Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

o Mercador de sonhos

#1
essa historia eu já tinha escrevido algum tempo mas
fiz algumas modificações, não vou colocar de primeira
um índice, mas com a medida que eu for modificando eu
posto

Enquanto o escrevia, fui
bombardeada com inumeráveis questionamentos, sorri muito e ao
mesmo tempo repensei as minhas loucuras .
Este romance passeia pelos vales do drama e da sátira, pela
tragédia dos que perderam e pela ingenuidade dos que fizeram da
existência o picadeiro de um circo.

Indice
Introdução
O Encontro..........................capitulo1


Introdução

O personagem principal é dotado de uma ousadia sem
precedente. Ele esconde muitos segredos. Nada, ninguém consegue
controlar seus gestos e palavras, a não ser sua própria
consciência. Sai bradando aos quatro ventos que as sociedades
modernas se tornaram um grande manicômio global, onde o
normal é ser ansioso, estressado, e o anormal é ser saudável,
tranqüilo, sereno. Ele instiga a mente de todos os que passam por
ele, seja nas ruas, nas empresas, nos shoppings, nas escolas, com
o método socrático. Torpedeia as pessoas com inumeráveis
perguntas. Mas onde encontrá-las em abundância? Em que espaço da
sociedade tais emoções se encontram? Alguns pagam muito
dinheiro para consegui-las, mas vivem angustiados. Outros se
desesperam em busca de fama e reputação, mas morrem
entediados. Outros ainda escalam íngremes montanhas para ter
algumas doses de aventura, mas elas se dissipam no calor do dia
seguinte. Na contramão da massacrante rotina social estão os
personagens deste romance. Eles viverão altas doses de adrenalina
diariamente.
#2
hum...

mim parece bem interresante sua fic...
tou ansiosa pelo o primeiro capitulo...


Sai bradando aos quatro ventos que as
sociedades
modernas se tornaram um grande manicômio global

isso é uma grande realidade... gostei do que li, pelo que vejo vc vai expôr a realidada... gostei deste texto que destaquei...

posta logo tou á espera... Very Happy

eu escolho te louvar senhor com tudo o que sou, da minha vontade eu abro
mão, pois eu escolho o som do céu....
#3
obrigada anny
ainda estou modificando algumas coisas
quero postar algo com qualidade
beijos
#4
O Encontro

No mais inspirador dos dias, sexta-feira, cinco da tarde,
pessoas apressadas — como de costume — paravam e se
aglomeravam num entroncamento central da grande metrópole.
Olhavam para o alto, aflitas, no cruzamento da Rua América com a
Avenida Europa. O som estridente de um carro de bombeiros
invadia os cérebros, anunciando perigo. Uma ambulância
procurava furar o trânsito engarrafado para se aproximar do local.
Os bombeiros chegaram com rapidez e isolaram a área,
impedindo os espectadores de se aproximar do imponente Edifício
San Pablo, pertencente ao grupo Alfa, um dos maiores
conglomerados empresariais do mundo. Os cidadãos se
entreolhavam, e os transeuntes que chegavam pouco a pouco
traziam no semblante uma interrogação. O que estaria
acontecendo? Que movimento era aquele? As pessoas apontavam para o alto. No vigésimo andar, num parapeito do belo edifício de
vidro espelhado, debruçava-se um suicida.
Mais um ser humano queria abreviar a já brevíssima
existência. Mais uma pessoa planejava desistir de viver. Era um
tempo saturado de tristeza. Morriam mais pessoas interrompendo
a própria vida do que nas guerras e nos homicídios. Os números
deixavam atônitos os que refletiam sobre eles. A experiência do
prazer havia se tornado larga como um oceano, mas tão rasa
quanto um espelho d’água. Muitos privilegiados financeira e
intelectualmente viviam vazios, entediados, ilhados em seu mundo.
O sistema social assolava não apenas os miseráveis, mas também os abastados.
O suicida do San Pablo era um homem de quarenta anos,
face bem torneada, sobrancelhas fortes, pele de poucas rugas,
cabelos grisalhos semilongos e bem-tratados. Sua erudição,
esculpida por muitos anos de instrução, agora se resumia a pó.
Das cinco línguas que falava, nenhuma lhe fora útil para falar
consigo mesmo; nenhuma lhe dera condições de compreender o
idioma de seus fantasmas interiores. Fora asfixiado por uma crise
depressiva. Vivia sem sentido. Nada o encantava.
Naquele momento, apenas o último instante parecia atraí-lo.
Esse fenômeno monstruoso que costumam chamar de morte
parecia tão aterrador... mas era, também, uma solução mágica
para aliviar os transtornos humanos. Nada parecia demover aquele
homem da idéia de acabar com a própria vida. Ele olhou para
cima, como se quisesse se redimir do seu último ato, olhou para
baixo e deu dois passos apressados, sem se importar em
despencar. A multidão sussurrou de pavor, pensando que ele
saltaria.
Alguns observadores mordiam os dedos em grande tensão.
Outros nem piscavam os olhos, para não perder detalhes da cena
— o ser humano detesta a dor, mas tem uma fortíssima atração
por ela; rejeita os acidentes, as mazelas e misérias, mas eles
seduzem sua retina. O desfecho daquele ato traria angústia e
insônia aos espectadores, mas eles resistiam a abandonar a cena
de terror. Em contraste com a platéia ansiosa, os motoristas
parados no trânsito estavam impacientes, buzinavam sem parar.
Alguns colocavam a cabeça janela afora e vociferavam: ”Pula logo e
acaba com esse show!”.
#5
gel escreveu:essa historia eu já tinha escrevido algum tempo mas
fiz algumas modificações, não vou colocar de primeira
um índice, mas com a medida que eu for modificando eu
posto

Enquanto o escrevia, fui
bombardeada com inumeráveis questionamentos, sorri muito e ao
mesmo tempo repensei as minhas loucuras .
Este romance passeia pelos vales do drama e da sátira, pela
tragédia dos que perderam e pela ingenuidade dos que fizeram da
existência o picadeiro de um circo.

Mas e que tal seres original como o próprio nome indica e postares uma fic REAL e... TUA?!?
É que logo na parte do escrevido é um atentado à língua portuguesa do valha-me a santa . A sério...
Não é da tua autoria e nesse caso se vais postar deves citar O AUTOR Augusto Cury, do livro "O vendedor de sonhos"
http://forum.angolaxyami.com/livros-o-melhor-da-literatura/13959-trecho-do-livro-mais-vendido-o-vendedor-de-sonhos-de-augusto-cury.html

Enfim...

gomawo Tinoco-chan ♡  a dor passa, mas a beleza permanece
#6
Bem... Acho que a Dumpling já disse tudo.

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