não precebi a tua fanfic mas isso deve ser de eu ser como so de qualquer maneira vou tentar preceber
Ai logo de manhã quando acordar, quero sentir a cortina branca abanar ao vento, o relógio do cuco vais dar às 07:00 horas, oiço a mãe a gritar “Levanta-te se não chegas atrasada” e meia a dormir respondo “Só quero dormir mais 3 minutos”, chego sempre atrasada a escola, e a professora diz-me para ficar no corredor, tenho péssimas notas nos testes, depois da escola vamos comer biscoitos, e eu adoro ver os vestidos nas montras das lojas, ai estas pequeninas coisas fazem-me tão feliz… Adorava ter essa vida assim outra vez como tive…
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