My Story ...
Oi! Bem... Cá está uma história minha.. É mais à base de texto.. não tem grandes diálogos. Mas mesmo assim espero que gostem...
I
- Shiii! Que tempo!
Samantha estava sozinha em casa, observando pela janela a chuva torrencial que caía como grandes lençóis de água e desejando que essa mesma chuva levasse tudo o que estava a sentir naquele momento.
Nascida no seio de uma boa família tinha tudo o que uma rapariga ansiava. Mas apesar de tudo era infeliz. O que ela mais gostaria de ter era… um amigo e confidente. Já tivera mas devido a um acaso do destino este desaparecera. O que ela desejava era um rapaz que a compreendesse e gostasse do jeito que ela era.
Enquanto pensava nisso, Samantha virou-se olhando em redor, para o seu quarto. Qualquer coisa não estava bem. Não apenas no quarto, mas também na sua vida. No seu coração. Há já muito o sentia, mas acabara por não lhe dar importância.
Sentando-se na sua cama, abriu o seu diário de há muitos anos, lendo o princípio e recordando-se de todos os momentos que passara na sua terra natal: Londres.
Pegando de seguida num álbum de fotos e à medida que o folheava lágrimas iam-lhe nascendo e caindo pelo rosto abaixo. Saudades. Da sua infância. Este era um dos problemas.
Mas não, não podia, pensou ela, enquanto fechava bruscamente o álbum. Estava em Portugal agora, tinha que se lembrar disso. Fechar-se a ver cenas passadas não iria melhorar o seu estado de espírito, pelo contrário, iria certamente piorá-lo.
Pondo os phones nos ouvidos e olhando para o mp3 enquanto escolhia uma música que lhe levanta-se o astral, Sam começou a descer as escadas. Encontrou pelo caminho um osso, deixado muito provavelmente pela sua cadela Husky, Nina, ao fugir de Taro, um Lassie. Lindos, amorosos e brincalhões, com uns olhos de cor indefinida de tão meigos que eram.
Contudo, a sua atenção foi desviada para uma coisa que estava no fundo dos degraus que se mexia sem parar. Cambaleando com o choque, agarrou-se ao corrimão, tentando restabelecer a emoção, enquanto o seu coração batia desenfreadamente ao avistar uma cadelinha caniche que há muito pedira à mãe. “Kiara” foi o nome que ouviu soar dentro da sua cabeça. Apaixonou-se por aquele cão, ainda bebé, tal como acontecera com os outros dois, enquanto pegava nele cuidadosamente.
Luísa apareceu, como que por magia, à entrada do corredor segurando nos braços outro cão, este de cor preta.
- Mãe! Como? Quando? Porque não me disseste? Tinhas dito que não querias mais cães e agora apareces com dois?
- I wanted to make you a surprise.. Call your brother to come and see them! Do you like your? Does she already have a name? – disse a mãe, sabendo de antemão que quando se tratava de arranjar nomes a filha era a rapidez em pessoa.
- Kiara! Oliver, anda cá abaixo! A mãe trouxe uma surpresa!
Rapidamente, se ouviu um estrondo e o ruído de pés a descerem a correr as escadas.
Oliver, tal como a irmã estacou ao ver a surpresa.
-Cães? São nossos?
- O cão é teu, a cadela é da tua irmã. Agora vê lá se cuidas dele. Qual é o nome que lhe vais dar?
- Shadow. Sempre disse que se tivesse outro cão, ele se iria chamar Shadow e este é preto e tudo!
- Muito bem. Agora venham aqui ver o que acham que eles precisam.
Depois de verem todos os panfletos e anotado o que queriam, Sam olhou para a mãe e perguntou:
- A Nina e o Taro já os viram?
- Quem?
- Os bebés, quem é que achas?
- Ah! Não, acho que não.
- Vou apresentá-los.
- Tem cuidado! Eles ainda são muito pequeninos!
- Eu sei tratar dos meus cães.
Saindo para o pátio, reparou que os cães andavam a brincar com os seus ténis e dirigindo-se para lá ralhou-lhes com voz carinhosa. Os cães pararam com a brincadeira, admirados com o que estavam a ver. Dois cães desconhecidos do seu pátio. Aproximando-se cautelosamente conseguiram sentir o cheiro deles e quando deram por isso, os bebés já os tinham visto e encolhido com medo. Rapidamente, Nina deu a entender que não lhes faria mal, que apenas queriam ser amigos e brincar, pela forma como deu um passo em frente e lhes lambeu o nariz, adoptando-os.
Atrás e observando todo o processo, Sam sorriu enternecida.
I
- Shiii! Que tempo!
Samantha estava sozinha em casa, observando pela janela a chuva torrencial que caía como grandes lençóis de água e desejando que essa mesma chuva levasse tudo o que estava a sentir naquele momento.
Nascida no seio de uma boa família tinha tudo o que uma rapariga ansiava. Mas apesar de tudo era infeliz. O que ela mais gostaria de ter era… um amigo e confidente. Já tivera mas devido a um acaso do destino este desaparecera. O que ela desejava era um rapaz que a compreendesse e gostasse do jeito que ela era.
Enquanto pensava nisso, Samantha virou-se olhando em redor, para o seu quarto. Qualquer coisa não estava bem. Não apenas no quarto, mas também na sua vida. No seu coração. Há já muito o sentia, mas acabara por não lhe dar importância.
Sentando-se na sua cama, abriu o seu diário de há muitos anos, lendo o princípio e recordando-se de todos os momentos que passara na sua terra natal: Londres.
Pegando de seguida num álbum de fotos e à medida que o folheava lágrimas iam-lhe nascendo e caindo pelo rosto abaixo. Saudades. Da sua infância. Este era um dos problemas.
Mas não, não podia, pensou ela, enquanto fechava bruscamente o álbum. Estava em Portugal agora, tinha que se lembrar disso. Fechar-se a ver cenas passadas não iria melhorar o seu estado de espírito, pelo contrário, iria certamente piorá-lo.
Pondo os phones nos ouvidos e olhando para o mp3 enquanto escolhia uma música que lhe levanta-se o astral, Sam começou a descer as escadas. Encontrou pelo caminho um osso, deixado muito provavelmente pela sua cadela Husky, Nina, ao fugir de Taro, um Lassie. Lindos, amorosos e brincalhões, com uns olhos de cor indefinida de tão meigos que eram.
Contudo, a sua atenção foi desviada para uma coisa que estava no fundo dos degraus que se mexia sem parar. Cambaleando com o choque, agarrou-se ao corrimão, tentando restabelecer a emoção, enquanto o seu coração batia desenfreadamente ao avistar uma cadelinha caniche que há muito pedira à mãe. “Kiara” foi o nome que ouviu soar dentro da sua cabeça. Apaixonou-se por aquele cão, ainda bebé, tal como acontecera com os outros dois, enquanto pegava nele cuidadosamente.
Luísa apareceu, como que por magia, à entrada do corredor segurando nos braços outro cão, este de cor preta.
- Mãe! Como? Quando? Porque não me disseste? Tinhas dito que não querias mais cães e agora apareces com dois?
- I wanted to make you a surprise.. Call your brother to come and see them! Do you like your? Does she already have a name? – disse a mãe, sabendo de antemão que quando se tratava de arranjar nomes a filha era a rapidez em pessoa.
- Kiara! Oliver, anda cá abaixo! A mãe trouxe uma surpresa!
Rapidamente, se ouviu um estrondo e o ruído de pés a descerem a correr as escadas.
Oliver, tal como a irmã estacou ao ver a surpresa.
-Cães? São nossos?
- O cão é teu, a cadela é da tua irmã. Agora vê lá se cuidas dele. Qual é o nome que lhe vais dar?
- Shadow. Sempre disse que se tivesse outro cão, ele se iria chamar Shadow e este é preto e tudo!
- Muito bem. Agora venham aqui ver o que acham que eles precisam.
Depois de verem todos os panfletos e anotado o que queriam, Sam olhou para a mãe e perguntou:
- A Nina e o Taro já os viram?
- Quem?
- Os bebés, quem é que achas?
- Ah! Não, acho que não.
- Vou apresentá-los.
- Tem cuidado! Eles ainda são muito pequeninos!
- Eu sei tratar dos meus cães.
Saindo para o pátio, reparou que os cães andavam a brincar com os seus ténis e dirigindo-se para lá ralhou-lhes com voz carinhosa. Os cães pararam com a brincadeira, admirados com o que estavam a ver. Dois cães desconhecidos do seu pátio. Aproximando-se cautelosamente conseguiram sentir o cheiro deles e quando deram por isso, os bebés já os tinham visto e encolhido com medo. Rapidamente, Nina deu a entender que não lhes faria mal, que apenas queriam ser amigos e brincar, pela forma como deu um passo em frente e lhes lambeu o nariz, adoptando-os.
Atrás e observando todo o processo, Sam sorriu enternecida.
Este é canito... :P
II
Sam acordou sobressaltada ao sentir um peso em cima da sua barriga, mas era apenas Kiara que queria dar o seu passeio matinal. Eram apenas 6:30. Depois de se lavar e vestir, desceu até ao andar de baixo deparando-se com o irmão a entrar no corredor com Shadow nos braços.
- Já saíste? Ele acordou-te?
- Sim. Vou-me deitar mais um bocado. Ah, e não precisas de levar a Nina e o Taro. Já os levei comigo.
- Hmm hmm.
Já na rua, pôs-se a olhar para a cadela e a pensar como ela tinha crescido nas últimas duas semanas. A seguir, olhou para o céu e respirando um pouco daquele ar que a preenchia pensou “Vão começar as aulas”.
Á entrada do liceu, deu de caras com duas colegas do ano anterior e com elas foi até à entrada do pavilhão onde encontrou Mara, a sua melhor amiga, a olhar de soslaio para um grupo de rapazes que estavam à beira e reparando que sempre que um deles olhava para Mara, corava.
- Olá!
- Ai! Que susto, Samantha! Mas… mas tu estás diferente… estás mais gordinha.. ficas bem assim!
- Pois... as outras disseram-me o mesmo no dia da apresentação, mas como tu não vieste.
- Eu atrasei-me e quando cheguei já tinha acabado. Olha mete-te à minha frente e vê se os gajos atrás de mim estão a olhar para aqui.
- Estão. Eles viram-me a olhar e estão a dar cotoveladas a um gajo que está vermelho que nem um pimento. Porquê?
- Porque desde que aqui cheguei eles não param de olhar – e olhando para a expressão de gozo no rosto de Sam, acrescenta – e não gozes! Nem mandes bocas!
- Tu sabes que eu acabo por não resistir, mas vou tentar. Agora vamos para dentro que está a tocar.
O dia passou rapidamente. No final da tarde, Sam e Mara dirigiram-se como sempre para a paragem de autocarros à beira do parque para apanharem o autocarro.
Á noite, já de madrugada, Sam rebola na cama, envolta nos lençóis, sufocando no meio de um sonho.
______________________
Pero q gostem........
II
Sam acordou sobressaltada ao sentir um peso em cima da sua barriga, mas era apenas Kiara que queria dar o seu passeio matinal. Eram apenas 6:30. Depois de se lavar e vestir, desceu até ao andar de baixo deparando-se com o irmão a entrar no corredor com Shadow nos braços.
- Já saíste? Ele acordou-te?
- Sim. Vou-me deitar mais um bocado. Ah, e não precisas de levar a Nina e o Taro. Já os levei comigo.
- Hmm hmm.
Já na rua, pôs-se a olhar para a cadela e a pensar como ela tinha crescido nas últimas duas semanas. A seguir, olhou para o céu e respirando um pouco daquele ar que a preenchia pensou “Vão começar as aulas”.
Á entrada do liceu, deu de caras com duas colegas do ano anterior e com elas foi até à entrada do pavilhão onde encontrou Mara, a sua melhor amiga, a olhar de soslaio para um grupo de rapazes que estavam à beira e reparando que sempre que um deles olhava para Mara, corava.
- Olá!
- Ai! Que susto, Samantha! Mas… mas tu estás diferente… estás mais gordinha.. ficas bem assim!
- Pois... as outras disseram-me o mesmo no dia da apresentação, mas como tu não vieste.
- Eu atrasei-me e quando cheguei já tinha acabado. Olha mete-te à minha frente e vê se os gajos atrás de mim estão a olhar para aqui.
- Estão. Eles viram-me a olhar e estão a dar cotoveladas a um gajo que está vermelho que nem um pimento. Porquê?
- Porque desde que aqui cheguei eles não param de olhar – e olhando para a expressão de gozo no rosto de Sam, acrescenta – e não gozes! Nem mandes bocas!
- Tu sabes que eu acabo por não resistir, mas vou tentar. Agora vamos para dentro que está a tocar.
O dia passou rapidamente. No final da tarde, Sam e Mara dirigiram-se como sempre para a paragem de autocarros à beira do parque para apanharem o autocarro.
Á noite, já de madrugada, Sam rebola na cama, envolta nos lençóis, sufocando no meio de um sonho.
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Pero q gostem........
III
Passaram-se semanas desde que tinha tido o sonho e Sam não se recordou dele, uma única vez.
Na escola não se podia dizer que tudo corria às mil maravilhas, pois apesar de terem estado de férias, Raquel e Mariana não tinham mudado a sua maneira de ser para com Sam, continuando a gozar com ela de cada vez que ela não percebia certas coisas, não se lembrando que ela tinha vindo de um país com diferentes costumes, onde tudo era diferente e que estavam a magoá-la e a fazê-la perder a sua auto-estima. Os dias tinham sido um tormento, mais do que o normal, mas Sam tinha o pressentimento que o dia de hoje iria correr melhor. E estava correcta. Mariana tinha-se afastado do grupo. De vez.
Chegando a hora do almoço, Sam ainda teve que esperar uns minutos na casa-de-banho à espera que as amigas se despachassem, mas como estava feliz como à muito não imaginava ser possível, não se importou. Finalmente dirigiram-se para a cantina e já com a comida nos tabuleiros dirigiram-se para uma mesa. Quando se sentaram apareceu Oliver com os seus amigos a fazer as parvoíces do costume. Sam olhou irritada na direcção dele. O irmão tinha sempre o hábito de a deixar envergonhada com o seu comportamento. Esforçando-se por o ignorar, Sam e as amigas começaram a comentar o aspecto bem bonito de alguns rapazes do liceu, mas o barulho que o irmão fazia desconcertava-a. Dirigiu-lhe mais um olhar irritado e nesse momento ficou com os olhos pregados nuns olhos de um azul mais bonito que já tinha visto. Uma corrente de electricidade percorreu-lhe o corpo.
A partir desse momento tudo desapareceu. Só existia ela e aquele rapaz que almoçava sozinho.
- Sam? Sam… SAM!
- Ah? O quê? Que foi?
- Que foi? Ficaste pascácia, rapariga! Porquê…. Uhuh! – Mara tinha acabado de ver o mesmo de Sam – Viste-o, não foi? Bem bonito…
De um momento para o outro Mara, Raquel e Patrícia estavam a olhar para o tal rapaz. Este apercebendo-se baixou a cabeça para o prato de forma a tapar o mais possível o seu rosto.
“Ai… que se passa comigo?” Sam, passava agora os dias a sonhar. Apaixonara-se, de tal forma, à primeira vista por aquele rapaz que já não se apercebia de mais nada. Até já tinha tido várias repreensões por parte de alguns professores porestar a assistir às aulas de olhar vago… ou a fingir que assistia. As amigas só se riam e Sam acabava por se rir com elas, excepto quando passavam por ele.
Elas tinham ganho o infeliz hábito de a “atirar” para cima dele, enquanto
mandavam bocas. “Ah! Mas elas vão ver!” Desde então, Sam começara a atirar as amigas para cima de rapazes de cada vez que estas estavam distraídas. E ria-se com isso.
Mas, o melhor foi quando Mara chegou um dia à beira dele a dizer que sabia em que sala, o rapaz tinha entrado. Já tinha tocado para a entrada depois do intervalo, mas dirigiram-se todas a correr para os placares onde estavam
afixados os horários com as respectivas salas. Percorreram-nos a todos, rapidamente, com os olhos e finalmente encontraram. 10º ano. Ele pertencia ao 10º ano. Do agrupamento Científico-Natural. “Um ano mais novo.” pensou Sam “Bem… agora é só descobrir o nome!” Que se tornou bem mais fácil do que pensava pois o grupo dele, ao passarem por elas, no final do dia, chamaram-no e ele respondeu.
“André…” suspirou e foi ver no placard das turmas. Ficou a olhar estarrecida e logo depois desatou às gargalhadas.
- Que junção de nomes mais esquisita! – disse Mara.
-Podes crer! Era nisso que estava a pensar! – disse sem fôlego Sam.
- Bem… pelo menos já sabes o nome dele… – evidenciou Raquel.
- Pois… pelo menos isso… “André António…”
Os dias passaram e sempre que o via, o coração de Sam batia mais fortemente. Mas as coisas começaram a correr para o torto. Devido às investidas das amigas, ele e mais o seu grupinho de amigos aperceberam-s dos seus sentimentos e agora tinha que aturar risinhos idiotas de cada vez que se viam. Podia ser que com as férias de Natal que se aproximavam rapidamente o esquecesse… Será que isso iria acontecer? Céus, quem lhe dera que sim… Já lhe bastava ter um que lhe esmigalhava o coração de cada vez que se falavam. Um que fora o seu melhor amigo, mas que a deixara, mesmo após prometer que nada o faria ter aquele comportamento. E ela acreditara… mais uma vez… Tinha que acabar de ser tão ingénua... Afinal o mundo não é dos ingénuos. Apenas os mais fortes sobrevivem.
------------
O Natal chegou e foi-se. Assim como o Ano Novo. E já estavam no segundo mês do ano. Sam estava a passar por um momento difícil. Não conseguia tirar o rapaz dos olhos azuis da cabeça por mais que tentasse. Ainda por cima o tempo parecia conspirar para cima dela ao meterem-na sempre frente a frente com pessoas de olhos azuis. A verdade era que ela apercebera-se de uma coisa ao estar tanto tempo sem o ver. Ela queria apenas uma coisa. A sua amizade. Não negava que de vez em quando lhe apetecesse ver-se envolvida com ele. Mas do que ela precisava mesmo era de um amigo. Que a ouvisse e a compreendesse… Um amigo como… Não! Não podia… tinha que se esquecer.
Entretanto chegava-se ao dia de S. Valentim. Mais uma desgraça. Mas até era melhor assim.
Preferia não ter ninguém atrás de si do que ter e ter de lhe dar com os pés. Afinal… o que ela queria não a queria. Mas tornava-se cada vez mais insuportável estar na mesma escola que ele. Vê-lo. Senti-lo sem o poder tocar. Era demasiado doloroso. Ainda por cima, feita parva tinha associado uma música a ele… Que estava constantemente a tocar! A música até era bonita… linda… e o título adequava-se ao momento por que ela estava a passar. Dilemma. Pff… Grande dilema. Ele tinha que ser tão bonito por acaso? Tinha que vestir aquelas camisas que lhe ficavam tão bem e ainda lhe realçavam os olhos? E quando se vestia de preto? Nesses dias, Sam tinha que ter o seu auto-controlo no máximo.
Por outro lado, a vida ao lado das amigas estava melhor que nunca. Desde que Mariana saíra do grupo tudo estava muito mais unido. Há uns meses atrás, impaciente por querer saber o porquê da Raquel e da Mariana se terem separado, Sam foi ter com a Raquel e teve uma conversa com ela.
- O que se passou para ela finalmente sair do grupo?
- Disse que estava farta.
- Farta? Que lata! Ela é que provocava os problemas todos!
- Pois… nisso, tenho que reconhecer que tinhas razão. Eu tratava-te mal porque ela me enchia a cabeça com coisas. Agora que vejo mesmo quem és, reparo que ela está completamente enganada. Aliás, ela apenas não queria que ninguém se desse contigo.
What? Não queria que se dessem comigo… Boa.
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Pero q gostem..
Passaram-se semanas desde que tinha tido o sonho e Sam não se recordou dele, uma única vez.
Na escola não se podia dizer que tudo corria às mil maravilhas, pois apesar de terem estado de férias, Raquel e Mariana não tinham mudado a sua maneira de ser para com Sam, continuando a gozar com ela de cada vez que ela não percebia certas coisas, não se lembrando que ela tinha vindo de um país com diferentes costumes, onde tudo era diferente e que estavam a magoá-la e a fazê-la perder a sua auto-estima. Os dias tinham sido um tormento, mais do que o normal, mas Sam tinha o pressentimento que o dia de hoje iria correr melhor. E estava correcta. Mariana tinha-se afastado do grupo. De vez.
Chegando a hora do almoço, Sam ainda teve que esperar uns minutos na casa-de-banho à espera que as amigas se despachassem, mas como estava feliz como à muito não imaginava ser possível, não se importou. Finalmente dirigiram-se para a cantina e já com a comida nos tabuleiros dirigiram-se para uma mesa. Quando se sentaram apareceu Oliver com os seus amigos a fazer as parvoíces do costume. Sam olhou irritada na direcção dele. O irmão tinha sempre o hábito de a deixar envergonhada com o seu comportamento. Esforçando-se por o ignorar, Sam e as amigas começaram a comentar o aspecto bem bonito de alguns rapazes do liceu, mas o barulho que o irmão fazia desconcertava-a. Dirigiu-lhe mais um olhar irritado e nesse momento ficou com os olhos pregados nuns olhos de um azul mais bonito que já tinha visto. Uma corrente de electricidade percorreu-lhe o corpo.
A partir desse momento tudo desapareceu. Só existia ela e aquele rapaz que almoçava sozinho.
- Sam? Sam… SAM!
- Ah? O quê? Que foi?
- Que foi? Ficaste pascácia, rapariga! Porquê…. Uhuh! – Mara tinha acabado de ver o mesmo de Sam – Viste-o, não foi? Bem bonito…
De um momento para o outro Mara, Raquel e Patrícia estavam a olhar para o tal rapaz. Este apercebendo-se baixou a cabeça para o prato de forma a tapar o mais possível o seu rosto.
“Ai… que se passa comigo?” Sam, passava agora os dias a sonhar. Apaixonara-se, de tal forma, à primeira vista por aquele rapaz que já não se apercebia de mais nada. Até já tinha tido várias repreensões por parte de alguns professores porestar a assistir às aulas de olhar vago… ou a fingir que assistia. As amigas só se riam e Sam acabava por se rir com elas, excepto quando passavam por ele.
Elas tinham ganho o infeliz hábito de a “atirar” para cima dele, enquanto
mandavam bocas. “Ah! Mas elas vão ver!” Desde então, Sam começara a atirar as amigas para cima de rapazes de cada vez que estas estavam distraídas. E ria-se com isso.
Mas, o melhor foi quando Mara chegou um dia à beira dele a dizer que sabia em que sala, o rapaz tinha entrado. Já tinha tocado para a entrada depois do intervalo, mas dirigiram-se todas a correr para os placares onde estavam
afixados os horários com as respectivas salas. Percorreram-nos a todos, rapidamente, com os olhos e finalmente encontraram. 10º ano. Ele pertencia ao 10º ano. Do agrupamento Científico-Natural. “Um ano mais novo.” pensou Sam “Bem… agora é só descobrir o nome!” Que se tornou bem mais fácil do que pensava pois o grupo dele, ao passarem por elas, no final do dia, chamaram-no e ele respondeu.
“André…” suspirou e foi ver no placard das turmas. Ficou a olhar estarrecida e logo depois desatou às gargalhadas.
- Que junção de nomes mais esquisita! – disse Mara.
-Podes crer! Era nisso que estava a pensar! – disse sem fôlego Sam.
- Bem… pelo menos já sabes o nome dele… – evidenciou Raquel.
- Pois… pelo menos isso… “André António…”
Os dias passaram e sempre que o via, o coração de Sam batia mais fortemente. Mas as coisas começaram a correr para o torto. Devido às investidas das amigas, ele e mais o seu grupinho de amigos aperceberam-s dos seus sentimentos e agora tinha que aturar risinhos idiotas de cada vez que se viam. Podia ser que com as férias de Natal que se aproximavam rapidamente o esquecesse… Será que isso iria acontecer? Céus, quem lhe dera que sim… Já lhe bastava ter um que lhe esmigalhava o coração de cada vez que se falavam. Um que fora o seu melhor amigo, mas que a deixara, mesmo após prometer que nada o faria ter aquele comportamento. E ela acreditara… mais uma vez… Tinha que acabar de ser tão ingénua... Afinal o mundo não é dos ingénuos. Apenas os mais fortes sobrevivem.
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O Natal chegou e foi-se. Assim como o Ano Novo. E já estavam no segundo mês do ano. Sam estava a passar por um momento difícil. Não conseguia tirar o rapaz dos olhos azuis da cabeça por mais que tentasse. Ainda por cima o tempo parecia conspirar para cima dela ao meterem-na sempre frente a frente com pessoas de olhos azuis. A verdade era que ela apercebera-se de uma coisa ao estar tanto tempo sem o ver. Ela queria apenas uma coisa. A sua amizade. Não negava que de vez em quando lhe apetecesse ver-se envolvida com ele. Mas do que ela precisava mesmo era de um amigo. Que a ouvisse e a compreendesse… Um amigo como… Não! Não podia… tinha que se esquecer.
Entretanto chegava-se ao dia de S. Valentim. Mais uma desgraça. Mas até era melhor assim.
Preferia não ter ninguém atrás de si do que ter e ter de lhe dar com os pés. Afinal… o que ela queria não a queria. Mas tornava-se cada vez mais insuportável estar na mesma escola que ele. Vê-lo. Senti-lo sem o poder tocar. Era demasiado doloroso. Ainda por cima, feita parva tinha associado uma música a ele… Que estava constantemente a tocar! A música até era bonita… linda… e o título adequava-se ao momento por que ela estava a passar. Dilemma. Pff… Grande dilema. Ele tinha que ser tão bonito por acaso? Tinha que vestir aquelas camisas que lhe ficavam tão bem e ainda lhe realçavam os olhos? E quando se vestia de preto? Nesses dias, Sam tinha que ter o seu auto-controlo no máximo.
Por outro lado, a vida ao lado das amigas estava melhor que nunca. Desde que Mariana saíra do grupo tudo estava muito mais unido. Há uns meses atrás, impaciente por querer saber o porquê da Raquel e da Mariana se terem separado, Sam foi ter com a Raquel e teve uma conversa com ela.
- O que se passou para ela finalmente sair do grupo?
- Disse que estava farta.
- Farta? Que lata! Ela é que provocava os problemas todos!
- Pois… nisso, tenho que reconhecer que tinhas razão. Eu tratava-te mal porque ela me enchia a cabeça com coisas. Agora que vejo mesmo quem és, reparo que ela está completamente enganada. Aliás, ela apenas não queria que ninguém se desse contigo.
What? Não queria que se dessem comigo… Boa.
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Pero q gostem..
Muito bonita!!!! Fico à espera de mais...
A simplicidade e a fluidez com que escreves é fantástica. Parabéns!
________________________________________
A outra realidade da Sailormoon
A simplicidade e a fluidez com que escreves é fantástica. Parabéns!
________________________________________
A outra realidade da Sailormoon
Espero que tenham gostado deste capítulo. O próximo vais demorar uma pouco porque agora ando em avaliações.
Fico à espera de comentários. Beijinhos para todos!!!!!
Ja tenho mais .. à meses :
':
Agora é o cap 4 né ?
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IV
- Ai que nervos! Porque é que isto só me acontece a mim!
- Calma, Sam!
-Ainda não encontraste o homem certo para ti… apenas isso…
- Pois pois…
Estava mais um dia lindo lá fora. Finalmente, o bom tempo chegara para ficar. E Sam continuava agarrada ao mesmo. Nada tinha mudado. Infelizmente. De repente ela endireita-se com um brilho nos olhos.
- Vou escrever-lhe.
- O quê? Estás tola…
- Claro que não. Não vou ser eu que vou escrever. Vai ser a Patrícia. Por favor Patrícia… por favor…
Patrícia hesitou um bocado, mas acabou por aceitar ao ver que não havia volta a dar.
Mara, que era quem tinha melhor jeito para a escrita redigiu a carta e depois foram as duas entregá-la.
Os dias passaram e apesar do André dizer que estava a responder, a carta não aparecia. E não apareceu. Sam, farta foi falar com ele. Pediu-lhe imensa desculpa por tudo o que tinha feito até ao momento, desde os gritinhos histéricos que o tinham perseguido, até às mensagens pelo telemóvel. E afirmou que ele podia, inclusivé, esquecer a carta. Não valia a pena forçar mais o que já estava predestinado que acontecesse. Absolutamente nada.
Porém, ao invés de se sentir triste, Sam deu por si revigorada e com força suficiente para encarar um assunto que tinha deixado pendente. O seu ex-melhor amigo. O seu verdadeiro amor. Numa aula de teatro enviou-lhe uma mensagem. Qual não é o seu espanto quando recebe uma resposta, enquanto procurava uma roupa na sala dos costumes, para a sua personagem. “Falamos à noite. Agora não posso. Beijos.”
- AAAHH ! Ele respondeu… Raquel… ele respondeu...
- Sim, já reparei. Á noite vais resolver tudo.
Mas não resolveu. Apesar de terem falado sobre o assunto, não resolveram nada. Mas continuaram a trocar mensagens, sendo a última enviada por Sam dizendo que este só lhe passava graxa, que falava falava, mas não justificava nada. Não recebera resposta.
Chegou o último dia de aulas. Sam e as amigas decidiram que não fazia mal faltarem.
Sendo o último dia, iriam apenas estar cinco minutos dentro da sala, em cada aula. Como tal, dirigiram-se para a praia.
O mar estava meio calmo, meio revolto, com as ondas a embaterem contra a base do esporão, lançando espuma para qualquer incauto que estivesse por perto. O céu estava limpo, sem uma única nuvem no céu.
As quatro amigas sentaram-se numa rocha, resguardando tudo o que tivessem de valor, pois poderiam acidentalmente deixar cair alguma coisa por entre as pedras, como ocasionalmente acontecia. Após algum tempo, deitaram-se levantando a parte de cima dos tops e arregaçando as calças, para apanharem um bocadinho de sol.
O som das ondas a quebrarem-se contra as rochas, acrescentado ao som emitido pelas gaivotas, preenchiam o ar. Estava uma quietude invejável. De repente, o som do um telemóvel quebrou o silêncio.
Sam pegou no telemóvel e leu “Eu n paxo graxa a ng, SO DIGO AS VERDADES, eu digo-te o porquê de me ter afastado. Eu digo-te o que sinto por ti. É um sentimento mt fort k os humanos tem por outro e xamaxe AMOR.”
"Meu Deus… então foi por isso que ele se afastou! Apaixonou-se por mim!" Sam sentiu uma emoção a envolvê-la. De repente, a praia não lhe parecia o melhor sitio para estar naquele momento. O que queria agora era estar com ele. Para esclarecerem as coisas. Mas ele era de longe. Bem, talvez não tão longe, mas as chances de se encontrarem eram remotas. A sua única chance era mandar-lhe também uma mensagem.
Nesse momento, Sam apercebeu-se que a paixão que sentira nos últimos meses tinha apenas existido para colmatar o coração ferido e saudoso. Ao se “apaixonar” pelo André, Sam tinha tentado esquecer aquele a quem entregara verdadeiramente o seu coração. Gabriel...
-Olhem – e passou o telemóvel às amigas
As amigas leram a mensagem e entreolharam-se todas.
- Hmmm…
- Acreditas nele?
- Ora, por haveria ele de estar a mentir?
- Não sei, Sam. Mas já sofreste muito por causa dele. Não te esqueças disso.
- Mas ele nunca me tinha dito que me amava.
- Faz como quiseres. Mas nós avisamos-te.
A alegria de Sam, por saber que Gabriel gostava dela, foi maior e deitou por
terra todas as objecções das amigas. Não podia pôr para trás tudo o que estava a sentir naquele momento. Principalmente quando, pela primeira vez em meses, se estava a sentir plenamente feliz.
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A Sam é complicada :
':
':Agora é o cap 4 né ?

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IV
- Ai que nervos! Porque é que isto só me acontece a mim!
- Calma, Sam!
-Ainda não encontraste o homem certo para ti… apenas isso…
- Pois pois…
Estava mais um dia lindo lá fora. Finalmente, o bom tempo chegara para ficar. E Sam continuava agarrada ao mesmo. Nada tinha mudado. Infelizmente. De repente ela endireita-se com um brilho nos olhos.
- Vou escrever-lhe.
- O quê? Estás tola…
- Claro que não. Não vou ser eu que vou escrever. Vai ser a Patrícia. Por favor Patrícia… por favor…
Patrícia hesitou um bocado, mas acabou por aceitar ao ver que não havia volta a dar.
Mara, que era quem tinha melhor jeito para a escrita redigiu a carta e depois foram as duas entregá-la.
Os dias passaram e apesar do André dizer que estava a responder, a carta não aparecia. E não apareceu. Sam, farta foi falar com ele. Pediu-lhe imensa desculpa por tudo o que tinha feito até ao momento, desde os gritinhos histéricos que o tinham perseguido, até às mensagens pelo telemóvel. E afirmou que ele podia, inclusivé, esquecer a carta. Não valia a pena forçar mais o que já estava predestinado que acontecesse. Absolutamente nada.
Porém, ao invés de se sentir triste, Sam deu por si revigorada e com força suficiente para encarar um assunto que tinha deixado pendente. O seu ex-melhor amigo. O seu verdadeiro amor. Numa aula de teatro enviou-lhe uma mensagem. Qual não é o seu espanto quando recebe uma resposta, enquanto procurava uma roupa na sala dos costumes, para a sua personagem. “Falamos à noite. Agora não posso. Beijos.”
- AAAHH ! Ele respondeu… Raquel… ele respondeu...
- Sim, já reparei. Á noite vais resolver tudo.
Mas não resolveu. Apesar de terem falado sobre o assunto, não resolveram nada. Mas continuaram a trocar mensagens, sendo a última enviada por Sam dizendo que este só lhe passava graxa, que falava falava, mas não justificava nada. Não recebera resposta.
Chegou o último dia de aulas. Sam e as amigas decidiram que não fazia mal faltarem.
Sendo o último dia, iriam apenas estar cinco minutos dentro da sala, em cada aula. Como tal, dirigiram-se para a praia.
O mar estava meio calmo, meio revolto, com as ondas a embaterem contra a base do esporão, lançando espuma para qualquer incauto que estivesse por perto. O céu estava limpo, sem uma única nuvem no céu.
As quatro amigas sentaram-se numa rocha, resguardando tudo o que tivessem de valor, pois poderiam acidentalmente deixar cair alguma coisa por entre as pedras, como ocasionalmente acontecia. Após algum tempo, deitaram-se levantando a parte de cima dos tops e arregaçando as calças, para apanharem um bocadinho de sol.
O som das ondas a quebrarem-se contra as rochas, acrescentado ao som emitido pelas gaivotas, preenchiam o ar. Estava uma quietude invejável. De repente, o som do um telemóvel quebrou o silêncio.
Sam pegou no telemóvel e leu “Eu n paxo graxa a ng, SO DIGO AS VERDADES, eu digo-te o porquê de me ter afastado. Eu digo-te o que sinto por ti. É um sentimento mt fort k os humanos tem por outro e xamaxe AMOR.”
"Meu Deus… então foi por isso que ele se afastou! Apaixonou-se por mim!" Sam sentiu uma emoção a envolvê-la. De repente, a praia não lhe parecia o melhor sitio para estar naquele momento. O que queria agora era estar com ele. Para esclarecerem as coisas. Mas ele era de longe. Bem, talvez não tão longe, mas as chances de se encontrarem eram remotas. A sua única chance era mandar-lhe também uma mensagem.
Nesse momento, Sam apercebeu-se que a paixão que sentira nos últimos meses tinha apenas existido para colmatar o coração ferido e saudoso. Ao se “apaixonar” pelo André, Sam tinha tentado esquecer aquele a quem entregara verdadeiramente o seu coração. Gabriel...
-Olhem – e passou o telemóvel às amigas
As amigas leram a mensagem e entreolharam-se todas.
- Hmmm…
- Acreditas nele?
- Ora, por haveria ele de estar a mentir?
- Não sei, Sam. Mas já sofreste muito por causa dele. Não te esqueças disso.
- Mas ele nunca me tinha dito que me amava.
- Faz como quiseres. Mas nós avisamos-te.
A alegria de Sam, por saber que Gabriel gostava dela, foi maior e deitou por
terra todas as objecções das amigas. Não podia pôr para trás tudo o que estava a sentir naquele momento. Principalmente quando, pela primeira vez em meses, se estava a sentir plenamente feliz.
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A Sam é complicada :
':
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Agora que tava a gostar??? Aiaiai que eu assim fico triste!


.o: Então posta!! Estou anciosa..
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