Game Played Sometimes Unfair
Bom esta é uma fic q comecei a escrever ontem . Ainda so tem o prologo e ainda nao pretendo escrever muitos capitulos. Aqui vai:
Prologo
Mais um dia. Um típico dia de Inverno. A chuva caía no soalho e, ao mesmo tempo, derramavam-se lágrimas. Lágrimas. Caiam e caiam, pareciam não ter fim. Derramava-as mas não fazia a menor ideia que caiam. Perguntava a razão da qual a minha existência. Pensava que não fazia falta neste mundo. O que seria eu? Eu era apenas outro ser insignificante. Era como uma formiga vagueando a terra sem rumo ou como o soldado que não conseguia encontrar paz. Eu era um estorvo, não servia de nada. Só dava problemas ao mais próximos, aos que me rodeavam.
Tudo começou quando nasci. Nasci como uma criança com problemas cardíacos. Estava constantemente numa cama de hospital, ligada ás máquinas. Era uma criança problemática em termos de saúde. Minha mãe estava com inícios de depressão. E porquê? Por causa da sua filha mais nova.
*Flashback: Tinha acabado de completar 13 anos, infelizmente, no hospital. Tinha sido hospitalizada 3 meses antes para ser operada. Era a hora da visita de médico. Estava num sono profundo. Senti uma dor aguda no peito.
Acordei com um choro. Alguém chorava enquanto me segurava a mão. Fingi que dormia. Foi quando ouvi uma voz grave, era o doutor.
- Sinto muito. – Dizia ele – Infelizmente, suponho que a vossa filha não chegue a completar 21 anos. Antes de ela ter sido internada, tinham-lhe diagnosticado pericardite aguda. Infelizmente, por puro erro médico da clínica que a mandou ser internada, não viram que na realidade era pericardite crónica. Durante a operação houveram umas complicações devido a uma hemorragia localizada. – Pausou por uns segundos. Eu engoli em seco, tentando aguentar as minhas lágrimas de caírem – Ela poderá necessitar de ser novamente operada. Amanhã passarei novamente por cá, já que hoje não pude examinar a menina. Se precisarem de alguma coisa, chamem as enfermeiras.
Estava como petrificada. Ainda não conseguia acreditar no que o médico dissera. « Não chegue a completar 21 anos» ecoava na minha mente vezes sem conta. *End Flashback
Hoje fazem 4 anos desde esse dia. Sim, já tenho 17 anos. Prometera a mim mesma aproveitar a minha vida ao máximo desde essa altura. Mas não, não consegui. Foi-me impossível viver de uma maneira feliz. Tinha perdido. Perdi. Como posso eu perder mais? Não havia mais a perder, já perdera tudo. Perdera amigos, perdera amor, perdera aqueles que me fizeram mulher, perdera o meu coração. Tudo parecia ruínas. Tudo parecia prédios destruídos, cidades abandonadas, eu parecia estar sozinha. Não havia mais ninguém à minha volta, já ninguém se importava comigo. Estava na solidão e estava completamente vazia por dentro. De mim só caíam lágrimas. Lágrimas só e apenas. Não restava em mim mais nada.
Ouvi o som do bater na porta. Olhei em direcção à mesma. Era a minha mãe. Esta batia constantemente e gritava, desesperada, para eu sair do quarto. Eu apenas virei o meu rosto para a janela, toquei a cicatriz localizada no meu peito e mergulhei em pensamentos de seguida.
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Nota: Esta personagem apenas possui alguns traços meus, como o facto de eu ter uma pequena doença de coração (acho q nao e nada de grave e nem e necessario cirugia), a minha maneira de pensar.
Espero q gostem. Comentem
Prologo
Mais um dia. Um típico dia de Inverno. A chuva caía no soalho e, ao mesmo tempo, derramavam-se lágrimas. Lágrimas. Caiam e caiam, pareciam não ter fim. Derramava-as mas não fazia a menor ideia que caiam. Perguntava a razão da qual a minha existência. Pensava que não fazia falta neste mundo. O que seria eu? Eu era apenas outro ser insignificante. Era como uma formiga vagueando a terra sem rumo ou como o soldado que não conseguia encontrar paz. Eu era um estorvo, não servia de nada. Só dava problemas ao mais próximos, aos que me rodeavam.
Tudo começou quando nasci. Nasci como uma criança com problemas cardíacos. Estava constantemente numa cama de hospital, ligada ás máquinas. Era uma criança problemática em termos de saúde. Minha mãe estava com inícios de depressão. E porquê? Por causa da sua filha mais nova.
*Flashback: Tinha acabado de completar 13 anos, infelizmente, no hospital. Tinha sido hospitalizada 3 meses antes para ser operada. Era a hora da visita de médico. Estava num sono profundo. Senti uma dor aguda no peito.
Acordei com um choro. Alguém chorava enquanto me segurava a mão. Fingi que dormia. Foi quando ouvi uma voz grave, era o doutor.
- Sinto muito. – Dizia ele – Infelizmente, suponho que a vossa filha não chegue a completar 21 anos. Antes de ela ter sido internada, tinham-lhe diagnosticado pericardite aguda. Infelizmente, por puro erro médico da clínica que a mandou ser internada, não viram que na realidade era pericardite crónica. Durante a operação houveram umas complicações devido a uma hemorragia localizada. – Pausou por uns segundos. Eu engoli em seco, tentando aguentar as minhas lágrimas de caírem – Ela poderá necessitar de ser novamente operada. Amanhã passarei novamente por cá, já que hoje não pude examinar a menina. Se precisarem de alguma coisa, chamem as enfermeiras.
Estava como petrificada. Ainda não conseguia acreditar no que o médico dissera. « Não chegue a completar 21 anos» ecoava na minha mente vezes sem conta. *End Flashback
Hoje fazem 4 anos desde esse dia. Sim, já tenho 17 anos. Prometera a mim mesma aproveitar a minha vida ao máximo desde essa altura. Mas não, não consegui. Foi-me impossível viver de uma maneira feliz. Tinha perdido. Perdi. Como posso eu perder mais? Não havia mais a perder, já perdera tudo. Perdera amigos, perdera amor, perdera aqueles que me fizeram mulher, perdera o meu coração. Tudo parecia ruínas. Tudo parecia prédios destruídos, cidades abandonadas, eu parecia estar sozinha. Não havia mais ninguém à minha volta, já ninguém se importava comigo. Estava na solidão e estava completamente vazia por dentro. De mim só caíam lágrimas. Lágrimas só e apenas. Não restava em mim mais nada.
Ouvi o som do bater na porta. Olhei em direcção à mesma. Era a minha mãe. Esta batia constantemente e gritava, desesperada, para eu sair do quarto. Eu apenas virei o meu rosto para a janela, toquei a cicatriz localizada no meu peito e mergulhei em pensamentos de seguida.
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Nota: Esta personagem apenas possui alguns traços meus, como o facto de eu ter uma pequena doença de coração (acho q nao e nada de grave e nem e necessario cirugia), a minha maneira de pensar.
Espero q gostem. Comentem
Ainda ninguem comentou?
Bem comento eu
Gostei do prologo, embora quisesse um capitulo
Penso que retrata bem a dor que se sente quando se descobre que se tem um problema cardiaco.
Uma rapariga da minha antiga turma tinha problemas cardiacos e teve que desistir do atletismo porcausa disso, ficou devastada e meteu-se em varias confusoes porque nao o conseguiu aceitar
Espero que continues
Bem comento eu
Gostei do prologo, embora quisesse um capitulo
Penso que retrata bem a dor que se sente quando se descobre que se tem um problema cardiaco.
Uma rapariga da minha antiga turma tinha problemas cardiacos e teve que desistir do atletismo porcausa disso, ficou devastada e meteu-se em varias confusoes porque nao o conseguiu aceitar
Espero que continues
Tens de entrar para responderes neste tópico.

parabens, esta fantastica!!! vou acompanhar ate ao fim
Para falar a verdade já tinha desistido desta fic, mas parece que ja tenho uns pequenos fas.
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