Um novo futuro
Já há muito que não escrevo nenhuma fanfic de sailor moon.
Título: Um novo Futuro
Rating: Para todas a idades
Disclaimer: A história é da minha autoria mas todos os nomes presentes nesta Fanfic pertencem à criadora de Saior Moon, Naoko Takeuchi.
Nota: Os nomes das personagens estão todas na forma original.
Título: Um novo Futuro
Rating: Para todas a idades
Disclaimer: A história é da minha autoria mas todos os nomes presentes nesta Fanfic pertencem à criadora de Saior Moon, Naoko Takeuchi.
Nota: Os nomes das personagens estão todas na forma original.
Índice
Prólogo - Página 1
Capítulo I - Página 1
Capítulo II {Parte I e II} - Página 1
Prólogo - Página 1
Capítulo I - Página 1
Capítulo II {Parte I e II} - Página 1

http://yunime.ativoforum.com/
Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :)
Prólogo:
Dois anos passaram desde daquela que julgavam ser a última batalha das suas vidas. Cada uma seguira as suas vidas, os seus sonhos e os seus ideais.
Algo misterioso estava prestes acontecer. Inimigo? Nada o indiciava tal. As consequências das inúmeras batalhas entre bem o mal poderiam ser fatais para o equilibro do universo.
Num reino distante duas pessoas falavam numa sala ampla em tons amarelados, cheia de tapeçarias luxosas, cadeirões forrados com o melhor material existente, candeeiros e mesas que reluziam e deslumbravam aquele local.
Sentados em volta de uma mesa, também de cristal, estavam dois homens esbeltos de excelente porte físico. Um deles era moreno de cabelos compridos e lisos, usava um fato azul com vários adornos doirados no lado direito de sua camisa. O outro tinha cabelos da cor do sol e olhos da cor do mar. Usava um fato preto com uma capa dourada presa nos seus ombros.
Ambos falavam de um estranho acontecimento que poderia provocar a destruição do universo.
- Já falta pouco e nada podemos fazer para o combater – Dissera o moreno
- Nem poderíamos fazer majestade – Respondera o loiro
- Aquelas malditas navegantes – Dissera entre dentes
- Apenas defenderam o seu planeta e no fundo também defenderam o nosso reino e todo o universo.
- Mas não pensaram nas consequências que as batalhas poderiam trazer ao mundo. Inconsciência.
Pelos amplos corredores do palácio, uma mulher imponente de cabelos pretos caminhava apressadamente em direcção àquela sala. Lá dentro ambos pareciam estar à espera daquela presença feminina. Bateu a porta.
- Entre.
- Com licença.
- O que trazes?
- Más notícias tanto do futuro como do presente.
- Quais são?
- A rainha da lua está muito mal.
- O que isso tem a ver com o que se está a passar?
- Tem muito a ver. O presente e o futuro estão ligados entre si através de duas pessoas: O rei Endymion e a rainha Serenity que são nada mais nada menos que Mamorou Chiba e Usagi Tsukino no presente. Se algo acontecer a algum deles quer no presente quer no futuro todo o equilíbrio desparecerá e todo o universo ficará perdido no vácuo.
- Essa tal de Usagi é uma das navegantes?
- Correcto. É a navegante da lua.
- A causadora de todo o caos! Merecedora de sofrimento. Diz-me, existe alguma coisa que possa parar a destruição?
- Sim.
O moreno, que anteriormente estava de costas para a figura feminina, olhava agora atentamente para ela.
- Conta.
- Se unirmos os três cristais podemos evitar que todos os planetas e seres sejam destruídos.
- Unir o nosso cristal? Nunca. Não ouso unir o nosso cristal a traidores.
- É a única maneira de salvar tudo, todo o universo! Já temos pouco tempo majestade.
- Não.
- Por favor pense na sua querida mulher. O quanto ela gostaria que vossa majestade se esforçasse para salvar o seu reino, O NOSSO REINO! Pense na sua querida filha, a nossa querida menina, o esplendor de todo o reino.
- Muito bem. Tem o meu aval – Dissera enquanto olhava para o retracto que mandara pintar horas antes da morte da sua esposa.
*

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Novas novidades irão aparecer fica atento :)
gosto muito estou á espera de mais
Ai logo de manhã quando acordar, quero sentir a cortina branca abanar ao vento, o relógio do cuco vais dar às 07:00 horas, oiço a mãe a gritar “Levanta-te se não chegas atrasada” e meia a dormir respondo “Só quero dormir mais 3 minutos”, chego sempre atrasada a escola, e a professora diz-me para ficar no corredor, tenho péssimas notas nos testes, depois da escola vamos comer biscoitos, e eu adoro ver os vestidos nas montras das lojas, ai estas pequeninas coisas fazem-me tão feliz… Adorava ter essa vida assim outra vez como tive…
Muito obrigado às duas 
A razão por não ter postado mais nenhum capítulo é devido ao facto de estar a rever e a reescrever o prólogo. Quando estava a escrever o capítulo apercebi-me que o que tinha escrito não tinha nada a ver comigo. Postarei em breve o prólogo modificado

A razão por não ter postado mais nenhum capítulo é devido ao facto de estar a rever e a reescrever o prólogo. Quando estava a escrever o capítulo apercebi-me que o que tinha escrito não tinha nada a ver comigo. Postarei em breve o prólogo modificado


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xi ao tempo que não vinha actualizar isto 
o que é certo é que certo é que vim e com capítulo acabado de ser escrito. Confesso que estou a começar a perder a prática. Este capítulo tem 4 páginas de word - para evitar que fique tudo num só assim perdia a piada assim no próximo terá mais porque até já sei por onde pegar.
Espero que gostem
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Se tiverem alguma coisa para apontar ou dar sugestões/dicas para melhorar digam sem problemas. Todas as vossas opiniões serão bem vindas
A segunda parte de estranhos reencontros vai ser escrita e brevemente estará aqui para vós

o que é certo é que certo é que vim e com capítulo acabado de ser escrito. Confesso que estou a começar a perder a prática. Este capítulo tem 4 páginas de word - para evitar que fique tudo num só assim perdia a piada assim no próximo terá mais porque até já sei por onde pegar.
Espero que gostem

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Capítulo I
~ Estranhos Reencontros – Parte I ~
~ Estranhos Reencontros – Parte I ~
O dia nascera calmo e sereno. A brisa, característica das manhãs de Setembro, fazia dançar os ramos, já despidos, das árvores nos parques e nas avenidas daquele local sossegado. As primeiras pessoas começavam a circular na avenida principal. Umas preparavam-se para mais um dia de trabalho, outras preparavam-se para deixar as suas crianças nas escolas antes de se dirigirem para o seu emprego e outros tantos jovens preparavam-se para o seu primeiro dia de aulas.
Depressa, a avenida que há poucas horas estava silenciosa estava agora num turbilhão de sons.
Não muito longe da principal avenida havia um bairro bastante acolhedor. Nesse bairro vivia uma rapariga dócil, de cabelos lisos e louros que brilhavam como sol num dia de primavera, os seus olhos azuis-claros faziam lembrar o mar a quem se atrevesse a olhar para eles. Na casa ao lado vivia a sua melhor amiga, a sua amiga de infância. Os seus cabelos eram lisos e sedosos, presos numa trança, os seus olhos verde limão faziam delirar os rapazes e fazia inveja a outras colegas da escola.
A rapariga morena saiu de casa e de dirigiu-se à casa da rapariga loira. Tocou à campainha e a rapariga de cabelos loiros abriu-lhe a porta.
- Bom dia! – Dissera a morena alegremente.
- Bom dia… Aya-chan. Como podes ter essa energia logo pela manhã? – Perguntara a loira enquanto bocejava.
- Usa-chan… porque é de manhã que se começa o dia. E eu tenho de estar preparada para este ano conseguir uma boa média. Sabes que quanto melhor for a média no primeiro período melhor será no final do terceiro período. – Dissera a morena. - Sabes bem que tenho o sonho de ser médica e de ter uma clínica só minha e por isso preciso de tirar boas notas. Quero ser a melhor da escola.
- Herr….pois… Mas Aya-chan ainda é o primeiro dia.
- Se quero tirar as melhores notas tenho de perceber como o professor se comporta e ensina e isso só no primeiro dia. Usa-chan, já pensaste no que queres tirar quando acabarmos o secundário?
- Humm… quero ser professora… É isso quero ser professora! – Dissera a loira enquanto forçava um sorriso.
- E queres ser professora de quê? – Perguntara.
- De Matemática. – Dissera Usagi. Ela sabia que não tinha hipóteses de ensinar uma disciplina na qual ela odiava e ainda por cima tinha más notas, ou tivera até então. A sua amiga riu-se pois, sabia que esse sonho era um pouco impossível. No entanto, Aya sabia que Usagi Tsukino era determinada, lutava sempre para conseguir aquilo que queria e como tal Aya dava a força necessária para que a sua amiga prosseguisse o seu maior sonho.
A distância que ambas tinham de percorrer parecia longa apesar de apenas ficarem a quinze minutos do destino. Mas algo despertara o interesse de Usagi Tsukino, mas mais do que tudo que lhe interessava, despertara-lhe um arrepio forte. Arrepio que percorria todo o seu corpo. Sentimentos confusos despoletaram na sua mente quando o rapaz mais popular da escola lhe olhara com os seus olhos azuis-escuros. Usagi tinha a sensação que o conhecia de algum lado, que noutros tempos o vira, que o amava. Tudo isso fora esquecido quando a sua amiga e a namorada de Mamorou Chiba os chamaram à terra.
- Usa-chan, que se passou? – Dissera preocupada.
- Não foi nada. – Dissera esboçando um sorriso. – Olha, está ali o Umino-kun e a Naru-chan!
Depressa, a avenida que há poucas horas estava silenciosa estava agora num turbilhão de sons.
Não muito longe da principal avenida havia um bairro bastante acolhedor. Nesse bairro vivia uma rapariga dócil, de cabelos lisos e louros que brilhavam como sol num dia de primavera, os seus olhos azuis-claros faziam lembrar o mar a quem se atrevesse a olhar para eles. Na casa ao lado vivia a sua melhor amiga, a sua amiga de infância. Os seus cabelos eram lisos e sedosos, presos numa trança, os seus olhos verde limão faziam delirar os rapazes e fazia inveja a outras colegas da escola.
A rapariga morena saiu de casa e de dirigiu-se à casa da rapariga loira. Tocou à campainha e a rapariga de cabelos loiros abriu-lhe a porta.
- Bom dia! – Dissera a morena alegremente.
- Bom dia… Aya-chan. Como podes ter essa energia logo pela manhã? – Perguntara a loira enquanto bocejava.
- Usa-chan… porque é de manhã que se começa o dia. E eu tenho de estar preparada para este ano conseguir uma boa média. Sabes que quanto melhor for a média no primeiro período melhor será no final do terceiro período. – Dissera a morena. - Sabes bem que tenho o sonho de ser médica e de ter uma clínica só minha e por isso preciso de tirar boas notas. Quero ser a melhor da escola.
- Herr….pois… Mas Aya-chan ainda é o primeiro dia.
- Se quero tirar as melhores notas tenho de perceber como o professor se comporta e ensina e isso só no primeiro dia. Usa-chan, já pensaste no que queres tirar quando acabarmos o secundário?
- Humm… quero ser professora… É isso quero ser professora! – Dissera a loira enquanto forçava um sorriso.
- E queres ser professora de quê? – Perguntara.
- De Matemática. – Dissera Usagi. Ela sabia que não tinha hipóteses de ensinar uma disciplina na qual ela odiava e ainda por cima tinha más notas, ou tivera até então. A sua amiga riu-se pois, sabia que esse sonho era um pouco impossível. No entanto, Aya sabia que Usagi Tsukino era determinada, lutava sempre para conseguir aquilo que queria e como tal Aya dava a força necessária para que a sua amiga prosseguisse o seu maior sonho.
A distância que ambas tinham de percorrer parecia longa apesar de apenas ficarem a quinze minutos do destino. Mas algo despertara o interesse de Usagi Tsukino, mas mais do que tudo que lhe interessava, despertara-lhe um arrepio forte. Arrepio que percorria todo o seu corpo. Sentimentos confusos despoletaram na sua mente quando o rapaz mais popular da escola lhe olhara com os seus olhos azuis-escuros. Usagi tinha a sensação que o conhecia de algum lado, que noutros tempos o vira, que o amava. Tudo isso fora esquecido quando a sua amiga e a namorada de Mamorou Chiba os chamaram à terra.
- Usa-chan, que se passou? – Dissera preocupada.
- Não foi nada. – Dissera esboçando um sorriso. – Olha, está ali o Umino-kun e a Naru-chan!
*
Não muito longe daquele quarteto, encontrava-se o grupo mais popular e invejado da escola. Uma rapariga alta, esbelta de cabelos pretos arroxeados e de olhos púrpura falara para o seu namorado num tom ciumento.
- Quem era aquela miúda?
- Não sei.
- Se não sabes porque é que olhaste para ela? Achas que é mais gira e perfeita do que eu?
- Longe disso, Rey! Sabes bem que não ninguém mais perfeito do que tu!
- Se não é isso, porque é que olhaste para ela?
- Não sei. Quando a vi senti um arrepio a percorrer todo o meu corpo, como se a conhecesse, como se a tivesse visto noutra vida. Senti uma pontada forte no meu coração, como se eu amasse ou a tivesse amado numa outra vida. Pode parecer estúpido mas foi o que senti quando vi os seus longos cabelos loiros a iluminar o dia e vi o mar nos seus olhos azuis-claros.
Rey estava confusa e ao mesmo tempo aparvalhada. Como poderia ele olhar para alguém tão parvo quanto aquela que estava à sua frente. Sabia bem que ele, Mamorou, jamais iria ter alguém ou encontrar alguém melhor e mais perfeita do que Rey Hino. No entanto, a morena escondera, entre ciúmes e raiva, o sentimento que realmente sentira quando vira a loira. Rey sentira que conhecia, assim como, o seu namorado, aquela rapariga. Um arrepio percorrera, igualmente, o seu corpo. Um sentimento forte, que ela sentira, mas que à viva força queria ignorar devido ao seu grande orgulho e à sua grande altivez.
Uma presença feminina aproximava-se sem Rey dar por isso. Preocupada com amiga dissera:
- Rey que se passa?
- Não foi nada.
- Tens a certeza?
- Tenho. Diz-me uma coisa achas que devo me preocupar com aquela ali? – Dissera enquanto apontava para Usagi.
- Ah ah ah ah- Rira-se a rapariga de cabelos verdes curtos – Não precisas de te preocupar com nada… Ela não chega aos teus pés. Para além disso, Mamorou só tem olhos para ti.
- Sim Petz. – Assentira a morena. – Tens razão.
- Quem era aquela miúda?
- Não sei.
- Se não sabes porque é que olhaste para ela? Achas que é mais gira e perfeita do que eu?
- Longe disso, Rey! Sabes bem que não ninguém mais perfeito do que tu!
- Se não é isso, porque é que olhaste para ela?
- Não sei. Quando a vi senti um arrepio a percorrer todo o meu corpo, como se a conhecesse, como se a tivesse visto noutra vida. Senti uma pontada forte no meu coração, como se eu amasse ou a tivesse amado numa outra vida. Pode parecer estúpido mas foi o que senti quando vi os seus longos cabelos loiros a iluminar o dia e vi o mar nos seus olhos azuis-claros.
Rey estava confusa e ao mesmo tempo aparvalhada. Como poderia ele olhar para alguém tão parvo quanto aquela que estava à sua frente. Sabia bem que ele, Mamorou, jamais iria ter alguém ou encontrar alguém melhor e mais perfeita do que Rey Hino. No entanto, a morena escondera, entre ciúmes e raiva, o sentimento que realmente sentira quando vira a loira. Rey sentira que conhecia, assim como, o seu namorado, aquela rapariga. Um arrepio percorrera, igualmente, o seu corpo. Um sentimento forte, que ela sentira, mas que à viva força queria ignorar devido ao seu grande orgulho e à sua grande altivez.
Uma presença feminina aproximava-se sem Rey dar por isso. Preocupada com amiga dissera:
- Rey que se passa?
- Não foi nada.
- Tens a certeza?
- Tenho. Diz-me uma coisa achas que devo me preocupar com aquela ali? – Dissera enquanto apontava para Usagi.
- Ah ah ah ah- Rira-se a rapariga de cabelos verdes curtos – Não precisas de te preocupar com nada… Ela não chega aos teus pés. Para além disso, Mamorou só tem olhos para ti.
- Sim Petz. – Assentira a morena. – Tens razão.
*
Som da campainha estridente da escola tocara para o primeiro dia de aulas de mais um ano lectivo que agora começava. Os corredores estavam entulhados de jovens à procura da sua sala, outros que estavam à espera dos professores. O silêncio invadia cada metro, cada canto daquele corredor. Há medida que o grupo popular caminhava pelo corredor, os jovens e as jovens suspiravam. As namoradas ciumentas, há medida que apressavam juntamente com os rapazes, apertavam os braços dos amados e fuzilavam cada moça apaixonada que se atrevesse a dirigir aos seus homens.
Depressa chegaram onde a turma de Usagi iria ter aulas. Mamorou, mais uma vez não conseguira evitar olhar para aquela rapariga fascinante. Novamente sentira os mesmos sentimentos que sentira de manhã. Aquele arrepio, aquela facada sentida no seu coração tinham voltado. Usagi, que até agora ainda não tinha reparado na presença masculina, apercebera-se, que ele, olhara para ela fixamente. Ela partilhava dos mesmos sentimentos que Mamorou. O arrepio, a facada e a sensação que o conhecia de algum lugar não a deixava, perseguia-a para todo o sítio onde os seus olhos se cruzavam. O momento de admiração de ambas as partes fora quebrado por Rey.
- Olha miúda! Estou te avisar! Não te metas com ele! Senão….
Uma voz feminina, que entretanto aparecera por de trás de Rey, não deixara Usagi proferir nenhuma palavra. A voz feminina riu-se e disse:
- Se não o quê Rey? Bates na rapariga? Tens coragem para isso?
- Quem és tu? – Dissera a fogosa rapariga – Não…Tenho medo de miúdas do oitavo grau. Para salvar a minha relação faço tudo e para isso não me falta coragem. Se for preciso bato nela!
- Ah! Ah! Ah! – Rira-se a rapariga de cabelos castanhos presos num rabo-de-cavalo. – Olha, Rey, eu pensava que tu tinhas, era medo de estragar as unhas. Ainda me lembro daquela vez que bateste com dedo, partiste a unha e desataste aos gritos!
- Como te atreves? – Disse indignada.
- Como me atrevo? Isso pergunto eu a ti! – Dissera apontando o dedo a Rey – Como te atreves a ameaçar alguém? Sabes…
Do nada uma voz forte masculina aparecera. Interrompendo o discurso da rapariga resmungou:
- Que se passa aqui?!
Todos os alunos ficaram em sentido. O professor de cabelos vermelhos tinha fama de ser rude e bruto. Os alunos respeitavam aquele professor. Tinham receio do que poderia acontecer caso resolvessem responder ao professor de Matemática, o mais certo seria castigo depois das aulas. Apesar rude e um pouco abrutalhado, era um homem com charme e um corpo bem definido. O seu cabelo curto espetado dava um ar bem mais jovial do que aquilo que aparentava ter, os seus olhos cor de chocolate cativava as pessoas, embora o seu orgulho obrigasse a esconder toda a sua bondade e doçura por debaixo de uma capa que transmitia rudeza e frieza perante os seus alunos e colegas de trabalho. Apenas mostrava o seu lado romântico a uma pessoa e só pessoa.
- A menina é desta turma? Como se chama?
- Sim professor. – Assentira a rapariga - O meu nome é Makoto Kino.
- Muito bem. – Dissera altivamente - Vou deixar passar este desaforo. Mas que não se repita, estamos entendidos?
- Sim.
- Pode entrar dentro da sala. – Dissera enquanto se dirigia para Rey – A menina a que ano pertence?
- Décimo.
- Não devia estar a ter aulas neste momento? – Inquiria Koji
- Sim professor mas elas…
- Desapareça. O que me tiver de contar conte ao seu director de turma.
Rey juntamente com o resto do grupo desaparecera naquele corredor que parecia não ter fim.
- Muito Bem. Sentem-se. Sou muito claro, exijo respeito e muito silêncio. Enquanto eu estiver a falar, ninguém mas ninguém se atreve a falar. Entendidos?
- Sim. – Disseram os alunos em uníssono
O professor Koji, entretanto chamara a rapariga de cabelos castanhos para se apresentar à turma. Makoto, depois de subir ao pequeno estrado de madeira clara, repara num doce rapaz loiro de olhos azuis que estava nas últimas carteiras da sala. Após se apresentar Makoto dirigiu-se às penúltimas carteiras e sentou-se ao pé do rapaz loiro.
- Olá. – Dissera sorridente.
Não obtivera resposta. Simplesmente tinha sido ignorada, o que a deixara terrivelmente irritada. Enquanto a aula decorria, Makoto não conseguia deixar de pensar no que sentira quando esteve frente-a-frente com Rey, Mamorou e Usagi. Todos aqueles calafrios que sentiram eram semelhantes ao que os outros tinham sentido.
Ela sentia que tinha de proteger alguém mas quem? Essa era a questão que teimava em não sair da cabeça da rapariga. Mas proteger quem? Makoto não conhecia aquela rapariga nem ninguém. Afinal de contas era nova naquela escola. O tempo foi avançando aos poucos e poucos e o momento mais esperado chegou: o toque da campainha. Rapidamente os corredores se encheram de grupos e grupinhos. O que parecia que estava morto e frio estava novamente vivo e cheio de calor humano. O grupo de Usagi caminhava calmamente em direcção ao bar da escola, quando Usagi repara que Makoto se encontrava sozinha e aparentemente triste.
Usagi sempre fora bondosa e dócil. O que mais detestava era ver alguém sozinho e triste num canto e como tal era capaz de deixar o grupo onde estava inserida para se juntar à pessoa sozinha, independentemente do preço a apagar pelas suas acções tão afáveis. Aya e Naru insistiam para que Usagi não cometesse nenhum risco desnecessário, mas nada do que pudessem dizer faria com que Usagi mudasse de ideias. Acreditava que seguir o seu coração sempre fora o melhor para resolver problemas, aliás quase todos os seus problemas, e raramente se enganava. O seu olhar carinhoso conquistava até a pessoa mais odiosa e maldosa. Dirigiu-se até à sua colega.
- Olá! – Cumprimentava a loira. – Chamo-me Usagi Tsukino. És a Makoto certo? Muito prazer.
Usagi estendera-lhe a mão sorrindo. Makoto ao ver o gesto carinhoso e a coragem que ela tivera em falar com ela retribuiu também com um sorriso.
- Muito prazer. Sim o meu nome é Makoto Kino.
- Que estás aqui a fazer sozinha? – Questionara a loira.
- Estou aqui porque ninguém gosta de estar ao pé de mim. Agora todos têm medo de mim porque foi lançado o boato de que eu batia em toda a gente. Não tenho bom feitio nem nunca o tive e não é agora que ele vai mudar para melhor. Apenas peço que me dêem uma oportunidade para mostrar o quanto eu consigo ser bondosa e amiga para os outros.
- Eu dou-te essa oportunidade. Quero ser tua amiga mako-chan.
- Obrigada usa-chan – Dissera enquanto retribuía com um sorriso doce.
- Deixa-me apresentar as minhas melhores amigas. Aya-chan e Naru-chan.
- Muito prazer. – Disseram, desconfiadas, as duas raparigas.
Depressa chegaram onde a turma de Usagi iria ter aulas. Mamorou, mais uma vez não conseguira evitar olhar para aquela rapariga fascinante. Novamente sentira os mesmos sentimentos que sentira de manhã. Aquele arrepio, aquela facada sentida no seu coração tinham voltado. Usagi, que até agora ainda não tinha reparado na presença masculina, apercebera-se, que ele, olhara para ela fixamente. Ela partilhava dos mesmos sentimentos que Mamorou. O arrepio, a facada e a sensação que o conhecia de algum lugar não a deixava, perseguia-a para todo o sítio onde os seus olhos se cruzavam. O momento de admiração de ambas as partes fora quebrado por Rey.
- Olha miúda! Estou te avisar! Não te metas com ele! Senão….
Uma voz feminina, que entretanto aparecera por de trás de Rey, não deixara Usagi proferir nenhuma palavra. A voz feminina riu-se e disse:
- Se não o quê Rey? Bates na rapariga? Tens coragem para isso?
- Quem és tu? – Dissera a fogosa rapariga – Não…Tenho medo de miúdas do oitavo grau. Para salvar a minha relação faço tudo e para isso não me falta coragem. Se for preciso bato nela!
- Ah! Ah! Ah! – Rira-se a rapariga de cabelos castanhos presos num rabo-de-cavalo. – Olha, Rey, eu pensava que tu tinhas, era medo de estragar as unhas. Ainda me lembro daquela vez que bateste com dedo, partiste a unha e desataste aos gritos!
- Como te atreves? – Disse indignada.
- Como me atrevo? Isso pergunto eu a ti! – Dissera apontando o dedo a Rey – Como te atreves a ameaçar alguém? Sabes…
Do nada uma voz forte masculina aparecera. Interrompendo o discurso da rapariga resmungou:
- Que se passa aqui?!
Todos os alunos ficaram em sentido. O professor de cabelos vermelhos tinha fama de ser rude e bruto. Os alunos respeitavam aquele professor. Tinham receio do que poderia acontecer caso resolvessem responder ao professor de Matemática, o mais certo seria castigo depois das aulas. Apesar rude e um pouco abrutalhado, era um homem com charme e um corpo bem definido. O seu cabelo curto espetado dava um ar bem mais jovial do que aquilo que aparentava ter, os seus olhos cor de chocolate cativava as pessoas, embora o seu orgulho obrigasse a esconder toda a sua bondade e doçura por debaixo de uma capa que transmitia rudeza e frieza perante os seus alunos e colegas de trabalho. Apenas mostrava o seu lado romântico a uma pessoa e só pessoa.
- A menina é desta turma? Como se chama?
- Sim professor. – Assentira a rapariga - O meu nome é Makoto Kino.
- Muito bem. – Dissera altivamente - Vou deixar passar este desaforo. Mas que não se repita, estamos entendidos?
- Sim.
- Pode entrar dentro da sala. – Dissera enquanto se dirigia para Rey – A menina a que ano pertence?
- Décimo.
- Não devia estar a ter aulas neste momento? – Inquiria Koji
- Sim professor mas elas…
- Desapareça. O que me tiver de contar conte ao seu director de turma.
Rey juntamente com o resto do grupo desaparecera naquele corredor que parecia não ter fim.
- Muito Bem. Sentem-se. Sou muito claro, exijo respeito e muito silêncio. Enquanto eu estiver a falar, ninguém mas ninguém se atreve a falar. Entendidos?
- Sim. – Disseram os alunos em uníssono
O professor Koji, entretanto chamara a rapariga de cabelos castanhos para se apresentar à turma. Makoto, depois de subir ao pequeno estrado de madeira clara, repara num doce rapaz loiro de olhos azuis que estava nas últimas carteiras da sala. Após se apresentar Makoto dirigiu-se às penúltimas carteiras e sentou-se ao pé do rapaz loiro.
- Olá. – Dissera sorridente.
Não obtivera resposta. Simplesmente tinha sido ignorada, o que a deixara terrivelmente irritada. Enquanto a aula decorria, Makoto não conseguia deixar de pensar no que sentira quando esteve frente-a-frente com Rey, Mamorou e Usagi. Todos aqueles calafrios que sentiram eram semelhantes ao que os outros tinham sentido.
Ela sentia que tinha de proteger alguém mas quem? Essa era a questão que teimava em não sair da cabeça da rapariga. Mas proteger quem? Makoto não conhecia aquela rapariga nem ninguém. Afinal de contas era nova naquela escola. O tempo foi avançando aos poucos e poucos e o momento mais esperado chegou: o toque da campainha. Rapidamente os corredores se encheram de grupos e grupinhos. O que parecia que estava morto e frio estava novamente vivo e cheio de calor humano. O grupo de Usagi caminhava calmamente em direcção ao bar da escola, quando Usagi repara que Makoto se encontrava sozinha e aparentemente triste.
Usagi sempre fora bondosa e dócil. O que mais detestava era ver alguém sozinho e triste num canto e como tal era capaz de deixar o grupo onde estava inserida para se juntar à pessoa sozinha, independentemente do preço a apagar pelas suas acções tão afáveis. Aya e Naru insistiam para que Usagi não cometesse nenhum risco desnecessário, mas nada do que pudessem dizer faria com que Usagi mudasse de ideias. Acreditava que seguir o seu coração sempre fora o melhor para resolver problemas, aliás quase todos os seus problemas, e raramente se enganava. O seu olhar carinhoso conquistava até a pessoa mais odiosa e maldosa. Dirigiu-se até à sua colega.
- Olá! – Cumprimentava a loira. – Chamo-me Usagi Tsukino. És a Makoto certo? Muito prazer.
Usagi estendera-lhe a mão sorrindo. Makoto ao ver o gesto carinhoso e a coragem que ela tivera em falar com ela retribuiu também com um sorriso.
- Muito prazer. Sim o meu nome é Makoto Kino.
- Que estás aqui a fazer sozinha? – Questionara a loira.
- Estou aqui porque ninguém gosta de estar ao pé de mim. Agora todos têm medo de mim porque foi lançado o boato de que eu batia em toda a gente. Não tenho bom feitio nem nunca o tive e não é agora que ele vai mudar para melhor. Apenas peço que me dêem uma oportunidade para mostrar o quanto eu consigo ser bondosa e amiga para os outros.
- Eu dou-te essa oportunidade. Quero ser tua amiga mako-chan.
- Obrigada usa-chan – Dissera enquanto retribuía com um sorriso doce.
- Deixa-me apresentar as minhas melhores amigas. Aya-chan e Naru-chan.
- Muito prazer. – Disseram, desconfiadas, as duas raparigas.
*
A alguma distância dali existia uma grande mansão. Situada numa falésia com vista para o mar vivia um quinteto composto por quatro mulheres e um homem. Uma das mulheres era alta, tinha cabelo curto e loiro e tinha olhos azuis, na maioria das vezes era confundida com um rapaz devido à sua maneira de se vestir. A sua companheira e amada, tinha uma silhueta feminina, o seu cabelo azul-marinho dava-lhe um certo charme e uma beldade única. A terceira mulher era alta como a loira, tinha cabelos pretos esverdeados compridos presos no alto da cabeça. Vivia ali uma quarta pessoa juntamente com o seu pai. Tratava-se uma criança. Tinha apenas dez anos.
Se tiverem alguma coisa para apontar ou dar sugestões/dicas para melhorar digam sem problemas. Todas as vossas opiniões serão bem vindas

A segunda parte de estranhos reencontros vai ser escrita e brevemente estará aqui para vós


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Novas novidades irão aparecer fica atento :)
Depois de ter perdido a continuação do capítulo I vezes sem conta escrevi novamente e aqui está o que falta ligeiramente diferente daquilo que estava planeado.
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A tarde, apesar de se notar o fresco característico da época, ainda convidava a longos passeios. Era isso que duas jovens apaixonadas faziam. Ambas contemplavam o mar e sentiam o cheiro e a brisa tão específica daquele local. Ambos os elementos tinham uma certa ligação àquelas duas raparigas. Uma delas apresentava uma faceta bastante séria, ao contrário daquilo que era costume, sentia que alguma coisa ia acontecer. Mas o quê? Perguntara-se a si própria vezes sem conta. Toda aquela quietude provocava-lhe arrepios e uma tensão na sua alma.
A outra jovem olhava-a com admiração mas a seriedade da sua amada não lhe passava despercebida. Fora a outra que quebrara todo o silêncio.
- O mar está calmo – Dissera enquanto molhava a sua mão esperando que pudesse ver algo – Estou arrepiada.
- Sim, está calmo e está belo como tu. – Dissera-lhe numa tentativa brusca de animar a sua companheira.
Michiru, corava sempre, e cada vez que, Haruka, lhe fazia elogios. Desta vez era tudo diferente. Aquele ser belo e esplêndido estava fechado e apenas esboçava um pequeno sorriso.
- O vento. – Dissera. – O vento, Haruka.
- Que tem o vento? – Perguntara-lhe sem perceber nada.
- Está agreste, muito agreste… - respondera-lhe ainda mais secamente.
- Não acho que esteja. Mas porque dizes que está agreste?! Michiru!
Sem dar por isso, a guerreira dos mares e dos oceanos, levantou-se em direção ao mar cristalino e mergulhou nas profundezas sem deixar rasto.
Preocupada, a guerreira dos ventos, seguiu-a mas sem sucesso. Mergulhou em busca da sua querida mas sem resultados. Michiru tinha desaparecido.
Haruka não queria acreditar naquilo que acontecera. Desorientada, olhava e andava de um lado para o outro em busca de respostas, mas nada lhe ocorrera para desvendar este desaparecimento misterioso.
A outra jovem olhava-a com admiração mas a seriedade da sua amada não lhe passava despercebida. Fora a outra que quebrara todo o silêncio.
- O mar está calmo – Dissera enquanto molhava a sua mão esperando que pudesse ver algo – Estou arrepiada.
- Sim, está calmo e está belo como tu. – Dissera-lhe numa tentativa brusca de animar a sua companheira.
Michiru, corava sempre, e cada vez que, Haruka, lhe fazia elogios. Desta vez era tudo diferente. Aquele ser belo e esplêndido estava fechado e apenas esboçava um pequeno sorriso.
- O vento. – Dissera. – O vento, Haruka.
- Que tem o vento? – Perguntara-lhe sem perceber nada.
- Está agreste, muito agreste… - respondera-lhe ainda mais secamente.
- Não acho que esteja. Mas porque dizes que está agreste?! Michiru!
Sem dar por isso, a guerreira dos mares e dos oceanos, levantou-se em direção ao mar cristalino e mergulhou nas profundezas sem deixar rasto.
Preocupada, a guerreira dos ventos, seguiu-a mas sem sucesso. Mergulhou em busca da sua querida mas sem resultados. Michiru tinha desaparecido.
Haruka não queria acreditar naquilo que acontecera. Desorientada, olhava e andava de um lado para o outro em busca de respostas, mas nada lhe ocorrera para desvendar este desaparecimento misterioso.
*
Num planeta longínquo, mais precisamente, nos confins do sistema solar, existia um local tenebroso como a noite. Lá viviam três mulheres e três homens. A três mulheres eram altas e esbeltas, já os homens apresentavam, ter um excelente porte físico.
Uma das mulheres tinha ar de ser a rainha. Usava uma tiara e ao centro estava uma jóia negra – talvez fizesse lembrar o cristal negro que o circo da lua morta havia usado há alguns anos atrás – Os seus cabelos pretos estavam presos por uma grande trança que ia até à sua cintura. As outras duas mulheres, ou melhor, raparigas pareciam ser as suas filhas. A mais nova usava os seus cabelos castanhos presos num rabo-de-cavalo, enquanto, que a mais velha preferia usar os seus cabelos pretos soltos.
O rei usava um fato negro. Tão negro como a sua maldade. Esta suposta realeza estava ali com suposto objetivo. Mas qual seria?
- Meu querido.
- Sim minha querida.
- Preciso de ação. De muita ação.
- E vais tê-la.
- Quando?
- Muito em breve minha querida…
Uma das mulheres tinha ar de ser a rainha. Usava uma tiara e ao centro estava uma jóia negra – talvez fizesse lembrar o cristal negro que o circo da lua morta havia usado há alguns anos atrás – Os seus cabelos pretos estavam presos por uma grande trança que ia até à sua cintura. As outras duas mulheres, ou melhor, raparigas pareciam ser as suas filhas. A mais nova usava os seus cabelos castanhos presos num rabo-de-cavalo, enquanto, que a mais velha preferia usar os seus cabelos pretos soltos.
O rei usava um fato negro. Tão negro como a sua maldade. Esta suposta realeza estava ali com suposto objetivo. Mas qual seria?
- Meu querido.
- Sim minha querida.
- Preciso de ação. De muita ação.
- E vais tê-la.
- Quando?
- Muito em breve minha querida…
*
Estava acabar mais um dia de trabalho para muita gente e o dia de aulas para muitos jovens. Muitos voltavam para as suas casas para o merecido descanso que tanto ansiavam. Era exatamente isso que uma criança e uma mulher adulta faziam num final de tarde brilhante e em tons alaranjados.
Minutos passaram, e para aquelas duas que regressavam a casa, uma surpresa esperava-as.
– Haruka! Michiru! Chegámos! – Não obtivera resposta. O silêncio ocupara aquela mansão que anteriormente era alegre e tinha vida agora só reinava a tristeza e a mágoa. O espanto tinha invadido aquelas duas figuras. Procuraram e reprocuraram mas sem sucesso até que a pequena, Hotaru, se lembrara do local onde Haruka se dirigia sempre que estava chateada ou triste. Dirigiram-se para lá. O cenário era triste e negro. Haruka, estava destroçada, tentava afogar a sua mágoa na bebida, ao contrário daquilo que era habitual.
- Haruka! – Dissera Setsuna – Que passou?
Não proferira nenhuma palavra. Estava sem falas, sem forças para conseguir dizer fosse qual fosse a palavra.
- A Michiru?
- Despareceu.
- O quê? – Disseram em uníssono. – Como assim desapareceu?
- Estávamos na praia sentadas à beira-mar, quando ela meteu a sua mão direita na água e disse que o mar estava calmo. Uns minutos depois falou no vento, disse que estava agreste, levantou-se e dirigiu-se ao mar onde desapareceu. – Dissera cabisbaixa. – Ainda tentei procura-la… até mergulhei mas ela tinha mesmo desaparecido.
Minutos passaram, e para aquelas duas que regressavam a casa, uma surpresa esperava-as.
– Haruka! Michiru! Chegámos! – Não obtivera resposta. O silêncio ocupara aquela mansão que anteriormente era alegre e tinha vida agora só reinava a tristeza e a mágoa. O espanto tinha invadido aquelas duas figuras. Procuraram e reprocuraram mas sem sucesso até que a pequena, Hotaru, se lembrara do local onde Haruka se dirigia sempre que estava chateada ou triste. Dirigiram-se para lá. O cenário era triste e negro. Haruka, estava destroçada, tentava afogar a sua mágoa na bebida, ao contrário daquilo que era habitual.
- Haruka! – Dissera Setsuna – Que passou?
Não proferira nenhuma palavra. Estava sem falas, sem forças para conseguir dizer fosse qual fosse a palavra.
- A Michiru?
- Despareceu.
- O quê? – Disseram em uníssono. – Como assim desapareceu?
- Estávamos na praia sentadas à beira-mar, quando ela meteu a sua mão direita na água e disse que o mar estava calmo. Uns minutos depois falou no vento, disse que estava agreste, levantou-se e dirigiu-se ao mar onde desapareceu. – Dissera cabisbaixa. – Ainda tentei procura-la… até mergulhei mas ela tinha mesmo desaparecido.

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Capítulo II
~Estranhos Reencontros – parte II ~
Cinco raparigas e um rapaz caminhavam alegremente sem preocupação alguma.
- Vamos comer um gelado? – Sugeria a gulosa Usagi Tsukino
- Usa, tu não tens emenda! – Rira-se a sua melhor amiga
- Ainda bem que não tenho! Gosto de ser assim. Sou feliz assim!
- E nós gostamos de ti assim tola.
O grupo sentou-se na esplanada da geladaria mais famosa da zona. Nesse mesmo local encontrava-se o tal grupo popular e também estava uma rapariga tímida de cabelos azuis a ler um livro de aba grossa.
Usagi Tsukino não parava de olhar para a tal rapariga. Novamente sentira todo aquele sentimento que outrora sentira, quando vira, pela primeira vez, Rey, Mamorou, Makoto e agora aquela rapariga chamada Ami Mizuno.
Que relação, tinha ela com aquelas pessoas que não lhe eram nada, especialmente, quando duas delas pertenciam ao grupo que ela mais odiava, ou talvez, pensava que odiava.
No fundo era incapaz de odiar fosse quem fosse. Acreditava, plenamente no seu coração, e o seu coração dizia que Rey e Mamorou tinha um lado bom apesar de todo o seu orgulho e altivez. Quanto à rapariga solitária, a doce Usagi, ficara com boa impressão. Impressão de que aquela rapariga era uma excelente amiga, uma boa pessoa, e claro era inteligente, o que interessava à preguiçosa Usagi.
- Usa-chan?! Para onde estás a olhar?
- Para lado nenhum!
- Não me enganas, eu conheço-te bem miúda.
- Sabes, é que me está a custar ver aquela rapariga sozinha. – Disfarçara.
- Oh Usa! Ela não me parece que se sinta sozinha. – Nada do que as suas amigas diziam a faziam parar. Quando davam por ela, já Usagi ia a caminho.
- Olá!
A rapariga levantou a cabeça e vendo que se tratava de Usagi Tsukino retribuiu com um sorriso tímido.
- Não te sentes aqui sozinha?
- Por acaso não. Sabes eu gosto muito de ler, e quando me sinto inspirada para ler costumo estar sozinha. É a minha maneira de estar em paz com toda a natureza.
- Como te vi sozinha achei que deveria convidar-te para juntares-te ao meu grupo para comeres um gelado. – Dissera a loira com um sorriso alegre.
- Obrigado. – Pousou o livro – Sabes que mais? Aceito o convite. Acho que já li de mais por hoje. O meu nome é Ami Mizuno
- Sou a Usagi Tsukino, muito prazer.
*
Numa cidade distante, mais precisamente, em Londres, uma jovem rapariga preparava-se para enfrentar uma dura missão: Procurar as guerreiras do espaço interior juntamente com as suas amigas do espaço exterior. No entanto, a jovem não sabia que ia lidar com o inexplicável desaparecimento da guerreira do mar dos oceanos.
Finalmente chegou à mansão, após muitas horas de viagem, onde as suas companheiras a esperavam com pessimismo.
Olhou com espanto e admiração para toda a beleza que o local transmitia. Riu-se ao pensar o quanto invejava as suas amigas por terem uma mansão espectacular. Tocou à campainha e segundos depois fora recebida por uma Hotaru entusiasmada.
Retribuiu com um riso forçado. Não conseguira abstrair-se da cara séria que as mais velhas tinham apesar do entusiasmo da pequena rapariga.
Depressa se apercebeu que algo não estava bem.
- Onde está a Michiriu? – Questionara a loira. Apesar de notar a falta que amiga fazia não conseguira deixar de perguntar. Haruka não conseguira disfarçar as saudades que sentia da sua amada e isso provocara arrependimento em Minako Aino. – Desculpem, fiz mal em ter perguntado.
- Não Mina-chan. És uma guerreira como nós, logo, mais tarde ou mais cedo tinhas de saber do sucedido.
Minako sentou-se no sofá. Sabia bem que o que aí vinha não era particularmente agradável.
Haruka engolira em seco. Falar no desaparecimento da sua amada causava-lhe amargura, no entanto sabia que tinha de contar tudo aquilo que acontecera à líder das guerreiras do espaço interior.
Sentou-se no cadeirão azul em frente ao sofá, onde a sua amiga estava sentada, e suspirou minutos antes de contar o que realmente aconteceu.
- Estava sentada à beira-mar juntamente com a Michiru, quando ela se pronunciou sobre o mar. Falou que o mar estava calmo e depois falou que o vento estava agreste e após isso levantou-se e dirigiu-se ao oceano e desapareceu.
- Notaste diferenças no comportamento?
- Apenas notei que andava séria e a dizer que a quietude da natureza a perturbava. Mais do que isso não te posso dizer nada.
Do nada, uma luz forte iluminou todo aquele salão e uma imagem apareceu.
- Majestade! – Ambos os gatos fizeram uma vénia.
- Meus queridos súbditos - Começava por dizer o rei Endymion. – Encontrem o mais depressa possível a navegante da lua e façam-na lembrar quem foi no passado, quem é no presente e quem será no futuro caso contrário todo o universo ficará perdido num vazio. Desconfiamos que, possíveis inimigos envenenaram a rainha, para além disso, acredita-se que descobriram uma maneira de voltar ao passado.
- Por isso é que eu sentia as pontadas no meu peito – Dissera Setsuna numa breve interrupção.
- No futuro, a guerreira de plutão conseguiu escapar com alguns ferimentos e voltou ao passado para procurar as guerreiras. Os meus generais acreditam que os novos inimigos possuem poderes que permitem viajar no tempo e possivelmente já estejam instalados num planeta remoto e prontos atacar. Bem o meu tempo acabou.
Outro forte clarão invadiu aquele espaço e minutos depois tudo tinha voltado ao normal. Cada uma tentava ligar o misterioso desaparecimento de Michiriu às palavras do rei. Se, realmente existe um inimigo novo, porque é ainda não se moveu? Porque é que ainda não deu sinais da sua presença? Era este o pensamento que ocorria nas cabeças das navegantes. Qual a razão para, querem a Michiriu? Se geralmente procuram o cristal prateado? Nenhuma solução vinha ao encontro das guerreiras.
*
- Majestade. – Dissera um súbdito.
- Sim. – Assentou o rei. - Que trazes?
- Uma mulher. Aparentemente está viva
- Deixa ver. – Retirou o manto preto. O rei ficara embasbacado com tamanha beleza. Que iria fazer com ela? Quais os seus planos? Eram secretos.
*
Amanheceu. Ao contrário dos dias anteriores em que ainda se sentia calor, apesar da brisa característica da estação do ano, estava mais fresco do que o habitual.
A jovem que regressara há poucos dias tinha agora o seu primeiro dia de aulas. Minako sentia fortes arrepios, mas ao contrário das outras sabia bem que as outras guerreiras navegantes, outrora esquecidas, estavam naquela escola. Para que a sua missão ficasse completa, teria de ter um plano. Plano esse que passava em ser amiga das navegantes antes que Luna, a gata azul, lhes pudesse reavivar a memória das heroínas.
Contudo, e apesar das hipóteses das navegantes estarem a estudar na mesma escola que Minako tinham de ter a certeza de que elas eram quem procuravam e sobretudo a princesa da lua. A campainha da escola soava para mais um dia de aulas. Dentro da sala todos os alunos estavam na expectativa de quem seria aquela jovem bastante bonita.
- Bom dia caros alunos. Temos uma nova colega de turma. – Introduzia a professora.
- Sou a Minako Aino e venho de Londres. – Apresentava-se. – Espero que esta nova etapa da minha vida exceda as expectativas quanto à página que se fechou.
Todos estavam maravilhados, incluindo, Usagi Tsukino que olhava com tanta admiração para a jovem loira. Enquanto, a professora esperava que todos se calassem, Minako não pôde deixar de analisar as suas companheiras. Começou pela sua princesa. Sorriu ao pensar que esta reencarnação estava fiel à vida passada. Continuava brincalhona e despreocupada, mas ainda, assim notara de algo de diferente do passado, estava mais madura e responsável – Pelo menos já conseguia chegar a horas – Pensou. Por outro lado Ami Mizuno parecia continuar a ser a menina estudiosa e tímida que sempre fora, também nela havia algo diferente – Parece-me mais descontraída e ainda bem! - Exclamara. Makoto fora a única que, Minako não conseguira perceber a existência de diferenças – A única diferença que poderá existir é a força. – Sorriu mais uma vez. Sentou-se ao lado de um rapaz de cabelos castanhos-claros e de olhos verdes, chamado Hiroto que lhe despertou um certo interesse que apenas durou alguns segundos. Face à informação que recebera do seu rei, tinha era que se concentrar na missão que lhe foi entregue. Faltara apenas uma guerreira: A guerreira de Marte ou a guerreira do fogo. Algo se passara na reencarnação de Rey e de Mamorou. Estranhamente, ambos ficaram com a mesma idade e ambos estão no décimo ano. Em vidas passadas Rey Hino tinha a mesma idade das outras guerreiras, enquanto Mamorou Chiba tinha vinte anos e andava no curso de medicina. Algo estaria por trás deste misterioso acontecimento. Talvez pudesse ter havido interferência de inimigo. Não fazia prever tal coisa pois tudo estava calmo e tudo corria maravilhosamente.
As guerreiras estavam longe de imaginar que o desaparecimento da guerreira dos mares e dos oceanos estava relacionado com inimigo.
A aula com a professora Haruna tinha acabado. Para muitos era um alívio tal como era para Usagi Tsukino.
- Finalmente. – Dissera enquanto se espreguiçava no corredor.
- Usa-chan! – Ralhava Aya. – Não sejas assim. A Aula não é tão chata como dizes.
- É, É. – Respondera Usagi
- Também tudo te aborrece Usagi Tsukino. Imagino as tuas notas. – Rey Hino gozara enquanto passava pela sala. – Vê-se mesmo que és fraca ahahaha. Todas as raparigas no grupo riram-se e avançaram. Ao longe Minako analisara a situação. Ficara contente por ter encontrado todas as guerreiras mas ao mesmo tempo estava surpreendida pelas mudanças drásticas em Rey. Conhecia bem Rey. O feitio da rapariga não a preocupava – afinal Rey sempre fora assim com Usagi – na realidade o que a preocupava era o facto de Rey ser mais velha que as outras guerreiras. Estava convencida que algo tinha corrido mal, tinha a esperança que Luna, a gata, fizesse para que tudo voltasse ao normal.
- Também tudo te aborrece Usagi Tsukino. Imagino as tuas notas. – Rey Hino gozara enquanto passava pela sala. – Vê-se mesmo que és fraca ahahaha. Todas as raparigas no grupo riram-se e avançaram. Ao longe Minako analisara a situação. Ficara contente por ter encontrado todas as guerreiras mas ao mesmo tempo estava surpreendida pelas mudanças drásticas em Rey. Conhecia bem Rey. O feitio da rapariga não a preocupava – afinal Rey sempre fora assim com Usagi – na realidade o que a preocupava era o facto de Rey ser mais velha que as outras guerreiras. Estava convencida que algo tinha corrido mal, tinha a esperança que Luna, a gata, fizesse para que tudo voltasse ao normal.

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Parte II
- Não ligues aos comentários daquela idiota invejosa. – Lançara um olhar ameaçador. – Não te deixes ir abaixo.
- Está descansada. – Confortara. – Acredito que, apesar de toda arrogância e altivez, até são boas pessoas.
- Com podes dizer que são boas pessoas? Aquilo só sabe vangloriar-se e deitar abaixo o resto das pessoas! – Exclamara estupefacta. Só mesmo ela poderia ver bondade em duas pessoas que apenas se contentavam em fazer maldades.
- Vejo nos olhos deles. – Os seus olhos tinham-se fixado nos olhos do rapaz. – Ele. Mamorou Chiba é a pessoa mais bondosa do mundo, preocupa-se muito com quem gosta. Já, ela, Rey Hino, mesmo tendo um feitio difícil, também se preocupa muito com e-
- Com ela própria! – Interrompeu Makoto. – És ingénua e bondosa de mais. Mete na tua cabeça que existe pessoas que não merecem a tua bondade ou a dos outros. Eles são exemplo.
Usagi estava em dilema. Em quem deveria ela acreditar? Nas suas amigas que insistam no facto de eles serem tudo menos boas pessoas ou no seu coração que sempre lhe dissera que todas as pessoas tinham um lado bom e mereciam uma segunda oportunidade? Como sempre acreditou no seu coração, e naquele momento, ele dissera que ela, Usagi deveria ir falar com eles os dois.
- Já volto.
- Usa-chan!
- Deixa-a ir. - Falara Minako.
Uns segundos depois a rapariga de odangos estava frente a frente com a rapariga morena e o com o rapaz moreno. Ele parecia estar contente por estar frente a frente com aquela rapariga, já a sua namorada não.
- Olá. – Dissera com expectativa. Ele respondera com semelhante sentimento, o mesmo não se passara com a sua companheira.
- Que é que tu queres pirosa? – Respondera agressivamente.
- Quero ser tua amiga. – Respondera amigavelmente.
- Ser minha amiga?! – Gargalhou fortemente. – Achas que sou pirosa o suficiente para ser tua amiga ou juntar-me ao teu grupo de amigas? Eu sou linda e tu és feia. Tenho o namorado perfeito e tu tens o parvo de óculos. Tenho as melhores notas da escola e tu tens o quê? Negativas. Depois disto ainda acreditas que vou ser tua amiga? Um ser superior como eu não se dá com gente reles, gente como tu e como o teu grupo sonso, ranhoso. Quero distância de gente como vocês.
Ela sabia que as hipóteses que ela tinha de conquistar amizade daquela moça eram praticamente nulas e o mais provável era ser humilhada. Fora isso mesmo que acontecera. Nunca ninguém lhe dissera tais coisas. Não se conteve e soltou uma lágrima.
- Chorar? – Gargalhou novamente. – És mesmo uma parva. Só mesmo as tolas é que choram! Esta é mais uma razão para não ser tua amiga. Não sou amiga de gente que chora por nada!
O brilho, dos seus olhos azuis perderam-se naquele instante. Apenas rancor e raiva se faziam ver. Cabisbaixa, não proferira nenhuma palavra até então.
- Petz, já viste que a criança não disse nada. – Gozara. – Estás com medo?
- Como te atreves? Não me conheces de lado nenhum idiota. – Dissera num tom calmo.
- Olha, afinal de contas tens língua.
Cerrou os punhos e fechou os olhos tentando se acalmar e esquecer que aquela, que estava, diante de si a tinha humilhado. Porém, não conseguira devido ao constante riso e gozo daquele grupo de amigas. Levantou a cabeça e, olhou de relance para Mamorou, que se mantinha calado apesar de estar incomodado, olhou novamente para Rei Hino.
- Já viram a pirosa levantou a cabeça! – Rira-se.
Não. Não, podia deixar que esta situação se arrastasse, não que ela se preocupasse com o que pensassem dela, mas desta vez tinha sido a gota de água.
- Que foi? - A cara que agora era de riso tinha ficado séria. – Pensas que me metes medo!
Tentou controlar-se mais uma vez mas não conseguiu. A sua mão suada tremia, ainda que, cerrada. Por momentos, deixou-se seguir pelo seu subconsciente que a tentava levar por caminhos de justiça que não fossem circundadas em violência mas sim circundadas em diálogo mas perante toda altivez e rudeza da pessoa em questão tornava-se impossível.
Do nada, a sua mão abriu-se e num gesto instantâneo acertou com força na cara de Rey Hino deixando a face que anteriormente estava maquilhada com marcas.
- Desculpa. – Arrependera-se. – Não me controlei. Peço perdão por este acto maléfico. Espero que um dia possamos ser boas amigas. Tens realmente um bom coração noto isso nos teus olhos. Cada passo que dava, naquele refeitório, era uma salva de palmas que recebida. Embora sentisse remorsos, os alunos que lhe batiam palmas estavam orgulhosos: Ela fora a primeira pessoa a fazer frente à aluna mais finória de toda aquela escola. Três horas passaram desde do desaforo da hora de almoço e assim terminava mais um dia de aulas. Os alunos desejosos de voltarem às suas casas diziam “Até manhã” uns aos outros.
No banco do autocarro, Minako pensava naquilo que acontecera na escola. Sabia que elas estavam diferentes mas não ao aponto de Rey Hino humilhar, fosse quem fosse, e muito menos ver Usagi a sentir raiva por alguém ou bater em alguém.
Queria contar isto. Queria desabafar. Estava preocupada com o presente. O presente tinha mudado, isso era o mais certo e estava à vista das guerreiras.
- Cheguei!
- Está tudo bem? – Preocupara-se a mais velha de todas.
- Nem por isso. – Começara. – O presente está mudado. Rey Hino não é a rapariga que eu conheci. É altiva, rude, egoísta e especialmente arrogante. Namora com Mamorou Chiba e anda no décimo ano juntamente com os generais do nosso rei. Por exemplo, hoje, Usagi tentou conversar com ela mas a Rey humilhou-a.
- E o que é que a Usagi fez?
- Controlou-se até um certo ponto mas a sua raiva fez com que batesse em Rey.
- Realmente, isso não é dela.
- Por isso mesmo, é que algo se passa aqui.

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Novas novidades irão aparecer fica atento :)
Olá,
Mas o que se passa aqui? Que estranho caso aconteceu às navegantes do sistema solar? Excepto a minako, perderam a memória apesar da Bunny sentir alguma nostagia com a sua presença e persistência de querer as juntar. O que terá acontecido à Michiru? Quem são os vilões que tencionam estragar o futuro? Ai Ai Ai que nada de bom vem a aí. Posta mais!
Mas o que se passa aqui? Que estranho caso aconteceu às navegantes do sistema solar? Excepto a minako, perderam a memória apesar da Bunny sentir alguma nostagia com a sua presença e persistência de querer as juntar. O que terá acontecido à Michiru? Quem são os vilões que tencionam estragar o futuro? Ai Ai Ai que nada de bom vem a aí. Posta mais!


A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Obrigado Hunter pelo teu comentário
Deixo parte do capítulo 
Deixo parte do capítulo 
- Por isso mesmo, é que algo se passa aqui. Luna tens de fazer alguma coisa! – Dissera com preocupação a guerreira do espaço interior
- Lamento mas não podemos fazer nada neste momento. Pelo menos até termos a certeza que existe um inimigo – Dissera enquanto espreguiçava-se na sua alcofa – Seria imprudente demais abordar as meninas tão abruptamente. Vamos esperar até vermos alguma mudança no planeta, depois sim poderemos avançar.
- Que faremos em relação ao desaparecimento da Michiru? – Questionara Minako
- Nada. Simplesmente nada.
Sabiam bem que nada poderiam fazer para reencontrar a guerreira dos oceanos. Apenas poderiam seguir a vida delas em frente e esperar que alguma coisa relacionada com a Michiru aparecesse, o que era praticamente impossível naquele momento.
- Lamento mas não podemos fazer nada neste momento. Pelo menos até termos a certeza que existe um inimigo – Dissera enquanto espreguiçava-se na sua alcofa – Seria imprudente demais abordar as meninas tão abruptamente. Vamos esperar até vermos alguma mudança no planeta, depois sim poderemos avançar.
- Que faremos em relação ao desaparecimento da Michiru? – Questionara Minako
- Nada. Simplesmente nada.
Sabiam bem que nada poderiam fazer para reencontrar a guerreira dos oceanos. Apenas poderiam seguir a vida delas em frente e esperar que alguma coisa relacionada com a Michiru aparecesse, o que era praticamente impossível naquele momento.
*
A negrura e o silêncio abatiam sobre aquelas ruínas desertas. Num local húmido e toldado, uma silhueta acorrentada a uma parede parecia perder o seu brilho.
No meio de todo aquele negrume, apenas se ouvia os passos de quem se deslocava até aquele sítio. Uma silhueta masculina ansioso por ver de perto aquela, que por ventura, ele julgava ser quem ele mais desejava.
Torneava cada obstáculo com perícia e eficácia na escuridão daquele local. Os seus olhos reconheciam cada espaço, cada canto e cada quadrado de chão do próximo passo que deveria dar. Brevemente iria chegar a uma sala ainda mais indistinta que todo o caminho que ele percorrera até então. Lá estava uma flor que murchava a cada minuto que passava. O seu cabelo sedoso era, agora, crespo, as suas mãos macias estavam gretadas, a sua pele, outrora, fina como a seda estava pálida mas era nos seus belos olhos que se via a dor e a mágoa que aquela silhueta sentia.
A sombra masculina chegara ao local. Meteu a grande chave de ferro na fechadura na grande porta de ferro e abriu-a lentamente.
Na imensa escuridão os olhos da sombra masculina deslumbraram a silhueta que ali estava amarrada. De forma cândida dirigiu-se até ao lugar, desembainhou a sua espada e aponto-a em direcção ao medalhão que a jovem possuía ao seu peito. Parecia saber distinguir dentro daquela imensidão de luz negra cada objecto naquele local. O homem rira-se.
- Dá-me o cristal prateado Princesa da lua! – Não obtivera resposta. A figura feminina remetia-se ao silêncio mais profundo, nada nem mesmo a espada afiada que estava apontada ao seu peito a fazia demover. Era forte, tão forte como a pessoa que ela mais amava, tão forte como as suas amigas e companheiras de guerra.
Irritado e devorado pelo silêncio, demolidor, imposto pela figura presa decidiu recuar.
- Eu volto para vir buscar o cristal.
Outra figura masculina escondia-se no local mais tenebroso, talvez quisesse descobrir o que estaria ali de tão interessante.
Minutos após a saída da outra figura, esgueirou-se para dentro da sala indistinta. Olhou, e voltou a olhar, os seus olhos apenas viam vazio e escuridão, nada mais mas algo captara a sua atenção. Um choro baixo, e ligeiramente ténue indicavam o caminho para aquilo que ele, tanto, queria saber.
- Quem és tu? – Perguntara.
Nada. Também ele fora engolido pela negrura e o silêncio daquele local.
- Por favor, diz-me quem és tu. – Perguntara novamente. – Não és quem nós procuramos pois não?
- Não. – Respondera.
- Então quem és?
- Não te interessa saber isso pois não? Afinal és um inimigo.
- Vim salvar-te.
- Salvar-me? – As últimas forças da figura feminina tinham-se esgotado. Afadigada, tentava perceber quem era aquele ser mas o seus olhos, já fracos, não viam nada nem mesmo a silhueta daquela figura.
O homem tirou a espada e todas as suas forças tentou partir as correntes de ferro que prendiam a amarga rapariga
No meio de todo aquele negrume, apenas se ouvia os passos de quem se deslocava até aquele sítio. Uma silhueta masculina ansioso por ver de perto aquela, que por ventura, ele julgava ser quem ele mais desejava.
Torneava cada obstáculo com perícia e eficácia na escuridão daquele local. Os seus olhos reconheciam cada espaço, cada canto e cada quadrado de chão do próximo passo que deveria dar. Brevemente iria chegar a uma sala ainda mais indistinta que todo o caminho que ele percorrera até então. Lá estava uma flor que murchava a cada minuto que passava. O seu cabelo sedoso era, agora, crespo, as suas mãos macias estavam gretadas, a sua pele, outrora, fina como a seda estava pálida mas era nos seus belos olhos que se via a dor e a mágoa que aquela silhueta sentia.
A sombra masculina chegara ao local. Meteu a grande chave de ferro na fechadura na grande porta de ferro e abriu-a lentamente.
Na imensa escuridão os olhos da sombra masculina deslumbraram a silhueta que ali estava amarrada. De forma cândida dirigiu-se até ao lugar, desembainhou a sua espada e aponto-a em direcção ao medalhão que a jovem possuía ao seu peito. Parecia saber distinguir dentro daquela imensidão de luz negra cada objecto naquele local. O homem rira-se.
- Dá-me o cristal prateado Princesa da lua! – Não obtivera resposta. A figura feminina remetia-se ao silêncio mais profundo, nada nem mesmo a espada afiada que estava apontada ao seu peito a fazia demover. Era forte, tão forte como a pessoa que ela mais amava, tão forte como as suas amigas e companheiras de guerra.
Irritado e devorado pelo silêncio, demolidor, imposto pela figura presa decidiu recuar.
- Eu volto para vir buscar o cristal.
Outra figura masculina escondia-se no local mais tenebroso, talvez quisesse descobrir o que estaria ali de tão interessante.
Minutos após a saída da outra figura, esgueirou-se para dentro da sala indistinta. Olhou, e voltou a olhar, os seus olhos apenas viam vazio e escuridão, nada mais mas algo captara a sua atenção. Um choro baixo, e ligeiramente ténue indicavam o caminho para aquilo que ele, tanto, queria saber.
- Quem és tu? – Perguntara.
Nada. Também ele fora engolido pela negrura e o silêncio daquele local.
- Por favor, diz-me quem és tu. – Perguntara novamente. – Não és quem nós procuramos pois não?
- Não. – Respondera.
- Então quem és?
- Não te interessa saber isso pois não? Afinal és um inimigo.
- Vim salvar-te.
- Salvar-me? – As últimas forças da figura feminina tinham-se esgotado. Afadigada, tentava perceber quem era aquele ser mas o seus olhos, já fracos, não viam nada nem mesmo a silhueta daquela figura.
O homem tirou a espada e todas as suas forças tentou partir as correntes de ferro que prendiam a amarga rapariga

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(mim vai desistir de escrever por tua causa 


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