CrazySimpsons
Olá pessoal
Estou a escrever uma fanfic de simpsons
Tenho um site próprio onde actualizo muito mais facilmente do que aqui
(http://craazysimpsons.blogspot.com), mas vou tentar manter tudo diariamente actualizado.
Espero que gostem
INDICE
- CAPITULO I - Pag. 1
- CAPITULO II - Pag. 1
- CAPITULO III - Pag. 1
- CAPITULO IV - Pag. 1
- CAPITULO V - Pag.1
- CAPITULO VI - Pag. 1
- CAPITULO VII - Pag. 2
- CAPITULO VIII - Pag. 2
Estou a escrever uma fanfic de simpsons
Tenho um site próprio onde actualizo muito mais facilmente do que aqui
(http://craazysimpsons.blogspot.com), mas vou tentar manter tudo diariamente actualizado.Espero que gostem

INDICE
- CAPITULO I - Pag. 1
- CAPITULO II - Pag. 1
- CAPITULO III - Pag. 1
- CAPITULO IV - Pag. 1
- CAPITULO V - Pag.1
- CAPITULO VI - Pag. 1
- CAPITULO VII - Pag. 2
- CAPITULO VIII - Pag. 2
CAPITULO I - O INICIO
- Mãe! – Chamava Bart debaixo dos seus lençóis.
Marge corre até ao quarto do rapaz e abre a porta de
rompante, aproxima-se da cama e bate no vulto com o rolo da massa.
- Já te disse para não comeres as minhas tartes enquanto as
meto na janela a arrefecer!
- Desculpa, desculpa. – Pediu saindo debaixo dos lençóis a
fazer beicinho.
- Oh, pronto. Mas agora vais tu satisfazer a barriga do teu
pai!
- Nem pensar. – Desatou a correr pelo corredor fora e saiu
de casa.
Marge observava-o pela janela vendo-o subir até à casa na
árvore. Lá de cima ele fez-lhe um gesto pouco amigável e educado.
- Vais ver o que eu te faço… - Prometeu para os seus botões
com a voz dormente.
Sai do quarto do rapaz e dirige-se para a cozinha onde Homer
está deitado no chão a espumar da boca.
- Homie! Homie o que se passa?! – Dizia abanando o corpo do
seu marido: quando repara na boca e vê que não é espuma mas sim chantilly. Pega
de novo no rolo da massa e dá-lhe na cabeça.
- Maaaaarge!! – Lamentou-se engolindo todo o chantilly de
uma só vez. – Para que é que foi isso?
- Estou farta desta balbúrdia cá em casa! Ninguém me
respeita.
- Calma… - Disse mas ao tentar continuar foi interrompido.
- Como me podes pedir calma?! – Disse sacudindo o rolo da
massa e batendo com o pé. Depois cruzou os braços e vendo-o a levantar-se
disse: - Não passo de uma empregada que está fechada nestas três paredes dia
após dia sem sequer receber uma demonstração de carinho. – Ao ver Homer mais
atento a contar as três paredes da casa do que a dar-lhe atenção irritou-se
(sim porque na semana passada tinha levado para casa um donut com energia
nuclear que estragou a parede da sala e tiveram de a substituir pelo colchão de
Lisa). – Estou farta!
- Mãe emprestas-me dinheiro? As Just Girls lançaram o novo
CD e queria…
- LISA JÁ PARA O TEU QUARTO! – Gritou a mãe.
Empurrando o Homer para fora do caminho agarrou nas chaves,
num pacote de lenços e na filha bastarda Maggie, saiu de casa e enfiou-se no
carro. Deu com o pé no acelerador e bazou.
CAPITULO II - RAPTO
Marge estacionou o carro à porta da casa do Harry Potter em
Privet Drive e dirigiu-se ao Kwik e Mart com o passo acelerado. Ao passar pelas portas automáticas ouviu-se um som saído pelas colunas: “Hello. Welcome!”
- Olá Apu. Vejo que já aderiste ao gravador dos chineses.
- Sim. É muito mais fácil, não me canso tanto.
- Até parece que levas uma vida muito atarefada. – Disse
Marge com um tom de voz muito pouco audível.
Apu lançou-lhe um olhar de esguelha e continuou a limpar os
restos de pastilha que estavam colados debaixo do balcão.
Marge com a filha pendurada no peito dirigiu-se à casa de banho. Antes de entrar pousou a Maggie no chão peganhento e entrou.
Meia hora depois.
Marge saiu da casa de banho e quando ia pegar na filha reparou que não havia nada para pegar a não ser um saco com couves. Assim que ela jogou a mão para ver se a filha estava lá dentro uma velhota tirou-lho e
fugiu sem pagar; atrás dela foi Apu que voltou dois minutos depois com o saco com couves e ainda uma carteira.
Marge encontrava-se petrificada, à porta da casa de banho a olhar para o chão onde agora nem a Maggie nem as couves lá estavam.
Começou a preocupar-se.
- Apu! A minha filha?! – Gritou-lhe batendo com o punho
cerrado no balcão.
- Eu.. Eu não sei de nada! – Jurou-lhe.
- Não entrou mais ninguém para além de mim e daquela velha
descadeirada?!
- Err… Uma mulher! Com cabelos pretos empinados, uns lábios com excesso de batom e roupa de mulher da má vida. – Disse-lhe coçando a cabeça.
- AMY WINEHOUSE! – Disse e saiu da loja a correr.
A chegar ao carro deparou-se com Harry Potter e deu-lhe um encontrão que o fez enfiar a cabeça debaixo do carro e enquanto ele se estava a levantar ela bateu-lhe com a porta e a toda a velocidade dirigiu-se à casa de Amy Winehouse.
- Será Amy Winehouse uma cantora
famosa ou alguém que rouba crianças?
- Quem seria a velhota que
queria roubar couves no Kwik e Mart?
- E Apu? Irá continuar ele a
comprar produtos de segunda-mão aos chineses?
TUDO ISTO E MUITO MAIS – NO PRÓXIMO EPISÓDIO!
- Mãe! – Chamava Bart debaixo dos seus lençóis.
Marge corre até ao quarto do rapaz e abre a porta de
rompante, aproxima-se da cama e bate no vulto com o rolo da massa.
- Já te disse para não comeres as minhas tartes enquanto as
meto na janela a arrefecer!
- Desculpa, desculpa. – Pediu saindo debaixo dos lençóis a
fazer beicinho.
- Oh, pronto. Mas agora vais tu satisfazer a barriga do teu
pai!
- Nem pensar. – Desatou a correr pelo corredor fora e saiu
de casa.
Marge observava-o pela janela vendo-o subir até à casa na
árvore. Lá de cima ele fez-lhe um gesto pouco amigável e educado.
- Vais ver o que eu te faço… - Prometeu para os seus botões
com a voz dormente.
Sai do quarto do rapaz e dirige-se para a cozinha onde Homer
está deitado no chão a espumar da boca.
- Homie! Homie o que se passa?! – Dizia abanando o corpo do
seu marido: quando repara na boca e vê que não é espuma mas sim chantilly. Pega
de novo no rolo da massa e dá-lhe na cabeça.
- Maaaaarge!! – Lamentou-se engolindo todo o chantilly de
uma só vez. – Para que é que foi isso?
- Estou farta desta balbúrdia cá em casa! Ninguém me
respeita.
- Calma… - Disse mas ao tentar continuar foi interrompido.
- Como me podes pedir calma?! – Disse sacudindo o rolo da
massa e batendo com o pé. Depois cruzou os braços e vendo-o a levantar-se
disse: - Não passo de uma empregada que está fechada nestas três paredes dia
após dia sem sequer receber uma demonstração de carinho. – Ao ver Homer mais
atento a contar as três paredes da casa do que a dar-lhe atenção irritou-se
(sim porque na semana passada tinha levado para casa um donut com energia
nuclear que estragou a parede da sala e tiveram de a substituir pelo colchão de
Lisa). – Estou farta!
- Mãe emprestas-me dinheiro? As Just Girls lançaram o novo
CD e queria…
- LISA JÁ PARA O TEU QUARTO! – Gritou a mãe.
Empurrando o Homer para fora do caminho agarrou nas chaves,
num pacote de lenços e na filha bastarda Maggie, saiu de casa e enfiou-se no
carro. Deu com o pé no acelerador e bazou.
CAPITULO II - RAPTO
Marge estacionou o carro à porta da casa do Harry Potter em
Privet Drive e dirigiu-se ao Kwik e Mart com o passo acelerado. Ao passar pelas portas automáticas ouviu-se um som saído pelas colunas: “Hello. Welcome!”
- Olá Apu. Vejo que já aderiste ao gravador dos chineses.
- Sim. É muito mais fácil, não me canso tanto.
- Até parece que levas uma vida muito atarefada. – Disse
Marge com um tom de voz muito pouco audível.
Apu lançou-lhe um olhar de esguelha e continuou a limpar os
restos de pastilha que estavam colados debaixo do balcão.
Marge com a filha pendurada no peito dirigiu-se à casa de banho. Antes de entrar pousou a Maggie no chão peganhento e entrou.
Meia hora depois.
Marge saiu da casa de banho e quando ia pegar na filha reparou que não havia nada para pegar a não ser um saco com couves. Assim que ela jogou a mão para ver se a filha estava lá dentro uma velhota tirou-lho e
fugiu sem pagar; atrás dela foi Apu que voltou dois minutos depois com o saco com couves e ainda uma carteira.
Marge encontrava-se petrificada, à porta da casa de banho a olhar para o chão onde agora nem a Maggie nem as couves lá estavam.
Começou a preocupar-se.
- Apu! A minha filha?! – Gritou-lhe batendo com o punho
cerrado no balcão.
- Eu.. Eu não sei de nada! – Jurou-lhe.
- Não entrou mais ninguém para além de mim e daquela velha
descadeirada?!
- Err… Uma mulher! Com cabelos pretos empinados, uns lábios com excesso de batom e roupa de mulher da má vida. – Disse-lhe coçando a cabeça.
- AMY WINEHOUSE! – Disse e saiu da loja a correr.
A chegar ao carro deparou-se com Harry Potter e deu-lhe um encontrão que o fez enfiar a cabeça debaixo do carro e enquanto ele se estava a levantar ela bateu-lhe com a porta e a toda a velocidade dirigiu-se à casa de Amy Winehouse.
- Será Amy Winehouse uma cantora
famosa ou alguém que rouba crianças?
- Quem seria a velhota que
queria roubar couves no Kwik e Mart?
- E Apu? Irá continuar ele a
comprar produtos de segunda-mão aos chineses?
TUDO ISTO E MUITO MAIS – NO PRÓXIMO EPISÓDIO!
Na minha opinião não achei este capitulo engraçado; achei deprimente e horrível (...) No entanto tinha que dar continuidade à fic e se saltasse este passo ninguém ficaria a perceber nada. Prometo que o outro será melhor.
OBRIGADO PESSOAL
A casa de Amy Winehouse estava pintada com tons de roxo.
Tinha dois andares e janelinhas redondas com persianas pretas. Até à porta
estavam pedrinhas de todos os tamanhos e cores espetadas no chão. A porta
parecia a de uma masmorra e o jardim só tinha pedras, pedras e pedras. Por cima
da casa estava uma gigantesca árvore que devia estar situada no jardim das traseiras,
no topo estava um papagaio rasgado do Krusty.
Marge, quando acabou de avaliar o aspecto daquele lugar
dirigiu-se até à porta e bateu. Uma. Duas. Três vezes até alguém com a voz
resmungona a abrir.
Amy estava vestida com uma blusinha de manga curta
cor-de-rosa e um par de jeans rasgados.
- Olá querida! – Gritou aos ouvidos de Marge.
- Oh, Amy. Um autografo por favor. – Disse Marge num tom
melodioso e com os olhos a brilhar.
Amy, a balançar as ancas entrou em casa e voltou com uma
garrafa de vinho do Porto um minuto depois. À frente de Marge, Amy engoliu todo
o conteúdo da garrafa e depois bateu com ela na parede; partindo a garrafa.
O olhar de Marge precipitou-se até ao braço cortado de Amy
em que esta agora passava um vidro e escreveu: “Any”
- Isso ‘tá doendo. – Queixou-se e depois verificou a marca
que iria usar como carimbo – Oh, me enganei no no-no-nome! – Voltou a passar o
vidro e desta vez nem chegou a acabar porque desmaiou batendo com a cabeça na
ombreira da porta e com o cabelo que ficou preso não a deixou cair.
Marge assustada com aquilo passou por cima do corpo meio
pendurado de Amy e entrou na casa escura. Nas paredes dos corredores estavam
velas acesas e quadros com o Brad Pitt a fazer poses impróprias. Ao subir as
escadas Marge deparou-se com uma única porta.
- Devo entrar ou sair? – Esperou que algum anjinho lhe
indicasse o caminho certo mas como nada de estranho aconteceu continuou. Calmamente
aproximou a mão da porta e agarrou na maçaneta.
- PORRA! – Tirou a mão rapidamente e olhou-lhe para a palma:
estava em carne viva. Assustada Marge começou a descer as escadas mas ao ver o
enorme cabelo de Amy a vir contra si parou e viu a cabeça desta sair do
emaranhado de fios.
- Onde pensa que vai?
- Nã… não sei. – Gaguejou Marge ao ver o grande charuto
empinado na boca de Amy.
- Você wont Know, Know, Know?! – Marge começa a andar para
trás a ver a criatura diabólica aproximar-se de si até que cai.
- O que irá acontecer a Marge?
- Como estará Lisa e Bart desde
que a mãe saiu de casa?
- Terá Amy Winehouse coragem
para se desfazer dos quadros de Brad Pitt?
OBRIGADO PESSOAL

CAPITULO III - No, No, No![Esta imagem já não existe]
A casa de Amy Winehouse estava pintada com tons de roxo.
Tinha dois andares e janelinhas redondas com persianas pretas. Até à porta
estavam pedrinhas de todos os tamanhos e cores espetadas no chão. A porta
parecia a de uma masmorra e o jardim só tinha pedras, pedras e pedras. Por cima
da casa estava uma gigantesca árvore que devia estar situada no jardim das traseiras,
no topo estava um papagaio rasgado do Krusty.
Marge, quando acabou de avaliar o aspecto daquele lugar
dirigiu-se até à porta e bateu. Uma. Duas. Três vezes até alguém com a voz
resmungona a abrir.
Amy estava vestida com uma blusinha de manga curta
cor-de-rosa e um par de jeans rasgados.
- Olá querida! – Gritou aos ouvidos de Marge.
- Oh, Amy. Um autografo por favor. – Disse Marge num tom
melodioso e com os olhos a brilhar.
Amy, a balançar as ancas entrou em casa e voltou com uma
garrafa de vinho do Porto um minuto depois. À frente de Marge, Amy engoliu todo
o conteúdo da garrafa e depois bateu com ela na parede; partindo a garrafa.
O olhar de Marge precipitou-se até ao braço cortado de Amy
em que esta agora passava um vidro e escreveu: “Any”
- Isso ‘tá doendo. – Queixou-se e depois verificou a marca
que iria usar como carimbo – Oh, me enganei no no-no-nome! – Voltou a passar o
vidro e desta vez nem chegou a acabar porque desmaiou batendo com a cabeça na
ombreira da porta e com o cabelo que ficou preso não a deixou cair.
Marge assustada com aquilo passou por cima do corpo meio
pendurado de Amy e entrou na casa escura. Nas paredes dos corredores estavam
velas acesas e quadros com o Brad Pitt a fazer poses impróprias. Ao subir as
escadas Marge deparou-se com uma única porta.
- Devo entrar ou sair? – Esperou que algum anjinho lhe
indicasse o caminho certo mas como nada de estranho aconteceu continuou. Calmamente
aproximou a mão da porta e agarrou na maçaneta.
- PORRA! – Tirou a mão rapidamente e olhou-lhe para a palma:
estava em carne viva. Assustada Marge começou a descer as escadas mas ao ver o
enorme cabelo de Amy a vir contra si parou e viu a cabeça desta sair do
emaranhado de fios.
- Onde pensa que vai?
- Nã… não sei. – Gaguejou Marge ao ver o grande charuto
empinado na boca de Amy.
- Você wont Know, Know, Know?! – Marge começa a andar para
trás a ver a criatura diabólica aproximar-se de si até que cai.
- O que irá acontecer a Marge?
- Como estará Lisa e Bart desde
que a mãe saiu de casa?
- Terá Amy Winehouse coragem
para se desfazer dos quadros de Brad Pitt?
Adorei o capitulo.
A minha reacção e conselho é: CONTINUA, ESTÁ LINDO!
Amei a parte do:
E principalmente:
Hilariante, sem dúvida.
A minha reacção e conselho é: CONTINUA, ESTÁ LINDO!
Amei a parte do:
A porta
parecia a de uma masmorra e o jardim só tinha pedras, pedras e pedras. Por cima
da casa estava uma gigantesca árvore que devia estar situada no jardim das traseiras,
no topo estava um papagaio rasgado do Krusty.
E principalmente:
Amy, a balançar as ancas entrou em casa e voltou com uma
garrafa de vinho do Porto um minuto depois. À frente de Marge, Amy engoliu todo
o conteúdo da garrafa e depois bateu com ela na parede; partindo a garrafa.
Hilariante, sem dúvida.

Thanks Secret Friend (AS)
Love it!
Love it!
Capitulo IV - Novidades
Dois dias depois.
A casa dos Simpsons estava prestes a ruir (ainda mais).
Tinham sido assaltados na noite em que Marge fugiu. Apenas deixando os
personagens, o gato, o cão e o sofá preferido de Homer. Ah, também deixaram uns
armários e uns tapetes que foram utilizados na noite passada para tapar as
crianças com frio.
Lisa, arranjou de manhã um trabalho na loja de banda
desenhada como contabilista. Sabendo assim tudo sobre a vida do Homem da loja e
como aumentar a sua riqueza imunda.
Bart concluiu que se adaptaria à vida de ajudante de Pai
Natal mudando-se assim para o Pólo Norte depois de almoçar com Lisa uns ovos
estrelados.
Já Homer Simpson para manter a casa em pé (ou o que resta) e
alimentar a filha, e claro o seu estômago; para além de se ter comprometido a
mandar dinheiro para Bart, decidiu tornar-se Stripper do Moe’s aos
fins-de-semana.
- Pai! – Gritou Lisa chegando a casa. Arrastava qualquer
coisa que fazia um barulhinho.
- Diz Lis. – Perguntou o pai com o estômago a roncar.
- Comprei um frigorifico! – Gritou ela com felicidade.
Homer aproximou-se da caixa castanha e do tamanho de Lisa e
abriu-a com entusiasmo. Quando acabou de desembrulhar o conteúdo verificou queera apenas um pequeno frigorífico.
- Só isto?
- O que queres dizer com isso?! Já fiz mais que tu.
Resmungou qualquer coisa que Lisa anotou como sendo: “Mas
quando faço é em grande.”.
- Agora compreendo porque é que a mãe se foi embora. –
Choramingou e foi a correr para o seu quarto. Só não bateu com a porta porque também a tinham levado.
Homer ressentido pegou no pequeno frigorifico e levou-o até
à cozinha onde só estavam alguns armários. Pousou-o onde costumava estar a mesa
e foi testar a tomada. Lambeu o dedo mindinho e colocou-o no buraco da tomada
que lhe deu um grande choque. Sorrindo e com a ponta do dedo preta ligou o
frigorifico na outra tomada existente naquele espaço e colocou uns fios de
cobre (que roubou da garagem do Flanders) no buraco da tomada vazia, depois colocou
um marshmallow na ponta e babando o fio de cobre conseguiu assa-lo. Homer tinha
inventado o tomádo-ondas.
- Irá Bart conseguir adaptar-se ao
frio do Pólo Norte?
- Onde está Maggie no momento em que
o pai inventara o tomádo-ondas?
- Seria Homer capaz de emagrecer dois
quilos para se tornar um pouco quase mais atraente?
É esperar para ler !
Dois dias depois.
A casa dos Simpsons estava prestes a ruir (ainda mais).
Tinham sido assaltados na noite em que Marge fugiu. Apenas deixando os
personagens, o gato, o cão e o sofá preferido de Homer. Ah, também deixaram uns
armários e uns tapetes que foram utilizados na noite passada para tapar as
crianças com frio.
Lisa, arranjou de manhã um trabalho na loja de banda
desenhada como contabilista. Sabendo assim tudo sobre a vida do Homem da loja e
como aumentar a sua riqueza imunda.
Bart concluiu que se adaptaria à vida de ajudante de Pai
Natal mudando-se assim para o Pólo Norte depois de almoçar com Lisa uns ovos
estrelados.
Já Homer Simpson para manter a casa em pé (ou o que resta) e
alimentar a filha, e claro o seu estômago; para além de se ter comprometido a
mandar dinheiro para Bart, decidiu tornar-se Stripper do Moe’s aos
fins-de-semana.
- Pai! – Gritou Lisa chegando a casa. Arrastava qualquer
coisa que fazia um barulhinho.
- Diz Lis. – Perguntou o pai com o estômago a roncar.
- Comprei um frigorifico! – Gritou ela com felicidade.
Homer aproximou-se da caixa castanha e do tamanho de Lisa e
abriu-a com entusiasmo. Quando acabou de desembrulhar o conteúdo verificou queera apenas um pequeno frigorífico.
- Só isto?
- O que queres dizer com isso?! Já fiz mais que tu.
Resmungou qualquer coisa que Lisa anotou como sendo: “Mas
quando faço é em grande.”.
- Agora compreendo porque é que a mãe se foi embora. –
Choramingou e foi a correr para o seu quarto. Só não bateu com a porta porque também a tinham levado.
Homer ressentido pegou no pequeno frigorifico e levou-o até
à cozinha onde só estavam alguns armários. Pousou-o onde costumava estar a mesa
e foi testar a tomada. Lambeu o dedo mindinho e colocou-o no buraco da tomada
que lhe deu um grande choque. Sorrindo e com a ponta do dedo preta ligou o
frigorifico na outra tomada existente naquele espaço e colocou uns fios de
cobre (que roubou da garagem do Flanders) no buraco da tomada vazia, depois colocou
um marshmallow na ponta e babando o fio de cobre conseguiu assa-lo. Homer tinha
inventado o tomádo-ondas.
- Irá Bart conseguir adaptar-se ao
frio do Pólo Norte?
- Onde está Maggie no momento em que
o pai inventara o tomádo-ondas?
- Seria Homer capaz de emagrecer dois
quilos para se tornar um pouco quase mais atraente?
É esperar para ler !
hehe!
Esta fic está hilariante! Adorei todos os capitulos, e acho que fazes descriçoes optimas das situaçoes! Parece que até estou a ver as personagens a fazer aquelas coisas ridiculas!

tomádo-ondas! OMG!
Continua!

as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
Capitulo V - Domingo
Homer levantou-se do seu chão, e como já estava vestido foi
apenas lavar a cara à casa de banho e depois saiu de casa.
- Já vais pai? – Perguntou Lisa que o encontrou numa das ruas
de Springfield.
- Sim. – Foi seco e bruto. Lisa dirigia-se para casa e Homer,
agora, para o emprego.
Pensamentos tristes invadiram-lhe a cabeça. Pontapeou uma
pedra que foi bater num cão que estava a dormir em frente ao talho que começou
a ladrar-lhe.
- Cão que ladra não morde. – Homer gozou com o cão
fazendo-lhe caretas até que este lhe mordeu no meio das pernas. – Aii! Se não
doesse tanto até era capaz de me rir… - Choramingou.
Já eram 20:00 e a noite das solteiras começava às 20:10.
Entrou no Moe’s que ainda estava vazio. Apenas Moe lá se encontrava a limpar a
arma com o pano da loiça.
- Então Homer? Pareces um pouco tristonho…
- Não te preocupes Moe. Então e a arma é para quê? –
Perguntou desinteressado.
- Segundo a tradição a noite das solteiras acaba sempre em
pancadaria. – Riu-se colocando a arma por baixo do balcão.
As paredes estavam forradas com peles cor-de-rosa, Moe
estava penteado e com uma bata preta, os bancos estavam forrados com pele de
tigre e ao canto do bar encontrava-se uma cama com lençóis pretos e almofadas
vermelhas. Por cima os candeeiros eram forrados com um plástico vermelho o que animava
o espaço. Perto de uma parede estava uma aparelhagem e perto desta um sofá
decorado com almofadas com riscas à tigresa, já o balcão estava com velas nos
cantos e forrado com uma passadeira vermelha.
- Vá, vai-te vestir.
Homer dirigiu-se para a casa de banho e vestiu-se muito
rapidamente. Olhou-se ao espelho e com o ar cabisbaixo disse: - No que me tornei
eu? – Depois veio um rato e mordeu-lhe na perna. – Só atraio o azar.
Fora da casa de banho a música começou a tocar e ouviam-se
vozes que tentavam superar o volume da música. Homer abriu a porta e Moe
anunciou: - Aqui está minhas senhoras! Para inaugurar a primeira noite das
solteiras no Moe’s – O TIGRE!
Homer estava com uma roupa interior com padrão tigresa, uma
t-shirt que lhe ficava justinha branca e umas botas também com padrão tigresa. Rosnou
e começou a dançar em cima do balcão.
As mulheres estavam contentíssimas, a dançar e a admirar o
homem no balcão. Quando Homer faz uma pirueta e se joga ficando deitado com a
cabeça quase fora do balcão a Selma agarra-lhe e diz suavemente com a voz
rouca: - Ouvi dizer que eras muito bom com as bolas Homer.
Uma hora depois do show ter terminado Homer e Selma
encontravam-se nas pistas de Bowling.
( Este capitulo é dedicado à Joana Raposo que faz anos hoje, PARABÉNS e é uma Solteirona!)
Homer levantou-se do seu chão, e como já estava vestido foi
apenas lavar a cara à casa de banho e depois saiu de casa.
- Já vais pai? – Perguntou Lisa que o encontrou numa das ruas
de Springfield.
- Sim. – Foi seco e bruto. Lisa dirigia-se para casa e Homer,
agora, para o emprego.
Pensamentos tristes invadiram-lhe a cabeça. Pontapeou uma
pedra que foi bater num cão que estava a dormir em frente ao talho que começou
a ladrar-lhe.
- Cão que ladra não morde. – Homer gozou com o cão
fazendo-lhe caretas até que este lhe mordeu no meio das pernas. – Aii! Se não
doesse tanto até era capaz de me rir… - Choramingou.
Já eram 20:00 e a noite das solteiras começava às 20:10.
Entrou no Moe’s que ainda estava vazio. Apenas Moe lá se encontrava a limpar a
arma com o pano da loiça.
- Então Homer? Pareces um pouco tristonho…
- Não te preocupes Moe. Então e a arma é para quê? –
Perguntou desinteressado.
- Segundo a tradição a noite das solteiras acaba sempre em
pancadaria. – Riu-se colocando a arma por baixo do balcão.
As paredes estavam forradas com peles cor-de-rosa, Moe
estava penteado e com uma bata preta, os bancos estavam forrados com pele de
tigre e ao canto do bar encontrava-se uma cama com lençóis pretos e almofadas
vermelhas. Por cima os candeeiros eram forrados com um plástico vermelho o que animava
o espaço. Perto de uma parede estava uma aparelhagem e perto desta um sofá
decorado com almofadas com riscas à tigresa, já o balcão estava com velas nos
cantos e forrado com uma passadeira vermelha.
- Vá, vai-te vestir.
Homer dirigiu-se para a casa de banho e vestiu-se muito
rapidamente. Olhou-se ao espelho e com o ar cabisbaixo disse: - No que me tornei
eu? – Depois veio um rato e mordeu-lhe na perna. – Só atraio o azar.
Fora da casa de banho a música começou a tocar e ouviam-se
vozes que tentavam superar o volume da música. Homer abriu a porta e Moe
anunciou: - Aqui está minhas senhoras! Para inaugurar a primeira noite das
solteiras no Moe’s – O TIGRE!
Homer estava com uma roupa interior com padrão tigresa, uma
t-shirt que lhe ficava justinha branca e umas botas também com padrão tigresa. Rosnou
e começou a dançar em cima do balcão.
As mulheres estavam contentíssimas, a dançar e a admirar o
homem no balcão. Quando Homer faz uma pirueta e se joga ficando deitado com a
cabeça quase fora do balcão a Selma agarra-lhe e diz suavemente com a voz
rouca: - Ouvi dizer que eras muito bom com as bolas Homer.
Uma hora depois do show ter terminado Homer e Selma
encontravam-se nas pistas de Bowling.
( Este capitulo é dedicado à Joana Raposo que faz anos hoje, PARABÉNS e é uma Solteirona!)
Ai o Tigre!!! 
O homer vestido á tigresa merecia ser mesmo visto! A decoraçao do bar enquadrou-se perfeitamente e tudo!
Aquela ferradela do cão deve ter deixado marca!
O que valeu é que ele só foi jogar bolling!
lol
Continua!

O homer vestido á tigresa merecia ser mesmo visto! A decoraçao do bar enquadrou-se perfeitamente e tudo!

Aquela ferradela do cão deve ter deixado marca!
O que valeu é que ele só foi jogar bolling!
lol
Continua!
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
Agradeço a todas as pessoas quem têm lido e comentado! Obrigado mesmo pela força, sem ela eu já tinha desistido. Agradeço claro ao Mr.Land que foi a primeira pessoa em todo o fórum a comentar 
Capitulo VI - Vida de Duende
Sentado sobre um banco pintado de verde e com as mãos sobre
uma mesa vermelha com uma chávena de café quente, Bart estava meio doente. A
precipitada escolha que tinha tomado ao ir para o Pólo Norte consumia-o por
dentro. Encontrava-se vestido com roupa de duende [não vou especificar para
cada um imaginar à sua maneira] e lá fora ouvia-se o vento forte a bater contra
a casinha de chocolate.
Alguém bateu à porta. Bart levantou-se e foi abri-la.
- Bom dia. – Disse cabisbaixo.
- O Pai Natal mandou-me entregar-te isto. – O outro duende
esticou os pequenos braços e entregou-lhe uma caixinha azul.
Bart não respondeu e fechou-lhe a porta ouvindo-a bater-lhe.
Ahhh.
Entusiasmado sentou-se de novo no banco e abriu-a: no seu
interior estava lá apenas um cartão cor-de-rosa. Bart retirou-o, abriu e leu em
voz alta.
- “Querido Duende 627, para comemorar o 11 de Setembro
estamos a contar da sua companhia na cabana das galinhas às 17 horas de hoje,
não falte.” Mas que raios. – Disse.
Às 17 horas.
A cabana das galinhas estava toda iluminada, foi construída
apenas com madeira e pregos mal colocados (mão-de-obra barata), Bart dirigiu-se
para a entrada onde estava um Duende muito parecido com aquele que lhe tinha
entregado o cartão mas este tinha um penso no nariz.
- Olá companheiro. – Saudou Bart muito mais alegre que nessa
manhã.
- Si ti pigo, váx ver qui ti façi! – Respondeu o outro com
ar de ameaça.
Bart engoliu em seco e depois entrou. Lá dentro estava muito
frio, uma fonte de gelo encontrava-se ao fundo da sala com pinguins a fazerem
mergulho dentro dela para capturarem lagostas para aperitivos. No lado direito
estava um grande sofá onde sentado estava o Pai Natal, à sua frente as mães
natal a demonstrar as novas fardas e do outro lado estava o bar e montes de
duendes a falar sem entusiasmo e com ar zangado.
Lá para a meia-noite.
Metade das galinhas e dos duendes encontravam-se incapazes
de pronunciar euvivonopólonorte por isso antes que a festa acabasse o Pai Natal
fez soar um grande sino e o Quasimodo veio pela janela entregar-lhe um papel e
saiu de novo.
Com um grande microfone na mão o Pai Natal discursou:
- “As nossas vendas têm descido cerca de 4,6% de ano para
ano! Devido, claro, à mão-de-obra barata na China e à falta de Direitos
Humanos! Para revertermos essa situação, esperemos que estejam a favor, vamos
soltar uma bomba na capital da China: Pequim! Estão comigo? Ou contra mim?” –
As suas ultimas palavras foram como facas jogadas contra os duendes e todos
percebendo a ameaça, menos Bart e as galinhas, gritaram em concordância e
depois o Pai Natal caiu e deixou-se dormir.

Capitulo VI - Vida de Duende
Sentado sobre um banco pintado de verde e com as mãos sobre
uma mesa vermelha com uma chávena de café quente, Bart estava meio doente. A
precipitada escolha que tinha tomado ao ir para o Pólo Norte consumia-o por
dentro. Encontrava-se vestido com roupa de duende [não vou especificar para
cada um imaginar à sua maneira] e lá fora ouvia-se o vento forte a bater contra
a casinha de chocolate.
Alguém bateu à porta. Bart levantou-se e foi abri-la.
- Bom dia. – Disse cabisbaixo.
- O Pai Natal mandou-me entregar-te isto. – O outro duende
esticou os pequenos braços e entregou-lhe uma caixinha azul.
Bart não respondeu e fechou-lhe a porta ouvindo-a bater-lhe.
Ahhh.
Entusiasmado sentou-se de novo no banco e abriu-a: no seu
interior estava lá apenas um cartão cor-de-rosa. Bart retirou-o, abriu e leu em
voz alta.
- “Querido Duende 627, para comemorar o 11 de Setembro
estamos a contar da sua companhia na cabana das galinhas às 17 horas de hoje,
não falte.” Mas que raios. – Disse.
Às 17 horas.
A cabana das galinhas estava toda iluminada, foi construída
apenas com madeira e pregos mal colocados (mão-de-obra barata), Bart dirigiu-se
para a entrada onde estava um Duende muito parecido com aquele que lhe tinha
entregado o cartão mas este tinha um penso no nariz.
- Olá companheiro. – Saudou Bart muito mais alegre que nessa
manhã.
- Si ti pigo, váx ver qui ti façi! – Respondeu o outro com
ar de ameaça.
Bart engoliu em seco e depois entrou. Lá dentro estava muito
frio, uma fonte de gelo encontrava-se ao fundo da sala com pinguins a fazerem
mergulho dentro dela para capturarem lagostas para aperitivos. No lado direito
estava um grande sofá onde sentado estava o Pai Natal, à sua frente as mães
natal a demonstrar as novas fardas e do outro lado estava o bar e montes de
duendes a falar sem entusiasmo e com ar zangado.
Lá para a meia-noite.
Metade das galinhas e dos duendes encontravam-se incapazes
de pronunciar euvivonopólonorte por isso antes que a festa acabasse o Pai Natal
fez soar um grande sino e o Quasimodo veio pela janela entregar-lhe um papel e
saiu de novo.
Com um grande microfone na mão o Pai Natal discursou:
- “As nossas vendas têm descido cerca de 4,6% de ano para
ano! Devido, claro, à mão-de-obra barata na China e à falta de Direitos
Humanos! Para revertermos essa situação, esperemos que estejam a favor, vamos
soltar uma bomba na capital da China: Pequim! Estão comigo? Ou contra mim?” –
As suas ultimas palavras foram como facas jogadas contra os duendes e todos
percebendo a ameaça, menos Bart e as galinhas, gritaram em concordância e
depois o Pai Natal caiu e deixou-se dormir.
"- Si ti pigo, váx ver qui ti façi! – Respondeu o outro com
ar de ameaça."
XD
Esta partiu-me toda!
lol, ai que vida de duende realmente!
E lá vai o velhote massacrar a china!
Estou para ver como isso vai ser! lool
Até ao proximo capitulo!
ar de ameaça."
XD
Esta partiu-me toda!
lol, ai que vida de duende realmente!
E lá vai o velhote massacrar a china!

Estou para ver como isso vai ser! lool
Até ao proximo capitulo!
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
Tens de entrar para responderes neste tópico.



adoreii a tua história está cada vez melhor e hilariante


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