Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança.
Olá,
Após à primeira fanfic publicada cujo feedback foi positivo, decidi criar mais uma. Este projecto é semelhante à outra e parecida com a série de anime: Higurashi no Naku Koro ni. Apesar de ver alguns episódios, não estou a dizer que basei na sua história mas à medida que fazia esta fic apercebi que os diálogos assemelham-se às situações que se passam na série.
Espero que gostem do resultado.
Título: Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança.
Disclamer: As personagens retratadas pertencem à Naoko Takeushi e as principais da história criadas da minha autoria.
Classificação: [Livre]
Género: (Acção, Drama, Romance)
Personagens Principais: Magdaléne Christopher, Joshua Christopher e Nêmesis.
Nota: Qualquer semelhança com alguma fic lida ou não lida por mim no fórum é pura coincidência.
Prólogo ------------------------- Página 1
Capítulo I ----------------------- Página 2
Após à primeira fanfic publicada cujo feedback foi positivo, decidi criar mais uma. Este projecto é semelhante à outra e parecida com a série de anime: Higurashi no Naku Koro ni. Apesar de ver alguns episódios, não estou a dizer que basei na sua história mas à medida que fazia esta fic apercebi que os diálogos assemelham-se às situações que se passam na série.
Espero que gostem do resultado.
Título: Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança.
Disclamer: As personagens retratadas pertencem à Naoko Takeushi e as principais da história criadas da minha autoria.
Classificação: [Livre]
Género: (Acção, Drama, Romance)
Personagens Principais: Magdaléne Christopher, Joshua Christopher e Nêmesis.
Nota: Qualquer semelhança com alguma fic lida ou não lida por mim no fórum é pura coincidência.
Prólogo ------------------------- Página 1
Capítulo I ----------------------- Página 2
Capítulo II -----------------------Página 4
Capítulo III ----------------------Página 11
Capítulo IV ----------------------Página 17
Capítulo V -----------------------Página 22
Capítulo VI ----------------------Página 29
Capítulo VII --------------------- Página 36
Prólogo
A Batalha contra galáxia foi a última que as navegantes participaram. O bem venceu o mal. Bunny e as amigas aposentaram – se da vida de navegantes para viverem como raparigas normais. Todas decidiram seguir os seus sonhos e Objectivos: Bunny casou com Gonçalo Chiba. A chibiusa nasceu no fruto do amor entre a princesa da Lua, Serenidade e o príncipe da terra, Endymion. Bunny é uma escritora famosa a nível mundial e Gonçalo médico no hospital de tóquio. Após concluir o curso de medicina, Amy partiu para Alemanha para trabalhar junto da mãe como médica. Rita tornou-se numa actriz de sucesso na cidade Tóquio. Os fãs ficam encantados com os seus trabalhos teatrais e cinematográficos. Maria dedicou-se à culinária. O curso de cozinha prometeu o programa televisivo culinário “ Na cozinha com Maria” no canal nacional de Tóquio, exibido ao meio-dia na channel 3. É também Professora na escola de Gastronomia Japonesa. Joana Lima é uma cantora internacional em conjunto com Yaten Kou, um membro das star lights. As suas digressões são um sucesso. As canções arrastam multidões de fãs que ficam prendidos aos canais da rádio! E loucamente insistentes na compra de bilhetes para estarem nos concertos! Mantendo as actividades da música e desporto, Haruka Tenou e Mariana Kaiou tornaram-se cientistas no laboratório universitário Juuba. Otávia Tomoe, que vive juntamente com Haruka e Mariana, estuda na universidade Juuba. A sua intelectualidade prometeu trabalhar em conjunto com elas. Setsuna Meiou, decidiu ficar com Diana a guardar o portal do tempo – espaço. Uma vez por outra faz uma visita às ex-guerreiras do sistema solar e sistema solar externo. Finalmente a terra e o universo gozavam da paz. O estado de calma manteve-se durante 12 anos. Porém, uma estranha identidade: o nascimento do pior dos piores inimigos desperta com o auxilio de uma misteriosa personagem na intenção de destruir a felicidade de tudo aquilo que a Princesa Serenidade Ama.
I
“Nêmesis. O significado do nome deriva do verbo grego antigo νέμω (némo: ‘distribuir’), “Desdém”, “Indignação”, “Vingança”, “Castigo” e “Justiça distribuída” Também se chama de "a inevitável". Deusa Grega que personifica a Vingança. O seu poder reside no abatimento da desmesura da apreciação dos valores sentimentais e materiais (húbris). Detinha uma beleza semelhante a Afrodite. Zeus desejou possuí-la. Conseguiu quando metamorfoseou-se em cisne quando esta transformou-se numa gansa para o evitar. Mas uniu-se a ela. Pôs o ovo como fruto dessa relação e abandonou-o. A Deusa infligia dor ou felicidade segundo o que era justo. Portanto, entende - se Nêmesis como: A situação negativa que se segue a um período particularmente favorável, como ato de justiça compensatória ou seja, defende que o mundo deve obedecer às leis de modo harmónico para que o estado entre bem e o mal esteja equilibrado” Lia deitada de bruxos na cama de colcha azul clarinho decorado de estrelas e lua minguantes com a mão esquerda a apoiar a face esquerda enquanto ocupa a direita a folhar as páginas do livro “ Histórias de mitologias”. Agora sentada com as pernas separadas deitadas na cama fecha o livro com ambas as mãos fazendo o semblante suspirar. Olha para a direita e vê as horas do relógio electrónico rectangular médio de cor vermelha com dois botões pretos no topo: esquerdo activar o despertador, direito desativar o despertador. O fundo do relógio tem a cara da navegante da lua a piscar o olho a sorrir. Estava na tampa da mesa branca junto do pequeno candeeiro abajur triangular beje acesso. Indicava 20H30. Agitada mete o livro debaixo do travesseiro cor branca, desliga o candeeiro e corre porta fora do quarto. Desce as escadas de madeira vernizado adornado com um carpeteado azul. Chega à cozinha. Vê a família reunida a rir. A mãe caminhava com a bandeja do prato principal e com os acompanhamentos noutra auxiliada pelo filho do meio, Jack, para a mesa situada no centro da cozinha. O pai estava sentado na cabeceira superior esquerda a sorrir para a esposa e para os filhos mais velhos que estão no lado esquerdo lateral da mesa: Joshua e Abby. Param com a chegada da filha que estanca na entrada da cozinha ofegante com a mão esquerda no peito para acalmar o coração. Olha para eles que ficam meio sérios a olhar para ela. Pousando a bandeja com o prato principal da mesa, Olive endireita a postura e coloca as mãos fechadas na cintura com o semblante sério.
- Estás a atrasada… Outra Vez!
- Desculpa, mãe. Distrai-me a ler o livro que requisitei na biblioteca pública. – Diz enquanto caminha para o seu lugar que fica no lado esquerdo junto ao pai.
- Pois. É sempre a mesma coisa, Magdaléne. Atrasas sempre no cumprimento dos horários que estabeleço nesta casa. Vês o exemplo dos teus irmãos? Eles são cumpridores dos objectivos que estabeleço. E tu? Porque não segues o exemplo? É por estas coisas que não consegues ser boa estudante como eles. Cresce.- Diz enquanto se senta no lado direito na mesa junto ao marido.
- Desculpa, mãe. Não volta a acontecer, juro. – Diz com semblante meio sereno e triste.
- Eheheh. Sou melhor do que tu, Magdaléne. – Diz Jack sentar-se junto da irmã.
- Cala-te, jack. Não te metas na conversa onde não és chamado. – Diz quase atacando o pescoço do irmão com as mãos quando é interrompida pelo pai.
- Já chega, Magdaléne. Jack porta – te bem. Vamos jantar como habitualmente acontece nesta casa. Céus. Quero – vos sossegados. – Diz Joseph com ar sério a olhar para os dois.
- Desculpe, pai – Dizem uníssono.
O jantar continua com os membros da família Christopher a dialogar a rotina diária. Entre o diálogo, Joseph e os filhos elogiam a refeição confeccionada pela Olive. Esta fica grata por seguir os conselhos culinários do programa que acompanha diariamente no canal channel 3, “ Na cozinha com Maria”. Após à refeição arrumam e limpam a cozinha. Vão para sala – de – estar ver o programa de cultura geral “General knowledge Show” com Frederic Chan. Às 22h30 vão para a cama. Antes de dormir, Joseph chama Magdaléne para o seu escritório. Este senta-se na cadeira de secretária castanho-escuro de veludo com 4 pernas deitadas e a filha na cadeira cor de palha. Ficam frente a frente.
- Magdaléne. Quantas vezes eu e a mãe avisamos sobre o cumprimento dos prazos desta casa? Sabes para quem servem? Para estimular disciplina. Para tornar-vos os homens de amanhã capazes de lidar com coragem e lúcidos para os problemas do dia-a-dia. Sei que és nova mas poem os olhos do jack. Está melhor do que tu. – Diz com as mãos entrelaçadas em cima da mesa.
- Pai. Desculpa. Estava a ler um livro e… não dei pela noção das horas. Foi interesse. Estava a ler sobre Mi…
- Magdaléne. Tudo bem que leias. Mas não te esqueças que tens obrigações a cumprir. Estamos destinados a cumprir algo nas nossas vidas, filha. A mãe está sempre em cuidados contigo. Preocupa-se demasiado com a tua educação… por falar nisso. Como estão a tuas notas? Ainda não as vi. – mantém a postura alterando o semblante amável para sério.
- Estão quase, quase a chegar, pai.
- Espero que estejam melhores do que no 1º período.
- Sim… mais ou menos. A Chibiusa ajuda-me sempre. É incrível.
- Ah! Sim. A filha dos Tsukino é adorável, meiga e excelente aluna. É impressionante com se dá contigo, Magdaléne - Diz com um tom de voz alegre.
- É! É a minha melhor amiga, pai – sorri
- Muito bem. Quando tiveres traz para vermos. Agora vai-te deitar que amanhã tens escola. Nada de atrasos menina – Diz com o indicador do dedo esquerdo agitado.
- Sim.
Saídos do escritório, Magdaléne e Joseph sobem as escadas. No cimo despedem-se com um “Boa noite” separando-se cada um para os seus quartos. O quarto da Magdaléne fica no fim do corredor no lado esquerdo. O quarto do Joseph fica frente à parede no cimo das escadas.
Abre a porta e fecha - a. Caminha guiada pela luz da noite que entra da pequena janela de vidro de 2 portas situada no lado direito frente à cama que está junto à parede esquerda. Deita-se de frente com a cabeça apoiada nas mãos. Olha fixamente o tecto branco aclarado de azul com luz da lua cheia. Pensa naquilo que Joseph e Olive disseram. Pisca os olhos pretos.
- Ser boa estudante. Ser uma Christopher adulta. Hum… complicado. Gostava de ser a melhor de todas… como a Chibiusa. Ai! É complicado. Tenho que esforçar a sério senão estou metida em maus lençóis! – Diz enquanto tapa-se com a colcha. Deita-se de costas para a janela. Adormece com os Cabelo castanhos – escuros cobrindo pouco a face esquerda. Diante a vidraça esquerda surge um vulto que rir solenemente com cabelos lisos pelas costas a esvoaçar calmamente pela brisa da noite.
Na manhã seguinte acontece sempre a agitação da rotina da casa dos Christopher. Após sair do quarto e já preparada para a chegada do novo dia, Olive bate e abre a porta de cada quarto dos filhos como um despertador humano a insistir no seu despertar. Desce as escadas, ruma para a cozinha e prepara o pequeno – almoço. Abre a porta e sorri vendo o filho mais velho preparado e a comer a primeira refeição diária do dia. Caminha e pára frente ao rapaz:
- Bom dia, Joshua. Quem me dera que os teus irmãos fossem como tu. Custa imenso “forçá-los” cumprir uma tarefa que já devia ser eles feita por eles próprios. Enfim. Talvez gostam, não sei. – Diz com a palma na mão esquerda pousada no tampo da mesa de cozinha ocupando a mão direita fechada na cintura direita. Olha frente para o filho que se levanta e que vai ao lava loiça limpar e arrumar a mesma que usou para fazer o pequeno – almoço. Dá a volta à mesa e dá um beijo na face direita da Olive. Meio corada diz para o filho:
- Que tenhas um Bom dia, Joshua.
- Obrigado, mãe.
Sai da cozinha já com Abby, Jack e Joseph chegarem à cozinha. Cumprimenta-os e despede-se deles. Fazem o mesmo. Saído da cozinha e ouvindo agitação alegre naquela divisão, Joshua repara que falta Magdaléne. Chateado, sobe as escadas e vai ao quarto da irmã. Bate educadamente à porta. Após segundos, abre devagarinho a porta sem entrar dizendo:
- Magdaléne? Já acordaste?
Não ouve nada. Abre a porta por completo. Ouve o despertador que dispara o som alarmante. Desliga-o. Repara que a irmã ainda dormia. Sorri e aproxima-se na cama dela. Tira um pouco a colcha e afaga os seus cabelos. Sussurra baixinho ao seu ouvido.
- Magdaléne. Magdaléne. São horas de acordar, mana. A mãe vai zangar-se contigo outra vez. Não queres isso, pois não?
Vendo que a irmã despertava aos poucos esta vira-se para ele e bem assonada levanta-se. Esfrega os olhos e olha para Joshua que sorri. Já desperta vê o irmão:
- Joshua?
- Olá maninha. Que dorminhoca. Vá. Vai arranjar-te que estão todos à tua espera. – Diz a sorrir. Quando está prestes a sair do quarto, Magdaléne diz:
- Obrigada mano. Se não fosses tu acordar, chegava atrasada. Bolas que este despertador não consegue tirar da cama – Diz pouco chateada.
- Nem a mãe consegue. Não é? – Diz a sorrir solenemente com a cabeça virada para ela.
Corada Magdaléne fica embaraçada com o sorriso do irmão. Após sair do quarto fechando a porta atrás de si, a rapariga despacha-se o mais rápido possível para que Olive não fique mais uma vez zangada com ela. Após à higiene diária, veste o uniforme escolar: camisola branca de mangas compridas com um laço preto caído no centro, Saia preta até aos joelhos, meias brancas até às canelas com sabrinas rasas pretas. Pega na mala de estudante preta e ruma a correr escada a baixo para a cozinha. Chegada, pousa a mala no chão e prepara a primeira refeição do dia. Todos olham para o membro mais novo da família a comer desalmadamente. Após à refeição despede-se de todos à pressa para a escola. Saída de casa caminha para a esquerda mas estanca o passo quando ouve uma voz:
- Espera. Eu acompanho-te.
Vira a cabeça para a direita e vê o seu irmão mais velho dirigindo – se a ela com as mãos nos bolsos na sweetshirt preta. Cora quando ele se aproxima dela. De lado a lado os dois caminham para a escola da Magdaléne. Ela sente –se corada na companhia do irmão o que a faz tremer as mãos que seguram a mala de estudante.
- Magdaléne?
- Sim, Joshua?
- Se tens dificuldades na escola podes contar sempre comigo.
- Sim. Eu sei disso. Mas não há necessidade de preocupação. Ultimamente, tenho conseguido evoluir o meu desempenho escolar. Sabes, a Chibiusa? Ela tem sido uma querida comigo. Ajuda – me sempre quando estou em dificuldades. É uma boa amiga.
- Hum… Boa amiga… Tudo bem, Magdaléne. Mas se precisares, estou aqui. Podes contar sempre comigo.
- Mais uma vez obrigada pela tua preocupação, Joshua. – Diz a sorrir para o irmão mais velho.
- Bem. Chegamos. Tem um bom dia de escola, mana.
- Recomendo o mesmo, mano.
Após à despedida, os dois separam-se indo cada um para o seu caminho.
Caminhando para a sala de aula, Magdaléne ouve alguém chamar o seu nome. Olha de relance e vê Chibiusa a correr para ela.
- Olá Bom dia, Magdaléne. – Diz a rapariga dos odangos em coelho cor-de-rosa.
- Olá, Bom dia, Chibiusa. – Diz Magdaléne a sorrir. – Vejo que não sou a única a praticar correrias logo pela manhã.
- É. Bem anda senão chegamos atrasadas à primeira aula. E se isso acontecer a Professora pode castigar-nos. Anda. Vamos rápido!- pega na mão da amiga e correm para dentro do instituto académico.
Chegadas à sala veem os colegas excepto a professora. Ficam aliviadas por chegarem a tempo. Sentam-se nas carteiras que estão no centro da sala de aula. Chibiusa está na esquerda enquanto Magdaléne está na direita.
Todos os dias de manhã a rotina escolar era sempre a mesma. Os alunos conversavam sobre os seus temas favoritos ou combinavam planos após às aulas. Com chibiusa e Magdaléne o assunto era o mesmo. Desde que se conheceram tornaram-se as melhores amigas. Essa relação aconteceu quando Chibiusa veio para a escola de Magdaléne quando estavam no 6º ano escolar. Chibiusa tem uma habilidade fantástica de fazer amigos por causa do seu carisma, ser boa aluna e ser boa amiga. Era amiga de toda a comunidade escolar. Mas, questionava-se o porquê da Magdaléne estar sempre sozinha. Reparava que a jovem não estava com ninguém e concluiu que isso devesse à sua timidez. Uma vez que ela se refugiava nos intervalos ou folgas de aula na biblioteca. Um dia apanhou a jovem naquele lugar. Observou-a. Percebeu na tristeza nos seus olhos. Sabia que ela sofria em silêncio e tolerava todos os comentários horríveis que os colegas faziam a seu respeito. Contudo, reparou que lia obras cuja autora conhecia. Aproximou-se dela e disse:
- Oh! Tu gostas de ler esse tipo de livros? Também são os meus favoritos.
Magdaléne desvia o olhar para a rapariga dos odangos cor-de-rosa e esconde o livro.
- Não precisas de ficar nervosa. Eu sei o que lês. – Sorri
- Tu és a nova estudante. Que queres?
- Nada de nada apenas quero saber porquê – disse com o olhar para a janela com as mãos entrelaçadas nas costas junto à mesa onde Magdaléne estava sentada.
- O quê? – Disse com a cabeça inclinada para a chibiusa.
- Porque gostas de ler esse tipo de livros? – Disse agora com a cabeça virada para ela a sorrir.
- Porque hei-de dizer se tu vais gozar?
- Prometo que não faço isso.
Explica a Chibiusa a razão de apreciar as histórias da Bunny. Chibiusa estagna perante a fascinação da rapariga. Percebe o que sente em relação às aventuras da navegante da lua afirmando que é uma pessoa especial com uma capacidade de altruísmo raro disposta a defender todas as formas de vida do mal. Determina a sua coragem dizendo que coloca a sua vida em risco pelo outrem. Após ao comentário, Chibiusa senta-se ao seu lado e conta-lhe um segrego:
- Vejo que gostas das histórias da minha mãe. Chamo – me Chibiusa Tsukino. Qual é o teu nome?
Incrédula, Magdaléne fica surpreendida e não acredita que está à frente da filha da sua escritora favorita. Acalma-se e apresenta-se. Desde daquele momento que a relação de ambas fortalece e tornam-se as melhores amigas.
Actualmente, são estudantes do 9º ano escolar. Chibiusa não podia estar mais do que feliz pela amiga uma vez que esta melhorou um pouco a sua autoestima e nos estudos. Tal como outros estudantes, conversavam sobre temas favoritos:
- Mag, ontem viste o episódio “Celebrities”? Aquela Suz… consegue sempre tudo o que quer… É uma figura sem escrúpulos que não se preocupa com o bem-estar dos outros.
- Errr… Chibiusa. Não levas a mal. Mas não vi o episódio. Distrai-me com as horas enquanto lia um livro de mitologias gregas e romanas. Desculpa – Diz frente à Tsukino com as mãos juntas a expressar o seu perdão.
- Ai Mag. És sempre a mesma coisa. Pelo menos gravaste o episódio?
- Nem isso acabou por acontecer. Mais uma vez desculpa.
- Bolas. Vives no mundo da lua. “ Esse feitio lembra-me alguém”, pensava com o semblante virado para a amiga apoiado com a mão esquerda. – Pois como estava a dizer aquela… Oh!
Chibiusa estagna a conversa quando repara no rapaz que passa no corredor na sua sala de aula. Abre lentamente os olhos para a figura masculina.
- “Hélios”, pensa corada mas é interrompida por Magdaléne. Olha-a um pouco séria mas acalma-se.
- Que foi?
- Agora és tu quem está no mundo da lua, Chibiusa. Atenta-te! A professora já está a fazer a chamada e já te chamou três vezes.
Desperta para a realidade. Levanta-se e faz o cumprimento. Senta-se e fica atenta à aula de geografia. Mag sorri com o sucedido. Ela sabia que a sua amiga nutria algo especial pelo rapaz afamatico, carismático, encantador, habilidoso nos estudos e desportos. Todas excepto, Magdaléne, deliravam com Hélios. Ela desejava que um dia Chibiusa tivesse coragem de declarar –se ao amor da sua vida. Ela estava confiante que hélios sentia o mesmo por ela. Desviou aqueles pensamentos e concentrou-se na aula. Magdaléne sabia que tinha que esforçar nos estudos. Não queria desiludir a família. Pensou que se conseguisse faria a família ter mais confiança nela e assim não precisavam de se preocupar. Também sabia que contava com o apoio da Chibiusa e do irmão mais velho, Joshua. Por isso, tinha que se aplicar para que tudo desse certo.
Fazendo apontamentos enquanto a professora explica a matéria “ População e Povoamento”, Magdaléne não se percebe dos estranhos fenómenos que acontecem ao seu redor. Quando levantou a cabeça pela enésima vez para copiar para o caderno o que estava a ouvir ou o que estava escrito no quadro, a rapariga dos cabelos penteados em trança cachoeira com madeixas doiradas pelas costas, depara-se alagada no mar negro. Em princípio fica em pânico e depois estranha vendo um vulto ir à sua direcção:
- O mundo é um lugar cruel e frio coberto de ilusões que impedem revelar a verdade nos corações humanos. Tu diferes da sua espécie. E por isso, sabes bem o que digo. Vem comigo para evitares todo o sofrimento que és destinada, escolhida. – Estende a mão a Magdaléne. Hipnotizada, a rapariga direcciona a sua mão esquerda para o estranho vulto mas é despertada pela voz ressonante da Chibiusa.
- Mag, Mag, MAG! Acorda! – Diz a rapariga que agita a amiga. Já despertada vê o semblante da pequena Tsukino preocupante e olha em redor todos que olham para ela.
- Ah! O que aconteceu? “O que foi aquilo”, pensou.
- Estás bem? Que aconteceu? - Questiona Chibiusa.
- Se queres saber… Não sei muito bem o que aconteceu…Desculpa, Chibiusa.
Menina Christopher, se não se sente bem recomendo ir à enfermaria da escola. – Diz a professora que agora está à sua frente.
- Não, professora. Sinto bem. Peço desculpas por isto.
- Muito bem. Mas se não conseguir acompanhar a aula pode ir. E depois das aulas, recomendo ir ao seu médico de família para que a sua situação não piore.
- Muito obrigada, professora. Mais uma vez peço desculpa.
- Muito bem. Procederemos. Caminha agora para junto do quadro para retomar a aula.
Após as aulas terminarem, os estudantes iam cumprir o que planeavam para aquele fim de tarde. Chibiusa e Magdaléne caminhavam para casa. Chibiusa pará e Magdaléne também o faz uns passos frente da amiga. Olha para ela:
- O que se passa, Chibiusa?
- Mag. Responde com sinceridade. Reparo que ultimamente tens uns comportamentos estranhos. Este último foi o pior. O que se passa contigo?
- Hum. Não sei chibiusa. Mais uma vez peço desculpa pela preocupação.
- Mas foste alguma vez ao médico ver se estava tudo bem?
- Sim. Fiz exames de rotina. Diagnostico: Resultados normais, Rapariga saudável. Por isso, não precisas ficar assim. Está bem?
- Hum. Mag. Espero que não estejas a esconder nada de mim.
- Chibiusa. Somos amigas há 3 anos. Alguma vez escondi alguma coisa de ti?
- Não. Mas sei que tens uma capacidade incrível de tolerar tudo o que incomoda muita gente. E por isso, preocupo muito contigo.
- Não precisas. Vá não é nada. Olha se estás assim, irei ao médico com mais frequência e explico o que se passa comigo. Está bem? Agora não fiques assim.
- Está bem.
Juntas chegam a um cruzamento. Despedem-se e separam – se cada uma para as suas casas.
…
Na universidade de Tóquio, a mais prestigiada universidade japonesa situada no coração daquela cidade, está Joshua a frequentar mestrado de engenharia química. Enquanto decorria a aula de Biotecnologia, o estudante atentava à lição da matéria que o docente explicava quando é interrompido por alguém que dá palmadinhas no ombro esquerdo do rapaz. Vira a cara e vê Billy, um jovem nervoso e ansiado. Entrega um papel a Joshua que aceita. Vira -se para a frente e abre o papel. Lê o conteúdo e olha para a pessoa que escreveu. Ela estava na terceira fila do lado esquerdo junto à janela a acenar para ele que está no centro da segunda fila das carteiras.
- Mas agora voltamos à primária? Que quer ela de mim? Pensa enquanto vira novamente para o quadro que está preenchido de slides sobre a matéria “Engenharia das Reacções Químicas e Biológicas”.
Após à aula terminar, os estudantes universitários saem da sala de aula. Uns iam para outras aulas enquanto outros, de cursos diferentes, iam para as suas casas ou residenciais. Joshua pertencia ao grupo dos que iam para casa. Saía na descontração com a mão direita no bolso ocupando no ombro esquerdo o portátil. Já a sair das portas da universidade ouve alguém a dizer no recinto:
- Espera!
Ele olha para atrás e vê a rapariga que acenara para ele na sala de aula. Para e vira-se para ela que ia ao seu encontro. Ficam frente a frente.
- Olá Joshua.
- Olá.
- Tenho algo a dizer. É importante e por isso quero que oiças até ao fim.
- Está bem Jennifer. Diz.
- Conhecemos já há muito tempo. Desde os tempos do ciclo. Sempre vi que eras uma pessoa fantástica por causa do teu carisma, ser bom estudante e desportista. Mas além disso, vi em ti uma forma delicada. Preocupavas em demasia com as dificuldades e problemas dos outros. Por causa disso, ou talvez não eu finalmente entendi os sentimentos que o meu coração sentia por ti. E por isso, a mensagem “ No fim da aula quero falar contigo” que fez com que tomasse a iniciativa de te dizer… De te declarar… De te falar o que realmente nutro por … Ah!
É interrompida quando o jovem caricia a face direita da dela com a mão direita. Aproxima-se para ela e sorri. Ela fica corada e pensa que ele nutre o mesmo sentimento que ela.
- Jennifer.
- Sim, Joshua.
- É amizade aquilo que sentes por mim?
-Ah? – Fica um pouco chocada – O quê? Não eu, eu Gos… Porque dizes isso? – Fica zangada
- Porque Sempre que estávamos juntos e sempre que te ajudava nos estudos fez concluir que desejasses ser minha amiga. Só isso. – Disse a sorrir.
Supressa pela resposta, Jennifer fica enraivecida. Dá um pequeno estalo da mão direita do jovem que o deixa admirado com a sua atitude. Vira as costas e vai –se embora. Ele estranha o comportamento da colega enquanto cocega a cabeça com a mesma mão que afagou a cara da colega. Fica direito e continua a caminhada para casa.
…
Chegada a casa, Magdaléne ruma para o quarto. Fecha a porta. Pousa a mala de estudante nos pés na cama e deita-se. Olha para o teto branco e pensa sobre o acontecimento. É verdade que ela sentiu aquelas sensações estranhas antigamente. Mas não eram nada parecidas com esta. Fechou os olhos. Enquanto passava para o estado de dormência sentiu algo. Abriu os olhos e espantara-se com algo à sua frente. Levanta-se.
Fica semi – sentada com os cotovelos apoiados no colchão da cama. Era o estranho vulto que conheceu há pouco na escola.
- Estás a atrasada… Outra Vez!
- Desculpa, mãe. Distrai-me a ler o livro que requisitei na biblioteca pública. – Diz enquanto caminha para o seu lugar que fica no lado esquerdo junto ao pai.
- Pois. É sempre a mesma coisa, Magdaléne. Atrasas sempre no cumprimento dos horários que estabeleço nesta casa. Vês o exemplo dos teus irmãos? Eles são cumpridores dos objectivos que estabeleço. E tu? Porque não segues o exemplo? É por estas coisas que não consegues ser boa estudante como eles. Cresce.- Diz enquanto se senta no lado direito na mesa junto ao marido.
- Desculpa, mãe. Não volta a acontecer, juro. – Diz com semblante meio sereno e triste.
- Eheheh. Sou melhor do que tu, Magdaléne. – Diz Jack sentar-se junto da irmã.
- Cala-te, jack. Não te metas na conversa onde não és chamado. – Diz quase atacando o pescoço do irmão com as mãos quando é interrompida pelo pai.
- Já chega, Magdaléne. Jack porta – te bem. Vamos jantar como habitualmente acontece nesta casa. Céus. Quero – vos sossegados. – Diz Joseph com ar sério a olhar para os dois.
- Desculpe, pai – Dizem uníssono.
O jantar continua com os membros da família Christopher a dialogar a rotina diária. Entre o diálogo, Joseph e os filhos elogiam a refeição confeccionada pela Olive. Esta fica grata por seguir os conselhos culinários do programa que acompanha diariamente no canal channel 3, “ Na cozinha com Maria”. Após à refeição arrumam e limpam a cozinha. Vão para sala – de – estar ver o programa de cultura geral “General knowledge Show” com Frederic Chan. Às 22h30 vão para a cama. Antes de dormir, Joseph chama Magdaléne para o seu escritório. Este senta-se na cadeira de secretária castanho-escuro de veludo com 4 pernas deitadas e a filha na cadeira cor de palha. Ficam frente a frente.
- Magdaléne. Quantas vezes eu e a mãe avisamos sobre o cumprimento dos prazos desta casa? Sabes para quem servem? Para estimular disciplina. Para tornar-vos os homens de amanhã capazes de lidar com coragem e lúcidos para os problemas do dia-a-dia. Sei que és nova mas poem os olhos do jack. Está melhor do que tu. – Diz com as mãos entrelaçadas em cima da mesa.
- Pai. Desculpa. Estava a ler um livro e… não dei pela noção das horas. Foi interesse. Estava a ler sobre Mi…
- Magdaléne. Tudo bem que leias. Mas não te esqueças que tens obrigações a cumprir. Estamos destinados a cumprir algo nas nossas vidas, filha. A mãe está sempre em cuidados contigo. Preocupa-se demasiado com a tua educação… por falar nisso. Como estão a tuas notas? Ainda não as vi. – mantém a postura alterando o semblante amável para sério.
- Estão quase, quase a chegar, pai.
- Espero que estejam melhores do que no 1º período.
- Sim… mais ou menos. A Chibiusa ajuda-me sempre. É incrível.
- Ah! Sim. A filha dos Tsukino é adorável, meiga e excelente aluna. É impressionante com se dá contigo, Magdaléne - Diz com um tom de voz alegre.
- É! É a minha melhor amiga, pai – sorri
- Muito bem. Quando tiveres traz para vermos. Agora vai-te deitar que amanhã tens escola. Nada de atrasos menina – Diz com o indicador do dedo esquerdo agitado.
- Sim.
Saídos do escritório, Magdaléne e Joseph sobem as escadas. No cimo despedem-se com um “Boa noite” separando-se cada um para os seus quartos. O quarto da Magdaléne fica no fim do corredor no lado esquerdo. O quarto do Joseph fica frente à parede no cimo das escadas.
Abre a porta e fecha - a. Caminha guiada pela luz da noite que entra da pequena janela de vidro de 2 portas situada no lado direito frente à cama que está junto à parede esquerda. Deita-se de frente com a cabeça apoiada nas mãos. Olha fixamente o tecto branco aclarado de azul com luz da lua cheia. Pensa naquilo que Joseph e Olive disseram. Pisca os olhos pretos.
- Ser boa estudante. Ser uma Christopher adulta. Hum… complicado. Gostava de ser a melhor de todas… como a Chibiusa. Ai! É complicado. Tenho que esforçar a sério senão estou metida em maus lençóis! – Diz enquanto tapa-se com a colcha. Deita-se de costas para a janela. Adormece com os Cabelo castanhos – escuros cobrindo pouco a face esquerda. Diante a vidraça esquerda surge um vulto que rir solenemente com cabelos lisos pelas costas a esvoaçar calmamente pela brisa da noite.
II
Na manhã seguinte acontece sempre a agitação da rotina da casa dos Christopher. Após sair do quarto e já preparada para a chegada do novo dia, Olive bate e abre a porta de cada quarto dos filhos como um despertador humano a insistir no seu despertar. Desce as escadas, ruma para a cozinha e prepara o pequeno – almoço. Abre a porta e sorri vendo o filho mais velho preparado e a comer a primeira refeição diária do dia. Caminha e pára frente ao rapaz:
- Bom dia, Joshua. Quem me dera que os teus irmãos fossem como tu. Custa imenso “forçá-los” cumprir uma tarefa que já devia ser eles feita por eles próprios. Enfim. Talvez gostam, não sei. – Diz com a palma na mão esquerda pousada no tampo da mesa de cozinha ocupando a mão direita fechada na cintura direita. Olha frente para o filho que se levanta e que vai ao lava loiça limpar e arrumar a mesma que usou para fazer o pequeno – almoço. Dá a volta à mesa e dá um beijo na face direita da Olive. Meio corada diz para o filho:
- Que tenhas um Bom dia, Joshua.
- Obrigado, mãe.
Sai da cozinha já com Abby, Jack e Joseph chegarem à cozinha. Cumprimenta-os e despede-se deles. Fazem o mesmo. Saído da cozinha e ouvindo agitação alegre naquela divisão, Joshua repara que falta Magdaléne. Chateado, sobe as escadas e vai ao quarto da irmã. Bate educadamente à porta. Após segundos, abre devagarinho a porta sem entrar dizendo:
- Magdaléne? Já acordaste?
Não ouve nada. Abre a porta por completo. Ouve o despertador que dispara o som alarmante. Desliga-o. Repara que a irmã ainda dormia. Sorri e aproxima-se na cama dela. Tira um pouco a colcha e afaga os seus cabelos. Sussurra baixinho ao seu ouvido.
- Magdaléne. Magdaléne. São horas de acordar, mana. A mãe vai zangar-se contigo outra vez. Não queres isso, pois não?
Vendo que a irmã despertava aos poucos esta vira-se para ele e bem assonada levanta-se. Esfrega os olhos e olha para Joshua que sorri. Já desperta vê o irmão:
- Joshua?
- Olá maninha. Que dorminhoca. Vá. Vai arranjar-te que estão todos à tua espera. – Diz a sorrir. Quando está prestes a sair do quarto, Magdaléne diz:
- Obrigada mano. Se não fosses tu acordar, chegava atrasada. Bolas que este despertador não consegue tirar da cama – Diz pouco chateada.
- Nem a mãe consegue. Não é? – Diz a sorrir solenemente com a cabeça virada para ela.
Corada Magdaléne fica embaraçada com o sorriso do irmão. Após sair do quarto fechando a porta atrás de si, a rapariga despacha-se o mais rápido possível para que Olive não fique mais uma vez zangada com ela. Após à higiene diária, veste o uniforme escolar: camisola branca de mangas compridas com um laço preto caído no centro, Saia preta até aos joelhos, meias brancas até às canelas com sabrinas rasas pretas. Pega na mala de estudante preta e ruma a correr escada a baixo para a cozinha. Chegada, pousa a mala no chão e prepara a primeira refeição do dia. Todos olham para o membro mais novo da família a comer desalmadamente. Após à refeição despede-se de todos à pressa para a escola. Saída de casa caminha para a esquerda mas estanca o passo quando ouve uma voz:
- Espera. Eu acompanho-te.
Vira a cabeça para a direita e vê o seu irmão mais velho dirigindo – se a ela com as mãos nos bolsos na sweetshirt preta. Cora quando ele se aproxima dela. De lado a lado os dois caminham para a escola da Magdaléne. Ela sente –se corada na companhia do irmão o que a faz tremer as mãos que seguram a mala de estudante.
- Magdaléne?
- Sim, Joshua?
- Se tens dificuldades na escola podes contar sempre comigo.
- Sim. Eu sei disso. Mas não há necessidade de preocupação. Ultimamente, tenho conseguido evoluir o meu desempenho escolar. Sabes, a Chibiusa? Ela tem sido uma querida comigo. Ajuda – me sempre quando estou em dificuldades. É uma boa amiga.
- Hum… Boa amiga… Tudo bem, Magdaléne. Mas se precisares, estou aqui. Podes contar sempre comigo.
- Mais uma vez obrigada pela tua preocupação, Joshua. – Diz a sorrir para o irmão mais velho.
- Bem. Chegamos. Tem um bom dia de escola, mana.
- Recomendo o mesmo, mano.
Após à despedida, os dois separam-se indo cada um para o seu caminho.
Caminhando para a sala de aula, Magdaléne ouve alguém chamar o seu nome. Olha de relance e vê Chibiusa a correr para ela.
- Olá Bom dia, Magdaléne. – Diz a rapariga dos odangos em coelho cor-de-rosa.
- Olá, Bom dia, Chibiusa. – Diz Magdaléne a sorrir. – Vejo que não sou a única a praticar correrias logo pela manhã.
- É. Bem anda senão chegamos atrasadas à primeira aula. E se isso acontecer a Professora pode castigar-nos. Anda. Vamos rápido!- pega na mão da amiga e correm para dentro do instituto académico.
Chegadas à sala veem os colegas excepto a professora. Ficam aliviadas por chegarem a tempo. Sentam-se nas carteiras que estão no centro da sala de aula. Chibiusa está na esquerda enquanto Magdaléne está na direita.
Todos os dias de manhã a rotina escolar era sempre a mesma. Os alunos conversavam sobre os seus temas favoritos ou combinavam planos após às aulas. Com chibiusa e Magdaléne o assunto era o mesmo. Desde que se conheceram tornaram-se as melhores amigas. Essa relação aconteceu quando Chibiusa veio para a escola de Magdaléne quando estavam no 6º ano escolar. Chibiusa tem uma habilidade fantástica de fazer amigos por causa do seu carisma, ser boa aluna e ser boa amiga. Era amiga de toda a comunidade escolar. Mas, questionava-se o porquê da Magdaléne estar sempre sozinha. Reparava que a jovem não estava com ninguém e concluiu que isso devesse à sua timidez. Uma vez que ela se refugiava nos intervalos ou folgas de aula na biblioteca. Um dia apanhou a jovem naquele lugar. Observou-a. Percebeu na tristeza nos seus olhos. Sabia que ela sofria em silêncio e tolerava todos os comentários horríveis que os colegas faziam a seu respeito. Contudo, reparou que lia obras cuja autora conhecia. Aproximou-se dela e disse:
- Oh! Tu gostas de ler esse tipo de livros? Também são os meus favoritos.
Magdaléne desvia o olhar para a rapariga dos odangos cor-de-rosa e esconde o livro.
- Não precisas de ficar nervosa. Eu sei o que lês. – Sorri
- Tu és a nova estudante. Que queres?
- Nada de nada apenas quero saber porquê – disse com o olhar para a janela com as mãos entrelaçadas nas costas junto à mesa onde Magdaléne estava sentada.
- O quê? – Disse com a cabeça inclinada para a chibiusa.
- Porque gostas de ler esse tipo de livros? – Disse agora com a cabeça virada para ela a sorrir.
- Porque hei-de dizer se tu vais gozar?
- Prometo que não faço isso.
Explica a Chibiusa a razão de apreciar as histórias da Bunny. Chibiusa estagna perante a fascinação da rapariga. Percebe o que sente em relação às aventuras da navegante da lua afirmando que é uma pessoa especial com uma capacidade de altruísmo raro disposta a defender todas as formas de vida do mal. Determina a sua coragem dizendo que coloca a sua vida em risco pelo outrem. Após ao comentário, Chibiusa senta-se ao seu lado e conta-lhe um segrego:
- Vejo que gostas das histórias da minha mãe. Chamo – me Chibiusa Tsukino. Qual é o teu nome?
Incrédula, Magdaléne fica surpreendida e não acredita que está à frente da filha da sua escritora favorita. Acalma-se e apresenta-se. Desde daquele momento que a relação de ambas fortalece e tornam-se as melhores amigas.
Actualmente, são estudantes do 9º ano escolar. Chibiusa não podia estar mais do que feliz pela amiga uma vez que esta melhorou um pouco a sua autoestima e nos estudos. Tal como outros estudantes, conversavam sobre temas favoritos:
- Mag, ontem viste o episódio “Celebrities”? Aquela Suz… consegue sempre tudo o que quer… É uma figura sem escrúpulos que não se preocupa com o bem-estar dos outros.
- Errr… Chibiusa. Não levas a mal. Mas não vi o episódio. Distrai-me com as horas enquanto lia um livro de mitologias gregas e romanas. Desculpa – Diz frente à Tsukino com as mãos juntas a expressar o seu perdão.
- Ai Mag. És sempre a mesma coisa. Pelo menos gravaste o episódio?
- Nem isso acabou por acontecer. Mais uma vez desculpa.
- Bolas. Vives no mundo da lua. “ Esse feitio lembra-me alguém”, pensava com o semblante virado para a amiga apoiado com a mão esquerda. – Pois como estava a dizer aquela… Oh!
Chibiusa estagna a conversa quando repara no rapaz que passa no corredor na sua sala de aula. Abre lentamente os olhos para a figura masculina.
- “Hélios”, pensa corada mas é interrompida por Magdaléne. Olha-a um pouco séria mas acalma-se.
- Que foi?
- Agora és tu quem está no mundo da lua, Chibiusa. Atenta-te! A professora já está a fazer a chamada e já te chamou três vezes.
Desperta para a realidade. Levanta-se e faz o cumprimento. Senta-se e fica atenta à aula de geografia. Mag sorri com o sucedido. Ela sabia que a sua amiga nutria algo especial pelo rapaz afamatico, carismático, encantador, habilidoso nos estudos e desportos. Todas excepto, Magdaléne, deliravam com Hélios. Ela desejava que um dia Chibiusa tivesse coragem de declarar –se ao amor da sua vida. Ela estava confiante que hélios sentia o mesmo por ela. Desviou aqueles pensamentos e concentrou-se na aula. Magdaléne sabia que tinha que esforçar nos estudos. Não queria desiludir a família. Pensou que se conseguisse faria a família ter mais confiança nela e assim não precisavam de se preocupar. Também sabia que contava com o apoio da Chibiusa e do irmão mais velho, Joshua. Por isso, tinha que se aplicar para que tudo desse certo.
Fazendo apontamentos enquanto a professora explica a matéria “ População e Povoamento”, Magdaléne não se percebe dos estranhos fenómenos que acontecem ao seu redor. Quando levantou a cabeça pela enésima vez para copiar para o caderno o que estava a ouvir ou o que estava escrito no quadro, a rapariga dos cabelos penteados em trança cachoeira com madeixas doiradas pelas costas, depara-se alagada no mar negro. Em princípio fica em pânico e depois estranha vendo um vulto ir à sua direcção:
- O mundo é um lugar cruel e frio coberto de ilusões que impedem revelar a verdade nos corações humanos. Tu diferes da sua espécie. E por isso, sabes bem o que digo. Vem comigo para evitares todo o sofrimento que és destinada, escolhida. – Estende a mão a Magdaléne. Hipnotizada, a rapariga direcciona a sua mão esquerda para o estranho vulto mas é despertada pela voz ressonante da Chibiusa.
- Mag, Mag, MAG! Acorda! – Diz a rapariga que agita a amiga. Já despertada vê o semblante da pequena Tsukino preocupante e olha em redor todos que olham para ela.
- Ah! O que aconteceu? “O que foi aquilo”, pensou.
- Estás bem? Que aconteceu? - Questiona Chibiusa.
- Se queres saber… Não sei muito bem o que aconteceu…Desculpa, Chibiusa.
Menina Christopher, se não se sente bem recomendo ir à enfermaria da escola. – Diz a professora que agora está à sua frente.
- Não, professora. Sinto bem. Peço desculpas por isto.
- Muito bem. Mas se não conseguir acompanhar a aula pode ir. E depois das aulas, recomendo ir ao seu médico de família para que a sua situação não piore.
- Muito obrigada, professora. Mais uma vez peço desculpa.
- Muito bem. Procederemos. Caminha agora para junto do quadro para retomar a aula.
Após as aulas terminarem, os estudantes iam cumprir o que planeavam para aquele fim de tarde. Chibiusa e Magdaléne caminhavam para casa. Chibiusa pará e Magdaléne também o faz uns passos frente da amiga. Olha para ela:
- O que se passa, Chibiusa?
- Mag. Responde com sinceridade. Reparo que ultimamente tens uns comportamentos estranhos. Este último foi o pior. O que se passa contigo?
- Hum. Não sei chibiusa. Mais uma vez peço desculpa pela preocupação.
- Mas foste alguma vez ao médico ver se estava tudo bem?
- Sim. Fiz exames de rotina. Diagnostico: Resultados normais, Rapariga saudável. Por isso, não precisas ficar assim. Está bem?
- Hum. Mag. Espero que não estejas a esconder nada de mim.
- Chibiusa. Somos amigas há 3 anos. Alguma vez escondi alguma coisa de ti?
- Não. Mas sei que tens uma capacidade incrível de tolerar tudo o que incomoda muita gente. E por isso, preocupo muito contigo.
- Não precisas. Vá não é nada. Olha se estás assim, irei ao médico com mais frequência e explico o que se passa comigo. Está bem? Agora não fiques assim.
- Está bem.
Juntas chegam a um cruzamento. Despedem-se e separam – se cada uma para as suas casas.
…
Na universidade de Tóquio, a mais prestigiada universidade japonesa situada no coração daquela cidade, está Joshua a frequentar mestrado de engenharia química. Enquanto decorria a aula de Biotecnologia, o estudante atentava à lição da matéria que o docente explicava quando é interrompido por alguém que dá palmadinhas no ombro esquerdo do rapaz. Vira a cara e vê Billy, um jovem nervoso e ansiado. Entrega um papel a Joshua que aceita. Vira -se para a frente e abre o papel. Lê o conteúdo e olha para a pessoa que escreveu. Ela estava na terceira fila do lado esquerdo junto à janela a acenar para ele que está no centro da segunda fila das carteiras.
- Mas agora voltamos à primária? Que quer ela de mim? Pensa enquanto vira novamente para o quadro que está preenchido de slides sobre a matéria “Engenharia das Reacções Químicas e Biológicas”.
Após à aula terminar, os estudantes universitários saem da sala de aula. Uns iam para outras aulas enquanto outros, de cursos diferentes, iam para as suas casas ou residenciais. Joshua pertencia ao grupo dos que iam para casa. Saía na descontração com a mão direita no bolso ocupando no ombro esquerdo o portátil. Já a sair das portas da universidade ouve alguém a dizer no recinto:
- Espera!
Ele olha para atrás e vê a rapariga que acenara para ele na sala de aula. Para e vira-se para ela que ia ao seu encontro. Ficam frente a frente.
- Olá Joshua.
- Olá.
- Tenho algo a dizer. É importante e por isso quero que oiças até ao fim.
- Está bem Jennifer. Diz.
- Conhecemos já há muito tempo. Desde os tempos do ciclo. Sempre vi que eras uma pessoa fantástica por causa do teu carisma, ser bom estudante e desportista. Mas além disso, vi em ti uma forma delicada. Preocupavas em demasia com as dificuldades e problemas dos outros. Por causa disso, ou talvez não eu finalmente entendi os sentimentos que o meu coração sentia por ti. E por isso, a mensagem “ No fim da aula quero falar contigo” que fez com que tomasse a iniciativa de te dizer… De te declarar… De te falar o que realmente nutro por … Ah!
É interrompida quando o jovem caricia a face direita da dela com a mão direita. Aproxima-se para ela e sorri. Ela fica corada e pensa que ele nutre o mesmo sentimento que ela.
- Jennifer.
- Sim, Joshua.
- É amizade aquilo que sentes por mim?
-Ah? – Fica um pouco chocada – O quê? Não eu, eu Gos… Porque dizes isso? – Fica zangada
- Porque Sempre que estávamos juntos e sempre que te ajudava nos estudos fez concluir que desejasses ser minha amiga. Só isso. – Disse a sorrir.
Supressa pela resposta, Jennifer fica enraivecida. Dá um pequeno estalo da mão direita do jovem que o deixa admirado com a sua atitude. Vira as costas e vai –se embora. Ele estranha o comportamento da colega enquanto cocega a cabeça com a mesma mão que afagou a cara da colega. Fica direito e continua a caminhada para casa.
…
Chegada a casa, Magdaléne ruma para o quarto. Fecha a porta. Pousa a mala de estudante nos pés na cama e deita-se. Olha para o teto branco e pensa sobre o acontecimento. É verdade que ela sentiu aquelas sensações estranhas antigamente. Mas não eram nada parecidas com esta. Fechou os olhos. Enquanto passava para o estado de dormência sentiu algo. Abriu os olhos e espantara-se com algo à sua frente. Levanta-se.
Fica semi – sentada com os cotovelos apoiados no colchão da cama. Era o estranho vulto que conheceu há pouco na escola.
III
Maria Kino é uma rapariga diferente das outras devido às suas caraterísticas físicas: Ser alta e mais forte. Apesar dessas características, é uma jovem doce e sensível com um sonho que sempre almejou concretizar e hoje sente –se completa por realizar: Cozinhar. Após à última batalha contra o mal e sabendo que a paz no universo não fora mais ameaçada, Maria dedicou-se ao seu sonho investindo nos cursos de culinária. Desde de sempre considerou que cozinhar é algo importante na sua vida pois significa dar “estima e carinho” através daquilo que cozinhamos a alguém de quem gostamos. E ela faz com todo o prazer cozinhados para as suas amigas de longa data: As inner e Outer shenshi. Actualmente, é professora de culinária na escola da gastronomia japonesa situada no centro da cidade Tóquio. E apresenta durante a semana o programa televisivo culinário “Na cozinha com Maria” no canal nacional de Tóquio, exibido ao meio-dia na channel 3 com os resumos dos episódios transmitidos às 10h00 da manhã no mesmo canal aos fins-de-semana. Olive Christopher é uma autêntica fã do trabalho da Maria. Segue religiosamente os programas, compra todas as terças revista de teleculinária da sua cozinheira favorita e é aluna do seu curso de culinária. Olive adora saber tudo o que envolva culinária. Tal como Maria sonha ser uma cozinheira de sucesso. E por isso, o investimento nas aulas do curso de culinária. Sabe que ser doméstica é um trabalho árduo mas não é por isso que sente obstáculos em ser o que deseja. A sua família adora os seus cozinhados e nos primeiros tempos que namoravam e actualmente casada com joseph, o esposo teve sempre fascínio pela sua arte de cozinhar. Elogiava constantemente a mulher pelo excelente trabalho. Ela corava envergonhada com os elogios do marido. Porém, e ainda se tratando de um sonho que dia menos dia acaba por se concretizar, ocupa a parte da manhã nas tarefas domésticas e à tarde com o telemarketing na sua própria casa vendendo produtos de preço low-cost para o bem – estar do lar. Eficiente, organizada, Olive cumpre sempre a tempo e a horas para que ao meio-dia veja o programa da Maria Kino. Senta-se no sofá individual de 4 lugares cor de beje. Pega no comando e liga a Tv no canal 3. Aparece uma imagem com o genérico do programa com a cor do fundo verde clarinha preenchida com várias fotos de receitas que aparecem instantaneamente enquanto se ouve a música e a narração da Kino:
Olá chamo – me Maria kino e dou o meu testemunho sobre a arte de cozinhar:
É um zelo e um acto de amor que transmitimos àqueles que amamos. É um dom e um encanto cada receita conter um ingrediente extra: Os nossos sentimentos que depositamos para as pessoas que mais estimamos. Cozinhar é um modo de expressar o quanto queremos mostrar o nosso amor aos outros.
No fim do genérico aparece Maria no lado esquerdo com os braços cruzados sorridente com o nome do programa no lado direito numa tabuleta de madeira com as letras cor verde-escuro.
É um zelo e um acto de amor que transmitimos àqueles que amamos. É um dom e um encanto cada receita conter um ingrediente extra: Os nossos sentimentos que depositamos para as pessoas que mais estimamos. Cozinhar é um modo de expressar o quanto queremos mostrar o nosso amor aos outros.
No fim do genérico aparece Maria no lado esquerdo com os braços cruzados sorridente com o nome do programa no lado direito numa tabuleta de madeira com as letras cor verde-escuro.
(a música acaba aqui)
No ecrã vê-se uma cozinha do estilo tradicional. No centro no espaço está uma mesa com caixa fechada cor branca com um tampo mármore cor preta. Atrás da mesa está uma parede branca. Colado na parte lateral direita está o frigorífico. O lado direito tem pendurado um armário de madeira envidraça que ocupa meia parede direita. No lado esquerdo está outro armário igual pendurado que ocupa meia parede esquerda. Abaixo dos armários está uma larga mesa com o tampo de cor de mármore cinza que ocupa toda a parede branca com a caixa composta de gavetas pequenas e armários. Entre os armários e mesa estão pendurados utensílios que ocupem o centro da parede direita. No centro dessa mesa está o lava loiça. A meio do centro do lado esquerdo da mesa está o fogão. No centro da parede está o exaustor. O resto lado esquerdo da mesa está organizado com máquinas electro portáteis: batedeira de bolo, liquidificador de água e um filtro de água. Entre outros objetos de cozinha. Vestida com uma camisa de mangas compridas vermelha escura, uma saia de ganga até às canelas, calçada com uns sapatos pretos raso e com um avental de pano verde –escura, Maria está com as mãos postas no tampo de mesa mármore preta. Começa o seu discurso:
- Olá Bem – vindos. Cá estou para mais um episódio do programa “ Na cozinha com Maria”. Hoje vamos começar com um Queijo Briee gratinado no forno com frutos secos com vinho do porto. Depois, vamos fazer costeletas de porco com uma redução de cerveja preta e com um puré de batata-doce a acompanhar. Por último, uma tarte de chocorum.
Há medida que explica a primeira receita surge a música de acompanhamento:
Há medida que explica a primeira receita surge a música de acompanhamento:
- Os frutos secos são deliciosos e fazem bem ao nosso organismo, nomeadamente, o cérebro. Estes são os ingredientes importantes para a primeira receita de hoje como prato de entrada.
- Ora, na minha mesa estão os ingredientes necessários para a concretização desta receita:
- Na minha esquerda tenho o queijo brie e os frutos secos. Na minha direita, o tacho de inox e vinho do porto.
- Em primeiro lugar, vamos começar com a redução do vinho do porto:
- Pego numa chávena de vinho de porto e meto para dentro no tacho. Vou juntar 5 colheres de sopa de açúcar mascavado. Uma mão cheia de alperces cortado ao meio para que facilite a extracção do açúcar. Coloco uma mão cheia de saltangas, ponho um pau de canela, uma estrela de anis e uma colher de chá de pimenta rosa. Após os ingredientes adicionados, coloco o tacho no fogão ao lume alto para que o açúcar derreta completamente, que o vinho de porto ferva e depois reduza um pouco. Enquanto o tacho está ao lume, vou tratar do queijo brie. Corto a tampa do queijo. Após à tiragem da tampa, pego numa faca e faço cortes horizontais e pediculares para que a calda que está ao lume entre facilmente no interior do queijo. Agora pego em pinhões e espeto-os nos cruzamentos no queijo. Ligo o forno a 200º. Tiro o tacho do lume. Pego num prato e unte-o com azeite. Pego no queijo e pego no fundo do prato. Agora vamos coroar o queijo com a mistura. Depois coloco mais pinhões em cima do queijo. Agora vai ao forno. Se quiserem podem servir o queijo sem este ir ao forno. Mas a minha sugestão é ir ao forno para que o seu interior fique mais mole e fique ligeiramente gratinado. Pode não ter grandes diferenças por fora mas por dentro irão notar quando comerem. Após a confecção do prato ficar 20 minutos no forno, Maria retira o prato e mete na mesa.
- Ui que cheirinho. Agora junto ao prato umas tostas. Mas se quiserem podem servir à fatia.
Após à explicação do prato, aparece o resumo a explicar passo a passo da receita.
- Ora, na minha mesa estão os ingredientes necessários para a concretização desta receita:
- Na minha esquerda tenho o queijo brie e os frutos secos. Na minha direita, o tacho de inox e vinho do porto.
- Em primeiro lugar, vamos começar com a redução do vinho do porto:
- Pego numa chávena de vinho de porto e meto para dentro no tacho. Vou juntar 5 colheres de sopa de açúcar mascavado. Uma mão cheia de alperces cortado ao meio para que facilite a extracção do açúcar. Coloco uma mão cheia de saltangas, ponho um pau de canela, uma estrela de anis e uma colher de chá de pimenta rosa. Após os ingredientes adicionados, coloco o tacho no fogão ao lume alto para que o açúcar derreta completamente, que o vinho de porto ferva e depois reduza um pouco. Enquanto o tacho está ao lume, vou tratar do queijo brie. Corto a tampa do queijo. Após à tiragem da tampa, pego numa faca e faço cortes horizontais e pediculares para que a calda que está ao lume entre facilmente no interior do queijo. Agora pego em pinhões e espeto-os nos cruzamentos no queijo. Ligo o forno a 200º. Tiro o tacho do lume. Pego num prato e unte-o com azeite. Pego no queijo e pego no fundo do prato. Agora vamos coroar o queijo com a mistura. Depois coloco mais pinhões em cima do queijo. Agora vai ao forno. Se quiserem podem servir o queijo sem este ir ao forno. Mas a minha sugestão é ir ao forno para que o seu interior fique mais mole e fique ligeiramente gratinado. Pode não ter grandes diferenças por fora mas por dentro irão notar quando comerem. Após a confecção do prato ficar 20 minutos no forno, Maria retira o prato e mete na mesa.
- Ui que cheirinho. Agora junto ao prato umas tostas. Mas se quiserem podem servir à fatia.
Após à explicação do prato, aparece o resumo a explicar passo a passo da receita.
(a música acaba aqui)
- A receita seguinte é: Costeletas de porco com cerveja preta e puré de batata-doce.
- Num prato tenho duas costeletas. Condimento as carnes com Sal, apimenta e 3 alhos picados. Agora, numa taça ponho meia chávena de cerveja preta. 2 Colheres de sopa de molho terriaki (é uma redução do molho de soja), 1 colher de chá de ervas de Provença ( mix de folhas), 2 colheres de sopa de açúcar mascavado, o molho tem tendência a reduzir e a caramelizar ligeiramente. Dou uma primeira mexedela e por mais umas ervas: o tomilho. Após a marinada estar feita, rego em cima das carnes. Enquanto as costeletas ficam de molho durante 10 minutos, vou preparar o puré de batata-doce. Corto em cubos a batatas-doces porque assim coze mais rápido. Levo as batatas a cozer num tacho com àgua e sal. Tapo o tacho durante 10 minutos ou se verificar com um garfo para saberem se estão molinhas. Após à cozedura das batatas, escorro a água do tacho. Ligo o fogão. Pincelo a chapa com azeite e coloco a carne a grelhar. Vou por o resto no molho no tacho ao lume até que reduza um pouco. No tacho onde as batatas cozeram, junto 50gr de manteiga e 50 gr de queijo azul que vai bem com a batata-doce. E junto também 100 milimetros de nata. Ponho uma pitada de noz-moscada. Pego na varinha mágica de misturo tudo o que esta no tacho para obter puré. Após este processo, tapo para não arrefecer e vou ver a carne. O molho esta quase. E vou empratar.
No prato branco, Maria põe o puré de batata-Doce no centro do prato com as carnes no lado direito em cima do puré. Rega as carnes com o molho que esteve a cozer. Após à confecção da receita, a cozinheira exibe o prato frente à camara. – Aqui está. Costeletas de porco com puré de batata-doce sem álcool mas cheias de alma.
Tal como na primeira receita, dá –se a explicação resumidamente da segunda receita.
- Passamos agora à última fase do programa com a sobremesa. Na primeira receita usei o vinho do porto. Na segunda foi cerveja preta. Na sobremesa, o rum. O choko rum é uma tarte de base crocante feita de bolacha crocante de chocolate e avelãs. E por cima vai levar uma espécie de mousse de chocolate aromatizada pelo rum.
- A primeira coisa que vamos fazer é triturar a bolacha juntamente com as avelãs com um pouco de manteiga para fazer a base crocante.
Maria coloca os ingredientes na máquina trituradora. Despeja a trituração numa tigela. Deita na tigela, a manteiga derretida e mistura tudo com um garfo até fazer uma massa para fazer a base da tarte.
- Bem como vêem já bem misturado. Agora vou forrar o fundo de uma triteira. – Deita a tigela com a mistela na triteira. Com a parte exterior da colher forra bem o fundo.
- Agora vou levar ao frigorífico para ficar mais rija. Caminha para o frigorífico branco que está atrás de si no lado esquerdo. Abre a porta e coloca a triteira na prateleira. Retira o pacote de leite. Caminha para a mesa onde prepara as receitas. Pega no mediador para medir 100 milímetros de leite. Deita a medida certa do líquido numa pequena tigela. Ainda na tigela junta 100 gr de chocolate negro e 100 gr de chocolate de leite. Coloca a tigela em cima do tacho que já está ao lume com dois dedos de àgua a ferver para derreter o chocolate em banho-maria. Deixa o processo desenvolver enquanto prepara a fase seguinte da receita:
Pega na batedeira e liga à corrente. Após à montagem, vai ao frigorífico buscar uma taça com 300 miligramas de natas de alto teor de gordura e poem na batedeira. Abre meio limão para por gotinhas do sumo na batedeira. Activa a máquina e deixa bater enquanto colocar 3 colheres de açúcar para engrossar. Após ao processo, deixa as natas de lado e coloca numa taça pequena gelatina em pó. Põem água na taça. Mistura e deixa junto à batedeira.
- Enquanto repousam as natas e a gelatina, mistura as gemas e o rum com um pouco de açucar. Verifica o estado do chocolate derretido. Pega numa taça enorme e uma taça pequena que coloca em cima da mesa.
- Na taça pequena coloco três colheres de açúcar, três gemas e 60 mililitros de rum.
Pega do batedor para misturar tudo até que fique homogéneo.
-Pronto. Já tenho o chocolate derretido e as gemas.
Leva a gelatina ao micro-ondas durante 10 segundos. Retira a gelatina. Poem na mesa. Examina –na e concluir que está liquida. Mistura no chocolate. Na tigela grande onde estão as gemas, vou juntar o chocolate. Vou começar a mexer pois o chocolate está quente e isso pode cozer as gemas. E agora junto as natas. Agora vou buscar a base que está no frigorífico. E vou deitar este recheio lá dentro.
Vai o frigorífico e tira a base. Kino mostra o estado do forro para o público:
- Como veem está mais firme. Agora vou deitar a mistura cá para dentro. Vamos colocar novamente no frigorífico e aguardamos 1 ou 2 horas. No ecrã surge o fundo verde – escuro com a duração das horas em preto para a preparação da receita. Após esse tempo, Maria tira a tarte. Mostra o resultado ao público. Com uma faca dá a volta da forma para desenformar no prato. Raspa chocolate branco. Decora com lascas do chocolate branco e avelãs o topo da tarte chocorum.
Na última fase do programa, Maria apresenta os três pratos expostos na mesa e faz um pequeno resumo breve sobre as três receitas. Comenta o sabor de cada um dos pratos. No fim do programa, Maria olha sorridente para a câmara:
- Caros cozinheiros, este foi o programa de hoje. Vejam nas bancas dos vossos quiosques a nova revista de culinária deste mês “A Maria cozinha”. Amanhã voltamos a encontrarmo-nos aqui à mesma hora no programa “Na cozinha com Maria” Até amanhã e sejam felizes.
No prato branco, Maria põe o puré de batata-Doce no centro do prato com as carnes no lado direito em cima do puré. Rega as carnes com o molho que esteve a cozer. Após à confecção da receita, a cozinheira exibe o prato frente à camara. – Aqui está. Costeletas de porco com puré de batata-doce sem álcool mas cheias de alma.
Tal como na primeira receita, dá –se a explicação resumidamente da segunda receita.
- Passamos agora à última fase do programa com a sobremesa. Na primeira receita usei o vinho do porto. Na segunda foi cerveja preta. Na sobremesa, o rum. O choko rum é uma tarte de base crocante feita de bolacha crocante de chocolate e avelãs. E por cima vai levar uma espécie de mousse de chocolate aromatizada pelo rum.
- A primeira coisa que vamos fazer é triturar a bolacha juntamente com as avelãs com um pouco de manteiga para fazer a base crocante.
Maria coloca os ingredientes na máquina trituradora. Despeja a trituração numa tigela. Deita na tigela, a manteiga derretida e mistura tudo com um garfo até fazer uma massa para fazer a base da tarte.
- Bem como vêem já bem misturado. Agora vou forrar o fundo de uma triteira. – Deita a tigela com a mistela na triteira. Com a parte exterior da colher forra bem o fundo.
- Agora vou levar ao frigorífico para ficar mais rija. Caminha para o frigorífico branco que está atrás de si no lado esquerdo. Abre a porta e coloca a triteira na prateleira. Retira o pacote de leite. Caminha para a mesa onde prepara as receitas. Pega no mediador para medir 100 milímetros de leite. Deita a medida certa do líquido numa pequena tigela. Ainda na tigela junta 100 gr de chocolate negro e 100 gr de chocolate de leite. Coloca a tigela em cima do tacho que já está ao lume com dois dedos de àgua a ferver para derreter o chocolate em banho-maria. Deixa o processo desenvolver enquanto prepara a fase seguinte da receita:
Pega na batedeira e liga à corrente. Após à montagem, vai ao frigorífico buscar uma taça com 300 miligramas de natas de alto teor de gordura e poem na batedeira. Abre meio limão para por gotinhas do sumo na batedeira. Activa a máquina e deixa bater enquanto colocar 3 colheres de açúcar para engrossar. Após ao processo, deixa as natas de lado e coloca numa taça pequena gelatina em pó. Põem água na taça. Mistura e deixa junto à batedeira.
- Enquanto repousam as natas e a gelatina, mistura as gemas e o rum com um pouco de açucar. Verifica o estado do chocolate derretido. Pega numa taça enorme e uma taça pequena que coloca em cima da mesa.
- Na taça pequena coloco três colheres de açúcar, três gemas e 60 mililitros de rum.
Pega do batedor para misturar tudo até que fique homogéneo.
-Pronto. Já tenho o chocolate derretido e as gemas.
Leva a gelatina ao micro-ondas durante 10 segundos. Retira a gelatina. Poem na mesa. Examina –na e concluir que está liquida. Mistura no chocolate. Na tigela grande onde estão as gemas, vou juntar o chocolate. Vou começar a mexer pois o chocolate está quente e isso pode cozer as gemas. E agora junto as natas. Agora vou buscar a base que está no frigorífico. E vou deitar este recheio lá dentro.
Vai o frigorífico e tira a base. Kino mostra o estado do forro para o público:
- Como veem está mais firme. Agora vou deitar a mistura cá para dentro. Vamos colocar novamente no frigorífico e aguardamos 1 ou 2 horas. No ecrã surge o fundo verde – escuro com a duração das horas em preto para a preparação da receita. Após esse tempo, Maria tira a tarte. Mostra o resultado ao público. Com uma faca dá a volta da forma para desenformar no prato. Raspa chocolate branco. Decora com lascas do chocolate branco e avelãs o topo da tarte chocorum.
Na última fase do programa, Maria apresenta os três pratos expostos na mesa e faz um pequeno resumo breve sobre as três receitas. Comenta o sabor de cada um dos pratos. No fim do programa, Maria olha sorridente para a câmara:
- Caros cozinheiros, este foi o programa de hoje. Vejam nas bancas dos vossos quiosques a nova revista de culinária deste mês “A Maria cozinha”. Amanhã voltamos a encontrarmo-nos aqui à mesma hora no programa “Na cozinha com Maria” Até amanhã e sejam felizes.
(a música acaba aqui)
Anotando passo a passo as receitas neste dia no caderno de linhas capa dura preto liso e gravando no leitor de Dvd´s mais um episódio da sua cozinheira favorita, Olive sente entusiasmo por assistir a mais um programa da Maria. Desliga a tv e ruma para a cozinha. Chegada, arregaça as mangas de algodão vermelha - escura e põem mãos à obra para preparar o almoço. Sabia que contava com Joseph, Jack e Abby excepto Magdaléne e Joshua que estavam nas aulas. A meio da tarde chegam e todos sentam-se à mesa. Como costume conversam sobre o dia-a-dia daquele dia. Terminada a refeição, todos elogiam a refeição a Olive que fica corada pelo acto. Todos colaboram na arrumação e limpeza da cozinha. Despedem-se de Olive. Novamente sozinha, senta-se no chão frente ao sofá onde assistira o programa da Maria. Organiza a mesa de madeira que está à sua frente com uma lista telefónica, um caderno de linhas de capa dura azul-escuro, um dossier que contém formulários das vendas dos produtos, um telefone e o catálogo dos produtos que usa para os promover aos seus clientes. Estuda a lista telefónica e faz a estimativa dos números telefónicos que irá efetuar para este dia. Dedica-se totalmente ao telemarketing. Terminada a tarefa às 16h45, Olive arruma o material no pequeno armário de madeira que está ao lado da televisão. Está satisfeita pelo número de vendas aumentar cada dia. Afinal, as técnicas de telemarketing que estudou na net possibilitaram melhor desempenho. Vai para a cozinha para lanchar. A porta da rua é aberta. Magdaléne aparece e ruma para o quarto sem se aperceber que a mãe está em casa. Chegada à divisão fecha a porta e pousa a mala de estudante junto aos pés da cama. Deita-se e fecha os olhos para descansar. Quando está prestes a dormir sente algo. Abre os olhos e vê o vulto que conhecera naquele dia na escola. Fica semi-sentada na cama a olhar a estranha sombra que agora pousa no chão a seu lado esquerdo junto à cabeça da cama. A sombra desvanecesse e Magdaléne surpreende-se por ver uma menina.
- Oh!
- Olá.
- Quem és?
- Tu conheces – me. Estudaste a minha história.
- Estudei a tua história? Conheço-te?
- Sim – diz a menina sorridente de cabelos lisos morenos com as mãos entrelaçadas nas costas. – Vê onde conheces.- Eleva a mão esquerda direcionada para a estante de livros que está no lado direito junto à pequena janela de vidro de 2 portas. Eleva um livro na primeira estante para a sua direcção. Pega com as mãos e observa a capa. Lê:
- É daqui que conheces. Deste livro chamado: “ Histórias de mitologias”. Entrega o livro à rapariga. Magdaléne pega no livro e espanta-se:
- Mas como isso ser possível? Não estou a compreender? – Diz pouco confusa.
- É simples. Eu sou esta personagem. Agora com as mãos, eleva o livro que está na posse da Magdaléne no ar. A rapariga surpreende-se com a elevação do livro que abre com as páginas folharem. O livro estagna e fica frente à Magdaléne. Esta repara na página e olha para a menina dizendo:
- Nêmesis?
- Sim. Sou eu. Prazer em conhecer-te.
- Mas como? És uma figura da mitologia grega com milhares de anos. Não podes ter essa aparência. Ou podes?
- Digamos que sou mais uma “encarnação” dessa figura grega. É difícil explicar, Magdaléne. Mas como sei que adoraste a minha biografia, resolvi aparecer. Eu sou o vulto que conheceste à pouco quando estavas na escola .
- E o que queres de mim?
- Apenas a tua amizade. Só isso. Nunca vi ninguém gostar tanto da minha personalidade como tu. E também porque acho que “sofres” demasiado neste mundo, não é?
- Sofro? Não. Penso que toda a humanidade sofre. Também faço parte desse círculo. É natural que essas coisas aconteçam
– diz sorrindo para a pequena menina.
Surpreendida com a confissão, Nêmesis repara que a rapariga diz aquelas palavras num estado de calma.
- Hum. Entendo. Eu quero uma coisa de ti, Magdaléne.
- O quê?
- Quero que sejamos amigas, pode ser?
Magdaléne hesita com o pedido da Deusa Grega. Questiona o porquê do seu aparecimento e também o pedido de amizade. Aliás, pensa como surgiu assim do nada e porquê na sua casa. Prestes a estender a mão reflecte antes de concluir o acto. Semicerra os olhos para a menina sorridente de cabelos morenos lisos compridos até à cintura que tem a mão esquerda à espera do comprimento.
- Não posso fazer isto. Não está certo. Sei que é estranho mas talvez seja por causa do que li no livro. Mas tu és familiar. – Diz.
- Oh! Acreditas no destino, Mag? Acho que este encontro estava predestinado a dar-nos a conhecer. Aliás, penso que foi para isso que vim ao teu encontro.
- Só porque falas do sofrimento que fora vitima? Então os demais que sofrem mais do que eu? Esses não dás primazia? – Diz com ar desconfiada.
Pouco séria, Nêmesis baixa a mão que aguardava o comprimento e comenta para estudante:
- Sabes. Volto uns dias mais tarde. O tempo é a conselheiro em alturas como esta. Por isso, vou esperar a tua resposta.
Quando decidires o que queres é só chamar pelo meu nome. Até lá, vai apercebendo das acções que a humanidade pratica somente para ti, Magdaléne. Sabes do que falo. E sabes a razão da qual estou cá. – Diz enquanto eleva – se no ar até a sua figura desaparecer diante os olhos da jovem.
Magdaléne desperta daquele episódio e esfrega os olhos para perceber se é real ou não aquilo que viveu. Fica pensativa alguns minutos e olha para o livro que agora está pousado na colcha no seu lado direito. Pega e olha para a capa. Põem na mesa-de-cabeceira. Abre a cama. Deita-se e dorme.
- Olá.
- Quem és?
- Tu conheces – me. Estudaste a minha história.
- Estudei a tua história? Conheço-te?
- Sim – diz a menina sorridente de cabelos lisos morenos com as mãos entrelaçadas nas costas. – Vê onde conheces.- Eleva a mão esquerda direcionada para a estante de livros que está no lado direito junto à pequena janela de vidro de 2 portas. Eleva um livro na primeira estante para a sua direcção. Pega com as mãos e observa a capa. Lê:
- É daqui que conheces. Deste livro chamado: “ Histórias de mitologias”. Entrega o livro à rapariga. Magdaléne pega no livro e espanta-se:
- Mas como isso ser possível? Não estou a compreender? – Diz pouco confusa.
- É simples. Eu sou esta personagem. Agora com as mãos, eleva o livro que está na posse da Magdaléne no ar. A rapariga surpreende-se com a elevação do livro que abre com as páginas folharem. O livro estagna e fica frente à Magdaléne. Esta repara na página e olha para a menina dizendo:
- Nêmesis?
- Sim. Sou eu. Prazer em conhecer-te.
- Mas como? És uma figura da mitologia grega com milhares de anos. Não podes ter essa aparência. Ou podes?
- Digamos que sou mais uma “encarnação” dessa figura grega. É difícil explicar, Magdaléne. Mas como sei que adoraste a minha biografia, resolvi aparecer. Eu sou o vulto que conheceste à pouco quando estavas na escola .
- E o que queres de mim?
- Apenas a tua amizade. Só isso. Nunca vi ninguém gostar tanto da minha personalidade como tu. E também porque acho que “sofres” demasiado neste mundo, não é?
- Sofro? Não. Penso que toda a humanidade sofre. Também faço parte desse círculo. É natural que essas coisas aconteçam
– diz sorrindo para a pequena menina.
Surpreendida com a confissão, Nêmesis repara que a rapariga diz aquelas palavras num estado de calma.
- Hum. Entendo. Eu quero uma coisa de ti, Magdaléne.
- O quê?
- Quero que sejamos amigas, pode ser?
Magdaléne hesita com o pedido da Deusa Grega. Questiona o porquê do seu aparecimento e também o pedido de amizade. Aliás, pensa como surgiu assim do nada e porquê na sua casa. Prestes a estender a mão reflecte antes de concluir o acto. Semicerra os olhos para a menina sorridente de cabelos morenos lisos compridos até à cintura que tem a mão esquerda à espera do comprimento.
- Não posso fazer isto. Não está certo. Sei que é estranho mas talvez seja por causa do que li no livro. Mas tu és familiar. – Diz.
- Oh! Acreditas no destino, Mag? Acho que este encontro estava predestinado a dar-nos a conhecer. Aliás, penso que foi para isso que vim ao teu encontro.
- Só porque falas do sofrimento que fora vitima? Então os demais que sofrem mais do que eu? Esses não dás primazia? – Diz com ar desconfiada.
Pouco séria, Nêmesis baixa a mão que aguardava o comprimento e comenta para estudante:
- Sabes. Volto uns dias mais tarde. O tempo é a conselheiro em alturas como esta. Por isso, vou esperar a tua resposta.
Quando decidires o que queres é só chamar pelo meu nome. Até lá, vai apercebendo das acções que a humanidade pratica somente para ti, Magdaléne. Sabes do que falo. E sabes a razão da qual estou cá. – Diz enquanto eleva – se no ar até a sua figura desaparecer diante os olhos da jovem.
Magdaléne desperta daquele episódio e esfrega os olhos para perceber se é real ou não aquilo que viveu. Fica pensativa alguns minutos e olha para o livro que agora está pousado na colcha no seu lado direito. Pega e olha para a capa. Põem na mesa-de-cabeceira. Abre a cama. Deita-se e dorme.
IV
Diante a longa extensão oceânica ondulando pelo fluxo de água salgada transparente de cor negra-cinza está Mag frente ao mar hipnotizada ouvindo o som e observando as oscilações das ondas que rebentam junto à área arenosa que molham os seus pés. Vestida com um vestido de alças de cor branca até aos joelhos, a rapariga fecha os olhos e estende os braços formando uma cruz. O fluxo do vento faz ondular a saia e os cabelos da jovem que instantaneamente faz nasce – lhe o poder místico de cor esmeralda. Abre os olhos e sorri. Abraça-se e surge um flash que fá-la desaparecer juntamente com o cenário. Diante a branquidade da luz ouve-se uma voz:
“Está prestes a acontecer o teu fenómeno. Já não falta muito, escolhida. Em breve, compreenderás a razão da tua existência, a razão do teu poder e como és importante para nós. Esperamos a tua resposta. O teu lugar não é neste mundo sujeito de constantemente sofrimento pela acção humana que tende “destruir” vidas inocentes em prol dos seus interesses. Tu sabes do que falo. Tu compreendes a dor das formas de vida. E sabes que quando vês alguém sofrer tu entendes a sua dor e partilhas o mesmo sofrimento com a tua experiência. Mas és incapaz de conseguir ajudar a superar essa dificuldade que esse sujeito está a passar. No teu caso, acabas sempre por prejudicar-te quando vês outros a desejarem o teu mal e pensares que estás destinada a essa crueldade… Lembras-te?”
No meio do flash, surge uma imagem distorcida. Um cenário sombrio rodeado de destroços com o chão decorado de corpos mortos. No centro está uma mulher de pele branca como a neve com os olhos, lábios e unhas da cor preta, cabelos pretos lisos compridos até ao chão e vestida com um vestido de renda preta de mangas compridas. Sorri e chora doentiamente. Grita por um nome em tom ensurdecedor:
- Magdaléne!
- Uh! – Ofega a rapariga suada que agarra o peito com as mãos. – O que foi aquilo? Um pesadelo? Um sonho? O que se está a passar? Uh? – Olha para o relógio eletrónico que marca 22h30. Agitada, Magdaléne levanta-se da cama. Sai do quarto e desce as escadas de rompante. Chega a cozinha. Repara que todos tinham jantado uma vez que está arrumada. Olha para a entrada da sala e vê a família reunida a ver tv. Triste, caminha para a sala quando é interrompida por uma voz.
- Mana?
Olha para as escadas e vê Joshua a descer as escadas. Chegado a ela sorri:
- Chegaste agora?
- Não. Porque perguntas?
- Porque ainda tens vestido o uniforme escolar, Mag.
- Oh! – Repara no uniforme e percebe que o tinha agora vestido. – Sabes cheguei a casa e adormeci. Acordei há pouquinho e quando vi as horas fiquei em pânico por causa das horas, sabes como a mãe é com a pontualidade e… estagna nas palavras quando o irmão pousa as mãos nos seus ombros:
- Não precisas ficar assim. Acalma-te. Não há motivo de preocupações. Cheguei há pouquinho e ela não ficou bera comigo. Vai arranjar-te enquanto preparo a nossa refeição. – Diz a sorrir para a irmã.
Nervosa e envergonhada, Mag mantem a tranquilidade e obedece a Joshua. Sobe as escadas e vai arranjar-se enquanto o irmão vai para a cozinha. Passados 20 minutos, Magdaléne desce as escadas vestida com uma túnica branca até às nádegas com mangas compridas, umas calças de algodão e umas pantufas da cor azul-escura. Repara que a sala está vazia. Conclui que a família deve ter ido dormir ou sair uma vez que era o início de fim-de-semana. Dirige-se para a cozinha. Abre a porta e vê Joshua a compor a mesa pondo os pratos de refeição: esparguete à bolonhesa acompanhada com salada. Olha para ela e sorri. Ela faz o mesmo. Sentam-se frente a frente junto à cabeceira esquerda da mesa. Conversam.
- Uau! É o meu prato favorito. Gracias irmão.
- De nada. Também gosto deste prato. Então diz-me o porquê de acordares agora?
- Hum. “ Não vou revelar nada do que se passou na escola e aqui. Vai pensar que estou doida e, se calhar, alertar os pais outra vez por causa do meu comportamento. Mas confio dele. Sei que não faria isso. Agora os manos… Não quero voltar para aquele sitio outra vez”.
- Mag?
- Oh! Desculpa. Quando vim da escola estava cansada. Cheguei a casa e fui para o quarto descansar. Acabei por adormecer e, e… “ Não vou contar. Não vou contar. Aquilo deve ter sido um estranho sonho”… e acordei tarde – ri - como vês ainda não estou disciplinada em relação à pontualidade estabelecida nesta casa.
- Hum. Peço um favor.
- O que é?
- Não escondas nada de mim.
Surpreende-se com as palavras do Joshua. Fica com o semblante triste a olhar para a refeição. Eleva os olhos para o irmão e tenta mudar de assunto.
- Onde estão todos, sabes?
- Quando foste para cima, fui ter um pouquinho com eles. Estavam a ver um filme. Quando a sessão acabou, os pais, jack e Abby foram dormir. Agora acho que não tens sono, pois não? – Sorri docilmente para Magdaléne.
- Não. Mas acho que sou capaz de dormir mais. Se não acontecer vou ler.
- Podíamos ver um filme a sós na sala. Que dizes?
- Qual filme?
- Não sei. Decidíamos em conjunto no meu computador qual o filme escolher para vermos na sala. – Continuou.
- Hum, “ Que faço? Ele convidou. Não quero rejeitar. Vou fazer a vontade; Afinal pode ser bom para aliviar – me daqueles pensamentos”. – Está bem, Joshua. Aceito o convite.
- Boa. Então vamos terminar de jantar e escolher o filme.
- Sim.
Terminada a refeição, os manos Christopher arrumam e limpam a cozinha. Saídos naquela divisão, mag vai para a sala-de-estar enquanto Joshua vai ao quarto buscar o computador. Liga a luz e fecha a porta. Liga a Televisão que está em cima de um móvel de madeira com 3 estantes situado no centro da parede esquerda: A primeira tem a box da tv cabo. A segunda o leitor de dvd e a terceira o leitor de Cd´s que termina com uma porta de madeira que contém dentro a consola, jogos de consola, Dvd´s e cd´s. Senta-se no lugar direito do sofá individual de 4 lugares cor beje que está no centro da parede direita. Enquanto faz zapping nos canais, chega Joshua. Apaga a luz. Senta –se junto da irmã e liga o computador. Mag inclina-se para o ecrã que tem uma enorme lista de ficheiros filmográficos. Lê os títulos e pergunta ao irmão o que são e responde resumidamente a história de cada filme que desperte interesse. Após algum tempo, decidem o filme que vão ver:
- Gostava de ver este. O título é interessante e misterioso- diz Mag ao irmão.
- Este? É dramático, Mag. Tens a certeza?
- Sim.
-Está bem.
Com o cursor clica no ficheiro e arrasta as legendas para dentro. Mag desliga a televisão e juntos assistem ao filme às escuras com a luz do ecrã do computador a focar as suas caras.
Ouvem-se passos lentos. O som de cada passo lateja em tom ressonante. É a estranha mulher que Mag vira no seu sonho. Desce escadas de pedra cor cinza com degraus degradados. No fim das escadas depara-se com o tapete dos corpos mortos. Fica no centro. Estende os braços para os lados. Ergue a face para o tecto.
- Oh! Que trágico destino tiveram estas vidas. Magdaléne, Magdaléne. Preciso da tua energia para restaurar o que o mal fez a estas pobres almas. Por causa da catástrofe fiquei só. Apesar de misericordioso, Deus não quis levar-me com eles. Oh! O meu triste e trágico destino é ficar inteiramente na solidão. Mas acho que compreendes a minha dor, menina. Espero que este sonho ensine a compreender o acto do meu auxílio. Vem até a mim. Tu sabes como fazer. – Agora olha com olhos risonhos para a frente com um sorriso inocentemente malicioso. - Aguardo a tua decisão.
Após ao monólogo, surge uma luz branca que ocupa a visão da portadora daquele sonho.
- O que está a passar-se hum…!?
- Mag!, Mag! O que tens? Mana. – Ouve a voz de Joshua em tom ressonante.
- Hum… O quê!? Que se passou? Hum? Joshua?
- Calma. Adormeceste, mana. Estás bem?
- Oh! O filme. O filme acabou. Adormeci. Bolas. Desculpa, mano.
- Não tem mal. Anda eu levo-te ao quarto.
Joshua levanta-se. Pega na irmã ao colo. Esta cora com a atitude do irmão. Chega ao quarto da Magdaléne e abre a luz. Com a cama descoberta deita-a. Tapa-a. Olha para ela:
- Calma, mana. Se calhar devias ter tomado a decisão de ires dormir em vez de ficares a assistir o filme. Descansa. Até amanha. – Afaga a cabeça de Magdaléne. Ela despede-se dele e logo de seguida adormece. Ele apaga a luz e fecha a porta do quarto. Volta à sala para buscar o computador. Sobre as escadas novamente e vai para o quarto. Abre e fecha a porta e acende a luz. Cerra as cortinas de pano cor castanha para a janela que está no centro do fundo da parede direita do quarto. Pousa o computador na mesa de secretária com tampo de madeira que está do lado esquerdo junto à janela. Senta-se a liga o computador. Uns momentos depois, sente algo que está atrás de si. Vira-se. Fica sério.
- Que estás aqui a fazer? – Questiona à figura feminina que enverga um uniforme de estudante marinheiro de inverno de algodão. Envolta do colarinho do fato estudante marinheiro tem uma fita vermelha grossa lisa no peito, a saia até debaixo dos joelhos é preta, tem meias compridas até às canelas e calça sapatos pretos rasos abertos. Está sentada no centro da sua cama com as pernas a baloiçar.
- Apenas estou a fazer o meu trabalho Mo…, Joshua. Não tarda ela tem que despertar.
- Hum. Não sejas impaciente. Se ainda não se apercebeu não podemos fazer nada.
- Aí estás errado. Temos que ser nós a influenciar e “forçar” a conhecer o seu verdadeiro ser. – Diz a menina agora um pouco séria. – Aliás, acho que estás adiantar o teu objetivo. Porquê?
- Agradeço a tua preocupação. Mas ainda não é o tempo certo. Sei que está a despertar a força mística que tem no âmago. Mas temo que se disser tudo repentinamente ela não entenda ou faça algo mau… Não quero pensar e não quero que aquela situação volte a repetir-se. – Diz agora um pouco triste.
- Hum. Sê sincero comigo. Sentes algo mais por ela?
- O quê? … Não digas tolices. Ainda não é o momento. Quando for Aviso. Agora vai senão podem acordar, ouvir e pensar que estou maluco da cabeça.
- Está bem. – Desaparece.
Joshua fica sozinho no quarto.
Adormecida está Magdaléne no seu quarto. Nesse espaço e frente a ela está Nêmesis que olha serenamente para a adormecida:
- Podre alma. Não sabes o que te espera. irás conhecer a verdadeira face do terror. Sei que passaste por muito. Mas isto que agora vai acontecer será pior… Vais ver. – Fica com sorriso doentio e desaparece.
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Nota: Não sei o que se passou com a formatação do texto. Após à sua colocação e pre-visualização da mesma, tinha a estrutura correcta. Mas quando faço "Enviar" a parte da estrutura que tem o vídeo está centrada apesar de várias tentativas de resolver a formatação.
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“Está prestes a acontecer o teu fenómeno. Já não falta muito, escolhida. Em breve, compreenderás a razão da tua existência, a razão do teu poder e como és importante para nós. Esperamos a tua resposta. O teu lugar não é neste mundo sujeito de constantemente sofrimento pela acção humana que tende “destruir” vidas inocentes em prol dos seus interesses. Tu sabes do que falo. Tu compreendes a dor das formas de vida. E sabes que quando vês alguém sofrer tu entendes a sua dor e partilhas o mesmo sofrimento com a tua experiência. Mas és incapaz de conseguir ajudar a superar essa dificuldade que esse sujeito está a passar. No teu caso, acabas sempre por prejudicar-te quando vês outros a desejarem o teu mal e pensares que estás destinada a essa crueldade… Lembras-te?”
No meio do flash, surge uma imagem distorcida. Um cenário sombrio rodeado de destroços com o chão decorado de corpos mortos. No centro está uma mulher de pele branca como a neve com os olhos, lábios e unhas da cor preta, cabelos pretos lisos compridos até ao chão e vestida com um vestido de renda preta de mangas compridas. Sorri e chora doentiamente. Grita por um nome em tom ensurdecedor:
- Magdaléne!
- Uh! – Ofega a rapariga suada que agarra o peito com as mãos. – O que foi aquilo? Um pesadelo? Um sonho? O que se está a passar? Uh? – Olha para o relógio eletrónico que marca 22h30. Agitada, Magdaléne levanta-se da cama. Sai do quarto e desce as escadas de rompante. Chega a cozinha. Repara que todos tinham jantado uma vez que está arrumada. Olha para a entrada da sala e vê a família reunida a ver tv. Triste, caminha para a sala quando é interrompida por uma voz.
- Mana?
Olha para as escadas e vê Joshua a descer as escadas. Chegado a ela sorri:
- Chegaste agora?
- Não. Porque perguntas?
- Porque ainda tens vestido o uniforme escolar, Mag.
- Oh! – Repara no uniforme e percebe que o tinha agora vestido. – Sabes cheguei a casa e adormeci. Acordei há pouquinho e quando vi as horas fiquei em pânico por causa das horas, sabes como a mãe é com a pontualidade e… estagna nas palavras quando o irmão pousa as mãos nos seus ombros:
- Não precisas ficar assim. Acalma-te. Não há motivo de preocupações. Cheguei há pouquinho e ela não ficou bera comigo. Vai arranjar-te enquanto preparo a nossa refeição. – Diz a sorrir para a irmã.
Nervosa e envergonhada, Mag mantem a tranquilidade e obedece a Joshua. Sobe as escadas e vai arranjar-se enquanto o irmão vai para a cozinha. Passados 20 minutos, Magdaléne desce as escadas vestida com uma túnica branca até às nádegas com mangas compridas, umas calças de algodão e umas pantufas da cor azul-escura. Repara que a sala está vazia. Conclui que a família deve ter ido dormir ou sair uma vez que era o início de fim-de-semana. Dirige-se para a cozinha. Abre a porta e vê Joshua a compor a mesa pondo os pratos de refeição: esparguete à bolonhesa acompanhada com salada. Olha para ela e sorri. Ela faz o mesmo. Sentam-se frente a frente junto à cabeceira esquerda da mesa. Conversam.
- Uau! É o meu prato favorito. Gracias irmão.
- De nada. Também gosto deste prato. Então diz-me o porquê de acordares agora?
- Hum. “ Não vou revelar nada do que se passou na escola e aqui. Vai pensar que estou doida e, se calhar, alertar os pais outra vez por causa do meu comportamento. Mas confio dele. Sei que não faria isso. Agora os manos… Não quero voltar para aquele sitio outra vez”.
- Mag?
- Oh! Desculpa. Quando vim da escola estava cansada. Cheguei a casa e fui para o quarto descansar. Acabei por adormecer e, e… “ Não vou contar. Não vou contar. Aquilo deve ter sido um estranho sonho”… e acordei tarde – ri - como vês ainda não estou disciplinada em relação à pontualidade estabelecida nesta casa.
- Hum. Peço um favor.
- O que é?
- Não escondas nada de mim.
Surpreende-se com as palavras do Joshua. Fica com o semblante triste a olhar para a refeição. Eleva os olhos para o irmão e tenta mudar de assunto.
- Onde estão todos, sabes?
- Quando foste para cima, fui ter um pouquinho com eles. Estavam a ver um filme. Quando a sessão acabou, os pais, jack e Abby foram dormir. Agora acho que não tens sono, pois não? – Sorri docilmente para Magdaléne.
- Não. Mas acho que sou capaz de dormir mais. Se não acontecer vou ler.
- Podíamos ver um filme a sós na sala. Que dizes?
- Qual filme?
- Não sei. Decidíamos em conjunto no meu computador qual o filme escolher para vermos na sala. – Continuou.
- Hum, “ Que faço? Ele convidou. Não quero rejeitar. Vou fazer a vontade; Afinal pode ser bom para aliviar – me daqueles pensamentos”. – Está bem, Joshua. Aceito o convite.
- Boa. Então vamos terminar de jantar e escolher o filme.
- Sim.
Terminada a refeição, os manos Christopher arrumam e limpam a cozinha. Saídos naquela divisão, mag vai para a sala-de-estar enquanto Joshua vai ao quarto buscar o computador. Liga a luz e fecha a porta. Liga a Televisão que está em cima de um móvel de madeira com 3 estantes situado no centro da parede esquerda: A primeira tem a box da tv cabo. A segunda o leitor de dvd e a terceira o leitor de Cd´s que termina com uma porta de madeira que contém dentro a consola, jogos de consola, Dvd´s e cd´s. Senta-se no lugar direito do sofá individual de 4 lugares cor beje que está no centro da parede direita. Enquanto faz zapping nos canais, chega Joshua. Apaga a luz. Senta –se junto da irmã e liga o computador. Mag inclina-se para o ecrã que tem uma enorme lista de ficheiros filmográficos. Lê os títulos e pergunta ao irmão o que são e responde resumidamente a história de cada filme que desperte interesse. Após algum tempo, decidem o filme que vão ver:
- Gostava de ver este. O título é interessante e misterioso- diz Mag ao irmão.
- Este? É dramático, Mag. Tens a certeza?
- Sim.
-Está bem.
Com o cursor clica no ficheiro e arrasta as legendas para dentro. Mag desliga a televisão e juntos assistem ao filme às escuras com a luz do ecrã do computador a focar as suas caras.
…
… O quê?Ouvem-se passos lentos. O som de cada passo lateja em tom ressonante. É a estranha mulher que Mag vira no seu sonho. Desce escadas de pedra cor cinza com degraus degradados. No fim das escadas depara-se com o tapete dos corpos mortos. Fica no centro. Estende os braços para os lados. Ergue a face para o tecto.
- Oh! Que trágico destino tiveram estas vidas. Magdaléne, Magdaléne. Preciso da tua energia para restaurar o que o mal fez a estas pobres almas. Por causa da catástrofe fiquei só. Apesar de misericordioso, Deus não quis levar-me com eles. Oh! O meu triste e trágico destino é ficar inteiramente na solidão. Mas acho que compreendes a minha dor, menina. Espero que este sonho ensine a compreender o acto do meu auxílio. Vem até a mim. Tu sabes como fazer. – Agora olha com olhos risonhos para a frente com um sorriso inocentemente malicioso. - Aguardo a tua decisão.
Após ao monólogo, surge uma luz branca que ocupa a visão da portadora daquele sonho.
- O que está a passar-se hum…!?
- Mag!, Mag! O que tens? Mana. – Ouve a voz de Joshua em tom ressonante.
- Hum… O quê!? Que se passou? Hum? Joshua?
- Calma. Adormeceste, mana. Estás bem?
- Oh! O filme. O filme acabou. Adormeci. Bolas. Desculpa, mano.
- Não tem mal. Anda eu levo-te ao quarto.
Joshua levanta-se. Pega na irmã ao colo. Esta cora com a atitude do irmão. Chega ao quarto da Magdaléne e abre a luz. Com a cama descoberta deita-a. Tapa-a. Olha para ela:
- Calma, mana. Se calhar devias ter tomado a decisão de ires dormir em vez de ficares a assistir o filme. Descansa. Até amanha. – Afaga a cabeça de Magdaléne. Ela despede-se dele e logo de seguida adormece. Ele apaga a luz e fecha a porta do quarto. Volta à sala para buscar o computador. Sobre as escadas novamente e vai para o quarto. Abre e fecha a porta e acende a luz. Cerra as cortinas de pano cor castanha para a janela que está no centro do fundo da parede direita do quarto. Pousa o computador na mesa de secretária com tampo de madeira que está do lado esquerdo junto à janela. Senta-se a liga o computador. Uns momentos depois, sente algo que está atrás de si. Vira-se. Fica sério.
- Que estás aqui a fazer? – Questiona à figura feminina que enverga um uniforme de estudante marinheiro de inverno de algodão. Envolta do colarinho do fato estudante marinheiro tem uma fita vermelha grossa lisa no peito, a saia até debaixo dos joelhos é preta, tem meias compridas até às canelas e calça sapatos pretos rasos abertos. Está sentada no centro da sua cama com as pernas a baloiçar.
- Apenas estou a fazer o meu trabalho Mo…, Joshua. Não tarda ela tem que despertar.
- Hum. Não sejas impaciente. Se ainda não se apercebeu não podemos fazer nada.
- Aí estás errado. Temos que ser nós a influenciar e “forçar” a conhecer o seu verdadeiro ser. – Diz a menina agora um pouco séria. – Aliás, acho que estás adiantar o teu objetivo. Porquê?
- Agradeço a tua preocupação. Mas ainda não é o tempo certo. Sei que está a despertar a força mística que tem no âmago. Mas temo que se disser tudo repentinamente ela não entenda ou faça algo mau… Não quero pensar e não quero que aquela situação volte a repetir-se. – Diz agora um pouco triste.
- Hum. Sê sincero comigo. Sentes algo mais por ela?
- O quê? … Não digas tolices. Ainda não é o momento. Quando for Aviso. Agora vai senão podem acordar, ouvir e pensar que estou maluco da cabeça.
- Está bem. – Desaparece.
Joshua fica sozinho no quarto.
Adormecida está Magdaléne no seu quarto. Nesse espaço e frente a ela está Nêmesis que olha serenamente para a adormecida:
- Podre alma. Não sabes o que te espera. irás conhecer a verdadeira face do terror. Sei que passaste por muito. Mas isto que agora vai acontecer será pior… Vais ver. – Fica com sorriso doentio e desaparece.
(a música acaba aqui)
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Nota: Não sei o que se passou com a formatação do texto. Após à sua colocação e pre-visualização da mesma, tinha a estrutura correcta. Mas quando faço "Enviar" a parte da estrutura que tem o vídeo está centrada apesar de várias tentativas de resolver a formatação.
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V
Os dias passaram e Magdaléne não presenciou mais sonhos e atitudes estranhas que tivera nos últimos tempos.
Era mais um dia normal de escola e a estudante do 9º ano melhorava cada dia a sua pontualidade nas regras da casa e na escola. No final do 2º Período as notas melhoraram e os pais ficavam satisfeitos com o seu desempenho. Após as férias da páscoa iniciava-se o último período daquele ano lectivo.
Com a primavera a terminar chegava a altura do ano mais favorita de todos: O verão. A estação do ano com as temperaturas elevadas e os dias longos. Os estudantes ambicionavam pela sua chegada pois era o período do ano reservado às férias grandes o que prometia a boa disposição, divertimento e sobretudo a praia.
Magdaléne sentia - se feliz pela família finalmente dar aquela confiança que dava aos irmãos mais velhos e também pelo seu desempenho progredir. Feliz estava Joshua pela felicidade da irmã. Cada vez que via o seu sorriso, cada vez que via a sua alegria e aquele bom estado de espirito que mostrava por estar radiante com a evolução, acreditava que agora já não havia mais problemas com que se preocupar excepto um. Mas isso seria de resolução fácil.
Agora no último período do ano lectivo, tinha que estar mais do que altura para melhorar ainda mais o seu desempenho. Chibiusa via que a amiga hesitava certos comportamentos porque parecia não querer fazer mais asneiras como fez no passado. Além disso, havia ainda algo a superar que a Tsukino esperava que Magdaléne tinha que conseguir: Criar laços de amizade. Sempre que Chibiusa convidava para estar com mais colegas para irem a um filme, um jantar académico ou simplesmente saírem, a jovem Christopher recusava. Chibiusa sabia a razão da sua justificação. E sentia tristeza pela amiga continuar a ter aquela mentalidade dos outros verem como o “Bobo da corte”. Mas mesmo assim ela acreditava que um dia ela pudesse melhorar esse problema tal como fez com a pontualidade e os estudos. Contudo, a vida nem sempre é um mar de rosas… Insatisfeita com a positividade da jovem está Némesis que aguardou o tempo todo pela sua resposta. Nunca mais disse nada. Nunca a chamou. Por isso, sentiu raiva de não conseguir o que queria dela. Na última conversa com Joshua, a Deusa da vingança disse que tinham que ser eles a influenciar a compreende-la que era necessária para um acto importante. Mas compreendeu que Joshua desviava o assunto inúmeras vezes. Não compreendia o porquê tendo sempre a desculpa de “ Ainda não é o momento certo” “ Sê paciente” ou “Quando for, aviso que vamos avançar”.
Ela estava impaciente. Estava agitada e sentia-se incompreendida com a atitude do jovem. Afinal ele estava no planeta terra graças a si. E ambos concordaram que caso encontrassem o portador da energia mística usavam-na para atingir os seus fins. E o momento surgiu quando aperceberam que era Magdaléne. Deu várias voltas à cabeça para perceber qual era a intenção de Joshua com a rapariga. Ainda não tinha uma conclusão satisfatória para o caso.
Era mais um dia normal de escola e a estudante do 9º ano melhorava cada dia a sua pontualidade nas regras da casa e na escola. No final do 2º Período as notas melhoraram e os pais ficavam satisfeitos com o seu desempenho. Após as férias da páscoa iniciava-se o último período daquele ano lectivo.
Com a primavera a terminar chegava a altura do ano mais favorita de todos: O verão. A estação do ano com as temperaturas elevadas e os dias longos. Os estudantes ambicionavam pela sua chegada pois era o período do ano reservado às férias grandes o que prometia a boa disposição, divertimento e sobretudo a praia.
Magdaléne sentia - se feliz pela família finalmente dar aquela confiança que dava aos irmãos mais velhos e também pelo seu desempenho progredir. Feliz estava Joshua pela felicidade da irmã. Cada vez que via o seu sorriso, cada vez que via a sua alegria e aquele bom estado de espirito que mostrava por estar radiante com a evolução, acreditava que agora já não havia mais problemas com que se preocupar excepto um. Mas isso seria de resolução fácil.
Agora no último período do ano lectivo, tinha que estar mais do que altura para melhorar ainda mais o seu desempenho. Chibiusa via que a amiga hesitava certos comportamentos porque parecia não querer fazer mais asneiras como fez no passado. Além disso, havia ainda algo a superar que a Tsukino esperava que Magdaléne tinha que conseguir: Criar laços de amizade. Sempre que Chibiusa convidava para estar com mais colegas para irem a um filme, um jantar académico ou simplesmente saírem, a jovem Christopher recusava. Chibiusa sabia a razão da sua justificação. E sentia tristeza pela amiga continuar a ter aquela mentalidade dos outros verem como o “Bobo da corte”. Mas mesmo assim ela acreditava que um dia ela pudesse melhorar esse problema tal como fez com a pontualidade e os estudos. Contudo, a vida nem sempre é um mar de rosas… Insatisfeita com a positividade da jovem está Némesis que aguardou o tempo todo pela sua resposta. Nunca mais disse nada. Nunca a chamou. Por isso, sentiu raiva de não conseguir o que queria dela. Na última conversa com Joshua, a Deusa da vingança disse que tinham que ser eles a influenciar a compreende-la que era necessária para um acto importante. Mas compreendeu que Joshua desviava o assunto inúmeras vezes. Não compreendia o porquê tendo sempre a desculpa de “ Ainda não é o momento certo” “ Sê paciente” ou “Quando for, aviso que vamos avançar”.
Ela estava impaciente. Estava agitada e sentia-se incompreendida com a atitude do jovem. Afinal ele estava no planeta terra graças a si. E ambos concordaram que caso encontrassem o portador da energia mística usavam-na para atingir os seus fins. E o momento surgiu quando aperceberam que era Magdaléne. Deu várias voltas à cabeça para perceber qual era a intenção de Joshua com a rapariga. Ainda não tinha uma conclusão satisfatória para o caso.
- Isto não vai ficar assim. Tenho que fazer algo. Não sei o que lhe deu? Já se esqueceu de tudo aquilo que aconteceu? Já se esqueceu da vingança que tínhamos em comum com os responsáveis da guerra da galáxia destruir aquilo que mais amávamos? É doido ou idiota? – Diz séria. – Hum. Não preciso da sua autorização. Apenas vou alterar um pouco as coisas com a miúda. Ela não vai aguentar. Ela vai implorar e perceber que tudo o que fez para se superar foi em vão. AHAHAHAHAHAHA. Vais ver Magdaléne. O sofrimento que conheceste será mil vezes superior e aí não vais aguentar.
Enquanto isso, e feliz com a atitude da irmã estava Joshua. Sempre que via a irmã a estudar no quarto, entrava discretamente e ficava a seu lado a vê-la a fazer os trabalhos da escola. Aos poucos ela apercebia da sua presença e isso fazia a corar inúmeras vezes e Joshua sorria com a sua atitude. Outras situações aconteciam quando os dois iam juntos e separavam-se indo cada um para as suas escolas e finalmente quando conversavam ou passavam os fins-de-semana juntos a falar sobre situações que aconteciam com a sua rotina diária entre outros assuntos. Pareciam entender-se como os melhores amigos. Olive e Joseph ficavam felizes pelos dois irmãos darem-se bem. Com Abby e jack a situação era pouco frequente. Ocupavam a vida junto com os amigos e pouco com a família o que era normal daquea idade. Mas Olive estranhara a razão de Joshua nunca estar com os colegas. Ou porquê dele não ter ainda namorada. Ela fazia estas questões a Joseph que a acalmava dizendo que é um rapaz atinado e sabe o que faz. Adora a irmã e percebe que ela é uma criança frágil que quer atenção. Além do mais, frisou que o filho mais velho do casal tem uma capacidade fantástica de ser extremamente calmo, delicado e sensível para casos semelhantes como o da Magdaléne. Com esta justificação, Olive ficou um pouco aliviada. Mas ainda teimava que Magdaléne privasse o irmão de viver a sua vida. Afinal ela tinha que ter a i
Enquanto isso, e feliz com a atitude da irmã estava Joshua. Sempre que via a irmã a estudar no quarto, entrava discretamente e ficava a seu lado a vê-la a fazer os trabalhos da escola. Aos poucos ela apercebia da sua presença e isso fazia a corar inúmeras vezes e Joshua sorria com a sua atitude. Outras situações aconteciam quando os dois iam juntos e separavam-se indo cada um para as suas escolas e finalmente quando conversavam ou passavam os fins-de-semana juntos a falar sobre situações que aconteciam com a sua rotina diária entre outros assuntos. Pareciam entender-se como os melhores amigos. Olive e Joseph ficavam felizes pelos dois irmãos darem-se bem. Com Abby e jack a situação era pouco frequente. Ocupavam a vida junto com os amigos e pouco com a família o que era normal daquea idade. Mas Olive estranhara a razão de Joshua nunca estar com os colegas. Ou porquê dele não ter ainda namorada. Ela fazia estas questões a Joseph que a acalmava dizendo que é um rapaz atinado e sabe o que faz. Adora a irmã e percebe que ela é uma criança frágil que quer atenção. Além do mais, frisou que o filho mais velho do casal tem uma capacidade fantástica de ser extremamente calmo, delicado e sensível para casos semelhantes como o da Magdaléne. Com esta justificação, Olive ficou um pouco aliviada. Mas ainda teimava que Magdaléne privasse o irmão de viver a sua vida. Afinal ela tinha que ter a i
Última edição por hunter literatures em 2014-07-17, 19:34, editado 6 vez(es)

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Estavam no quarto de Joshua que tinha arranjado uma pequena mesa de madeira escura que colocou no centro da divisão preenchida com cadernos, estojo de material escolar e dos livros da matéria que ambos estudavam: Magdaléne História. Joshua Biotecnologia. Estavam sentados no chão. A irmã Christopher estava na parte lateral direita e Joshua à sua frente. Por vezes, Joshua atentava o comportamento da irmã. Ela parecia que desconcentrava – se naquilo que fazia. Ele afagava a mão alertando suavemente para não fazer isso porque senão prejudicava o desempenho que tanto custou elevar. Ela agradecia a sua preocupação e ficava mais atenta. Ele disse que assim que estivesse preparada que avisasse para lhe fazer um mini teste para a testar. Ela concordou. Estudaram durante 3.5 horas.
- Uh! – Dizia Magdaléne que esticava os braços no ar para se espreguiçar. – Já sinto exausta de saber tanto sobre o acontecimento passado. Olhou para o irmão atento aos exercícios que fazia o que este Perguntou:
- Cansadinha, hã? Então posso fazer o mini-teste para determinar o teu nível, sabichona.- Disse elevando os olhos sorridentes para ela.
- Ah! O quê! – Diz com ar surpreendida. – Não precisas fazer isso. – Disse com as palmas da mãos agitar frente ao irmão.
- Não. Disse que faria e é isso que vais fazer. Mostra a matéria, se faz favor. – Disse agora com um ar pouco sério para ela.
Magdaléne, mostrou logo o livro. Disse que a matéria do teste era da página 130 a 250. Disse que fez resumos, esquemas e que parece que essas técnicas facilitaram melhor compreensão sobre o estudo.
Joshua pediu um tempo para ler as páginas para depois fazer questões sobre a matéria estudada.
Ela compreendeu e esperou. Enquanto observava a leitura do irmão, ficou feliz pela sua companhia e questionara porquê de ter aquela paciência para ela. Mas não ligou. Sentia feliz por estar sempre presente quando precisasse mas não queria abusar dele para que lhe desse toda a atenção a ela.
…
Evitava sempre mostrar qualquer tristeza ou negativismo que tinha sempre que fora vítima de bullying pela parte dos colegas da escola. Antes de conhecer Chibiusa, a taxa de Bullying era elevada. Tudo aconteceu quando estava no 2º ano da primária. Todos a tratavam – na como objecto de gozo. Nunca conseguia defender-se das más acções que todos tinham com ela. Por causa disso, afastava-se cada vez mais deles para evitar esse sofrimento. Sempre que chegava a casa, disfarçava as lagrimas guardando – as sempre para si. Às vezes dizia indirectamente aos pais que queria mudar de turma ou de escola sem justificar o principal motivo. Eles não compreendiam e por isso manteve-se onde estava. No início fora difícil guardar todo o sofrimento que lhe era causado. Todos os dias chegava a casa e corria para o quarto. Cerrava e deitava-se na cama a chorar silenciosa e constantemente até adormecer pelo sofrimento que fora sujeita. Tudo começou quando nos intervalos, Magdaléne sentava-se nuns degraus que havia no pátio escolar. Comia o lanche quando de repente apareciam os colegas da jovem. Ela olhou para eles e sorriu. Eles sorriam para ela e disseram se queria juntar eles uma vez que a viam sempre sozinha. Ela ficou feliz com a simpatia e decidiu ir com eles. Mas afinal não era amizade que esperou. Levaram-na para trás do pátio e empurram-na contra uma parede. Os colegas: Rapazes e Raparigas ficaram à sua volta e comentaram agressões verbais à jovem:
- Tu és uma tonta. És uma estúpida. Não vales nada. És muito frágil e por isso não deves viver. Não sabes fazer nada para agradar. E por isso vais receber a nossa simpatia de um modo cruel. AHAHAHAHAHAHA.
Além destas agressões que aconteciam diariamente à jovem juntava as do nível psicológico:
- Se dizes alguma coisa ao Grupo docente vais ver quem leva.
- Não é necessário Billy. Ela não se sabe defender. Por isso, vamos dar pancada nela.
Reuniam-se mais a ela que assustada nada fazia senão proteger-se com os antebraços das mãos dos rapazes e dos puxões que as raparigas faziam aos cabelos que ao mesmo tempo diziam nomes:
- Anormal. Falhada. Zé-ninguém. Olha para ti. Não serves de muito. Nem sequer serves para ti.
- Toda a comunidade escolar vai saber o que és. E por isso estás tramada.
- Digam-me. – Já a chorar- Que mal lhes fiz?
- Olha para a menina que chora. És mesmo parva. Nem implorar sabes. És uma grande Burra! AHAHAHAHA
Além das agressões verbais e Psicológicas vinham as de material. Magdaléne estimava e poupava o material escolar que sobrava para o próximo ano lectivo. Mas no 4º ano, o material que a rapariga estimava foi em vão quando e novamente o maldito grupo que conhecera no 2º ano que se mantinha na mesma turma arruinou-o ao partirem à sua frente: os lápis, canetas, estojo e caixa onde guardava o material que usava com frequência nas aulas. Perante esta situação a professora zangou-se com ela aqual afirmava que não era ela a causadora daquilo. Séria, chamou os pais e especificou o que se passou. E mais alegou a miúda de roubar o livro de ponto que encontrara no seu cacifo. A docente ameaçou os pais da jovem com um processo disciplinar caso não mudasse de atitude. Olive, mais principalmente ela, e Joseph ficaram incrédulos com o comportamento horrível da filha.
Quando chegaram esse dia a casa, Magdaléne e os pais foram para o escritório para esclarecerem o que passava com ela. Após ouvir dos pais as horríveis palavras que a diretora de turma ameaçava fazer com ela ficou um pouco furiosa quase a arrebentar com as lagrimas prestes a sair alegando que os colegas roubavam o material escolar e que o partiam. E a história do livro de ponto no seu cacifo foi mais um “arranjo” que eles fizeram para a tramar. Perante tal discurso os pais não acreditaram na sua história e por isso a castigavam e zangavam-se dizendo que não devia ser descuidada porque as coisas não estão baratas para se comprar. Olive não conteve e a castigou com um par de estalos na cara de forma brusca dizendo:
- Não vês o exemplo dos teus Irmãos? Têm cuidado e estimam tudo o que damos. E tu? És uma mimada, menina. Pensas que a vida não custa? A vida real não é como na escola, Magdaléne. Agora sai daqui antes que perca a cabeça e faça algo que me arrependa. Estás de castigo.
Após ao triste episódio, correu escada a cima e fechou –se no quarto. Chorou constantemente. Bateu ferozmente com os punhos no chão pelas emoções negativas que sentia com tudo aquilo que estava a acontecer. Diante a raiva disse:
- Não é justo. Não é justo. Não é justo. Não fiz nada para merecer isto. O mundo é um lugar cruel, o mundo é um lugar cruel para inocentes como eu.
Após o sucedido e já com a cara rubrada pelas lágrimas, Magdaléne pôs –se de pé séria.
- Jamais farei amizades com alguém. É tudo mentira.
Sem se aperceber crescia à sua volta a estranha energia mística que sossegara quando se acalmou. Foi deitar e acordou no dia seguinte. Mais uma vez foi para a escola. E não falou com ninguém. No recreio isolou-se de todos indo para a biblioteca. Mas nem aí foi salva. O grupo que pensava que eram seus amigos apareceu. Ela ficou um pouco assustada. Baixinho, disseram para irem com ela senão faziam algo pior e ai não tinha escapatória possível. Ela ignorou mas depois deu importância quando um deles apontou uma faca a si. Assustada saiu da biblioteca da escola e foi para o mesmo lugar com eles para ser vítima de bullying. Todos riram com ela. Todos gozaram com ela. Ela aguentou tudo mais uma vez. Mas desta foi diferente. Após várias práticas com ela nesse dia, ela despertou em si a áurea mística que dizimou a vida daqueles estudantes que magoaram-na. Tinha sangue nas roupas do uniforme escolar. Hipnotizada pela força manteve-se assim e percorreu o recinto escolar à procura de mais vingança. Quando entrava para o corredor das salas de aulas viu colegas de outros anos lectivos, funcionários e professores que se encontravam ali naquela hora. Quando a viram estranharam o seu comportamento. Mal deles foi quando a abordaram a jovem que fez dizimar todas as pessoas presentes no edifício naquele dia.
Quando acordou olhou o tecto branco. Tentou-se levantar mas não conseguia. Apercebeu que estava atada à cama. Virou a cabeça para a direita e viu na vitrina Olive e Joseph tristes e a chorar. Ela tentava – se gesticular na cama que estava a aprisionada para se libertar mas sem efeito. Gritou para que libertassem mas aquele estado de aflito que para os especialistas consideram como loucura entram de rompante e injetaram-lhe morfina para acalmar o acto stressante que estava a passar. Dias depois, a pequena menina percebeu que estava internada no centro psiquiátrico. Ficou internada durante dois anos onde foi sujeita a vários exames onde fez o 5 ano escolar. Após esse período, o director disse aos seus pais que podiam levar para casa. Que a doença mental estava curada e que não havia sinal de preocupação por agora. Mas avisou que estivessem atentos e avisassem os familiares e escolas que frequentasse para qualquer tipo alteração do seu comportamento. Eles entenderam e levaram a Mag para casa. Insatisfeito com isto estava Joshua que sentiu tristeza pela irmã e por não conseguir fazer nada por ela. Mas prometeu –se que a partir de agora estaria mais atento a tudo o que lhe acontecia para evitar novamente o trágico episódio que a irmã viveu. O tempo foi passando e Joshua acompanhava o estado da irmã de forma não anunciada. Acompanhava constantemente à escola e sempre que não tinha aulas na universidade ia ver como estava durante o percurso escolar. Via sempre sozinha com ar assustada para evitar qualquer tipo de situação no passado. Até que um dia, conheceu a Chibiusa a qual o Joshua desconfia se realmente é verdadeiramente uma amiga para Magdaléne. E por outras situações, quando afins do 2º período foi buscar à escola e viu com a Chibiusa e mais uma amiga dela que a irmã disse que era Otávia. Quando Mag despediu –se delas, não soube bem o porquê mas quando esteve um pouco naquele momento frente à amiga da Magdaléne sentiu uma estranha energia provinda da jovem que causava desconforto. Refletia para si que conhecia aquela energia mas não sabia onde e por isso a sua desconfiança com a rapariga.
(a música acaba aqui)
…
- Ok. Vamos a isto. Pronta? - Sorri para a irmã que sente um pouco nervosa pelas inesperadas questões que o irmão irá questionar. Acalma-se e faz um sorriso que demonstra um ar confiante.
- Sim!
- Ora bem. A primeira questão: Que nome da cidade marca a expansão portuguesa?
-Ceuta, que fica no … errr. Norte de África.
- Certo. Muito Bem. A próxima questão é: Em que ano dá – se essa conquista?
- 1415.
- Certíssimo. Agora outra: Que figura foi responsável pela aventura dos Descobrimentos Portugueses?
- Infante D. Henrique.
- O que é que os portugueses temiam antes de se iniciar na expansão marítima, Mag?
- Por causa dos rumores que ouviram sobre as lendas do mar tenebroso, monstros tenebrosos que engoliam barcos e homens, seres monstruosos que povoavam os mares.
- Isso mesmo. Muito bem. Ultima questão: Que instrumentos de navegação usavam os portugueses para se orientarem no mar?
- Uh! Ah! Astrolábio, a balestinha e o quadrante.
- Isso mesmo. Muito bem. Por hoje já chega. Amanhã fazemos mais revisões para ficares mais preparada para o teste. Queres lanchar e depois jogávamos um jogo ou víamos um filme, que te parece?
- Sim.
Ambos saem do quarto. Descem as escadas e vão para a cozinha. Lá encontram Olive que está sentada a lanchar e escutar rádio no canal 98.1 “StarFame Me”. Joshua fica um pouco sério mas acalma-se. Juntam-se à mãe após preparem o lanche. Conversam.
- Então meninos. Isso é que foi estudar, hein?
-Sim. A Mag progride cada vez mais e melhor, não é mana?
- Sim. – Diz pouco envergonhada. – Mas não é preciso tanto, Joshua.
- Hum. Ainda bem. E tu, querido? Como está tese e os testes?
- Está tudo a correr bem, mãe. Tu sabes disso, não é?
- Claro que sim, querido. Nunca desiludiste. Hum. Oh!
Fica surpreendida quando a música é interrompida pelo locutor Silver Day´s:
- Caros ouvintes, Trago – vos uma noticia de última hora no espaço “Mundo da Música” A famosa Banda japonesa “StarAndLove” de Joana Lima e Yaten Kou vão dar um concerto no próximo sábado em Tóquio às 21h30 no centro comercial juuba. Recordo-vos que a banda está em turnê e foi há 2 anos atrás que deram a conhecer ao vivo os seus talentosos trabalhos musicais. Podem comprar os bilhetes na bilhetaria no centro comercial, no site www.comprabilhetes.com com 30% de desconto caso forem mais de 5 membros ou ganhar gratuitos no concurso que iremos lançar amanhã até sexta: “ Responde se tu souberes” É um conjunto de 5 questões sobre a tua banda favorita. O mais rápido a participar e a responder corretamente todas as questões ganha 6 bilhetes à borla para assistir ao concerto. Fica atento amanhã por volta das 19h15 na tua rádio favorita no canal 98.1 “StarFameMe”.
Olive fica surpreendida. Ela gostava das canções da Joana e Yaten. Abby ficaria radiante quando a mãe contasse a novidade e ambas preparassem esta noite investigações que fizessem à sua banda favorita para ganhar os bilhetes gratuitos.
- Vai ser radiante. Mal posso contar à vossa irmã. Também vais ajudar não é, mag?
- Sim. Eles entoam músicas românticas muito bonitas. Não admira que tenham tanto sucesso. Que achas Joshua?
- Hum. Não é bem o meu estilo de música. Mas se gostas eu ajudo-te. – Sorri.
- Oh! Brigada Mano.
- De nada.
- Ora bem, meninos. Que tal fossemos para a sala de estar? Fazem companhia à vossa mãe na série que irá para o ar daqui uns minutos?
- Está bem, mãe. Joshua?
- Sim, claro.
- Ok.
Levantam-se, arrumam e limpam a cozinha. Vão para a sala e assistam à serie que Olive acompanha “ My Desires”. Enquanto assiste o episódio, Joshua olha de relance para a irmã e fica aliviado com a sua felicidade.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
VI
Joana Lima é uma rapariga de cabelos doirados, alegre, engraçada, por vezes escandalosa e carinhosa. Desde pequena que sonhara ser reconhecida mundialmente quando se apercebeu que o seu verdadeiro sonho era ser uma afamada artista. Quando via as séries que gostava na Tv Joana imitava as suas personagens favoritas. A sua técnica de imitação era aprovada pelos pais afirmando que a pequena tinha jeito para a representação. Contente com a resposta não parou com o talento que estava nas veias e insistiu com o seu tempo em participar nos eventos de arte. Na pré-primária e a meio do ciclo participou nos teatros onde fazia papéis secundários, figurantes e principais. Todos elogiavam o seu mérito de trabalho. Ela feliz pelo seu talento ser reconhecido por todos que a amavam. Mas o destino deu-lhe as voltas no momento que conheceu o gato Artemis que disse que ela era uma das navegantes que procurava e a líder das Inner shenshi. Ele explicou a sua verdadeira história e o motivo que o levou a procura-la. Atendendo às palavras do gato, Joana tomou uma decisão difícil. Afastou o sonho para cumprir um destino antigo que ainda não estava terminado. E assim foi. Assumiu-se como Sailor V onde lutara com vários inimigos. As suas habilidades contra o mal deram a conhecer a nível mundial. Um dia quando combatera mais uma vez o mal conhecera a jovem policia Katherine que se tornou a sua melhor amiga e através dela conheceu o jovem Allan que acabou por se apaixonar. Contudo, o seu amor não foi correspondido. Quando elas estavam numa investigação que acabou mal por causa de uma granada explodir Joana ficou gravemente ferida. Quando procurava por Katherine viu abraçada a Allan. Chocada com a verdade frente aos seus olhos, Lima compreendeu que ambos estavam apaixonados e percebeu que eles pensaram que ela tinha morrido. Oriunda na Inglaterra e com toda a sua vida lá, Joana tomou uma difícil decisão. Aos poucos entendia que mais tarde ou mais cedo tinha que afastar-se da sua habitual rotina para se dedicar ao que estava destinada. Antes de conhecer Katherine, já dava inícios dessa separação no momento que se transformou na Sailor V. Quando fazia ouvia pela parte dos familiares, colegas e amigos que afinal era uma pessoa de duas caras. Apenas queria a sua companhia quando necessitava ou apenas quando precisava deles quando queria. Mas a verdade era que ela não queria que ninguém soubesse da actividade secreta. Por isso, e sabendo através de Artemis que o mal residia no japão e que outras navegantes estavam lá para o combater e procurar a princesa da lua, a jovem não pensou duas vezes e rumou para o país oriental com um novo nome de guerreira: Sailor Vênus no pretexto de ninguém reconhecer com o nome antigo. Queria que toda a gente pensasse que realmente a sailor V tinha morrido naquela explosão. Chegada a Tóquio, conheceu as guerreiras navegantes. Talvez sentida ainda pelo facto do seu apaixonado amar Katherine, Joana vinha com uma atitude madura na intenção de acabar com o mal e encontrar a princesa da Lua. Mas ao conhecer as inner shenshi e compreender que as suas vidas sofreram uma alteração ao descobrirem a sua verdadeira identidade, Lima concluiu que não estava só. Ganhou um grupo de amigas que partilhavam o mesmo Destino embora não desistem de preencher o tempo a concretizar os seus sonhos e objetivos. Com o tempo, habituar-se à vida Japonesa e a combater o mal, a sua atitude mudou para uma pessoa mais divertida, animada e por vezes tonta no que toca ao amor. Além disso, ficou mais altruísta ao ponto de sacrificar a sua vida pelas suas amigas guerreiras. Após ao combate contra Galáxia e percebendo que o mal onde mais ameaçou a paz, Joana decidiu aproveitar o tempo para reviver o seu sonho: Ser uma estrela reconhecida mundialmente. Mas antes dessa concretização, arregaçou as mangas para acabar os estudos obrigatórios. Quando fez o secundário, a jovem estava feliz e alegre com o desempenho assim também pelas suas amigas seguirem os seus sonhos. Foi para uma escola de música. Toda a comunidade percebeu que a rapariga tinha mesmo jeito para a profissão que escolhera para o futuro: Cantora. Após 3 anos quando completou o curso de música, joana deu os primeiros passos no ramo musical quando formou a primeira banda japonesa: LoveCrossMe. As músicas eram da sua autoria mas sempre aprovadas pela restante banda. Cantavam nas festas dos estudantes, aniversariantes, alguns programas de Televisão e nos vídeos feitos por eles que se tornaram virais na net. Apesar do mal vencido, as três luzes ainda não tinham deixado a terra. Ficaram 4 anos no planeta a gozar da fama que tinham direitos com as suas músicas. Um dia, a princessa das star lights perguntou se não estava altura de regressarem a Kinmoku. Todos concordaram, excepto um que estava com dúvidas. Seiya sabia que ele não se sentia preparado para deixar a terra. Mas não compreendia a razão. Então na véspera da partida encontrou yaten na varanda com a cabeça apoiada nos braços pousados no parapeito. Seiya aparece atrás dele com as mãos nos bolsos:
- Então yaten? Não pareces feliz com a partida para o nosso planeta. Antes queixavas das fãs serem impertinentes e chatas pelo facto de não nos largarem e agora estás assim tão embaixo. O que aconteceu mano?
Levanta a cabeça e olha soslaio para o jovem de cabelos morenos compridos atados em rabo-de-cavalo até à cintura.
Levanta a cabeça e olha soslaio para o jovem de cabelos morenos compridos atados em rabo-de-cavalo até à cintura.
- Seiya.
- Sim. O que é, Yaten?
- Não posso deixar este lugar, mano. Há uma coisa que tenho de resolver. São problemas de coração.
- O quê! Estás Doente?
- Não pateta. Estou a sentir aquele sentimento que temos por uma pessoa muito especial. Eu tenho que lhe dizer e tenho que saber se ela… Ela sente o mesmo. É só isso.
- Yaten. – Diz com ar delicado.- Se amas alguém deves ir em frente. Pergunta a ela se gosta de ti. Tens tempo. Nós ficamos à tua espera. – Diz a sorrir.
- Seiya. A sério que não há problema? – Diz já completamente virado para o irmão mais novo.
- Para o amor haverá sempre tempo, mano. Aliás sei por quem estás a sofrer. É ela, não é? A joana Lima, navegante de Vênus.
- Como sabes?
- Ora. Após vermos o seu talento na Tv, vi como olhavas para ela. Vi um olhar que nunca vi antes, Yaten. Nunca pensei que sentisses assim por ela. Afinal vocês não se atendiam muito bem. Mas agora vejo que afinal a vossa zanga era o afecto que queriam mostrar um ao outro e que não conseguiam entender o que se passava com vocês, não é?
- Seiya. Obrigado, mano. Eu gosto dela. Mas nunca apercebi disso a não ser quando vi que de facto ela provou que conseguia concretizar o seu sonho. Nunca vou esquecer o dia que a vi cantar. Fiquei muito impressionado com o seu talento. Fiquei incrédulo por nunca ter visto antes um ser com uma entoação fantástica. Pensei na altura, se manter a ambição chega longe. E assim foi. Amanhã vou vê-la. E Vou dizer tudo o que quero dizer. Depois vejo o que fazer.
- Vai Yaten. Boa sorte. – Diz a piscar o olho esquerdo ao irmão.
Após à conversa, os irmãos kou regressam aos quartos para descansar. Na manhã seguinte, Seiya compreende que Yaten já não se encontrava em casa. Taiki questiona a atitude do irmão mais velho dos três luzes não estar em casa. Seiya explica ao irmão do meio que teve de tratar de assuntos pessoais os quais Taiki faz um ar surpreendido por não saber do que estava a falar.
Após à conversa, os irmãos kou regressam aos quartos para descansar. Na manhã seguinte, Seiya compreende que Yaten já não se encontrava em casa. Taiki questiona a atitude do irmão mais velho dos três luzes não estar em casa. Seiya explica ao irmão do meio que teve de tratar de assuntos pessoais os quais Taiki faz um ar surpreendido por não saber do que estava a falar.
(a musica acaba aqui)
Yaten caminha acelerado para a casa da Joana. Sabia que a jovem ainda estava em casa e por isso não há tempo a perder. Chegado, acalma-se e sossega o coração agitado pela acelera e pelo sentimento que queria explodir. Bate à porta educamente e aguarda. Ouve uma melodia em sussurro. A porta abre-se. Yaten fica surpreendido pela Joana ter aberto a porta. Ela fica espantada com a sua visita. Cumprimentam-se. Yaten diz que quer falar com ela. Ela hesita mas aceita que entre na sua casa. O jovem senta-se no sofá que está na sala de estar. Joana senta-se noutro sofá oposto onde estava sentado. Eleva as mãos para o seu cabelo loiro comprido que os faz estender para os lados.
- Ora, muito bem. O que queres contar, yaten?
- Bem. Joana. Há muito que queria dizer isto mas nunca percebi e só uns dias atrás compreendi que afinal o nutro por ti é real. – Diz com as mãos entrelaçadas de frente com os polegares agitados. – Em primeiro lugar, quero felicitar – te pelo teu trabalho que apesar de estar “verdinho” já é bastante afamado. Depois, quero confessar que eu, sinto algo especial por ti. E também quero participar na tua banda.
Após à sua confissão, Joana fica incrédula com as palavras do Yaten. Não sabia que o jovem queria fazer parte da sua banda. E além disso, confessava indirectamente o amor que sentia por ela. Acalma-se e senta-se junto a ele. Pega nas suas mãos. Encosta a sua cabeça a da dele:
Após à sua confissão, Joana fica incrédula com as palavras do Yaten. Não sabia que o jovem queria fazer parte da sua banda. E além disso, confessava indirectamente o amor que sentia por ela. Acalma-se e senta-se junto a ele. Pega nas suas mãos. Encosta a sua cabeça a da dele:
- Eu também. Eu também senti uma faísca de amor por ti, Yaten.
Surpreende-se com as palavras da navegante da Beleza e do Amor. Nunca pensava que ela nutria o mesmo sentimento. Esperava confirmação e agora que tinha sentia-se feliz que marcava pelo sorriso e lágrimas no rosto. Os dois abraçam-se. Depois, ela explicou o motivo de não dizer logo porque receava que ele não nutrisse o mesmo que ela. E também não queria mais sofrer como passou com as experiencias românticas que teve cujo resultado fora sempre negativo. Para além disso, estava feliz por ele gostar dela e também do trabalho que faz no mundo da música. Dois dias depois, Yaten confessa aos irmãos e à princesa que fica na terra juntamente com Joana. Disse que se vai juntar à sua banda para tornar um grande sucesso. Actualmente a banda continua activa e mais dinâmica devido às inúmeras turnês mundiais. Apesar de darem várias voltas ao mundo não se cansam de trabalhar a este ritmo. Querem que a sua música, o seu trabalho seja ouvido, apreciado e afamado por legiões de pessoas cuja maioria a nível mundial é fanática pelas suas musicas românticas que prendem os demais às rádios, concertos, Tv, Compra de álbuns e com as visualizações dos vídeos que a banda posta na net. Decidiram regressar a Tóquio não só para dar mais um concerto mas também para verem os amigos. Joana já sentia saudades das amigas, principalmente da Bunny e do gato Artemis que actualmente vive juntamente com Luna na casa dos Tsukino. Yaten satisfez a vontade de namora. Ela ficou feliz pelo namorado entender a sua necessidade. Já o jovem escondia as saudades na sua terra natal, dos irmãos e da princesa através da comunicação que fazia na sua caneta de transformação. Era uma espécie de telemóvel que possibilita comunicar a milhas de distância e também pela capacidade de captar as suas imagens em holograma. Assim evitava sentir saudades e sabia novidades da família.
(a música acaba aqui)
…
Era noite de sábado, chegada a casa vinha Abby Christopher, a segunda filha mais velha do casal Christopher. Vinha da casa da sua melhor amiga Kimberly com outras amigas suas. Reuniram-se para fazer o trabalho académico sobre Jornalismo especializado II. Durante as fases do desenvolvimento do trabalho, as meninas faziam pequenos intervalos para falar sobre os rapazes da sua faculdade, lanchavam e viam a série que acompanhavam, a qual Olive estava assistir com Mag e Joshua. Saiu tarde da casa da Kimberly com Michelle e Beatriz. A caminho de casa, as amigas separavam – se da jovem que seguia para o seu lar. Agora chegada, via agitação acostumada ao fim de semana. Jack a jogava consola com o pai na sala, Olive preparava o jantar na cozinha. Abby foi até à cozinha. Viu a mãe a deu as boas noites. Olive vira –se para ela e sorri. A filha vai ao encontro da mãe e repara na refeição. Conversam.
- Filha. Como correu o trabalho de grupo ou aquilo foi mais fofoca do que trabalho? – Diz sorrindo para Abby.
- Mãe. Foi as duas coisas. Está tudo andar sobre rodas.
- Ainda bem. Fico feliz por saber que os meus filhos lidam bem com os estudos embora a vossa irmã… bem ela lá se esforça. Bom Nem sabes, a novidade que tenho para te contar. – Diz com as mãos juntas e os olhos cheios de felicidade. - Os StarAndLove vão estar cá no próximo sábado a dar um espectáculo no centro comercial juuba. – Diz com as mãos dadas nas mãos da filha. – E mais! Podemos ganhar bilhetes grátis caso respondermos às 5 perguntas que irão fazer amanha até sexta pelas 19h15 no concurso “ Responde se tu souberes” da nossa estação favorita “StarFameMe”. Além disso, existe outra alternativa que é o site www.comprabilhetes.com onde podemos comprar os bilhetes com 30% de desconto caso fomos mais de 5 membros.
- A banda “StarAndLove” Vão cá estar? UAU – Grita eufórica em conjunto com a mãe. – Então após o jantar temos que fazer uma grande pesquisa sobre a banda. – Diz a filha mantendo as mãos dadas à mãe fazendo movimentos circulares como duas crianças a brincar. Mas são interrompidas pela presença do Jack e Joseph que entram rompante pela cozinha.
- Mas o que se passou? Viram alguma barata, meninas? Não se preocupem que estou aqui. – Diz joseph sério.
- Eu também. – Diz Jack.
- Querido. Não há barata nenhuma. Apenas estava a dizer à Abby que a banda “StarandLove” vai estar no próximo sábado no centro comercial Juuba. Por isso a euforia. – As duas entreolham-se: AHHHHHHHHH!
- Ok. Ok. Já entendi. Mas agradeço que baixam o tom de voz, meninas. Credo que fiquei em pânico. – Diz Joseph sorridente com as mãos pousadas nos ombros de jack. - Falta muito para o jantar? – Continuou.
- Mais 30 minutos e fica pronto. Aviso quando formos para a mesa.
- Muito bem. Anda jack que é desta que dou-te uma abada. – Diz enquanto os dois saem da cozinha para a sala de estar com o filho a comentar:
- Ai não dás não que vou ganhar.
- Mas isso é fantástico. Após o jantar temos que dedicar-nos à pesquisa para ficarmos prontas para o concurso. Tem que ser logo amanhã para termos o prémio garantido. – Diz Abby séria para a mãe que concorda com a atitude da filha. – Anda que vou ajudar-te a fazer o jantar mais rápido.
- Obrigada, filha.
Após os minutos passarem, a família reúne-se à mesa. No quarto está Magdaléne a ler. Repara aos poucos no relógio e na última olhadela compreende que estava quase atrasada quando Joshua chama-a para vir jantar em família. Agitada, larga o que tinha em mãos e deixa o livro cair no chão que fica aberto. Após sair do quarto, o irmão mais velho olha para o livro caído. Pega e lê o que está escrito. Fica sério:
- Isto parece…
...
Após à fastiosa luta contra o mal, a guerreira lunar consegue voltar à vida. As companheiras felicitam-na por estar viva e ficam em cuidados pela sua enorme coragem de arriscar a sua vida pelos outros. A jovem guerreira fica feliz pela preocupação e alegria das suas amigas. Diante aquela felicidade, a boa navegante vê que o inimigo continua gravemente ferido e vivo. Levanta-se com dificuldade e afasta as navegantes que a rodeavam. Estas observam o que a bela guerreira que luta pelo amor e justiça irá fazer. Quando percebem tentam evitar que impeça de ir ter com ele. Ela olha para os rostos preocupados das amigas e sorri dizendo:
- Está tudo bem, pessoal. Já não é uma ameaça.
Sailor moon caminha com dificuldade em direcção ao inimigo. Chegada vê a personagem de costas com as mãos apoiadas no chão aclamando de dor e implorar a morte. Triste e com a mão do peito por presenciar a cena triste, sailor moon agacha-se e pousa a mão esquerda no ombro esquerdo de Lu. Este olha soslaio e Vê a guerreira que sorri docilmente para ele.
- Que queres? Já venceste a guerra. Desejas a minha morte? – Diz com olhos trémulos.
-Não. Apenas quero saber se estás bem e se precisas de algo para entender a tua dor. Quero ajudar-te. – Diz sorrindo.
Incrédulo, Lu abre os olhos. Vira-se com dificuldade para a navegante da lua e lacrimejando diz:
Incrédulo, Lu abre os olhos. Vira-se com dificuldade para a navegante da lua e lacrimejando diz:
- Não há nada que possas fazer por mim. Já não há garantias para continuar a viver. Afinal nada mais me resta senão a morte. Tu venceste membro da lua branca. Porque és bondosa sabendo das atrocidades que fiz para desejar a tua morte?
- Hum. Compreendo a tua dor. Mas não era necessário criar esta guerra. Não quero mais lutas. Exijo apenas compreensão. Acho que em todos os lugares a guerra devia ser isenta e desse lugar ao diálogo. Viste o que se passou aqui? Viste o que as tuas acções fizeram? Nada daquilo que fizeste trouxe algum beneficio a ti, pois não?
- Sim.
- Então. Agora que compreendeste. Posso ajudar-te?
-Como podes ser assim?
- Ora. Sou e pronto. Vamos. Vou ajudar-te a trazer a felicidade que tanto ambicionas.
Levanta-se e ergue as mãos no ar. Dita as palavras mágicas:
Levanta-se e ergue as mãos no ar. Dita as palavras mágicas:
- Pelo Poder Sagrado do Cristal Prateado. – Entre as mãos aparece uma bola de energia branca rodeada com uma aurea doirada. A luz explode e invade o espaço onde a guerra decorreu. Lu é engolido pela bendita luz. Diz:
- Renovado.
Instantes após a luz escassar, o lugar triste, sombrio e frio transforma-se no lugar cheio de vida, amor e paz. O planeta outrora destruído pelos antigos membros dos sistemas solares fica completamente restaurado e os seus habitantes voltam à vida. Vendo o cenário, Lu fica incrédulo e chora lágrimas de alegria por reencontrar todos aqueles que ama. Olha para o sol do seu planeta que irradiava o lugar:
- Obrigado, Sailor Moon.
As guerreiras e mascarado regressam ao seu planeta. Todos estavam felizes. A princessa da lua mais radiante por saber que o inimigo que combatera estar finalmente repleto da felicidade que tanto desejara.
Fim.
Após colocar o livro na mesa-de-cabeceira e sair do quarto, Joshua caminha para a cozinha. Recorda-se do excerto final daquela história. Não acredita que aquilo que leu assemelhava ao que lhe aconteceu uns tempos atrás. Desviou aqueles pensamentos. Chegado à cozinha sorri para a família. Senta-se no seu lugar habitual e convive com eles.
( a música acaba aqui)

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
VII
A escrita foi sempre um meio de comunicação que possibilitou as gerações exprimirem as suas ideias sobre vários assuntos bem como testemunhos sobre os acontecimentos passados serem transmitidos de geração a geração para não ficarem no esquecimento para serem sempre lembrados e aprender que o passado é a chave para evitarmos erros no presente para construímos um bom futuro. Além disso, a arte de escrever é uma capacidade que serve de profissão. Os escritores vivem na escrita escrevendo histórias baseadas naquilo que leem, veem, ouvem, sentem e principalmente na experiencia adquirida. Entre vários escritores, está Bunny Tsukino. Após 2 anos à batalha contra Galáxia, Bunny realizou o seu sonho de casar com o homem da sua vida, Gonçalo Chiba. No fruto desse amor nasceu Chibiusa Tsukino. Residem no centro de Tóquio numa mansão luxosa cor branca, um edifício alto e espaçoso ladeado com grades de oiro que terminam com duas portas que ficam ao centro da porta de saída, com uma grande área de jardim: espaços verdes decorados de flores situados entre os lados esquerdo e direito com um caminho de terra branca no centro. Gonçalo tornou-se um médico por excelência no hospital japonês de Tóquio. Ocupa grande parte do tempo no serviço a salvar e cuidar vidas dos utentes naquele lugar. Mas isso não impede alterar os seus planos para estar com a família. Luna e Artemisa vivem na casa dos Tsukino. A pedido de Joana, Bunny aceitou ficar com o gato da amiga por causa das suas turnês. O amor entre os felinos fez nascer Diana. Bunny dedica o seu tempo à escrita. Nos primeiros tempos achou que aquilo seria um passatempo. Mas apostou na sua capacidade e lançou pequenos trabalhos para uma editora que apreciou o seu trabalho. Apostou também lançar através dessa mesma editora os seus trabalhos para o mercado cujos resultados foram altamente positivos. Espantada com o feedback, a editora a qual Tsukino deu a apresentar os seus trabalhos quis investir nela. Nos primeiros tempos receou mas agarrou-se ao seu positivismo e decidiu arriscar. Hoje sente-se privilegiada pelas suas histórias serem bastante afamadas pelos inúmeros fãs que adoram o seu trabalho. Tudo aconteceu quando Bunny contava histórias sobre as suas experiências à pequena chibiusa. A filha dizia que a mãe tinha jeito naquela área. Por causa disso, Bunny juntou dois mais dois e resolveu aplicar as suas experiencias sem revelar a identidade da guerreira que luta pelo amor e pela justiça nas suas histórias. E depois disso nunca mais largou essa actividade. Esse desempenho causou-lhe mais confiança e maturidade à sua pessoa! Ela sente-se feliz tal como Gonçalo sente o mesmo pela amada. Devido ao seu trabalho reconhecido, vários produtores de marketing falaram com Bunny para publicitar produtos sobre as figuras que descreve nas suas histórias. Bunny concordou desde que respeitassem os direitos de autor e que tudo fosse legalizado ao que os produtores concordaram e até disseram que a sua autorização garantia uma percentagem de quota de venda de cada produto. Agora estava envolta de mais um romance a publicar. A história assemelhava-se ao mesmo padrão que sempre aplicara para obter sucesso.
Enquanto teclava suavemente no computador e ajustando os óculos, Bunny é interrompida pelo telefone a tocar que estava no lado esquerdo junto ao portátil na mesa de secretária. Pega e atende:
- Sim.
- Olá Bunny.
- Joana. Há quanto tempo. Como tens passado? – Diz com um sorriso alegre.
- Bem. Muito bem mesmo. Não sei se tens acompanhado as notícias. Eu e o Yaten vamos estar no próximo sábado em
Tóquio para dar um concerto no centro comercial juuba.
- O quê! A Sério! Isso é maravilhoso. Estarei lá para te ouvir. Tenho a certeza que as outras também irão. Jamais faltariam ao teu espectáculo. – Diz sorrindo solenemente.
- É! Devem saber se estiveram a acompanhar as notícias sobre o mundo da música através da rádio, jornais, Tv entre outros meios de comunicação. Sei isto, porque a Maria e a Rita já garantiam que iam assistir. Bunny. Como está o Artemis?
- Está ótimo. A Luna não se queixa. É um Pai exemplar para a Diana.Sabes. Diana decidiu ficar com plutão a guardar o portal do tempo-espaço. Está determinada a desempenhar os mesmos passos da Setsuna. – Diz sorrindo. – Se visses. Ambos felinos estão agora coladinhos a dormir na alcova.
- Oh! Que lindo. Bem. Estarei em Tóquio entre quinta e sexta-feira. Depois darei certezas na Véspera. Bunny. Como estão as coisas contigo e o Gonçalo?
- Estão Ótimas. Não podia estar mais do que Feliz, Joana. E tu com o Yaten? Isso vai ou não? – Pergunta com sorriso maroto. – Ainda não estão noivos? Ou ainda é cedo?
- Bunny. Para com isso. Ainda é cedo. Aliás, as turnés estão em primeiro lugar. É o nosso sonho. Há tempo para o amor. – Diz corada. – Sabendo que namoramos aos pouco quando temos tempo.
- Muito bem. Aguardo a tua resposta. Até breve Joana.
- Tchau, Bunny.
Após pousar o telefone, Bunny suspira. Levanta-se e caminha para o armário composto de 6 estantes cheios de livros que está frente à cabeceira direita da mesa do escritório onde estava. Olha para os conteúdos. Tira o romance “ As asas da paixão” do seu escritor favorito: Lawrence Amadeus. Caminha no espaço e senta-se na cadeira verde - escura que está uns centímetros afastado da parte superior da parede esquerda. Senta-se e lê a sequência da histórica onde ficara. Encontrava-se com o dilema de arranjar ideias para a sua nova história. E por isso, resolveu ler algo que gostasse para ganhar inspiração. Enquanto lia, é interrompida quando alguém bate à porta.
- Entre.
- Posso, mãe?
- Chibiusa.
A jovem entra e abraça a mãe que pousa imediato o livro junto a uma pequena mesinha cor branca. Depois, mãe e filha dão as mãos.
- O que contas? – Diz Bunny.
- Acabei de chegar da casa da Octávia. Ela esteve a dar explicações sobre a matéria para o teste de história que vou ter a meio da semana que vem. – Diz alegre. – É uma boa explicadora. Depois fomos lanchar e ficarmos a ver filmes. Demos pela hora quando a Tia haruka e Mariana apareceram em casa e alertar-me que tu ias ficar preocupada. E por isso, deram – me boleia até casa. Elas estão na sala, mãe.
- Oh! – Diz que se levanta e de mão dada com a filha vão para a sala.
Chegadas estão as outher shenshi Haruka Tennou e Mariana Kaiou. As duas levantam-se. Bunny sorri. Sentam-se.
- Já há muito que não nos víamos. Como têm passado?
- Cara de lua. Continuas elegante como sempre. – Diz Haruka inocentemente. – Se não tivéssemos alertado esta menina ai, ai ficava em casa até tarde.
- Peço desculpa, tias. – Diz Chibiusa a rir.
- Obrigada por darem boleia à Chibiusa. O Gonçalo Deve estar quase a chegar. Bom, querem ficar para jantar? Há que chegue. – Diz Bunny.
- Bem. Por mim. Mariana? Otávia?
- Se não der trabalho, não importava nada. Otávia? – Diz mariana que vira para afilhada.
- Claro, Claro. Assim fico mais um tempo com a chibiusa. Não é? – Disse otávia sorridente para a pequena Tsukino.
- Sim. Seria adorável – responde Chibiusa.
- Muito bem. Meninas porque não vão brincar para o quarto da chibiusa? Quando o pai chegar aviso para descerem para jantar. Pode ser?
As duas entreolham – se e olham para a Bunny.
- Está bem – dizem uníssono. Despedem da Haruka e Mariana e saem disparadas para o quarto da chibiusa.
Após à saída das crianças, Bunny Levanta-se e fecha as portas da sala de estar. Vira –se de costas para a porta que fechara e caminha com ar sério para se sentar no sofá de cinco lugar cor azul escura onde estão Haruka e Mariana.
…
Tal como outras navegantes, Haruka, Mariana e Otávia retomaram as suas rotinas habituais. Haruka continua nos tops da fórmula 1 e Mariana eximia nas artes: Música e Pintura. Além da prática dos seus desportos favoritos, trabalham como cientistas na universidade onde estudaram: Mugen High School. Com elas está Otávia que por causa da sua intelectualidade prometeu uma vaga para cientista. Juntas investigam determinados assuntos para contribuírem algo benigno para a sociedade japonesa. Excepto otávia, Tennou e Kaiouh são docentes universitárias dos inúmeros cursos de ciências cujas disciplinas envolvem Análises laboratoriais. Anteriormente, avisaram Bunny sobre algo que está a passar nos últimos tempos mas queriam certezas antes de desvendar o mistério que anda no ar. Mariana sentira que a paz estava novamente ameaçada. O mar deu-lhe essa percepção uns meses atrás. Preocupada estava Haruka pelo estranho comportamento da companheira que a aliviou dizendo que não era nada em concreto apenas dizendo que o mar andava agitado de uma forma cruel e violenta sem entender o motivo. Deu inícios a tennou que algo estaria a chegar. Mas esse algo era ainda vago para se confirmar. Haruka fez-lhe prometer que caso soubesse algo que fosse a primeira a dizer-lhe o qual juramento Mariana não falhou no momento quando ambas dormiam no quarto, a navegante de neptuno sentiu-se agitada durante o sono. Parecia que estava a ficar sem ar. Haruka agarrou na amada e tentou acordá-la agitando-a aos poucos para a despertar. Após minutos, desperta e olha para ela com olhos assustados. Abraça-a. Depois e já sentada, Mariana conta o seu sonho à navegante de Úrano:
- Não sei como dizer isto mas … Acho que um novo inimigo está a chegar, Haruka.
- Inimigo. Após este tempo todo? Parece que a paz nunca terá descanso. Sabes o que é?
- Não sei como explicar isto. Mas o sonho que tive foi algo estranho. Vi o mar. Mas a sua cor não era a mesma. Parecia uma cor cinza preta. As ondas batiam ferozmente no campo arenoso. E depois…
- Depois? O quê! Diz – me, Mariana – Diz Haruka pouco assustada.
- Vi uma rapariga, Haruka. Uma jovem e doce Rapariga frente àquele mar. Abraçou-se e emitiu uma estranha energia que causou-me grande assombro. Parecia algo igual ao Silêncio. Mas creio que seja algo pior que o messias que enfrentamos no passado, Haruka. Após a rapariga sossegar a sua energia, desmaiou com o mar a bater na face. Disto, aparece um vulto, uma sombra que apanhou a jovem. Eu quis socorrê-la mas não consegui. Parecia que estava presa. Ela desapareceu com ela e instantes depois ouvi um grito estridente como estivesse a impedir-me de conhecer aquela identidade misteriosa.
- Hum. Mariana. Não sei se isto está relacionado ao teu horrível sonho mas, senti que os movimentos do vento alertavam para o perigo. Não liguei. Pensei que o vento revoltado estivesse ligado ao mau tempo que se sucedeu uns meses atrás. Mas depois conclui que aquela brisa estava a alertar para algo de muito mau irá acontecer, Mariana – Diz a tocar das mãos da amada – Temos que saber do que se trata. Assim que descobrirmos algo temos que contar logo de imediato à Bunny. Parece que as navegantes têm mais um inimigo a combater – Diz séria para a amiga.
- Haruka. – Abraça-se. – Sempre conseguimos vencer as batalhas contra o mal. Esta será mais uma vitória.
- Sim – Diz afagando as costas da Mariana.
(a música acaba aqui)
“Um novo inimigo deseja o mal da Rainha da Lua. Ele ameaça destruir tudo o que está relacionado com ela.”
- Uh! O que é isto? – Diz Haruka com os olhos espantados.
- Oh! – Diz Mariana.
No centro delas surge uma pequena luz branca que ilumina o quarto escuro pouco visível pela claridade da noite que trespassa um pouco através da janela meia cerrada pelas cortinadas azul – clarinha. A luz exibe uma figura no centro. É navegante de Plutão.
- Plutão! – Diz Haruka Surpreendida.
- Mas o que se passa? Sabes algo sobre o que se está a passar? – Diz Mariana meio séria.
- Meninas. O mal está a chegar. Não posso dizer quando aparecerá a sua faceta mas… Estejam a atentas. Creio que está muito próximo daqui. Ainda não alertei a Rainha. Vamos aguardar para sabermos mais sobre a nova ameaça – Diz plutão séria.
- Este inimigo. Que quer da Cara de Lua? A paz mantem-se há 12 anos. E agora um ser maligno deseja o seu mal? Quem será? – Questiona Haruka.
- Haruka. Mariana. Como disse ainda não posso revelar nada porque ainda está tudo muito vago para se concluir algo. Mas o sonho que a navegante de neptuno teve está relacionado com a nova ameaça. E temo pela Rainha Serenidade saber com antecipação do novo mal. Sabem como fica ao saber dessas horríveis novidades.
- Entendo – te muito bem, Plutão. A Bunny sofre sempre com estas coisas. E mais! Se estiver relacionado com a perda dos ente queridos… Ela é capaz de Tudo! – Diz Mariana Séria.
- Muito bem. Não dizemos nada sobre isto à Rainha. Vamos investigar primeiro e Depois…
- Creio que tenho uma resposta à vossa pergunta.
- Otávia! – Dizem Haruka e Marina em uníssono. – Devias estar na cama a esta hora, menina. – Diz Haruka.
- Desculpem. Mas estava a dormir. No entanto acordei a meio da noite pois senti a mesma sensação que vocês e quando vinha para o vosso quarto ouvi a vossa conversa. Desculpem.
- Que sabes, Querida? – Diz Mariana em tom Meigo.
- Acho que sei quem é o portador deste Mistério todo.
- Sim. Então diz lá. – Diz Haruka.
- Creio que é a amiga da Chibiusa, Magdaléne Christopher.
- O quê! Como é possível? – Diz Haruka Agitada
- A amiga da Chibiusa. Explica melhor, Octávia – Diz Mariana.
- Bem. Um dia quando sai mais cedo da universidade disse-vos que aproveitava o resto do dia com a chibiusa. Vocês concordaram. Sabia que naquela altura estava a sair das aulas. Quando cheguei à escola da chibiusa vinha com uma colega.
- Magdelene? – Diz Haruka
- Sim.
…
Quando saíram de mais um dia fatídico da escola, Chibiusa encontrou-se com Otávia. As duas abraçaram-se. Chibiusa apresentou Magdaléne a Otávia. Quando se cumprimentaram a navegante de saturno sentiu uma estranha presença no âmago da jovem. Sentiu medo e por isso desviou rapidamente a mão. Desviou o olhar para Chibiusa e Magdaléne. Espantada acalmou-se. Nesse dia Joshua também vinha buscar a sua irmãzinha e esta despediu-se da Chibiusa. Quando ficaram sós otávia olha para a amiga e disse:
(https://www.youtube.com/watch?v=j4kUWAVPd7A)
- Há quanto tempo conheces a Magdaléne, chibiusa?
- Desde que vim para esta escola. Porquê?
- Não é para alertar mas não quero preocupar-te em nada, Chibiusa. Quando cumprimentei a tua amiga… não quero que fiques só com ela, percebes? Acho que não é boa pessoa.
- Otávia? Porque dizes isso? Ela é boa pessoa. Não tenho razões de queixa.
- Peço-te por favor. Apenas quero que fiques em segurança.
- Está bem, otávia. Mas digo que não é má pessoa. É uma jovem vulgar sensível, preocupada e solitária. Ela lê as obras da minha mãe. E considera a personagem das suas histórias um exemplo para ela. Vês? Por que razão afirmam ser má influência? Tu não conheces, Otávia. Quando conheceres verás que tenho razão.
- Chibiusa, não sei. Apenas estou alertar. Agora vamos para casa.
- Está bem.
Juntas seguem para casa da Bunny. Otávia tinha de relatar o sucedido às outras. Pensa que algo maligno está para acontecer.
(a música acaba aqui)
…
- Não contei à Bunny. Mas agora confirma-se aquilo que te aconteceu, Mariana. – Diz Séria. – Não quero alarmar a Chibiusa impedindo que se afaste daquela jovem mas acho que é o melhor a fazer.
- Hum. Se o que dizes é verdade, então temos que espiar essa rapariga.
- Haruka. Pode não aperceber-se dos seus poderes. E se está na turma da Chibiusa e ela a vê como uma rapariga vulgar, é bem provável que desconheça a misterioso poder que está no seu interior – Diz Mariana acalmando a amiga.
- Hum. Então temos que contar à Bunny. Ela deve ter alguma ideia. Não podemos expor a sua filha ao perigo. Não acham? – Diz Haruka a olhar para todas as navegantes do sistema solar extremo.
- Entendo como estás a sentir, Haruka. Se achas a melhor solução então, por mim, podes avançar. – Diz plutão.
- Bem. Sendo assim. Vamos contar à Bunny. Veremos o que a Rainha tem a dizer sobre isto. – Diz Mariana.
- Muito bem. – Haruka.
…
Este acontecimento aconteceu quando faltavam 2 meses no final do 1º período. As outer Shenshi decidiram revelar tudo à Bunny quando estivessem preparadas por recearem a sua atitude perante os factos. A altura chegou ameados do 2º período num fim-de-semana quando Chibiusa decidiu ir a casa de Otávia estudar para o teste de história que será na quarta-feira. Aproveitaram para contar quando levaram a filha da Tsukino a casa. Agora Haruka e Mariana estavam a sós com a Bunny a contar a situação.
- É isto, Bunny. – Diz Haruka.
- Lamento não termos contado mais cedo. Mas pensamos que era o momento certo de contar. Algumas vezes sentimos novamente essas presenças mas com o tempo tornaram-se enfraquecidas. Esperávamos que pudesse surgir algo mais. Mas apaziguou. Pensamos e concluímos que talvez o inimigo tenha apercebido que sentimos a sua presença e por isso o seu desaparecimento. – Explica Mariana.
Após ouvir o sucedido das amigas, Bunny cerra as mãos pousadas nos joelhos. O semblante marcava seriedade. Olha imediata para Haruka e Mariana.
- Eu sabia. Eu sabia que algo mau estava para vir.
- Como Soubeste? – Pergunta Haruka.
- Tudo aconteceu quando fui ao teatro com o Gonçalo ver mais uma peça da Rita. Após o espectáculo terminar disse ao Gonçalo que queria vê-la aos camarins porque e após à batalha contra galáxia separamo-nos todas para cumprir os nossos sonhos. Queria vê-la, falar com ela e saber novidades. Gonçalo concordou. Eu fui aos camarins. Vi a Rita e abraçamo-nos que nem doidas como se não nos teríamos visto nunca mais. Depois, ficamos a sós no seu camarim e conversamos até tarde até que ela ficou séria comigo. Olhei para ela e compreendi que aquele olhar significava que algo de ruim estava para vir. E era. Pediu-me que no dia seguinte fosse ao templo falar pessoalmente com ela sozinha. Ela queria ouvir a minha opinião.
- E então? Foste e o que aconteceu? – Disse Haruka.
- Fui ao templo. Rita estava vestida com o fato de sacerdotisa. Guiou-me para a sala espiritual. Rita ficou frente ao santuário evocando as palavras que usa para determinar a presença dos demónios. Mas antes disso, ela alertou-me que aquilo que ia ver não era bom e para isso ficasse preparada. Estava pronta. Não queria que o mal voltasse a ameaçar-nos de novo. Bem. Após à evocação o fogo dispara e no centro da chama apareceu um vulto, uma figura que pareceu – me do sexo feminino. Parecia estar a sofrer com algo que necessitava. O seu poder era enorme que impediu Rita de controlar. As chamas descontrolaram e invadiram o espaço onde estávamos. Por sorte, fomos rápidas e transformamo-nos em navegantes. Conseguimos estancar o fogo. Depois disso e voltarmo-nos a nossa aparência, Rita disse que algo está para chegar. Este inimigo não é como aqueles que estamos a lidar. Ela pediu que ficasse atenta e ia avisar as outras sobre o sucedido. Tal como vocês estão a fazer agora.
- Estou a ver que já conhecias a ameaça. Muito bem cara de lua. És digna de ser nossa Rainha. – Diz Haruka suavemente. - Agora que sabemos temos que estar em estado de alerta. Temos de saber onde este inimigo vem, o que quer e porque quer. Temos que nos reunir todas. E temos que por a Chibiusa em segurança. Temos que saber mais sobre essa miúda que a tua filha diz ser sua amiga.
- Haruka. A Joana e o Yaten estão cá no próximo sábado. Iremos ao show. Domingo é o ideal para reunirmos - nos. Assim, debateremos e investigaremos o caso. Já falei alguns pormenores a Joana e à Maria. Elas concordaram.
- E a Ami? – Diz Mariana.
- Temos sorte. Gonçalo disse que para a semana terá um congresso na cidade na quinta-feira. Ele disse que os médicos de todos os países vão reunir-se nesse evento. Entre eles, está a nossa Ami. Por isso, nada de pânico. As navegantes vão-se reunir para enfrentar mais um mal para proteger a Terra e Salvaguardar o futuro que custou tanto a proteger perante os males anteriores. – Diz agora levantada a olhar para as amigas sentadas.
- Isso mesmo, Bunny. – Diz Haruka.
- Sim. – Diz Mariana.
- Isso mesm… Oh! – Diz Bunny que agora olha para a porta da sala que está aberta. – Gonçalo?
- Olá, Querida. Oh! Temos visitas. Olá meninas. Por aqui? – Diz Chiba que caminha para a Bunny que dá um beijo e cumprimenta logo de seguida Haruka e Mariana.
- Então mantendo a conversa em dia, Hein?
- Sim. – Dizem Haruka e Mariana em Uníssono.
- Estou a ver. E a Chibiusa?
- Está no quarto a brincar com a Otávia, querido. - Diz Bunny Meigamente.
- Muito bem. Querem ficar para jantar, meninas? – Diz Gonçalo.
- Se não for incomodo. Sim, não é Mariana?
- Claro. Bunny?
- Ok. – Ugh. – Ups. O meu estomago está a dar horas. Vamos lá jantar, meninas.
Todos saem da sala de estar e vão para a cozinha. Gonçalo sobe as escadas e vai ao quarto da Chibiusa. Abre a porta e vê as meninas a jogar às cartas. Cumprimenta-as e diz para irem para a mesa para jantar. As duas levantam-se e deixam o quarto arrumado. Vão para a cozinha onde estão Bunny, Haruka e Mariana a compor a mesa. Após à tarefa reúnem-se à mesa e jantam de modo descontraído a conversar o dia-a-dia.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
VIII
“ Senhores passageiros. Aterramos daqui a meia hora no aeroporto de Tóquio. Por favor peço que verificam as regras de segurança para evitar acidentes de aviação. Do vosso comandante Edwilson”.
- “Estou ansiosa para voltar a esta cidade. Como estarão todos?”, Pensa enquanto olha para o vidro no lugar onde está sentada. Observa o céu azul claro e simples naquele dia.
Amy mizuno, navegante de mercúrio, é uma jovem com uma personalidade tímida, afável e inteligente que tinha o sonho de tornar-se uma médica por excelência. Desde de sempre que amy estudou intensivamente para concretizar esse sonho. No entanto, o seu desempenho académico era prejudicado pelos comentários desapreciados pelos colegas da sua turma e outras que a criticavam-na por ser sempre a melhor estudante da sua escola. Por causa dessas atitudes, amy refugiava-se sempre sozinha no último piso na escola durante os intervalos para evitar sofrer. Um dia, conheceu a Bunny tsukino. Todos diziam que a rapariga de cabelos loiros era tresloucada, péssima estudante e má influencia para si. Mas isso não a fez deter. Considerou Bunny a sua melhor amiga e graças a ela descobriu a felicidade e tornar-se confiante. Após à última batalha contra galáxia, dedicou corpo e alma aos estudos para ver o seu sonho concretizado. Conseguiu. Fez estágios em Tóquio e trabalhou em inúmeros hospitais noutros países até que parou e ficou a residir na Alemanha junto da mãe. Agora passados 12 anos, Mizuno regressa à cidade natal para participar no XXI Congresso de Saúde realizado em Tóquio.
Chegada a Tóquio, Amy caminha com o suporte da bagagem para pista de chegada e sorri. Vê Gonçalo e Bunny que estão à sua espera. As duas abraçam-se para preencher as saudades que tinham da separação. Após ao acto, Bunny põe as mãos nos ombros da jovem e sorri dizendo solenemente:
- Bem-vinda, Amy.
- Obrigada Bunny. Mais uma vez agradeço a tua amabilidade de concederes o quarto de visitas na tua casa. – Diz sorrindo.
- Ora. É para isso que servem as amigas. – Diz mantendo o sorriso e pisca o olho.
Gonçalo também cumprimenta Amy e ajuda-a a levar a sua bagagem para a porta bagagens no seu carro cor vermelho vivo. Entram e Jiba arranca em direcção para a casa dos Tsukino. Chegados, o esposo da Bunny avança com a bagagem da Mizuno enquanto Bunny e Amy conversam atrás de si. Chegadas à mansão, Chibiusa abre a porta e corre em direcção à mãe. Cumprimenta Amy e pede desculpa pode não comparecer à sua chegada por causa da escola. Amy compreende. Abraçam-se. Todas entram na mansão e vão para a sala de estar. Conversam sobre o que fizeram durante os 12 anos que estiveram separadas. Diante a conversa, Jiba junta-se a elas. Enquanto a conversa decorre, Chibiusa recorda-se no dia anterior. Ontem a turma da tsukino fez o teste de história. Tudo estava a correr sobre rodas quando de repente sente uma luz mística esverdeada ao seu lado. Vira a cara e vê Magdaléne novamente em transe. Chibiusa levanta-se e tenta aproximar-se da amiga mas é em vão pois a energia que a rodeia fá-la afastar-se. Vendo aquela situação, a docente de história caminha para a jovem Christopher e chama-a à atenção. Esta volta a si e sai de transe. Vira a cara para os lados perguntando o que se passou. Furiosa com a atitude, a docente dá um sermão à jovem afirmando para se deixar de cinismos e para concentrar-se no teste senão será obrigada a sair da sala de aula. Incrédula, Magdaléne olha estupefacta para a stora e não compreende nada. Pede desculpas. A docente olha para a chibiusa que já estava a levantar-se no chão e pergunta se está em condições de continuar o teste. Ela afirma e regressa à sua carteira. Ainda mais zangada, a professora de História olha severamente para a amiga da Tsukino e diz que não faça mais asneiras como magoar os colegas tal como fez há pouco. A rapariga levanta novamente o semblante para a professora e diz que não sabe do que está a falar. Mais irritada ainda, diz para deixar-se de cinismos e caso continue irá relatar tudo à diretora de turma. Vira-se e regressa para a sua secretária. Pede aos estudantes para continuar o teste. Triste, Magdaléne volta a concentrar-se no teste. Chibiusa olha-a com um ar triste a focar. Após o teste terminar, os estudantes saem da sala de aula. Sozinha, Magdaléne caminha a passo meio acelerado para fora do recinto com a chibiusa a chamar pelo seu nome. Fora do local académico, Tsukino toca no ombro direito da jovem que vira-se para ela com olhar triste. Preocupada, Chibiusa pergunta o que se passou e se foi ao médico. Ela responde que fez novamente exames de rotina e os resultados estavam normais. Acrescentou que se sentia bem mas confusa sobre tudo o que se passou naquela altura. Chibiusa dá a mão à amiga e afaga dizendo – lhe para não ligar ao que a docente disse. Apesar daquela resposta, Magdaléne olha para a amiga com ar desconfiado e diz que sente medo daquilo que a docente falou. Disse que o melhor era que ela se afastasse para não correr mais perigos. Chibiusa não consente o pedido da amiga e diz que são amigas. Diz também que os amigos servem para se ajudar. Perante tais palavras, Magdaléne acalma-se e pede desculpa à amiga. Chibiusa compreende e tenta perceber o que está a passar com ela. Ela diz para não insistir e que fale de outras coisas. Enquanto lembrava-se daquele episódio, Bunny chama insistente o nome da filha. Ela acorda e vira a cara para a mãe que está preocupada. Ela sorri e pede desculpas por estar desatenta. Pergunta – lhe o que queria. A mãe pergunta se está tudo bem. Ela diz que não era nada de importante e diz-lhe se não é hora de almoçar. Bunny bate as mãos e acena afirmativamente. Todos rumam para a cozinha cuja refeição estava já preparada para se servirem. Após à refeição, Chibiusa incentiva Amy para mostrar o seu quarto. Bunny concorda. Ambas sobem as escadas e vão para o quarto da jovem Tsukino. Abrindo a porta cor branca com a maçaneta de oiro surge o quarto da Chibiusa com as paredes pintadas de rosa, o tecto plano branco com um Candeeiro de tecto em acrílico amarelo no centro. No lado superior esquerdo está a cama com uma mesa-de-cabeceira acastanhada escura junto. No lado direito frente à cama está um enorme armário branco onde guarda a indumentária e o calçado. Junto ao armário está uma mesa de secretária de cor castanha clara composta de 4 gavetas de ambos os lados da secretária. O fim da parede termina com uma janela de 4 vidros em porta com cortinados brancos presos nas pregas de cada lado. Na parede ao lado da janela está um armário composto de 6 estantes com livros da escola e outros géneros: História, romance e fantasia. O chão é carpeteado de branco. Chibiusa guia Amy pela mão com esta a fechar a porta atrás de si a pedido da jovem. Ambas sentam-se na cama da tsukino e ficam com olhares paralelos. Chibiusa fica um pouco séria e pergunta à tia:
- Amy. Tenho um assunto muito sério para falar contigo. Mas não quero que fales com os meus pais sobre aquilo que vou contar. Consegues Guardar este segredo?
Amy fica pouco apreensiva com a pequena. Acalma-se, mantem a postura:
- Chibiusa. Podes contar que não irei contar nada a eles. – Faz o juramento dos dedos mindinhos com a pequena.
- Obrigada. Hum… Bem. É sobre uma colega da minha escola que é minha amiga. Creio que tenha vários problemas de saúde como no género ela é muito boa pessoa. Isola-se bastante por causa do seu sofrimento por causa dos colegas que gozavam constantemente com ela. Além disso, ela tem “ataques”… Como Hei-de de explicar… Ela por vezes entra num estado… Altera o comportamento, percebes? Como por exemplo, ontem quando estávamos a fazer o teste de história, ela sentiu – se novamente estranha. Estava preocupada e fui ao seu auxílio mas ela empurrou-me… não era ela, tia. Parecia que estava possessa. Instantes depois ela voltou a si e não apercebeu do que estava a passar. Fico com medo dela sempre que lhe acontece isto. Não entendo o que tem? Perguntei se foi ao médico. Ela afirmou e disse que os resultados estavam normais. Às vezes pergunto-me se ela… Não é humana. – Disse com semblante embaixo – Fico com medo de pensar se acontece algo mau para ela. Não merece. Só acontece azar àquela miúda.
Após à confissão, Mizuno fica pouco séria com a revelação da filha da Bunny. Recorda-se:
- “Estou ansiosa para voltar a esta cidade. Como estarão todos?”, Pensa enquanto olha para o vidro no lugar onde está sentada. Observa o céu azul claro e simples naquele dia.
Amy mizuno, navegante de mercúrio, é uma jovem com uma personalidade tímida, afável e inteligente que tinha o sonho de tornar-se uma médica por excelência. Desde de sempre que amy estudou intensivamente para concretizar esse sonho. No entanto, o seu desempenho académico era prejudicado pelos comentários desapreciados pelos colegas da sua turma e outras que a criticavam-na por ser sempre a melhor estudante da sua escola. Por causa dessas atitudes, amy refugiava-se sempre sozinha no último piso na escola durante os intervalos para evitar sofrer. Um dia, conheceu a Bunny tsukino. Todos diziam que a rapariga de cabelos loiros era tresloucada, péssima estudante e má influencia para si. Mas isso não a fez deter. Considerou Bunny a sua melhor amiga e graças a ela descobriu a felicidade e tornar-se confiante. Após à última batalha contra galáxia, dedicou corpo e alma aos estudos para ver o seu sonho concretizado. Conseguiu. Fez estágios em Tóquio e trabalhou em inúmeros hospitais noutros países até que parou e ficou a residir na Alemanha junto da mãe. Agora passados 12 anos, Mizuno regressa à cidade natal para participar no XXI Congresso de Saúde realizado em Tóquio.
Chegada a Tóquio, Amy caminha com o suporte da bagagem para pista de chegada e sorri. Vê Gonçalo e Bunny que estão à sua espera. As duas abraçam-se para preencher as saudades que tinham da separação. Após ao acto, Bunny põe as mãos nos ombros da jovem e sorri dizendo solenemente:
- Bem-vinda, Amy.
- Obrigada Bunny. Mais uma vez agradeço a tua amabilidade de concederes o quarto de visitas na tua casa. – Diz sorrindo.
- Ora. É para isso que servem as amigas. – Diz mantendo o sorriso e pisca o olho.
Gonçalo também cumprimenta Amy e ajuda-a a levar a sua bagagem para a porta bagagens no seu carro cor vermelho vivo. Entram e Jiba arranca em direcção para a casa dos Tsukino. Chegados, o esposo da Bunny avança com a bagagem da Mizuno enquanto Bunny e Amy conversam atrás de si. Chegadas à mansão, Chibiusa abre a porta e corre em direcção à mãe. Cumprimenta Amy e pede desculpa pode não comparecer à sua chegada por causa da escola. Amy compreende. Abraçam-se. Todas entram na mansão e vão para a sala de estar. Conversam sobre o que fizeram durante os 12 anos que estiveram separadas. Diante a conversa, Jiba junta-se a elas. Enquanto a conversa decorre, Chibiusa recorda-se no dia anterior. Ontem a turma da tsukino fez o teste de história. Tudo estava a correr sobre rodas quando de repente sente uma luz mística esverdeada ao seu lado. Vira a cara e vê Magdaléne novamente em transe. Chibiusa levanta-se e tenta aproximar-se da amiga mas é em vão pois a energia que a rodeia fá-la afastar-se. Vendo aquela situação, a docente de história caminha para a jovem Christopher e chama-a à atenção. Esta volta a si e sai de transe. Vira a cara para os lados perguntando o que se passou. Furiosa com a atitude, a docente dá um sermão à jovem afirmando para se deixar de cinismos e para concentrar-se no teste senão será obrigada a sair da sala de aula. Incrédula, Magdaléne olha estupefacta para a stora e não compreende nada. Pede desculpas. A docente olha para a chibiusa que já estava a levantar-se no chão e pergunta se está em condições de continuar o teste. Ela afirma e regressa à sua carteira. Ainda mais zangada, a professora de História olha severamente para a amiga da Tsukino e diz que não faça mais asneiras como magoar os colegas tal como fez há pouco. A rapariga levanta novamente o semblante para a professora e diz que não sabe do que está a falar. Mais irritada ainda, diz para deixar-se de cinismos e caso continue irá relatar tudo à diretora de turma. Vira-se e regressa para a sua secretária. Pede aos estudantes para continuar o teste. Triste, Magdaléne volta a concentrar-se no teste. Chibiusa olha-a com um ar triste a focar. Após o teste terminar, os estudantes saem da sala de aula. Sozinha, Magdaléne caminha a passo meio acelerado para fora do recinto com a chibiusa a chamar pelo seu nome. Fora do local académico, Tsukino toca no ombro direito da jovem que vira-se para ela com olhar triste. Preocupada, Chibiusa pergunta o que se passou e se foi ao médico. Ela responde que fez novamente exames de rotina e os resultados estavam normais. Acrescentou que se sentia bem mas confusa sobre tudo o que se passou naquela altura. Chibiusa dá a mão à amiga e afaga dizendo – lhe para não ligar ao que a docente disse. Apesar daquela resposta, Magdaléne olha para a amiga com ar desconfiado e diz que sente medo daquilo que a docente falou. Disse que o melhor era que ela se afastasse para não correr mais perigos. Chibiusa não consente o pedido da amiga e diz que são amigas. Diz também que os amigos servem para se ajudar. Perante tais palavras, Magdaléne acalma-se e pede desculpa à amiga. Chibiusa compreende e tenta perceber o que está a passar com ela. Ela diz para não insistir e que fale de outras coisas. Enquanto lembrava-se daquele episódio, Bunny chama insistente o nome da filha. Ela acorda e vira a cara para a mãe que está preocupada. Ela sorri e pede desculpas por estar desatenta. Pergunta – lhe o que queria. A mãe pergunta se está tudo bem. Ela diz que não era nada de importante e diz-lhe se não é hora de almoçar. Bunny bate as mãos e acena afirmativamente. Todos rumam para a cozinha cuja refeição estava já preparada para se servirem. Após à refeição, Chibiusa incentiva Amy para mostrar o seu quarto. Bunny concorda. Ambas sobem as escadas e vão para o quarto da jovem Tsukino. Abrindo a porta cor branca com a maçaneta de oiro surge o quarto da Chibiusa com as paredes pintadas de rosa, o tecto plano branco com um Candeeiro de tecto em acrílico amarelo no centro. No lado superior esquerdo está a cama com uma mesa-de-cabeceira acastanhada escura junto. No lado direito frente à cama está um enorme armário branco onde guarda a indumentária e o calçado. Junto ao armário está uma mesa de secretária de cor castanha clara composta de 4 gavetas de ambos os lados da secretária. O fim da parede termina com uma janela de 4 vidros em porta com cortinados brancos presos nas pregas de cada lado. Na parede ao lado da janela está um armário composto de 6 estantes com livros da escola e outros géneros: História, romance e fantasia. O chão é carpeteado de branco. Chibiusa guia Amy pela mão com esta a fechar a porta atrás de si a pedido da jovem. Ambas sentam-se na cama da tsukino e ficam com olhares paralelos. Chibiusa fica um pouco séria e pergunta à tia:
- Amy. Tenho um assunto muito sério para falar contigo. Mas não quero que fales com os meus pais sobre aquilo que vou contar. Consegues Guardar este segredo?
Amy fica pouco apreensiva com a pequena. Acalma-se, mantem a postura:
- Chibiusa. Podes contar que não irei contar nada a eles. – Faz o juramento dos dedos mindinhos com a pequena.
- Obrigada. Hum… Bem. É sobre uma colega da minha escola que é minha amiga. Creio que tenha vários problemas de saúde como no género ela é muito boa pessoa. Isola-se bastante por causa do seu sofrimento por causa dos colegas que gozavam constantemente com ela. Além disso, ela tem “ataques”… Como Hei-de de explicar… Ela por vezes entra num estado… Altera o comportamento, percebes? Como por exemplo, ontem quando estávamos a fazer o teste de história, ela sentiu – se novamente estranha. Estava preocupada e fui ao seu auxílio mas ela empurrou-me… não era ela, tia. Parecia que estava possessa. Instantes depois ela voltou a si e não apercebeu do que estava a passar. Fico com medo dela sempre que lhe acontece isto. Não entendo o que tem? Perguntei se foi ao médico. Ela afirmou e disse que os resultados estavam normais. Às vezes pergunto-me se ela… Não é humana. – Disse com semblante embaixo – Fico com medo de pensar se acontece algo mau para ela. Não merece. Só acontece azar àquela miúda.
Após à confissão, Mizuno fica pouco séria com a revelação da filha da Bunny. Recorda-se:
…
- Daqui a dois dias, Mariana.
- Ainda bem que vens. Temos que reunir novamente. Algo de muito mal está para a acontecer, Amy.
- Acredito que digas isso. Saberei mais quando estiver por aí.
- Sim. Pensamos reunir-nos no dia do concerto da Joana e Yaten. No dia seguinte, iremos debater sobre o assunto.
- Muito Bem, Mariana. Obrigada e até breve.
- Até Breve Amy.
- Ainda bem que vens. Temos que reunir novamente. Algo de muito mal está para a acontecer, Amy.
- Acredito que digas isso. Saberei mais quando estiver por aí.
- Sim. Pensamos reunir-nos no dia do concerto da Joana e Yaten. No dia seguinte, iremos debater sobre o assunto.
- Muito Bem, Mariana. Obrigada e até breve.
- Até Breve Amy.
…
Amy volta a si e olha novamente para a Chibiusa que aguarda uma resposta. Mizuno pega nas mãos da filha da cara de lua e sorri solenemente dizendo:
- Chibiusa. Não te preocupes. Vai tudo correr bem. Se a tua amiga diz que está tudo bem com ela deves atentar à sua confiança. Por isso, não há necessidade de preocupação. Quando preocupas em demasia… Ela não irá ficar contente com a tua preocupação pois não era isso que desejava. Por isso animo, pequena.
- Oh. Achas? Obrigada, Tia Amy. – Diz abraçando-se a Amy.
- De nada, chibiusa. Agora. Que tal irmos comer uma fatia de Bolo de chocolate que a Maria deixou para a Bunny? Aquela gulosa não pode comer todo. – Diz
- Acho que sim.
- Chibiusa. Não te preocupes. Vai tudo correr bem. Se a tua amiga diz que está tudo bem com ela deves atentar à sua confiança. Por isso, não há necessidade de preocupação. Quando preocupas em demasia… Ela não irá ficar contente com a tua preocupação pois não era isso que desejava. Por isso animo, pequena.
- Oh. Achas? Obrigada, Tia Amy. – Diz abraçando-se a Amy.
- De nada, chibiusa. Agora. Que tal irmos comer uma fatia de Bolo de chocolate que a Maria deixou para a Bunny? Aquela gulosa não pode comer todo. – Diz
- Acho que sim.
Chibiusa levanta-se e pega na mão da Amy. Juntas deixam o quarto e rumam para a cozinha vendo a Bunny e Gonçalo a conversar na pequena varanda que está anexada na parte inferior direito. Entram e veem o bolo no centro da mesa inteiro. Junto ao bolo está um conjunto de chá. Os dois olham para elas. Jiba pergunta se querem juntar-se a eles ao que afirmam. Agora sentadas na parte lateral direita na mesa tiram para si duas chávenas de chá e dois partos com garfo. Gonçalo parte o bolo em fatias e distribui para cada um. Servem-se e ficam a conversar.
A tarde caía e a noite chegava. Após jantarem e a Chibiusa no quarto a fazer os trabalhos da escola, Bunny e Amy vão para o escritório com Gonçalo. Todos sabiam da reunião que iam ter no domingo. Entram e sentam-se à roda da mesa de escritório. Conversam.
A tarde caía e a noite chegava. Após jantarem e a Chibiusa no quarto a fazer os trabalhos da escola, Bunny e Amy vão para o escritório com Gonçalo. Todos sabiam da reunião que iam ter no domingo. Entram e sentam-se à roda da mesa de escritório. Conversam.
- Amy. A chibiusa falou alguma coisa suspeita? – Questiona Bunny
- Bunny. Falou mas não vou entrar com pormenores. Pediu que guardasse segredo e é isso que vou fazer. Mas pelo aquilo que conta não parece ser nada de extraordinário. Por isso, como não esteve em perigo não podemos entrar logo em pânico. Deixa as coisas acontecerem. Se algo ruim surgir estamos cá para intervir.
- Está Bem. Mas nada de mal aconteceu? – Pergunta Gonçalo. – Reparo que tem andado distraída e preocupada. Mas sei que nunca gosta de revelar o que incomoda. Tal mãe, Tal filha. – Olha para a Bunny que fica pouco embaraçada.
- Gonçalo. Não precisas de ser assim. Então. – Diz com ar embaraço. – Mas se te disse isso significa que é sempre verdade o que as outer disseram. Sabes, aquilo que te disse ao telefone.
- Sim. A mariana também tinha comunicado sobre isso quando vinha para Tóquio. Mas não creio que seja ameaça. Vamos esperar o que acontece. Estamos todas. Por isso, nada de pânico.
- Muito bem. Até agora nada houve. Quando reunirmos vamos ver no que isto dá – Disse Bunny a olhar para os presentes.
- Sim. - Disseram Gonçalo e Amy.
A noite caía. Estava sentada agarrada a si de costas para a parte lateral esquerda da cama. Chorava baixinho no seu quarto escuro. Questionava constantemente a questão que tinha na mente: “ Porque acontece sempre isto?”. Aos poucos eleva a cabeça e esfrega os olhos à mão esquerda. Acalma – se. Encosta-se completo à cama e olha frente para a janela cerrada pelos cortinados.
- Não Devia… Desculpa Chibiusa. Não Devia ser tua amiga. – Diz com olhar tristemente sereno e fixo aos cortinados. Agora olha para as palmas das mãos - estas mãos só desfazem em vez de fazer. Não dão algum contributo para o bem… Sim. Devo dizer-lhe que a nossa amizade acabou. Isto não pode continuar. Algo estranho está a acontecer – me. Não sei bem o que é!
Enquanto monologava surge uma voz.
- Está Bem. Mas nada de mal aconteceu? – Pergunta Gonçalo. – Reparo que tem andado distraída e preocupada. Mas sei que nunca gosta de revelar o que incomoda. Tal mãe, Tal filha. – Olha para a Bunny que fica pouco embaraçada.
- Gonçalo. Não precisas de ser assim. Então. – Diz com ar embaraço. – Mas se te disse isso significa que é sempre verdade o que as outer disseram. Sabes, aquilo que te disse ao telefone.
- Sim. A mariana também tinha comunicado sobre isso quando vinha para Tóquio. Mas não creio que seja ameaça. Vamos esperar o que acontece. Estamos todas. Por isso, nada de pânico.
- Muito bem. Até agora nada houve. Quando reunirmos vamos ver no que isto dá – Disse Bunny a olhar para os presentes.
- Sim. - Disseram Gonçalo e Amy.
A noite caía. Estava sentada agarrada a si de costas para a parte lateral esquerda da cama. Chorava baixinho no seu quarto escuro. Questionava constantemente a questão que tinha na mente: “ Porque acontece sempre isto?”. Aos poucos eleva a cabeça e esfrega os olhos à mão esquerda. Acalma – se. Encosta-se completo à cama e olha frente para a janela cerrada pelos cortinados.
- Não Devia… Desculpa Chibiusa. Não Devia ser tua amiga. – Diz com olhar tristemente sereno e fixo aos cortinados. Agora olha para as palmas das mãos - estas mãos só desfazem em vez de fazer. Não dão algum contributo para o bem… Sim. Devo dizer-lhe que a nossa amizade acabou. Isto não pode continuar. Algo estranho está a acontecer – me. Não sei bem o que é!
Enquanto monologava surge uma voz.
“ As pessoas são criaturas incrivelmente extraordinárias. São capazes de tudo para atingir os seus fins! Eu bem avisei a tempo para não confiares da sua espécie.”
- Quem está a falar? – Diz espantada
Nisto surge um vulto frente à jovem. É Nemésis.
Nisto surge um vulto frente à jovem. É Nemésis.
- Olá.
- Oh! És a menina que vi há um tempo atrás. Que queres de mim?
- Pobre alma. Apenas vim a consolar – te. Estás magoada, não é verdade?
- Sim.
- Então o que te preocupa? – Diz agora de cocas com os braços apoiados no joelho frente a Magdaléne.
- Não compreendo como posso ser horrível para as pessoas de quem eu gosto. Fiz exames mas está tudo bem. Não sei que “ataques” são estes que os fazem magoar. Todos ficam zangados comigo e dizem que estou a mentir e fingir que não sei de nada. Mas a verdade é que realmente não sei do que falam. Quando pergunto parece que desviam a conversa. – Diz pouco triste.
- Então, então. Não precisas ficar nessa maneira, Magdaléne. – Diz com a mão direita a afagar as mãos da rapariga. – É importante compreenderes que o lugar que vives não é aquilo que desejamos que seja. As pessoas que neste mundo habitam desejam feroz e malvadez tudo o que ambicionam. Nem que seja tudo o que for preciso inclusive usar inocentes como tu! – Diz com o olhar meio sério.
- Mas porquê? Estou farta disto. Por causa destes comportamentos eu sofri e todos pensaram que estava louca. O que não é verdade. Mas ninguém importa-se com isso. Todos têm sempre uma palavra a dizer. E quando é a minha vez as minhas não contam. É muito injusto. É muito injusto. – Diz a lacrimejar.
- Compreendo a tua situação, querida. Foste forte e suportaste tudo e todos. Bem sei até que ponto foi o teu sofrimento. Bem sei o que passaste. Mas agora tudo vai mudar. Tomas-te a decisão de quebrares a tua amizade com a Chibiusa. É o primeiro passo para aquilo que desejas. Agora conta comigo para ajudar nessa acção. – Diz meiga e serena.
- Hum…
- Bem. Agora que tomaste a decisão acabe executar –la logo possível. Quanto mais breve melhor. – Disse enquanto se levanta ficando frente a Magdaléne.
- Hum.
- Vamos ânimo. Estarei aqui para o que for preciso. – Diz com sorriso solenemente maléfico. – Calma. – Termina a frase pousando a mão esquerda no ombro esquerdo da jovem.
Magdaléne olha com olhos solenes para ela que agora sorri amavelmente. Pensa nas palavras da menina e diz:
- Porque tomas sempre as decisões por mim? Eu penso e ajo pela minha vontade. Nunca consenti qualquer tipo de relação contigo. – Diz agora levantada. – Nem sequer sei quem és, onde vens e porque estás aqui. Diz – me quais são as tuas verdadeiras intenções. – Diz agora zangada com a áurea mística surgir à sua volta.
Perante tais palavras, Némesis fica séria mas surpreende-se com o estado que a jovem Christopher está a passar: - Sabes. Faço pelo teu bem. Preocupo contigo. Principalmente com o que estás a agora sujeita. Já viste como estás neste preciso momento, Magdaléne?
- Não precisas que digas nada. Apenas sei que estou a sentir zanga por queres controlar-me. CHEGA! Estou farta de todos controlarem – me. E não és tu que vai obrigar – me a isso.
Após à sua declaração, a jovem faz explodir a sua energia mística enchendo o quarto de luz enquanto grita em tom estridente toda a dor acumulada há muito guardada. Após ao efeito a luz desvanece e cai exausta. Estática, a deusa da vingança sorri com o episódio e comenta:
- É por isto mesmo que temos que ser amigas. Tu e eu somos parecidas nesse sentido. Eu sei como é a dor. Sei como é passar e viver esse sentimento todos os dias. Acredita. Posso provar como digo a verdade. Basta pegares na minha mão. Verás o que estou a sentir neste preciso momento. Mas atenção. Se depois viveres com arrependimento após esta experiência não quero que sintas rancor de mim. Eu avisei com antecipação aquilo que ias presenciar. Então? O que vais fazer?
Face às palavras da Deusa e mantendo uma postura chateada sem ponderar sobre o assunto, estende rapidamente a mão a Némesis. O aperto não surte efeito algum.
- Então? Onde está a dor que tanto falas? – Diz Magdaléne em tom sarcástico.
- AQUI!
A Jovem sente um Horrível surto psicológico na sua mente. Quer soltar a mão da Deusa que a impede de fazer para que ela continue a sentir a tremenda Dor que está a presenciar. Várias imagens de vultos a magoar, insultar e mutilar enchem a mente de Magdaléne o que a faz gritar constantemente pensando que é vitima dos actos horríveis. Ela estreme, agita-se, chora, implora tenta soltar a sua mão da mão de Némesis. Esta Insiste a não largar enquanto não ouvir da jovem que a Deusa compreende a sua situação.
- AHHH!!! LARGA-ME, LARGA-ME JÁ! NÃO AGUENTO ISTO POR MUITO MAIS!!! LARGA –ME SUPLICO-TE. PEÇO O FAVOR DE LARGARES A MINHA MÃO… AHHH!!! CHEGA NÃO QUERO ISTO. – Diz o suplício com lágrimas nos olhos.
- Só faço se me disseres o que achas daquilo que suporto constantemente com a acção humana. Caso contrário irei aumentar mais dor dentro de ti. Afinal isto é apenas uma pequena amostra daquilo que sinto.
- Está bem. Acredito em ti e sei o que estás a passar… Larga-me, por favor.
- Bem. Assim seja.
Némesis larga a mão. Magdaléne cai no chão sufocante e em choque após à experiência fatal. Olha de relance para a menina que fica triste com a sua postura.
- Tu sentes aquilo todos os dias? E dizes que deste uma amostra? Não pode ser! Como podes viver assim? Deves sofrer constantemente. Que horrível viver assim. Se fosse eu não…
-Mas tu vives assim. Vives de uma maneira semelhante à minha. Mas consegues aliviar essa dor quando estás só como agora estavas fechada no teu quarto. Sei que estavas a sofrer com as situações vividas mas é um pouco aliviante sem a presença daqueles que nos sujeitam à dor. Por isso, resolvi ir ao teu encontro pois partilhamos destinos semelhantes. Desculpa se foi duro.
- Comparado à minha situação… A tua é bem pior do que a minha. Mas diz-me. Por que razão sujeitas a passar por isto?
- Mag. Lembras –te no nosso primeiro encontro? Perguntaste quem era. Eu apresentei com provas a minha identidade: Némesis, a Deusa da Vingança. A minha função é suportar a dor de todos os seres vivos que adquiro com base dos actos que os seres vivos praticam diariamente. Esse é o papel que eu, Deusa da Vingança desempenha. E por isso, estou aqui para ajudar-te a livrar da dor que tanto estás a passar. Tal como outros seres, acompanhei o teu crescimento e o teu relacionamento com a tua espécie. E muito sinceramente o que te fizeram é muito injusto. E por causa disso decidi vir em teu socorro para que possas viver um pouco mais aliviada. Agora que já sabes mais sobre mim quero a minha parte. Quero saber se tu desejas ser minha amiga. Acho que atua decisão de deixares de ser amiga de quem és é o primeiro passo de aliviares um pouco a tua…
- Não. Não pretendo acabar a amizade com Chibiusa por causa da minha dor. Apenas faço para evitar que ela sofra comigo.
– Diz pouco triste.
- Porquê?
- Porque às vezes tenho “ataques” despercebidos que chegam a magoar alguém. Um dia poderá ser ela e não quero que aconteça. É por causa disso que quero que a nossa amizade termine. E não para aliviar a minha dor.
- Hum. Estou a ver. Compreendo o que estás a passar. É difícil mas estou aqui para te ajudar, se quiseres.
Face àquelas palavras Magdaléne não sabia o que dizer. Também não sabia que decisão tomar. Apenas queria que ninguém fosse magoado com as suas estranhas atitudes mesmo que ficasse na autêntica solidão. Mas agora conhecendo um caso semelhante ao seu não poderia recusar à Deusa da Vingança a sua amizade. Podia aprender com ela o porquê dela estar destinada a suportar toda a dor dos seres vivos e também compreender e a lidar com a dor de ambas.
_ “ Afinal somos parecidas. Hum. Vou aceitar. Depois se não resultar da maneira que espero quebro a amizade”, pensou enquanto olhava estática para a menina que aguardava a sua resposta. - Está Bem. Aceito a tua amizade, Némesis.
Satisfeita com a atitude da jovem, Némesis abraça-a sorrindo – Não te vais arrepender, Mag. – Diz com um lindo sorriso nos lábios sinistros. Quando se desvia da rapariga, a deusa olha-a nos olhos e senta-se no chão à sua frente. Começa a conversar com ela sobre assuntos de personalidade. Mag olha-a com ar questionável mas vendo-a mais aliviada sorri e participa na conversa. Começava uma nova amizade entre um ser mística com uma Deusa malvada.
(a música acaba aqui)
…

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
- Bolas que viagem cansativa. Pensei que nunca mais chegávamos ao destino.
- Pois. Já começava a sofrer de dormências por estar sentado tanto tempo. Mas cá estamos em tóquio finalmente. Anda. vamos. O chauffeur está à nossa espera.
Saem de mão dada com o rapaz das bagagens acaminhar à frente de ambos mas são interrompidos com as intervenções dos medias que tentam fotografar o casal musical mais afamatico a nível mundial. Face aos flash cobrem as caras com o antebraço e caminham a passo rápido escusando comentar algo que os jornalistas questionam. Conseguem chegar ao carro e entram rapidamente nas portas de trás. Fecham e trancam. Veem o rapaz a descarregar velozmente a bagagem no carro. Fecha o tampo e bate três vezes no tampo da porta da bagageira do carro. O chauffeur pega a fundo e dissipa-se entre a multidão que chegue sem alcançar os músicos.
- Bolas. Nem aqui temos privacidade. Pergunto se no hotel acontece o mesmo.
- É normal. Estas coisas acontecem. Lembra-te que somos estrelas. É natural que sejamos o centro das atenções.
- Hum. Mas queria um pouco de privacidade. Às vezes isto lembra-me quando eu e os meus irmãos eramos interrompidos na escola, rua e casa. São cá uns parasitas.
- Bem sei. Olha chegámos.
Chegam ao hotel “Famous”. Saem do carro. O bagageiro vai ao encontro do casal cumprimentando-os e vai à mala do carro tirar as bagagens enquanto entram no hotel e vão à recepção para pedir a chave. Depois vão para o elevador e chegam ao respectivo andar onde fica o quarto. Entram e “caem” estafados no sofá branco de 3 lugares situado no centro da sala. Passados alguns minutos batem à porta. Yaten levanta-se. Abre a porta e vê o bagageiro a entregar com as suas bagagens e das de Joana. Dá gorjeta, despede-se e fecha a porta. Exclama um ar exausto e senta-se junto da amada que a abraça – a.
- Bolas. Até que enfim um pouco de paz. – Exclama afagando as costas da Joana.
- É. Sabemos como é difícil sermos estrelas conhecidas. Mas sabíamos também que não ia ser fácil vivermos desta maneria. Os sonhos, as ambições que decidimos podem por vezes serem chatos por causa dos outros sempre implicar e intrometer nas nossas vidas. É um fardo que chega a estrangular a nossa paciência. – Diz joana meio assonada.
- Querida. Dorme. Sei como estás cansada e pouco irritada. Quando terminados a última fase da turneê iremos de férias para um sítio onde ninguém nos irá interromper. – Diz Yaten em tom meigo.
- Sim.
Yaten deita suavemente joana no sofá e tapa-a com um cobertor de linho amarelado. Vagueia pela sala e estagna na varanda. Liga o telemóvel para Kinmoku. Fala com a família. Passado meia hora. Entra na sala. Pega da namorada e leva-a para o quarto de casal. Adormecem juntos.
- Pois. Já começava a sofrer de dormências por estar sentado tanto tempo. Mas cá estamos em tóquio finalmente. Anda. vamos. O chauffeur está à nossa espera.
Saem de mão dada com o rapaz das bagagens acaminhar à frente de ambos mas são interrompidos com as intervenções dos medias que tentam fotografar o casal musical mais afamatico a nível mundial. Face aos flash cobrem as caras com o antebraço e caminham a passo rápido escusando comentar algo que os jornalistas questionam. Conseguem chegar ao carro e entram rapidamente nas portas de trás. Fecham e trancam. Veem o rapaz a descarregar velozmente a bagagem no carro. Fecha o tampo e bate três vezes no tampo da porta da bagageira do carro. O chauffeur pega a fundo e dissipa-se entre a multidão que chegue sem alcançar os músicos.
- Bolas. Nem aqui temos privacidade. Pergunto se no hotel acontece o mesmo.
- É normal. Estas coisas acontecem. Lembra-te que somos estrelas. É natural que sejamos o centro das atenções.
- Hum. Mas queria um pouco de privacidade. Às vezes isto lembra-me quando eu e os meus irmãos eramos interrompidos na escola, rua e casa. São cá uns parasitas.
- Bem sei. Olha chegámos.
Chegam ao hotel “Famous”. Saem do carro. O bagageiro vai ao encontro do casal cumprimentando-os e vai à mala do carro tirar as bagagens enquanto entram no hotel e vão à recepção para pedir a chave. Depois vão para o elevador e chegam ao respectivo andar onde fica o quarto. Entram e “caem” estafados no sofá branco de 3 lugares situado no centro da sala. Passados alguns minutos batem à porta. Yaten levanta-se. Abre a porta e vê o bagageiro a entregar com as suas bagagens e das de Joana. Dá gorjeta, despede-se e fecha a porta. Exclama um ar exausto e senta-se junto da amada que a abraça – a.
- Bolas. Até que enfim um pouco de paz. – Exclama afagando as costas da Joana.
- É. Sabemos como é difícil sermos estrelas conhecidas. Mas sabíamos também que não ia ser fácil vivermos desta maneria. Os sonhos, as ambições que decidimos podem por vezes serem chatos por causa dos outros sempre implicar e intrometer nas nossas vidas. É um fardo que chega a estrangular a nossa paciência. – Diz joana meio assonada.
- Querida. Dorme. Sei como estás cansada e pouco irritada. Quando terminados a última fase da turneê iremos de férias para um sítio onde ninguém nos irá interromper. – Diz Yaten em tom meigo.
- Sim.
Yaten deita suavemente joana no sofá e tapa-a com um cobertor de linho amarelado. Vagueia pela sala e estagna na varanda. Liga o telemóvel para Kinmoku. Fala com a família. Passado meia hora. Entra na sala. Pega da namorada e leva-a para o quarto de casal. Adormecem juntos.
…
- Já não via tanta alegria nesta casa desde que o clube de tóquio foi pela terceira vez campeão em casa. – Exclama alegre Joseph.
- Sabes como são as mulheres, pai. Quando algo alegre acontece nas suas vidas ficam tão excêntricas que nada as faz parar. – Diz jack com olhar fixo da alegria eufórica da Abby e Olive.
- Meninas. Posso saber o porquê de tanta alegria? – Diz Joseph.
- Oh Querido nem vais acreditar. Participamos no concurso da rádio “StarFame Me” e Ganhamos os 6 bilhetes grátis para o concerto de sábado. – Diz Olive cheia de alegria.
- Já dei dois dos 6 bilhetes às minhas amigas. Os restantes ainda estão por determinar à família para quem é fã da banda. Vai ser emocionante voltar ouvir ao vivo “StarAndLove”. – Diz Abby radiante.
- Estou a ver. Fico contente com vocês. Podem contar comigo que irei ao concerto. E tu, jack?
- Eu não vou. Nesse dia vou estudar na casa do Paulie. Aposto que a Mag e o Joshua devem estar interessados.
- Muito bem. Só falta saber se eles estão interessados. Oh. A falar do diabo e eles a aparecer.
Joshua chegava a casa enquanto Mag descia as escadas a caminho da cozinha. O irmão mais velho sorri para a irmã mais nova do casal Christopher. Chegados um ao outro são interrompidos pelo joseph.
- Olá Meninos. Venham à cozinha. A vossa irmã e mãe têm algo a comunicar. – Empurra os dois para a cozinha. Abby conta-lhes o sucedido. Sabendo da alegria e aprovação da irmã, Joshua também concorda em participar no concerto realizado no sábado.
- Ora bem. Feitas as entregas dos bilhetes não se esqueçam que temos que sair de casa nesse dia às 20h45 para estarmos pontuais às 21h00 para que às 21h15 assistimos ao concerto na íntegra. – Diz Abby um pouco séria e alegre.
- Está bem mana. Não vou esquecer. – Diz meigamente Joshua.
- Eu também não vou esquecer. – Diz Mag que olha soslaio para o lado direito vendo Némesis a sorrir.
- Isso mesmo.
Após à conversa do concerto cada um segue a sua rotina: Abby sai de casa para ir ter com as suas amigas. Olive vai para o curso de culinária. Joseph vai para o escritório trabalhar no projecto de design. Jack vai para o quarto estudar. Joshua segue Mag que está prestes a sair mas é interrompida por ele perguntar onde vai e se pode fazer-lhe companhia. Mag nunca consegue responder não ao seu irmão. Por isso, diz-lhe que apenas vai dar um passeio para espairecer. Então, ele diz que vai para o quarto fazer a tese. Ela despede-se dele e ele faz o mesmo. Saída de casa, Mag caminha quando é interrompida mentalmente com as palavras da Deusa da Vingança:
- O teu irmão está sempre preocupado contigo. Não achas que esse nível de preocupação é extremo? Não devia ser a tua mãe ou o teu pai a desempenhar esse papel? – Diz a menina que caminha a seu lado que ninguém vê à excepção da Mag.
Ela responde mentalmente: Ora. O Joshua sempre foi muito preocupado comigo. Deve ser assim porque é o irmão mais velho e por isso esse acto de preocupação. – Diz sorrindo.
Enquanto caminhava e ia virar a esquina, Magdaléne choca com um vulto que fá-la cair no chão. Agita um pouco com a dor por causa da queda e quando ia tomar postura acalma e admira-se. Era Chibiusa.
- Sabes como são as mulheres, pai. Quando algo alegre acontece nas suas vidas ficam tão excêntricas que nada as faz parar. – Diz jack com olhar fixo da alegria eufórica da Abby e Olive.
- Meninas. Posso saber o porquê de tanta alegria? – Diz Joseph.
- Oh Querido nem vais acreditar. Participamos no concurso da rádio “StarFame Me” e Ganhamos os 6 bilhetes grátis para o concerto de sábado. – Diz Olive cheia de alegria.
- Já dei dois dos 6 bilhetes às minhas amigas. Os restantes ainda estão por determinar à família para quem é fã da banda. Vai ser emocionante voltar ouvir ao vivo “StarAndLove”. – Diz Abby radiante.
- Estou a ver. Fico contente com vocês. Podem contar comigo que irei ao concerto. E tu, jack?
- Eu não vou. Nesse dia vou estudar na casa do Paulie. Aposto que a Mag e o Joshua devem estar interessados.
- Muito bem. Só falta saber se eles estão interessados. Oh. A falar do diabo e eles a aparecer.
Joshua chegava a casa enquanto Mag descia as escadas a caminho da cozinha. O irmão mais velho sorri para a irmã mais nova do casal Christopher. Chegados um ao outro são interrompidos pelo joseph.
- Olá Meninos. Venham à cozinha. A vossa irmã e mãe têm algo a comunicar. – Empurra os dois para a cozinha. Abby conta-lhes o sucedido. Sabendo da alegria e aprovação da irmã, Joshua também concorda em participar no concerto realizado no sábado.
- Ora bem. Feitas as entregas dos bilhetes não se esqueçam que temos que sair de casa nesse dia às 20h45 para estarmos pontuais às 21h00 para que às 21h15 assistimos ao concerto na íntegra. – Diz Abby um pouco séria e alegre.
- Está bem mana. Não vou esquecer. – Diz meigamente Joshua.
- Eu também não vou esquecer. – Diz Mag que olha soslaio para o lado direito vendo Némesis a sorrir.
- Isso mesmo.
Após à conversa do concerto cada um segue a sua rotina: Abby sai de casa para ir ter com as suas amigas. Olive vai para o curso de culinária. Joseph vai para o escritório trabalhar no projecto de design. Jack vai para o quarto estudar. Joshua segue Mag que está prestes a sair mas é interrompida por ele perguntar onde vai e se pode fazer-lhe companhia. Mag nunca consegue responder não ao seu irmão. Por isso, diz-lhe que apenas vai dar um passeio para espairecer. Então, ele diz que vai para o quarto fazer a tese. Ela despede-se dele e ele faz o mesmo. Saída de casa, Mag caminha quando é interrompida mentalmente com as palavras da Deusa da Vingança:
- O teu irmão está sempre preocupado contigo. Não achas que esse nível de preocupação é extremo? Não devia ser a tua mãe ou o teu pai a desempenhar esse papel? – Diz a menina que caminha a seu lado que ninguém vê à excepção da Mag.
Ela responde mentalmente: Ora. O Joshua sempre foi muito preocupado comigo. Deve ser assim porque é o irmão mais velho e por isso esse acto de preocupação. – Diz sorrindo.
Enquanto caminhava e ia virar a esquina, Magdaléne choca com um vulto que fá-la cair no chão. Agita um pouco com a dor por causa da queda e quando ia tomar postura acalma e admira-se. Era Chibiusa.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
IX
Chibiusa Tsukino é uma rapariga extrovertida, alegre, esperta e madura elementos de uma personalidade séria e adulta face aos conflitos que se depara. Por isso a sua caraterização define-se por ser uma autêntica senhora precoce. Desde de sempre que a pequena tsukino quis superar as suas dificuldades quer dentro ou fora do âmbito escolar. Sempre que tinha problemas era ela que os resolvia sem os pais saberem. Mas se fosse algo relacionado com desempenho ou conflitos escolares nada podia fazer uma vez que era menor e cabia aos encarregados de educação essa função. A sua relação com os pais, Gonçalo Chiba e Bunny Tsukino é amorosa, carinhosa, afectuosa mas também por vezes conflituosa principalmente no que trata amizades com colegas, namoricos ou outro tipo de situações. Mas com o passar do tempo e chegando ao 9º ano os pais acabaram com esse tipo de brigas pois compreenderam que a filha desejava tornar-se uma rapariga adulta e perfeita em tudo o que fazia. E assim conseguiu. Tornou a sua vontade em realidade e todos a respeitam-na sendo uma colega, filha e amiga perfeita e popular. Contudo, Chibiusa andava preocupada com a Magdelene. Sabia que não andava nada bem e reflectia que ao desabafar o assunto com Amy pudesse encontrar respostas para entender o comportamento da jovem. Porém, Ela pensou que se contasse “quase” tudo a Amy esta podia contar aos seus pais o que acabou por acontecer isto porque ela não queria fazer mas fez só para saber se a sua teoria estava certa. E realmente estava. Amy contou algo de Magdelene aos seus pais. Com isto, chibiusa ficou pouco chateada e com isso entendeu que caso algum assunto semelhante a este acontecesse no futuro não estava para relatar nada a ninguém pois esse alguém jamais iria jurar que ia contar nada a ninguém. Chibiusa pediu o consentimento dos pais para dar um passeio. Eles aprovaram afirmando que não chegasse tarde a casa. Ela prometeu que ia chegar a tempo e a horas do jantar. Depois disto saiu e correu para a casa da sua amiga. Quando estava prestes a virar a esquina choca com Magdelene. Felizmente para seu lado, ela consegue estagnar. Mas para Mag as coisas não aconteceram assim. Esbarrou nela e caiu acabando por sofrer com a queda. Quando abre os olhos com um pouco de zanga alivia-se e vê Chibiusa. Assume postura e recompõem-se.
- Chibiusa. O que fazes aqui?
- Olá Mag. Desculpa a queda. Estás melhor? – Pergunta com ar de preocupação.
- Como vês estou. Mas não respondeste à minha questão.
- Sim. Desculpa. Vim porque queria saber como estavas. Posso acompanhar-te? Para onde vais?
- Bem. Não sei bem para onde ia. Mas podes fazer – me companhia, Chibiusa.
- Obrigada, Mag.
Caminham juntas de lado a lado. No lado esquerdo está Némesis que diz:
- É a tua oportunidade para acabares com a relação amistosa que tens com essa rapariga. Vai para o parque e conta o que tens a contar. É melhor assim pois evitas que ela sofra contigo, Mag.
- Sim tens razão, Némesis.
Olha para a Chibiusa:
- Chibiusa? Vamos para o parque?
- Está bem, Mag. Lá aproveitamos pois quero conversar contigo.
Magdaléne surpreende-se com a resposta da amiga. Mas acalma a sua mentalidade pensando que esta podia ouvir a sua conversa mental entre ela e a Deusa da Vingança. Chegadas ao parque, sentam-se de lado a lado nos baloiços. Mag baloiça devagarinho enquanto Chibiusa está parada. Agarra-se às correntes que seguram o baloiço e torna o semblante sério. Olha para a amiga que continua a baloiçar expressando – se alegre com os movimentos. Chama-a e pára desviando o olhar para a tsukino. Assim começava a conversa entre duas amigas:
- Tenho algo a dizer.
- Fala Chibiusa.
- Não quero intrometer nos teus assuntos pessoais. Nunca desejei ser cusca ao algo parecido. Mas quero saber o porquê das tuas atitudes “estranhas” que tiveste e que outra vez tens. És doente? Sentes algo que está mal contigo? Faço estas perguntas porque quero ajudar-te. E preocupo-me. Sabes desde que te conheci compreendi que eras uma rapariga introvertida e solitária. E por causa disso ou talvez não possa ser aí que resida o problema. Mas esses comportamentos que muita gente, desculpa Mag, atitudes estranhas e esquisitas… Não sei o porquê deles. Podes explicar? Prometo que não vou rir. Somos amigas. Apenas quero ajudar-te se for possível. O que dizes?
Após ao discurso da amiga, Magdaléne não sabia como começar. Por isso decidiu contar o assunto de um modo superficial. Ela não gosta de revelar nada a ninguém para não preocupar. Também não gosta de intervenientes pois quantos mais saberem pior. Então contou desta maneira:
- Chibiusa. Sabes que por ser reservada e solitária fizeram –me uma pessoa mais ou menos segura embora esses “ataques” que desconheço mas que mais tarde compreendo possam ser prejudicais que podem chegar a magoar sobretudo as pessoas de quem gosto. Não sei o porquê destes “ataques”. Ninguém sabe. Eu não sei como explicar. Por isso eu tomei uma decisão. Não vou magoar mais ninguém. E por isso, e ainda bem que cá estás pois torna as coisas mais fáceis. Chibiusa. Para evitar esse “Mal” que te apoquenta eu decidi quebrar a nossa ami…
- Olá Mag. Desculpa a queda. Estás melhor? – Pergunta com ar de preocupação.
- Como vês estou. Mas não respondeste à minha questão.
- Sim. Desculpa. Vim porque queria saber como estavas. Posso acompanhar-te? Para onde vais?
- Bem. Não sei bem para onde ia. Mas podes fazer – me companhia, Chibiusa.
- Obrigada, Mag.
Caminham juntas de lado a lado. No lado esquerdo está Némesis que diz:
- É a tua oportunidade para acabares com a relação amistosa que tens com essa rapariga. Vai para o parque e conta o que tens a contar. É melhor assim pois evitas que ela sofra contigo, Mag.
- Sim tens razão, Némesis.
Olha para a Chibiusa:
- Chibiusa? Vamos para o parque?
- Está bem, Mag. Lá aproveitamos pois quero conversar contigo.
Magdaléne surpreende-se com a resposta da amiga. Mas acalma a sua mentalidade pensando que esta podia ouvir a sua conversa mental entre ela e a Deusa da Vingança. Chegadas ao parque, sentam-se de lado a lado nos baloiços. Mag baloiça devagarinho enquanto Chibiusa está parada. Agarra-se às correntes que seguram o baloiço e torna o semblante sério. Olha para a amiga que continua a baloiçar expressando – se alegre com os movimentos. Chama-a e pára desviando o olhar para a tsukino. Assim começava a conversa entre duas amigas:
- Tenho algo a dizer.
- Fala Chibiusa.
- Não quero intrometer nos teus assuntos pessoais. Nunca desejei ser cusca ao algo parecido. Mas quero saber o porquê das tuas atitudes “estranhas” que tiveste e que outra vez tens. És doente? Sentes algo que está mal contigo? Faço estas perguntas porque quero ajudar-te. E preocupo-me. Sabes desde que te conheci compreendi que eras uma rapariga introvertida e solitária. E por causa disso ou talvez não possa ser aí que resida o problema. Mas esses comportamentos que muita gente, desculpa Mag, atitudes estranhas e esquisitas… Não sei o porquê deles. Podes explicar? Prometo que não vou rir. Somos amigas. Apenas quero ajudar-te se for possível. O que dizes?
Após ao discurso da amiga, Magdaléne não sabia como começar. Por isso decidiu contar o assunto de um modo superficial. Ela não gosta de revelar nada a ninguém para não preocupar. Também não gosta de intervenientes pois quantos mais saberem pior. Então contou desta maneira:
- Chibiusa. Sabes que por ser reservada e solitária fizeram –me uma pessoa mais ou menos segura embora esses “ataques” que desconheço mas que mais tarde compreendo possam ser prejudicais que podem chegar a magoar sobretudo as pessoas de quem gosto. Não sei o porquê destes “ataques”. Ninguém sabe. Eu não sei como explicar. Por isso eu tomei uma decisão. Não vou magoar mais ninguém. E por isso, e ainda bem que cá estás pois torna as coisas mais fáceis. Chibiusa. Para evitar esse “Mal” que te apoquenta eu decidi quebrar a nossa ami…
- Ei Mag. Tu gostas de algum rapaz?
- Eh!? Do que falas?
- Estou a falar de “Rapazes”. Falo se há alguém que gostes muito.
- Hum. “Por acaso…” – pensou – Mas porque dizes isso?
- Bem. Para dizer a verdade… Há um rapaz de quem eu gosto. Ele é mais velho do que eu. – Diz corada. – Sabes quem é?
- Não. Quem?
- O Hélios. Ainda não tive a coragem de confessar os meus sentimentos por ele. Mas acredito que um dia consiga.
- Uau Chibiusa. Sempre pensei que havia algo quando via o Hélios contigo. Mas se é amor que sentes por ele então desejo que o sentimento que tenhas se torne real.
- Obrigada. E tu? Gostas de alguém?
- Bem para dizer a verdade… Não sei como explicar… Mas penso que sim.
- Ah!! – Exclama batendo as palmas de felicidade enquanto a inclina a cabeça para ela - E então como é ele? Conheço-o? – Questiona.
- Err… É complicado explicar, Chibiusa. Tu não ias perceber – Diz com embaraço. – Mas talvez ele não sinta o mesmo por mim… Quer dizer… “ Ele está sempre disponível” Não sei…
- Uau Mag! Falares assim dessa pessoa isso realmente significa que estás caidinha por ele.
- Chibiusa?
- Sim?
- Acreditas que o amor impossível se possa concretizar?
- Não percebo do que estás a falar?
- Bem é que… a pessoa de quem eu gosto… é que eu realmente gosto muito dele mas também não confessei o que realmente sinto e não sei se ele sente o mesmo. Mas gosto mesmo dele. E isto é realmente amor pois não sinto mais nada por ninguém assim como sinto por ele.
- Não sei Mag. Mas se sentes isso por alguém significa que estás brutalmente apaixonada por ele. Vai enfrente se for assim.
- Oh! Obrigada Chibiusa. Espero que Hélios também compreenda os teus sentimentos e que sinta o mesmo por ti. Pois merecesses por seres a pessoa que és.
- Ora Mag. Eu também assim o espero.
- Olha Mag. E sonhos futuros? Já sabes que estudos vais seguir?
Mag olha para a amiga com ar questionável. Diz que ainda não pensou muito sobre o assunto. Ainda estava a decidir que curso iria escolher caso fosse para o secundário. Pergunta à Chibiusa se já pensou o que seguir. Esta responde que irá estudar artes. Opina que é a sua paixão. Vendo a sua amiga decida sobre o curso que irá estudar no futuro, Magdaléne deseja toda a sorte do mundo para se tornar concretizável que seja feliz com a sua escolha. Chibiusa fica feliz com as palavras da amiga.
Depois da conversa, Chibiusa sai do baloiço e fica frente da Magdelene que ainda está sentada. Inclina-se para ela e diz:
- Eu percebi o que querias fazer com esta conversa, amiga. Mas não vou desistir da nossa amizade. Diga o que as pessoas disserem seremos sempre amigas. Não tenciono quebrar a nossa amizade. Por isso, aguenta-te comigo. – Acaba a frase piscando o olho à jovem que fica surpreendida com a intelectualidade da amiga determinar que assunto ela decidiu tomar ao desejar quebrar a sua amizade com a jovem Tsukino. Mas com isto ela desiste da ideia compreendendo que Chibiusa não desiste dos amigos que conquistou e por causa disso decide manter a sua amizade o que Némesis não aprova mas fica calma. Ambas saem do parque e caminham até chegarem a um cruzamento. No momento que se iam separar, a jovem de cabelos rosa vira-se para a amiga comentando:
- Mag.
- Sim Chibiusa?
- Amanhã vais assistir à banda “Star and Love” ?
- Vou. Eu mais a família.
- Que bom. Eu também vou com os meus pais e os nossos amigos. Vai ser divertido. Espero encontrar-te lá.
- Sim. Também espero.
Despedem-se. A caminho de casa, Némesis interrompa a alegria da Jovem.
- Mas não disseste que ias terminar a tua amizade com ela?
- Sim sei. Mas pelos vistos não é necessário. A Chibiusa respeita-me. E sei que quando sentir novamente esquisita ela entenderá e respeitará. Se não for assim então assumo essas medidas para terminar a nossa amizade. Mas acredito que não é necessário tomar essa acção por agora.
- Veremos. – Diz com mázura.
- Vamos. Não precisas ficar assim. Somos amigas. – Diz sorrindo.
- Eh!? Do que falas?
- Estou a falar de “Rapazes”. Falo se há alguém que gostes muito.
- Hum. “Por acaso…” – pensou – Mas porque dizes isso?
- Bem. Para dizer a verdade… Há um rapaz de quem eu gosto. Ele é mais velho do que eu. – Diz corada. – Sabes quem é?
- Não. Quem?
- O Hélios. Ainda não tive a coragem de confessar os meus sentimentos por ele. Mas acredito que um dia consiga.
- Uau Chibiusa. Sempre pensei que havia algo quando via o Hélios contigo. Mas se é amor que sentes por ele então desejo que o sentimento que tenhas se torne real.
- Obrigada. E tu? Gostas de alguém?
- Bem para dizer a verdade… Não sei como explicar… Mas penso que sim.
- Ah!! – Exclama batendo as palmas de felicidade enquanto a inclina a cabeça para ela - E então como é ele? Conheço-o? – Questiona.
- Err… É complicado explicar, Chibiusa. Tu não ias perceber – Diz com embaraço. – Mas talvez ele não sinta o mesmo por mim… Quer dizer… “ Ele está sempre disponível” Não sei…
- Uau Mag! Falares assim dessa pessoa isso realmente significa que estás caidinha por ele.
- Chibiusa?
- Sim?
- Acreditas que o amor impossível se possa concretizar?
- Não percebo do que estás a falar?
- Bem é que… a pessoa de quem eu gosto… é que eu realmente gosto muito dele mas também não confessei o que realmente sinto e não sei se ele sente o mesmo. Mas gosto mesmo dele. E isto é realmente amor pois não sinto mais nada por ninguém assim como sinto por ele.
- Não sei Mag. Mas se sentes isso por alguém significa que estás brutalmente apaixonada por ele. Vai enfrente se for assim.
- Oh! Obrigada Chibiusa. Espero que Hélios também compreenda os teus sentimentos e que sinta o mesmo por ti. Pois merecesses por seres a pessoa que és.
- Ora Mag. Eu também assim o espero.
- Olha Mag. E sonhos futuros? Já sabes que estudos vais seguir?
Mag olha para a amiga com ar questionável. Diz que ainda não pensou muito sobre o assunto. Ainda estava a decidir que curso iria escolher caso fosse para o secundário. Pergunta à Chibiusa se já pensou o que seguir. Esta responde que irá estudar artes. Opina que é a sua paixão. Vendo a sua amiga decida sobre o curso que irá estudar no futuro, Magdaléne deseja toda a sorte do mundo para se tornar concretizável que seja feliz com a sua escolha. Chibiusa fica feliz com as palavras da amiga.
Depois da conversa, Chibiusa sai do baloiço e fica frente da Magdelene que ainda está sentada. Inclina-se para ela e diz:
- Eu percebi o que querias fazer com esta conversa, amiga. Mas não vou desistir da nossa amizade. Diga o que as pessoas disserem seremos sempre amigas. Não tenciono quebrar a nossa amizade. Por isso, aguenta-te comigo. – Acaba a frase piscando o olho à jovem que fica surpreendida com a intelectualidade da amiga determinar que assunto ela decidiu tomar ao desejar quebrar a sua amizade com a jovem Tsukino. Mas com isto ela desiste da ideia compreendendo que Chibiusa não desiste dos amigos que conquistou e por causa disso decide manter a sua amizade o que Némesis não aprova mas fica calma. Ambas saem do parque e caminham até chegarem a um cruzamento. No momento que se iam separar, a jovem de cabelos rosa vira-se para a amiga comentando:
- Mag.
- Sim Chibiusa?
- Amanhã vais assistir à banda “Star and Love” ?
- Vou. Eu mais a família.
- Que bom. Eu também vou com os meus pais e os nossos amigos. Vai ser divertido. Espero encontrar-te lá.
- Sim. Também espero.
Despedem-se. A caminho de casa, Némesis interrompa a alegria da Jovem.
- Mas não disseste que ias terminar a tua amizade com ela?
- Sim sei. Mas pelos vistos não é necessário. A Chibiusa respeita-me. E sei que quando sentir novamente esquisita ela entenderá e respeitará. Se não for assim então assumo essas medidas para terminar a nossa amizade. Mas acredito que não é necessário tomar essa acção por agora.
- Veremos. – Diz com mázura.
- Vamos. Não precisas ficar assim. Somos amigas. – Diz sorrindo.
(a música acaba aqui)
A menina olha para ela e entende a sua inocência. Sorri também: - Sim somos amigas, Magdaléne.
Chegada a casa, Mag encontra a família reunida. Os Christopher iam jantar. Após ao jantar, Mag regressa ao quarto e fica sentada na cama. Ela e Némesis ficam a conversar até tarde.
Os dias passam. Chega o dia que todos ambicionam: Sábado por causa do concerto da Banda “Star and Love”. Os operadores das construções terminam as últimas reparações do palco, holofotes, colunas de som e efeitos. Nesse dia, canais televisivos e outros meios de comunicação falam da famosa banda nipónica.
Abby assiste na tv da sua casa a noticia sobre “Star and Love”. A jornalista Marcy dewey está no local onde relata o sucedido:
- Olá Boa Tarde. Estamos presentes no centro da cidade de Tóquio frente ao palco onde se irá realizar o concerto da Banda “Star and Love” Hoje pelas 21H15. Como podemos ver, operadores de obra verificam e dão arranje aos últimos detalhes para que nada falhe para esta noite que ficará inteiramente cheia de fãs ansiosos de ouvir as músicas da Joana Lima e Yaten Kou. Também podem verificar nas grades que cercam o palco para evitar proibida de terceiros do local, fãs que entoam as canções, expõem cartões de elogios aos cantores… Bem está a ficar uma festa. Vou aproximar deste grupo de jovens alegres e bem-dispostos. Olá, Boa tarde. Ainda faltam muitas horas para o início do concerto. Já estão aqui a prepararem-se para o espetáculo desta noite? – A jornalista aponta o microfone para rapazes e raparigas que opinam sobre a questão lançada:
- Estamos muito contentes. Já fez tempo que não víamos na nossa cidade. Reuníamos dinheiro para os ver ao vivo noutros países. Sentimos ansiosos da sua chegada.
- Muito bem. Estou a ver a vossa euforia e interessante como também a louvação que sentem com a banda. – Diz enquanto abandonada a alegria juvenil para se focar na câmara para por fim à entrevista. – Bom termina a entrevista. Alerto novamente que a banda vai actuar neste palco que está no centro da cidade às 21H15. Não perca o seu lugar e desfrute dos novos projecto que serão ouvidos em primeira mão aqui em Tóquio.
- Ai. Que emoção. Mal posso esperar que sejam 21H15 para os ouvir cantar. – Diz Abby alegre enquanto desliga a Tv com o comando da televisão.
Levanta-se e vai ter com olive que está sentada na cozinha a estudar a matéria “ Doceria” para o teste que irá ter na próxima semana na escola de culinária. Silenciosamente senta-se e olha para a mãe que desvia o olhar para a filha. Abby inclina-se e pergunta o que está a fazer. Olive responde que está a estudar. Abby pergunta à mãe se precisa de ajuda. A mãe agradece e diz que está a correr tudo sobre rodas que estava a terminar. Arruma os livros e caderno de apontamentos para o lado e conversa com a filha. Abby fala sobre a notícia que viu na tv.
Enquanto Joseph estava centrado no projecto de desing e Jack estava no quarto a jogar na mini-consola, Magdaléne estava no quarto sentada na cama a pentear-se frente a um espelho que Némesis segurava. Para evitar estranhezas, a jovem Christopher trancou a porta para que ninguém pensasse que ela pudesse estar possuída pelos demónios caso vissem o espelho a flutuar sozinho.
- Vais ver a banda? Porque será que as pessoas ficam tão contentes com um evento que estão sempre a ouvir através dos meios comunicacionais? – Questiona a menina
- Ora. Fãs são fãs, Némesis. Por exemplo. Um fã é aquele que adora algo que manifeste admiração por algo. Tu tens algum gosto por alguma coisa? Mas tem que ser algo que gostes muito. No meu caso sou fanática com a banda que vou assisitir esta noite porque adoro as suas canções românticas. Além disso também sou fã de livros, principalmente de história românticas com acção. – Diz enquanto penteia inúmeras vezes o cabelo para alisar.
- Oh! Sim estou a perceber. Então eu também sou fanática por uma coisa.
- Posso saber o que é? Ou é segredo?
- Bem. – Diz corada – Magdaléne? Podemos ser fanáticos quando nos apaixonamos?
- Sim. Quando gostamos de uma pessoa e se essa pessoa gosta de nós então isso pode chamar-se amor. Isso também pode ser algo fanático quando de admiram mutuamente.
- Hum. Então sou fanática por uma pessoa. Mas não sei se gosta de mim. Em breve poderei saber – Diz sorrindo.
- É mesmo? Estás apaixonada? Que Bom Né. “Penso se ele também sinta o mesmo por mim”, pensa meio corada. – Posso saber quem é ou é segredo?
- Desculpa mas é segredo.
- Está bem. Tu vais embora ou ficas comigo a assistir à Banda?
- Claro que vou contigo. Quero saber como é que vocês sentem em relação à Banda.
- Que bom. Vais ver que vais gostar. Aliás vou por uma faixa deles que gosto muito. Acho que vais gostar também. Ouve só
– Sai da cama e vai para a aparelhagem que está no lado direito na secretária. Activa a faixa.
Regressa à cama e senta-se junto a Némesis que escuta atentamente a música provinda da aparelhagem - Magdaléne dá pulinhos na cama. Quando a faixa termina olha para a menina:
( a música acaba aqui)
- Então gostaste?
- Parece ser um tipo de banda com canções alegres. Foi essa a sensação que me deu. Outras podem ser ainda melhores do que esta.
- É! Queres ouvir outras?
- Pode ser.
Ambas passam a tarde entretidas a ouvir as músicas que a Banda “Star And Love” outrora produzidas. Magdaléne via como Némesis aos poucos ficava alegre com as músicas da Joana e Yaten.
Eram 21H15 da noite. Legiões de fãs enchem o espaço do palco onde se irá realizar o tão esperado concerto. Chegados, A família Christopher ocupa o lugar da audiência do lado direito. Instantes depois Chega Chibiusa com a sua família e os amigos. Sentam-se no lado esquerdo. Chibiusa acena à amiga e Magdaléne faz o mesmo. As luzes apagam-se. O som dos audientes sossega. O palco fica na inteira escuridão. Instantes surgem pequenas luzes de cor amarela. Uma voz feminina faze-se ouvir.
“As estrelas são pequenos pontos cintilantes que brilham no céu noturno". – Os audientes vibram. – A sua luz guia o nosso caminho. Transmitem – nos poderes que possibilitam concretizar os nossos sonhos.- Após à fala surgem dois artistas.
O palco foca duas luzes caídas nas duas personagens posicionadas no centro de cada luz. O palco explode de luz e as duas personagens começam a dançar ao ritmo da música elaborada pela sua banda. Cantam:
Todas as vezes que eu sonho contigo. Todas as vezes que estou contigo. Imagino um cenário amoroso. Quebro os meus limites. Supero as minhas dificuldades. Tolero os meus males Só para te ver!
É a magia do amor. Que te faz confessar
É a magia do amor. Que te faz vibrar.
É a magia do amor. Que te faz ensinar.
É a magia, É a magia que te faz amar.
O amor não compra o valor. O amor não dá dor. O amor só fortalece e endurece uma relação!
As pessoas pulam e entoam a canção cantada pelas estrelas que dançam ao estilo rap. Némesis Sente uma estranha sensação. Enquanto Magdaléne e a família apreciam a melodia, Joshua sente uma perturbação com a acção dos cantores. Também sente o mesmo com a presença dos elementos que estão sentados na audiência esquerda. Tristes memórias veem à superfície na mente do jovem que o deixa um pouco desatento ao que está a passar. Quem nota o desatento é Némesis que fica meia séria pensando “ Sei o que estás a pensar neste preciso momento”.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
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