O Anjo da Destruição – Origens
olá!
apos ter lido mais uma das fantasticas historias da minha LunaR
.o:
inspirei-me e começei a escrever um novo atentado (historia)!!
continuarei com o O Anjo da Destruição – Origens.
espero que gostem muito muito. (Airam eheheheh)
para ti LunaR
Prólogo
Para recuperar algo perdido ás vezes é necessário fazer algo ou dar algo de nós mesmos em troca para se recuperar.
Quando se perde alguém que amamos estamos dispostos a fazer pactos, dispostos a dar a vida em troca da pessoa.
Não importa com quem são esses pactos, o importante é obter o que se deseja.
Muitas vezes seguimos pelo caminho errado voltamos as costas ao mundo apenas para o nosso desejo.
Mas o mais importante é que podemos sempre remediar o que foi feito.
Tudo começou á muitos anos atrás quando uma doce rapariga inocente perdeu o seu mundo num só dia.
Airam tornara-se noiva de um rapaz fazia 3 meses o seu casamento estava á porta! Feliz, passa os dias a cantar, era uma rapariga feliz simples e muito humilde.
O seu casamento era o seu maior sonho, sonhava constantemente com ele. Olhava o seu vestido de noiva dia e noite sorrindo.
Airam era muito estimada na aldeia, todos a conheciam.
Era a típica menina de olhos azuis como o céu e cabelos loiros como o sol.
Na sua cabeça usava uma fita preta com uma rosa em cima, esta fita pertenceu em tempos á sua avó que falecera de uma doença.
Airam era alta e bela sempre com um sorriso, uma palavra amiga para dar.
O dia estava enublado, as nuvens vagarosas passeavam pelo céu anunciado tempestade.
Num entanto Airam saiu com o seu cesto de palha para comprar algo para o jantar.
“Dentro de dias eu vou casar-me com ele, Sésiom” Airam corava cada vez que pensava no seu amado. Era lindo de olhos verdes, cabelos castanhos e um sorriso doce.
Airam caminhava pela aldeia, sonhando acordada ate que ouviu os sinos da igreja a tocar.
- céus já são estas horas? Tenho de me despachar! – Airam correu pela aldeia rapidamente ate ao mercado.
Chegada ao mercado comprou leite e ovos para fazer um bolo.
Fazia-se tarde e Airam não teve opção se não tomar um atalho.
Correndo com o cesto no braço, ela corria pelos becos.
Começou a chover o chão que era de terra agora era lama que atrasava Airam ao correr.
Passou por um beco escuro, com alguns ratos a passar como se fugissem da chuva também. Airam corria agora encharcada, com os seus cabelos pesados e os pés sujos.
Passou a correr, num entanto foi avistada por um grupo de homens. Eram fracos, talvez devido á fome que passavam ou simplesmente não trabalhavam no campo.
Olharam para Airam com os olhos cheios de pecado e malícia.
Airam ignorou-os e continuou a correr, num entanto um coloca-se á frente de Airam barrando-lhe o caminho. Era alto e magro como todos os outros mas com uma marca na cara, olhos negros e cabelos moribundos.
-onde vai com tanta pressa? – Perguntou com ar trocista.
-com a sua licença, estou atrasada – falou Airam sem olhar para o homem.
Airam empurrou o homem com medo, mas este agarrou-a pelo pulso.
-largue-me por favor – guinchou Airam. Os seus doces olhos azuis estavam agora apavorados. Deixou cair o cesto com as suas coisas.
Os restantes roderam o homem e Airam que começara a chorar de medo.
apos ter lido mais uma das fantasticas historias da minha LunaR
.o: inspirei-me e começei a escrever um novo atentado (historia)!!
continuarei com o O Anjo da Destruição – Origens.
espero que gostem muito muito. (Airam eheheheh)
para ti LunaR
Prólogo
Para recuperar algo perdido ás vezes é necessário fazer algo ou dar algo de nós mesmos em troca para se recuperar.
Quando se perde alguém que amamos estamos dispostos a fazer pactos, dispostos a dar a vida em troca da pessoa.
Não importa com quem são esses pactos, o importante é obter o que se deseja.
Muitas vezes seguimos pelo caminho errado voltamos as costas ao mundo apenas para o nosso desejo.
Mas o mais importante é que podemos sempre remediar o que foi feito.
Capitulo 1
Tudo começou á muitos anos atrás quando uma doce rapariga inocente perdeu o seu mundo num só dia.
Airam tornara-se noiva de um rapaz fazia 3 meses o seu casamento estava á porta! Feliz, passa os dias a cantar, era uma rapariga feliz simples e muito humilde.
O seu casamento era o seu maior sonho, sonhava constantemente com ele. Olhava o seu vestido de noiva dia e noite sorrindo.
Airam era muito estimada na aldeia, todos a conheciam.
Era a típica menina de olhos azuis como o céu e cabelos loiros como o sol.
Na sua cabeça usava uma fita preta com uma rosa em cima, esta fita pertenceu em tempos á sua avó que falecera de uma doença.
Airam era alta e bela sempre com um sorriso, uma palavra amiga para dar.
O dia estava enublado, as nuvens vagarosas passeavam pelo céu anunciado tempestade.
Num entanto Airam saiu com o seu cesto de palha para comprar algo para o jantar.
“Dentro de dias eu vou casar-me com ele, Sésiom” Airam corava cada vez que pensava no seu amado. Era lindo de olhos verdes, cabelos castanhos e um sorriso doce.
Airam caminhava pela aldeia, sonhando acordada ate que ouviu os sinos da igreja a tocar.
- céus já são estas horas? Tenho de me despachar! – Airam correu pela aldeia rapidamente ate ao mercado.
Chegada ao mercado comprou leite e ovos para fazer um bolo.
Fazia-se tarde e Airam não teve opção se não tomar um atalho.
Correndo com o cesto no braço, ela corria pelos becos.
Começou a chover o chão que era de terra agora era lama que atrasava Airam ao correr.
Passou por um beco escuro, com alguns ratos a passar como se fugissem da chuva também. Airam corria agora encharcada, com os seus cabelos pesados e os pés sujos.
Passou a correr, num entanto foi avistada por um grupo de homens. Eram fracos, talvez devido á fome que passavam ou simplesmente não trabalhavam no campo.
Olharam para Airam com os olhos cheios de pecado e malícia.
Airam ignorou-os e continuou a correr, num entanto um coloca-se á frente de Airam barrando-lhe o caminho. Era alto e magro como todos os outros mas com uma marca na cara, olhos negros e cabelos moribundos.
-onde vai com tanta pressa? – Perguntou com ar trocista.
-com a sua licença, estou atrasada – falou Airam sem olhar para o homem.
Airam empurrou o homem com medo, mas este agarrou-a pelo pulso.
-largue-me por favor – guinchou Airam. Os seus doces olhos azuis estavam agora apavorados. Deixou cair o cesto com as suas coisas.
Os restantes roderam o homem e Airam que começara a chorar de medo.

simplesmente belo! obrigada
Ei lá! Está forte a tua história!! 
A minha primeira impressão é que a fic vai-se tornar óptima à medida que o tempo passa. No entanto, tens de tentar fazer mais descrições, pôr mais "palha", porque senão a acção passa-se demasiado depressa e acaba por se tornar, ao invés de uma história, num conto. Tens de ter isso em atenção, minha doce.
Já sei donde foste buscar o Sésiom, eh eh.
Continua com isso para a frente! Tu tens todos os ingredientes para a tua fic: empenho, dedicação e montes de imaginação. Verás que ela ficará perfeita.
Beijos, minha querida icieWind

A minha primeira impressão é que a fic vai-se tornar óptima à medida que o tempo passa. No entanto, tens de tentar fazer mais descrições, pôr mais "palha", porque senão a acção passa-se demasiado depressa e acaba por se tornar, ao invés de uma história, num conto. Tens de ter isso em atenção, minha doce.

Já sei donde foste buscar o Sésiom, eh eh.
Continua com isso para a frente! Tu tens todos os ingredientes para a tua fic: empenho, dedicação e montes de imaginação. Verás que ela ficará perfeita.
Beijos, minha querida icieWind
Spoiler
E claro que te ajudo na fic! Estou sempre disponível para te dar uma mãozinha...
mais uma rodada!
pensam que me esqueci da minha obra de arte?
Capitulo 2
Amanheceu… os olhos de Airam estavam abertos o intenso azul brilhava com a luz, fitavam o horizonte como se tentasse ver para alem dos campos. Imóvel com os seus cabelos no rosto que parecia feito de cera. Com a mão direita sobre o peito reluzia um pequeno anel agora coberto de sangue.
A vida retomou o seu curso, as crianças estavam cheias de energia. Os vendedores preparavam tudo para começar mais um dia. Alguém corre desesperado gritando pelas ruas “Airam!”, num entanto ninguém respondeu.
- o que se passa Sesiom? Não sabes da Airam?
-não minha senhora, não a viu?
-ela ontem esteve aqui e comprou várias coisas mas foi logo para casa.
O rapaz correu pelas ruas tentando ver de novo o sorriso da sua amada. Estava todo molhado e parecia esgotado.
Um grito soou pelas ruas. Os mercadores foram em seu auxílio, chegados ao local uma criança chorava e termia. A sua mãe agarrava-a tentando com que a sua filha não olhasse para o corpo.
Este imóvel estava irreconhecível, ate que uma velha senhora vira o seu rosto. Levou a mão á boca com o horror. Todos estavam em silêncio até que Sesiom chegou aflito com o seu coração a bater rápido. Afastou a multidão e correu até ao corpo. O tempo parecia mover-se devagar. Os passos estavam lentos e a respiração pesada.
Ajoelhou-se ao lado do corpo com as lágrimas nos olhos. Gritou por ela, mas Airam não ouviu. Agitou-a nos seus braços, mas Airam não sentiu.
Todos choravam por Airam e escondiam os rostos. Sesiom chamava por ela mas o facto era apenas um, Airam estava morta.
Ao anoitecer Sesiom gritava de fúria na capela onde o corpo de Airam estava. Ajoelhando-se no altar onde Airam repousava, Sesiom olhava para a sua noiva.
Vestida de branco com flores no cabelo, sorria como se soubesse que ele ali estava.
-meu deus peço-te. Faço qualquer coisa! – Gritava Sesiom.
Algo frio lhe passou pelo rosto, uma mão suave que desaparecera no instante em que se apercebeu. Chorava como uma criança a quem tiraram a mãe. Recordou-se do primeiro dia em que viu a sua amada, pobre rapaz estava a perder a lucidez.
Ao sair da capela uma linda mulher de olhos verdes contemplava o rosto triste de Sesiom. Vestida de negro com um chapéu com penas negras e uma rede fina.
-fazes qualquer coisa? – Perguntou a mulher ao aproximar-se devagar.
Sesiom secou as lágrimas com as mãos trémulas e olhou para os olhos da mulher que se assimilavm aos de uma serpente.
-sim, qualquer coisa! Só a quero de volta!
-então fazes um contracto comigo?
-que espécie de contracto?
-a tua alma e a dela para mim. - disse com voz firme.
Sesiom ficou incrédulo. Olhava para a mulher como se achasse que esta era louca. Olhando de novo para o altar as lágrimas vieram aos seus olhos. Lembrou-se do sorriso de Airam e disse com firmeza: sim!
-------------------------------------------------------------------
ai o que foi este rapaz fazer! cumentem á vontade! para saber o que melhorar
pensam que me esqueci da minha obra de arte?
Capitulo 2
Amanheceu… os olhos de Airam estavam abertos o intenso azul brilhava com a luz, fitavam o horizonte como se tentasse ver para alem dos campos. Imóvel com os seus cabelos no rosto que parecia feito de cera. Com a mão direita sobre o peito reluzia um pequeno anel agora coberto de sangue.
A vida retomou o seu curso, as crianças estavam cheias de energia. Os vendedores preparavam tudo para começar mais um dia. Alguém corre desesperado gritando pelas ruas “Airam!”, num entanto ninguém respondeu.
- o que se passa Sesiom? Não sabes da Airam?
-não minha senhora, não a viu?
-ela ontem esteve aqui e comprou várias coisas mas foi logo para casa.
O rapaz correu pelas ruas tentando ver de novo o sorriso da sua amada. Estava todo molhado e parecia esgotado.
Um grito soou pelas ruas. Os mercadores foram em seu auxílio, chegados ao local uma criança chorava e termia. A sua mãe agarrava-a tentando com que a sua filha não olhasse para o corpo.
Este imóvel estava irreconhecível, ate que uma velha senhora vira o seu rosto. Levou a mão á boca com o horror. Todos estavam em silêncio até que Sesiom chegou aflito com o seu coração a bater rápido. Afastou a multidão e correu até ao corpo. O tempo parecia mover-se devagar. Os passos estavam lentos e a respiração pesada.
Ajoelhou-se ao lado do corpo com as lágrimas nos olhos. Gritou por ela, mas Airam não ouviu. Agitou-a nos seus braços, mas Airam não sentiu.
Todos choravam por Airam e escondiam os rostos. Sesiom chamava por ela mas o facto era apenas um, Airam estava morta.
Ao anoitecer Sesiom gritava de fúria na capela onde o corpo de Airam estava. Ajoelhando-se no altar onde Airam repousava, Sesiom olhava para a sua noiva.
Vestida de branco com flores no cabelo, sorria como se soubesse que ele ali estava.
-meu deus peço-te. Faço qualquer coisa! – Gritava Sesiom.
Algo frio lhe passou pelo rosto, uma mão suave que desaparecera no instante em que se apercebeu. Chorava como uma criança a quem tiraram a mãe. Recordou-se do primeiro dia em que viu a sua amada, pobre rapaz estava a perder a lucidez.
Ao sair da capela uma linda mulher de olhos verdes contemplava o rosto triste de Sesiom. Vestida de negro com um chapéu com penas negras e uma rede fina.
-fazes qualquer coisa? – Perguntou a mulher ao aproximar-se devagar.
Sesiom secou as lágrimas com as mãos trémulas e olhou para os olhos da mulher que se assimilavm aos de uma serpente.
-sim, qualquer coisa! Só a quero de volta!
-então fazes um contracto comigo?
-que espécie de contracto?
-a tua alma e a dela para mim. - disse com voz firme.
Sesiom ficou incrédulo. Olhava para a mulher como se achasse que esta era louca. Olhando de novo para o altar as lágrimas vieram aos seus olhos. Lembrou-se do sorriso de Airam e disse com firmeza: sim!
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ai o que foi este rapaz fazer! cumentem á vontade! para saber o que melhorar

simplesmente belo! obrigada
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