Uma nova vida
Uma nova vida
Autoras: Gatinha & Samy
Classificação: Romance e Drama
Comentário das Autoras: Esta fic no início era apenas uma "história" que inventamos. Contudo resolvemos fazer dela uma fic. Temos de agradecer à Mercúrio, que deu-nos opiniões para melhorar-mos o 1º capítulo. Nunca escrevemos nenhuma fic por isso deem-nos um desconto.
' lolEsperamos que gostem e que deiam a vossa sincera opinião. =)
Índice:
Capítulo 1
1ª Parte - O começo de uma nova vida.
2ª Parte - O começo de uma nova vida.
1º capítulo - O começo de uma nova vida (1ª Parte)
Marina era uma jovem de 14 anos. Ela era alta, morena, magra, bonita, o cabelo era castanho, comprido e ondulado e os olhos eram grandes, verdes e brilhantes. Também era divertida, boa aluna, simpática, inteligente e meiga. Gostava de desenhar, cantar, dançar e ouvir música. Também gostava muito de desporto.
Ela vivia num orfanato desde que seus pais morreram num acidente de viação quando ela tinha apenas 5 anos.
Marina era adorada por todos lá no orfanato.
Um dia, chegou ao orfanato uma família que procurava uma criança para adoptar. Ficaram encantados com ela e decidiram adoptá-la.
A dona do orfanato foi ter com Marina.
- Marina, chega aqui!
- Diga, senhora Fátima.
- Tenho uma boa notícia para te dar! Estes senhores vieram aqui para adoptarem uma criança. Estiveram a observar-te enquanto brincavas lá fora e decidiram adoptar-te. – Disse sorrindo a dona do orfanato. Agora, vai arrumar as tuas coisas que vou tratar da papelada com os senhores e daqui a uns 10 minutos, quero-te lá em baixo, está bem?
A senhora Fátima saiu do quarto com o casal Silveira.
A senhora Carol era magra, alta, bonita, tinha o cabelo loiro, médio e encaracolado, e os seus olhos eram azuis. Gostava muito de fazer compras.
O senhor Rafael era alto, moreno, o cabelo era loiro, curto e usava gel. Os seus hobbies eram principalmente surfar. Gostava muito de desporto.
Ambos eram jovens. Rafael era empresário e Carol era cabeleireira.
- Marina, que sorte, não?! – Disse uma amiga dela.
- Pois…
- Que se passa? Não te vejo assim muito animada.
- É que…tenho medo. Desde que vivo aqui, sempre me trataram muito bem e tenho muitos amigos. Agora, nesta altura mudar de “casa”, não me parece que seja o melhor para mim. Além disso fico com medo de perder os meus pais outra vez…
- Percebo-te. Mas não penses nisso agora! Vais ter uma nova família, novos amigos…! Vai ser divertido! E olha, acredita que neste orfanato tem muita gente que queria estar agora no teu lugar.
- Obrigada, amiga! – Abraçou-a – Tens razão. Vou viver uma nova vida, vou começar do zero! Mas de uma coisa podes ter a certeza. Nunca me vou esquecer de ti! Mas também daqui a uns dias volto aqui.
Após ter arrumado as suas coisas, Marina sentou-se no hall de entrada. Chegou o casal juntamente com a senhora Fátima.
- Marina, estes são a senhora Carol e o senhor Rafael, vais agora passar um período experimental na casa deles, se tudo correr bem ficarás a fazer parte da família Silveira.
- Marina, vais ver que vai ser divertido. – Diz a senhora Carol dando-lhe um beijo na cara.
- Vamos, então. – Diz o senhor Rafael.
- Adeus senhora Fátima! – Diz, abraçando-a.
- Adeus Marina. Até daqui a uns dias.
Marina e o casal, entram num BMW preto e arrancam em direcção a sua casa.
Quando chegam, Marina sai do carro e fica boquiaberta. Estava em frente a uma enorme mansão, que pelos vistos, era a casa dos senhores.
Havia um grande jardim rodeando a casa, cheio de flores, arbustos e árvores.
O hall da entrada era muito grande e no centro, havia umas grandes escadas que subiam para o 1º andar. Lá em cima havia um grande corredor cheio de portas que davam aos imensos quartos da casa. Para o decorar, nas paredes havia muitos quadros lindíssimos. Havia móveis luxuosos, belas esculturas e diversos bibelots. A sala tinha um aspecto bastante acolhedor. Num lado, tinha uma bela lareira com um divã em frente. No outro lado da sala, havia um lindo piano preto de cauda, uma mesa de centro, um grande tapete, e um armário com a televisão. E ainda, num outro canto da sala, que fazia de sala de jantar, uma grande mesa de mármore preto. E no tecto uns belíssimos lustres. Resumindo, era uma casa de sonho!
Ouviu-se uma voz e apareceu uma senhora, já um pouco idosa.
- Boa tarde senhores!
Era a governanta da mansão. Tratara da senhora Carol desde pequena e agora ainda trabalhava na sua casa.
A governanta apresentou a Marina aos restantes empregados, mostrou-lhe o cão do casal e o resto da mansão.
Mariana agradeceu-lhe a ajuda. Muito cansada foi deitar-se, adormecendo de imediato.
Marina era uma jovem de 14 anos. Ela era alta, morena, magra, bonita, o cabelo era castanho, comprido e ondulado e os olhos eram grandes, verdes e brilhantes. Também era divertida, boa aluna, simpática, inteligente e meiga. Gostava de desenhar, cantar, dançar e ouvir música. Também gostava muito de desporto.
Ela vivia num orfanato desde que seus pais morreram num acidente de viação quando ela tinha apenas 5 anos.
Marina era adorada por todos lá no orfanato.
Um dia, chegou ao orfanato uma família que procurava uma criança para adoptar. Ficaram encantados com ela e decidiram adoptá-la.
A dona do orfanato foi ter com Marina.
- Marina, chega aqui!
- Diga, senhora Fátima.
- Tenho uma boa notícia para te dar! Estes senhores vieram aqui para adoptarem uma criança. Estiveram a observar-te enquanto brincavas lá fora e decidiram adoptar-te. – Disse sorrindo a dona do orfanato. Agora, vai arrumar as tuas coisas que vou tratar da papelada com os senhores e daqui a uns 10 minutos, quero-te lá em baixo, está bem?
A senhora Fátima saiu do quarto com o casal Silveira.
A senhora Carol era magra, alta, bonita, tinha o cabelo loiro, médio e encaracolado, e os seus olhos eram azuis. Gostava muito de fazer compras.
O senhor Rafael era alto, moreno, o cabelo era loiro, curto e usava gel. Os seus hobbies eram principalmente surfar. Gostava muito de desporto.
Ambos eram jovens. Rafael era empresário e Carol era cabeleireira.
- Marina, que sorte, não?! – Disse uma amiga dela.
- Pois…
- Que se passa? Não te vejo assim muito animada.
- É que…tenho medo. Desde que vivo aqui, sempre me trataram muito bem e tenho muitos amigos. Agora, nesta altura mudar de “casa”, não me parece que seja o melhor para mim. Além disso fico com medo de perder os meus pais outra vez…
- Percebo-te. Mas não penses nisso agora! Vais ter uma nova família, novos amigos…! Vai ser divertido! E olha, acredita que neste orfanato tem muita gente que queria estar agora no teu lugar.
- Obrigada, amiga! – Abraçou-a – Tens razão. Vou viver uma nova vida, vou começar do zero! Mas de uma coisa podes ter a certeza. Nunca me vou esquecer de ti! Mas também daqui a uns dias volto aqui.
Após ter arrumado as suas coisas, Marina sentou-se no hall de entrada. Chegou o casal juntamente com a senhora Fátima.
- Marina, estes são a senhora Carol e o senhor Rafael, vais agora passar um período experimental na casa deles, se tudo correr bem ficarás a fazer parte da família Silveira.
- Marina, vais ver que vai ser divertido. – Diz a senhora Carol dando-lhe um beijo na cara.
- Vamos, então. – Diz o senhor Rafael.
- Adeus senhora Fátima! – Diz, abraçando-a.
- Adeus Marina. Até daqui a uns dias.
Marina e o casal, entram num BMW preto e arrancam em direcção a sua casa.
Quando chegam, Marina sai do carro e fica boquiaberta. Estava em frente a uma enorme mansão, que pelos vistos, era a casa dos senhores.
Havia um grande jardim rodeando a casa, cheio de flores, arbustos e árvores.
O hall da entrada era muito grande e no centro, havia umas grandes escadas que subiam para o 1º andar. Lá em cima havia um grande corredor cheio de portas que davam aos imensos quartos da casa. Para o decorar, nas paredes havia muitos quadros lindíssimos. Havia móveis luxuosos, belas esculturas e diversos bibelots. A sala tinha um aspecto bastante acolhedor. Num lado, tinha uma bela lareira com um divã em frente. No outro lado da sala, havia um lindo piano preto de cauda, uma mesa de centro, um grande tapete, e um armário com a televisão. E ainda, num outro canto da sala, que fazia de sala de jantar, uma grande mesa de mármore preto. E no tecto uns belíssimos lustres. Resumindo, era uma casa de sonho!
Ouviu-se uma voz e apareceu uma senhora, já um pouco idosa.
- Boa tarde senhores!
Era a governanta da mansão. Tratara da senhora Carol desde pequena e agora ainda trabalhava na sua casa.
A governanta apresentou a Marina aos restantes empregados, mostrou-lhe o cão do casal e o resto da mansão.
Mariana agradeceu-lhe a ajuda. Muito cansada foi deitar-se, adormecendo de imediato.
1º capítulo - O começo de uma nova vida (2ª Parte)
No dia seguinte ao acordar, Marina assustou-se. Estava habituada a dormir numa cama estreita e num quarto pequeno. Olhou em volta e viu que o seu quarto era grande, luxuoso e era todo branco. Mobílias brancas, cama branca, puff branco, armário branco, cortinas brancas, tapetes brancos, etc… Em cima de uma cadeira, estavam uma mini saia de ganga e um top cai-cai preto com brilhantes rosas, que teriam sido deixados lá em cima, pela senhora Carol, para ela usar nesse dia.
- Estou na casa dos senhores Silveira... – Diz ela ao recordar-se.
Bateram à porta.
- Entre.
- Bom dia, menina. Dormiu bem? – Pergunta a governanta.
- Sim. A cama é muito confortável.
- Ainda bem! Olhe, o seu pequeno-almoço já está pronto. Os senhores Silveira já estão na sala de jantar.
- Está bem, já lá vou ter.
A governanta sai do quarto.
Marina pega num roupão e desce para ir tomar o pequeno-almoço.
- Erm… Bom dia. – Diz um pouco intimidada.
- Bom dia! Dormiste bem?
- Sim, obrigada.
- Ham… senta-te nessa cadeira.
- Com licença. – Puxa a cadeira e senta-se.
A mesa tinha por cima uma toalha muito bonita, parecia ser de seda. Em cima havia muita variedade de comida. Desde leite e bolos, a sumos de frutas naturais e torradas.
Durante o pequeno-almoço, não houve muita conversa, mas os senhores Silveira, perguntaram algumas coisas à Marina, sobre a sua vida afim de tentarem perceber mais ou menos como ela era psicologicamente.
Quando acabou de tomar o pequeno-almoço, voltou para o seu quarto.
Viu a governanta a passar pelo corredor e chamou-a.
- Desculpe! Queria fazer-lhe uma pergunta.
- Pois não?
- Queria ir tomar um duche. Podia-me dizer se é aquela porta aqui do quarto?
- Sim, é. Podes ir lá à vontade. Tem tudo do que precisas. Mas se necessitares de algo é só chamar.
- Muito obrigada!
Fechou a porta do quarto e dirigiu-se para a porta do quarto de banho. Pôs a mão na maçaneta da porta e abriu esta, muito lentamente. Ficou boquiaberta. Ela deparava-se com um enorme quarto de banho. Nunca antes tinha visto algo assim. Era quase todo branco, tal como o quarto. Tinha um enorme jacuzzi, um duche, uma sanita, um lavatório, um bidé, um armário lindíssimo cheio de decorações e um grande espelho, com uma borda de ouro. Havia penduradas, toalhas todas bordadas com flores douradas, também. Estava tudo muito brilhante e reluzente.
Marina pensava para si própria como seria possível ter tudo tão limpinho e arrumado.
Ela tomou um duche muito refrescante e utilizou alguns dos muitos champoos que lá havia.
Quando acabou, secou o cabelo, penteou-o, vestiu-se e fez a mochila. Após estar completamente pronta, desceu as escadas e foi então que se deparou com o senhor Rafael.
- Bom dia, Marina. Espera só um pouco que o nosso motorista, já te leva para a escola.
- Está bem. – Senta-se no sofá a observar tudo em seu redor.
- Isto é tudo tão estranho para mim... Espero conseguir acostumar-me. Na escola também não vai ser fácil. Não conheço ninguém. – Pensava ela para si própria.
Passado um pouco, ouve-se uma buzina. Era o motorista a avisar que já podiam ir. Ela despede-se de todos, e vai para a escola. Ao entrar no carro, tem muito cuidado.
No caminho, viu coisas que a espantaram. Coisas que nunca tinha visto. Ia fazendo perguntas ao motorista sobre tudo aquilo.
Chegaram à escola e ela saiu do carro.
A escola era grande. Tinha cinco “pavilhões”. O polivalente (onde se concentravam a maioria dos alunos), o ginásio e os três pavilhões, azul, vermelho e amarelo.
Mal entrou na escola, tentou falar com o porteiro para lhe dar indicações. Mas este não estava, então dirigiu-se para um grupo de rapazes sentados nuns bancos em frente ao poli.
- Desculpem… sou nova aqui na escola. Será que algum de vocês me pode dizer onde fica o gabinete da directora? – Diz ela, um pouco intimidada.
- Sim, claro. É ali ao fundo do corredor. Eu levo-te até lá. - Disse o mais alto.
- Ok, obrigada.
- De nada. Já agora… como te chamas?
- Marina e tu?
- Chamo-me Ricardo... em que ano andas?
- Ando no 9º ano.
- Ah… Então pode ser que fiques na minha turma!
Toca a campainha. Encontram-se em frente à porta do gabinete da diretora.
- Pois, talvez. Mas agora tenho de ir andando. Ainda tenho de falar com a diretora. Xau e obrigada pela ajuda!
- De nada… vemo-nos…por aí…?
- Sim, claro! – Sorri.
Chegando ao gabinete da directora, bate à porta e esta diz para entrar.
- Bom dia. Precisava falar consigo.
- Sim. Senta-te. Então... és aluna desta escola?
- Sim.
- E o que desejas?
- É que eu sou nova nesta escola e queria saber em que turma fico…
- Ah sim. Como te chamas?
- Marina. Marina Castro.
- Hum… Marina... Sim, está aqui o teu nome. Ora, vais ficar no 9ºE. A turma vai ter agora aulas na sala N4, no pavilhão azul. Sabes onde fica?
- Mais ou menos... na verdade não faço a mínima ideia.
- Ao saíres do Polivalente, à direita tens um pavilhão pintado de azul. O número da sala, está indicado na porta. Mas se precisares de ajuda, podes perguntar à funcionário do pavilhão.
- Está bem. Muito obrigada.
- De nada. Mas é melhor despachares-te que já tocou à algum tempo.
Marina saiu do gabinete da directora e dirigiu-se para o pavilhão azul, seguindo as indicações da directora. Por sorte, encontrou logo a sua sala. Ao chegar, bateu à porta.
- Entre.
- Pesso desculpa pelo atraso. Posso entrar?
- Sim o que desejas minha menina?
- Bem é que eu sou uma aluna nova...
- Ah sim, já me tinham falado de ti! És a Marina, não és?
- Sim.
- Muito bem, senta-te ali ao pé do Ricardo, espero que ele não se importe.
- Não, não! – Tira a sua mochila de cima da cadeira vazia. – Não me importo.
Marina senta-se e retira o material da sua mochila. Estavam na aula de Espanhol.
A sala era grande e espaçosa. Era bem iluminada. Tinha em média umas 16 carteiras de dois lugares cada. Nas paredes, havia placares com alguns trabalhos em cartolina feitos pelos alunos. Havia também um armário para se guardar os materiais. E o quadro era grande e branco, utilizava-se um marcador para escrever.
A turma tinha 20 alunos (a contar com a Marina), 11 rapazes e 9 raparigas, a maioria deles pareciam simpáticos.
A professora era simpática. E explicava bem. A única coisa que não admitia era falta de educação, por parte dos alunos.
- Olá Marina. Afinal, sempre ficamos na mesma turma.
- Parece que sim.
- Bem vinda!
- Obrigada. – sorri docemente.
- Meninos! Atenção! Já começamos a aula. – Exclama a professora.
- Desculpe! – Dizem ambos.
- Olha, já conheces a escola? – Sussurra.
- Não, ainda não tive tempo. – Diz baixinho.
- Queres que ta mostre no intervalo?
- Pode ser... Obrigada, estás a ser um querido!
Marina dá um beijo na face do Ricardo.
- Erm… de... de nada! – Gagueja, corado.
Entretanto, toca a campainha, para o intervalo.
- Bom, meninos, podem sair. Até a semana!
Os alunos levantam-se e saem da sala.
___________________
Esperamos que tenham gostado. =)
No dia seguinte ao acordar, Marina assustou-se. Estava habituada a dormir numa cama estreita e num quarto pequeno. Olhou em volta e viu que o seu quarto era grande, luxuoso e era todo branco. Mobílias brancas, cama branca, puff branco, armário branco, cortinas brancas, tapetes brancos, etc… Em cima de uma cadeira, estavam uma mini saia de ganga e um top cai-cai preto com brilhantes rosas, que teriam sido deixados lá em cima, pela senhora Carol, para ela usar nesse dia.
- Estou na casa dos senhores Silveira... – Diz ela ao recordar-se.
Bateram à porta.
- Entre.
- Bom dia, menina. Dormiu bem? – Pergunta a governanta.
- Sim. A cama é muito confortável.
- Ainda bem! Olhe, o seu pequeno-almoço já está pronto. Os senhores Silveira já estão na sala de jantar.
- Está bem, já lá vou ter.
A governanta sai do quarto.
Marina pega num roupão e desce para ir tomar o pequeno-almoço.
- Erm… Bom dia. – Diz um pouco intimidada.
- Bom dia! Dormiste bem?
- Sim, obrigada.
- Ham… senta-te nessa cadeira.
- Com licença. – Puxa a cadeira e senta-se.
A mesa tinha por cima uma toalha muito bonita, parecia ser de seda. Em cima havia muita variedade de comida. Desde leite e bolos, a sumos de frutas naturais e torradas.
Durante o pequeno-almoço, não houve muita conversa, mas os senhores Silveira, perguntaram algumas coisas à Marina, sobre a sua vida afim de tentarem perceber mais ou menos como ela era psicologicamente.
Quando acabou de tomar o pequeno-almoço, voltou para o seu quarto.
Viu a governanta a passar pelo corredor e chamou-a.
- Desculpe! Queria fazer-lhe uma pergunta.
- Pois não?
- Queria ir tomar um duche. Podia-me dizer se é aquela porta aqui do quarto?
- Sim, é. Podes ir lá à vontade. Tem tudo do que precisas. Mas se necessitares de algo é só chamar.
- Muito obrigada!
Fechou a porta do quarto e dirigiu-se para a porta do quarto de banho. Pôs a mão na maçaneta da porta e abriu esta, muito lentamente. Ficou boquiaberta. Ela deparava-se com um enorme quarto de banho. Nunca antes tinha visto algo assim. Era quase todo branco, tal como o quarto. Tinha um enorme jacuzzi, um duche, uma sanita, um lavatório, um bidé, um armário lindíssimo cheio de decorações e um grande espelho, com uma borda de ouro. Havia penduradas, toalhas todas bordadas com flores douradas, também. Estava tudo muito brilhante e reluzente.
Marina pensava para si própria como seria possível ter tudo tão limpinho e arrumado.
Ela tomou um duche muito refrescante e utilizou alguns dos muitos champoos que lá havia.
Quando acabou, secou o cabelo, penteou-o, vestiu-se e fez a mochila. Após estar completamente pronta, desceu as escadas e foi então que se deparou com o senhor Rafael.
- Bom dia, Marina. Espera só um pouco que o nosso motorista, já te leva para a escola.
- Está bem. – Senta-se no sofá a observar tudo em seu redor.
- Isto é tudo tão estranho para mim... Espero conseguir acostumar-me. Na escola também não vai ser fácil. Não conheço ninguém. – Pensava ela para si própria.
Passado um pouco, ouve-se uma buzina. Era o motorista a avisar que já podiam ir. Ela despede-se de todos, e vai para a escola. Ao entrar no carro, tem muito cuidado.
No caminho, viu coisas que a espantaram. Coisas que nunca tinha visto. Ia fazendo perguntas ao motorista sobre tudo aquilo.
Chegaram à escola e ela saiu do carro.
A escola era grande. Tinha cinco “pavilhões”. O polivalente (onde se concentravam a maioria dos alunos), o ginásio e os três pavilhões, azul, vermelho e amarelo.
Mal entrou na escola, tentou falar com o porteiro para lhe dar indicações. Mas este não estava, então dirigiu-se para um grupo de rapazes sentados nuns bancos em frente ao poli.
- Desculpem… sou nova aqui na escola. Será que algum de vocês me pode dizer onde fica o gabinete da directora? – Diz ela, um pouco intimidada.
- Sim, claro. É ali ao fundo do corredor. Eu levo-te até lá. - Disse o mais alto.
- Ok, obrigada.
- De nada. Já agora… como te chamas?
- Marina e tu?
- Chamo-me Ricardo... em que ano andas?
- Ando no 9º ano.
- Ah… Então pode ser que fiques na minha turma!
Toca a campainha. Encontram-se em frente à porta do gabinete da diretora.
- Pois, talvez. Mas agora tenho de ir andando. Ainda tenho de falar com a diretora. Xau e obrigada pela ajuda!
- De nada… vemo-nos…por aí…?
- Sim, claro! – Sorri.
Chegando ao gabinete da directora, bate à porta e esta diz para entrar.
- Bom dia. Precisava falar consigo.
- Sim. Senta-te. Então... és aluna desta escola?
- Sim.
- E o que desejas?
- É que eu sou nova nesta escola e queria saber em que turma fico…
- Ah sim. Como te chamas?
- Marina. Marina Castro.
- Hum… Marina... Sim, está aqui o teu nome. Ora, vais ficar no 9ºE. A turma vai ter agora aulas na sala N4, no pavilhão azul. Sabes onde fica?
- Mais ou menos... na verdade não faço a mínima ideia.
- Ao saíres do Polivalente, à direita tens um pavilhão pintado de azul. O número da sala, está indicado na porta. Mas se precisares de ajuda, podes perguntar à funcionário do pavilhão.
- Está bem. Muito obrigada.
- De nada. Mas é melhor despachares-te que já tocou à algum tempo.
Marina saiu do gabinete da directora e dirigiu-se para o pavilhão azul, seguindo as indicações da directora. Por sorte, encontrou logo a sua sala. Ao chegar, bateu à porta.
- Entre.
- Pesso desculpa pelo atraso. Posso entrar?
- Sim o que desejas minha menina?
- Bem é que eu sou uma aluna nova...
- Ah sim, já me tinham falado de ti! És a Marina, não és?
- Sim.
- Muito bem, senta-te ali ao pé do Ricardo, espero que ele não se importe.
- Não, não! – Tira a sua mochila de cima da cadeira vazia. – Não me importo.
Marina senta-se e retira o material da sua mochila. Estavam na aula de Espanhol.
A sala era grande e espaçosa. Era bem iluminada. Tinha em média umas 16 carteiras de dois lugares cada. Nas paredes, havia placares com alguns trabalhos em cartolina feitos pelos alunos. Havia também um armário para se guardar os materiais. E o quadro era grande e branco, utilizava-se um marcador para escrever.
A turma tinha 20 alunos (a contar com a Marina), 11 rapazes e 9 raparigas, a maioria deles pareciam simpáticos.
A professora era simpática. E explicava bem. A única coisa que não admitia era falta de educação, por parte dos alunos.
- Olá Marina. Afinal, sempre ficamos na mesma turma.
- Parece que sim.
- Bem vinda!
- Obrigada. – sorri docemente.
- Meninos! Atenção! Já começamos a aula. – Exclama a professora.
- Desculpe! – Dizem ambos.
- Olha, já conheces a escola? – Sussurra.
- Não, ainda não tive tempo. – Diz baixinho.
- Queres que ta mostre no intervalo?
- Pode ser... Obrigada, estás a ser um querido!
Marina dá um beijo na face do Ricardo.
- Erm… de... de nada! – Gagueja, corado.
Entretanto, toca a campainha, para o intervalo.
- Bom, meninos, podem sair. Até a semana!
Os alunos levantam-se e saem da sala.
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Esperamos que tenham gostado. =)
Usako escreveu:hummm...ja tou ali a ver romance....estou para ver o que vai acontecer nos proximos capitulos!!!
gatinha...agora quem te ameaça sou eu!!
#mim começa a afiar as facas# gatinha I kill you!!! muhahahahah mete mais!!! lol
Ainda bem que gostaste! : D
Não te preocupes que não vai demorar.

(A gatinha ameaça-te?
LOOL
)samy escreveu:Usako escreveu:hummm...ja tou ali a ver romance....estou para ver o que vai acontecer nos proximos capitulos!!!
gatinha...agora quem te ameaça sou eu!!
#mim começa a afiar as facas# gatinha I kill you!!! muhahahahah mete mais!!! lol
Ainda bem que gostaste! : D
Não te preocupes que não vai demorar.
(A gatinha ameaça-te?LOOL
)
sim samy....a gatinha ameaça-me...se passares pela minha fic vais ver as ameaças de morte que ela me faz...olha tou toda traumatizada com isso...
sim gatinha quero luta..va va anda ca ver ...anda anda... va olha K tenho facas de matar porcos...e de desmanchar os bichos...lol. ah dps tenho akelas facas GRANDES de cozinha!! lol. va va ainda queres luta é!!!???
Olá a todos. Bem, neste momento, como já devem ter reparado
, a fic está parada. Eu e a gatinha andamos muito ocupadas com as aulas e pouco tempo nos sobra para escrever-mos a fic. Vamos aproveitar as féias de Natal para tentar-mos avançar a história. A minha ideia é adiantar-mos um bom número de capítulos para que depois durante as aulas não nos tenhamos de preocupar com isto. Vamos fazer o nosso melhor e tentar melhorar a nossa escrita e tudo o resto. Obrigada. 
Inté**
, a fic está parada. Eu e a gatinha andamos muito ocupadas com as aulas e pouco tempo nos sobra para escrever-mos a fic. Vamos aproveitar as féias de Natal para tentar-mos avançar a história. A minha ideia é adiantar-mos um bom número de capítulos para que depois durante as aulas não nos tenhamos de preocupar com isto. Vamos fazer o nosso melhor e tentar melhorar a nossa escrita e tudo o resto. Obrigada. 
Inté**
Tens de entrar para responderes neste tópico.









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