Sailor Senshis Legendary Crystal
oi pessoal pela primeira vez venho postar uma fic, contudo esta fic não é minha (eu não tenho nenhum jeito para a escrita, pode ser que um dia tente), mas sim de uma amiga que me deu autorização para a postar aqui.Acho-a linda e muito interessante.
Preview: Esta história
passar-se-á 2 anos, após a luta contra a Galáxia. A paz foi restaurada na terra
e todas as Sailor senshis levavam uma vida normal. Mamoru foi acabar os seus
estudos nos Estados Unidos. Usagui assim como as suas amigas estavam a terminar o liceu.
Uma nova batalha levará à luta
todas as sailors, onde desenvolverão os seus verdadeiros poderes e o de como
conseguirão os cristais que as representam, pois em épocas remotas,
nomeadamente no Milénio de Prata, simbolizavam a sua verdadeira essência, assim
como, a princesa serenidade que possui o cristal prateado. Novos aliados, novos
inimigos e velhos amigos vão aparecer.
INDICE:
PRÓLOGO ---- Página 1
Capitulo 1 – Pressentimento ---- Página 1
Capitulo 2 – Capturada ---- Página 1
Capitulo 3 – Fuga ---- Página 1
Capitulo 4 – Esclarecimentos ---- Página 2
Capitulo 5 – Fracassos ---- Página 2
Capitulo 6 – O Lamento ---- Página 3
Capitulo 7 - Lutamos Pelo Amor e a justiça... ---- Página 3
Capitulo 8 - O Sacríficio ---- Página 3
Capitulo 9 - Ajuda Inesperada ---- Página 3
Capitulo 10 - O Regresso da Sailor Galaxia e da Chibi Chibimoon ---- Página 4
Capitulo 11 - A Transformação da Sailor Marte e Mercúrio ---- Página 4
Capitulo 12 - Agora é a nossa vez! Os cristais de Júpiter e de Vénus ---- Página 4
Capitulo 13 - Eu Arrependo-me Princesa ---- Página 5
Preview: Esta história
passar-se-á 2 anos, após a luta contra a Galáxia. A paz foi restaurada na terra
e todas as Sailor senshis levavam uma vida normal. Mamoru foi acabar os seus
estudos nos Estados Unidos. Usagui assim como as suas amigas estavam a terminar o liceu.
Uma nova batalha levará à luta
todas as sailors, onde desenvolverão os seus verdadeiros poderes e o de como
conseguirão os cristais que as representam, pois em épocas remotas,
nomeadamente no Milénio de Prata, simbolizavam a sua verdadeira essência, assim
como, a princesa serenidade que possui o cristal prateado. Novos aliados, novos
inimigos e velhos amigos vão aparecer.
INDICE:
PRÓLOGO ---- Página 1
Capitulo 1 – Pressentimento ---- Página 1
Capitulo 2 – Capturada ---- Página 1
Capitulo 3 – Fuga ---- Página 1
Capitulo 4 – Esclarecimentos ---- Página 2
Capitulo 5 – Fracassos ---- Página 2
Capitulo 6 – O Lamento ---- Página 3
Capitulo 7 - Lutamos Pelo Amor e a justiça... ---- Página 3
Capitulo 8 - O Sacríficio ---- Página 3
Capitulo 9 - Ajuda Inesperada ---- Página 3
Capitulo 10 - O Regresso da Sailor Galaxia e da Chibi Chibimoon ---- Página 4
Capitulo 11 - A Transformação da Sailor Marte e Mercúrio ---- Página 4
Capitulo 12 - Agora é a nossa vez! Os cristais de Júpiter e de Vénus ---- Página 4
Capitulo 13 - Eu Arrependo-me Princesa ---- Página 5

Aqui fica o prólogo
Prologo
Num planeta
distante, com passos apressados, três silhuetas corriam em direcção aos
escombros de um lindo palácio. As três silhuetas são Sailor Star Fighter, Star
Maker e Star Healer, este ultimo encontrava-se gravemente ferida, por causa da
batalha que ocorrera horas antes, contudo resistia à corrida que faziam.
Chegados aos escombros do
palácio ficaram pasmos ao verem a pessoa mais amada por estes, parcialmente
debaixo dos escombros, estava mortalmente ferida e lentamente desaparecia.
- Princesa. PRINCESA KAKYUU!!!!
- Star Maker...
– Perdoe-nos princesa, mais uma vez
não a conseguimos proteger
– Sailor Star Fighter, não te
culpes, pois fizeram o que podiam, o inimigo era muito forte...
– Sim princesa, ele era muito forte
– Sussurrou triste Fighter segurando o braço que ainda sangrava.
- Por favor, vocês têm de avisar as
Sailor senshis da Terra sobre o perigo que se aproxima e... – respondia
pausadamente conseguindo resistir a um futuro incerto, abriu os olhos novamente
e disse: - Ele está indo para a Terra... por isso, vocês, ajudem as Sailor
Senshis a proteger a Princesa
Serenidade.
- Ele vai para
Terra?
– Sim Fighter... por favor, ajuda elas!
- Sim princesa,
vamos fazer o que nos pede.
- Mas antes, dar-vos-ei
uma coisa...
A insígnia que se encontrava na sua frente começou a brilhar intensamente
fazendo com que três tipos diferentes de cristais se materializassem diante
deles. O brilho era majestoso e intenso, iluminando praticamente todo o reino
que já havia sido destruído. Cada Sailor Star ficou com o respectivo cristal
que lhe representava. Sailor Star Fighter com o cristal "Rubi", Maker
com o "Berilo" e Healer o de "Safira".
- Princesa, que
cristais são esses? – Perguntou preocupado Star Maker.
- Não tenho muito tempo para
explicá-las, Maker. No entanto, a princesa da Lua poderá esclarecer todas as
tuas dúvidas.
- Usagui pode?
- Sim Fighter. – Confirmou. – Esses
cristais, juntamente com os que se encontram na Terra, poderão derrotar o
inimigo...assim, o espero.
- Mas princesa, o único cristal que
existe na Terra, hoje em dia, é cristal prateado da Usagui – diz Fighter.
Ela murmurou algumas
palavras que eles não entenderam e uma vez mais, fechou os olhos dizendo:
- Não percam mais tempo.
Fez um último esforço e os cristais lentamente desapareciam dentro das Stars
Lights.
- Acha isso mesmo necessário? Não
adianta nada ir para a Terra agora... – surpreendendo a todos, Star Healer
falou.
Ao escutar as palavras ditas por ele, Kakyuu abriu os olhos encarando-a.
- O QUE VOCÊ ESTÁ DIZENDO HEALER? -
Maker furioso perguntou empurrando-a. – ESTÁS A DIZER QUE NÃO IRÁS PARA A TERRA
AJUDA-LAS?
- NÃO ACREDITO QUE DESTA VEZ ELAS
CONSIGUIRÃO VENCE-LO!!!! NÃO DESTA VEZ!!!!! São fracas perante o poder dele
Maker, não vês isso? Desta vez, nem mesmo aquela rapariga, conseguirá vencer...
- Não. Estás enganado! Sailor Moon é
a mais forte! Esqueceste tudo o que ela nos ensinou?
- Nos ensinou, Fighter?
- "A luz da esperança está em
todos os corações" Ela nos ensinou isso Healer. - Maker respondeu por
Fighter o segurando firme. - Por isso, acredito na força do amor de Usagui e
das demais Senshis.
- Healer....
- Sim princesa? – Responde com
carinho ao chamamento dela.
- Tu realmente não acreditas nas
Sailor Senshis da Terra?
Ela olhou para Fighter e Maker, via nos olhos dos seus companheiros a
esperança.
- Minha princesa...
Prologo
Num planeta
distante, com passos apressados, três silhuetas corriam em direcção aos
escombros de um lindo palácio. As três silhuetas são Sailor Star Fighter, Star
Maker e Star Healer, este ultimo encontrava-se gravemente ferida, por causa da
batalha que ocorrera horas antes, contudo resistia à corrida que faziam.
Chegados aos escombros do
palácio ficaram pasmos ao verem a pessoa mais amada por estes, parcialmente
debaixo dos escombros, estava mortalmente ferida e lentamente desaparecia.
- Princesa. PRINCESA KAKYUU!!!!
- Star Maker...
– Perdoe-nos princesa, mais uma vez
não a conseguimos proteger
– Sailor Star Fighter, não te
culpes, pois fizeram o que podiam, o inimigo era muito forte...
– Sim princesa, ele era muito forte
– Sussurrou triste Fighter segurando o braço que ainda sangrava.
- Por favor, vocês têm de avisar as
Sailor senshis da Terra sobre o perigo que se aproxima e... – respondia
pausadamente conseguindo resistir a um futuro incerto, abriu os olhos novamente
e disse: - Ele está indo para a Terra... por isso, vocês, ajudem as Sailor
Senshis a proteger a Princesa
Serenidade.
- Ele vai para
Terra?
– Sim Fighter... por favor, ajuda elas!
- Sim princesa,
vamos fazer o que nos pede.
- Mas antes, dar-vos-ei
uma coisa...
A insígnia que se encontrava na sua frente começou a brilhar intensamente
fazendo com que três tipos diferentes de cristais se materializassem diante
deles. O brilho era majestoso e intenso, iluminando praticamente todo o reino
que já havia sido destruído. Cada Sailor Star ficou com o respectivo cristal
que lhe representava. Sailor Star Fighter com o cristal "Rubi", Maker
com o "Berilo" e Healer o de "Safira".
- Princesa, que
cristais são esses? – Perguntou preocupado Star Maker.
- Não tenho muito tempo para
explicá-las, Maker. No entanto, a princesa da Lua poderá esclarecer todas as
tuas dúvidas.
- Usagui pode?
- Sim Fighter. – Confirmou. – Esses
cristais, juntamente com os que se encontram na Terra, poderão derrotar o
inimigo...assim, o espero.
- Mas princesa, o único cristal que
existe na Terra, hoje em dia, é cristal prateado da Usagui – diz Fighter.
Ela murmurou algumas
palavras que eles não entenderam e uma vez mais, fechou os olhos dizendo:
- Não percam mais tempo.
Fez um último esforço e os cristais lentamente desapareciam dentro das Stars
Lights.
- Acha isso mesmo necessário? Não
adianta nada ir para a Terra agora... – surpreendendo a todos, Star Healer
falou.
Ao escutar as palavras ditas por ele, Kakyuu abriu os olhos encarando-a.
- O QUE VOCÊ ESTÁ DIZENDO HEALER? -
Maker furioso perguntou empurrando-a. – ESTÁS A DIZER QUE NÃO IRÁS PARA A TERRA
AJUDA-LAS?
- NÃO ACREDITO QUE DESTA VEZ ELAS
CONSIGUIRÃO VENCE-LO!!!! NÃO DESTA VEZ!!!!! São fracas perante o poder dele
Maker, não vês isso? Desta vez, nem mesmo aquela rapariga, conseguirá vencer...
- Não. Estás enganado! Sailor Moon é
a mais forte! Esqueceste tudo o que ela nos ensinou?
- Nos ensinou, Fighter?
- "A luz da esperança está em
todos os corações" Ela nos ensinou isso Healer. - Maker respondeu por
Fighter o segurando firme. - Por isso, acredito na força do amor de Usagui e
das demais Senshis.
- Healer....
- Sim princesa? – Responde com
carinho ao chamamento dela.
- Tu realmente não acreditas nas
Sailor Senshis da Terra?
Ela olhou para Fighter e Maker, via nos olhos dos seus companheiros a
esperança.
- Minha princesa...

- RESPONDE HEALER! – Gritaram ao mesmo tempo Fighter e Maker.
- Sim, acredito nas Senshis minha
princesa, e, principalmente na Princesa Serenidade.
Princesa Kakyuu sorriu feliz ao ouvir a resposta, fazendo a ardente energia
entrar dentro de Healer e curar os seus ferimentos mais graves. Healer chorou
incontrolavelmente por não conseguir sentir mais a sua princesa em seus braços.
E enquanto desaparecia dizia:
- Minhas queridas guardiãs, amigas. Eu acredito em vocês e espero que no futuro
sejam felizes na Terra...
- PRINCESAAAAAAA!!!!!!!!!!!
Tudo se silenciou.
- Healer?
Por mais difícil que fosse aquele momento, Sailor Healer levantou e limpou as
lágrimas que teimavam em cair.
- Entendemos que não queiras ir para
a Terra.
- Não Maker! – Recusou fechando o
punho furioso e olhando para o que tinha restado do seu reino adiante. – Iremos
mais uma vez para Terra!
Sailor Star Maker e Fighter sorriram aliviados. ~
- Eu prometo princesa... prometo que
faremos o que for possível para vence-lo...
- Sim! – Disseram ao mesmo tempo
Maker e Fighter concordando.
Instantaneamente, os três se transformaram em feixes de luzes amarelo, vermelho
e azul rumo a Terra.

Gostei dito, estou curiosa! Maismaismais! XD
http://suspended.byethost2.com/ O melhor fórum do mundo!
Fic - As Estrelas Voltam
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Fic - As Estrelas Voltam
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Capitulo 1 – Pressentimento
Raios luminosos entravam pela janela do quarto
de uma rapariga com cabelos louros de ouro, quando, de repente se ouve….
- Usagui-chan acorda, sua dorminhoca!!!
- O que aconteceu desta vez Luna? Não me
chateies, estou com muito sono…
- Eu sei que estás, mas se bem me lembro
pediste-me para acordar-te às oito horas, não foi?
- Ahhhhhhhaaaaaaaaammmmmmmm – voltou-se mais
uma vez na cama, cobrindo a face com o travesseiro. – Mas ainda tenho muito
sono, e nem deve ser oito horas ainda.
- Bolas!!! – Resmungou alto e a bom som Luna –
claro não são oito horas, preguiçosa, JÁ PASSA DAS DEZ HORAS!!!!!
- O QUÊ? – Gritou Usagui, ao mesmo tempo que
saltava da cama, correndo direitinha para a casa de banho, para trocar-se –
PORQUE NÃO ME ACORADAS-TE MAIS CEDO, LUNA?
- Fiquei com muito receio em te acordar,
Usagui-chan…...
- Mas eu pedi, e muito, não foi?
- Sim. Contudo, havia muitos dias que tu não
dormias assim tão bem, em paz, sem pesadelos..., por isso, achei melhor
dormires mais um pouco.
- Muito obrigada Luna – sorriu – não sei o que
seria da minha vida sem ti.
Luna corou.
- Mas não precisas de te preocupar comigo, eu
estou óptima!
- De certeza?
- Claro! – Usagui abraçou-a com muita força –
Estou Muito Feliz!!!
Sorrindo, largou a Luna, e voltou para a casa
de banho para se arrumar.
- Hum…mesmo dizendo que não tens nada de
errado, Usagui, eu pressinto que alguma coisa muito má vai acontecer. – Pensou
Luna enquanto assistia a uma atrapalhada Usagui se vestindo. – Neste momento fico
feliz com o facto de Minako e Mamoru estarem voltando para a proteger.
- Há algum problema Luna? Ficou em silencio de
repente.
- Não, não tem problema nenhum. É melhores te
despachares, não vou cobrir mais uma vez, o teu atraso.
- Hum…tu foste a culpada, não acordas-te me
mais cedo – resmungou.
É sábado e está um
dia radiante. Usagui, Rey, Makoto e Ami combinaram encontrar-se às oito horas
no templo Hikawa. Desta vez não era para descutirem sobre algum inimigo ou algo
parecido, até porque, depois de a Sailor Galáxia ter sido vencida,
encontravam-se completamente em
paz. O motivo era uma carta que Usagui recebera de Mamoru,
dizendo que este finalmente regressaria para o Japão, pois passado um ano tinha
ido estudar para os Estados Unidos. Contudo, não era só isso, por coincidência,
Ami também recebeu uma carta de Minako que dizia a mesma coisa, que esta
voltaria para o Japão no mesmo dia, no domingo, pois já fazia dois anos que
Minako tinha voltado para Londres, para trabalhar com a sua amiga Catarina na
Interpol, como tinha feito antes de conhecer a Usagui e as meninas, quando era
apenas a Sailor V.
Minako sempre mandava cartas,
telefonemas ou através de reportagens que passavam na TV, com noticias para as
meninas. Estes casos eram paralelos, não eram sobrenaturais como estavam
acostumadas.
Assim sendo, era por este motivo que
elas se iam reunir no templo Hikawa, estavam preparando a festa de boas vindas
para ambos.
- Luna, as meninas vão me matar.
- Não te preocupes Usagui-chan, eu
avisei-as deste teu pequeno atraso.
- Hum…pequeno? O que disseram elas?
- Tirando a Rey, as outras
entenderam bem, pois expliquei que tu não conseguias dormir bem já há algumas
noites, portanto, achei melhor deixar que descansasses…Ei, Usagui! – Gritou
Luna, ela tinha começado a sair do quarto.
- O que foi?
- Olha para os teus pés.
Ela olhou e percebeu que tinha
calçado dois pares de meias diferentes.
- É a nova moda? – Gozou Luna –
talvez chegue a Paris!
- És muito
engraçadinha – chateada, Usagui sentou-se na cama para trocá-las com mais
calma.
Levantou-se de repente, foi até à
mesa-de-cabeceira e pegou na foto dela junto com Mamoru, e disse – estou muito
ansiosa pelo seu regresso.
- Qualquer um repararia nisso Usagui
– ri, novamente Luna – passou rápido este último ano, não foi?
- RAPIDO?! – Gritou ela – Para mim foi uma eternidade!
- Não exageres!
- Não estou exagerando, Luna.
- Estás sim! Vamos mas é logo, pois as meninas já devem estar
apreensivas. – Concluiu, saindo pela porta rapidamente.
- Sim. – E, colocou novamente a foto em cima da mesa.
Entretanto, ao sair do quarto sentiu uma presença estranha fora de casa
e rapidamente correu para a janela. Olhou para os lados e não viu nada de
anormal, só duas mulheres que passavam tranquilamente conversando.
- Estas duas… – Pensou, observando atentamente – Parecem-me
familiares….mas de onde será que as conheço?
- USAGUI-CHAN! – Gritou Luna – ASSIM SÓ CHEGAREMOS AMANHÃ AO TEMPLO
HIKAWA, NÃO É?
- Calma Luna, já estou indo. – Desistiu de ficar observando as duas
mulheres, saindo de seguida do quarto, correndo, desesperadamente como sempre.
No mesmo instante as duas mulheres, que Usagui tinha visto,
desapareceram envolta de uma estranha e misteriosa fumaça nebulosa.
------------------------------Uma
hora depois no Templo Hikawa-------------------------------------------------
Rey
e Ami decoravam todo o templo com fitas amarelas, vermelhas, azuis e laranjas,
enquanto que Makoto, estava na cozinha preparando os “comes e bebes” para a
festa.
- Olha só Ami, a Usagui-chan é muito
folgada, já passa das 11 horas e ainda não apareceu.
- Rey, a Luna avisou-nos que elas se
atrasariam um bocado, não é?
- Um bocado? UM BOCADO?! NÓS
MARCAMOS PARA AS OITO HORAS! – Gritou de cima de umas escadas, onde arrumava
umas quantas fitas no tecto do grande salão.
Quando felizes,
escutaram uma voz a cumprimentá-las. – Olá meninas!
- ONDE ESTÁ A USAGUI, LUNA? – Foi a
primeira pergunta que, uma muito zangada, Rey fez.
- Puxa Rey, já estás de mau humor,
logo de manhã?
- Não estou de mau humor – disse
Rey, muito envergonhada – Usagui é que é muito folgada, nós estamos fazendo o
serviço mais pesado.
- Desta vez ela não teve culpa
nenhuma, ela já vem aí, só parou para conversar com o teu avô e Yuichiro, ali na
entrada.
- Não disse que ela era muito
folgada, Ami?
Ami sorriu meio sem
graça com uma grande gota escorrendo na cabeça.
Raios luminosos entravam pela janela do quarto
de uma rapariga com cabelos louros de ouro, quando, de repente se ouve….
- Usagui-chan acorda, sua dorminhoca!!!
- O que aconteceu desta vez Luna? Não me
chateies, estou com muito sono…
- Eu sei que estás, mas se bem me lembro
pediste-me para acordar-te às oito horas, não foi?
- Ahhhhhhhaaaaaaaaammmmmmmm – voltou-se mais
uma vez na cama, cobrindo a face com o travesseiro. – Mas ainda tenho muito
sono, e nem deve ser oito horas ainda.
- Bolas!!! – Resmungou alto e a bom som Luna –
claro não são oito horas, preguiçosa, JÁ PASSA DAS DEZ HORAS!!!!!
- O QUÊ? – Gritou Usagui, ao mesmo tempo que
saltava da cama, correndo direitinha para a casa de banho, para trocar-se –
PORQUE NÃO ME ACORADAS-TE MAIS CEDO, LUNA?
- Fiquei com muito receio em te acordar,
Usagui-chan…...
- Mas eu pedi, e muito, não foi?
- Sim. Contudo, havia muitos dias que tu não
dormias assim tão bem, em paz, sem pesadelos..., por isso, achei melhor
dormires mais um pouco.
- Muito obrigada Luna – sorriu – não sei o que
seria da minha vida sem ti.
Luna corou.
- Mas não precisas de te preocupar comigo, eu
estou óptima!
- De certeza?
- Claro! – Usagui abraçou-a com muita força –
Estou Muito Feliz!!!
Sorrindo, largou a Luna, e voltou para a casa
de banho para se arrumar.
- Hum…mesmo dizendo que não tens nada de
errado, Usagui, eu pressinto que alguma coisa muito má vai acontecer. – Pensou
Luna enquanto assistia a uma atrapalhada Usagui se vestindo. – Neste momento fico
feliz com o facto de Minako e Mamoru estarem voltando para a proteger.
- Há algum problema Luna? Ficou em silencio de
repente.
- Não, não tem problema nenhum. É melhores te
despachares, não vou cobrir mais uma vez, o teu atraso.
- Hum…tu foste a culpada, não acordas-te me
mais cedo – resmungou.
É sábado e está um
dia radiante. Usagui, Rey, Makoto e Ami combinaram encontrar-se às oito horas
no templo Hikawa. Desta vez não era para descutirem sobre algum inimigo ou algo
parecido, até porque, depois de a Sailor Galáxia ter sido vencida,
encontravam-se completamente em
paz. O motivo era uma carta que Usagui recebera de Mamoru,
dizendo que este finalmente regressaria para o Japão, pois passado um ano tinha
ido estudar para os Estados Unidos. Contudo, não era só isso, por coincidência,
Ami também recebeu uma carta de Minako que dizia a mesma coisa, que esta
voltaria para o Japão no mesmo dia, no domingo, pois já fazia dois anos que
Minako tinha voltado para Londres, para trabalhar com a sua amiga Catarina na
Interpol, como tinha feito antes de conhecer a Usagui e as meninas, quando era
apenas a Sailor V.
Minako sempre mandava cartas,
telefonemas ou através de reportagens que passavam na TV, com noticias para as
meninas. Estes casos eram paralelos, não eram sobrenaturais como estavam
acostumadas.
Assim sendo, era por este motivo que
elas se iam reunir no templo Hikawa, estavam preparando a festa de boas vindas
para ambos.
- Luna, as meninas vão me matar.
- Não te preocupes Usagui-chan, eu
avisei-as deste teu pequeno atraso.
- Hum…pequeno? O que disseram elas?
- Tirando a Rey, as outras
entenderam bem, pois expliquei que tu não conseguias dormir bem já há algumas
noites, portanto, achei melhor deixar que descansasses…Ei, Usagui! – Gritou
Luna, ela tinha começado a sair do quarto.
- O que foi?
- Olha para os teus pés.
Ela olhou e percebeu que tinha
calçado dois pares de meias diferentes.
- É a nova moda? – Gozou Luna –
talvez chegue a Paris!
- És muito
engraçadinha – chateada, Usagui sentou-se na cama para trocá-las com mais
calma.
Levantou-se de repente, foi até à
mesa-de-cabeceira e pegou na foto dela junto com Mamoru, e disse – estou muito
ansiosa pelo seu regresso.
- Qualquer um repararia nisso Usagui
– ri, novamente Luna – passou rápido este último ano, não foi?
- RAPIDO?! – Gritou ela – Para mim foi uma eternidade!
- Não exageres!
- Não estou exagerando, Luna.
- Estás sim! Vamos mas é logo, pois as meninas já devem estar
apreensivas. – Concluiu, saindo pela porta rapidamente.
- Sim. – E, colocou novamente a foto em cima da mesa.
Entretanto, ao sair do quarto sentiu uma presença estranha fora de casa
e rapidamente correu para a janela. Olhou para os lados e não viu nada de
anormal, só duas mulheres que passavam tranquilamente conversando.
- Estas duas… – Pensou, observando atentamente – Parecem-me
familiares….mas de onde será que as conheço?
- USAGUI-CHAN! – Gritou Luna – ASSIM SÓ CHEGAREMOS AMANHÃ AO TEMPLO
HIKAWA, NÃO É?
- Calma Luna, já estou indo. – Desistiu de ficar observando as duas
mulheres, saindo de seguida do quarto, correndo, desesperadamente como sempre.
No mesmo instante as duas mulheres, que Usagui tinha visto,
desapareceram envolta de uma estranha e misteriosa fumaça nebulosa.
------------------------------Uma
hora depois no Templo Hikawa-------------------------------------------------
Rey
e Ami decoravam todo o templo com fitas amarelas, vermelhas, azuis e laranjas,
enquanto que Makoto, estava na cozinha preparando os “comes e bebes” para a
festa.
- Olha só Ami, a Usagui-chan é muito
folgada, já passa das 11 horas e ainda não apareceu.
- Rey, a Luna avisou-nos que elas se
atrasariam um bocado, não é?
- Um bocado? UM BOCADO?! NÓS
MARCAMOS PARA AS OITO HORAS! – Gritou de cima de umas escadas, onde arrumava
umas quantas fitas no tecto do grande salão.
Quando felizes,
escutaram uma voz a cumprimentá-las. – Olá meninas!
- ONDE ESTÁ A USAGUI, LUNA? – Foi a
primeira pergunta que, uma muito zangada, Rey fez.
- Puxa Rey, já estás de mau humor,
logo de manhã?
- Não estou de mau humor – disse
Rey, muito envergonhada – Usagui é que é muito folgada, nós estamos fazendo o
serviço mais pesado.
- Desta vez ela não teve culpa
nenhuma, ela já vem aí, só parou para conversar com o teu avô e Yuichiro, ali na
entrada.
- Não disse que ela era muito
folgada, Ami?
Ami sorriu meio sem
graça com uma grande gota escorrendo na cabeça.

------------------------------Ao
mesmo tempo na entrada do Templo Hikawa---------------------------------
- O que tens Usagui? – Pergunta-lhe
o avô de Rey. Ela olhava inquieta para fora do templo, perdida nos seus
próprios pensamentos. – Pareces preocupada, é muito estranho, nunca ficas tanto
tempo assim calada.
- Não sei avô, mas aquelas duas
mulheres ali. – Respondeu, apontando para a direcção da paragem dos autocarros
que fica na frente do templo.
- O que é que elas têm?
- Há uma hora atrás elas estavam na
frente da minha casa e agora estão aqui, não é estranho?
- Foi pura coincidência. Mas vamos,
apressa-te, as tuas amigas esperam-te, em especial a minha neta, ela está muito
nervosa com os preparativos da festa de vocês.
- Sim – sorri – desculpa avô.
- Não tens que te desculpar, mas
aqui para nós…essas mulheres são bonitas, não? Sorriu maliciosamente Yuichiro,
esticando o pescoço para conseguir vê-las melhor, pois ele estava a ouvir a
conversa, neste tempo todo. Segundos depois estava estatelado no chão com um
enorme galo na cabeça.
- Mais não Mestre!
- Tu não gostas da minha neta Rey? –
Disse o avô dela que tinha batido com a vassoura na cabeça de Yuichiro.
- Sim, gosto muito dela, mas a ela
não me liga nenhuma.
Os dois começaram a discutir.
Enquanto, ainda em silencio, Usagui lembrou-se de onde conhecia as duas
mulheres misteriosas. Nos últimos dias, viu-as em vários lugares diferentes,
como à saída da universidade, no templo Hikawa, no salão de jogos, na frente de
sua casa, na rua enquanto ia para casa das meninas.
- Poderia mesmo ser coincidência,
elas estarem nesses mesmos lugares que eu? – Pensou – Devo avisar as meninas?
- Usagui…
Ainda perdida nos
seus pensamentos, não percebeu que uma pessoa se aproximando, a chamava.
- Usagui-chan?
- Mas se me estiverem seguindo, isso
significa que um novo inimigo surgiu…
- Usagui?
- Ami!!!! – Assustou-se – nem senti
que te aproximavas.
- Sentir? Ora Usagui-chan, Rey é
quem tem essas sensações de pressentir se alguém se aproxima. – Ri Ami – O que
aconteceu?
Usagui olhou novamente para a fora
do templo e as duas mulheres já tinham desaparecido e respondeu:
- Nada.
- Estás preocupada com alguma coisa?
- Haveria alguma coisa para me
preocupar? Não, só estou apreensiva com a volta do Mamo-chan e da Minako.
- Aaaaaaahhhhhhhh…então é isso, vem,
a Rey está super-hiper nervosa – Disse a Ami, puxando-a para dentro do templo
- Hum… que novidade, ela está
nervosa.
As duas riram.
Ao entrarem no
templo.
- USAGUI!?
- Já estou aqui
Rey. Calma, calma, calma….
- Preciso de ajuda
aqui.
-Certo! – Respondeu
sem reclamar.
Alguns minutos
depois.
- O que houve? –
Perguntou estranhando o comportamento dela, estava em silêncio.
- Hehehehe… – Sorri
novamente, sem jeito. – Hoje todos resolveram-me fazer essa pergunta.
Usagui segurava a
escada onde Rey estava.
- Ok. E então?
Dormiste mais que a cama?
- Na verdade, Luna
não quis me acordar como o combinado, pois achou que eu estou dormindo pouco.
- E, estás?
- Às vezes tenho
insónias sim, mas isso é natural, não é Rey-chan?
- Sim, sentes muita
falta de Mamoru-sama?
- Sim, muita mesmo!
– Sorriu uma vez mais. – Às vezes, sozinha, tenho a sensação de ouvir a voz
dele me chamando, me orientando em algo que vou fazer… “Usa não é assim, tenta
te esforçar mais”… naquele jeito dele me corrigir, sabes? – Ela olhou para Rey
cheia de lágrimas nos olhos.
- Amanha isso
acabará Usagui, pois Mamoru está voltando e vocês poderão finalmente casar. È o
teu maior sonho, não é?
- Sim espero que
nada “inesperado” aconteça.
- E não vai
acontecer nada de inesperado, porque dizes isso?
- Ah…nada, nada
não, hehehe…falava em relação à festa
- Rss…não venhas
falar mal da festa, vai dar tudo certo.
- Desculpa, eu
estava brincando Rey-chan.
- Hum, falando em
casamento, tenho saudades da Chibiusa.
Usagui ruborizou-se
no mesmo instante.
- Eu também. Mas,
ela deve estar feliz.
- Sim, um belo
futuro nos aguarda. – Rey sorri – Tudo graças a ti e a Mamoru.
- Errado! – Exclama
uma Usagui séria – Graças a nós todas!
-
Certo…certo…certo… – Concordou Rey, pegando mais umas quantas fitas coloridas
do chão.
- Rey?
- Oi?
- Nestes últimos
dias, pressentiste alguma coisa estranha?
- Como assim?
Alguma coisa estranha? Tu pressentiste?
- Não tenho a
certeza…a rapariga “sobrenatural” aqui, és tu.
- Não brinques com
coisas assim, Usagui.
- Desculpa. Mas não
tenho a certeza, sinto como se tivesse alguém a me vigiar.
- É estranho e
perigoso.
- Eu sei… –
Respondeu com um suspiro – Isso tem me deixado um pouco nervosa.
- Vou verificar.
- Não, não precisa,
deve ser a ansiedade – Respondeu largando as escadas e sentando-se no chão.
- Tens a certeza? –
Perguntou a Rey – Ansiedade não faz isso.
- Ahan…
- Mas agora fiquei
preocupada.
- Se fosse um
inimigo novo tu conseguias pressentir?
- É, talvez sim –
Responde, subindo novamente na escada – Esses pressentimentos, têm a haver com
a tua insónia? Muitos pesadelos?
- Sim, eles sempre
se repetem.
- Que tipo de
pesadelos, posso saber?
- Sim. São
pesadelos relacionados com a Sailor Galáxia e a Chibichibi.
- As duas? –
Assustou-se Rey.
- Neles, a Galáxia
pede-me para ter cuidado, pois o Chãos estaria atrás de mim e…
- Chãos! – Exclamou
Rey, interrompendo-a – Mas como isso seria possível? Tu o destruíste!
- É, acho que a tua
princesa anda sonhando demais – Sorriu mais uma vez sem graça – Mamo-chan tem
razão ao dizer que sonho demais.
- Ora, Usagui, nada
a haver. A questão é como eles surgem. Apesar de não serem mesmo fiáveis, tu
vives no mundo da lua…não dá para acreditar, mesmo que estejas tendo
pressentimentos.
- Viste só? Por
isso é que não devia ter contado nada, vives rindo de mim. Obrigada pela
confiança!
- Para de bobeira e
continua….o que mais acontece?
- O que mais o quê?
- Os sonhos
Usagui…argh…
- Ah, sim! Neles,
Chibichibi tenta me dizer alguma coisa sobre cristais e…
- E…? – Curiosa,
Rey perguntou por ela ter ficado em silêncio.
- Não me lembro
direito…mas antes de terminar de me dizer o que seria esses cristais, acordo.
Rey amedrontada,
pegou as restantes fitas que estavam caídas no chão, indo de seguida em
direcção à lareira.
- O que foi? –
Perguntou, andando logo atrás dela – Descobriste algo?
- Não! Mas não
custa nada verificar – Respondeu, sentando-se diante das chamas do fogo sagrado
do templo.
No mesmo instante,
Ami e Makoto entraram no salão.
- Está acontecendo
alguma coisa? – Perguntou Makoto – Rey, pareces angustiada…
- Silêncio – Pediu
a mesma, começando a se concentrar, pegando um dos seus papeis sagrados.
- Ei, Usagui, o que
está acontecendo? – Ami perguntou em voz baixa para não desconcentrar Rey.
Usagui não
respondeu, pois preocupada, teme que seu sonho se torne realidade.
Rey, segurando o papel sagrado em
frente ao seu rosto começou a pronunciar lentamente as seguintes palavras
sagradas: …Rin, you, tou, sha, kai, jin, retsu, sai, zen, AKURYOU TAISAN! E o
fogo em frente aumentou rapidamente assustando, pela intensidade Usagui, Ami e
Makoto. Depois de alguns minutos ela levantou-se e foi até Usagui.
- Então?
- Nada. Não
consegui ver nada Usagui.
- Realmente sou um
fracasso em relação aos pressentimentos.
*Gotas*
- Hum…vocês as duas
estão muito misteriosas – Disse Ami, não tinha entendido nada.
Muitas horas
depois, ainda continuavam no templo, mas, já tinha anoitecido.
- É, terminamos –
suspirou Rey exausta, olhando para tudo na mais perfeita ordem – Pensei que não
iríamos conseguir.
- Melhor irmos
Luna.
- Luna irá dormir
aqui hoje Usagui.
- Porquê?
- Porque quero
chegar a horas amanhã no aeroporto – Respondeu a própria.
- COMO ASSIM? EU
SEREI A PRIMEIRA A CHEGAR AMANHÃ! – Gritou Usagui.
- Mesmo assim…
- LUNA! – Gritou
nervosa.
- Deixa ela Usagui,
tenho a certeza que serás a primeira a chegar amanhã.
- Claro Ami! O
problema é que a Luna nunca confia em mim.
- Em relação a
horários, não mesmo. Ainda me pergunto todos os dias se tu és realmente a
princesa Serenidade.
- LUUNNAAAAA!!!
- Calma Usagui-chan,
ela está só brincando. Hehehehehe….
- Mas tu ouviste o
que ela disse, Makoto?
- Se não te
apressares, não conseguirás descansar o necessário.
- E não chegarás a
horas amanhã – Completou Ami as palavras de Makoto.
- Sim, vocês têm
razão! Tchau! – Despediu-se ainda nervosa.
- Luna, que
desculpa foi essa? – Perguntou Makoto – Não gostei do jeito com que falaste com
ela, Usagui esforça-se muito.
- Eu estava
brincando e menti.
- Porquê Luna?
- Já faz dois dias
que não durmo direito e…
- Ahhh…
Todas suspiraram
rindo.
- Não querem saber
o motivo?
- Não é preciso
Luna. – Responderam todas ao mesmo tempo, rindo.
- Estás muito
apaixonada, hein Luna? – Perguntou Rey, entrando no Templo.
- O quê? – Grita
Luna, correndo atrás dela – O que queres dizer com isso, Rey?
- Ártemis chega
amanhã, para tua alegria, hehehe…
- Nada a haver……
mesmo tempo na entrada do Templo Hikawa---------------------------------
- O que tens Usagui? – Pergunta-lhe
o avô de Rey. Ela olhava inquieta para fora do templo, perdida nos seus
próprios pensamentos. – Pareces preocupada, é muito estranho, nunca ficas tanto
tempo assim calada.
- Não sei avô, mas aquelas duas
mulheres ali. – Respondeu, apontando para a direcção da paragem dos autocarros
que fica na frente do templo.
- O que é que elas têm?
- Há uma hora atrás elas estavam na
frente da minha casa e agora estão aqui, não é estranho?
- Foi pura coincidência. Mas vamos,
apressa-te, as tuas amigas esperam-te, em especial a minha neta, ela está muito
nervosa com os preparativos da festa de vocês.
- Sim – sorri – desculpa avô.
- Não tens que te desculpar, mas
aqui para nós…essas mulheres são bonitas, não? Sorriu maliciosamente Yuichiro,
esticando o pescoço para conseguir vê-las melhor, pois ele estava a ouvir a
conversa, neste tempo todo. Segundos depois estava estatelado no chão com um
enorme galo na cabeça.
- Mais não Mestre!
- Tu não gostas da minha neta Rey? –
Disse o avô dela que tinha batido com a vassoura na cabeça de Yuichiro.
- Sim, gosto muito dela, mas a ela
não me liga nenhuma.
Os dois começaram a discutir.
Enquanto, ainda em silencio, Usagui lembrou-se de onde conhecia as duas
mulheres misteriosas. Nos últimos dias, viu-as em vários lugares diferentes,
como à saída da universidade, no templo Hikawa, no salão de jogos, na frente de
sua casa, na rua enquanto ia para casa das meninas.
- Poderia mesmo ser coincidência,
elas estarem nesses mesmos lugares que eu? – Pensou – Devo avisar as meninas?
- Usagui…
Ainda perdida nos
seus pensamentos, não percebeu que uma pessoa se aproximando, a chamava.
- Usagui-chan?
- Mas se me estiverem seguindo, isso
significa que um novo inimigo surgiu…
- Usagui?
- Ami!!!! – Assustou-se – nem senti
que te aproximavas.
- Sentir? Ora Usagui-chan, Rey é
quem tem essas sensações de pressentir se alguém se aproxima. – Ri Ami – O que
aconteceu?
Usagui olhou novamente para a fora
do templo e as duas mulheres já tinham desaparecido e respondeu:
- Nada.
- Estás preocupada com alguma coisa?
- Haveria alguma coisa para me
preocupar? Não, só estou apreensiva com a volta do Mamo-chan e da Minako.
- Aaaaaaahhhhhhhh…então é isso, vem,
a Rey está super-hiper nervosa – Disse a Ami, puxando-a para dentro do templo
- Hum… que novidade, ela está
nervosa.
As duas riram.
Ao entrarem no
templo.
- USAGUI!?
- Já estou aqui
Rey. Calma, calma, calma….
- Preciso de ajuda
aqui.
-Certo! – Respondeu
sem reclamar.
Alguns minutos
depois.
- O que houve? –
Perguntou estranhando o comportamento dela, estava em silêncio.
- Hehehehe… – Sorri
novamente, sem jeito. – Hoje todos resolveram-me fazer essa pergunta.
Usagui segurava a
escada onde Rey estava.
- Ok. E então?
Dormiste mais que a cama?
- Na verdade, Luna
não quis me acordar como o combinado, pois achou que eu estou dormindo pouco.
- E, estás?
- Às vezes tenho
insónias sim, mas isso é natural, não é Rey-chan?
- Sim, sentes muita
falta de Mamoru-sama?
- Sim, muita mesmo!
– Sorriu uma vez mais. – Às vezes, sozinha, tenho a sensação de ouvir a voz
dele me chamando, me orientando em algo que vou fazer… “Usa não é assim, tenta
te esforçar mais”… naquele jeito dele me corrigir, sabes? – Ela olhou para Rey
cheia de lágrimas nos olhos.
- Amanha isso
acabará Usagui, pois Mamoru está voltando e vocês poderão finalmente casar. È o
teu maior sonho, não é?
- Sim espero que
nada “inesperado” aconteça.
- E não vai
acontecer nada de inesperado, porque dizes isso?
- Ah…nada, nada
não, hehehe…falava em relação à festa
- Rss…não venhas
falar mal da festa, vai dar tudo certo.
- Desculpa, eu
estava brincando Rey-chan.
- Hum, falando em
casamento, tenho saudades da Chibiusa.
Usagui ruborizou-se
no mesmo instante.
- Eu também. Mas,
ela deve estar feliz.
- Sim, um belo
futuro nos aguarda. – Rey sorri – Tudo graças a ti e a Mamoru.
- Errado! – Exclama
uma Usagui séria – Graças a nós todas!
-
Certo…certo…certo… – Concordou Rey, pegando mais umas quantas fitas coloridas
do chão.
- Rey?
- Oi?
- Nestes últimos
dias, pressentiste alguma coisa estranha?
- Como assim?
Alguma coisa estranha? Tu pressentiste?
- Não tenho a
certeza…a rapariga “sobrenatural” aqui, és tu.
- Não brinques com
coisas assim, Usagui.
- Desculpa. Mas não
tenho a certeza, sinto como se tivesse alguém a me vigiar.
- É estranho e
perigoso.
- Eu sei… –
Respondeu com um suspiro – Isso tem me deixado um pouco nervosa.
- Vou verificar.
- Não, não precisa,
deve ser a ansiedade – Respondeu largando as escadas e sentando-se no chão.
- Tens a certeza? –
Perguntou a Rey – Ansiedade não faz isso.
- Ahan…
- Mas agora fiquei
preocupada.
- Se fosse um
inimigo novo tu conseguias pressentir?
- É, talvez sim –
Responde, subindo novamente na escada – Esses pressentimentos, têm a haver com
a tua insónia? Muitos pesadelos?
- Sim, eles sempre
se repetem.
- Que tipo de
pesadelos, posso saber?
- Sim. São
pesadelos relacionados com a Sailor Galáxia e a Chibichibi.
- As duas? –
Assustou-se Rey.
- Neles, a Galáxia
pede-me para ter cuidado, pois o Chãos estaria atrás de mim e…
- Chãos! – Exclamou
Rey, interrompendo-a – Mas como isso seria possível? Tu o destruíste!
- É, acho que a tua
princesa anda sonhando demais – Sorriu mais uma vez sem graça – Mamo-chan tem
razão ao dizer que sonho demais.
- Ora, Usagui, nada
a haver. A questão é como eles surgem. Apesar de não serem mesmo fiáveis, tu
vives no mundo da lua…não dá para acreditar, mesmo que estejas tendo
pressentimentos.
- Viste só? Por
isso é que não devia ter contado nada, vives rindo de mim. Obrigada pela
confiança!
- Para de bobeira e
continua….o que mais acontece?
- O que mais o quê?
- Os sonhos
Usagui…argh…
- Ah, sim! Neles,
Chibichibi tenta me dizer alguma coisa sobre cristais e…
- E…? – Curiosa,
Rey perguntou por ela ter ficado em silêncio.
- Não me lembro
direito…mas antes de terminar de me dizer o que seria esses cristais, acordo.
Rey amedrontada,
pegou as restantes fitas que estavam caídas no chão, indo de seguida em
direcção à lareira.
- O que foi? –
Perguntou, andando logo atrás dela – Descobriste algo?
- Não! Mas não
custa nada verificar – Respondeu, sentando-se diante das chamas do fogo sagrado
do templo.
No mesmo instante,
Ami e Makoto entraram no salão.
- Está acontecendo
alguma coisa? – Perguntou Makoto – Rey, pareces angustiada…
- Silêncio – Pediu
a mesma, começando a se concentrar, pegando um dos seus papeis sagrados.
- Ei, Usagui, o que
está acontecendo? – Ami perguntou em voz baixa para não desconcentrar Rey.
Usagui não
respondeu, pois preocupada, teme que seu sonho se torne realidade.
Rey, segurando o papel sagrado em
frente ao seu rosto começou a pronunciar lentamente as seguintes palavras
sagradas: …Rin, you, tou, sha, kai, jin, retsu, sai, zen, AKURYOU TAISAN! E o
fogo em frente aumentou rapidamente assustando, pela intensidade Usagui, Ami e
Makoto. Depois de alguns minutos ela levantou-se e foi até Usagui.
- Então?
- Nada. Não
consegui ver nada Usagui.
- Realmente sou um
fracasso em relação aos pressentimentos.
*Gotas*
- Hum…vocês as duas
estão muito misteriosas – Disse Ami, não tinha entendido nada.
Muitas horas
depois, ainda continuavam no templo, mas, já tinha anoitecido.
- É, terminamos –
suspirou Rey exausta, olhando para tudo na mais perfeita ordem – Pensei que não
iríamos conseguir.
- Melhor irmos
Luna.
- Luna irá dormir
aqui hoje Usagui.
- Porquê?
- Porque quero
chegar a horas amanhã no aeroporto – Respondeu a própria.
- COMO ASSIM? EU
SEREI A PRIMEIRA A CHEGAR AMANHÃ! – Gritou Usagui.
- Mesmo assim…
- LUNA! – Gritou
nervosa.
- Deixa ela Usagui,
tenho a certeza que serás a primeira a chegar amanhã.
- Claro Ami! O
problema é que a Luna nunca confia em mim.
- Em relação a
horários, não mesmo. Ainda me pergunto todos os dias se tu és realmente a
princesa Serenidade.
- LUUNNAAAAA!!!
- Calma Usagui-chan,
ela está só brincando. Hehehehehe….
- Mas tu ouviste o
que ela disse, Makoto?
- Se não te
apressares, não conseguirás descansar o necessário.
- E não chegarás a
horas amanhã – Completou Ami as palavras de Makoto.
- Sim, vocês têm
razão! Tchau! – Despediu-se ainda nervosa.
- Luna, que
desculpa foi essa? – Perguntou Makoto – Não gostei do jeito com que falaste com
ela, Usagui esforça-se muito.
- Eu estava
brincando e menti.
- Porquê Luna?
- Já faz dois dias
que não durmo direito e…
- Ahhh…
Todas suspiraram
rindo.
- Não querem saber
o motivo?
- Não é preciso
Luna. – Responderam todas ao mesmo tempo, rindo.
- Estás muito
apaixonada, hein Luna? – Perguntou Rey, entrando no Templo.
- O quê? – Grita
Luna, correndo atrás dela – O que queres dizer com isso, Rey?
- Ártemis chega
amanhã, para tua alegria, hehehe…
- Nada a haver……

Capitulo 2 – Capturada
Não bastava o dia cansativo que Usagui
teve, que ainda tinha esperava o autocarro, quando decidiu fazer o caminho de
volta para casa a pé, afinal, não estava muito longe de casa. Enquanto fazia o
caminho pensava nos sonhos dos últimos dias, quando de repente, passando por um
terreno vazio, sentiu uma presença, a mesma que sentiu de manhã, assim que
acordou.
- Sei que tem
alguém aí, apareça! – Gritou, virando-se para trás, esperando.
- Usagui Tsukino,
certo? – Perguntou uma mulher, materializando-se na sua frente.
- Quem és tu? –
Perguntou novamente.
- Onde estão os
teus bons modos, Princesa da Lua?
- Tu sabes quem eu
sou…
- Claro que sei!
Sendo o motivo principal pelo qual te segui estes dias todos. Sabes princesa? É
muito perigoso andar sozinha pela rua numa hora destas, ainda mais à noite –
Riu sarcástica.
- Quem és tu? –
Perguntou novamente.
- Saiury, no
momento sou apenas uma mensageira.
- Mensageira de
quem?
- Calma princesa,
não precisas assustar-te tanto, nem pareces a mulher que falam nas lendas.
- Lendas? Eu? –
Estranhou – Não estou assustada, apenas me diz quem é o teu mestre.
- Trago-te uma
mensagem do Chãos.
- Chãos?!! COMO
ASSIM? ONDE? QUANDO?
- Ainda falas que
não estás assustada?
- Como não queres
que me assuste??!! – Gritou, afastando-se de Saiury rapidamente.
Ela olhou para Saiury dos pés à
cabeça e percebeu pela primeira vez que ela estava vestida como uma Sailor
Senshi. O seu uniforme era prateado, as botas eram parecidas com as que Sailor
Júpiter usava, porem pretas, e, os cabelos eram vermelhos soltos reluzentes.
- Tu és uma Senshi?
- Parece o óbvio,
não? Agora sê boazinha e entrega-te pacificamente.
- Nunca! – Respondeu
rapidamente e, sem perder tempo, transformou-se em Eternal Sailor
Moon.
- Lutarás mesmo
contra mim? – Perguntou, rindo e menosprezando totalmente Eternal Sailor Moon.
- O que disseste é
verdade?
- Sobre?
- Que Chãos está…
- Sim, sim e agora
não é apenas “energia”, tomou a forma humana – A interrompeu – Achaste mesmo
que o tinhas vencido?
- Sim, quer dizer…
– Sailor Moon tentou responder confusa – É melhor avisar as meninas – Pensou
rapidamente, pegando o intercomunicador.
- Não vais querer
estragar a surpresa, vais?
Sailor Moon virou-se assim que ouviu
a voz, e a surpreendendo não pode impedir que o vulto lhe tira-se das mãos o
intercomunicador.
- Outra?!!
- Ahan… – Saiury
confirmou com a cabeça.
A seu lado materializou-se outra
mulher segurando, numa das suas mãos o intercomunicador de Sailor Moon. Assim
como Saiury, estava também vestida como uma Sailor. O uniforme era dourada com
algumas finas listras brancas na saia, os cabelos eram verdes com mexas azuis.
- Julhe é o meu
nome. Assim como Saiury, venho buscar-te – Apresentou-se, quebrando o
intercomunicador, ao fechar o punho – Não queremos penetras nesta nossa
festinha, né?
- NÃÃÃOOOOOOOO!! –
Gritou Sailor Moon – O que acham que estão a fazer? Não irei para lugar algum
com vocês!!
- O Senhor Chãos
disse para tomarmos muito cuidado contigo, pois és imprevisível! – Falou Saiury
– Por isso preferimos vigiar-te por estes dias, tu não nos ofereces perigo
nenhum perigo princesa.
- Deixa ela comigo
Saiury – Disse Julhe, fazendo um ceptro dourado, tendo na ponta um lindo
cristal verde, materializar-se nas suas mãos – Este ceptro que o Senhor Chãos
me presenteou, será muito útil, hehehehe….
- NÃO
PRECISO DE UM CEPTRO PARA DETER ESTA MULHER!!! EU É QUE VOU CAPTURÁ-LA!!
- Podem
vir quando quiserem!!! – Falou Sailor Moon, fazendo materializar-se o Moon
Kaeidoscope nas suas mãos.
- ATOMIC PRESSURE!! – Saiury lançou o
seu ataque.
Enquanto iam na sua
direcção, Sailor Moon viu a devastação das esferas ácidas, destruindo tudo no
seu caminho. Porem, eram bastante lentas.
- STAR LIGHT HONEYMOON THERAPY KISS!!! –
Sailor Moon lançou o seu ataque.
Os ataques se
chocaram, contudo, pesar do ataque de Saiury ser devastador, o de Moon
prevaleceu fazendo com que o ataque multiplicado de Moon voltasse contra
Saiury, fazendo com que esta fosse bater contra uma arvore logo atrás.
- Saiury!
- Pelo menos importas-te com a tua amiga –
Disse Sailor Moon, aparentemente aliviada a julhe.
- Me importar? – gargalhou – Ela que se
dane.
- Mas…
- Conhecerás o meu principal ataque,
princesa da lua – Fazendo o ceptro girar nas mãos até formar um circulo dourado
sobre ela.
- Que tipo de ataque será? – Pensou Sailor
Moon
- Estarias te perguntado que que tipo de
ataque é este?
Moon afastou-se de
Julhe o mais que podia.
- Não adianta fugir, nem correr Princesa.
- Não irei fugir.
- CIRCLE OF THE REVERSION!
-STAR LIGHT
HONEYMOON THERAPY KISS!!!
O círculo dourado
envolveu totalmente o ataque dela e em seguida a propria Sailor Moon.
- O que é isto? – Perguntava-se,
desesperada, olhando para si mesma.
- Ninguém consegue vencer o meu ataque, nem
mesmo a famosa e lendária guerrira da lua. Hahahahahaha……
- Não, não pode ser…
A forte energia jugou Sailor Moon no
chão, fazendo com que esta perdesse os sentidos logo em seguida. Julhe
aproximou-se, eleminando o resto da energia que circulava em torno de Usagui,
porque a sua transformação tinha revertido. Saiury levantou-se e cambaleando,
foi ter com as duas.
- Fui uma idiota ao te substimar princesa.
- Sim, realmente foste idiota!
- Cala a boca Julhe!
- Hora do passeio princesa – Diz Julhe,
criando dois anéis de energia e, prendendo-a pelas mãos e pelos pés. – Depois
de experimentar o meu ataque, não poderás mais te transformar. Hehehehe……
- Convencida! – Falou Sauiry.
As duas desapareceram, levando a Usagui
junto.
Não bastava o dia cansativo que Usagui
teve, que ainda tinha esperava o autocarro, quando decidiu fazer o caminho de
volta para casa a pé, afinal, não estava muito longe de casa. Enquanto fazia o
caminho pensava nos sonhos dos últimos dias, quando de repente, passando por um
terreno vazio, sentiu uma presença, a mesma que sentiu de manhã, assim que
acordou.
- Sei que tem
alguém aí, apareça! – Gritou, virando-se para trás, esperando.
- Usagui Tsukino,
certo? – Perguntou uma mulher, materializando-se na sua frente.
- Quem és tu? –
Perguntou novamente.
- Onde estão os
teus bons modos, Princesa da Lua?
- Tu sabes quem eu
sou…
- Claro que sei!
Sendo o motivo principal pelo qual te segui estes dias todos. Sabes princesa? É
muito perigoso andar sozinha pela rua numa hora destas, ainda mais à noite –
Riu sarcástica.
- Quem és tu? –
Perguntou novamente.
- Saiury, no
momento sou apenas uma mensageira.
- Mensageira de
quem?
- Calma princesa,
não precisas assustar-te tanto, nem pareces a mulher que falam nas lendas.
- Lendas? Eu? –
Estranhou – Não estou assustada, apenas me diz quem é o teu mestre.
- Trago-te uma
mensagem do Chãos.
- Chãos?!! COMO
ASSIM? ONDE? QUANDO?
- Ainda falas que
não estás assustada?
- Como não queres
que me assuste??!! – Gritou, afastando-se de Saiury rapidamente.
Ela olhou para Saiury dos pés à
cabeça e percebeu pela primeira vez que ela estava vestida como uma Sailor
Senshi. O seu uniforme era prateado, as botas eram parecidas com as que Sailor
Júpiter usava, porem pretas, e, os cabelos eram vermelhos soltos reluzentes.
- Tu és uma Senshi?
- Parece o óbvio,
não? Agora sê boazinha e entrega-te pacificamente.
- Nunca! – Respondeu
rapidamente e, sem perder tempo, transformou-se em Eternal Sailor
Moon.
- Lutarás mesmo
contra mim? – Perguntou, rindo e menosprezando totalmente Eternal Sailor Moon.
- O que disseste é
verdade?
- Sobre?
- Que Chãos está…
- Sim, sim e agora
não é apenas “energia”, tomou a forma humana – A interrompeu – Achaste mesmo
que o tinhas vencido?
- Sim, quer dizer…
– Sailor Moon tentou responder confusa – É melhor avisar as meninas – Pensou
rapidamente, pegando o intercomunicador.
- Não vais querer
estragar a surpresa, vais?
Sailor Moon virou-se assim que ouviu
a voz, e a surpreendendo não pode impedir que o vulto lhe tira-se das mãos o
intercomunicador.
- Outra?!!
- Ahan… – Saiury
confirmou com a cabeça.
A seu lado materializou-se outra
mulher segurando, numa das suas mãos o intercomunicador de Sailor Moon. Assim
como Saiury, estava também vestida como uma Sailor. O uniforme era dourada com
algumas finas listras brancas na saia, os cabelos eram verdes com mexas azuis.
- Julhe é o meu
nome. Assim como Saiury, venho buscar-te – Apresentou-se, quebrando o
intercomunicador, ao fechar o punho – Não queremos penetras nesta nossa
festinha, né?
- NÃÃÃOOOOOOOO!! –
Gritou Sailor Moon – O que acham que estão a fazer? Não irei para lugar algum
com vocês!!
- O Senhor Chãos
disse para tomarmos muito cuidado contigo, pois és imprevisível! – Falou Saiury
– Por isso preferimos vigiar-te por estes dias, tu não nos ofereces perigo
nenhum perigo princesa.
- Deixa ela comigo
Saiury – Disse Julhe, fazendo um ceptro dourado, tendo na ponta um lindo
cristal verde, materializar-se nas suas mãos – Este ceptro que o Senhor Chãos
me presenteou, será muito útil, hehehehe….
- NÃO
PRECISO DE UM CEPTRO PARA DETER ESTA MULHER!!! EU É QUE VOU CAPTURÁ-LA!!
- Podem
vir quando quiserem!!! – Falou Sailor Moon, fazendo materializar-se o Moon
Kaeidoscope nas suas mãos.
- ATOMIC PRESSURE!! – Saiury lançou o
seu ataque.
Enquanto iam na sua
direcção, Sailor Moon viu a devastação das esferas ácidas, destruindo tudo no
seu caminho. Porem, eram bastante lentas.
- STAR LIGHT HONEYMOON THERAPY KISS!!! –
Sailor Moon lançou o seu ataque.
Os ataques se
chocaram, contudo, pesar do ataque de Saiury ser devastador, o de Moon
prevaleceu fazendo com que o ataque multiplicado de Moon voltasse contra
Saiury, fazendo com que esta fosse bater contra uma arvore logo atrás.
- Saiury!
- Pelo menos importas-te com a tua amiga –
Disse Sailor Moon, aparentemente aliviada a julhe.
- Me importar? – gargalhou – Ela que se
dane.
- Mas…
- Conhecerás o meu principal ataque,
princesa da lua – Fazendo o ceptro girar nas mãos até formar um circulo dourado
sobre ela.
- Que tipo de ataque será? – Pensou Sailor
Moon
- Estarias te perguntado que que tipo de
ataque é este?
Moon afastou-se de
Julhe o mais que podia.
- Não adianta fugir, nem correr Princesa.
- Não irei fugir.
- CIRCLE OF THE REVERSION!
-STAR LIGHT
HONEYMOON THERAPY KISS!!!
O círculo dourado
envolveu totalmente o ataque dela e em seguida a propria Sailor Moon.
- O que é isto? – Perguntava-se,
desesperada, olhando para si mesma.
- Ninguém consegue vencer o meu ataque, nem
mesmo a famosa e lendária guerrira da lua. Hahahahahaha……
- Não, não pode ser…
A forte energia jugou Sailor Moon no
chão, fazendo com que esta perdesse os sentidos logo em seguida. Julhe
aproximou-se, eleminando o resto da energia que circulava em torno de Usagui,
porque a sua transformação tinha revertido. Saiury levantou-se e cambaleando,
foi ter com as duas.
- Fui uma idiota ao te substimar princesa.
- Sim, realmente foste idiota!
- Cala a boca Julhe!
- Hora do passeio princesa – Diz Julhe,
criando dois anéis de energia e, prendendo-a pelas mãos e pelos pés. – Depois
de experimentar o meu ataque, não poderás mais te transformar. Hehehehe……
- Convencida! – Falou Sauiry.
As duas desapareceram, levando a Usagui
junto.

------------------------
No outro dia, no aeroporto de
Tóquio-----------------------------------------------------
“O voo de Minako estava marcado para
as 7:30, enquanto que o de Mamoru para as 8:00, e, já eram 7:25. Rey, Makoto e
luna já estavam lá, bastante apreensivas.”
- Que estranho, a Usagui ainda não chegou.
– Comenta Makoto
- E nem a Ami – Diz Rey
De repente no
alto-falante do aeroporto: “Atenção senhores passageiros do vôo 156,
desembarquem na plataforma 2”
- Este é o vôo da Minako?
- É sim Rey.
As três correram para a palataforma
correspondente e depois de algumas pessoas terem passado por elas, eis que
surge Minako.
- Ei, MENINAS!!! – Gritou, acenando – ESTOU
AQUI!!! Estava com muitas saudades! – Dizia com muita Euforia.
- Nós também!
- Onde estão Usagui e Ami?
- Ainda não chegaram, estou preocupada.
- Preocupada com o quê Makoto? – Perguntou
Minako.
- Não é estranho Usagui se atrasar, mas a
Ami, não sei, não… - Respondeu Rey.
- Nada mudou, vocês as duas brigam como
sempre né?
- Até que não Minako, evoluímos muito,
apenas brigamos de trinta em trinta minutos hehehe….
Todas riram.
- E, Artémis, Minako? – Perguntou
discretamente Luna.
- Deve estar por aqui…mas não me lembro em
qual das caixas… – respondeu, colocando várias caixas no chão, procurando-o
entre elas.
- Não me digas que colocaste artémis dentro
de uma dessas caixas? – Perguntou incrédula.
- Sim, coloquei Luna. Mas não me lembro em
qual deles.
*Gotas*
- Fico feliz de ter sido a Usagui a me
encontrar – Diz aliviada.
- ACHEI!
- Artémis…Artémis!
-
Miiiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuu…..
- Estás bem Artémis?
- Sim Luna. Que história foi esta de me
colocares dentro de uma caixa, Minako? Quase morri sufocado.
- Não reclames.
- Meu deus! Já são quase 8 horas e a Usagui
e a Ami ainda não chegaram. Disse Makoto, olhando novamente para o relógio. –
Não seria melhor telefonarmos? Pode ter acontecido alguma coisa? Algum
imprevisto…
- Ali tem um telefone Makoto – Diz Minako,
apontando para o telefone, e, apanhando as caixas do chão.
- Esperem aqui – Pediu, correndo até ao
telefone.
- A Usagui é mesmo muito irresponsável!
- Ah…vamos Rey, não fales assim talvez ela
tenha perdido a hora.
- Se tiver perdido a hora, aí é que ela é
mesmo irresponsável, MINAKO!
Minutos depois…
- O que ela disse Makoto?
- Ninguém atendeu Luna.
- Pelo menos ela já saiu de lá. E a Ami?
- A mesma coisa Minako.
- Então não se preocupem, já devem estar a
caminho – Diz Rey.
De repente outra vez no alti-falante
do aeroporto: “Atenção senhores passageiros do voo 241, desembarquem na
plataforma 2”
- É o voo de Mamoru-sama! – Exclamou Rey
apreensiva e nervosa – E agora? A Usagui ainda não chegou! Como vamos
explicar-lhe a ausência daquela irresponsável!!!?!!
- Calma Rey. Até parece que o Mamoru-sama
já não está acostumado com os atrasos dela.
- Que seja! Ela devera estar aqui!
- O que vamos fazer?
- O que mais? Ir recebe-lo – Respondeu
Minako feliz.
Longe dali, três luzes após cortarem
o céu de Tóquio “caíram” na Terra, revelando três pessoas.
- Droga! Gastamos o pouco de energia que
tínhamos, para chegar aqui. E se precisarmos de lutar?
- Não pensaremos nisso agora Yaten. Aindo
não sinto a presença dele aqui na Terra – Respondeu Taiki.
- Pensei que íamos chegar e encontrar a
Terra em guerra, mas não, é muito estranho Taiki. A nossa princesa tinha a
certaza que o próximo alvo seria as Senshis daqui.
- Ainda bem que ela se enganou. E tu Seya,
como te sentes?
- Eu estou bem – Respondeu frio – Estou
preocupado com a pundizinho. Entre os três era o que mais ferido estava, mal
conseguia ficar em pé.
- A Usagui sabe se cuidar muito bem, Seya.
- E dai? Não quero que lhe aconteça o mesmo
que aconteceu com a nossa princesa!! – Gritou.
- Nós não queremos – Taiki tenta acalma-lo
– Mas não vamos poder fazer nada neste estado, por enquanto. Descansaremos um
pouco e depois iremos procura-las, ok?
- Mas depois, pode ser muito tarde TAIKI!!!
- NÃO VAI ADIANTAR NADA FICARMOS
DESESPERADOS AGORA SEYA!! A Terra ainda está intacta, sem vestígios do inimigo,
IDIOTA!
Seya encarou furioso Yaten.
- Vocês os dois podem acalmar-se? – Pediu
Taiki, ficando no meio dos dois.
- Elas estão bem, bobo… - Diz suave Yaten
Eu quero acreditar nisso.
Seya surpreso, olhou para ele.
- É sim, eu também quero acreditar nisso –
Diz Taiki – Elas estão bem sim.
- Como podes ter tanta certeza, Taiki?
- Ao contrario de ti, eu ainda consigo
sentir a presença delas na Terra.
- Mesmo?
- Sim, não te preocupes? Consigo sentir as
oito energias.
- Só oito?
- Sim. Sailor Marte, Vénus…
- Usagui?
- Não, ainda não consegui sentir a energia
dela.
- Então ela…
- Olha ele precipintando-se novamente… -
Riu-se Yaten, caminhando até a um riacho para beber um pouco de água.
- É que estou muito preocupado com ela.
- Todos estamos. Queremos muito protege-la
dele, Seya.
- Desculpem-me – Pediu humildemente.
- Vamos Seya, anima-te! Pede Yatenm
colocando a sua mão no ombro dele – Ainda é de manhã, aposto que a Usagui-chan
ainda está dormindo. Queres apostar um pedaço de pizza?
-hehehe… - Riu-se Seya – É, a pundinzinho é
preguisoça.
- E muito engraçada! – Completa Taiki.
Os três riram.
--------------------------------No
Aeroporto-----------------------------------------------------------------------------
- SEJA BEM VINDO MAMORU-SAMA! – O desejaram
boas vindas, todoas ao mesmo tempo, enquanto este descia a plataforma.
- Obrigado por virem. Mas, onde está
Usagui? – Foi a primeira coisa que perguntou.
Elas entreolharam-se em silencio.
- Ainda não chegou?
- Não, mas está a caminho.
- Minako, tu por aqui? – Perguntou
surpreso, ao ouvi-la – Numa das vezes que falei com Usa pelo telefone, ela
disse-me que tu tinhas voltado para Londres.
- Por coincidência, chegamos no mesmo dia
Mamoru-sama – Sorriu.
- Então, desejo-te boas vindas também.
- Arigato!
- E, Usa como sempre continua atrasada.
As meninas entreolharam-se outra vez e
riram.
- É, nada muda – Suspirou ele conformado.
- Até parece que estava adivinhando.
- Luna?
- Olá Mamoru-sama!
- Usako não veio contigo?
- A Luna dormiu lá em casa ontem Mamoru.
- Porquê Rey?
Entretanto, enquanto caminhavam para
fora do aeroporto uma pessoa conhecida parou diante deles.
- Hotaru? – Disseram surpresos.
- Aconteceu alguma coisa?
- Não, mas está prestes a acontecer,
príncipe – Olhava inquieta para os lados – E a princesa?
- Ela ainda não chegou Hotaru.
- Droga! – Xingou – Não chegamos a tempo.
- O que houve Hotaru? – Perguntou novamente
Mamoru.
Quando, ao mesmo tempo surge Ami, exausta.
- Conseguiste chegar primeiro Hotaru…corri
o máximo que pude.
- Correste? Correste porquê? Perguntou
Makoto, assustada tanto quanto Rey, Minako e Mamoru.
- Ela ainda não chegou Ami. Respondeu
Hotaru.
- Usagui… - Sussurra Ami.
De repente, toca o intercomunicador de
Hotaru.
- Só agora esta porcaria volta a funcionar…
- Xingou Hotaru, atendendo-o.
- Então? Não estavam funcionando? –
Perguntou Rey, pegando o seu – O meu parece estar em ordem.
- Alguma noticia? – Perguntou Hotaru, assim
que o abriu.
- Não Hotaru, a Usagui ainda não chegou
aqui.
- Haruka? – Disse Luna, reconhecendo a voz.
As restantes meninas pegaram
rapidamente os seus respectivos intercomunicadores. A pensar de ter sido só o
da Hotaru ter apitado, elas viram as imagens de Sailor Urano e Neptuno.
- Estamos aqui na casa dos Tsukino, parece
que ela não passou a noite aqui – Disse Neptuno – E, se não passou a noite aqui
e nem apareceu aí…
- Vocês não vão me dizer o que está acontecendo?
– Perguntou Mamoru, segurando nervoso, o braço de Hotaru.
- Encontramo-nos daqui a meia-hora no
Templo Hikawa – Avisou Hotaru, desligando o intercomunicador – Vamos!
- A onde?
- Não queres saber o que aconteceu com a
princesa? Não acho apropriado explicar isso para vocês aqui.
- Sim.
Concordaram imediatamente.
- Se aconteceu alguma coisa com ela, não me
vou perdoar! – Diz Luna angustiada.
No outro dia, no aeroporto de
Tóquio-----------------------------------------------------
“O voo de Minako estava marcado para
as 7:30, enquanto que o de Mamoru para as 8:00, e, já eram 7:25. Rey, Makoto e
luna já estavam lá, bastante apreensivas.”
- Que estranho, a Usagui ainda não chegou.
– Comenta Makoto
- E nem a Ami – Diz Rey
De repente no
alto-falante do aeroporto: “Atenção senhores passageiros do vôo 156,
desembarquem na plataforma 2”
- Este é o vôo da Minako?
- É sim Rey.
As três correram para a palataforma
correspondente e depois de algumas pessoas terem passado por elas, eis que
surge Minako.
- Ei, MENINAS!!! – Gritou, acenando – ESTOU
AQUI!!! Estava com muitas saudades! – Dizia com muita Euforia.
- Nós também!
- Onde estão Usagui e Ami?
- Ainda não chegaram, estou preocupada.
- Preocupada com o quê Makoto? – Perguntou
Minako.
- Não é estranho Usagui se atrasar, mas a
Ami, não sei, não… - Respondeu Rey.
- Nada mudou, vocês as duas brigam como
sempre né?
- Até que não Minako, evoluímos muito,
apenas brigamos de trinta em trinta minutos hehehe….
Todas riram.
- E, Artémis, Minako? – Perguntou
discretamente Luna.
- Deve estar por aqui…mas não me lembro em
qual das caixas… – respondeu, colocando várias caixas no chão, procurando-o
entre elas.
- Não me digas que colocaste artémis dentro
de uma dessas caixas? – Perguntou incrédula.
- Sim, coloquei Luna. Mas não me lembro em
qual deles.
*Gotas*
- Fico feliz de ter sido a Usagui a me
encontrar – Diz aliviada.
- ACHEI!
- Artémis…Artémis!
-
Miiiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuu…..
- Estás bem Artémis?
- Sim Luna. Que história foi esta de me
colocares dentro de uma caixa, Minako? Quase morri sufocado.
- Não reclames.
- Meu deus! Já são quase 8 horas e a Usagui
e a Ami ainda não chegaram. Disse Makoto, olhando novamente para o relógio. –
Não seria melhor telefonarmos? Pode ter acontecido alguma coisa? Algum
imprevisto…
- Ali tem um telefone Makoto – Diz Minako,
apontando para o telefone, e, apanhando as caixas do chão.
- Esperem aqui – Pediu, correndo até ao
telefone.
- A Usagui é mesmo muito irresponsável!
- Ah…vamos Rey, não fales assim talvez ela
tenha perdido a hora.
- Se tiver perdido a hora, aí é que ela é
mesmo irresponsável, MINAKO!
Minutos depois…
- O que ela disse Makoto?
- Ninguém atendeu Luna.
- Pelo menos ela já saiu de lá. E a Ami?
- A mesma coisa Minako.
- Então não se preocupem, já devem estar a
caminho – Diz Rey.
De repente outra vez no alti-falante
do aeroporto: “Atenção senhores passageiros do voo 241, desembarquem na
plataforma 2”
- É o voo de Mamoru-sama! – Exclamou Rey
apreensiva e nervosa – E agora? A Usagui ainda não chegou! Como vamos
explicar-lhe a ausência daquela irresponsável!!!?!!
- Calma Rey. Até parece que o Mamoru-sama
já não está acostumado com os atrasos dela.
- Que seja! Ela devera estar aqui!
- O que vamos fazer?
- O que mais? Ir recebe-lo – Respondeu
Minako feliz.
Longe dali, três luzes após cortarem
o céu de Tóquio “caíram” na Terra, revelando três pessoas.
- Droga! Gastamos o pouco de energia que
tínhamos, para chegar aqui. E se precisarmos de lutar?
- Não pensaremos nisso agora Yaten. Aindo
não sinto a presença dele aqui na Terra – Respondeu Taiki.
- Pensei que íamos chegar e encontrar a
Terra em guerra, mas não, é muito estranho Taiki. A nossa princesa tinha a
certaza que o próximo alvo seria as Senshis daqui.
- Ainda bem que ela se enganou. E tu Seya,
como te sentes?
- Eu estou bem – Respondeu frio – Estou
preocupado com a pundizinho. Entre os três era o que mais ferido estava, mal
conseguia ficar em pé.
- A Usagui sabe se cuidar muito bem, Seya.
- E dai? Não quero que lhe aconteça o mesmo
que aconteceu com a nossa princesa!! – Gritou.
- Nós não queremos – Taiki tenta acalma-lo
– Mas não vamos poder fazer nada neste estado, por enquanto. Descansaremos um
pouco e depois iremos procura-las, ok?
- Mas depois, pode ser muito tarde TAIKI!!!
- NÃO VAI ADIANTAR NADA FICARMOS
DESESPERADOS AGORA SEYA!! A Terra ainda está intacta, sem vestígios do inimigo,
IDIOTA!
Seya encarou furioso Yaten.
- Vocês os dois podem acalmar-se? – Pediu
Taiki, ficando no meio dos dois.
- Elas estão bem, bobo… - Diz suave Yaten
Eu quero acreditar nisso.
Seya surpreso, olhou para ele.
- É sim, eu também quero acreditar nisso –
Diz Taiki – Elas estão bem sim.
- Como podes ter tanta certeza, Taiki?
- Ao contrario de ti, eu ainda consigo
sentir a presença delas na Terra.
- Mesmo?
- Sim, não te preocupes? Consigo sentir as
oito energias.
- Só oito?
- Sim. Sailor Marte, Vénus…
- Usagui?
- Não, ainda não consegui sentir a energia
dela.
- Então ela…
- Olha ele precipintando-se novamente… -
Riu-se Yaten, caminhando até a um riacho para beber um pouco de água.
- É que estou muito preocupado com ela.
- Todos estamos. Queremos muito protege-la
dele, Seya.
- Desculpem-me – Pediu humildemente.
- Vamos Seya, anima-te! Pede Yatenm
colocando a sua mão no ombro dele – Ainda é de manhã, aposto que a Usagui-chan
ainda está dormindo. Queres apostar um pedaço de pizza?
-hehehe… - Riu-se Seya – É, a pundinzinho é
preguisoça.
- E muito engraçada! – Completa Taiki.
Os três riram.
--------------------------------No
Aeroporto-----------------------------------------------------------------------------
- SEJA BEM VINDO MAMORU-SAMA! – O desejaram
boas vindas, todoas ao mesmo tempo, enquanto este descia a plataforma.
- Obrigado por virem. Mas, onde está
Usagui? – Foi a primeira coisa que perguntou.
Elas entreolharam-se em silencio.
- Ainda não chegou?
- Não, mas está a caminho.
- Minako, tu por aqui? – Perguntou
surpreso, ao ouvi-la – Numa das vezes que falei com Usa pelo telefone, ela
disse-me que tu tinhas voltado para Londres.
- Por coincidência, chegamos no mesmo dia
Mamoru-sama – Sorriu.
- Então, desejo-te boas vindas também.
- Arigato!
- E, Usa como sempre continua atrasada.
As meninas entreolharam-se outra vez e
riram.
- É, nada muda – Suspirou ele conformado.
- Até parece que estava adivinhando.
- Luna?
- Olá Mamoru-sama!
- Usako não veio contigo?
- A Luna dormiu lá em casa ontem Mamoru.
- Porquê Rey?
Entretanto, enquanto caminhavam para
fora do aeroporto uma pessoa conhecida parou diante deles.
- Hotaru? – Disseram surpresos.
- Aconteceu alguma coisa?
- Não, mas está prestes a acontecer,
príncipe – Olhava inquieta para os lados – E a princesa?
- Ela ainda não chegou Hotaru.
- Droga! – Xingou – Não chegamos a tempo.
- O que houve Hotaru? – Perguntou novamente
Mamoru.
Quando, ao mesmo tempo surge Ami, exausta.
- Conseguiste chegar primeiro Hotaru…corri
o máximo que pude.
- Correste? Correste porquê? Perguntou
Makoto, assustada tanto quanto Rey, Minako e Mamoru.
- Ela ainda não chegou Ami. Respondeu
Hotaru.
- Usagui… - Sussurra Ami.
De repente, toca o intercomunicador de
Hotaru.
- Só agora esta porcaria volta a funcionar…
- Xingou Hotaru, atendendo-o.
- Então? Não estavam funcionando? –
Perguntou Rey, pegando o seu – O meu parece estar em ordem.
- Alguma noticia? – Perguntou Hotaru, assim
que o abriu.
- Não Hotaru, a Usagui ainda não chegou
aqui.
- Haruka? – Disse Luna, reconhecendo a voz.
As restantes meninas pegaram
rapidamente os seus respectivos intercomunicadores. A pensar de ter sido só o
da Hotaru ter apitado, elas viram as imagens de Sailor Urano e Neptuno.
- Estamos aqui na casa dos Tsukino, parece
que ela não passou a noite aqui – Disse Neptuno – E, se não passou a noite aqui
e nem apareceu aí…
- Vocês não vão me dizer o que está acontecendo?
– Perguntou Mamoru, segurando nervoso, o braço de Hotaru.
- Encontramo-nos daqui a meia-hora no
Templo Hikawa – Avisou Hotaru, desligando o intercomunicador – Vamos!
- A onde?
- Não queres saber o que aconteceu com a
princesa? Não acho apropriado explicar isso para vocês aqui.
- Sim.
Concordaram imediatamente.
- Se aconteceu alguma coisa com ela, não me
vou perdoar! – Diz Luna angustiada.

Capitulo 3 – Fuga
Usagui, pouco a pouco foi acordando
e sentia todo o seu corpo dolorido. Tentou dizer algo, mas alguém acariciou o
seu rosto ao de leve. Passado um tempo, lentamente abriu os seus olhos,
percebendo que estava num lugar muito escuro, tendo dificuldades em ver um
palmo à sua frente. Mas, apesar disso, conseguiu ver, mesmo no escuro, o rosto
de um jovem rapaz.
- Onde estou? –
Perguntou, conseguindo finalmente levantar-se.
- Ajudar-te-ia a
levantar, se estivesse com as mãos livres.
Escutando tais palavras percebeu que
estava nas mesmas condições do jovem rapaz, com as mãos acorrentadas. E não
eram correntes comuns, estas brilhavam num vermelho, intensamente.
- Não consigo me
libertar.
- Para teu bem pára
de tentar.
- Porquê?
- Estas correntes
são feitas da mesma energia que a guerreira Julhe usou para vencer-te.
Ao explicá-la, Usagui lembrou-se da
luta que teve contra Julhe e, como a mesma, tinha conseguido vencer. O seu
uniforme ainda continha o “pó” da substância dourada que ela havia usado
contra.
- Ela me
surpreendeu com aquele ataque – Diz tristemente, limpando o uniforme.
- Qual é o teu
nome? – Perguntou o jovem rapaz, curioso.
- Usagui.
- Apesar da
situação em que estamos Usagui, prazer! O meu nome é Maghan Kon.
- Usagui sorriu –
Maghan onde estamos?
- Na masmorra de
Nid.
- E isso fica a
onde? Na Europa?
- Europa? O que
seria Europa? O nome do teu planeta?
- Planeta?? *Gotas*
- Não, não,
não…Europa não é um planeta!
- Então de onde
vieste? – De repente uma voz ecoou pelo salão.
- Quem está aí?
- Assustaste-a,
Kifnir.
Usagui virou-se e uma tiara prateada
brilhou no escuro, revelando segundos depois uma mulher de cabelos rosa, olhos
pretos, caminhando na sua direcção.
- Desculpa, não a
tinha visto.
- Perdoa a Kifnir,
ela não é muito amistosa.
- Chega disso
Maghan! E tu menina, vais dizer ou não de onde vieste?
- A que sistema
solar pertences? – Curioso, foi a vez de Maghan perguntar.
- Como assim que
sistema solar?
- Se estás aqui,
quer dizer que Chaos tem algum propósito. Tu és guerreira de algum planeta?
Usagui ficou em silêncio e
afastou-se dos dois.
- Eu disse que ela
não era confiável, Maghan – Diz Kifnir chateada.
- Porque não
respondes Usagui?
- Onde estão as
duas guerreiras que me trouxeram?
-Estás-te referindo
a Saiury e Julhe?
- Sim, elas mesmas.
Cobardemente me atacaram quando voltava para casa.
- Tu não pareces
uma Senshi – Interrompe-a Kifnir.
- COMO ASSIM NÃO
PAREÇO? – Irritou-se Usagui – Eu sou uma sim, eu sou a Sailor M… – Calou-se
antes que pudesse dizer quem realmente era. Como poderia ter a certeza que
podia confiar nos dois? Apesar de pensar por um instante que sim, pois estavam
presos como ela.
- Então és uma
sailor?
- Talvez…
- Talvez? Qual é a
tua menina? – Irrita-se Kifnir com a resposta.
- Acalma-te Kifnir.
- Acalmar-me? Esta
mulher pode ser uma armadilha, Maghan.
- Não acredito que
ela seja uma armadilha – Ele sorri para Usagui – Assim como nós, ela está amedrontada.
- Tu acreditas
facilmente nas pessoas.
- Kifnir! – Irritou-se.
- Disse algo de
errado por acaso?
- Porque és sempre
assim?
Usagui observava em silencio a
discussão dos dois.
----------------------------------No
mesmo instante, no Templo Hikawa----------------------------------------
Enquanto faziam o caminho para o Hikawa, Hotaru contou a todos o que
provavelmente tinha acontecido com Usagui.
Ao chegaram ao templo viram Haruka e
Michiru paradas esperando-as.
- Vocês encontraram-na?
- Não Hotaru –
Respondeu Michiru, angustiada.
- Droga! Como
podemos ter deixado isso acontecer? – Xingou a Haruka.
- Não sabem quem
são eles? – Perguntou Makoto
- Não sabemos muito
sobre eles – Respondeu Hotaru – Há dois dias atrás tive um pressentimento muito
mau em relação à nossa princesa.
- E porque não nos
procuraste?
- Não foi por falta
de tentativas Rey. A caminho de Tóquio fomos atacadas e levadas para uma
dimensão estranha…
- Quem vos atacou?
- Um guerreiro.
- O problema foi
quem nos atacou depois – Interrompe Haruka – Uma Sailor muito forte!
- UMA SAILOR! – Disseram
todas assustadas.
- Novamente os
nossos inimigos são Sailors?
- É o que parece
Minako-chan – Confirmou Michiru triste.
Fleshback (contado por Haruka)
Ela, Neptuno e Saturno estão lutando
contra Saiury e Julhe. Ao contrário da Sailor Moon, elas foram aprisionadas
numa dimensão paralela.
Apesar de fortes Outhers estavam a
ter muitas dificuldades. Os ataques não funcionavam e ficavam apenas na
defensiva, desviando dos movimentos rápidos e confusos que Saiury e Julhe
tinham. A luta prosseguia e nenhum dos dois lados dava sinal de cansaço. Até
que, num momento ao descuidarem-se da defesa, Julhe usou o seu ceptro fazendo
com que as transformações delas revertessem.
- COBARDES! –
Gritou Haruka, caída no chão.
- As vossas Star
Seeds serão minhas!
- Querem as nossas
Star Seeds?
- É obvio que sim!
– Respondeu Saiury – Morram!!!
- DEAD SCREAM!
No exacto momento em que iriam
executá-las, uma bola de energia roxa entrou no caminho desviando o raio de
energia dourado.
- Quem ousa
intervir?
- SAILOR PLUTÃO! –
Disseram aliviadas.
- ENTREM LOGO!!! –
Gritou Sailor Plutão, abrindo em seguida um portal de energia – Não vou
conseguir manter a estabilidade do portal por muito mais tempo!!!
- Tinha me
esquecido da guerreira que controla o tempo – Diz furiosa Saiury – JULHE USA O
CEPTRO!!!
- SIM!!!
- NÃO DESTA VEZ!!!
WORLD SHAKING!!! – Haruka liberou o seu mais poderoso ataque, jogando as duas
ao chão. Dando tempo suficiente para as três senshis correrem em direcção à
Sailor Plutão e entrarem no portal.
- Nunca lutei
contra Sailors assim antes… – Elogia Saiury, levantando-se – Esta mulher conseguiu
lançar o seu ataque mesmo não estando transformada em senshi.
- Novamente vocês
as duas subestimaram as Sailors deste planeta.
Todas ouviram a voz ecoar por todo o
lugar. Surpreendendo as Outhers, um guerreiro apareceu perante elas,
apresentando-se como Herles.
- Guerreiras, por
que acham que poderão escapar, assim por um portal?
- DEAD SCREAM!
- Ataque inútil! –
Ri Herles após fazer o ataque de Sailor Plutão passar através dele.
- O que está
acontecendo Plutão? – Pergunta desesperada Michiru, o portal que ela havia
produzido tinha começado a ficar instável e quase desaparecendo. Saiury e Julhe
começaram a rir com o desespero das quatro.
- Não sei parece que
algo sugou a minha energia e…
- MOON SPIRAL HEART
ATTACK!!!
- SAILOR MOON!!! –
Disseram as quatro ao mesmo tempo, ao ouvirem aliviadas, o ataque.
-Não, sou eu! –
Respondeu Sailor Chibi Moon.
- Outra guerreira?
– Perguntou-se Saiury.
- Só que ela esqueceu
de crescer – Gozou Julhe.
- COMO TE ATREVES A
FALAR ASSIM COMIGO?
- VEM SMALL LADY! –
Plutão sem perder tempo, puxou-a para dentro do portal.
- Não Plu, tenho
que dar uma lição nesta mulher!
- Small Lady, não
te dei a opção de escolha! – Finalizou Plutão antes de conseguir fechar o
portal de energia.
Fim do Flashback
Tivemos a sorte da
princesa ter aparecido naquele momento – Diz Michiru.
- Depois disso ela
voltou para o futuro?
- Não Minako-chan.
Todas ouviram a própria responder,
entrando no Hikawa.
- Mamo-chan!!! –
Gritou feliz por vê-lo e correndo para os seus braços.
- Estava com
saudades tuas Chibiusa – Sorri – Olha só para ti, cresceste bastante desde a
última vez que te vi.
- Estou com 10
anos! – Respondeu, ainda o abraçando.
- Fico mesmo feliz
por te ver aqui.
- Sim Mamoru, tens
razão, ao ver a Chibiusa deixa-me esperançosa de encontrar a Usagui – fala Ami.
Todos olharam para ela assustados,
e, ao mesmo tempo aliviados, pois até o momento não tinham parado para pensar
nisso.
- Mas por quanto
tempo? – Interrompe Setsuna – A linha do tempo está mudando. Caso aconteça
alguma coisa com a princesa, nada no futuro que vocês viram irá acontecer. O
exemplo claro que tiveram foi aquela vez quando o príncipe foi raptado pela
rainha das trevas, Neherenia.
- Mas ao contrário
daquela vez, desta não sabemos onde o inimigo se esconde – Diz Haruka.
Todos entreolharam-se tristes.
- Não tinhas como
nos avisar Hotaru?
- Não. Tentamos é
verdade, mas logo depois que nos atacaram fomos até à casa da Usagui e não a
encontramos.
- No início ainda
tínhamos esperança que ela estivesse com uma de vocês – Diz Chibiusa.
- Na verdade, por
motivos ainda desconhecidos, não sabemos o porquê de não termos conseguido
entrar em contacto com vocês através dos intercomunicadores que a Luna nos deu
– Explica Michiru – Tentamos fazer isso, ganhar tempo, mas foi em vão.
- Agora temos a
certeza de que estávamos sendo vigiadas por eles.
- Talvez a Usagui
estaria sendo vigiada também, Haruka.
- Sim Makoto.
- O que faremos.
- Ami, tens como
tentar localizá-la?
- É o que estou
tentando fazer Rey – Respondeu enquanto tentava digitar e conseguia dados das
análises no computador de mão que possuía.
- Rey, porquê que o
Hikawa está todo decorado deste jeito?
- Ah sim, a festa!
– Suspira triste – Tínhamos programado uma festa surpresa para o Mamoru e para
a Minako, pelo regresso ao Japão.
Mamoru e Minako aproximaram-se,
observando em silêncio a decoração por todo o salão.
- Usa… – Sussurrou
Mamoru emocionado ao ver um cartão que a Usagui tinha feito para ele em letras
garrafais. “Ao meu eterno amor que está voltando, com todo o carinho, que sejas
bem-vindo Mamo-chan!”.
- Ela estava
ansiosa pelo teu regresso Mamoru – Diz Rey, também emocionada, colocando a mão
no ombro dele.
- É minha a culpa
por terem a apanhado. Não a devia ter deixado…
- As únicas
culpadas aqui somos nós – Diz sem restrição Minako – É a nossa missão
proteger-vos aos dois.
Todas concordaram.
- Não vou ficar
aqui parado.
- Não adianta sair
à procura dela sem pistas Mamoru.
- Não importa! O
que eu não posso é ficar aqui parado enquanto eles têm a Usagui.
Haruka do nada sorriu olhando para
ele.
- Porque te ris? –
Pergunta furioso – Duvidas que eu possa resgatá-la?!
- Haruka… – Pediu
Michiru, segurando delicadamente o braço dela. – Não o provoques.
-Não o estou
provocando! Ri ao lembrar-me que a princesa fez praticamente a mesma coisa
quando a Neherenia o levou daquela vez.
- Hum…agora que o
dizes, realmente.
De repente sem excepção ouviram
vozes, vinha de um grande tumulto em frente ao Hikawa.
- Serão eles? –
Disse temente Rey – Avô?
- Rey, estes
simpáticos rapazes disseram que te conheciam.
- SEIYA!
- Nós também
estamos aqui – Sorri Yaten, e em seguida Taiki.
- Há quanto tempo!
- Onde está a pudinzinho?
– Perguntou desesperado Seiya, caindo no chão.
- Vocês estão muito
feridos, o que vos aconteceu?
- O nosso planeta
foi novamente atacado, Makoto-chan… – Respondeu Yaten.
- Vocês não me
responderam! Onde está a Usagui?
- Não sabemos Seiya.
- COMO NÃO?!! –
Gritou Seiya.
- Calma! – Pediu
Chibiusa fazendo-o sentar-se novamente – Está muito ferido, senhor Seiya.
- Quem és tu? Nova
no grupo?
- O meu nome é
Usagui, mas pode me chamar de Chibiusa. É assim que me chamam nesta época.
- Usagui? –
Surpreende-se – Tu tens o mesmo nome da pudinzinho, e também usas o mesmo
penteado engraçado.
- Rss… – Resmungou
Chibiusa – Não fale mal do meu penteado.
- É melhor
cuidarmos desses ferimentos primeiro – Fala Rey, voltando de dentro do Hikawa com
a caixa de primeiros socorros – Depois explicaremos tudo para vocês.
- Obrigado –
Disseram os três.
Usagui, pouco a pouco foi acordando
e sentia todo o seu corpo dolorido. Tentou dizer algo, mas alguém acariciou o
seu rosto ao de leve. Passado um tempo, lentamente abriu os seus olhos,
percebendo que estava num lugar muito escuro, tendo dificuldades em ver um
palmo à sua frente. Mas, apesar disso, conseguiu ver, mesmo no escuro, o rosto
de um jovem rapaz.
- Onde estou? –
Perguntou, conseguindo finalmente levantar-se.
- Ajudar-te-ia a
levantar, se estivesse com as mãos livres.
Escutando tais palavras percebeu que
estava nas mesmas condições do jovem rapaz, com as mãos acorrentadas. E não
eram correntes comuns, estas brilhavam num vermelho, intensamente.
- Não consigo me
libertar.
- Para teu bem pára
de tentar.
- Porquê?
- Estas correntes
são feitas da mesma energia que a guerreira Julhe usou para vencer-te.
Ao explicá-la, Usagui lembrou-se da
luta que teve contra Julhe e, como a mesma, tinha conseguido vencer. O seu
uniforme ainda continha o “pó” da substância dourada que ela havia usado
contra.
- Ela me
surpreendeu com aquele ataque – Diz tristemente, limpando o uniforme.
- Qual é o teu
nome? – Perguntou o jovem rapaz, curioso.
- Usagui.
- Apesar da
situação em que estamos Usagui, prazer! O meu nome é Maghan Kon.
- Usagui sorriu –
Maghan onde estamos?
- Na masmorra de
Nid.
- E isso fica a
onde? Na Europa?
- Europa? O que
seria Europa? O nome do teu planeta?
- Planeta?? *Gotas*
- Não, não,
não…Europa não é um planeta!
- Então de onde
vieste? – De repente uma voz ecoou pelo salão.
- Quem está aí?
- Assustaste-a,
Kifnir.
Usagui virou-se e uma tiara prateada
brilhou no escuro, revelando segundos depois uma mulher de cabelos rosa, olhos
pretos, caminhando na sua direcção.
- Desculpa, não a
tinha visto.
- Perdoa a Kifnir,
ela não é muito amistosa.
- Chega disso
Maghan! E tu menina, vais dizer ou não de onde vieste?
- A que sistema
solar pertences? – Curioso, foi a vez de Maghan perguntar.
- Como assim que
sistema solar?
- Se estás aqui,
quer dizer que Chaos tem algum propósito. Tu és guerreira de algum planeta?
Usagui ficou em silêncio e
afastou-se dos dois.
- Eu disse que ela
não era confiável, Maghan – Diz Kifnir chateada.
- Porque não
respondes Usagui?
- Onde estão as
duas guerreiras que me trouxeram?
-Estás-te referindo
a Saiury e Julhe?
- Sim, elas mesmas.
Cobardemente me atacaram quando voltava para casa.
- Tu não pareces
uma Senshi – Interrompe-a Kifnir.
- COMO ASSIM NÃO
PAREÇO? – Irritou-se Usagui – Eu sou uma sim, eu sou a Sailor M… – Calou-se
antes que pudesse dizer quem realmente era. Como poderia ter a certeza que
podia confiar nos dois? Apesar de pensar por um instante que sim, pois estavam
presos como ela.
- Então és uma
sailor?
- Talvez…
- Talvez? Qual é a
tua menina? – Irrita-se Kifnir com a resposta.
- Acalma-te Kifnir.
- Acalmar-me? Esta
mulher pode ser uma armadilha, Maghan.
- Não acredito que
ela seja uma armadilha – Ele sorri para Usagui – Assim como nós, ela está amedrontada.
- Tu acreditas
facilmente nas pessoas.
- Kifnir! – Irritou-se.
- Disse algo de
errado por acaso?
- Porque és sempre
assim?
Usagui observava em silencio a
discussão dos dois.
----------------------------------No
mesmo instante, no Templo Hikawa----------------------------------------
Enquanto faziam o caminho para o Hikawa, Hotaru contou a todos o que
provavelmente tinha acontecido com Usagui.
Ao chegaram ao templo viram Haruka e
Michiru paradas esperando-as.
- Vocês encontraram-na?
- Não Hotaru –
Respondeu Michiru, angustiada.
- Droga! Como
podemos ter deixado isso acontecer? – Xingou a Haruka.
- Não sabem quem
são eles? – Perguntou Makoto
- Não sabemos muito
sobre eles – Respondeu Hotaru – Há dois dias atrás tive um pressentimento muito
mau em relação à nossa princesa.
- E porque não nos
procuraste?
- Não foi por falta
de tentativas Rey. A caminho de Tóquio fomos atacadas e levadas para uma
dimensão estranha…
- Quem vos atacou?
- Um guerreiro.
- O problema foi
quem nos atacou depois – Interrompe Haruka – Uma Sailor muito forte!
- UMA SAILOR! – Disseram
todas assustadas.
- Novamente os
nossos inimigos são Sailors?
- É o que parece
Minako-chan – Confirmou Michiru triste.
Fleshback (contado por Haruka)
Ela, Neptuno e Saturno estão lutando
contra Saiury e Julhe. Ao contrário da Sailor Moon, elas foram aprisionadas
numa dimensão paralela.
Apesar de fortes Outhers estavam a
ter muitas dificuldades. Os ataques não funcionavam e ficavam apenas na
defensiva, desviando dos movimentos rápidos e confusos que Saiury e Julhe
tinham. A luta prosseguia e nenhum dos dois lados dava sinal de cansaço. Até
que, num momento ao descuidarem-se da defesa, Julhe usou o seu ceptro fazendo
com que as transformações delas revertessem.
- COBARDES! –
Gritou Haruka, caída no chão.
- As vossas Star
Seeds serão minhas!
- Querem as nossas
Star Seeds?
- É obvio que sim!
– Respondeu Saiury – Morram!!!
- DEAD SCREAM!
No exacto momento em que iriam
executá-las, uma bola de energia roxa entrou no caminho desviando o raio de
energia dourado.
- Quem ousa
intervir?
- SAILOR PLUTÃO! –
Disseram aliviadas.
- ENTREM LOGO!!! –
Gritou Sailor Plutão, abrindo em seguida um portal de energia – Não vou
conseguir manter a estabilidade do portal por muito mais tempo!!!
- Tinha me
esquecido da guerreira que controla o tempo – Diz furiosa Saiury – JULHE USA O
CEPTRO!!!
- SIM!!!
- NÃO DESTA VEZ!!!
WORLD SHAKING!!! – Haruka liberou o seu mais poderoso ataque, jogando as duas
ao chão. Dando tempo suficiente para as três senshis correrem em direcção à
Sailor Plutão e entrarem no portal.
- Nunca lutei
contra Sailors assim antes… – Elogia Saiury, levantando-se – Esta mulher conseguiu
lançar o seu ataque mesmo não estando transformada em senshi.
- Novamente vocês
as duas subestimaram as Sailors deste planeta.
Todas ouviram a voz ecoar por todo o
lugar. Surpreendendo as Outhers, um guerreiro apareceu perante elas,
apresentando-se como Herles.
- Guerreiras, por
que acham que poderão escapar, assim por um portal?
- DEAD SCREAM!
- Ataque inútil! –
Ri Herles após fazer o ataque de Sailor Plutão passar através dele.
- O que está
acontecendo Plutão? – Pergunta desesperada Michiru, o portal que ela havia
produzido tinha começado a ficar instável e quase desaparecendo. Saiury e Julhe
começaram a rir com o desespero das quatro.
- Não sei parece que
algo sugou a minha energia e…
- MOON SPIRAL HEART
ATTACK!!!
- SAILOR MOON!!! –
Disseram as quatro ao mesmo tempo, ao ouvirem aliviadas, o ataque.
-Não, sou eu! –
Respondeu Sailor Chibi Moon.
- Outra guerreira?
– Perguntou-se Saiury.
- Só que ela esqueceu
de crescer – Gozou Julhe.
- COMO TE ATREVES A
FALAR ASSIM COMIGO?
- VEM SMALL LADY! –
Plutão sem perder tempo, puxou-a para dentro do portal.
- Não Plu, tenho
que dar uma lição nesta mulher!
- Small Lady, não
te dei a opção de escolha! – Finalizou Plutão antes de conseguir fechar o
portal de energia.
Fim do Flashback
Tivemos a sorte da
princesa ter aparecido naquele momento – Diz Michiru.
- Depois disso ela
voltou para o futuro?
- Não Minako-chan.
Todas ouviram a própria responder,
entrando no Hikawa.
- Mamo-chan!!! –
Gritou feliz por vê-lo e correndo para os seus braços.
- Estava com
saudades tuas Chibiusa – Sorri – Olha só para ti, cresceste bastante desde a
última vez que te vi.
- Estou com 10
anos! – Respondeu, ainda o abraçando.
- Fico mesmo feliz
por te ver aqui.
- Sim Mamoru, tens
razão, ao ver a Chibiusa deixa-me esperançosa de encontrar a Usagui – fala Ami.
Todos olharam para ela assustados,
e, ao mesmo tempo aliviados, pois até o momento não tinham parado para pensar
nisso.
- Mas por quanto
tempo? – Interrompe Setsuna – A linha do tempo está mudando. Caso aconteça
alguma coisa com a princesa, nada no futuro que vocês viram irá acontecer. O
exemplo claro que tiveram foi aquela vez quando o príncipe foi raptado pela
rainha das trevas, Neherenia.
- Mas ao contrário
daquela vez, desta não sabemos onde o inimigo se esconde – Diz Haruka.
Todos entreolharam-se tristes.
- Não tinhas como
nos avisar Hotaru?
- Não. Tentamos é
verdade, mas logo depois que nos atacaram fomos até à casa da Usagui e não a
encontramos.
- No início ainda
tínhamos esperança que ela estivesse com uma de vocês – Diz Chibiusa.
- Na verdade, por
motivos ainda desconhecidos, não sabemos o porquê de não termos conseguido
entrar em contacto com vocês através dos intercomunicadores que a Luna nos deu
– Explica Michiru – Tentamos fazer isso, ganhar tempo, mas foi em vão.
- Agora temos a
certeza de que estávamos sendo vigiadas por eles.
- Talvez a Usagui
estaria sendo vigiada também, Haruka.
- Sim Makoto.
- O que faremos.
- Ami, tens como
tentar localizá-la?
- É o que estou
tentando fazer Rey – Respondeu enquanto tentava digitar e conseguia dados das
análises no computador de mão que possuía.
- Rey, porquê que o
Hikawa está todo decorado deste jeito?
- Ah sim, a festa!
– Suspira triste – Tínhamos programado uma festa surpresa para o Mamoru e para
a Minako, pelo regresso ao Japão.
Mamoru e Minako aproximaram-se,
observando em silêncio a decoração por todo o salão.
- Usa… – Sussurrou
Mamoru emocionado ao ver um cartão que a Usagui tinha feito para ele em letras
garrafais. “Ao meu eterno amor que está voltando, com todo o carinho, que sejas
bem-vindo Mamo-chan!”.
- Ela estava
ansiosa pelo teu regresso Mamoru – Diz Rey, também emocionada, colocando a mão
no ombro dele.
- É minha a culpa
por terem a apanhado. Não a devia ter deixado…
- As únicas
culpadas aqui somos nós – Diz sem restrição Minako – É a nossa missão
proteger-vos aos dois.
Todas concordaram.
- Não vou ficar
aqui parado.
- Não adianta sair
à procura dela sem pistas Mamoru.
- Não importa! O
que eu não posso é ficar aqui parado enquanto eles têm a Usagui.
Haruka do nada sorriu olhando para
ele.
- Porque te ris? –
Pergunta furioso – Duvidas que eu possa resgatá-la?!
- Haruka… – Pediu
Michiru, segurando delicadamente o braço dela. – Não o provoques.
-Não o estou
provocando! Ri ao lembrar-me que a princesa fez praticamente a mesma coisa
quando a Neherenia o levou daquela vez.
- Hum…agora que o
dizes, realmente.
De repente sem excepção ouviram
vozes, vinha de um grande tumulto em frente ao Hikawa.
- Serão eles? –
Disse temente Rey – Avô?
- Rey, estes
simpáticos rapazes disseram que te conheciam.
- SEIYA!
- Nós também
estamos aqui – Sorri Yaten, e em seguida Taiki.
- Há quanto tempo!
- Onde está a pudinzinho?
– Perguntou desesperado Seiya, caindo no chão.
- Vocês estão muito
feridos, o que vos aconteceu?
- O nosso planeta
foi novamente atacado, Makoto-chan… – Respondeu Yaten.
- Vocês não me
responderam! Onde está a Usagui?
- Não sabemos Seiya.
- COMO NÃO?!! –
Gritou Seiya.
- Calma! – Pediu
Chibiusa fazendo-o sentar-se novamente – Está muito ferido, senhor Seiya.
- Quem és tu? Nova
no grupo?
- O meu nome é
Usagui, mas pode me chamar de Chibiusa. É assim que me chamam nesta época.
- Usagui? –
Surpreende-se – Tu tens o mesmo nome da pudinzinho, e também usas o mesmo
penteado engraçado.
- Rss… – Resmungou
Chibiusa – Não fale mal do meu penteado.
- É melhor
cuidarmos desses ferimentos primeiro – Fala Rey, voltando de dentro do Hikawa com
a caixa de primeiros socorros – Depois explicaremos tudo para vocês.
- Obrigado –
Disseram os três.

Tens de entrar para responderes neste tópico.
.o: ta lindo!!






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