O marido da minha mãe é pai do meu namorado
Autora: Lolita
Genero: Romance, Drama
Idades: Todas as idades
Prologo
Mãe e filha, nunca acreditaram no amor. Mas tudo irá mudar quando conhecem os homens da sua vida.
Laura tem 36 anos, uma carreira de sucesso e não acredita no amor desde os 17 anos, quando teve uma filha do homem que mais amou na sua vida e o que mais lhe fez sofrer. Ela foi abandonada pela família e pelo pai da sua filha, quando lhes deu a notícia de que estava grávida.
Anahí, filha de Laura, segue o exemplo da sua mãe e pensa que os homens só servem para uma noite e não para uma vida inteira.
Enfim, elas descobrem os homens da sua vida e Anahí descobre também que o seu namorado é o filho do marido da sua mãe.
Como será que acabará esta história?
Notas:
Muitas vezes eu vou dar o nick a estas personagens:
Anahí - Anny
Alfonso - Poncho
Dulce - Dul
Maite - Mai
Christopher - Ucker
Christián - Pollito
Esta historia vai ser contada por duas pessoas: a Anahí e a Laura
Genero: Romance, Drama
Idades: Todas as idades
Prologo
Mãe e filha, nunca acreditaram no amor. Mas tudo irá mudar quando conhecem os homens da sua vida.
Laura tem 36 anos, uma carreira de sucesso e não acredita no amor desde os 17 anos, quando teve uma filha do homem que mais amou na sua vida e o que mais lhe fez sofrer. Ela foi abandonada pela família e pelo pai da sua filha, quando lhes deu a notícia de que estava grávida.
Anahí, filha de Laura, segue o exemplo da sua mãe e pensa que os homens só servem para uma noite e não para uma vida inteira.
Enfim, elas descobrem os homens da sua vida e Anahí descobre também que o seu namorado é o filho do marido da sua mãe.
Como será que acabará esta história?
Notas:
Muitas vezes eu vou dar o nick a estas personagens:
Anahí - Anny
Alfonso - Poncho
Dulce - Dul
Maite - Mai
Christopher - Ucker
Christián - Pollito
Esta historia vai ser contada por duas pessoas: a Anahí e a Laura
Índice
1º Capitulo - Página 1
2º Capitulo - Página 2
3º Capitulo - Página 2
1º Capitulo - Página 1
2º Capitulo - Página 2
3º Capitulo - Página 2
1º Capitulo da minha Fanfic: Do Sol ás Trevas já postado ( vai ler?
)
Assinatura em construção!
)Assinatura em construção!
tem muitas mulheres que por não conseguirem um par
perfeito desagraditam no amor...amor essa palavra é tão rara...
mas homens não sabem mesmo agradar uma mulher é por isso
que varias mulheres são fustradas com isso...
... bem eu tbm já tive decepição amorosa
... mas nunca deixei de
acreditar que um dia minha cara metade iria aparecer... ainda
acredito esse é o ponto, temos que acreditar e aprender com
relacionamentos que não deu certo...
... estou esperando vc postar
bjsssssss
perfeito desagraditam no amor...amor essa palavra é tão rara...
mas homens não sabem mesmo agradar uma mulher é por isso
que varias mulheres são fustradas com isso...
... bem eu tbm já tive decepição amorosa
... mas nunca deixei deacreditar que um dia minha cara metade iria aparecer... ainda
acredito esse é o ponto, temos que acreditar e aprender com
relacionamentos que não deu certo...
... estou esperando vc postar
bjsssssss


eu escolho te louvar senhor
com tudo o que sou, da minha vontade eu abro mão, pois eu escolho o som do céu....
Bem-vindas 
O despertador toca, é mais uma segunda a que eu peço a tudo para que o despertador não toque. O meu nome é Anahí, tenho 19 anos. Filha única. Nunca tive um caso sério, simplesmente só tive casos de uma noite.
- Anny, você já está em pé? – Oiço os gritos que vêem da cozinha, é a minha mãe Laura. 36 anos, mãe solteira, foi abandonada pela família pois os pais dela não queriam que a sua filha estragasse a boa imagem da família por causa de um bebé. Se não bastasse, ela também foi abandonada pelo homem que me deu a vida e que a minha mãe andava louca de paixão. Nunca o conheci e para ser sincera não tenho vontade nenhuma de o conhecer.
- Sim mãe – virando-me para o outro lado na minha cama.
10 Minutos depois levantei da minha cama, ainda um pouco sonolenta e fui directo á casa de banho para me arranjar, tomei o pequeno-almoço, liguei o carro e dirigi até á faculdade. Nos semáforos, e quando o transito me fazia parar eu aproveitava para me maquilhar. Todos os dias era sempre o mesmo, nunca tinha tempo para me maquilhar. Se eu chegar alguma vez ao lado de Dulce sem maquilhagem ela me mata.
Desde que conheci Dulce ela é como uma fada madrinha para mim. Conhecemo-nos por causa de um trabalho de inglês que tivemos de fazer juntas. Naquela altura eu vestia com roupas que até a minha mãe se recusava vestir por estarem tão fora de moda, não tinha preocupações em me maquilhar, não cuidava do meu cabelo e até tinha uns quilinhos a mais. Também ainda nem pensava em ir para a cama com alguém só por divertimento. Dulce mudou-me radicalmente e fez com que a minha auto-estima subisse rapidamente. Fiz uma tatuagem no meu ventre e fiz um piercing no umbigo juntamente com Dulce. Passei também a ter muitos mais amigos e ganhei alguns pretendentes.
Enfim cheguei á faculdade e dei logo de caras com Maite. Ela é a minha melhor amiga desde infância. Andamos na mesma pré-escola, na mesma primária e sempre sonhamos entrar as duas na mesma faculdade. Entrámos no mesmo curso e estamos na mesma turma. Depois das aulas eu e Maite fomos almoçar juntas com Dulce. Ela também está na mesma faculdade mas numa turma diferente. Todas as segundas tínhamos a mesma rotina de ir almoçar juntas, pois era o dia em que nós as três não tínhamos aulas de tarde. Depois do almoço eu ia para casa para estudar. Todos os dias eu estudava, sempre fui uma boa aluna e me orgulho de assim o ser.
- O Christopher convidou-me para eu ir a uma festa em casa dele hoje á noite! – Dulce disse a meio do almoço.
- E tu vais a essa festa? – Maite perguntou
- Sim, talvez vá… mas vocês vêem também comigo
- Ah não Dulce, eu tenho de estudar – disse eu tentando dar uma desculpa para Dulce. Na verdade, eu detestava sair á noite, principalmente para discotecas e festas. Pelo menos para as festas que o Ucker organizava.
- Anny, mas tu vais estudar durante toda a tarde, estudas todos os dias. És uma óptima aluna e não é por uma saída á noite que tu o vais deixar de o ser.
- Mas amanhã é dia de aulas. Temos que nos levantar cedo e tu já sabes como eu sou para acordar e já me deito cedo. Então pensa lá se eu me deitar mais tarde.
- Eu te juro que nós vimos embora de lá cedo – Dulce disse – Por favor amiga, vem comigo! – Dulce disse num tom de voz que fez com que eu cedesse.
- Ok, eu vou.
- Que bom. Então eu te vou buscar em casa pode ser?
- Tá bom mas promete-me que estou em casa cedo.
- Prometido. Maite você vem também!
- Claro que vou.
- Ok, eu passo também na sua casa então.
Depois do almoço fui para casa, entrei no meu quarto e me deitei por uns segundos na minha cama, enquanto apreciava aqueles instantes de silêncio olhei para carta que estava na minha mesinha de cabeceira. A carta tinha o meu nome e pela caligrafia apercebi-me que era uma carta da minha mãe. Me levantei e a li.
Filha tive que ir de viagem para Espanha, não sei quando volto, mas sei que vou demorar a voltar. Antes de sair eu fui no supermercado e comprei comida, espero que não falte nada.
Cuida-te enquanto eu não estiver.
Beijos.
Mãe
Mais uma vez a minha mãe teve que viajar em trabalho. Desde os meus 16 anos que já estava habituada a este tipo de acontecimento. Eu sei que a minha mãe tem mesmo de ir de viajem, apear de nem ela nem eu gostarmos muito da ideia. A minha mãe sempre faz tudo para que nunca me falte nada. Pode faltar a ela muita coisa, mas ela nunca admite que me falte nada a mim. Tudo o que ela faz é por mim e viajar em trabalho é uma dessas coisas, pois ela sabe que quando volta ela terá um pouco mais de dinheiro para me sustentar.

O despertador toca, é mais uma segunda a que eu peço a tudo para que o despertador não toque. O meu nome é Anahí, tenho 19 anos. Filha única. Nunca tive um caso sério, simplesmente só tive casos de uma noite.
- Anny, você já está em pé? – Oiço os gritos que vêem da cozinha, é a minha mãe Laura. 36 anos, mãe solteira, foi abandonada pela família pois os pais dela não queriam que a sua filha estragasse a boa imagem da família por causa de um bebé. Se não bastasse, ela também foi abandonada pelo homem que me deu a vida e que a minha mãe andava louca de paixão. Nunca o conheci e para ser sincera não tenho vontade nenhuma de o conhecer.
- Sim mãe – virando-me para o outro lado na minha cama.
10 Minutos depois levantei da minha cama, ainda um pouco sonolenta e fui directo á casa de banho para me arranjar, tomei o pequeno-almoço, liguei o carro e dirigi até á faculdade. Nos semáforos, e quando o transito me fazia parar eu aproveitava para me maquilhar. Todos os dias era sempre o mesmo, nunca tinha tempo para me maquilhar. Se eu chegar alguma vez ao lado de Dulce sem maquilhagem ela me mata.
Desde que conheci Dulce ela é como uma fada madrinha para mim. Conhecemo-nos por causa de um trabalho de inglês que tivemos de fazer juntas. Naquela altura eu vestia com roupas que até a minha mãe se recusava vestir por estarem tão fora de moda, não tinha preocupações em me maquilhar, não cuidava do meu cabelo e até tinha uns quilinhos a mais. Também ainda nem pensava em ir para a cama com alguém só por divertimento. Dulce mudou-me radicalmente e fez com que a minha auto-estima subisse rapidamente. Fiz uma tatuagem no meu ventre e fiz um piercing no umbigo juntamente com Dulce. Passei também a ter muitos mais amigos e ganhei alguns pretendentes.
Enfim cheguei á faculdade e dei logo de caras com Maite. Ela é a minha melhor amiga desde infância. Andamos na mesma pré-escola, na mesma primária e sempre sonhamos entrar as duas na mesma faculdade. Entrámos no mesmo curso e estamos na mesma turma. Depois das aulas eu e Maite fomos almoçar juntas com Dulce. Ela também está na mesma faculdade mas numa turma diferente. Todas as segundas tínhamos a mesma rotina de ir almoçar juntas, pois era o dia em que nós as três não tínhamos aulas de tarde. Depois do almoço eu ia para casa para estudar. Todos os dias eu estudava, sempre fui uma boa aluna e me orgulho de assim o ser.
- O Christopher convidou-me para eu ir a uma festa em casa dele hoje á noite! – Dulce disse a meio do almoço.
- E tu vais a essa festa? – Maite perguntou
- Sim, talvez vá… mas vocês vêem também comigo
- Ah não Dulce, eu tenho de estudar – disse eu tentando dar uma desculpa para Dulce. Na verdade, eu detestava sair á noite, principalmente para discotecas e festas. Pelo menos para as festas que o Ucker organizava.
- Anny, mas tu vais estudar durante toda a tarde, estudas todos os dias. És uma óptima aluna e não é por uma saída á noite que tu o vais deixar de o ser.
- Mas amanhã é dia de aulas. Temos que nos levantar cedo e tu já sabes como eu sou para acordar e já me deito cedo. Então pensa lá se eu me deitar mais tarde.
- Eu te juro que nós vimos embora de lá cedo – Dulce disse – Por favor amiga, vem comigo! – Dulce disse num tom de voz que fez com que eu cedesse.
- Ok, eu vou.
- Que bom. Então eu te vou buscar em casa pode ser?
- Tá bom mas promete-me que estou em casa cedo.
- Prometido. Maite você vem também!
- Claro que vou.
- Ok, eu passo também na sua casa então.
Depois do almoço fui para casa, entrei no meu quarto e me deitei por uns segundos na minha cama, enquanto apreciava aqueles instantes de silêncio olhei para carta que estava na minha mesinha de cabeceira. A carta tinha o meu nome e pela caligrafia apercebi-me que era uma carta da minha mãe. Me levantei e a li.
Filha tive que ir de viagem para Espanha, não sei quando volto, mas sei que vou demorar a voltar. Antes de sair eu fui no supermercado e comprei comida, espero que não falte nada.
Cuida-te enquanto eu não estiver.
Beijos.
Mãe
Mais uma vez a minha mãe teve que viajar em trabalho. Desde os meus 16 anos que já estava habituada a este tipo de acontecimento. Eu sei que a minha mãe tem mesmo de ir de viajem, apear de nem ela nem eu gostarmos muito da ideia. A minha mãe sempre faz tudo para que nunca me falte nada. Pode faltar a ela muita coisa, mas ela nunca admite que me falte nada a mim. Tudo o que ela faz é por mim e viajar em trabalho é uma dessas coisas, pois ela sabe que quando volta ela terá um pouco mais de dinheiro para me sustentar.
1º Capitulo da minha Fanfic: Do Sol ás Trevas já postado ( vai ler?
)
Assinatura em construção!
)Assinatura em construção!
Lolita as tuas fic's deixam sempre agua na boca!
Gosto da ideia de "o marido da minha mae é pai do meu namorado"! lol
Espero que isso nao traga muitos conflitos, pelo contrario, que ajude na relação!
Estou curiosa com o desenrolar da fic!
Boa sorte!
bjokas
Gosto da ideia de "o marido da minha mae é pai do meu namorado"! lol
Espero que isso nao traga muitos conflitos, pelo contrario, que ajude na relação!
Estou curiosa com o desenrolar da fic!
Boa sorte!
bjokas
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
oi lolita...
adorei o nick que deste ao papel principal
[Anny] porque será que amei....
... olha vou lhe contar algo... eu tbm já fui assim algum tempo atrás... mas mudei radicalmente quando uma tia minha veio morar comigo, ela mim transformou em uma linda mulher...
... ganhei sim alguns pretendentes,
mas não fiz tatuagem e nem coloquei piercing... ele revolucionou mesmo, esse Dulce
será amiga de verdade????
não sei vamos ver como segui...
..sei não pelo que está parecendo, está festa tem muita coisa pra rolar, tenho pra mim que Anny não vai voltar nem tão cedo pra casa...
olha tenho uma coisa pra lhe dizer... vc aceita se quiser mas
nesta estrofe eu notei que usou varias vezes a mesma palavra, e tem algumas que não precisava ser acresentada tipo: as palavras em negrito...
...
olha como eu escreveria...
Mas uma vez minha mãe teve que viajar á trabalho, desde meus 16 anos já estava habituada a este tipo de acontecimento, sei ela tem mesmo que ir viajar, apesar de que nem eu nem ela gostávamos muito da idéia. Minha mãe sempre faz tudo para não me faltar nada, pode ser que faltem muitas coisas á ela, mas nunca admite Que me falte nada. Tudo que faz é por mim... Viajar á trabalho é uma dessas coisas, pois sabe que ao voltar terá um pouco, mas de dinheiro para me sustentar.
olha é bom lermos antes de postar... desculpa tá fazendo esse tipo de comentário não é meu
Costume... mas quero muito continuar lendo sua historia é muito interessante eu amei o primeiro capitulo e estarei sempre atenta
as atualizações...
beijos...
adorei o nick que deste ao papel principal
[Anny] porque será que amei....
...Naquela altura eu vestia com
roupas que até a minha mãe se recusava vestir por estarem tão fora de
moda, não tinha preocupações em me maquilhar, não cuidava do meu cabelo e
até tinha uns quilinhos a mais
... olha vou lhe contar algo... eu tbm já fui assim algum tempo atrás... mas mudei radicalmente quando uma tia minha veio morar comigo, ela mim transformou em uma linda mulher...
Fiz uma tatuagem no meu ventre e
fiz um piercing no umbigo juntamente com Dulce. Passei também a ter
muitos mais amigos e ganhei alguns pretendentes.
... ganhei sim alguns pretendentes,
mas não fiz tatuagem e nem coloquei piercing... ele revolucionou mesmo, esse Dulce será amiga de verdade????
não sei vamos ver como segui...
- Eu te juro que nós vimos embora de lá cedo –
Dulce disse – Por favor amiga, vem comigo! – Dulce disse num tom de voz
que fez com que eu cedesse.
..sei não pelo que está parecendo, está festa tem muita coisa pra rolar, tenho pra mim que Anny não vai voltar nem tão cedo pra casa...
olha tenho uma coisa pra lhe dizer... vc aceita se quiser mas
nesta estrofe eu notei que usou varias vezes a mesma palavra, e tem algumas que não precisava ser acresentada tipo: as palavras em negrito...
...
Mais uma vez a minha mãe teve que viajar em trabalho.
Desde os meus 16 anos que já estava habituada a este tipo de
acontecimento. Eu sei que a minha mãe tem mesmo de ir de viajem, apear
de nem ela nem eu gostarmos muito da ideia. A minha mãe sempre faz tudo
para que nunca me falte nada. Pode faltar a ela muita coisa, mas ela
nunca admite que me falte nada a mim. Tudo o que ela faz é por mim e
viajar em trabalho é uma dessas coisas, pois ela sabe que quando volta
ela terá um pouco mais de dinheiro para me sustentar.
olha como eu escreveria...
Mas uma vez minha mãe teve que viajar á trabalho, desde meus 16 anos já estava habituada a este tipo de acontecimento, sei ela tem mesmo que ir viajar, apesar de que nem eu nem ela gostávamos muito da idéia. Minha mãe sempre faz tudo para não me faltar nada, pode ser que faltem muitas coisas á ela, mas nunca admite Que me falte nada. Tudo que faz é por mim... Viajar á trabalho é uma dessas coisas, pois sabe que ao voltar terá um pouco, mas de dinheiro para me sustentar.
olha é bom lermos antes de postar... desculpa tá fazendo esse tipo de comentário não é meu
Costume... mas quero muito continuar lendo sua historia é muito interessante eu amei o primeiro capitulo e estarei sempre atenta
as atualizações...
beijos...


eu escolho te louvar senhor
com tudo o que sou, da minha vontade eu abro mão, pois eu escolho o som do céu....
Opa, eu tou sempre a dizer a mesma coisa mas...f*ck q sa lixe...
Algo me diz que gostas muito da palavra Espanha e dulce!

Já sao 2 fics em q usas esses nomes!
Pois é... uma situaçao complicada a dela... filha de mae solteira, nao mto rica... o problema vai ser qnd descobrir q o seu namorado é na verdade, meio irmao... ai é q a bomba vai arrebentar...
Mas talvez algo aconteca para q fiqm juntos... podem ser da mesma familia mas nada os proibe de casar... é incesto sim, e um filho entre pessoas da mesma familia pode nascer deficiente mas nunca se sabe ne?
Espero por mais
desculpa a demora mas tive teste hoje e tive de estudar durante as ferias.
Bjinho*
EU AMEI!
Pronto, ta dito!Algo me diz que gostas muito da palavra Espanha e dulce!

Já sao 2 fics em q usas esses nomes!
Pois é... uma situaçao complicada a dela... filha de mae solteira, nao mto rica... o problema vai ser qnd descobrir q o seu namorado é na verdade, meio irmao... ai é q a bomba vai arrebentar...
Mas talvez algo aconteca para q fiqm juntos... podem ser da mesma familia mas nada os proibe de casar... é incesto sim, e um filho entre pessoas da mesma familia pode nascer deficiente mas nunca se sabe ne?

Espero por mais
desculpa a demora mas tive teste hoje e tive de estudar durante as ferias.
Bjinho*
anny paula escreveu:oi lolita...
adorei o nick que deste ao papel principal[Anny] porque será que amei....
...Naquela altura eu vestia com
roupas que até a minha mãe se recusava vestir por estarem tão fora de
moda, não tinha preocupações em me maquilhar, não cuidava do meu cabelo e
até tinha uns quilinhos a mais
... olha vou lhe contar algo... eu tbm já fui assim algum tempo atrás... mas mudei radicalmente quando uma tia minha veio morar comigo, ela mim transformou em uma linda mulher...Fiz uma tatuagem no meu ventre e
fiz um piercing no umbigo juntamente com Dulce. Passei também a ter
muitos mais amigos e ganhei alguns pretendentes.
... ganhei sim alguns pretendentes,mas não fiz tatuagem e nem coloquei piercing... ele revolucionou mesmo, esse Dulce
será amiga de verdade????![]()
não sei vamos ver como segui...
- Eu te juro que nós vimos embora de lá cedo –
Dulce disse – Por favor amiga, vem comigo! – Dulce disse num tom de voz
que fez com que eu cedesse.
..sei não pelo que está parecendo, está festa tem muita coisa pra rolar, tenho pra mim que Anny não vai voltar nem tão cedo pra casa...![]()
olha tenho uma coisa pra lhe dizer... vc aceita se quiser mas
nesta estrofe eu notei que usou varias vezes a mesma palavra, e tem algumas que não precisava ser acresentada tipo: as palavras em negrito...
...Mais uma vez a minha mãe teve que viajar em trabalho.
Desde os meus 16 anos que já estava habituada a este tipo de
acontecimento. Eu sei que a minha mãe tem mesmo de ir de viajem, apear
de nem ela nem eu gostarmos muito da ideia. A minha mãe sempre faz tudo
para que nunca me falte nada. Pode faltar a ela muita coisa, mas ela
nunca admite que me falte nada a mim. Tudo o que ela faz é por mim e
viajar em trabalho é uma dessas coisas, pois ela sabe que quando volta
ela terá um pouco mais de dinheiro para me sustentar.
olha como eu escreveria...
Mas uma vez minha mãe teve que viajar á trabalho, desde meus 16 anos já estava habituada a este tipo de acontecimento, sei ela tem mesmo que ir viajar, apesar de que nem eu nem ela gostávamos muito da idéia. Minha mãe sempre faz tudo para não me faltar nada, pode ser que faltem muitas coisas á ela, mas nunca admite Que me falte nada. Tudo que faz é por mim... Viajar á trabalho é uma dessas coisas, pois sabe que ao voltar terá um pouco, mas de dinheiro para me sustentar.
olha é bom lermos antes de postar... desculpa tá fazendo esse tipo de comentário não é meu
Costume... mas quero muito continuar lendo sua historia é muito interessante eu amei o primeiro capitulo e estarei sempre atenta
as atualizações...
beijos...
muito obrigado pelas dicas, vou segui-las sim

eu escrevi esse nick porque na verdade isto é uma Web-novela que estou a fazer e que tem a ver com um Grupo mexicano (RBD)... es do brasil certo? entao deves de os conhecer

bgda por leres

lulumoon escreveu:Lolita as tuas fic's deixam sempre agua na boca!
Gosto da ideia de "o marido da minha mae é pai do meu namorado"! lol
Espero que isso nao traga muitos conflitos, pelo contrario, que ajude na relação!
Estou curiosa com o desenrolar da fic!
Boa sorte!
bjokas
owwnt serio
bgda e continua a ler

Haruka Tenou escreveu:Opa, eu tou sempre a dizer a mesma coisa mas...f*ck q sa lixe...EU AMEI!
Pronto, ta dito!
Algo me diz que gostas muito da palavra Espanha e dulce!
Já sao 2 fics em q usas esses nomes!
Pois é... uma situaçao complicada a dela... filha de mae solteira, nao mto rica... o problema vai ser qnd descobrir q o seu namorado é na verdade, meio irmao... ai é q a bomba vai arrebentar...
Mas talvez algo aconteca para q fiqm juntos... podem ser da mesma familia mas nada os proibe de casar... é incesto sim, e um filho entre pessoas da mesma familia pode nascer deficiente mas nunca se sabe ne?
Espero por mais
desculpa a demora mas tive teste hoje e tive de estudar durante as ferias.
Bjinho*
tens razao... XD eu AMO o nome Dulce e digamos que AMO tudo o que tenha a ver com Mexico e Espanha XD
na0 ha problema nenhum por demorares a aparecer
beijoos e bgda por leres ^^D
1º Capitulo da minha Fanfic: Do Sol ás Trevas já postado ( vai ler?
)
Assinatura em construção!
)Assinatura em construção!
achei o titulo engraçado. lol
estou a começar a gostar muito da tua fic
espero por mais
estou a começar a gostar muito da tua fic
espero por mais

a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm
Estudei durante a tarde e antes do jantar Dulce apareceu na minha casa.
- Boa noite amiga. – Entrou na minha casa com um monte de sacos na mão
- Boa noite…ainda não é um pouco cedo para irmos para a festa?
- Sim, eu sei. – Olhou para a mesa e apercebeu-se que eu ainda ia jantar – Desculpa amiga, eu não sabia que ainda ias jantar.
- Não há problema. Queres jantar também?
- Não obrigado já jantei! – Enquanto ela dizia isto ia tirando um vestido preto, com decote, até ao joelho lindo e uns sapatos de salto agulha pretos envernizados. – Que tal? – Disse Dulce mostrando-me o vestido e os sapatos.
- O vestido é lindo, assim como os sapatos – visualizei com as mãos a textura do vestido –Com certeza que vão ficar lindos em ti! – Ao ouvir isto Dulce sorriu.
- Não são para mim, são para ti – entregando-me o vestido e os sapatos.
- Eu… eu não posso aceitar – olhei para ela pasmada. Ela sempre me comprava alguma coisa quando ia ao shopping, mas nunca tinha sido nada tão caro como aquela prenda.
- Podes sim e vais aceitar. – Pondo o vestido no meu sofá – Mal eu vi este vestido e estes sapatos pensei logo que irias adorá-los e que iriam ficar lindos em ti.
Peguei no vestido e olhei mais uma vez para ele, de seguida olhei para ela e sorri – Obrigado – abracei-a – muito obrigado.
- Não foi nada. Não precisas de agradecer. – Sorriu para mim – Depois de jantar tu vais vesti-lo para levares á festa do Ucker, ok?
Jantei e assim o fiz, o vestido e os sapatos ainda ficavam mais bonitos em mim. Realçava o meu corpo. Dulce também tinha comprado um vestido para ela. Era vermelho, o que realçava o seu cabelo negro. Saímos da minha casa e fomos directo á casa de Mai. Ajudámo-la a se preparar e fomos para a casa de Ucker. Quando lá chegamos eu fiquei espantada com o tamanho exterior da casa, ainda era maior do que eu imaginava. Entrámos dentro da casa e mal Ucker nos viu, deixou as duas raparigas com quem estava a falar para vir ter connosco. Ele olhou para mim com espanto e mal chegou ao nosso lado ele perguntou-me admirado.
- Anny? Tu aqui? – Cumprimentou-me dando dois beijos.
- Não faças já a festa! Eu só vim ver se a festa é assim tão boa como toda a gente diz –Enquanto eu dizia isto Ucker cumprimentava Dul e Mai – Eu vou embora cedo!
- Venham, vou-vos mostrar a casa! – Ucker mostrava a sua casa que, com tanta gente que lá estava, nem parecia assim tão grande como Dul me contava. Enquanto fazíamos a visita guiada á casa de Ucker nós parávamos para cumprimentar alguns amigos que lá se encontravam. A casa de Ucker parecia a escola já que praticamente só se encontravam lá alunos da faculdade. Havia uma música em que o seu coro era todo o barulho que se encontrava naquela casa. Ucker era um dos alunos mais populares da escola e cada vez que apanhava os seus pais fora (que eram muitas essas vezes!) ele aproveitava para fazer festas na sua casa. Estas festas
passavam de boca em boca pela faculdade inteira e quase que posso apostar que as suas festas conseguiam ter mais sucesso do que algum bar daquela zona. Quem depois se encarregava de limpar tudo? Provavelmente as suas empregadas às quais lhe pagava muito bem, não por lhe limpar a casa mas sim para não dizerem nada aos seus pais. Até agora sucesso! Há tanto tempo que dá estas festas e os seus pais ainda não desconfiaram de nenhuma!
Depois de ele nos ter dado a conhecer a sua casa, nós fomos para o local mais sossegado dela: a sala de jogos. Apesar desta sala estar tão cheia como o resto das suas repartições da casa, aqui havia menos conversa, pois as pessoas estavam mais concentradas nos jogos. Quando Ucker lá chegou foi ter com uns rapazes que jogavam sinuca. Eu, Dul e Mai sentámo-nos num sofá vermelho daquela sala. Pouco tempo depois Ucker voltou com um rapaz, nós levantámo-nos.
- Meninas, quero-vos apresentar um amigo meu, ele vem do México para vir estudar na nossa faculdade. – Com aquele corpo só poderia ser Américo-latino - ele vai para a vossa turma Anny e Mai – Não posso acreditar! – Ele chama-se Alfonso.
- Prazer – disse ele com aquela voz de latino cumprimentando cada uma de nós com um beijo –Tratem-me por Poncho – Ele tem uns olhos castanhos profundos, cabelo negro e liso e com um corpo que só os latinos sabem ter, tal e qual como eu gosto!
Ficamos os cinco a conversar sobre a viagem de Poncho e sobre porque é que ele tinha vindo para cá estudar até que fomos interrompidos por uns rapazes que desafiaram Poncho e Ucker para jogar Poker. Enquanto eles foram jogar eu Dul e Mai fomos para a sala e ficamos a comentar sobre o novo rapaz que tínhamos acabado de conhecer.
- É bem giro – Disse Dul para nós – Aquela faculdade bem precisa de rapazes como ele.
- Tem razão amiga. Aqueles olhos… e aquele corpo? – Disse Mai – Sei bem de uma menina que gosta deste tipo de rapazes! – olhando para mim.
- Sim, ele até é giro, olhos bonitos, corpo perfeito… – disse eu – Mas eu o achei um pouco convencido de mais, não acharam?
- Porque achas isso? – Disse Dulce parando junto á lareira da sala.
- Não viste a forma como ele falava? ‘ Haa… eu já fui modelo e toda a gente me adorava, diziam que eu era o rapaz mais bonito da agência!’ - Disse eu fazendo voz grossa tentando imitar Poncho. Entretanto Chris chega por detrás de mim e interrompe a nossa conversa.
- Olá princesas! Anny? Por aqui? – Chris disse surpreendido.
- Sim, eu mesma por aqui. E são elas as culpadas – Olhei para Dul e Mai.
Chris é meu amigo e amigo de Mai desde a primária. Anda na nossa escola e conheceu Dul ai, desde ai que somos inseparáveis. Chris levou Dul para dançar e aí ficamos só eu e Mai a olhar para todos os cantos da sala. Ao nosso redor só havia pessoas dançando, e para ser sincera já estava a começar a ficar farta de estar na festa. Mas como era Dul quem me iria levar a casa, eu não lhe quis estragar a noite e não lhe disse nada. Ela já era a convidada de honra do Ucker nestas festas. Sempre vinha a elas e adorava ficar até às tantas nela.
- Devem de estar com sede! – Disse Ucker que vinha com Poncho dando um copo de wisky a mim e a Mai.
- Ucker como advinhaste? – Disse Mai aceitando o wisky e agradecendo.
- Obrigado Ucker mas tu sabes muito bem que eu não bebo bebidas alcoólicas!
- Ai Anny, não irá ser um copinho de wisky que vais ficar menos ‘nerd’.
Senti que Poncho, nessa altura tinha baixado a cabeça para se rir de mim. Nessa altura eu já tinha precebido que o que ele pensava de mim! Isso deu-me uma imensa raiva.
- Tens razão Ucker – disse espontaneamente aceitando o copo de wisky. Não acredito no que acabei de fazer!
Ficámos a conversar, quer dizer, eles ficaram! Eu permanecia calada no meio deles e tentando passar despercebida e pensando como é que me iria livrar daquele copo de wisky.
- Ei! – Disse Ucker gritando para o fundo onde se encontrava algumas pessoas ao lado da rádio – Aumenta aí o som! – Nem consigo acreditar que aquela rádio ainda consegue dar mais volume. Mai e Ucker começaram a dançar ao nosso lado, mas imediatamente foram para o meio da sala dançar os dois. Fiquei só eu e Poncho, cada vez mais eu queria ir embora daqui.
- Não bebes?
– Disse Poncho apontando para o meu copo. Ainda não tinha nem tocado na bebida.
Olhei para o copo e olhei para ele. Fechei os olhos e bebi um pouco, receosa do sabor. Mal eu senti aquele sabor eu fiz cara feia. Poncho, que me olhava atento enquanto eu bebia a bebida começou a rir como se de uma comédia se tratasse.
- Não precisas de beber se não quiseres – disse ele contendo o riso. Eu não falei nada. Estava envergonhada. Procurei Dul com os olhos, só queria ir embora o mais depressa possível.
- Vamos dançar? – Perguntar Poncho esperando uma resposta.
- Ah… eu – Fiquei atrapalhada. É por isso que u tento evitar discotecas! Nunca dancei na minha vida, sou uma desengonçada e tenho um pé pesado. Encarei-o de novo. Ele ainda estava á espera de uma resposta – eu… - olhei para o relógia que já badalava as onze horas – Eu tenho que ir. –Sai dali abrindo caminho rapidamente entre as pessoas que dançavam. Peguei na mão de Dul. Ela não disse nada simplesmente veio comigo. Ucker ao nos ver na porta aviso Mai que veio logo ter connosco.
- Que se passa? Vão já embora?
- Dul, levas-me até casa? – Perguntei
- Claro! - Disse Dul não resmungando
- Sim eu já vou Mai… se quiseres ficar mais um pouco fica! Com certeza que o Ucker não se importa de te levar a casa.
- Não eu também vou já com vocês, só vou buscar o meu casaco.
- Ok, nós te esperamos lá fora então. – Disse Dul
Quando chegámos lá fora Dul pediu-me explicações.
- Que se passou? Porque não quiseste ficar mais um pouco? Já estavas farta da festa?
- Sim, eu já estava farta da festa, farta do ambiente, farta de tudo! E para piorar as coisas – fi uma pausa e olhei para Dul que esperava para eu continuar a falar, sentei nas escadas e falei com cara de desanimada – o Latino pediu para dançar comigo.
- E porque tu não foste? – Sentando-se ao meu lado
- Dul , já te esqueceste que eu não sei dançar, seria a maior vergonha da minha vida!
- E tu não lhe disseste que não querias dançar?
- Sim Dul, claro! Eu iria dizer-lhe que não podia dançar porque nunca dancei na minha vida, não?
- Claro que não! Tu davas uma desculpa para ele! Mas não fugias dele assim sem mais nem menos! – Eu permaneci calada. – Ok – Dul respirou fundo e me abraçou – Ok, tudo bem!
Mai chegou neste momento
- Vamos? – Disse Mai para nós.
Nós fomos para casa, permaneci calada dirante a viagem. Dul afinal de contas tinha razão. Eu tinha sempre a mania de quando algo começava a correr mal de desaparecer. Não conseguia encarar algumas coisas de frente.
Quando cheguei a casa despi o meu vestido, vesti o meu pijama e fui directo para a cama. Apesar de ter sono eu não conseguia adormecer, eu não conseguia tirar aquela situação da minha cabeça.
- Boa noite amiga. – Entrou na minha casa com um monte de sacos na mão
- Boa noite…ainda não é um pouco cedo para irmos para a festa?
- Sim, eu sei. – Olhou para a mesa e apercebeu-se que eu ainda ia jantar – Desculpa amiga, eu não sabia que ainda ias jantar.
- Não há problema. Queres jantar também?
- Não obrigado já jantei! – Enquanto ela dizia isto ia tirando um vestido preto, com decote, até ao joelho lindo e uns sapatos de salto agulha pretos envernizados. – Que tal? – Disse Dulce mostrando-me o vestido e os sapatos.
- O vestido é lindo, assim como os sapatos – visualizei com as mãos a textura do vestido –Com certeza que vão ficar lindos em ti! – Ao ouvir isto Dulce sorriu.
- Não são para mim, são para ti – entregando-me o vestido e os sapatos.
- Eu… eu não posso aceitar – olhei para ela pasmada. Ela sempre me comprava alguma coisa quando ia ao shopping, mas nunca tinha sido nada tão caro como aquela prenda.
- Podes sim e vais aceitar. – Pondo o vestido no meu sofá – Mal eu vi este vestido e estes sapatos pensei logo que irias adorá-los e que iriam ficar lindos em ti.
Peguei no vestido e olhei mais uma vez para ele, de seguida olhei para ela e sorri – Obrigado – abracei-a – muito obrigado.
- Não foi nada. Não precisas de agradecer. – Sorriu para mim – Depois de jantar tu vais vesti-lo para levares á festa do Ucker, ok?
Jantei e assim o fiz, o vestido e os sapatos ainda ficavam mais bonitos em mim. Realçava o meu corpo. Dulce também tinha comprado um vestido para ela. Era vermelho, o que realçava o seu cabelo negro. Saímos da minha casa e fomos directo á casa de Mai. Ajudámo-la a se preparar e fomos para a casa de Ucker. Quando lá chegamos eu fiquei espantada com o tamanho exterior da casa, ainda era maior do que eu imaginava. Entrámos dentro da casa e mal Ucker nos viu, deixou as duas raparigas com quem estava a falar para vir ter connosco. Ele olhou para mim com espanto e mal chegou ao nosso lado ele perguntou-me admirado.
- Anny? Tu aqui? – Cumprimentou-me dando dois beijos.
- Não faças já a festa! Eu só vim ver se a festa é assim tão boa como toda a gente diz –Enquanto eu dizia isto Ucker cumprimentava Dul e Mai – Eu vou embora cedo!
- Venham, vou-vos mostrar a casa! – Ucker mostrava a sua casa que, com tanta gente que lá estava, nem parecia assim tão grande como Dul me contava. Enquanto fazíamos a visita guiada á casa de Ucker nós parávamos para cumprimentar alguns amigos que lá se encontravam. A casa de Ucker parecia a escola já que praticamente só se encontravam lá alunos da faculdade. Havia uma música em que o seu coro era todo o barulho que se encontrava naquela casa. Ucker era um dos alunos mais populares da escola e cada vez que apanhava os seus pais fora (que eram muitas essas vezes!) ele aproveitava para fazer festas na sua casa. Estas festas
passavam de boca em boca pela faculdade inteira e quase que posso apostar que as suas festas conseguiam ter mais sucesso do que algum bar daquela zona. Quem depois se encarregava de limpar tudo? Provavelmente as suas empregadas às quais lhe pagava muito bem, não por lhe limpar a casa mas sim para não dizerem nada aos seus pais. Até agora sucesso! Há tanto tempo que dá estas festas e os seus pais ainda não desconfiaram de nenhuma!
Depois de ele nos ter dado a conhecer a sua casa, nós fomos para o local mais sossegado dela: a sala de jogos. Apesar desta sala estar tão cheia como o resto das suas repartições da casa, aqui havia menos conversa, pois as pessoas estavam mais concentradas nos jogos. Quando Ucker lá chegou foi ter com uns rapazes que jogavam sinuca. Eu, Dul e Mai sentámo-nos num sofá vermelho daquela sala. Pouco tempo depois Ucker voltou com um rapaz, nós levantámo-nos.
- Meninas, quero-vos apresentar um amigo meu, ele vem do México para vir estudar na nossa faculdade. – Com aquele corpo só poderia ser Américo-latino - ele vai para a vossa turma Anny e Mai – Não posso acreditar! – Ele chama-se Alfonso.
- Prazer – disse ele com aquela voz de latino cumprimentando cada uma de nós com um beijo –Tratem-me por Poncho – Ele tem uns olhos castanhos profundos, cabelo negro e liso e com um corpo que só os latinos sabem ter, tal e qual como eu gosto!
Ficamos os cinco a conversar sobre a viagem de Poncho e sobre porque é que ele tinha vindo para cá estudar até que fomos interrompidos por uns rapazes que desafiaram Poncho e Ucker para jogar Poker. Enquanto eles foram jogar eu Dul e Mai fomos para a sala e ficamos a comentar sobre o novo rapaz que tínhamos acabado de conhecer.
- É bem giro – Disse Dul para nós – Aquela faculdade bem precisa de rapazes como ele.
- Tem razão amiga. Aqueles olhos… e aquele corpo? – Disse Mai – Sei bem de uma menina que gosta deste tipo de rapazes! – olhando para mim.
- Sim, ele até é giro, olhos bonitos, corpo perfeito… – disse eu – Mas eu o achei um pouco convencido de mais, não acharam?
- Porque achas isso? – Disse Dulce parando junto á lareira da sala.
- Não viste a forma como ele falava? ‘ Haa… eu já fui modelo e toda a gente me adorava, diziam que eu era o rapaz mais bonito da agência!’ - Disse eu fazendo voz grossa tentando imitar Poncho. Entretanto Chris chega por detrás de mim e interrompe a nossa conversa.
- Olá princesas! Anny? Por aqui? – Chris disse surpreendido.
- Sim, eu mesma por aqui. E são elas as culpadas – Olhei para Dul e Mai.
Chris é meu amigo e amigo de Mai desde a primária. Anda na nossa escola e conheceu Dul ai, desde ai que somos inseparáveis. Chris levou Dul para dançar e aí ficamos só eu e Mai a olhar para todos os cantos da sala. Ao nosso redor só havia pessoas dançando, e para ser sincera já estava a começar a ficar farta de estar na festa. Mas como era Dul quem me iria levar a casa, eu não lhe quis estragar a noite e não lhe disse nada. Ela já era a convidada de honra do Ucker nestas festas. Sempre vinha a elas e adorava ficar até às tantas nela.
- Devem de estar com sede! – Disse Ucker que vinha com Poncho dando um copo de wisky a mim e a Mai.
- Ucker como advinhaste? – Disse Mai aceitando o wisky e agradecendo.
- Obrigado Ucker mas tu sabes muito bem que eu não bebo bebidas alcoólicas!
- Ai Anny, não irá ser um copinho de wisky que vais ficar menos ‘nerd’.
Senti que Poncho, nessa altura tinha baixado a cabeça para se rir de mim. Nessa altura eu já tinha precebido que o que ele pensava de mim! Isso deu-me uma imensa raiva.
- Tens razão Ucker – disse espontaneamente aceitando o copo de wisky. Não acredito no que acabei de fazer!
Ficámos a conversar, quer dizer, eles ficaram! Eu permanecia calada no meio deles e tentando passar despercebida e pensando como é que me iria livrar daquele copo de wisky.
- Ei! – Disse Ucker gritando para o fundo onde se encontrava algumas pessoas ao lado da rádio – Aumenta aí o som! – Nem consigo acreditar que aquela rádio ainda consegue dar mais volume. Mai e Ucker começaram a dançar ao nosso lado, mas imediatamente foram para o meio da sala dançar os dois. Fiquei só eu e Poncho, cada vez mais eu queria ir embora daqui.
- Não bebes?
– Disse Poncho apontando para o meu copo. Ainda não tinha nem tocado na bebida.
Olhei para o copo e olhei para ele. Fechei os olhos e bebi um pouco, receosa do sabor. Mal eu senti aquele sabor eu fiz cara feia. Poncho, que me olhava atento enquanto eu bebia a bebida começou a rir como se de uma comédia se tratasse.
- Não precisas de beber se não quiseres – disse ele contendo o riso. Eu não falei nada. Estava envergonhada. Procurei Dul com os olhos, só queria ir embora o mais depressa possível.
- Vamos dançar? – Perguntar Poncho esperando uma resposta.
- Ah… eu – Fiquei atrapalhada. É por isso que u tento evitar discotecas! Nunca dancei na minha vida, sou uma desengonçada e tenho um pé pesado. Encarei-o de novo. Ele ainda estava á espera de uma resposta – eu… - olhei para o relógia que já badalava as onze horas – Eu tenho que ir. –Sai dali abrindo caminho rapidamente entre as pessoas que dançavam. Peguei na mão de Dul. Ela não disse nada simplesmente veio comigo. Ucker ao nos ver na porta aviso Mai que veio logo ter connosco.
- Que se passa? Vão já embora?
- Dul, levas-me até casa? – Perguntei
- Claro! - Disse Dul não resmungando
- Sim eu já vou Mai… se quiseres ficar mais um pouco fica! Com certeza que o Ucker não se importa de te levar a casa.
- Não eu também vou já com vocês, só vou buscar o meu casaco.
- Ok, nós te esperamos lá fora então. – Disse Dul
Quando chegámos lá fora Dul pediu-me explicações.
- Que se passou? Porque não quiseste ficar mais um pouco? Já estavas farta da festa?
- Sim, eu já estava farta da festa, farta do ambiente, farta de tudo! E para piorar as coisas – fi uma pausa e olhei para Dul que esperava para eu continuar a falar, sentei nas escadas e falei com cara de desanimada – o Latino pediu para dançar comigo.
- E porque tu não foste? – Sentando-se ao meu lado
- Dul , já te esqueceste que eu não sei dançar, seria a maior vergonha da minha vida!
- E tu não lhe disseste que não querias dançar?
- Sim Dul, claro! Eu iria dizer-lhe que não podia dançar porque nunca dancei na minha vida, não?
- Claro que não! Tu davas uma desculpa para ele! Mas não fugias dele assim sem mais nem menos! – Eu permaneci calada. – Ok – Dul respirou fundo e me abraçou – Ok, tudo bem!
Mai chegou neste momento
- Vamos? – Disse Mai para nós.
Nós fomos para casa, permaneci calada dirante a viagem. Dul afinal de contas tinha razão. Eu tinha sempre a mania de quando algo começava a correr mal de desaparecer. Não conseguia encarar algumas coisas de frente.
Quando cheguei a casa despi o meu vestido, vesti o meu pijama e fui directo para a cama. Apesar de ter sono eu não conseguia adormecer, eu não conseguia tirar aquela situação da minha cabeça.
1º Capitulo da minha Fanfic: Do Sol ás Trevas já postado ( vai ler?
)
Assinatura em construção!
)Assinatura em construção!

LOOl
ela é como eu. Eu nunca consigo encarar os problemas frente a frente neste tipo de situações, e tento sempre sair do local para fora! Ou entao, qnd isso acontece, eu coro e começo a gaguejar como uma parva e n consigo defender-me **marisa olha muito fula**
Adoro aqle tipo de vestidos, ainda por mais qnd sao pretos! Prefiro sandálias de salto grosso e alto, mas assim, sapatos envernizados, tbm n desgosto!
Ja vi q a historia se vai desenrolar entre a Anny e o ponche! ele é um garanhão!
E tu és uma ganda doida! Ca esta a dulce, o afonso e o chris na historia!
eu adoro o nome afonso e se eu um dia tivesse um rapazeco, metia afonso 
Sempre vivi no mundo encantado: Tinha uma casa que mais parecia um palácio onde vivia mais que bem, com empregados que me faziam tudo e com o maior jardim do mundo onde podia andar a cavalo (a minha paixão) tinha uma família que apesar de estar ausente, eles pensavam que me podiam recompensar com o seu dinheiro, tinha um monte de amigos, filhos os maiores empresários Mexicanos e amigos do meu pai, tinha um carro do ano á minha espera quando eu tirasse a carta, andava na melhor escola, com os melhores professores e era uma as melhores alunas. Só me faltava uma coisa (pensava eu): O meu príncipe encantado! Depois de algum tempo ele chegou. Não num cavalo branco mas sim a pé, não com roupas elegantes e de marca, mas com roupas gastas e baratas, não com um boquê de lindas rosas vermelhas compradas na melhor florista da zona mas sim com uma simples margarida que tinha colhido do seu pequeno jardim. Para mim, naquela altura, ele era perfeito, mas os meus pais não tinham a mesma ideia que eu. Para eles eu desapontei-os! O tanto tempo que eles me levaram a indicar este ou aquele milionário rico com quem eu me poderia casar e ter lindos filhos com um grande futuro na empresa do pai foram em vão. Os meus pais fizeram de tudo para me separar dele, mas eu sempre fiz de tudo para ficar junta a ele. Ele foi o meu único e primeiro amor, amava-o acima de tudo e todos e jurei que deixaria tudo só para ficar com ele. Jurei e assim o fiz! Naquela altura eu tinha 16 anos e ele 20, fugi de
casa com ele e fomos viver fora da cidade para onde os meus pais não me pudessem encontrar. Estava confiante no meu acto em sair de casa e estava feliz por agora poder viver em liberdade o amor da minha vida. Durante algum tempo em que vivemos juntos, nós vivíamos apaixonados, loucos um pelo outro, era um amor celestial. Mas de repente esse céu que era tão azul e tão limpo tornou-se num céu cinzento e a tempestade não tardou a vir.
Ele começou a beber e com a bebida vieram os maus tratos. Todas as noites era a mesma rotina: Ele ia para o bar com os amigos e quando chegava, descarregava todas as energias em cima de mim, no outro dia quando ele acordava pedia-me desculpas e passava o dia inteiro me tratando como se eu fosse uma princesa e eu iludida, acreditava nas suas palavras e sempre esperava que o amanhã viesse a ser melhor. Mas nódoas negras começaram a multiplicar-se assim como a tristeza que invadia o meu coração. Uma das minhas melhores amigas naquela altura começou a desconfiar que algo estava errado, pois a maquilhagem conseguia disfarçar as nódoas negras, mas nunca conseguiria disfarçar a dor e a raiva que eu sentia. Contei-lhe tudo e ela pediu-me para o denunciar, mas eu não o fazia. Não o fazia por medo, não o fazia porque esperava que ele mudasse, acima de tudo não o fazia porque eu o amava mesmo assim.
Depois do álcool veio a droga e eu comecei a entrar em
desespero. Já não aguentava mais os maus tratos e muito menos o ver naquele
estado. Tentei ajudá-lo mas é difícil de ajudar uma pessoa que não quer ser
ajudada.
Ele sempre quis ter um filho. Muitas vezes ele me
contava que queria construir uma família comigo e com muitos filhos á nossa
volta e na verdade ele parecia ter vocação para ser pai, já que cada vez que
ele pegava num bebé ao colo é como se esse bebé fosse o seu bebé, “ele deveria
ser um pai babado de certeza” pesava eu naquela altura.
Engravidei dele com a esperança que esse bebé lhe
transmitisse uma mensagem de força para sair dessa vida. A minha esperança
voltou no dia em que eu lhe disse que estava grávida dele. Nesse dia ele ficou
contente e até deixou a droga e o álcool... durante dois dias. Os meus dias de
descanso tinham chegado ao fim e ele voltou a ser o mesmo ou ainda pior do que
era antes. Nesta altura eu tive que deixar de estudar. Não por causa do bebé
mas sim porque o dinheiro para a droga estava a acabar. Todo o dinheiro que ele
ganhava era para a droga, nunca sobrava nem uma moeda para me alimentar, lamentavelmente
eu vivia á custa dos meus amigos. Ele fez-me trabalhar que nem uma escrava para
ao fim do mês eu lhe dar todo o meu trabalho a ele. Quando as minhas amigas
descobriram toda a verdade elas nem me pediram explicações, denunciaram-no e
tomaram conta de mim. Eu fui morar com a Grazy, ela era mais que uma irmã para
mim. Cuidou de mim, estava sempre quando eu precisava e no dia do parto ela
esteve comigo e assistiu ao nascimento da Anahí. Desde que eu fui morar com
Grazy e até ao parto eu não soube mais dele, mas meses depois recebi uma carta
dele.
“Laura:
Quando eu te conheci eu pensei que seriamos felizes
até ao resto das nossas vidas, mas o stress de não termos dinheiro levou-me a
beber e a levar-me para a vida da droga.
Sei que te fiz muito mal e mesmo que eu te peça
desculpas para o resto da minha vida tu nunca me vais desculpar e isso, eu
compreendo.
Estou num centro de reabilitação e apesar de estar
ainda a ser um pouco difícil deixar os meus vícios, começo a ter força de
vontade e esperança que me vou curar e segundo os médicos, isso já é um começo.
Espero sair daqui com uma vida nova e espero que tu
também tenhas uma nova vida junto de alguém que te ame e que não te faça
sofrer.
Apesar de, como disse no inicio desta carta, nunca me
desculpares, eu não irei ficar de consciência tranquila se não o dizer:
Desculpa!
Espero que estejas bem, assim como a tua filha, sim, a
tua filha, pois eu admito que ela não é nossa, eu não me posso considerar pai
dela depois de tudo.
Fica bem.”
Depois desta carta eu tentei contactar com ele, disse
que poderíamos encontrar um dia e inclusive ele poderia ver a sua filha, mas
ele nunca me respondeu. Há quem diga que quando ele saiu da reabilitação, ele
formou uma nova família, mas que dois anos depois ele voltou á sua vida
anterior.
Ele foi o um primeiro e único amor. Sim o meu único
amor! Depois dele eu nunca mais consegui aproximar-me de um homem, tinha medo
que ele me fizesse o mesmo a mim e, principalmente á minha filha.
Quando Anahí fez os seus seis anos eu matriculei-a na
escola e num centro de tempos livres e voltei a estudar. Tirei o curso de
Publicidade e mais uma vez, eu acabei o curso com notas excelentes e mal acabei
o curso tive logo propostas de trabalho. Nunca mais tive contacto com os meus
pais desde que disse que estava grávida, ainda lhes tentei telefonar muitas
vezes, mas eles nunca me atenderam e nunca se deram ao trabalho de conhecer a
neta deles.
Sempre eduquei Anahí com muito amor e sempre lhe
ensinei muitas coisas sobre a vida para ela nunca sofrer e evitar certas
situações.
Quando ela fez 16 anos eu comecei a viajar para fora.
Anahí habituou-se a ficar sozinha em casa. Ao princípio ela não gostou muito da
ideia, mas logo entendeu que o que eu fazia era para a sustentar.
Anahí sempre foi muito compreensiva em todas as
situações ela é sem duvida uma filha que todos os pais queriam ter. É boa
aluna, aplicada, responsável, madura e muito bem comportada, já que nunca me
deu problemas com nada. Ela é tudo o que eu tenho e que sempre terei, ela é-me
tudo na minha vida e, como todas as mães, eu daria a vida por ela.
casa com ele e fomos viver fora da cidade para onde os meus pais não me pudessem encontrar. Estava confiante no meu acto em sair de casa e estava feliz por agora poder viver em liberdade o amor da minha vida. Durante algum tempo em que vivemos juntos, nós vivíamos apaixonados, loucos um pelo outro, era um amor celestial. Mas de repente esse céu que era tão azul e tão limpo tornou-se num céu cinzento e a tempestade não tardou a vir.
Ele começou a beber e com a bebida vieram os maus tratos. Todas as noites era a mesma rotina: Ele ia para o bar com os amigos e quando chegava, descarregava todas as energias em cima de mim, no outro dia quando ele acordava pedia-me desculpas e passava o dia inteiro me tratando como se eu fosse uma princesa e eu iludida, acreditava nas suas palavras e sempre esperava que o amanhã viesse a ser melhor. Mas nódoas negras começaram a multiplicar-se assim como a tristeza que invadia o meu coração. Uma das minhas melhores amigas naquela altura começou a desconfiar que algo estava errado, pois a maquilhagem conseguia disfarçar as nódoas negras, mas nunca conseguiria disfarçar a dor e a raiva que eu sentia. Contei-lhe tudo e ela pediu-me para o denunciar, mas eu não o fazia. Não o fazia por medo, não o fazia porque esperava que ele mudasse, acima de tudo não o fazia porque eu o amava mesmo assim.
Depois do álcool veio a droga e eu comecei a entrar em
desespero. Já não aguentava mais os maus tratos e muito menos o ver naquele
estado. Tentei ajudá-lo mas é difícil de ajudar uma pessoa que não quer ser
ajudada.
Ele sempre quis ter um filho. Muitas vezes ele me
contava que queria construir uma família comigo e com muitos filhos á nossa
volta e na verdade ele parecia ter vocação para ser pai, já que cada vez que
ele pegava num bebé ao colo é como se esse bebé fosse o seu bebé, “ele deveria
ser um pai babado de certeza” pesava eu naquela altura.
Engravidei dele com a esperança que esse bebé lhe
transmitisse uma mensagem de força para sair dessa vida. A minha esperança
voltou no dia em que eu lhe disse que estava grávida dele. Nesse dia ele ficou
contente e até deixou a droga e o álcool... durante dois dias. Os meus dias de
descanso tinham chegado ao fim e ele voltou a ser o mesmo ou ainda pior do que
era antes. Nesta altura eu tive que deixar de estudar. Não por causa do bebé
mas sim porque o dinheiro para a droga estava a acabar. Todo o dinheiro que ele
ganhava era para a droga, nunca sobrava nem uma moeda para me alimentar, lamentavelmente
eu vivia á custa dos meus amigos. Ele fez-me trabalhar que nem uma escrava para
ao fim do mês eu lhe dar todo o meu trabalho a ele. Quando as minhas amigas
descobriram toda a verdade elas nem me pediram explicações, denunciaram-no e
tomaram conta de mim. Eu fui morar com a Grazy, ela era mais que uma irmã para
mim. Cuidou de mim, estava sempre quando eu precisava e no dia do parto ela
esteve comigo e assistiu ao nascimento da Anahí. Desde que eu fui morar com
Grazy e até ao parto eu não soube mais dele, mas meses depois recebi uma carta
dele.
“Laura:
Quando eu te conheci eu pensei que seriamos felizes
até ao resto das nossas vidas, mas o stress de não termos dinheiro levou-me a
beber e a levar-me para a vida da droga.
Sei que te fiz muito mal e mesmo que eu te peça
desculpas para o resto da minha vida tu nunca me vais desculpar e isso, eu
compreendo.
Estou num centro de reabilitação e apesar de estar
ainda a ser um pouco difícil deixar os meus vícios, começo a ter força de
vontade e esperança que me vou curar e segundo os médicos, isso já é um começo.
Espero sair daqui com uma vida nova e espero que tu
também tenhas uma nova vida junto de alguém que te ame e que não te faça
sofrer.
Apesar de, como disse no inicio desta carta, nunca me
desculpares, eu não irei ficar de consciência tranquila se não o dizer:
Desculpa!
Espero que estejas bem, assim como a tua filha, sim, a
tua filha, pois eu admito que ela não é nossa, eu não me posso considerar pai
dela depois de tudo.
Fica bem.”
Depois desta carta eu tentei contactar com ele, disse
que poderíamos encontrar um dia e inclusive ele poderia ver a sua filha, mas
ele nunca me respondeu. Há quem diga que quando ele saiu da reabilitação, ele
formou uma nova família, mas que dois anos depois ele voltou á sua vida
anterior.
Ele foi o um primeiro e único amor. Sim o meu único
amor! Depois dele eu nunca mais consegui aproximar-me de um homem, tinha medo
que ele me fizesse o mesmo a mim e, principalmente á minha filha.
Quando Anahí fez os seus seis anos eu matriculei-a na
escola e num centro de tempos livres e voltei a estudar. Tirei o curso de
Publicidade e mais uma vez, eu acabei o curso com notas excelentes e mal acabei
o curso tive logo propostas de trabalho. Nunca mais tive contacto com os meus
pais desde que disse que estava grávida, ainda lhes tentei telefonar muitas
vezes, mas eles nunca me atenderam e nunca se deram ao trabalho de conhecer a
neta deles.
Sempre eduquei Anahí com muito amor e sempre lhe
ensinei muitas coisas sobre a vida para ela nunca sofrer e evitar certas
situações.
Quando ela fez 16 anos eu comecei a viajar para fora.
Anahí habituou-se a ficar sozinha em casa. Ao princípio ela não gostou muito da
ideia, mas logo entendeu que o que eu fazia era para a sustentar.
Anahí sempre foi muito compreensiva em todas as
situações ela é sem duvida uma filha que todos os pais queriam ter. É boa
aluna, aplicada, responsável, madura e muito bem comportada, já que nunca me
deu problemas com nada. Ela é tudo o que eu tenho e que sempre terei, ela é-me
tudo na minha vida e, como todas as mães, eu daria a vida por ela.
1º Capitulo da minha Fanfic: Do Sol ás Trevas já postado ( vai ler?
)
Assinatura em construção!
)Assinatura em construção!
esta muito gira a tua fic
espero pelo proximo capitulo. bjx
espero pelo proximo capitulo. bjx
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
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EEEPP! lol
ai que eu gostei tanto da historia da mae da Anny! Pronto, tá bem, foi triste e tal, mas oh, acho que a Historia vai ficar fantastica graças àquele passado!
A Anny ainda se vai ver aflita por causa desta situaçao!
Estou ansiosa por mais! Bjokas
ai que eu gostei tanto da historia da mae da Anny! Pronto, tá bem, foi triste e tal, mas oh, acho que a Historia vai ficar fantastica graças àquele passado!
A Anny ainda se vai ver aflita por causa desta situaçao!

Estou ansiosa por mais! Bjokas
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
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