Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Crystal legendary of Calisto (03/01/2012)

#21
Capitulo 6

Os dias foram passando a correr e por fim o tão anunciado inverno tinha chegado a Calisto. As serras a volta do palácio estavam cobertas de um enorme e vasto manto de neve. O céu dava impressão que ia explodir em neve a qualquer momento, do quanto carregado que estava. Nas ruas não se via quase ninguém pois o frio que se fazia sentir fazia qualquer pessoa bater o queixo. As poucas que saiam a rua usavam roupas grosas e quentes. Os invernos de Calisto eram sempre rigorosos, tanto chovia muito e fazia frio ou como nevava muito.

- Que frio. – Queixava-se a Mariana, pois estava completamente gelada, a roupa que trazia não a aquecia o suficiente para deixar de sentir o frio. – Quem é que teve a óptima ideia de vir para a rua num dia como este.

- Estava farta de estar dentro do palácio. – Disse a Mónica. – E não esta assim tanto frio.

- A Diana é que teve sorte, teve de ir a casa. – Disse e Mariana cheia de inveja.

- Olá minhas donzelas. – Disse um rapas um pouco maior que elas, tendo uns 18 anos, de estatura media, com cabelos castanhos e olhos da mesma cor.

- Tiago o que fazes aqui? – Perguntou-lhe a Mónica enfurecida.

- O que achas minha querida, o teu pai não te contou nada. – Disse ele sarcasticamente

- Contar o que? – Perguntou ela fora de si.

- Do nosso compromisso.

- Que compromisso? – perguntou ela confusa.

- Do nosso noivado. O que querias que fosse minha deusa.

- ahhhhhhhhhhh o que como ele foi capas. - Rssssssssss

Mónica dirige-se furiosa aos aposentos do seu pai e entra bruscamente, pois os motivos que a levavam lá não eram do seu agrado. E tinha a tomado de surpresa.

- Mónica que modos são esses? Não vês que estou ocupado? – Disse o rei Ricardo, irritado com o comportamento repentino da sua filha.

- O que esta aqui a fazer o Tiago? E que historia vem a ser esta de estarmos noivos. – Gritou a Mónica muito alterada.


- Quem te contou isso minha filha? – Perguntou o rei

- Que mais podia ser se não o próprio Tiago. – Disse a Mónica sarcasticamente.

- O Tiago esta cá? Que surpresa muito agradável. – Disse o rei satisfeito.

- Pai que historia vem a ser essa de me casar com o Tiago? Você sabe melhor que ninguém como eu o odeio e quer me obrigar a casar com ele. - ­Disse se a Mónica muito ofendida.

- Filha chega!, Não admito essa impertinências, principalmente da tua parte!
ele é um óptimo partido para ti e para o reino. Ele é de voas famílias. – Disse o rei tentado persuadir a sua filha.


- O pai não me compreende e não se importa com os meus sentimento. Quero lhe dizer que o meu coração já tem dono e não me vou casar com o Tiago. Que fique vem claro. – Disse a Mónica saindo dos aposentos do pai, batendo a porta com toda a sua força

Alexandre ao ver a sua irmã a abandonar os aposentos do seu pai naquele estado, foi falar com o seu pai.

-
Está a ver pai eu disse que era uma má ideia! – Disse o Alexandre

- Eu não eduquei a tua irmã desse modo. – Disse o rei fora de si.

- A culpa da Mónica não se querer casar com outro homem. É toda daquele professor que lhe arranjou. – Disse o Alexandre.

- Não tentes atirar as culpas para o Eric. Ele não tem culpa da tua irmã, estar-se a transformar numa irresponsável.

- Mas pai. Ainda não reparou no modo como eles se olham e como falam um para o outro e para não falar que andam sempre juntos. – Disse o Alex ao seu pai.

- Isso deve ser impressão tua. O Eric é um rapaz muito qualificado e sabe que não se deve misturar assuntos profissionais coma minha filha. – Disse o rei, orgulhoso do Eric

- De certeza pai??? – Disse o Alex. – Depois não diga que não o alertei, quando for demasiado tarde.

**** Noutra parte do palácio ****
- O que se passa? – Pergunta o Eric muito preocupado
- Eric ….não é o melhor momento, para falamos! – Disse a Mónica


-O que se passou? – Pergunta o Eric
- Nada são coisas minhas, não te preocupes. – Disse a Mónica retirando-se para o seu quarto.
- Como é que ele foi capaz! – Suspirava a Mónica (batem á porta). – Quem é? – perguntou ela sem paciência nenhuma.

-
Posso entrar? – Perguntou alguém

- Não Tiago. Quero que te vás embora. – Disse ela quando reconheceu a voz.

- Não digas isso, minha adorável princesa. – Disse ele ao entrar no seu quarto.

- Sai eu não te dei autorização de entrares. - Disse ela chateada com o intruso. -De todos os homens á face da Terra tinhas de ser logo tu com que me querem obrigar a casar! E anuncio-te já que não vou ceder muito menos casar contigo! Nem que o céu caia em cima da minha cabeça! – Disse a Mónica enfurecida.
-
Olha se já reparas-te eu também não estou lá muito ansioso com o casamento! Também fui obrigado! Se não fosses tão… arrogante, eu não me importava de casar contigo. Porque tu até és gira!

- Sai mas é do meu quarto! – Disse a Mónica aos gritos

- É disto que eu falo, arrogante!!! – Disse ele saindo do quarto sem olhar para trás.

Mónica sem hesitar pega na jarra de cristal que tinha ao pé dela mais propriamente numa das suas mesas-de-cabeceira e atira contra porta no momento em que Mariana entrava relaxadamente encolhendo-se logo contra a parede!

- Mónicaera uma jarra rara! – Disse a Mariana há amiga um pouco assustada com a sua atitude.

- Desculpa….e disses-te bem..ERA…..deixou de ser!! – Disse ela num tom socrático

- O teu irmão contou-me o que discutiste com o teu pai….tenho muita pena….ainda por cima com aquele mulherengo! – Disse a Mariana

- Olha quem fala! Acho melhor teres cuidado antes que te espetem também com um noivo em cima! – Disse a Mónica a amiga

- Quem a mim? NUNCA! – Disse a Mariana

-Tens a certeza? Miga. – Perguntou lhe a Mónica

-O meu coração já tem dono. – Disse a Mariana inconscientemente.


- E posso saber que é esse afortunado? – Perguntou a Mónica com cara de marota. – Será quem eu estou a pensar.
- Achas mesmo que é o eu irmão. Tas muito enganada. Ele e super convencido. E não gosto dele. – Disse a Mariana
- Que desdenha quer comprar. – Disse a Mónica com um sorriso nos lábios. - E para mais eu não mencionei o nome do meu irmão.
- Mas só podias estar a pensar nele. – Disse a Mariana um pouco atrapalhada com a situação.

Passados uns dias….

Enquanto a Mónica observava tristemente os preparativos para o seu pedido de mão em público que seria no jardim. Quando ao longe observava, a Diana, a Mariana com o seu irmão, o Alexandre e também o Eric. Mónica resolveu ir ter com eles.

- Uma coisa boa nestes dias….vocês estarem-se todos a dar vem! – Disse a Mónica com um pequeno sorriso nos lábios.

-
Credo que se passa, ainda não tas melhor! – Disse a Diana

- Hammm…é difícil de explicar, com sertãs pessoas por perto! – Disse a Mónica entre dentes.

- Querida, estes são os teus amigos? – Disse o Tiago ao aproximar lentamente daquele pequeno grupo.

- Vai chamar querida a quem tu quiseres menos a mim, ouviste meu verme! – Disse a Mónica vermelha de raiva
O Eric quase ataca o Tiago se Alexandre discretamente não o agarrasse

- Afinal que vem a ser isto, não vês que a estas a incomodar! – Disse o Eric

- Acalma-te Eric. – Disse o André.

- O que esse professor tem de se meter no meu caminho. Eu falo com a minha futura esposa como bem eu entender. – Disse ele. Esta notícia caiu tipo bomba no Eric.

- Noiva???

- Sim noiva, o pai dela vai-me dar a sua mão em casamento. – Disse o Tiago triunfante. - Não é querida?
- já te disse que não sou tua querida, e nunca me irei casar com um tipo como tu. Desaparece Tiago. – Disse a Mónica enfurecida
- Eu já não posso ver os preparativos do meu próprio casamento? – Disse ele
- Tu ainda não entendeste que não te vais casar, pelo menos comigo. – Disse a Mónica

- Sim, claro.- Disse num tom de goso
- Tiago faz-me um favor, fazes?
- Claro que sim, os que quiseres minha querida.
-DESAPARECE! – Disse ela num grito.


- Como desejais, minha princesa.

Tiago agarra-a pelo pescoço e dá-lhe um longo e nojento beijo. Quando se separam a Mónica estava com a mão levanta para lhe dar um estalo mas Tiago foi mais rápido e deteve-a antes que ela pudesse fazer alguma coisa.

-
Eu mato-o! – Disse o Eric furioso e com os olhos em chamas de tanto ódio pelo Tiago.

- Acalma-te, a raiva não te leva a lado nenhum. – Disse o Andre

-
Calma, meu. – Disse o Alexandre ao mesmo tempo que o estava a segurar.

- Calma! Queres que tenha calma vendo um rapaz qualquer a beijar a minha namorada! Quer dizer... aluna – Disse o Eric tentando-se emendar daquilo que tinha acabado de dizer


- Namoras com a minha irmã e não me contesteis nada! E a quanto tempo? – Perguntou o Alexandre chocado pois as suas suspeitas tinham-se tornado verdadeiras.

- Se te contássemos ias logo dizer ao pai. – Disse a Mónica entre lágrimas.

- Achas mesmo que eu ia dizer ao pai. Eu só te quero ver feliz. E sabes muito bem que nunca gostei da forma como ele te olha. – Disse o Alexandre

- Eu amo-a com toda a minha vida... – Disse o Eric, sendo interrompido pelo rei.

- Eric quero te de imediato no meu gabinete pois precisamos de falar. – Disse o rei virando costas.
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino

visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm
#22
Adorei este capitulo !!!!

coitadinho do Eric, ficou a saber que a sua amada vai se casar com outro Sad e ficou a saber da pior maneira de sempre Sad

ai, ai o que sera que o rei lhe vai dizer??

sera que Monica e Eric vao se separar? (que isso nao aconteca)

e fiquei em duvida sobre o Alexandre,

o Alexandre disse que nao ia contar ao pai deles, mas antes contou porque sera?

Eu estou a adorar esta historia e ficarei ha espera do proximo capitulo e parabens Monica a tua fic esta espectacular! * espero que continues*

"Don't Be scared to fly alone, find a path that is your own, love will open every door it's in your hands, 

the world is yours, (...), What are you waiting for, Spread your wings and Soar" By Christina Aguilera "Soar"
#23
Capitulo 7

- Agora é que foram elas. – Disse o Tiago indo-se embora.

- Eric não vás, por favor, não te quero perder. – Disse a Mónica entre soluços e lágrimas.

- Tenho de ir mas prometo que depois conto-te tudo. – Disse o Eric beijando-a delicadamente nos lábios.

- O pai não é assim tão severo. Ele quer te ver feliz. – Disse o Alexandre a tentar relaxar a irmã.

- O pai não vai aceitar isso. Ele estava furioso. – Disse ela entre soluços.

- Eu prometo que te conto tudo, mas agora tenho de ir não posso desobedecer as ordens do rei. – Disse o Eric beijando-a apaixonadamente como se fosse o último beijo entre eles. E foi-se logo de seguida falar com o rei. Este estava fulminante, andava de um lado para o outro como uma barata tonta.

- Eu confiei em ti… Eric. Como podes-te fazer-me isto. – Disse ele batendo com uma mão severamente em cima de uma mesa. – Como podes imaginar, não vou permitir que continues neste reino.

- Eu amo a vossa filha, sua alteza. – O Eric tentava se justificar perante ele, mas não o fazia mudar de ideia. – Ela é a minha vida, a minha razão de viver.

- A minha filha ira se casar com quem eu quiser. E o Tiago é um óptico candidato, filho de óptimas famílias.- Disse o rei ao mesmo tempo que pegava numa fotografia da sua filha. - Eu sei que andas a procura da tua família verdadeira e prometi-te que te ia ajudar a procura-la, por isso sei de fonte segura que um membro dela esta na terra, numa cidade chamada de Tóquio, por isso vou te enviar para lá com uma condição.

- Que condição sua majestade??? – Perguntou o Eric receoso

- Nunca mais regressares a este reino e te aproximares da minha filha. Tens uma hora para deixar o palácio e embarcares para a terra.

- Mas pai, não esta a ir longe de mais??? – Contrapôs o seu filho Alexandre

- Como te através a por do lado desse sem palavra do Eric. Meu filho. Nunca pensei. – Disse o rei muito decepcionado com o seu filho.

- Meu pai, eu não estou do lado de ninguém, eu simplesmente estou a pensar simplesmente na minha irmã. – Disse o Alex, furioso com o seu pai. – E o senhor como pai também devia de pensar mais na sua filha.

- Como te atreves a ser tão insolente com o teu pai. – Disse o rei furioso. – Desaparecei-me os dois da frente e que fique bem claro quem eu não vou mudar de opinião.

Sem mais uma palavra os dois jovem saíram daquela divisão e foram cada um para o seu lado. O Alexandre não podia crer como o seu pai podia por os interesses do reino a frente dos seus filhos. Ele próprio já não conhecia o pai. Enquanto o Eric já tinha tudo pronto para se ir embora, mas antes de ir deixou uma cartar direccionada a sua princesa. Quando estava a abandonar o palácio, os seus olhos não puderam conter a mágoa que lhe ia na alma e rebentaram em pranto. Ele nunca pensou que ao separar-se da sua princesa lhe fosse dor tanto.

**** Horas mais tarde ****

- Como o meu pai pode fazer-me uma coisa dessas. – Disse Mónica em pequenos soluços.

- Não sei, ele estava mesmo furioso. – Disse a Mariana, ao mesmo tempo que consolava a amiga.

- Agora o que vai ser do Eric, tenho medo que o rei o despeça. – Disse a Diana preocupara.

- Se o meu pai tomar essa decisão eu juro que fujo do palácio e nunca mais me vai ver. – Disse a Mónica super decidida.

- Não sejas parvinha, Mónica, nos estamos aqui para te ajudar no que for preciso. – Disseram as outras duas ao mesmo tempo.

- Não sei o que era de mim sem vocês as duas. – Disse a Mónica ao mesmo tempo que as abraçava.

**** Noutra parte do Palácio ****

- Alex o que pensas que vais fazer? – Perguntava o André indo a correr atrás do amigo que se ia a dirigir ao quanto do Eric.

- Eu vou trocar umas palavrinhas com esse traste. – Disse o Alex furioso - Ele vai as pagar todinhas.

- Tem lá calma, meu. – Disse a André com uma pequena gota na cabeça.

Quando entraram naquela divisão depararam-se com ela vazia e sem um sinal do Eric.

- Onde é que este se enfiou. – Disse o Alex basculhado todo o quanto.

- Cá para mim já vazou. – Disse o André. – Olha para cima da cama parece uma carta. – Disse ele apontando para a cama.

- Deixa-me cá ver isso. – Disse ele ao mesmo tempo que se atirava para cima da cama. – Esta direccionada para a minha irmã

- E o que pensas fazer. – Disse o André confuso

- Não a vou ler, mas também não a vou deixar ler á minha irmã - Disse o Alex decidido

- Olha meu eu acho que isso não é justo, a tua irmã tem o direito de ler a carta. – Contrapôs o André

- Logo se vê, se a entrego o não. – Disse o Alex esmagando um pouco o papel que tinha na mão

- Não sejas tão duro com ela. – Disse o André tentado apoiar o amigo.

Os dias foram passando e o Alex ainda não tinha, entregue a carta a sua irmã. O que lhe custava mais ver, era como ela estava a sofrer a conta daquele traste. Mas nada fez. Ela mal sai-a do quanto e quando sai-a era porque era forçada a faze-lo. Passava os dias inteiros a chorar pelos cantos, mal comia e já tinha emagrecido uns quilinhos. Mesmo assim o rei não dava o braço a torcer e continuava com os preparativos do casamento da sua filha com aquele imbecil do Tiago. Mesmo que lhe custasse ver a filha a sofrer, mas o reino estava a entrar na falência e a única maneira de o salvar era casar a sua filha com o Tiago. Já tinham passado dois meses desde ocorrido e o casamento estava próximo de se realizar, mesmo contra a vontade da princesa.

- O meu pai não pode ir com isto para afrente, não pode. – Era o que a princesa dizia com mais frequência, mas não adiantava de nada, pois o rei era de ideias inflexíveis e não havia vota a dar.

- Mónica, tenho algo para ti. – Disse o seu irmão ao mesmo tempo que lhe entregava a carta.

- DE quem é? – Perguntou ela quando lha tirou das mãos, reconheceu a letra. – Onde a encontraste? – Perguntou ela de olhos a brilhar.

- Teve todo este tempo comigo. – Disse ele receoso da reacção da irmã. – E também não tinha intenção de a entregar só que não aguentei mais tempo verte nesse estado.

- Como pudeste.!!! (disse entre lágrimas de raiva) Eu tinha o direito de a ler, nunca te vou perdoar, nunca. – Disse ela para o irmão

- És pior do que pensei. – Disse a Mariana que estava a entrar naquele momento no quarto da Mónica.

- Como pudeste, fazer uma coisa destas a tua irmã. – Disse a Diana irritada.

- Que sois vos para me dares sermões, eu fiz o que ache mais correcto. Não queria que a minha irmã chora-se ainda mais. – Disse ele. Desculpa

- As desculpas não se pedem evitam-se, sai já do meu quanto. – Disse ela para o irmão. Assim ele fez mal ele saio do quanto ela começou a ler a carta.



Minha criada princesa


Foste a coisa mais importante que apareceu na minha vida. Desde, aquele dia que chocamos um contra o outro já tinha a sensação de não te queres perder. E hoje tenho a certeza disso, mas o teu pai colocou uma barreira entre nos que nos impede de ficarmos juntos. Foste tu que me deu coragem de encontra um novo rumo a minha vida, o qual tinha perdido a muito tempo. Não vou desistir de encontrar a minha família e quando a encontrar já não vou estar mais sozinho. Mas só quero que saibas que te amo e que o teu lugar no meu coração, não vai ser ocupado por mais ninguém. Amo-te tanto e a coisa que quero muito do fundo do meu coração é que sejas feliz e que prossigas com a tua vida e não deixes que o teu pai decida a tua vida.

Com amor do teu Eric

A princesa ao acabar de ler a carta não podia deixar de chorar, as suas amigas estavam a tentar consola-la.

- Como o meu irmão pode ser tão egoísta, só pensa nele, porque não ma entregou a mais tempo. – Disse ela

- Miga, nos estamos contigo e apoiamos-te em tudo. – Disse a Mariana ao mesmo tempo sendo apoiada pela Diana.

- Tens de ir em frente, não podes deixar acabar assim um romance que ainda tem muito de que se falar. – Disse a Diana

- E o que queres que faça? Que vá a traz dele. – Disse a Mónica

- Sim. – Disseram as outras duas ao mesmo tempo

- Bem queria ir soque o meu pai não o vai permitir. – Disse a Mónica desensinada

- Se fugirmos, ele não nos pode impedir de ir a procura dele, pois não. – Disse a Mariana com os olhos a brilhar

- Claro que não. – Concordou a Diana

- Mas, depois o meu pai vai ficar mais furioso e ao nos encontra põe-me de castigo para o resta da minha vida. - Disse a Mónica

- Olha!! Preferes ficar de castigo, para o resto da tua vida, ou perder a pessoa que amas. – Disse a Mariana

- Nenhuma das duas. Não, poço viver sem ele. - Disse a Mónica decidida.

- Então a manha de madrugada vamos a procura do Eric. Esta, combinado. – Propôs Diana

- Sim. – Disseram as outras duas

- Então tens uma pista onde ele possa ter ido? – Perguntou a Mariana

- Acho que sim, mas não tenho a certeza. – Disse a Mónica confusa

- Então onde? - Perguntou a Diana

- Terra, acho que foi para a Terra. – Disse a Mónica ao tentar lembrar-se da carta.

- Então vamos para a terra. – Disse a Diana

- E só uma coisinha, nos nunca lá estivemos e como vamos nos alugar la? – Perguntou a Mariana com uma gotita na cabeça. – E para mais o planeta Terra é muito grande ele pode ter ido para qualquer parte de lá

- Pois esse é o problema (gotinha), mas em termos de alojamento acho que tenho uma ideia. – Disse a Mónica

- Qual???- perguntaram as outras

- Eu quando era muito pequena estive lá uma vez.

- Asseriu?? – Perguntaram as outras

- Sim, mais propriamente em Tóquio. Tivemos em casa de uma irmã da minha mãe.

- Tens lá família?? – Perguntou a Diana.

- Tenho uma tia, e ela pode-nos, deixar lá ficar por uns dias se lhe pedir. – Disse a Mónica super animada

- Claro, isso seria uma óptima ideia. – Disse a Mariana.

Assim foi quando chegou a madrugada, elas já tinham as malas prontas e partiram em direcção a terra. A Procura do Eric
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