She Wolf
Olá =)
Bem trago uma fic nova, com um conceito parcialmente diferente das anterios escritas por mim.
Enquanto que as outras, tinham já um conceito pre definido, personagens e afins, nesta só há uma coisa pré-existente: o titulo da fic (que também dá nome a personagem por onde vai rondar a história) She Wolf. Alguns de vós são capazes de já conhecer a música; é da autoria de uma das maiores superestrelas colombianas: Shakira.
A história vai ter segmentos inspirados pelas letras das duas versões musicais (em inglês e espanhol), nomeadamente no titulo dos capitulos mais iniciais.
Deixo aqui o prefácio =) I hope you enjoy it.
Indice:
Prefácio - pagina 1, este post
Capitulo 1 - pagina 1
Na cidade de Barranquilha, Colômbia, uma mulher de longos cabelos loiros, olhos pretos como a noite, dona de uma cara rectilínea e de um bronze propício de países abaixo do Equador, e com um talento inato para as danças do médio oriente, percorria as ruas da pobre cidade, chocada com a pobreza que se sentia.
Apesar de ser colombiana, ela mesma, ela tinha tido a coragem de vencer através das dificuldades. E agora era das mulheres mais bem sucedidas do mundo. Isso era a sua determinação
Sentia pena pelas crianças que, coitadas, vestiam nada mais que um pano castanho, que muita gente de outros países, mais ricos, consideraria como um pedaço de lixo.
Mas não para esta gente. Para esta gente, o pano era a sua roupa do dia a dia, infelizes por não poderem comprar nada.
A rapariga loira, olhara para o céu coberto de nuvens densas, quase em toda a sua totalidade, e avistara as poucas estrelas – brilhantes o suficiente para atravessar as densas nuvens – a brilharem, desenhando como que um caminho. Um caminho que, aventureira como ela era, se arriscaria a entrar.
O caminho da perdição, e o da carnificina: o da justiça.
Ela não sentiu nenhum receio de entrar pelas avenidas podres da cidade colombiana. Nem as noticias dos frequentes assaltos, e dos frequentes homicídios a fariam travar, não. Para ela, isso era irrelevante. Devia ir até onde podia. O seu destino, era libertar todas as pessoas da pobreza – isso era o seu objectivo. A razão do seu nascimento; assim pensava.
As estrelas iam-se libertando da densa escuridão que obstruirá o seu brilho, tornando o caminho cada vez mais claro. Cada vez mais seguro.
Com os seus sapatos rasos, comprados numa vulgar loja de chineses, estavam ensopados. As ruas estavam cobertas de água proveniente da urina dos sem-abrigo, e as águas da chuva.
Chegará, após uma longa caminhada a uma casa – imaculadamente limpa, com paredes brancas, e porta de carvalho castanho escura, e as janelas entreabertas – que constatava demasiado com a área circundante.
A descoberta desta casa, chocou a rapariga loira, que se surpreendera, e libertará um pequeno grito ao avista-la. Aquilo era mais doloroso para ela do que, levar um tiro. Como é que pode haver alguém a morar nesta casa.. e não ajudar as pessoas do lado?
Uma grande vontade de entrar na casa a correr, e questionar os seus moradores, tomou posse dela. Quando deu por si, estava já a bater na casa com toda a força que podia recorrer. Mas não obterá resposta. Ninguém abrirá a porta, e não se ouvia qualquer barulho do interior.
Tentou, por múltiplas vezes, arrombar a porta, mas a porta de carvalho era um desafio demasiado duro. Não tinha força para isso.
Foi então que lhe ocorreu – as janelas. Estas encontravam-se, entreabertas. Não seria preciso muita força para as abrir. Provavelmente, até seria capaz de passar pelo espaço, ainda amplo, criado pela janela.
Decidirá procurar umas luvas, ou algo que pudesse usar – mas era inútil. Não havia nada, que pudesse usar para esse fim.
Com os braços, apoiou-se ao parapeito, e com a sua força, impulsionou-se para a frente, ansiando por entrar dentro da misteriosa casa.
Mas a surpresa não fora aquela que esperará; em vez de encontrar uma casa majestosa, encontrou uma casa podre, sem mobílias... Sem nada. Apenas algo, escondido debaixo de um pano, se encontrava ao lado.
O que é isto? Perguntara-se, inspeccionando o interior pouco amigável da casa com os olhos.
Relutantemente, decidirá ver o que é que estava debaixo do pano.
Estava com medo do que poderia acontecer – era das poucas alturas, em que realmente, sentiu medo. Mas, este medo, era diferente de todos os outros. Era um medo petrificante, e paralisante. Se estivesse acompanhada, a sua companhia poderia farejar o tenebroso medo.
Passo a passo, sigilosa a passar, caminhava para o canto onde estava o pano, ocultando, por debaixo da sua camada algo estranho. Algo deverás estranho.
A rapariga de olhos pretos, e marcantes, decidiu finalmente, pegar no pano e retira-lo; mas não o devia ter feito, mal o fez, um clarão enorme apareceu...
Num quarto branco, com cortinas de ceda, branco clarinho, a rapariga loira encontrava-se deitada, a dormir num sono profundo.
Acordou, no entanto segundos depois, respirando muito rapidamente. O suor caía da sua testa plana.
Apressou-se a levantar e a ir até a casa de banho. Contundo, não reparou no que estava escrito, a branco, nas suas costas.
She Wolf.
Bem trago uma fic nova, com um conceito parcialmente diferente das anterios escritas por mim.
Enquanto que as outras, tinham já um conceito pre definido, personagens e afins, nesta só há uma coisa pré-existente: o titulo da fic (que também dá nome a personagem por onde vai rondar a história) She Wolf. Alguns de vós são capazes de já conhecer a música; é da autoria de uma das maiores superestrelas colombianas: Shakira.
A história vai ter segmentos inspirados pelas letras das duas versões musicais (em inglês e espanhol), nomeadamente no titulo dos capitulos mais iniciais.
Deixo aqui o prefácio =) I hope you enjoy it.
Indice:
Prefácio - pagina 1, este post
Capitulo 1 - pagina 1
Prefácio
Na cidade de Barranquilha, Colômbia, uma mulher de longos cabelos loiros, olhos pretos como a noite, dona de uma cara rectilínea e de um bronze propício de países abaixo do Equador, e com um talento inato para as danças do médio oriente, percorria as ruas da pobre cidade, chocada com a pobreza que se sentia.
Apesar de ser colombiana, ela mesma, ela tinha tido a coragem de vencer através das dificuldades. E agora era das mulheres mais bem sucedidas do mundo. Isso era a sua determinação
Sentia pena pelas crianças que, coitadas, vestiam nada mais que um pano castanho, que muita gente de outros países, mais ricos, consideraria como um pedaço de lixo.
Mas não para esta gente. Para esta gente, o pano era a sua roupa do dia a dia, infelizes por não poderem comprar nada.
A rapariga loira, olhara para o céu coberto de nuvens densas, quase em toda a sua totalidade, e avistara as poucas estrelas – brilhantes o suficiente para atravessar as densas nuvens – a brilharem, desenhando como que um caminho. Um caminho que, aventureira como ela era, se arriscaria a entrar.
O caminho da perdição, e o da carnificina: o da justiça.
Ela não sentiu nenhum receio de entrar pelas avenidas podres da cidade colombiana. Nem as noticias dos frequentes assaltos, e dos frequentes homicídios a fariam travar, não. Para ela, isso era irrelevante. Devia ir até onde podia. O seu destino, era libertar todas as pessoas da pobreza – isso era o seu objectivo. A razão do seu nascimento; assim pensava.
As estrelas iam-se libertando da densa escuridão que obstruirá o seu brilho, tornando o caminho cada vez mais claro. Cada vez mais seguro.
Com os seus sapatos rasos, comprados numa vulgar loja de chineses, estavam ensopados. As ruas estavam cobertas de água proveniente da urina dos sem-abrigo, e as águas da chuva.
Chegará, após uma longa caminhada a uma casa – imaculadamente limpa, com paredes brancas, e porta de carvalho castanho escura, e as janelas entreabertas – que constatava demasiado com a área circundante.
A descoberta desta casa, chocou a rapariga loira, que se surpreendera, e libertará um pequeno grito ao avista-la. Aquilo era mais doloroso para ela do que, levar um tiro. Como é que pode haver alguém a morar nesta casa.. e não ajudar as pessoas do lado?
Uma grande vontade de entrar na casa a correr, e questionar os seus moradores, tomou posse dela. Quando deu por si, estava já a bater na casa com toda a força que podia recorrer. Mas não obterá resposta. Ninguém abrirá a porta, e não se ouvia qualquer barulho do interior.
Tentou, por múltiplas vezes, arrombar a porta, mas a porta de carvalho era um desafio demasiado duro. Não tinha força para isso.
Foi então que lhe ocorreu – as janelas. Estas encontravam-se, entreabertas. Não seria preciso muita força para as abrir. Provavelmente, até seria capaz de passar pelo espaço, ainda amplo, criado pela janela.
Decidirá procurar umas luvas, ou algo que pudesse usar – mas era inútil. Não havia nada, que pudesse usar para esse fim.
Com os braços, apoiou-se ao parapeito, e com a sua força, impulsionou-se para a frente, ansiando por entrar dentro da misteriosa casa.
Mas a surpresa não fora aquela que esperará; em vez de encontrar uma casa majestosa, encontrou uma casa podre, sem mobílias... Sem nada. Apenas algo, escondido debaixo de um pano, se encontrava ao lado.
O que é isto? Perguntara-se, inspeccionando o interior pouco amigável da casa com os olhos.
Relutantemente, decidirá ver o que é que estava debaixo do pano.
Estava com medo do que poderia acontecer – era das poucas alturas, em que realmente, sentiu medo. Mas, este medo, era diferente de todos os outros. Era um medo petrificante, e paralisante. Se estivesse acompanhada, a sua companhia poderia farejar o tenebroso medo.
Passo a passo, sigilosa a passar, caminhava para o canto onde estava o pano, ocultando, por debaixo da sua camada algo estranho. Algo deverás estranho.
A rapariga de olhos pretos, e marcantes, decidiu finalmente, pegar no pano e retira-lo; mas não o devia ter feito, mal o fez, um clarão enorme apareceu...
Num quarto branco, com cortinas de ceda, branco clarinho, a rapariga loira encontrava-se deitada, a dormir num sono profundo.
Acordou, no entanto segundos depois, respirando muito rapidamente. O suor caía da sua testa plana.
Apressou-se a levantar e a ir até a casa de banho. Contundo, não reparou no que estava escrito, a branco, nas suas costas.
She Wolf.
"Presage 16
Conjoined here in the sky manifested
it enters
Little rain... the sky and earth dries,
Undone, death, caught, arrived at a bad hour"
Sammu, faço referencia aos sapatos de agulha magnética no capitulo 2
Que hei-de postar bem brevemente.
Anyway, entretanto tenho aqui o capitulo 1
Era uma manhã solarenga na cidade norte americana de Nova Iorque. Um forte sol fazia-se sentir, e os meteorologistas já tinham decidido por o alerta amarelo, na cidade. Mas nada que preocupasse Susan Meyer.
Susan Meyer era uma importante jornalista do New York Times, dona de uma inconfundível mente brilhante, e com talentos inacreditáveis para a função de detective. Mais até que de jornalista. Fora graças a ela, que veio à tona as maiores notícias da década sobre corrupção, endividamentos políticos (Dos quais o mayor da cidade estava envolvido), filhos bastardos... Enfim, não havia nada que Meyer não tivesse já descoberto.
Só o seu nome provoca tenebroso ódio entre os políticos. Nunca ninguém em cargos importantes desejaria que o seu nome fosse posto entre as páginas do prestigiado jornal americano, com o artigo assinado por Meyer.
Mas, desde que o escândalo de sexo com o mayor rebentara, Susan não tinha obtido nenhuma notícia escandalosa. A cidade anda calma... Mas ela sabia que não seria assim durante muito tempo. Fontes próximas dos grandes nomes políticos avistavam uma crise que poderia facilmente, manchar a cidade de Nova Iorque, para sempre. Mas o que era? Ninguém sabia.
Susan já tinha o seu rol de pensamentos e de hipóteses bem delineado. Mas nenhum era forte o suficiente para ser o que, as suas fontes descreveram como: “o final do estatuto de Nova Iorque”.
Não se lembrara de nada que pudesse ser usado para atingir tal fim, apesar dos seus 10 anos recheados de escândalos.
O seu telefone toca, subitamente, obrigando a saltar da cama, tão surpreendente aquilo foi.
O número era de um dos seus informadores principais.
- Sim? – Perguntara Susan tentando ocultar o duro tom de voz.
- Venha para Barranquilha, Colômbia. De imediato. Nem vai acreditar no que aconteceu cá. – respondeu o informador.
Este informador fora encarregado por Meyer a descobrir erros na política da América do Sul, que afectasse Nova Iorque. Depois, venderia a peça a um jornal de maior destaque (como o Times) para que chegasse a todo o país. Susan, já chegara a ser denominada, como “a justiceira infernal”, devido à sua constante procura de justiça dos políticos quanto aos cidadãos normais.
- Diga-me o que aconteceu. – pedira Susan querendo ter a certeza da profundeza da noticia e do escândalo. Mas, sabia que haveria de ser algo importante – aquele telefone só era usado para emergências de alto nível.
- O presidente de Colômbia foi encontrado junto a uma casa abandonada nos arredores de Barranquilha! – Meyer não estava a perceber onde o informador queria chegar.
- Morto?
- Não. Vivo. – Aquilo não cabia na cabeça de Susan. O que é que me pode interessar o presidente da Colômbia encontrado numa sarjeta qualquer da cidade de Barranquilha? Ainda por cima VIVO! Mas, já a trabalhar com este informador a pelo menos, cinco anos, percebera que não era uma ironia. Algo de importante tinha acontecido.
- Eu não estou a perceber o grande furo aqui. – a sua cabeça ainda girava procurando algo importante.
O informador respondera num calmo espanhol arrojado:
- Loba.
Susan falava pouco de espanhol – só mesmo o necessário. Mas percebera que tinha acontecido algo referente a um lobo, ou neste caso uma loba.
- Ainda não percebi.
- Raios! – gritara o informador – Venha para aqui imediatamente! Irá perceber.
Do outro lado da linha, não se ouvia nada. Apenas silêncio.
Uma loba em Barranquilha? Decerto que a notícia era boa – um lobo em Barranquilha não era, de todo, comum. Mas, seria uma boa notícia para os jornais locais publicarem. Mas nada que lhe interessasse.
No entanto, decidira ir a Colômbia, confiando nos sucessos que lhe tinham sido entregues por aquele informador.
Contactara a empresa de aviões e comprara o seu bilhete, classe A, para ir até Bogotá. Não seria a primeira vez que faria a viagem de carro, da cidade principal da Colômbia para uma cidade costeira, dificilmente conhecida pelos cidadãos norte americanos. Mas, se a noticia que lhe esperava no país sul-americano fosse tão boa como o informador avisara, então, Barranquilha apareceria a ingressar os noticiários de todo o mundo.
Chegara a Bogotá, pouco antes do meio-dia. Tinha sido rápida. Mas, não sabia o que havia de esperar da sua visita a Colômbia – um país do terceiro mundo.
Estava convencida que a viagem fora um gasto de tempo; uma loba em Colômbia não era significativo. E publicá-la, atiraria o seu nome jornalístico (construído através de muito trabalho duro) para o fundo, indo de jornalista imensamente influente a uma jornalista acabada de sair da Universidade.
No entanto, sabia que poderia haver algo de maior interesse – o que é que o presidente fazia numa rua dos arredores de Barranquilla? Talvez, tenha sido por isso que ele me atraiu. Pensava Susan indo de carro em direcção à cidade costeira de Colômbia.
Ela sabia que a resposta estava perto; dentro de exactamente vinte minutos, estaria junto do seu informador e então, saberia os contornos completos da história que a tinha feito voar mais de 3321.47.
Tinha já o papel e a caneta prontos na sua mala, esperando ansiosamente, por começar a escrever a história que a esperava. Duvidara, por instantes, do interesse maior da história; uma loba em Barranquilha e o presidente numa sarjeta. Nada de extraordinariamente importante, acaso do acaso.
Mas, o instinto de Meyer advertia-a para a existência de algo mais; algo mais profundo e perigoso. O perfeito para ela. Não havia memória de alguém que gostasse mais do perigo que Susan Meyer. E as suas peças jornalísticas provavam isso mesmo.
O carro parara no meio da estrada, impedido por algo.
- O que se passou? – perguntou Susan no espanhol rudimentar.
- La policia. – explicou o condutor do táxi. – A polícia parece que bloqueou todas as estradas. Em dez minutos deverá estar livre. Acontece sempre algo assim por estas bandas.
Mas Susan não podia esperar. A notícia esperava-a, e ela esperava-a. Tenho de sair! Agora!
- Quanto tempo é que demora daqui até a cidade a pé?
- Está doida? Não chegava lá antes das duas da tarde. – Susan olhou para o relógio. 10h30. Raios. Também Meyer sabia desistir quando se falava de algo impossível; ela sabia que com o calor abrasador que se fazia sentir depois do meio-dia, naquela cidade costeira, não resistiria muito tempo.
- Então tome um caminho! Tenho de ir para lá o mais depressa possível! Pago-lhe quanto quiser! 500 dólares, se for preciso!
De repente, ouve-se o motor do táxi a recomeçar a trabalhar. Virara À direita, e cortara caminho por um campo de trigo.
Susan suspirou de alívio. Estava de novo em caminho, e não tardaria muito até chegar a Barranquilha.
O carro abanava, devido ao facto de o terreno ter deformações. Susan, apesar de ter um estômago forte, parecia sucumbir ao tremor do carro que se fazia sentir. O que eu não faço por uma noticia. Pensava enquanto tapava a boca, tentando conter o vómito.
Olhava fixamente e regularmente para o condutor que se mantinha pávido, e sereno. Para ela, aquilo parecia impossível. Como é possível ele manter-se assim? Tão calmo? Mas, para Susan, a resposta tornara-se clara: ele já sabia os perigos de andar assim, e tinha tomado comprimidos para a má disposição. Lembrara-se que antes de o carro pegar, o condutor tinha tomado alguma coisa. Filho da mãe. 500 doláres uma ova.
Finalmente o carro parara. Pisava agora terra firme. Meyer nem podia acreditar.
A porta do lado do condutor abriu-se, causando Meyer a saltar de espanto.
- Os 500 doláres, senhora? – pediu o motorista.
- Nem pense! O senhor é doido! Faz-me ir por aquele caminho e ainda me pede dinheiro? – gritava Susan, indignada com o que se ocorria. – Dou-lhe o dinheiro da viagem, e já vai muito bem aviado.
Susan tirara da mala preta, uma carteira D&G preta, abriu-a e deu ao motorista, incrédulo, o dinheiro.
- Agora, boa viagem de regresso. Sucker. – dissera Meyer num tom de voz duro e implacável. Ela contara que o condutor, não percebera suficientemente inglês para perceber o que ela lhe tinha chamado. Mas, contudo, com o aumento de programas de televisão que usavam essa palavra, era certo que ele saberia o que era.
Mas não havia mais importância para isso; Susan tinha apenas mais um objectivo: descobrir o que foi que a fez voar tantos quilómetros.
Tentara isolar o seu pensamento. Tentara focá-lo no jovem presidente, que estaria sentando ao pé de uma casa abandonada, numa sarjeta. Só de pensar, Susan tremia. Mas o que a focalizava mais naquela história toda era: O que é que o presidente faria ali, e o que é que o informador quis dizer com loba? Perguntas, às quais, Meyer, iria ter brevemente resposta.
O seu informador – um homem alto, e moreno com o cabelo ligeiramente desalinhado e comprido, olhos pretos – esperava já junto da entrada da cidade. O seu veículo de transporte era um Volvo S60, uma prenda de Meyer pelo seu excelente comportamento.
Susan entrara no veículo, e permaneceram calados o resto da viagem, até à casa branca onde, supostamente, o presidente estava.
No entanto, o veículo parara, antes de se poder ter uma boa visão da casa.
O informador começou a falar, calmamente.
- O que a Susan vai presenciar – começou – é algo terrível. Algo que lhe ficará gravado para sempre na memória.
Susan, estava sem compreender aquilo. Que coisa tão terrível possa ser essa?
Mas então, Meyer, compreendera a verdade. Ela nem tinha ouvido o som do carro, a entrar pela sarjeta suficientemente larga para o conter, de tão excepcionalmente tenebrosa aquela imagem era.
Incrível! Era a única palavra que Susan se lembrara naquele momento.
Que hei-de postar bem brevemente.Anyway, entretanto tenho aqui o capitulo 1

Capítulo 1:
She Wolf:
Mysterious
She Wolf:
Mysterious
Era uma manhã solarenga na cidade norte americana de Nova Iorque. Um forte sol fazia-se sentir, e os meteorologistas já tinham decidido por o alerta amarelo, na cidade. Mas nada que preocupasse Susan Meyer.
Susan Meyer era uma importante jornalista do New York Times, dona de uma inconfundível mente brilhante, e com talentos inacreditáveis para a função de detective. Mais até que de jornalista. Fora graças a ela, que veio à tona as maiores notícias da década sobre corrupção, endividamentos políticos (Dos quais o mayor da cidade estava envolvido), filhos bastardos... Enfim, não havia nada que Meyer não tivesse já descoberto.
Só o seu nome provoca tenebroso ódio entre os políticos. Nunca ninguém em cargos importantes desejaria que o seu nome fosse posto entre as páginas do prestigiado jornal americano, com o artigo assinado por Meyer.
Mas, desde que o escândalo de sexo com o mayor rebentara, Susan não tinha obtido nenhuma notícia escandalosa. A cidade anda calma... Mas ela sabia que não seria assim durante muito tempo. Fontes próximas dos grandes nomes políticos avistavam uma crise que poderia facilmente, manchar a cidade de Nova Iorque, para sempre. Mas o que era? Ninguém sabia.
Susan já tinha o seu rol de pensamentos e de hipóteses bem delineado. Mas nenhum era forte o suficiente para ser o que, as suas fontes descreveram como: “o final do estatuto de Nova Iorque”.
Não se lembrara de nada que pudesse ser usado para atingir tal fim, apesar dos seus 10 anos recheados de escândalos.
O seu telefone toca, subitamente, obrigando a saltar da cama, tão surpreendente aquilo foi.
O número era de um dos seus informadores principais.
- Sim? – Perguntara Susan tentando ocultar o duro tom de voz.
- Venha para Barranquilha, Colômbia. De imediato. Nem vai acreditar no que aconteceu cá. – respondeu o informador.
Este informador fora encarregado por Meyer a descobrir erros na política da América do Sul, que afectasse Nova Iorque. Depois, venderia a peça a um jornal de maior destaque (como o Times) para que chegasse a todo o país. Susan, já chegara a ser denominada, como “a justiceira infernal”, devido à sua constante procura de justiça dos políticos quanto aos cidadãos normais.
- Diga-me o que aconteceu. – pedira Susan querendo ter a certeza da profundeza da noticia e do escândalo. Mas, sabia que haveria de ser algo importante – aquele telefone só era usado para emergências de alto nível.
- O presidente de Colômbia foi encontrado junto a uma casa abandonada nos arredores de Barranquilha! – Meyer não estava a perceber onde o informador queria chegar.
- Morto?
- Não. Vivo. – Aquilo não cabia na cabeça de Susan. O que é que me pode interessar o presidente da Colômbia encontrado numa sarjeta qualquer da cidade de Barranquilha? Ainda por cima VIVO! Mas, já a trabalhar com este informador a pelo menos, cinco anos, percebera que não era uma ironia. Algo de importante tinha acontecido.
- Eu não estou a perceber o grande furo aqui. – a sua cabeça ainda girava procurando algo importante.
O informador respondera num calmo espanhol arrojado:
- Loba.
Susan falava pouco de espanhol – só mesmo o necessário. Mas percebera que tinha acontecido algo referente a um lobo, ou neste caso uma loba.
- Ainda não percebi.
- Raios! – gritara o informador – Venha para aqui imediatamente! Irá perceber.
Do outro lado da linha, não se ouvia nada. Apenas silêncio.
Uma loba em Barranquilha? Decerto que a notícia era boa – um lobo em Barranquilha não era, de todo, comum. Mas, seria uma boa notícia para os jornais locais publicarem. Mas nada que lhe interessasse.
No entanto, decidira ir a Colômbia, confiando nos sucessos que lhe tinham sido entregues por aquele informador.
Contactara a empresa de aviões e comprara o seu bilhete, classe A, para ir até Bogotá. Não seria a primeira vez que faria a viagem de carro, da cidade principal da Colômbia para uma cidade costeira, dificilmente conhecida pelos cidadãos norte americanos. Mas, se a noticia que lhe esperava no país sul-americano fosse tão boa como o informador avisara, então, Barranquilha apareceria a ingressar os noticiários de todo o mundo.
Chegara a Bogotá, pouco antes do meio-dia. Tinha sido rápida. Mas, não sabia o que havia de esperar da sua visita a Colômbia – um país do terceiro mundo.
Estava convencida que a viagem fora um gasto de tempo; uma loba em Colômbia não era significativo. E publicá-la, atiraria o seu nome jornalístico (construído através de muito trabalho duro) para o fundo, indo de jornalista imensamente influente a uma jornalista acabada de sair da Universidade.
No entanto, sabia que poderia haver algo de maior interesse – o que é que o presidente fazia numa rua dos arredores de Barranquilla? Talvez, tenha sido por isso que ele me atraiu. Pensava Susan indo de carro em direcção à cidade costeira de Colômbia.
Ela sabia que a resposta estava perto; dentro de exactamente vinte minutos, estaria junto do seu informador e então, saberia os contornos completos da história que a tinha feito voar mais de 3321.47.
Tinha já o papel e a caneta prontos na sua mala, esperando ansiosamente, por começar a escrever a história que a esperava. Duvidara, por instantes, do interesse maior da história; uma loba em Barranquilha e o presidente numa sarjeta. Nada de extraordinariamente importante, acaso do acaso.
Mas, o instinto de Meyer advertia-a para a existência de algo mais; algo mais profundo e perigoso. O perfeito para ela. Não havia memória de alguém que gostasse mais do perigo que Susan Meyer. E as suas peças jornalísticas provavam isso mesmo.
O carro parara no meio da estrada, impedido por algo.
- O que se passou? – perguntou Susan no espanhol rudimentar.
- La policia. – explicou o condutor do táxi. – A polícia parece que bloqueou todas as estradas. Em dez minutos deverá estar livre. Acontece sempre algo assim por estas bandas.
Mas Susan não podia esperar. A notícia esperava-a, e ela esperava-a. Tenho de sair! Agora!
- Quanto tempo é que demora daqui até a cidade a pé?
- Está doida? Não chegava lá antes das duas da tarde. – Susan olhou para o relógio. 10h30. Raios. Também Meyer sabia desistir quando se falava de algo impossível; ela sabia que com o calor abrasador que se fazia sentir depois do meio-dia, naquela cidade costeira, não resistiria muito tempo.
- Então tome um caminho! Tenho de ir para lá o mais depressa possível! Pago-lhe quanto quiser! 500 dólares, se for preciso!
De repente, ouve-se o motor do táxi a recomeçar a trabalhar. Virara À direita, e cortara caminho por um campo de trigo.
Susan suspirou de alívio. Estava de novo em caminho, e não tardaria muito até chegar a Barranquilha.
O carro abanava, devido ao facto de o terreno ter deformações. Susan, apesar de ter um estômago forte, parecia sucumbir ao tremor do carro que se fazia sentir. O que eu não faço por uma noticia. Pensava enquanto tapava a boca, tentando conter o vómito.
Olhava fixamente e regularmente para o condutor que se mantinha pávido, e sereno. Para ela, aquilo parecia impossível. Como é possível ele manter-se assim? Tão calmo? Mas, para Susan, a resposta tornara-se clara: ele já sabia os perigos de andar assim, e tinha tomado comprimidos para a má disposição. Lembrara-se que antes de o carro pegar, o condutor tinha tomado alguma coisa. Filho da mãe. 500 doláres uma ova.
Finalmente o carro parara. Pisava agora terra firme. Meyer nem podia acreditar.
A porta do lado do condutor abriu-se, causando Meyer a saltar de espanto.
- Os 500 doláres, senhora? – pediu o motorista.
- Nem pense! O senhor é doido! Faz-me ir por aquele caminho e ainda me pede dinheiro? – gritava Susan, indignada com o que se ocorria. – Dou-lhe o dinheiro da viagem, e já vai muito bem aviado.
Susan tirara da mala preta, uma carteira D&G preta, abriu-a e deu ao motorista, incrédulo, o dinheiro.
- Agora, boa viagem de regresso. Sucker. – dissera Meyer num tom de voz duro e implacável. Ela contara que o condutor, não percebera suficientemente inglês para perceber o que ela lhe tinha chamado. Mas, contudo, com o aumento de programas de televisão que usavam essa palavra, era certo que ele saberia o que era.
Mas não havia mais importância para isso; Susan tinha apenas mais um objectivo: descobrir o que foi que a fez voar tantos quilómetros.
Tentara isolar o seu pensamento. Tentara focá-lo no jovem presidente, que estaria sentando ao pé de uma casa abandonada, numa sarjeta. Só de pensar, Susan tremia. Mas o que a focalizava mais naquela história toda era: O que é que o presidente faria ali, e o que é que o informador quis dizer com loba? Perguntas, às quais, Meyer, iria ter brevemente resposta.
O seu informador – um homem alto, e moreno com o cabelo ligeiramente desalinhado e comprido, olhos pretos – esperava já junto da entrada da cidade. O seu veículo de transporte era um Volvo S60, uma prenda de Meyer pelo seu excelente comportamento.
Susan entrara no veículo, e permaneceram calados o resto da viagem, até à casa branca onde, supostamente, o presidente estava.
No entanto, o veículo parara, antes de se poder ter uma boa visão da casa.
O informador começou a falar, calmamente.
- O que a Susan vai presenciar – começou – é algo terrível. Algo que lhe ficará gravado para sempre na memória.
Susan, estava sem compreender aquilo. Que coisa tão terrível possa ser essa?
Mas então, Meyer, compreendera a verdade. Ela nem tinha ouvido o som do carro, a entrar pela sarjeta suficientemente larga para o conter, de tão excepcionalmente tenebrosa aquela imagem era.
Incrível! Era a única palavra que Susan se lembrara naquele momento.
"Presage 16
Conjoined here in the sky manifested
it enters
Little rain... the sky and earth dries,
Undone, death, caught, arrived at a bad hour"
Oi!
Bem, começei a ler a fic hoje (ate que nem vim atrasada
) E devo dizer-te que estou a gostar!
Acho que tens um bom vocabulario e sabes usar expressoes e palavras variadas, o que dá gosto á leitura!
Quanto á historia em si... hum, tanto misterio!
Estou curiosa para saber o que raio é que se passou com o presidente que envolva "loba"! lol
Fico á espera de mais!
bjokas
Bem, começei a ler a fic hoje (ate que nem vim atrasada
) E devo dizer-te que estou a gostar!Acho que tens um bom vocabulario e sabes usar expressoes e palavras variadas, o que dá gosto á leitura!
Quanto á historia em si... hum, tanto misterio!
Estou curiosa para saber o que raio é que se passou com o presidente que envolva "loba"! lol
Fico á espera de mais!

bjokas
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
Ora bem.... isto n vai ser um comment estilo "ai adoro a tua fic k linda e maravilhosa
.
.
.
" tipo acho q n tá grande coisa, mas acho q podes melhorar... por isso fica aqui a opinião
Olha eu n comentei o prologo.... pk sinceramente achei aquilo um mashup foleiro de uma letra de canção incorporada numa historia....
O tue GRANDE problema de escrita = Sobreadjectivação.
Eu li o capitulo todo e parece q estou a ler uma pagina de anuncios
Por exemplo: "Olhava fixamente e regularmente para o condutor que se mantinha pávido, e sereno" Se olhava fixamente pro motorista está implicito que olhava de forma regular, de outra forma era impossivel olhar fixamente pra ele. E BTW não se escreve pávido... é Impavido.
Basicamente devias remover essas redundancias do teu texto.... trabalhar um pouco mais na historia pra conseguires construir uma boa conexão entree as personagens... tens á mesma que descrever melhor as cenas, pk embora tenhas muitos adjectivos ao longo do texto não mostra propriamente mtas coisas do ambiente em redor ou das personagens, mostras o essencial de uma forma bastante apelativa (acho q é mesmo essa a tua ideia) acho q não pcisas d encharcar um texto d adjectivos pra ser bom.... trabalha nisso.
A outra coisa que tambem n gosto nada de ver é exxpressões d linguas diferentes misturadas.... Ok as expressões em espanhol são necessárias, mas as dela em ingles não são d todo aconselháveis e passo a explicar. Estas a partir do pressuposto q ela esta sempre a falar em ingles, embora o passes pra portugues..... então não faz sentido deixares palavras em ingles a meio da tradução como aquele "sucker" traduz tudo nos discursos da lingua principal ou isto vira uma salganhada de estrangeirismos.
d resto n está assim mt má... continua a escrever a ver o q sai daí
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" tipo acho q n tá grande coisa, mas acho q podes melhorar... por isso fica aqui a opiniãoOlha eu n comentei o prologo.... pk sinceramente achei aquilo um mashup foleiro de uma letra de canção incorporada numa historia....
O tue GRANDE problema de escrita = Sobreadjectivação.
Eu li o capitulo todo e parece q estou a ler uma pagina de anuncios
Por exemplo: "Olhava fixamente e regularmente para o condutor que se mantinha pávido, e sereno" Se olhava fixamente pro motorista está implicito que olhava de forma regular, de outra forma era impossivel olhar fixamente pra ele. E BTW não se escreve pávido... é Impavido.
Basicamente devias remover essas redundancias do teu texto.... trabalhar um pouco mais na historia pra conseguires construir uma boa conexão entree as personagens... tens á mesma que descrever melhor as cenas, pk embora tenhas muitos adjectivos ao longo do texto não mostra propriamente mtas coisas do ambiente em redor ou das personagens, mostras o essencial de uma forma bastante apelativa (acho q é mesmo essa a tua ideia) acho q não pcisas d encharcar um texto d adjectivos pra ser bom.... trabalha nisso.
A outra coisa que tambem n gosto nada de ver é exxpressões d linguas diferentes misturadas.... Ok as expressões em espanhol são necessárias, mas as dela em ingles não são d todo aconselháveis e passo a explicar. Estas a partir do pressuposto q ela esta sempre a falar em ingles, embora o passes pra portugues..... então não faz sentido deixares palavras em ingles a meio da tradução como aquele "sucker" traduz tudo nos discursos da lingua principal ou isto vira uma salganhada de estrangeirismos.
d resto n está assim mt má... continua a escrever a ver o q sai daí

esta interessante
continua que eu estou a gostar
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a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

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