[Filme] "Shutter Island" Qual é a conclusão?
Sinopse
1954, o pico da Guerra Fria, os agentes Teddy Daniels e Chuck Aule são convocados a "Shutter Island" para investigar o improvável desaparecimento de uma criminosa do impenetrável Ashecliffe Hospital. Rodeados por circunspectos psiquiatras e perigosos pacientes psicopatas, eles vêem-se envolvidos numa atmosfera misteriosa e volátil que sugere que nada é o que parece… Com um furacão a aproximar-se da ilha, a investigação progride rapidamente. No entanto, à medida que a tempestade aumenta de intensidade, as suspeitas e os mistérios multiplicam-se, cada um mais terrível e tenebroso que o anterior. Há indicações e rumores de conspirações sombrias, sórdidas experiências médicas, alas secretas, controlo mental e inclusive de algo sobrenatural. Movendo-se nas sombras do hospital, assombrado pelos terríveis actos dos seus instáveis habitantes e pelos desígnios desconhecidos dos igualmente suspeitos médicos, Teddy começa a sentir que, quanto mais fundo ele chega na investigação, mais perto está de se ver confrontado com alguns dos seus mais profundos e devastadores medos. E apercebe-se também que poderá não sair vivo daquela ilha...
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Adorei o filme, mas confesso que fiquei com algumas dúvidas relativamente ao que era de facto a "realidade". Quem é afinal Teddy Daniels? Um homem ou uma ilusão? O jogo psicológico confunde de facto uma pessoa
Afinal o homenzinho estava demente ou nao? No fim ele diz "o que será pior..morrer como um homem ou viver como um monstro?"
Deixem aqui a vossa opinião
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1954, o pico da Guerra Fria, os agentes Teddy Daniels e Chuck Aule são convocados a "Shutter Island" para investigar o improvável desaparecimento de uma criminosa do impenetrável Ashecliffe Hospital. Rodeados por circunspectos psiquiatras e perigosos pacientes psicopatas, eles vêem-se envolvidos numa atmosfera misteriosa e volátil que sugere que nada é o que parece… Com um furacão a aproximar-se da ilha, a investigação progride rapidamente. No entanto, à medida que a tempestade aumenta de intensidade, as suspeitas e os mistérios multiplicam-se, cada um mais terrível e tenebroso que o anterior. Há indicações e rumores de conspirações sombrias, sórdidas experiências médicas, alas secretas, controlo mental e inclusive de algo sobrenatural. Movendo-se nas sombras do hospital, assombrado pelos terríveis actos dos seus instáveis habitantes e pelos desígnios desconhecidos dos igualmente suspeitos médicos, Teddy começa a sentir que, quanto mais fundo ele chega na investigação, mais perto está de se ver confrontado com alguns dos seus mais profundos e devastadores medos. E apercebe-se também que poderá não sair vivo daquela ilha...
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Adorei o filme, mas confesso que fiquei com algumas dúvidas relativamente ao que era de facto a "realidade". Quem é afinal Teddy Daniels? Um homem ou uma ilusão? O jogo psicológico confunde de facto uma pessoa
Afinal o homenzinho estava demente ou nao? No fim ele diz "o que será pior..morrer como um homem ou viver como um monstro?"Deixem aqui a vossa opinião
[Esta imagem já não existe]Ah, Shutter Island!... Um dos melhores filmes que eu vi este ano, se não mesmo o melhor!
Nada que não tivesse à espera: afinal, o realizador é um dos meus favoritos e a temática (doenças mentais) é de grande interesse para mim.
Irrepreensível a nível técnico e com um argumento bastante complexo, este é daqueles filmes que, após a sua visualização, nos fica na nossa cabeça durante muito tempo. Quando terminou, fiquei logo com vontade de revê-lo!
E tenho que admitir que fiquei deveras impressionado com o desempenho do Leonardo DiCaprio.
É impressionante como ele evoluiu como actor, tanto na sua capacidade de interpretação como nos papéis que escolhe: está-se a revelar um grande actor e uma garantia da qualidade dos filmes em que participa. Tanto neste como no filme A Origem (outro filme espectacular!) tem desempenhos memoráveis, que o colocam como um dos melhores actores que por aí anda. Se gostas tanto dele, não deves perder este filme, SofiaFlower! 
O final é outro factor de ter gostado tanto do filme. Gosto deles assim: abertos, deixando ao espectador a possibilidade de imaginar o final que considera mais apropriado, ao invés de dar “a papinha toda feita”.
Mas lá está: é a minha visão da história, que pode ser diferente da tua ou da de outras pessoas. E é isso que torna Shutter Island um filme excepcional!
Nada que não tivesse à espera: afinal, o realizador é um dos meus favoritos e a temática (doenças mentais) é de grande interesse para mim.
Irrepreensível a nível técnico e com um argumento bastante complexo, este é daqueles filmes que, após a sua visualização, nos fica na nossa cabeça durante muito tempo. Quando terminou, fiquei logo com vontade de revê-lo!
E tenho que admitir que fiquei deveras impressionado com o desempenho do Leonardo DiCaprio.
É impressionante como ele evoluiu como actor, tanto na sua capacidade de interpretação como nos papéis que escolhe: está-se a revelar um grande actor e uma garantia da qualidade dos filmes em que participa. Tanto neste como no filme A Origem (outro filme espectacular!) tem desempenhos memoráveis, que o colocam como um dos melhores actores que por aí anda. Se gostas tanto dele, não deves perder este filme, SofiaFlower! 
O final é outro factor de ter gostado tanto do filme. Gosto deles assim: abertos, deixando ao espectador a possibilidade de imaginar o final que considera mais apropriado, ao invés de dar “a papinha toda feita”.

Spoiler
Pessoalmente, creio que o protagonista estava mesmo demente e tudo não passava de um esquema criado por ele para se tornar, como se diz no final do filme, no “herói da sua história”. Muitos dos acontecimentos do filme, sobretudo o encontro com a médica fugitiva nas grutas e a estranha conversa que tem com o tal prisioneiro na prisão para os doentes mentais mais violentos, fazem com que eu duvide da sua sanidade e da veracidade da sua história.
Mas lá está: é a minha visão da história, que pode ser diferente da tua ou da de outras pessoas. E é isso que torna Shutter Island um filme excepcional!

Welcome to the Jungle!
Obrigado Amigo Secreto de Setembro! *_*
Eu fiz uma review deste filme no meu blog há bem pouco tempo. Sucintamente, posso dizer que, infelizmente, não gostei muito do filme. Não me trouxe muito de novo, aborreceu-me um pouco. Sei que o jogo psicológico do filme estava bem delineado, as personagens bem interpretadas pelos respectivos actores (excepto a personagem do Mark Ruffalo... Quer dizer, não o consigo ver este tipo de papéis). Mas... Não achei nada de mais.
Vou transcrever para spoiler aquilo que não me fez gostar muito do filme:Quanto ao final...
Vou transcrever para spoiler aquilo que não me fez gostar muito do filme:
Spoiler
É engraçado notar que nestes dois filmes recentes de Leonardo DiCaprio, o
actor teve de interpretar uma personagem cujo passado se encontra
assombrado por uma esposa morta. Ainda assim, creio que o actor se
comportou devidamente no seu papel. Para mim, não foi propriamente o
desempenho deste que comprometeu a minha opinião sobre o filme, mas sim a
história em si. Não me trouxe nada de novo. Uma ilha, a incapacidade de
a personagem fugir dela, de se embrenhar nos seus devaneios mentais…
Nem a suposta “reviravolta” no enredo me surpreendeu (bolas, adivinhei
logo a identidade do Dr. Sheehan). Devo dizer que devo ter sido
invadida, durante o filme inteiro, por uma total incapacidade de me
surpreender com o que quer que fosse. A história não me pareceu, de
todo, muito original, fez-me terrivelmente lembrar outros filmes de thriller/terror que já fui vendo, como os de Stephen King. Nem mesmo o background político me conseguiu captar a atenção, e geralmente interesso-me por temas que estejam relacionados com a II Guerra Mundial.
O desempenho dos actores esteve bem, e
penso ter sido o ponto mais positivo do filme. Sir Ben Kingsley, como
sempre, muito bem no seu papel, e mesmo a Michelle Williams (para mim, a
sempre eterna Jen de Dawson’s Creek) portou-se bem no papel de
louca. Só continuo a não apreciar o Mark Ruffalo nestes papéis mais
sérios. Não sei porquê, não tenho nada contra o actor e até gosto dele,
para ser sincera. Mas… Não sei, faz-me torcer o nariz e pensar que devia
haver alguém melhor para ali. Ainda assim, esteve bem.
A música, nada de especial, achei-a por
vezes inclusive demasiado “pesada” para determinadas cenas, nomeadamente
no início, embora tivesse sido interessante notar que a banda sonora
era basicamente composta por peças clássicas.
actor teve de interpretar uma personagem cujo passado se encontra
assombrado por uma esposa morta. Ainda assim, creio que o actor se
comportou devidamente no seu papel. Para mim, não foi propriamente o
desempenho deste que comprometeu a minha opinião sobre o filme, mas sim a
história em si. Não me trouxe nada de novo. Uma ilha, a incapacidade de
a personagem fugir dela, de se embrenhar nos seus devaneios mentais…
Nem a suposta “reviravolta” no enredo me surpreendeu (bolas, adivinhei
logo a identidade do Dr. Sheehan). Devo dizer que devo ter sido
invadida, durante o filme inteiro, por uma total incapacidade de me
surpreender com o que quer que fosse. A história não me pareceu, de
todo, muito original, fez-me terrivelmente lembrar outros filmes de thriller/terror que já fui vendo, como os de Stephen King. Nem mesmo o background político me conseguiu captar a atenção, e geralmente interesso-me por temas que estejam relacionados com a II Guerra Mundial.
O desempenho dos actores esteve bem, e
penso ter sido o ponto mais positivo do filme. Sir Ben Kingsley, como
sempre, muito bem no seu papel, e mesmo a Michelle Williams (para mim, a
sempre eterna Jen de Dawson’s Creek) portou-se bem no papel de
louca. Só continuo a não apreciar o Mark Ruffalo nestes papéis mais
sérios. Não sei porquê, não tenho nada contra o actor e até gosto dele,
para ser sincera. Mas… Não sei, faz-me torcer o nariz e pensar que devia
haver alguém melhor para ali. Ainda assim, esteve bem.
A música, nada de especial, achei-a por
vezes inclusive demasiado “pesada” para determinadas cenas, nomeadamente
no início, embora tivesse sido interessante notar que a banda sonora
era basicamente composta por peças clássicas.
Spoiler
Eu creio que ele estava demente, mas, no final, estava novamente lúcido. Como lhe disseram, ele já tinha tido uma recaída antes. Assim, o que ele escolheu foi morrer enquanto estava lúcido antes de ter oportunidade de ter uma nova recaída. A meu ver, foi isso.
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