Penumbra: Luz ou Escuridão? [CAP.I]
Olá olá olá.
Bem aqui está a minha primeira fanfic.
Este é o primeiro capítulo e não saberão ainda bem sobre o que a história se desenrolará.
Com esta minha fanfic eu dar-vos-ei a possibilidade de serem vocês a escolher o desenrolar da história, neste capítulo ainda não, mas no próximo logo se vê.
Bem espero que gostem. E comentem
30 de Julho de 2008
Querido diário,
Eu sei que não costumo escrever logo de manhã, mas hoje é um dia muito especial como tu sabes. Hoje é o meu 16º aniversário e estou tão entusiasmada! Não vou poder ficar aqui muito tempo a contar-te
pormenores, tenho de me ir arranjar para ir sair com a Mãe. Vamos às compras (espero que finalmente ela me compre aquele vestido que ando a namorar desde o começo do Verão), depois, à noite, vamos jantar fora. Convidei a Aurora e a Verónica, espero que ambas apareçam.
Bem, falamos mais logo.
Xauzinho,
Vivianne.
Fechei o diário e olhei para o relógio digital que exibia oito horas com os seus números altamente geométricos em tons de rosa choque. Abri a janela, ofuscada pelo brilho do Sol madrugador, não parei para vislumbrar a paisagem fantástica pois um Verão inteiro a observa-la parecia ter-lhe tirado qualquer resto de interesse. Dirigi-me à casa de banho arrastando os pés descalços pela madeira fresca do soalho. Liguei a torneira da banheira e olhei, esfregando os olhos, para o meu reflexo no espelho. No outro lado do espelho uma rapariga alta e pálida olhava para mim, imitando os meus gestos preguiçosos. Os seus lindos olhos eram uma deliciosa mistura de verde musgo e o mais puro dos azuis. O seu cabelo ruivo, comprido e perfeitamente liso emoldurava a sua perfeita face, não parecendo de todo o cabelo de alguém que acabara de se levantar da cama. Eu estava particularmente bonita naquela manhã (modéstia à parte) talvez fosse a felicidade do meu dia de anos. Aproximei a minha cara do espelho procurando algum sinal de que tivesse envelhecido desde o dia anterior. Mas nada, estava tal e qual. Suspirei e abanei a cabeça retirando aquelas tolices da minha cabeça, afinal podia ter mais um ano, mas as rugas não iam aparecer de um dia para o outro. Lentamente, mergulhei um pé na banheira, testando a água. Estava perfeita. Depois do banho, regressei ao quarto, agora mais desperta. Abri o guarda-roupa e reflecti um bocado a roupa que envergaria para sair. Acabei escolhendo o meu top preferido verde com uns calções de ganga e umas sabrinas também verdes. Ao sair do quarto apanhei a bandelette que estava pousada na mesa de cabeceira.
Marianne já se encontrava na cozinha a preparar o pequeno-almoço quando desci as escadas. Tinha um nome lindo, que se tronara depois inspiração para o nome da filha: Vivianne. Nascida em Paris, de pai belga e mãe francesa, sempre habituada à incansável capital. Apaixonou-se pelo arquitecto inglês Matthew Lewis e juntos viveram um ardente romance que durou alguns meses, até Marianne ficar grávida de mim. Marianne nunca mais viu Matthew, não sabia ao certo qual a razão da sua fuga, se fora medo de ser pai ou medo do abalo que isso provocaria na sua carreira. Mas no fim de contas, eu sabia que Marianne continuava magoada, mesmo após tantos anos. E foi isso que a motivou as suas inúmeras viagens. Ainda comigo no ventre, percorreu diversas cidades europeias e quando eu nasci, ficámos em casa dos pais dela em Seattle. Toda a minha infância foi passada em Seattle, numa casa posteriormente comprada por Marianne no mesmo quarteirão que a casa dos meus avós. A verdadeira incógnita era, para mim, a razão pela qual ela pegara em mim, me enfiara num avião e me trouxera até ali, logo agora que eu entrara na “fase das borbulhas” e precisava tanto dos meus amigos. A ilha grega de Skopelos era realmente magnífica, “um paraíso na Terra” como Marianne tantas vezes repetira, enquanto folheava os folhetos turísticos sentada a meu lado no avião. Parecia que fora ontem que desembarcáramos naquela idílico lugar, com as suas praias de areia branca, as suas águas límpidas como cristal, as suas florestas virgens. Olhava agora pela janela, a casa situada mesmo perto do cume da montanha oferecia-nos uma extraordinária vista do mar que se prolongava até à linha do horizonte. “Afinal acho que nunca me canso de olhar” pensei. Percebi que tinha menosprezado a vista quando abrira a janela, vista essa que de dia para dia parecia surpreender-me ainda mais, e naquele dia parecia estar no seu maior esplendor.
- Vivianne Fey, acorda! A dormir acordada querida? - perguntou Marianne rindo - Quem é que faz hoje dezasseis primaveras, quem é?!
- Ó Mãe! – exclamei, enquanto ela me abraçava e me dava um beijo na bochecha – Deixa-te de lamechices…
- Toma querida, isto é para ti. – disse Marianne, estendendo-me um embrulho rosa com um laço branco elaboradamente dobrado.
- Eu disse-te que não era preciso comprares nada! – reclamei, apalpando o embrulho e percebendo que se tratava do vestido que tanto queria. – Obrigado Mãe! – agradeci beijando-lhe a face alegremente.
- Vi, tenho uma coisa… a dizer – disse, vacilante quase num sussurro – Ligaram do trabalho e… há um cliente…
Foi como se alguém tivesse estalado os dedos, desfazendo o sonho. “Era bom demais para ser verdade” pensei.
- Um cliente? Que precisa de quê? Teve uma daquelas incontroláveis necessidades de comprar uma obra de arte? A um domingo de manhã? – Sabia que não valia a pena. Por muito que esperneasse, ela iria na mesma. O seu trabalho de vendedora de obras de arte ocupava grande parte do seu tempo, e quase nunca se encontrava em casa, chegando sempre á hora de jantar. Foi com grande espanto meu que me informara na noite anterior que hoje estaria de folga para passarmos o dia as duas como mãe e filha aniversariante. Agora, os planos foram por água abaixo.
- Desculpa querida, - suspirou – a sério… se eu pudesse fazer alguma coisa, acredita que faria.
- Não faz mal - menti – Vá vai lá. O dever chama.
Quando Marianne abriu a porta da entrada vi os nossos planos em conjunto a fugirem com ela em direcção ao horizonte.
- Até logo querida. Prometo que volto o mais cedo possível. - ouvia-a dizer enquanto fechava a porta.
A travessia da ilha até à capital grega, Atenas, era feita por barco. Quem possuía barco particular, como Marianne, faria a viagem nuns quinze minutos. Quem não tinha essa sorte estava sujeite a ter de esperar pelo barco público, que ia e vinha em intervalos de meia hora. “Também temos de dar um desconto… o barco é quase tão velho como a própria ilha.” pensei, rindo-me pois o barco era de facto muito usado, característica que se mostrava pela tinta encarnada agora já cor-de-rosa pálido carcomida pela água salgada.
“Que vou eu fazer?” perguntei a mim mesma. Já tinha percorrido cada centímetro daquela ilha, apesar de o Verão ainda ir a meio, a ausência de Marianne dava-me imensa liberdade para passar o dia fora de casa. Corri para a cozinha, digitei o número rapidamente, quase roboticamente, de tantas vezes o marcar ao longo do Verão. Quando o som de chamar foi cortado por outro som, do auscultador do telefone a ser levantado retorqui:
- Aurora?
- Ó meu Deus Vi! Eu ia telefonar-te mesmo agora! PARABÉNS! – gritou Aurora não conseguindo conter o entusiasmo.
- Obrigada… - agradeci desajeitadamente mas depressa me recompus - Olha, estava a pensar se estarias livre durante a tarde. É que a Marianne cancelou o nosso combinado. Foi a correr para Atenas feita barata tonta.
- Hum… deixa-me ver aqui na agenda… - disse – Bem, tens sorte minha amiga, parece que estou livre!! – regozijou-se Aurora soltando uma grande gargalhada que me fez afastar o auscultador numa tentativa de não ferir o tímpano.
- Ai de ti se não tivesses disponível para mim! Ainda por cima hoje. – afirmei – Fica combinado para a hora do almoço no porto ok?
- Ok.- confirmou.
Depois de desligar o telefone virei-me para o armário e retirei os meus cereais preferidos. Depois de terminar, lavei a tigela e regressei ao andar de cima para lavar os dentes. Fui buscar o meu telemóvel ao quarto e apanhei o molho de chaves da mesinha mesmo ao lado da porta. Abri a porta e sai em direcção ao Sol que brilhava já alto no horizonte.
Espero que tenham gostado... embora não seja muito emocionante este 1º capítulo mas prometo que os próximos serão cheios de romance , suspense , e muita acção e aventura
P.S. Se detectarem algum erro, por favor avisem-me.
Thanks
Bem aqui está a minha primeira fanfic.
Este é o primeiro capítulo e não saberão ainda bem sobre o que a história se desenrolará.
Com esta minha fanfic eu dar-vos-ei a possibilidade de serem vocês a escolher o desenrolar da história, neste capítulo ainda não, mas no próximo logo se vê.
Bem espero que gostem. E comentem
Capítulo Um
Amanhecer
Amanhecer
30 de Julho de 2008
Querido diário,
Eu sei que não costumo escrever logo de manhã, mas hoje é um dia muito especial como tu sabes. Hoje é o meu 16º aniversário e estou tão entusiasmada! Não vou poder ficar aqui muito tempo a contar-te
pormenores, tenho de me ir arranjar para ir sair com a Mãe. Vamos às compras (espero que finalmente ela me compre aquele vestido que ando a namorar desde o começo do Verão), depois, à noite, vamos jantar fora. Convidei a Aurora e a Verónica, espero que ambas apareçam.
Bem, falamos mais logo.
Xauzinho,
Vivianne.
Fechei o diário e olhei para o relógio digital que exibia oito horas com os seus números altamente geométricos em tons de rosa choque. Abri a janela, ofuscada pelo brilho do Sol madrugador, não parei para vislumbrar a paisagem fantástica pois um Verão inteiro a observa-la parecia ter-lhe tirado qualquer resto de interesse. Dirigi-me à casa de banho arrastando os pés descalços pela madeira fresca do soalho. Liguei a torneira da banheira e olhei, esfregando os olhos, para o meu reflexo no espelho. No outro lado do espelho uma rapariga alta e pálida olhava para mim, imitando os meus gestos preguiçosos. Os seus lindos olhos eram uma deliciosa mistura de verde musgo e o mais puro dos azuis. O seu cabelo ruivo, comprido e perfeitamente liso emoldurava a sua perfeita face, não parecendo de todo o cabelo de alguém que acabara de se levantar da cama. Eu estava particularmente bonita naquela manhã (modéstia à parte) talvez fosse a felicidade do meu dia de anos. Aproximei a minha cara do espelho procurando algum sinal de que tivesse envelhecido desde o dia anterior. Mas nada, estava tal e qual. Suspirei e abanei a cabeça retirando aquelas tolices da minha cabeça, afinal podia ter mais um ano, mas as rugas não iam aparecer de um dia para o outro. Lentamente, mergulhei um pé na banheira, testando a água. Estava perfeita. Depois do banho, regressei ao quarto, agora mais desperta. Abri o guarda-roupa e reflecti um bocado a roupa que envergaria para sair. Acabei escolhendo o meu top preferido verde com uns calções de ganga e umas sabrinas também verdes. Ao sair do quarto apanhei a bandelette que estava pousada na mesa de cabeceira.
Marianne já se encontrava na cozinha a preparar o pequeno-almoço quando desci as escadas. Tinha um nome lindo, que se tronara depois inspiração para o nome da filha: Vivianne. Nascida em Paris, de pai belga e mãe francesa, sempre habituada à incansável capital. Apaixonou-se pelo arquitecto inglês Matthew Lewis e juntos viveram um ardente romance que durou alguns meses, até Marianne ficar grávida de mim. Marianne nunca mais viu Matthew, não sabia ao certo qual a razão da sua fuga, se fora medo de ser pai ou medo do abalo que isso provocaria na sua carreira. Mas no fim de contas, eu sabia que Marianne continuava magoada, mesmo após tantos anos. E foi isso que a motivou as suas inúmeras viagens. Ainda comigo no ventre, percorreu diversas cidades europeias e quando eu nasci, ficámos em casa dos pais dela em Seattle. Toda a minha infância foi passada em Seattle, numa casa posteriormente comprada por Marianne no mesmo quarteirão que a casa dos meus avós. A verdadeira incógnita era, para mim, a razão pela qual ela pegara em mim, me enfiara num avião e me trouxera até ali, logo agora que eu entrara na “fase das borbulhas” e precisava tanto dos meus amigos. A ilha grega de Skopelos era realmente magnífica, “um paraíso na Terra” como Marianne tantas vezes repetira, enquanto folheava os folhetos turísticos sentada a meu lado no avião. Parecia que fora ontem que desembarcáramos naquela idílico lugar, com as suas praias de areia branca, as suas águas límpidas como cristal, as suas florestas virgens. Olhava agora pela janela, a casa situada mesmo perto do cume da montanha oferecia-nos uma extraordinária vista do mar que se prolongava até à linha do horizonte. “Afinal acho que nunca me canso de olhar” pensei. Percebi que tinha menosprezado a vista quando abrira a janela, vista essa que de dia para dia parecia surpreender-me ainda mais, e naquele dia parecia estar no seu maior esplendor.
- Vivianne Fey, acorda! A dormir acordada querida? - perguntou Marianne rindo - Quem é que faz hoje dezasseis primaveras, quem é?!
- Ó Mãe! – exclamei, enquanto ela me abraçava e me dava um beijo na bochecha – Deixa-te de lamechices…
- Toma querida, isto é para ti. – disse Marianne, estendendo-me um embrulho rosa com um laço branco elaboradamente dobrado.
- Eu disse-te que não era preciso comprares nada! – reclamei, apalpando o embrulho e percebendo que se tratava do vestido que tanto queria. – Obrigado Mãe! – agradeci beijando-lhe a face alegremente.
- Vi, tenho uma coisa… a dizer – disse, vacilante quase num sussurro – Ligaram do trabalho e… há um cliente…
Foi como se alguém tivesse estalado os dedos, desfazendo o sonho. “Era bom demais para ser verdade” pensei.
- Um cliente? Que precisa de quê? Teve uma daquelas incontroláveis necessidades de comprar uma obra de arte? A um domingo de manhã? – Sabia que não valia a pena. Por muito que esperneasse, ela iria na mesma. O seu trabalho de vendedora de obras de arte ocupava grande parte do seu tempo, e quase nunca se encontrava em casa, chegando sempre á hora de jantar. Foi com grande espanto meu que me informara na noite anterior que hoje estaria de folga para passarmos o dia as duas como mãe e filha aniversariante. Agora, os planos foram por água abaixo.
- Desculpa querida, - suspirou – a sério… se eu pudesse fazer alguma coisa, acredita que faria.
- Não faz mal - menti – Vá vai lá. O dever chama.
Quando Marianne abriu a porta da entrada vi os nossos planos em conjunto a fugirem com ela em direcção ao horizonte.
- Até logo querida. Prometo que volto o mais cedo possível. - ouvia-a dizer enquanto fechava a porta.
A travessia da ilha até à capital grega, Atenas, era feita por barco. Quem possuía barco particular, como Marianne, faria a viagem nuns quinze minutos. Quem não tinha essa sorte estava sujeite a ter de esperar pelo barco público, que ia e vinha em intervalos de meia hora. “Também temos de dar um desconto… o barco é quase tão velho como a própria ilha.” pensei, rindo-me pois o barco era de facto muito usado, característica que se mostrava pela tinta encarnada agora já cor-de-rosa pálido carcomida pela água salgada.
“Que vou eu fazer?” perguntei a mim mesma. Já tinha percorrido cada centímetro daquela ilha, apesar de o Verão ainda ir a meio, a ausência de Marianne dava-me imensa liberdade para passar o dia fora de casa. Corri para a cozinha, digitei o número rapidamente, quase roboticamente, de tantas vezes o marcar ao longo do Verão. Quando o som de chamar foi cortado por outro som, do auscultador do telefone a ser levantado retorqui:
- Aurora?
- Ó meu Deus Vi! Eu ia telefonar-te mesmo agora! PARABÉNS! – gritou Aurora não conseguindo conter o entusiasmo.
- Obrigada… - agradeci desajeitadamente mas depressa me recompus - Olha, estava a pensar se estarias livre durante a tarde. É que a Marianne cancelou o nosso combinado. Foi a correr para Atenas feita barata tonta.
- Hum… deixa-me ver aqui na agenda… - disse – Bem, tens sorte minha amiga, parece que estou livre!! – regozijou-se Aurora soltando uma grande gargalhada que me fez afastar o auscultador numa tentativa de não ferir o tímpano.
- Ai de ti se não tivesses disponível para mim! Ainda por cima hoje. – afirmei – Fica combinado para a hora do almoço no porto ok?
- Ok.- confirmou.
Depois de desligar o telefone virei-me para o armário e retirei os meus cereais preferidos. Depois de terminar, lavei a tigela e regressei ao andar de cima para lavar os dentes. Fui buscar o meu telemóvel ao quarto e apanhei o molho de chaves da mesinha mesmo ao lado da porta. Abri a porta e sai em direcção ao Sol que brilhava já alto no horizonte.
Espero que tenham gostado... embora não seja muito emocionante este 1º capítulo mas prometo que os próximos serão cheios de romance , suspense , e muita acção e aventuraP.S. Se detectarem algum erro, por favor avisem-me.
Thanks

uau! esta linda a historia, descreves muito bem, mesmo!
gostei muito, e apesar de achares que nao está muito emocionante, eu fiquei ansiosa pelo proximo capitulo!
espero por mais! continua!
bjokas
gostei muito, e apesar de achares que nao está muito emocionante, eu fiquei ansiosa pelo proximo capitulo!
espero por mais! continua!
bjokas
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
gostei muito da tua fic continua assim
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

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