[FIC] Coração de Cristal - 1º cap [12-09-09]
*karen entra na sala das fics*
*karen pensa, pensa, pensa e toma uma decisão*
*karen decide em criar uma fic(pronto, mais uma)*
Eh,
Hoje deu-me uma inspiração do caneco e decidi escrever mais uma. Eh, mais uma! [Esta imagem já não existe] (mas os leitores da outra que não se preocupem que isto foi só um passatempozinho devido à minha "falta de ideias").
Agora, entrando no assunto...
Índice:
Sinopse - pag.1
Capítulo 1 (Dois anos depois) - pag.1
Capítulo 2 (As Inner novamente juntas) - ?
Sinopse - Dois anos após a batalha com a Galáxia, a Terra volta ao normal. Bunny, Joana, Ami e Maria estão no 12ºano e prestes a fazer os exames nacionais, Rita desistiu da faculdade por ter de tomar conta do templo, por culpa da morte "súbita" do avô. Gonçalo vai para o estrangeiro e vai completar o seu estágio num hospital em Portugal (sim, leram bem, Portugal [Esta imagem já não existe] ). A Haruka, a Mariana e Octávia mudam-se para Londres por razões desconhecidas (burra
), a Chibi-usa vai para o futuro (ainda bem que eu já não a podia sofrer) e a Susana vai tomar conta do portal do tempo.
Tudo começa quando as Inner recebem uma carta da Uráno e da Neptuno, contando-lhes que "coisas estranhas" começam a acontecer na Europa.
(o resto há-de se ver)
- Menina Tsukino, está a prestar atenção à aula? - berrou o pequeno professor, enquanto batia com o grosso livro de ponto sobre a secretária. - Menina Tsukino!
- Bunny, o professor está a chamar-te. Bunny! Acorda! - murmurou a rapariga de longos cabelos loiros presos por um laço, enquanto se esticava para tocar no ombro da amiga de odangos, que dormia durante a aula de Matemática.
- Está calada mãe – balbuciava Bunny, enquanto dormia – Eu quero bolachas. Luna, pára de arranhar-me o colo, depois dou-te salmão!
- Deixe estar, Menina Lima. - continuou o professor, enquanto baixava o tom de voz e via que a rapariga de cabelos loiros tentava acordar Bunny, sem sucesso. - Se a Menina Tsukino quer continuar a ter as notas que tem, é deixá-la ter. O problema é dela se não passar no exame nacional.
- Okay, professor... - disse ela, enquanto se acomodava novamente na sua cadeira. - Mas nunca pensei que ela falasse durante o sono.
- MENINA TSUKINO! - berrou o professor, com todas as forças que tinha. Teve sorte em não deixar o livro de ponto cair sobre o seu pé.
O berro foi de tal maneira forte que Bunny deu um salto sobre a cadeira e por pouco não se estatelara no chão. - O que foi? - ripostou ela, bocejando.
- O que foi?! Eu digo o que foi! A menina estava a dormir enquanto estava a dar as revisões para o próximo teste, e a menina sabe como este teste é importante.
Bunny assustou-se quando olhou o professor, vermelho de raiva. As rugas da testa eram tais que parecia que o homem tinha setenta e cinco anos. Os olhos, por detrás dos enormes óculos engarrafados, pareciam saltar das órbitras.
- Okay, professor, prometo que isto não volta a acontecer.
- É, acho bem. É que na semana passada houve reunião de pais e parece que o teu encarregado ficou a saber de tudo o que fazes e não fazes nas aulas! - o pequeno professor engoliu um pouco do ar abafado da sala, depois agarrou novamento no giz e retomou a aula.
“Ufa, estou safa. Está calor aqui!” - Bunny abriu um pouco a camisa do uniforme e começou a abanar-se com a mão - “Ah, fresquinho...”
A rapariga que estava ao seu lado atirou-lhe um papel dobrado em quatro. Bunny, espantada com o sucedido, pegou no papel e, em que o professor desse conta, abriu-o debaixo da mesa. Dizia:
Bunny,
tens de ter mais cuidado nas aulas. Sabes o que a tua mãe faz se não passares no exame.
Olhou na direcção da autora da carta. Esta piscou-lhe o olho. “O que é que deu na Joana para agora andar-se a preocupar comigo?” - pensou. Amarrotou o papel e guardou-o num canto, para depois deitá-lo fora no final da aula.
Durante o resto da aula, Bunny tentou mante-se ao máximo acordada. Mas era quase impossível. A seguir daquela aula seria a hora de almoço e ela estava esfomeada. Como sempre, acordara atrasada e não teve tempo para tomar o pequeno-almoço, coisa que ela se habituara desde sempre. Mas o que lhe dava maior prazer era dormir, fosse em casa, enrolada na cama, fosse nas aulas, aos berros dos professores. Desde há três anos que não mudara o hábito. E os professores não tinham mãos a medir contra a sua preguiça nas aulas. Raramente tirava uma nota num teste que lhe favorecesse.
Finalmente tocara o alarme do final da aula e começo do almoço.
- Bunny – chamou a Joana, enquanto procurava a lancheira dentro da sua mochila. - Vamos almoçar juntas?
- Claro! - respondeu Bunny. - E porque não convidamos a Ami e a Maria?
- É, o que tu queres sei eu: petiscar o almoço da Maria!
- Não é nada disso!
- Okay, eu já não digo nada. Eu vou chamar as outras duas. Espera por mim na grande árvore. - e saiu da sala a correr.
Bunny foi a última a sair da sala. O calor fez com que não tivesse tanta pressa a chegar ao local combinado. Já se aproximava o Verão, e com ele os exames para entrar na faculdade. Algo que Bunny nunca se preocupou muito. Mesmo com as más notas, passava sempre. Era o que se podia chamar de “rapariga sortuda”.
Chegou ao local combinado. Era um canto remoto nas traseiras da escola, cheio de evas daninhas. O que fazia que ninguém se atrevesse a aproximar. A árvore que se erguia era uma sombra perfeita para aquele dia cheio de sol, que até dava tonturas e dores de cabeça a quem não usasse um chapéu.
Bunny encostou-se ao tronco da árvore e pôs-se a observar o azul do céu enquanto as amigas não chegavam.
- Olá Bunny!
- Chegámos!
- Ah, olá meninas!
Ami e Maria. Duas raparigas que eram muito mais desenvolvidas que Bunny ou Joana, tanto em corpo como em inteligência.
Ami era uma inteligente adolescente com um curto cabelo azulado. Maria era a mais alta das quatro. Tinha um longo cabelo castanho, sempre preso por um carrapito. E tinha um talento muito especial; sabia cozinhar.
- Milagre, a Bunny não começou antes de nós! - exclamou Joana, juntando-se ao grupo.
- Ah ah ah, engraçadinha! - gozou Bunny. - A ideia disto foi toda minha.
- Mas ainda bem que tiveste esta ideia, porque precisava de falar convosco.
- O que foi que aconteceu, Ami? - perguntou a Maria.
- Ah, bem, ontem falei com a Rita...
- Tu falaste com a Rita? - interrompeu a Joana. - Mas como? Há semanas que tento telefonar para o telefone do templo ou para o telemóvel dela e nunca atende!
- Bem, parece que ontem foi uma excepção. Ela pediu que fôssemos as quatro hoje para o templo. Pela voz dela percebi que estava muito abalada.
- Pois, desde a morte do avô que ela nunca mais foi o que era...
O avô de Rita tinha morrido há um ano e meio, vítima de ataque cardíaco. Desde então, Rita teve de abandonar a faculdade onde estudava para tomar conta do templo, com ajuda do Fernando. Mas a Rita mal falava com as amigas e nunca gostava de sair do templo, sem que fosse um assunto muito urgente.
- Acho que devíamos ir. Para a animar. O que achas Bunny?
- Por mim tudo bem!
- Para mim também! - exclamou Maria.
- Então, depois das aulas, ao pé do portão principal. Bunny, não te vais esquecer?
- Claro que não. Eu não sou burra!
- Mas és loira! - disse Joana para as outras duas.
- Olha quem fala! Tu também és loira! - ripostou Bunny.
- Mas não sou burra.
- Meninas, eu pensava que isto era para ser um almoço civilizado!
- Sabiam que a Bunny dormiu durante a aula de Matemática?
- Joana!
- Outra vez, Bunny? Tu não mudas mesmo...
- Agora pareces a Rita a falar!
O toque de começo das aulas da tarde soou naquele momento. As quatro amigas suspiraram.
- Bem, tenho de ir andando – disse a Maria, enquanto arrumava a caixa de almoço na mala. - Vou ter Desporto.
- Vou ter Biologia – disse Ami. - Tenho de me despachar porque é no último andar.
- Então vamos contigo, Maria. Eu e a Bunny também vamos ter Desporto. Acompanhamos-te até aos balneários.
- Mas eu não trouxe o fato!
- Trouxeste sim, pára de ser mentirosa, Bunny! - Joana agarrou no braço da Bunny e tentou puxá-la para cima. - Vá lá. Vamos chegar atrasadas.
- Está bem, está bem. Toma calma. - Bunny foi-se levantando com muita moleza.
- Então, vamos?
- Vamos...- responderam as duas em coro.
E saíram debaixo daquela árvore, deixando aquela sombra agradável pelo luz forte do sol...
Caso vejam algum erro, peço que me digam, para depois corrigir!
Comentem, please [Esta imagem já não existe] !!!!!
*karen pensa, pensa, pensa e toma uma decisão*
*karen decide em criar uma fic(pronto, mais uma)*
Eh,
Hoje deu-me uma inspiração do caneco e decidi escrever mais uma. Eh, mais uma! [Esta imagem já não existe] (mas os leitores da outra que não se preocupem que isto foi só um passatempozinho devido à minha "falta de ideias").
Agora, entrando no assunto...
Índice:
Sinopse - pag.1
Capítulo 1 (Dois anos depois) - pag.1
Capítulo 2 (As Inner novamente juntas) - ?
Sinopse - Dois anos após a batalha com a Galáxia, a Terra volta ao normal. Bunny, Joana, Ami e Maria estão no 12ºano e prestes a fazer os exames nacionais, Rita desistiu da faculdade por ter de tomar conta do templo, por culpa da morte "súbita" do avô. Gonçalo vai para o estrangeiro e vai completar o seu estágio num hospital em Portugal (sim, leram bem, Portugal [Esta imagem já não existe] ). A Haruka, a Mariana e Octávia mudam-se para Londres por razões desconhecidas (burra
), a Chibi-usa vai para o futuro (ainda bem que eu já não a podia sofrer) e a Susana vai tomar conta do portal do tempo.Tudo começa quando as Inner recebem uma carta da Uráno e da Neptuno, contando-lhes que "coisas estranhas" começam a acontecer na Europa.
(o resto há-de se ver)
Capítulo 1
Dois anos depois
Dois anos depois
- Menina Tsukino, está a prestar atenção à aula? - berrou o pequeno professor, enquanto batia com o grosso livro de ponto sobre a secretária. - Menina Tsukino!
- Bunny, o professor está a chamar-te. Bunny! Acorda! - murmurou a rapariga de longos cabelos loiros presos por um laço, enquanto se esticava para tocar no ombro da amiga de odangos, que dormia durante a aula de Matemática.
- Está calada mãe – balbuciava Bunny, enquanto dormia – Eu quero bolachas. Luna, pára de arranhar-me o colo, depois dou-te salmão!
- Deixe estar, Menina Lima. - continuou o professor, enquanto baixava o tom de voz e via que a rapariga de cabelos loiros tentava acordar Bunny, sem sucesso. - Se a Menina Tsukino quer continuar a ter as notas que tem, é deixá-la ter. O problema é dela se não passar no exame nacional.
- Okay, professor... - disse ela, enquanto se acomodava novamente na sua cadeira. - Mas nunca pensei que ela falasse durante o sono.
- MENINA TSUKINO! - berrou o professor, com todas as forças que tinha. Teve sorte em não deixar o livro de ponto cair sobre o seu pé.
O berro foi de tal maneira forte que Bunny deu um salto sobre a cadeira e por pouco não se estatelara no chão. - O que foi? - ripostou ela, bocejando.
- O que foi?! Eu digo o que foi! A menina estava a dormir enquanto estava a dar as revisões para o próximo teste, e a menina sabe como este teste é importante.
Bunny assustou-se quando olhou o professor, vermelho de raiva. As rugas da testa eram tais que parecia que o homem tinha setenta e cinco anos. Os olhos, por detrás dos enormes óculos engarrafados, pareciam saltar das órbitras.
- Okay, professor, prometo que isto não volta a acontecer.
- É, acho bem. É que na semana passada houve reunião de pais e parece que o teu encarregado ficou a saber de tudo o que fazes e não fazes nas aulas! - o pequeno professor engoliu um pouco do ar abafado da sala, depois agarrou novamento no giz e retomou a aula.
“Ufa, estou safa. Está calor aqui!” - Bunny abriu um pouco a camisa do uniforme e começou a abanar-se com a mão - “Ah, fresquinho...”
A rapariga que estava ao seu lado atirou-lhe um papel dobrado em quatro. Bunny, espantada com o sucedido, pegou no papel e, em que o professor desse conta, abriu-o debaixo da mesa. Dizia:
Bunny,
tens de ter mais cuidado nas aulas. Sabes o que a tua mãe faz se não passares no exame.
Joana
Olhou na direcção da autora da carta. Esta piscou-lhe o olho. “O que é que deu na Joana para agora andar-se a preocupar comigo?” - pensou. Amarrotou o papel e guardou-o num canto, para depois deitá-lo fora no final da aula.
Durante o resto da aula, Bunny tentou mante-se ao máximo acordada. Mas era quase impossível. A seguir daquela aula seria a hora de almoço e ela estava esfomeada. Como sempre, acordara atrasada e não teve tempo para tomar o pequeno-almoço, coisa que ela se habituara desde sempre. Mas o que lhe dava maior prazer era dormir, fosse em casa, enrolada na cama, fosse nas aulas, aos berros dos professores. Desde há três anos que não mudara o hábito. E os professores não tinham mãos a medir contra a sua preguiça nas aulas. Raramente tirava uma nota num teste que lhe favorecesse.
Finalmente tocara o alarme do final da aula e começo do almoço.
- Bunny – chamou a Joana, enquanto procurava a lancheira dentro da sua mochila. - Vamos almoçar juntas?
- Claro! - respondeu Bunny. - E porque não convidamos a Ami e a Maria?
- É, o que tu queres sei eu: petiscar o almoço da Maria!
- Não é nada disso!
- Okay, eu já não digo nada. Eu vou chamar as outras duas. Espera por mim na grande árvore. - e saiu da sala a correr.
Bunny foi a última a sair da sala. O calor fez com que não tivesse tanta pressa a chegar ao local combinado. Já se aproximava o Verão, e com ele os exames para entrar na faculdade. Algo que Bunny nunca se preocupou muito. Mesmo com as más notas, passava sempre. Era o que se podia chamar de “rapariga sortuda”.
Chegou ao local combinado. Era um canto remoto nas traseiras da escola, cheio de evas daninhas. O que fazia que ninguém se atrevesse a aproximar. A árvore que se erguia era uma sombra perfeita para aquele dia cheio de sol, que até dava tonturas e dores de cabeça a quem não usasse um chapéu.
Bunny encostou-se ao tronco da árvore e pôs-se a observar o azul do céu enquanto as amigas não chegavam.
- Olá Bunny!
- Chegámos!
- Ah, olá meninas!
Ami e Maria. Duas raparigas que eram muito mais desenvolvidas que Bunny ou Joana, tanto em corpo como em inteligência.
Ami era uma inteligente adolescente com um curto cabelo azulado. Maria era a mais alta das quatro. Tinha um longo cabelo castanho, sempre preso por um carrapito. E tinha um talento muito especial; sabia cozinhar.
- Milagre, a Bunny não começou antes de nós! - exclamou Joana, juntando-se ao grupo.
- Ah ah ah, engraçadinha! - gozou Bunny. - A ideia disto foi toda minha.
- Mas ainda bem que tiveste esta ideia, porque precisava de falar convosco.
- O que foi que aconteceu, Ami? - perguntou a Maria.
- Ah, bem, ontem falei com a Rita...
- Tu falaste com a Rita? - interrompeu a Joana. - Mas como? Há semanas que tento telefonar para o telefone do templo ou para o telemóvel dela e nunca atende!
- Bem, parece que ontem foi uma excepção. Ela pediu que fôssemos as quatro hoje para o templo. Pela voz dela percebi que estava muito abalada.
- Pois, desde a morte do avô que ela nunca mais foi o que era...
O avô de Rita tinha morrido há um ano e meio, vítima de ataque cardíaco. Desde então, Rita teve de abandonar a faculdade onde estudava para tomar conta do templo, com ajuda do Fernando. Mas a Rita mal falava com as amigas e nunca gostava de sair do templo, sem que fosse um assunto muito urgente.
- Acho que devíamos ir. Para a animar. O que achas Bunny?
- Por mim tudo bem!
- Para mim também! - exclamou Maria.
- Então, depois das aulas, ao pé do portão principal. Bunny, não te vais esquecer?
- Claro que não. Eu não sou burra!
- Mas és loira! - disse Joana para as outras duas.
- Olha quem fala! Tu também és loira! - ripostou Bunny.
- Mas não sou burra.
- Meninas, eu pensava que isto era para ser um almoço civilizado!
- Sabiam que a Bunny dormiu durante a aula de Matemática?
- Joana!
- Outra vez, Bunny? Tu não mudas mesmo...
- Agora pareces a Rita a falar!
O toque de começo das aulas da tarde soou naquele momento. As quatro amigas suspiraram.
- Bem, tenho de ir andando – disse a Maria, enquanto arrumava a caixa de almoço na mala. - Vou ter Desporto.
- Vou ter Biologia – disse Ami. - Tenho de me despachar porque é no último andar.
- Então vamos contigo, Maria. Eu e a Bunny também vamos ter Desporto. Acompanhamos-te até aos balneários.
- Mas eu não trouxe o fato!
- Trouxeste sim, pára de ser mentirosa, Bunny! - Joana agarrou no braço da Bunny e tentou puxá-la para cima. - Vá lá. Vamos chegar atrasadas.
- Está bem, está bem. Toma calma. - Bunny foi-se levantando com muita moleza.
- Então, vamos?
- Vamos...- responderam as duas em coro.
E saíram debaixo daquela árvore, deixando aquela sombra agradável pelo luz forte do sol...
Caso vejam algum erro, peço que me digam, para depois corrigir!
Comentem, please [Esta imagem já não existe] !!!!!
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http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-gerais-f23/fairy-tales-o-incio-t4901.htm
[email protected] -->Meu MSN, adicionem à vontade!
Ola Karen!
Parabéns!
O teu prologo deixou-me cm bue suspense depois desses tais acontecimentos estranhos surgirem aqui na europa!
Estou curiosa para saber o q a Haruka e a Mariana sabem!
Como sempre, mesmo estando no 12º, a Bunny nao muda!Eu acho realmente q ela nunca mudaria mas enfim!!
Acho que a Joana tem q de ver melhor ao espelho... pode nao ser burra a ingles, mas ás outras disciplinas ela... ok, e mlhr ficar calada
Espero ansiosamente pela continuaçao!
Está super fixe!
Ja né!
Parabéns!
O teu prologo deixou-me cm bue suspense depois desses tais acontecimentos estranhos surgirem aqui na europa!
Estou curiosa para saber o q a Haruka e a Mariana sabem!
Como sempre, mesmo estando no 12º, a Bunny nao muda!Eu acho realmente q ela nunca mudaria mas enfim!!
Claro que não. Eu não sou burra!
- Mas és loira! - disse Joana para as outras duas.
- Olha quem fala! Tu também és loira! - ripostou Bunny.
- Mas não sou burra.
Acho que a Joana tem q de ver melhor ao espelho... pode nao ser burra a ingles, mas ás outras disciplinas ela... ok, e mlhr ficar calada

Espero ansiosamente pela continuaçao!
Está super fixe!
Ja né!
Wee, comentário!
E eu pensando que que ninguém ia ler só porque não avancei em nada. (Quer dizer, matei uma pessoa, mas enfim [Esta imagem já não existe] ).
E eu pensando que que ninguém ia ler só porque não avancei em nada. (Quer dizer, matei uma pessoa, mas enfim [Esta imagem já não existe] ).
| Spoiler: | |
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Wee, comentário!
E eu pensando que que ninguém ia ler só porque não avancei em nada. (Quer dizer, matei uma pessoa, mas enfim [Esta imagem já não existe] ).
*LOLOLOLOL!
Qnd postas??
_________________
Bunny não muda, ainda quero ver ao que ela vai chegar no futuro...
Mas enfim, espero pacientemente pelos próximos capítulos!
*Ja "samus" dois! Despacha.t a postar ou ainda nos dá um treko! eheheh
_________________
Beijinhos fofx
E eu pensando que que ninguém ia ler só porque não avancei em nada. (Quer dizer, matei uma pessoa, mas enfim [Esta imagem já não existe] ).
*LOLOLOLOL!
Qnd postas??
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Bunny não muda, ainda quero ver ao que ela vai chegar no futuro...

Mas enfim, espero pacientemente pelos próximos capítulos!
*Ja "samus" dois! Despacha.t a postar ou ainda nos dá um treko! eheheh
_________________
Beijinhos fofx
ok, ok, como o proximo cap é grandinho vou dividi-lo em dois.
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Tens de entrar para responderes neste tópico.

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