Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Neo Sailor moon - A batalha do futuro- Cancelada

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Esta sondagem está encerrada.

#1
Edit: Sinceramente deixei de me interessar por esta fic :Sem paciencia: , visto que só uma pessoa em todo o fórum gostou dela... (Surprised.o: obrigada luninha4ever:o.o: )
Estou mais empenhado em escrever a minha outra fic "Deu a Louca nas Navegantes",
Talvez mais tarde se acordar prai virado acabe esta história mas não agora...
espero que compreendam:Edit


Esta Fic surgiu hoje do nada espero que gostem por favor comentem!!!

Prólogo

Juno já ouvira falar nas guerreiras navegantes que existiram no século XX.
Porem nunca ponderara sequer a hipótese de poder ser a legendária Sailor Moon.
O ano era 5367 a terra encontrava-se em perfeito estado de harmonia desde que galáxia fora derrotada.
Juno, uma rapariga de 15 anos descobriu da pior maneira que era a escolhida para representar o planeta de Lua na Luta contra o mal que se avizinhava. :(moon5):

PS: Visto que eu ainda estou a escreve-la ainda não sei quantos capítulos vai ter

Indice
-Capitulo 1 - conheçam os guerreiros (pag 1)
-Capitulo 2 – O Inimigo Surge! (pag 1 )
-Capítulo 3-O inimigo revela a sua verdadeira forma (pag 1)
-Capítulo 4 -Juno é a protegida da Lua (pag 1)
-Capitulo 5 – Um novo aliado revela a Juno a sua missão (pag 1)




- Capitulo 6 –O fogo da amizade desperta a guerreia de marte



#2
Capitulo 1 – Conheçam os guerreiros

Tudo começou numa tarde quente de verão, Juno, Jaime, Mimi, Chico, Sara e Ricardo deambulavam na Praceta da cidade, onde mais vários grupos de jovens aproveitavam o calor para se escapulirem de casa e estarem com os amigos.

-Juno esse vestido faz-te parecer uma lontra!

Aquela voz entrou na cabeça de juno como um eco, virou-se e “atacou” o jovem loiro que percorria o passeio juntamente com o pequeno grupo:

-Para com isso Jaime! - Gritou juno enquanto perseguia o rapaz – quando eu te apanhar vou…

-Vais o quê maninha? - Perguntou Jaime com ar trocista

-Vou esfregar-te a língua com malaguetas e fazer-te beber…

Antes de conseguir acabar a frase Juno tropeçou num pedra da calçada rebolou pelo chão e bateu com a cara num saco de estrume que estava pêro do jardim de begónias do parque.
Como se não Bastasse rasgou a saia e deixou á mostra as suas cuecas com porquinhos rosa alados.

-Porque és tão mau para miiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim? - Gritou Juno enquanto os seus olhos se enchiam de lágrimas e a sua voz se tornava mais estridente.
O grupo que os acompanhava não se contendo riu as gargalhadas da situação enquanto que Jaime disse em tom irónico:

-Vês nem precisei de correr muito depressa Como se sabe as lontras andam devagar na terra.

Juno quase deitou fumo pelos ouvidos.

Á primeira vista ninguém diria que eram irmão gémeos. Juno tinha o cabelo castanho-escuro uns olhos verdes claros que mostravam uma inocência não vulgar na sua idade e ao contrário do que o irmão adorava dizer Juno era magra e baixa, todos a conheciam pela sua enorme preguiça facilidade de chorar e ingenuidade extrema.

Jaime pelo contrário era atlético alto tinha cabelo doirado e olhos castanhos que transmitiam segurança, embora não fosse preguiçoso como a irmã tirava também péssimas notas.

Geralmente era fácil vê-los a discutirem por tudo e por nada, embora no fundo se adorassem.

-Então calma Juno, vamos eu levo-te para casa e lá se quiseres comemos um bolo com chocolate!

Juno sorriu sentindo-se reconfortada, só mesmo a Mimi para me fazer sentir melhor.
Mimi era a melhor amiga de Juno desde o infantário.
Mimi Rossin era uma rapariga encantadora com o longo cabelo ruivo geralmente apanhado numa trança.
Era uma óptima aluna e embora fosse muito silenciosa era extremamente divertida.
Os seus grandes e profundos olhos negros conseguiam sempre reconfortar Juno quando ela mais precisava (ou seja sempre que o irmão implicava com ela, ou quando tirava negativas nos testes).

-Pois Pois mas se continuar a comer assim não passa na porta de casa – Disse Sara, enquanto ajeitava o cabelo negro com as mãos.

-Oh Sara não sejas má pra mim -Disse Juno fazendo um expressão de cãozinho abandonado
Sara olhou para ela e tal como uma criança da pré primária mostrou-lhe a língua

Sara era a mais temperamental do grupo, Os seus olhos castanho avermelhados pareciam ter a capacidade de pegar fogo ao planeta quando ela se zangava Juno e Sara conheciam-se há pouco tempo mas depressa se tornaram amigas e embora estivessem sempre às turras davam-se muito bem.

-Se soubesse tinha ficado em casa a estudar - disse Chico
Todas as cabeças se viraram para Chico com expressão do choque.

-M..mas Chico a escola acabou há duas semanas e os exames foram há uma…

-Não interessa se estudarmos muito a escola é mais fácil para nós e …

Chico tinha o super poder de transformar uma conversa interessante numa
palestra sobre os bens do estudo intensivo e a necessidade de estudar todos os dias.
Os seus olhos pretos ao contrário dos de Mimi reflectiam determinação e o seu cabelo loiro platinado dava-lhe um aspecto de albino sobredotado ou algo do género.

Ao fim de 20 minutos em que Chico falou desde preferências políticas até á melhor maneira de decorar mil palavras de inglês por dia, já ninguém se lembrava do que falavam anteriormente.

-Ok vamos pra vossa casa – disse Ricardo – a não ser que queiras andar a mostrar a bela da cuequinha – e piscou o olho a Juno.
Ricardo tinha óculos que mostravam olhos que mudavam constantemente do azul para o verde.
O seu cabelo castanho desalinhado agitava-se com o vento que subitamente apareceu.

O grupo fez uma pequena roda em torno de Juno e seguiram para sua casa.
A partir do ano 4900 os carros deixaram de existir e o meio de transporte utilizado pelo homem passou a ser o Kloabitk.

O Kloabitk era uma espécie de portão no qual se introduziam as coordenadas do sítio para o qual se pretende viajar, e ao atravessar a porta somos teletransportados par um outro Kloabitk que se encontra no local desejado.
Visto que os carros saíram de circulação a melhor maneira de viajar nas cidades passou a ser a pé.

Após uma caminhada pelas ruas super lotadas chegaram a casa dos gémeos.

Os pais de Juno e Jaime eram arqueólogos, o que os obrigava a ausentarem-se durante longos períodos de tempo, deixando os gémeos com a governanta Alzira, que era quase da família.

Alzira abriu a porta e mudou de expressão rapidamente dizendo em tom de reprovação.

- Credo miss Juno se continuar assim qualquer dia parece uma maltrapilha com as roupas todas remendadas!

-Por favor não diga aos meus pais - implorou Juno.
A expressão de Alzira mudou novamente mas desta vez para uma expressão de compaixão.

-Oh ok não faça essa cara…

Juno saltou para o pescoço de Alzira dando-lhe beijos por toda a face enquanto lhe agradecia.
Todo o grupo olhou para aquela cena e murmurou em uníssono:

-Graxista!
#3
Capitulo 2 – O Inimigo Surge!

A porta da biblioteca abriu-se com um rangido.

Embora já estivessem lá estado milhões de vezes de cada vez que entravam parecia a primeira.
Milhares de livros antigos em estantes com mais de 2 metros de altura e algumas redomas de vidro com pequenos artefactos recolhidos nas viagens dos pais de Jaime e Juno.

Chico adquiria sempre a expressão de uma criança que entra numa loja de doces.

-Os teus pais não me querem adoptar? - Perguntou Chico a Jaime

-podemos trocar a Juno contigo!

-EI!!!

Geralmente iam para a biblioteca para saber mais sobre a história do século XX, e para descobrirem mais sobre a origem das navegantes -guerreiras que durante dois séculos protegeram o planeta do ataque de diversos inimigos.
Estavam longe de imaginar o quão ligados os seus destinos estavam a esta história.

Os livros encontravam-se exactamente como os haviam deixado há 2 dias, espalhados na mesa redonda localizada no centro da biblioteca.
Maior parte dos registos era manuscrita por Ami Mizuno, a navegante de mercúrio, e contavam com informação de todos os inimigos que as navegantes haviam enfrentado, os seus objectivos, os poderes que as navegantes descobriram ao longo da sua jornada, e o mais importante, a história que Luna (aparentemente uma gata falante que juntamente com Artemis treinaram e instruíram as guerreiras) contou sobre os poderes que as navegantes têm.

Chico correu rapidamente para o amontoado de livros e, apressado, abriu o antigo livro na página marcada.

-Calma Chico os livros não fogem.

-Eu queria mostrar-vos uma coisa que comecei a ler no outro dia mas nem cheguei a meio -Chico pigarreou para aclarar a voz e começou a ler para todo o grupo que se sentou ao seu redor - “ 30 de Abril de 1997, Passaram-se vários meses desde que combatemos a Galáxia, e tudo parece calmo, demasiado calmo. Pedimos a Luna e Artemis que nos explicassem mais sobre os nossos poderes. - Chico passou algumas folhas á frente justificando-se dizendo que eram informações irrelevante - “ (…) Disseram-nos que o Cosmos escolhe as navegantes consoante a prioridade de relativação das pessoas com os planetas solares”
Chico fechou o livro e com um sorriso triunfante disse

-Faz todo o sentido agora!
As caras perplexas dos jovens mostrou claramente que não.

-Ok simplificando qualquer um pode ser navegante do sistema solar, tudo depende da sua ligação ao planeta ao qual vai buscar poder.
As expressões mudaram para compreensão

-Ok mas o que é que isso interessa? - Perguntou Sara

-As navegantes podem existir em qualquer altura do tempo, desde que o planeta terra ou qualquer outro esteja em perigo!
Esta afirmação levou a uma longa conversa que punha em causa se houveram mais gerações de navegante durante os milénios em que houve paz ou não.
As horas passaram a correr e quando deram por isso era já noite cerrada.

-Visto que a casa de Juno e Jaime tem vários quartos podíamos ficar aqui a dormir! - Disse Ricardo.

-Oferecido!!!- Exclamou Juno com uma expressão de falso choque – por mim ok!
O grupo resolveu ir ver um filme para a sala, onde acabaram todos por adormecer espalhados pelos sofás e pelo chão forrado a alcatifa vermelha.
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Eram quatro da manhã e as ruas estavam desertas , a lua banhava os prédios dando uma sensação de palidez e sonolência que caracterizava bem o estado de espírito de todos os habitantes.

O chão estremeceu durante uns instantes abriu-se uma cratera de onde emergiram várias criaturas aladas.

Todas voaram em bando para o horizonte negro excepto uma mulher com pele azulada e olhar gélido que sobrevoou a cidade, batendo as suas asas negras como o alcatrão.

“Humanos tolos!!! Durmam em paz enquanto podem, pois agora que despertamos as vossas vidas serão nossas!”

-A família de Realzethite renasceu e voltaremos á nossa antiga glória! –
As suas gargalhadas malévolas cortaram o silêncio da cidade por uns segundos.

De seguida arrancou das suas asas negras uma pena,e rapidamente no seu lugar nasceu outra, e atirou-a para o chão como se duma navalha de tratasse entoando de seguida um estranho cântico.

-Charitech Charitech mostra-me a tua aparência, surge neste mundo e suga a sua essência

No chão, onde outrora se encontrava uma pena da estranha criatura, encontrava-se uma silhueta que se mesclava com as sombras.
A criatura fez uma tosca vénia e regurgitou umas palavras numa língua desconhecida.

-Aproveita agora que os humanos dormem e suga essência para nós.
A silhueta assentiu e depressa atravessou várias ruelas até desaparecer da vista da mulher alada.

A mulher observou por mais um instante a cidade, com um olhar de desprezo, voando de seguida na mesma direcção que todos os outros seres que se haviam afastado.
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Juno levantou-se sobressaltada. Tinha os pés do irmão na cara e Mimi estava agarrada a ela. Todos dormiam profundamente, excepto Juno.

“devo estar a sonhar!”-Juno sentira ainda há instantes que o chão tremia , mas ninguém parecia sentir o mesmo… - “ok agora vou demorar a voltar a adormecer!”

Contorceu-se para se soltar do abraço de Mimi e passou cuidadosamente por Sara e Ricardo que dormiam pesadamente na alcatifa.


Juno ficou um momento a olhar para a cena que tinha na sala:
Chico dormia abraçado a um livro de teoria nuclear física, Chico babava-se para a almofada de veludo, Mimi abraçava o espaço vazio onde ela estava,
Sara na alcatifa cobriu-se com o napperon da mesa e Ricardo tinha a cabeça apoiada em várias caixas de dvd’s Por um momento Juno sentiu-se a pessoa mais feliz do mundo.

Pé ante pé foi até á cozinha buscar um copo de água. o calor desidratava-a completamente.

Abriu o frigorífico e tirou um jarro cheio de água fresca ao virar-se o seu coração quase parou. A porta que dava da cozinha para o jardim estava escancarada e uma doce brisa de verão invadia toda a divisão.

“Não pode ser, mas a porta estava fechada!”- quanto mais pensava, menos sentido fazia – “será que foi isso que eu senti?”

Um mau pressentimento passou-lhe pela cabeça e correu para a sala. Tudo estava igual.

Voltou para trás e resolveu ir fechar a porta, e o seu terror aumentou - “a fechadura e a maçaneta foram arrancadas” - foi então que reparou nas enormes pegadas negras que formavam um rasto desde a porta do jardim até ao hall.

Pensou no que poderia ser aquilo, pois nunca vira aquelas pegadas na vida.
“Animais selvagens, aqui? O zoo mais próximo é a 200 kms!”-resolveu acordar os outros.

Um por um todos acordaram e todos viram as estranhas pegadas.
Chico assegurou não serem de nenhuma espécie de animal conhecido actualmente - O posicionamento fisiológico dos dedos não corresponde ao de nenhum ser vivo actual ou já extinto.

-Porque não seguimos o rasto? - Ricardo tinha uma curiosidade interminável, o que por vezes originava sarilhos.

Seguiram a medo até a escadaria que levava aos quartos.

Subitamente um grito ecoou por toda a casa, seguido de uma espécie de rugido

Jaime e Juno olharam um para o outro e em uníssono exclamaram

-Alzira!!!!
#4
está muito gira a tua fic... Fiquei muito curiosa... Esta história parece ser mesteriosa, engraçada, e chama-me ao enteresse...

fico à espera do proximo capitulo...
depois se quiseres vai ver a minha fic,este e o link: https://sm-portugal.forumeiros.com/fanfics-f13/uma-nova-vida-uma-nova-verdade-uma-nova-batalha-t2592.htm
Uma Nova Vida, Uma Nova Verdade, Uma Nova Batalha... - reescrito
#6
fico à espera... e quando que pensas que poes o 3º?
Uma Nova Vida, Uma Nova Verdade, Uma Nova Batalha... - reescrito
#8
ok entao amanha estou aqui à espera... lol

ate amanha...


bjx
Uma Nova Vida, Uma Nova Verdade, Uma Nova Batalha... - reescrito
#9
Capítulo 3-O inimigo revela a sua verdadeira forma


Os 2 irmãos correram escadas acima sem pensar sequer no
perigo que os esperava.
-Esperem!!!-Gritou sara
-Pode ser perigoso!!!-Gritou Ricardo.
Todos os chamados foram em vão.
A antiga escadaria de mogno rangia queixando-se do peso que
suportava á medida que os gémeos corriam
em socorro de Alzira.
A cena que presenciaram assombraria os sonhos de Juno por
muito tempo.
O braço da frágil senhora pendia para fora da cama, enquanto que todo o seu
corpo estava coberto por uma criatura inimaginável.
A pele escamosa da criatura segregava uma substancia negra e
oleosa que sujava os lençóis de linho branco da cama de Alzira.
Garras afiadas prendiam o pescoço da sua vítima, de modo a
que não pudesse fugir.
Juno gritou horrorizada atraindo a atenção da criatura para
si.
Todos os outros correram para dentro do quarto para ajudarem
os gémeos mas ao verem o ser repulsivo com os seus olhos vermelho sangue a
fitar Juno enquanto a sua enorme boca emitia sibilos sinistros.
O monstro saltou da cama de Alzira com uma enorme agilidade
deixando a descoberto o corpo lívido da velha governanta, aparentemente sem
vida, com olhos inexpressivos e vazios.
Juno e Jaime ficaram petrificados ao verem Alzira, enquanto
várias memórias lhes passavam em frente dos olhos
Desde muito pequenos os gémeos eram deixados com Alzira,
pelos pais que faziam expedições pelo mundo, logo Alzira era como uma mãe para
ambos, bonacheirona e dócil que sabia sempre como ajudar os gémeos consolando e
amando-os como seus próprios filhos.


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-“Malditossss miúdossss”

O plano era simples entrar em casa de alguns humanos e
sugar-lhes a essência tal como a sua mestra ordenara .
Charitech sugara a
energia da única pessoa que encontrara na casa e repentinamente um bando de
miúdos apareceram complicando a sua tarefa.

Cego pela fúria resolveu sugar a essência de todos, para que
não denunciassem a sua presença.

- a família Realzzethite está demasssiado fraca agora, é
precisssso ssssugar o mássimo de esssssência
possível!

Virou-se e preparou-se para atacar o humano mais próximo:
uma irritante miúda com cabelo castanho e com uma voz aguda.


Mal sabia o que lhe ia acontecer


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-Porquê? – Gritou Juno exasperada.


-Juno foge!!- disse Chico – não sabes o que isso te pode
fazer!

-Eu só quero saber PORQUÊ!!! - As lágrimas corriam-lhe
abundantemente pela face.

O monstro parou com o focinho a escasso centímetros da sua
cara, a sua expressão passara de ameaçadora a curiosa.

O monstro apoiou-se sobre as duas patas posteriores e com
certa dificuldade falou

-Que dizzzessss?

Juno pareceu não reparar no que acabara de acontecer e
continuou o seu inquérito

-O que é que lhe fizeste?

O monstro emitiu ruídos que se pareciam com gargalhadas


– Deixa que me apressente.

Uma nuvem de fumo envolveu o estranho corpo do monstro
transformando-o.
Quando o estranho e misterioso fumo se dissipou o monstro
estava irreconhecível, e no chão jazia a pele negra e viscosa que cobria o seu
corpo.

-Um metamorfo!!! - Sussurrou Chico

-O quê? -perguntou Mimi – tu sabes o que é aquilo?

-Criaturas com capacidade de mudar a sua forma física, em
tempo muito limitado.

A criatura focou a sua atenção no rapazinho.

-Prósssimo mas não é exatamente assim.

O que outrora fora um ser repulsivo era agora um humanóide
com características peculiares

A sua pele passara de negro para cinzento mármore e os seus
olhos ganharam uma expressão maquiavélica.
A sua cabeça tornara-se mais pequena e longos cabelos verdes
pendiam até às ancas.
Envergava uma túnica vermelha e negra e na testa tinha um
símbolo enigmático que deixava sair uma enorme cauda.
Os seus olhos fitaram os jovens e com um sorriso de escárnio
falou.
-Deixem que me apressssente.-fez uma delicada vénia em tom
jocoso e disse-o meu nome é Cahritech o demónio da noite, sirvo a família Realzzethite.

-Quem?

as suas caras
reflectiram um desconhecimento que pareceu ofender Charitech.

-Humanosssss Tolossss não tenho tempo a perder com
vosssssssess! - Dito isto a sua cauda dividiu-se em cinco e prendeu os jovens
num aperto de morte – tenho que ssssugar a vossssa esssssencia para que a
hierarquia seja restaurada.

Juno viu os seus amigos a sofrerem e chorando implorou pela
sua vida

“Não posso ficar sozinha”- pensou – Por favor solta-os!!!

-Cala-te crianssssssa inssssolente!

Das suas mãos compridas saiu um raio negro que atingiu Juno
deixando-a entorpecida no chão.

-Agora vou sssugar-vossss a essssência para restabelecer a
hierarquia!!!


O símbolo na sua testa brilhou durante uns segundos e de seguida as suas caudas apertaram-se com mais força em volta do pescoço dos jovens.


Os jovens contorceram-se tentando fugir do aperto de morte
mas era impossível escapar.


A pouco e pouco todos fecharam os olhos fracos demais para
tentar sobreviver.


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Juno esteve inconsciente apenas uns segundos, mas mal acordou
deparou-se com todos os seus amigos em sofrimento sufocados por Charitech.
Desanimada pensou - “Serei a próxima.”

Olhou uma ultima vez pela janela antes de se conformar com o
seu destino, “que linda lua cheia lá fora”

Juno aproximou-se da Janela e no auge do seu desespero
chorou.
As suas lágrimas eram um pedido, secretamente Juno sussurrou
á lua que fizesse parar o sofrimento dos amigos.

Subitamente a luz da lua tornou-se mais intensa iluminando
toda a divisão surgindo uma figura com ela.
#10
Capitulo 4 - Juno é a protegida da Lua


Uma estranha mulher apareceu, com um longo vestido branco,
olhos azuis um estranho penteado, uns odangos e um quarto crescente na testa.


Ao colo trazia um gato laranja e um alfinete de peito.


-Chegou a altura de renascerem os protectores do planeta, e
tu Juno és a abençoada pelo planeta lunar - Juno um pouco confusa estendeu a
mão e agarrou o estranho objecto dourado com três luas -Protege a terra dos malfeitores!


-Mas e que faço com isto? – tudo estava a acontecer tão
rápido! - “deve ser um sonho” – desejou.


De repente o lindo gato laranja com olhos verdes falou


-Levanta-o no ar e grita pelo poder da Essência lunar.


Embora achasse estranho um gato dar-lhe instruções achou que
já tinha visto coisas bem mais estranhas.


-PELO PODER DA ESSÊNCIA LUNAR!


Juno elevou-se no ar e sentiu que uma nova força surgia dentro
dela, algo que sempre tivera dentro de si mas só agora se revelava.


Onde há segundos atrás Luz branca lhe cobriu o corpo surgiu
um fato de marinheiro com uma saia azul escura com várias pregas e um risco
negro, um laço vermelho estava preso ao peito pelo belo alfinete que a senhora
lhe dera.


Umas luvas de cor branca protegiam-lhe as mãos, enquanto que
nos pés umas botas vermelhas e negras surgiram.


Como que por magia na sua testa surgiu um quarto crescente
branco que iluminou por segundos a sua cara até se tapada por uma tiara
prateada com uma estrela dourada no centro.


Os seus cabelos outrora soltos estavam agora presos em dois
odangos semelhantes aos da senhora que lhe dera o alfinete, embora fossem mais
curtos e densos que os da senhora.


Quando a mudança acabara Juno sentia-se revigorada, já não
era aquela miúda resignada de há segundos atrás!


-Obrig…-Quis agradecer á senhora mas quando se virou esta
tinha desaparecido, deixando apenas o gato falante.


-Vejjjo que mudassssste de roupasss menina!!! - Charitech
olhava com ar trocista para a jovem -porque não fugisssste?


-Só um cobarde abandonaria os seus amigos! – Juno exalava
Determinação – Vou castigar-te em nome da lua!!


“ok em que estava eu a pensar?”-Juno estava determinada em
salvar os amigos embora não soubesse como. Em ansiedade virou-se para o gato
laranja que decidira lavar-se com a língua – Como o derroto? – Gritou com urgência.


“Esssta miúda pode sssser um obssstaculo!” - charitech aproveitou o momento de distracção
de Juno e largou os outros humanos – “devo conssssssentrar-me nela!”


De um salto atacou Juno que se desviou com a máxima rapidez
que o seu corpo lhe permitiu.


As suas garras cortaram o ar e zumbiram perto do ouvido de
Juno.


Charitech investia cada vez mais violentamente, atingindo
Juno no estômago e deixando-a em posição vulnerável.


No canto da sala o gato saltou dando uma hábil pirueta e
fazendo surgir um pendente com três estrelas a formarem um triangulo no pescoço
de Juno.


-Pega no pendente e grita “Luar de Prata”


Juno Obedeceu.


-LUAR DE PRATA


O pendente ergueu-se num pouco no ar até ficar ao nível da
testa de Juno, o seu quarto crescente
iluminou-se alimentando o pendente de
energia, que foi libertada como um raio enorme de luz prateada.


*****************************************************************************


Charitech correu na direcção da rapariga.


Ela erguia qualquer coisa no ar


-Tola deve esssstar a fazzzer asss ultimasssss precessss


Charitech ergueu as garras pronto a dilacerar a rapariga em
postas, e então veio aquela luz.


*****************************************************************************


O monstro desfez-se em pó quando foi atingido pela luz.


Uma pena negra apareceu no meio das cinzas durante alguns
segundos até se desintegrar.


Juno encostou-se á
parede e nesse mesmo instante todas as roupas que a envolviam desapareceram
enquanto o alfinete brilhava.


Estava cansada.


De repente lembrou-se do motivo pelo qual batalhara com a
besta.


-MIMI, SARA, RICARDO, CHICO, MANINHO!!!!!!!!- gritou com
louca abanado os como se fossem bonecos de trapo.


A resposta que obteve foram grunhidos e reclamações.


Aparentemente não se lembravam de nada.


Juno correu para a cama, em busca de Alzira, encontrando no
seu lugar a cama vazia.
#11
Que girooo!!!

Gostei muito... descreves os acontecimentos muito bem...

mas fiquei curiosa... o que terá acontecido à Alzira???

Ficarei à espera do próximo capitulo, para me tirar umas dúvidas...
Uma Nova Vida, Uma Nova Verdade, Uma Nova Batalha... - reescrito
#12
Bigada por comentares visto que mais ninguem faz...:='(:
Era bom que comentaseem mas não faz mal:(arte):
Tou a adorar escrever esta fanfic visto que Eu adoro escrever!::
#13
Capitulo 5 – Um novo aliado revela a Juno a sua missão


-Mas… como é possível? Estão todos bem como é que…


-Sugaram-lhe a essência completamente. - A voz pertencia ao
estranho gato que ainda há minutos a ajudara – quando isso acontece os seres
humanos desaparecem, desintegram-se.


Essência, “restabelecer a hierarquia” , a Alzira desapareceu
no ar… nada disto fazia o mínimo
sentido!


-Porquê a Alzira? Porquê? – Esmurrou a cama sentindo-se
totalmente impotente


Virou-se bruscamente para o gato e bombardeou-o de perguntas


-Quem és tu? Como é possível um gato falar? De onde vieste?


O gato encolheu-se um pouco intimidado pelas inúmeras
perguntas.


-Desculpa estou um pouco nervosa…- Juno acariciou-lhe o
pescoço carinhosamente – Oh! Tu tens um quarto crescente na cabeça, como aquela
senhora, e como…


-…Como tu! – O gato olhou-a nos olhos – tu és a protegida da
Lua, a escolhida para usar o seu poder na luta contra o inimigo.


-Quem é o inimigo? – Juno esquecera momentaneamente Alzira –
E para que quer ele a essência? Onde está aquela senhora?


-Aquela Senhora é a Rainha Serenidade, que reinou durante o
milénio prateado, no século XXX…


“Mas isso quer dizer…” – Juno fez mentalmente as contas –
mas ela morreu há 3000 anos!!! Como é isso possível?


-A rainha serenidade morreu, e a sua essência ficou
espalhada por toda a terra, á espera que o mal despertasse.


-Mas o que é a essência? Para que serve?


-A essência somos nós.


*gotas*


-Hã???


-A essência é a energia vital que cada ser vivo tem, reúne
os seus sonhos, medos e ânsias. –O gato fez uma pausa – quando um ser humano
morre geralmente a sua essência funde-se como cosmos, a sua intensidade varia
de pessoa para pessoa e depende de várias características como as qualidades e
defeitos de cada um.


-Hmmm …-Juno fez um ar entediado típico de quem não está a ouvir nada. – Pois e o que tenho
eu a ver com isso ?


-Tu nasceste com a essência Lunar dentro de ti – O gato
tocou com uma pata no deslumbrante alfinete de peito que dera há pouca a Juno –
Este Talismã e a forma de invocares a ti os poderes com que nasceste.


Juno olhou com atenção para o brilhante objecto, e apreciou
a sua beleza, três luas prateadas centradas por um pequeno cristal amarelado que
reluzia em tons doirados.


-As três luas simbolizam Passado presente e futuro, e o
cristal que as une simboliza o tempo. - O olhar solene do gato deu a entender a
Juno que a batalha que travava era mais importante do que ela pensara. – O
inimigo pretende roubar essência aos humanos mas não sei ainda qual é o seu
propósito nem a sua verdadeira identidade.


-Mas eu não derrotei o inimigo?


Juno esperou que tudo tivesse acabado, sabendo perfeitamente
que apenas agora começara


-Aquele demónio era apenas um servo, uma marioneta.


-E o que lhes dizemos quando acordarem? – Juno apontou para
os 5 adolescentes caídos no chão, que pareciam completamente alheados ao que se
passara.


-Nada provavelmente vão pensar que tudo não passou de um
sonho, e o importante é que ninguém saiba da tua identidade secreta, para não
te comprometeres.


Juno Sorriu não sabia se conseguia guardar um segredo tão espectacular!


-agora deves agir com naturalidade és a Neo Sailormoon e
tens de proteger a terra com a tua vida se necessário!


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Uma estranha sensação de desconforto atingiu Mielzeth, algo
não estava bem.


Tentou comunicar telepáticamente com Charitech mas em vão.


Acedeu ás memórias do demónio mas a única coisa que
conseguiu avistar foi um enorme clarão seguido de uma imensa escuridão.


“Idiota falhou!”- Mielzeth olhou para uma enorme estrutura
com um liquido arroxeado que borbulhava intensamente – Mandei-o em estado
prematuro, talvez não tenha tido tempo de evoluir para a sua força máxima.


Mergulhou as mão numa enorme taça cheia com liquido negro e após murmurar frases numa língua
desconhecida, todas as memórias do infeliz demónio passaram para a sua cabeça.


Viu então a estranha rapariga e o poder que libertou.


-Talvez seja altura de enviar agentes mais fortes…


Deu novamente as suas gargalhadas frias e secas que gelavam
o ar á sua volta


“um pequeno contratempo não me impedirá de servir a família Realzethite
para os seus propósitos.”


Retirou-se para uma
divisão escura aonde começou a por em prática o seu plano para derrotar aquela
fedelha intrometida.


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Juno abraçou o gato e enquanto lhe acariciava o pescoço perguntou:


-Como te Chamas?


-Chronos.


E enroscando-se na cama acabaram por adormecer em total
harmonia com a cidade que não suspeitava o perigo que se avizinhava.
#14
está muito bom...era esta explicaçam que faltava... e o titulo que deste à fic está bom também, foi bem escolhido... continua assim e boa sorte...
Uma Nova Vida, Uma Nova Verdade, Uma Nova Batalha... - reescrito
#16
bem e assim eu queria pedir a algum administrador que me removesse daki este tópico, li agorinha mesmo o comunicado do Sammu, e como não pretendo continuar esta fic se possivel apaguem para não ocupar mais espaço, e sim eu sei q me serão removidas mensagens mas sinceramente não me importa...

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