Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Discussão sobre a segunda grande guerra

#1

Crie este topico para discultirmos sobre este assunto, pois mesmo apos de quase 63 anos do final da grande guerra, as pessoas olham para as foto e observão o terror. A 3° grande guerra está acontecendo, mais muitos não sentem isso, devido ao fato dos "focos" estarem bem espalhados e divididos entre guerra civil, religiosa, militar, territoritorial ou até mesmo pela exploração de recursos naturais ( a exemplo - ouro, joias, metais e o mais famoso de todos que é o petroleo)... Parei para analisar cada caso isolado e depois juntei numeros de mortes, acontecimentos, gasto do governo, e outro dados mais. Ao todo os dados que obtive (durante essa pesquisa propia e feita por um mero leigo),se aproximam muito dos dados ao final da 2° guerra mundial. Em outras palavras:

VIVA AS MENTES HIPÓCRITAS, MEDÍOCRES, ESTÚPIDAS E
IGNORANTES. GRAÇAS A ESSAS “MENTES”, ESTAMOS ENTERRANDO O NOSSO PLANETA E SEUS
HABITANTES.


IPI IPI
URAA
cheers bounce :Mongloide=D:
IPI IPI
URAA

cheers bounce :Mongloide=D:

Bom pra encerrar vou deixar uma musica que foi escrita durante guerra do Vietnã, que serve para podermos refletir mais sobre o assunto. PS: a musica é da minha banda preferida.

A Canção Do Senhor Da Guerra - Legião Urbana
Composição: Renato Russo e Renato Rocha
Spoiler

Existe alguém
Esperando por você
Que vai comprar
A sua juventude
E convencê-lo a vencer...

Mais uma guerra sem razão
Já são tantas as crianças
Com armas na mão
Mas explicam novamente
Que a guerra gera empregos
Aumenta a produção...

Uma guerra sempre avança
A tecnologia
Mesmo sendo guerra santa
Quente, morna ou fria
Prá que exportar comida?
Se as armas dão mais lucros
Na exportação...

Existe alguém
Que está contando com você
Prá lutar em seu lugar
Já que nessa guerra
Não é ele quem vai morrer...

E quando longe de casa
Ferido e com frio
O inimigo você espera
Ele estará com outros velhos
Inventando
Novos jogos de guerra...

Que belíssimas cenas
De destruição
Não teremos mais problemas
Com a superpopulação...

Veja que uniforme lindo
Fizemos prá você
Lembre-se sempre
Que Deus está
Do lado de quem vai vencer...

Existe alguém
Que está contando com você
Prá lutar em seu lugar
Já que nessa guerra
Não é ele quem vai morrer...

E quando longe de casa
Ferido e com frio
O inimigo você espera
Ele estará com outros velhos
Inventando
Novos jogos de guerra...

Que belíssimas cenas
De destruição
Não teremos mais problemas
Com a superpopulação...

Veja que uniforme lindo
Fizemos prá você
Lembre-se sempre
Que Deus está
Do lado de quem vai vencer...

O senhor da guerra
Não gosta de crianças...(6x)
Imagens do ataque japones a base americana de Pearl Harbor

Discussão sobre a segunda grande guerra 01


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Discussão sobre a segunda grande guerra 16
Spoiler:
 

#2
Crouzes credô! (há labrega)Tanto fumo! Não, agora a sério: Tanto fumo! Estão a partir tudo! :='(:
#3
Partiram tudo Makoto... ve o filme... pode nao ser real, mas mostra um bocado o ataque a Pearl Harbor...
#4
Odeio isto! Odeio este tipo de coisas... Já basta a minha familia ter morrido em grande parte no Holocausto e na 2a Guerra!
.:Who could ever learn to Love a Beast:.



.Her Ghost in the Fog.
#5
Werwolf e Stalingrado
Rochus Misch narra suas memórias do tempo em que foi guarda-costas do Führer e suas viagens aos QGs Werwolf e Wolfsschanze.

No
meio do ano de 1942, o QG do Führer foi deslocado para a Ucrânia, na
região de Vinnits(1) (hoje Vinnitsa).Aí, nesse novo local, nesse novo
acampamento invadido por um frio glacial de inverno, é que Hitler
passaria, com seu QG da Prússia Oriental, a maior parte de seu tempo
durante muitos meses.

Quando tinha de acompanhá-lo à Ucrânia,
nossa equipe do comando decolava de Berlim pouco mais de uma hora antes
do Condor, onde Hitler viajava então. Uma logística que nos permitia
chegar ao local justo a tempo de receber o Führer quando ele
desembarcava de seu aparelho, maior e mais potente que nossos JU 52.


O
QG ucraniano fora instalado numa zona arborizada. A maior parte dos
alojamentos fora construída com toras de árvores. Um único bunker fora
previsto para a criadagem e as pessoas chegadas ao Führer em caso de
ataque aéreo. Hitler tinha seu blockhaus, um refúgio grande de madeira,
com uma sala de trabalho, um banheiro, um pequeno espaço para o criado
e um quarto mobiliado modestamente.

A exemplo de outros quartéis
do Führer, éramos entre seis e oito membros do comando a nos revezar de
modo mais ou menos flexível. Ali, também não precisávamos cuidar da
central telefônica. O trabalho restringia-se essencialmente a um
exercício de presença junto a Hitler. Um de nós devia estar
permanentemente à disposição, em seu campo visual ou diante de sua
porta, pronto para agir em qualquer circunstância, a qualquer hora do
dia ou da noite. No caso, éramos nesse QG menos uma unidade de
guarda-costas que um punhado de curiosos parados (Zaungäste).

O
quadro, embora eu tivesse ouvido muitas críticas às instalações e ao
rigor do clima, era para mim agradável. Tínhamos tempo livre e o
desconforto não me incomodava. Eu estava habituado à vida no campo.
Durante os momentos de inatividade, pegávamos com freqüência um carro
para ir às fazendas de um vilarejo vizinho, situado a apenas dez
minutos do QG. Os habitantes ainda estavam todos ali, não tendo suas
casas sido evacuadas por nossas tropas. Fazíamos escambo. Eu pedia à
minha futura esposa, Gerda, que me enviasse pacotes de sal e agulhas de
tricô que eu trocava por óleo de girassol e, às vezes, um ganso. Eu
enviava tudo no dia seguinte a Berlim num pacote que colocava no malote
de nosso avião postal.

O QG ucraniano foi rebatizado de Werwolf,
"Lobisomem", por Hitler. Um velho [NE: "velhos" eram chamadas as
pessoas do staff de Hitler que o acompanhavam desde os primeiros dias
do NSDAP] é que me explicou então essa mania que Hitler tinha de
inserir em tudo o nome Wolf, "lobo". Segundo ele, a história remonta
aos anos 1920, bem antes de sua tomada do poder. Hitler acabava de
terminar uma importante reunião numa cidade situada em algum lugar da
Alemanha. Era tarde. A equipe de seguidores que o acompanhava estava
encarregada de encontrar rapidamente um hotel para que o "chefe" fosse
se deitar. Receberam vários "nãos". Alguns donos de estabelecimento
pretextavam falta de lugar, outros davam a entender por meias palavras
não desejar, por motivos ideológicos abrigar o chefe do Partido
Nacional-Socialista. Não era a primeira vez que aquilo acontecia. Nem
todo mundo era simpatizante do nazismo, longe disso! Mas, naquela
noite, foi demais! Um dos membros da escolta propôs simplesmente não
mais usar o nome de Hitler para conseguir um quarto.

Alguém sugeriu o pseudônimo "Wolf", que teve a felicidade de agradar ao "chefe"(2). A idéia estava lançada.

Wolfsburgo,(3)
a cidade da Volkswagen, foi a primeira localidade a tomar o pseudônimo
do Führer. Junto veio a série dos QG, a começar pela Wolfsschlucht (a
"Toca do Lobo"), situada próximo à fronteira franco-belga(4). Depois,
Wolfsschanze e Werwolf, no front oriental. O nome parecia tão colado à
imagem de Hitler que uma amiga, Winifred Wagner, não hesitava em
chamá-lo às vezes de "Wolfi" na intimidade.

Werwolf foi, com
Wolfsschanze, o QG das derrotas. Ali é que se sentiram os primeiros
momentos realmente duros, os fracassos repetidos, todo aquele incessar
de más notícias do front. Ali também é que os despachos caíam um atrás
do outro, dando conta quase incansavelmente dos bombardeios cada vez
mais pesados sobre as cidades alemãs. Duvidei. Eu tinha a impressão de
que um rolo compressor abater-se-ia sobre nós, que um incêndio
incontrolável avançava em nossa direção. Todavia, esses temores não
eram manifestados. Pelo menos não na minha frente. No acampamento, nas
aléias, nos espaços comuns, sentia-se uma tensão surda, latente, mas
muito perceptível às vezes. Acontecia, obviamente, de irromperem
discussões, de opiniões divergirem, de um encontro não terminar
calmamente, mas nunca mais que isso.

Apesar do desastre que se
anunciava e cujos contornos só conseguíamos entrever, nunca assisti a
uma verdadeira crise de nervos, a uma cena histérica ou a um momento de
esgotamento.

Lembro-me de uma discussão animada entre Hitler e o
alto comandante da Wehrmacht. Eu não sabia do que se tratava, mas, em
todo caso, estava de serviço por volta das duas da tarde e a porta da
sala em que a reunião se realizava não estava completamente fechada.
Quando os generais partiram, ouviu-se uma bela música no gabinete de
trabalho de Hitler. Olhei pela janela e vi o Führer afundado numa
poltrona, completamente concentrado na melodia e na letra da música que
tocava em seu fonógrafo. Parecia esgotado, quase triste. O contraste
com a discussão enérgica que acabava de acontecer momentos antes era
impressionante. O camareiro saiu naquele instante do acampamento. Logo
lhe perguntei como se chamava o cantor que o Führer ouvia. Ele
respondeu tratar-se de Joseph Schmidt!(5)

Nos primeiros dias do
outono, Hitler ausentou-se de Werwolf para uma curta estada em Berlim
(6). Pouco antes dessa partida, cuja data não me lembro, assisti a uma
cena talvez reveladora desse comportamento quase sempre contido e às
vezes glacial que o Führer podia adotar (7). Nesse dia, ele estava na
área externa, não longe de sua cabana. Lia umas notas, em pé, embaixo
de uma árvore, protegido do sol. Fazia calor. Ao lado dele, a alguns
metros, estava um de seus ordenanças, Fritz Darges. Esse antigo
ajudante-de-ordens de Martin Bormann aguardava pacientemente, mãos
atrás das costas, que Hitler lhe dissesse alguma coisa. Quanto a mim,
eu não estava muito longe, como de hábito. Uma mosca veio perturbar a
leitura do Führer. Começou a voejar em volta dele. Visivelmente
irritado, Hitler agitou o maço de folhas para tentar afastá-la, em vão.
A mosca voltava sempre. Fritz Darges então começou a sorrir. Um leve
ríctus lhe atravessava o rosto. Ele não mudara de posição, continuava
com as mãos atrás das costas, a cabeça reta, mas fazia o maior esforço
para conter o riso. Hitler viu isso. Disparou-lhe num tom que não podia
ser mais seco:

- Se não é capaz de manter um bicho desses longe de mim, significa que não preciso de um ordenança desses!

Hitler
não lhe disse que ele estava demitido, mas Darges compreendera. Fez as
malas horas depois. Acredito que foi enviado para o front.

Stalingrado

Hitler
deixou a Ucrânia para voltar ao QG da Prússia Oriental(Cool. Esteve
poucos dias ali antes de uma curta estada na Bavária (9). Dali, decidiu
voltar de trem especial à Toca do Lobo, acompanhado de seu estado-maior
geral. Não se falava em outra coisa senão da batalha de Stalingrado. As
ofensivas soviéticas forçavam cada vez mais as nossas linhas e os
primeiros frios do inverno não anunciavam nada de bom. Dia a dia, a
situação parecia degradar-se inexoravelmente.

Eu estava de
serviço certa manhã, de guarda diante do alojamento de Hitler. Ele
acabava de tomar o café-da-manhã, sozinho em sua mesa. Bussmann, seu
camareiro, saiu então da sala para me pedir que fosse buscar o general
Paulus, que se encontrava no QG (10).

- Ele pode vir agora falar com o chefe - disse.

Fui
primeiro ao alojamento de Keitel, onde ele não estava. O ordenança do
marechal ali presente aconselhou-me a procurar no Casino. Fui, cruzei
com o criado de Paulus, que me disse que seu patrão estava disponível.
Apresentei-me então diante desse general de quem tanto se falava e
pedi-lhe que fosse ao alojamento do Führer com estas poucas palavras:

- Herr general Oberst, queira me acompanhar, o Führer o espera.

Naquele
dia, a temperatura baixara ligeiramente. Paulus usava um capote
comprido que lhe chegava quase aos tornozelos. Acompanhei-o até a porta
do bunker de trabalho do Führer. Bussmann, com quem eu me dava bem,
estava lá dentro e cuidava do serviço. Ouviu tudo. A intervalos mais ou
menos regulares, saía da sala e vinha me contar o que era dito ali.

Hitler
e Paulus estavam sentados à mesa. A conversa entre eles durou cerca de
45 minutos. Não havia estenógrafo. Paulus teria inicialmente informado
sobre a situação que predominava em Stalingrado. Em seguida teria
defendido longamente a idéia de uma retirada de suas tropas da cidade
para irem ao encontro do exército de Kleist reunido no Cáucaso. O
Führer, que sempre se opusera a tal opção, naquela manhã acabou
aderindo aos argumentos do general.

- Eles acabam de discutir
sobre uma retirada estratégica do front oriental garantiu-me Bussmann
de viva voz. - Concordaram sobre este ponto.

Bussmann até frisou
ter ouvido Hitler afirmar que era preciso recorrer a tal retirada "bem
depressa, senão será tarde demais". Ao meio-dia, os dois encerraram a
discussão para irem à reunião militar diária, que começou com atraso,
pouco depois de meio-dia e meia. Todos os chefes do estado-maior
estavam presentes: Keitel, Jodl, Göring, o almirante Raeder ou talvez
até ainda Dönitz, Warlimont e Zeitzler. Difícil citar todos de cabeça.

Fiquei
diante do acampamento até por volta das duas. Depois que um colega me
rendeu, devo ter dado um pequeno passeio antes de ir sentar-me no
Casino, lá pelas quatro horas. Dali,pude ver que a reunião ainda não
acabara. Só às seis, os primeiros participantes foram vistos saindo da
sala. Alguns deles escolheram instalar-se para comer e beber alguma
coisa. Puseram-se a falar. Logo compreendi que os dois campos se
opuseram desde o início da tarde. De um lado, Göring defendia a idéia
de que era necessário, a todo custo, segurar as posições, sobretudo não
deixar o Volga, "artéria vital da URSS" segundo seus próprios termos.
De outro, Paulus incansavelmente pedia autorização para abandonar o
mais depressa possível as posições que ocupava em Stalingrado com seu
VI Exército. Após algumas horas de debate intenso, Hitler mudou
radicalmente de opinião e ficou do lado de seu comandante-em-chefe da
Luftwaffe. Os argumentos de Göring, segundo os quais a ocupação da
parte sul do Volga impediriam Stalin de ter acesso às reservas
petrolíferas do mar Cáspio e, portanto, de continuar a guerra, ao que
parece, terminaram por convencer o Führer. Ficou decidido que as tropas
alemãs não cederiam nem um centímetro. As rotas estratégicas deveriam
continuar em suas mãos, como único meio de assegurar a vitória final
(11).

Paulus nada deixou transparecer ao sair da reunião. O
general, como de hábito, foi econômico nas palavras e sóbrio nos
gestos. Tinha a cara fechada, a expressão grave, mas não estava
abatido. Embarcou imediatamente em seu carro e foi para o QG da
Wehrmacht, situado não longe dali, na floresta de Mauerwald.

As
semanas que antecederam a queda de Stalingrado foram penosas. A cada
dia, nos quartéis da Wolfsschanze, a tensão era um pouco maior. Tanto
que o anúncio do fim dos combates não me marcou a ponto de eu me
lembrar disso (12). A agonia do exército de Paulus afetou nossos
espíritos o tempo todo.

Hitler nada demonstrou. Externamente,
pelo menos. Segundo o que pude ver, o Führer não modificou em nada seu
comportamento nem seus hábitos nesse período. Parecia sempre igualmente
seguro de si, parcimonioso em confidências e decidido (13). Os momentos
de solidão e isolamento, esses períodos cada vez mais longos passados a
sós na sala ou no gabinete de trabalho de seu alojamento, decerto
aumentavam, mas já se percebia essa tendência no ano anterior. Só suas
viagens à Alemanha ficaram mais raras.


Comment: Eu estou lendo este livro, e recomendo, muito bom, o livro em questão é esse

Discussão sobre a segunda grande guerra 1695347

não se trata de um trabalho de historiador, e sim apenas da simples visão de um soldado.
Spoiler:
 

#6
Capucena, vou mover o tópico para as conversas de café, este não é um tema para rir :S
#7
Manon escreveu:Odeio isto! Odeio este tipo de coisas... Já basta a minha familia ter morrido em grande parte no Holocausto e na 2a Guerra!

Lamento muito Manon! :='(:

ParvoiceParvoiceParvoiceParvoiceParvoiceParvoiceParvoiceParvoiceParvoiceParvoice

Quando fiz um trabalho no 9º ano, sobre a 2º Grande Guerra fiquei mesmo revoltada com o mundo e com o que andam a fazer agora!!

Aconselho o Dia'rio de Anne Frank, mais conhecida, e o de Rutka Laskier, para quem quiser saber mais sobre estes assuntos, de uma perspectiva mais sentimental!

thankes, *Kaoru : D


verde é verdocas , by lili 8D

Editado pela última vez em

#8
Ayame escreveu:Capucena, vou mover o tópico para as conversas de café, este não é um tema para rir :S
Mandei-te uma MP explicando pq estava na divertilandia
Spoiler:
 

#9
Eu estudei isso no ano passado... e digo que foi um dos temas que menos gostei... odeio guerras... odeio tudo o que esta relacionado com sofrimento e mortes... o Hitler fez muito mal em querer eliminar os judeus e conquistar o mundo... o Japao nao tinha nada que bombardear Pearl Harbour... e os americanos... na minha opiniao pessoal foram os piores... porque? Porque utilizaram a bomba atomica duas vezes e quem e que sofreu com isto tudo? as pessoas inocentes que nao tiveram nada a haver com esta guerra estupida...
"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"



Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo
#10
Não gosto nada de guerras, e acho que ninguem gosta...
Dor, sofrimento, mortes...e isto que as guerras provocam...
E há guerras por motivos tão futeis...
#11
Odeio guerras é a coisa mais estupida do planeta ja pa não falar nas armas a pior coisa que o Homen alguma ves se lembrou de inventar.

Espero bem que o Hitler teja a arder no inferno,é o que merece depois de todas as pessoas que mandou matar e da perseguição aos judeus.

E pelos vistos estes chefes de estado não se contentaram só com duas guerras inda querem mais uma, as vezes perece que não tem nada na cabeça fogo.


#12
Sim, parece que esta gente não tem nada na cabeça...
E quem sofre com tudo isto?? Os inocentes, pois tá claro -.-
Gostas de mistérios, dramas, romance, acção, emoções e muito mais?
Então clica ali em baixo:



FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
#13
Foi uma perda de tempo.
Foi uma perda de recursos.
Foi uma perda de VIDAS.

As guerras não levam a nada, só pioram as coisas..
#14
Parece que para eles so o dinheiro e o poder é que contam não se importam com o que pode acontecer as mulheres e crianças inocentes que ficam sem casas sem os familiares e muitas das vezes sem a propria vida.

Eles e que deviam sentir isso na pele pa ver se começavam a agir melhor.


#15
The Messiah of silence escreveu:Espero bem que o Hitler teja a arder no inferno,é o que merece depois de todas as pessoas que mandou matar e da perseguição aos judeus.

Há um filme que se chama "Nick, o filho do diabo", e no principio do filme logo, aparece o Hitler no inferno com o diabo, para levar o seu "castigo habitual"..

Spoiler
Levar com um ananás no cu..


sar4hhh escreveu:Partiram tudo Makoto... ve o filme... pode nao ser real, mas mostra um bocado o ataque a Pearl Harbor...


Ya, eu tenho filme gravado =)

#16
Bah... a 2 anos fui com a familia toda a Auschwitz identificar objectos da minha familia e as fotos.
Foi demasiado horrivel.
Apesar de eu e o meu pai sermos pagãos o resto da familia é Judia e como nao vivia ninguém em portugal foram todos parar a Alemanha.
Foi simplesmente demasiado deprimente.
Acho que se eu não estive a fazer uma reportagem fotografica, tinha chorado!
Também já fui a Dahau, Terezianstatz e ao cemiterio judeu de Praga e aquilo é aflitivo.
Recusei-me a ir ao Museu do Holocausto em Washington DC.
Odeio, odeio, odeio...
.:Who could ever learn to Love a Beast:.



.Her Ghost in the Fog.
#17
Eu acabei de dar a 2 ª guerra em História esta semana... É horrivel... como é possivel fazerem guerra apenas por interesses politicos e economicos e não olharem para as pessoas, as crianças que mais sofreram com tudo isto... os campos de concentração... é horrivel olhar para tudo isto e ver daquilo que o homem foi capaz, e se isto nos dá medo, imaginem do que ele ainda pode ser capaz... não consigo entender essas pessoas que fazem a guerra, e não me venham com a frase de "É necessario para os ajudarmos e defendermos!" pk a mim ensinaram me que não é artaves da violência que se resolvem as coisas. Somos inteligentes, pois entao ponham a inteligencia em prática e lutem por um mundo melhor e não por guerras... Não suporto o Hitler, Estaline, Mussolini, Trosky, e outros tais, como os paises aliados e da triplice entente... pois não defendo nenhum dos grupos, apenas defendo a paz!


She is the vampire slayer... the chosen on!!!
#18
eu tb ja' dei a 2ª guerra mundial este ano

mas o japao no fim da guerra e' um pais derrotado e adivinhem la' quem toma posse do japao
EUA
#19
Boa! Até parece que é lindo e maravilhoso levar com 2 bombas atómicas na tola!
Eu cá se fosse japonesa odiaria os EUA fervorosamente para o resto da minha existência e passaria o mesmo odio para as futuras gerações!
Mas eu não sou do caminho do ódio, e as pessoas não devem ser, porque isso leva à guerra.
Mas o que a América fez foi horrivel!
Libertar 2 bombas atómicas para show of?
Libertar 2 bombas atómicas no Japão com o pretexto de dizer à Russia: NHE NHE NHE não se metam conosco porque senão acontece-vos o mesmo!

Por amor de Deus!
Não admira que o piloto do Enola Gay se tenha suicidado a seguir!
.:Who could ever learn to Love a Beast:.



.Her Ghost in the Fog.
#20
ya isto td por causa de politicas

mas digamos que os EUA e' que criaram os talibans agora tao a levar com eles
tb td por causa de politicas e petroleo

Tens de entrar para responderes neste tópico.

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