Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

[Terminada] Candy Candy - A Continuação

#41
Uma fã, amiga momiji Esperancoso Uma fã! Esperancoso

Ah... Assim fico mais descansada
saber que a Candy fica com o Albert Esperancoso Meter amor à prova?? Adoro isso Esperancoso
Passo a vida a fazê-lo Esperancoso Com o Yaten e com a Minako, com a Haruka e o Kunzite(minha primeira fic(não queiras ler, está assustadora Matreiro)Sem paciencia
De meter medo à minha segunda fic, que está melhorzinha, mas mesmo assim, não perfeita Matreiro
Tramar alguma
Super contente então quando tiveres tempo, minha querida, posta, eu vou-mr sentar aqui quietinha, à espera, como uma boa menina que sou está bem Simpatico2
Beijocas grandes Esperancoso



さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...

#42
Tive um tempinho e... decidi escrever. Mas se não gostarem por favor digam que eu vou modificando à medida que for preciso Smile



Candy nem queria acreditar no que acabara de ler. Leu novamente a carta. Quem teria escrito aquela estranha carta? Já era tarde, o relógio já tocara as doze badaladas há algum tempo. Candy guardou a carta na gaveta da sua mesinha de cabeceira e deitou-se. Pensou em contar tudo sobre a carta à sua melhor amiga Annie.



No dia seguinte Candy convida Annie para tomarem chá. Como Annie era casada com Archie que era parente de Albert, vivia perto de Candy e, por isso, costumavam ver-se com muita regularidade. Candy estava ansiosa por contar tudo a Annie.


Annie: Olá Candy está tudo bem? Fiquei um pouco preocupada com o teu telefonema, disseste que tinhas algo muito importante para me contar.

Candy: Olá Annie, sim é verdade, vamos para a salinha de chá, lá teremos mais privacidade para falarmos.



Annie estava surpresa com a reacção de Candy e ficou curiosa em saber o que se estava a passar. Nunca vira Candy tão agitada e nervosa. Na salinha de chá Candy mostra a Annie a misteriosa carta que recebera no dia anterior.


Candy: Esta carta é o motivo pelo qual te liguei. Repara no nome do destinatário escrito no envelope.

Annie: No nome? Ora vejamos, Candice White Rockefeller Adley. Rockefeller? Que estranho, devem-se ter enganado.

Candy: Também pensei isso quando vi pela primeira vez, no entanto, no início da carta esse apelido volta a aparecer, mas desta vez sem o Adley no fim!

Annie: A sério Candy? Mas então tudo indica que tenham escrito esse apelido de propósito. Permites que eu leia o conteúdo da carta?

Candy: Sim claro, por favor. Talvez tenhas ideia de quem a possa ter escrito.

Annie: De facto diz “Minha querida Candice White Rockefeller”. Sem o Adley no fim. Isso é mesmo muito estranho.



Depois de ler a carta Annie fica em choque.


Annie: Candy, esta carta é uma verdadeira declaração de amor! O Albert já sabe alguma coisa sobre isto?

Candy: Ainda não, como sabes ele está em viagem, mas tenciono contar-lhe tudo assim que ele voltar, de forma a evitar mal entendidos.

Annie: Fazes bem Candy, não te aconselho a esconderes este assunto do Albert. Poderias ser mal interpretada.

Candy: E então Annie, tens alguma ideia de quem possa ser o autor dessa carta?

Annie: Como a carta foi escrita numa máquina, não é possível tentar reconhecer o autor da carta pela letra. No entanto ao ler a carta um nome surgiu na minha mente…

Candy: Quem suspeitas que possa ter sido?

Annie: O Terrius Grandchester. Apesar do que aconteceu no passado, acredito que ele sempre te tenha amado todo este tempo.

Candy: O Terry? Mas ele trocou-me pela Susanna. Além disso porque haveria ele de me apelidar de Rockefeller?

Annie: Sim, realmente tens razão… mas sabes, esse nome, Rockefeller não me é estranho. Onde já o terei ouvido antes?

Candy: Tenta lembrar-te Annie, é importante, gostaria de saber quem me enviou esta carta e resolver este assunto o mais depressa possível. Sinto-me ansiosa e nervosa com tudo isto.

Annie: Não me consigo recordar Candy, perguntarei ao Archie se conhece esse apelido e se sabe a quem pertence.

Candy: Muito obrigada Annie. Não consigo compreender porque motivo o autor da carta decidiu de repente declarar o seu amor por mim. Como é óbvio eu não poderei alguma vez retribuir esse amor.

Annie: Não te preocupes Candy, eu irei ajudar-te a resolver este assunto. Olha importas-te que nos juntemos à Patty e ao Stear? De certeza que nós os cinco conseguiremos mais depressa resolver isto. Prometo não contar a mais ninguém.

Candy: Boa ideia Annie, todos juntos certamente que conseguiremos deslindar a entidade do meu admirador secreto.


Espero que estejam a gostar! Smile
Teru Teru Momiji!

#43
Yahoo
Esperancoso
Oh momiji!!!
Meteste mais fic Esperancoso
Super contente Super contente Tou tão feliiz Esperancoso
Elas ainda não sabem, mas vão descobrir, tenho a certeza Tramar alguma

Tou a gostar tanto mas tanto Esperancoso
Quando puderes posta mais Simpatico
Beijinhooo **



さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...

#44
Tinoco, comecei a ler a tua fanfic "O amor é complicado" e estou a gostar muito. Quando terminar de a ler comentarei combinado? Escrevi mais um pouco. Volto a frisar que se não gostarem do rumo da história digam-me está bem? Não tenham receio. Obrigada pelo apoio de todos vocês Smile



Candy: Boa ideia Annie, todos juntos certamente que conseguiremos deslindar a entidade do meu admirador secreto.



Passados três dias, estava Candy na cozinha a ensinar Dorothy e Anthony a fazer pão. O pão que Candy fazia era delicioso e nem mesmo as cozinheiras mais experientes da casa conseguiam fazer um pão tão bom. Estavam todos entusiasmados à volta do fogão quando Albert entra de surpresa.



Albert: Candy! Anthony! Dorothy! Voltei!

Candy: Albert!

Anthony e Dorothy (em uníssono): pai!



Depois de matarem as saudades que sentiam, foram todos almoçar.


Albert: Tinha tantas saudades vossas quem nem imaginam.

Candy: Nós também tínhamos muitas saudades tuas, principalmente eu.

Albert: Felizmente eu e George conseguimos resolver todos os assuntos pendentes e agora poderei passar mais tempo em casa com vocês. A morte da cabeça da família Rockefeller no mês passado mexeu muito com as acções do banco e com investimentos que nós tínhamos na Irlanda.

Candy: Rockefeller? Albert conta-me mais sobre isso por favor!

Albert: Não há muito a contar, a cabeça da família Rockefeller era já um senhor de idade avançada e infelizmente há já algum tempo que andava doente. Acabou por falecer no mês passado. Desde então que a economia americana tem andado com alguns problemas pois a família Rockefeller que é muito conceituada aqui na América, especialmente na cidade de Nova Iorque, é dona de uma vasta empresa petrolífera e como sabes o petróleo é fundamental para as máquinas funcionarem. Mas porque perguntas Candy?

Candy: É que… recebi uma carta anónima de um admirador secreto e nessa carta sou chamada de Candice White Rockefeller.

Albert: Que estranho, será que se enganaram?

Candy: Espera um pouco, vou buscar a carta para veres.


Candy dirige-se ao quarto de cama e retira da gaveta da mesinha de cabeceira a primeira carta que recebera do seu admirador secreto. De volta à salinha de chá onde Albert a esperava, Candy entrega a carta e pede-lhe para lê-la. Albert ao ler a carta vai fazendo umas caretas mas lê tudo até ao fim.



Albert: Bem, isto é no mínimo inesperado… uma carta e amor! Não esperava tal coisa, apesar de ter consciência que estou casado com a mulher mais bela à face da Terra.

Candy: Oh Albert fazes-me corar.

Albert: Na carta ele faz referência ao nosso casamento. De facto convidei alguns membros da família Rockefeller para o nosso casamento. Não me recordo de momento o nome de todos eles, mas creio que George poderá ajudar-nos.

Candy: Eu já tinha pedido ajuda à Annie. Depois de ter lido a carta não sabia o que fazer, como não estavas cá fiquei sem saber o que fazer. Fiquei nervosa e ansiosa com a situação.

Albert: É perfeitamente normal Candy, mas não te preocupes, não voltarei a estar longe de ti novamente.



Enquanto Candy e Albert discutiam sobre o assunto da carta anónima, um mordomo bate à porta da salinha de chá e entrega a Candy outra carta. Era do admirador secreto!


Candy: Outra carta! Que faço Albert?

Albert: O melhor é nós lermos a carta para sabermos sobre o que trata a carta.


Minha querida Candice White Rockefeller,

Creio que por esta altura já tenhas investigado um pouco sobre o apelido Rockefeller. Isso deixa-me feliz, pois tenho estado presente no teu pensamento. Lamento por só agora ter reunido coragem para te contar o que sinto por ti. Sei que é tarde e que provavelmente o meu amor não será retribuído. Desde que um familiar próximo morreu, comecei a olhar para a vida com outros olhos. Sei que é errado estar apaixonado por ti, mas infelizmente não podemos controlar os nossos sentimentos. Gostaria de poder estar contigo e conversar contigo pelo menos uma tarde. Não tenho más intenções acredita. O jardim botânico de Chicago é muito bonito. Será que poderias aceder ao meu pedido? Ficaria muito agradecido. Estarei à tua espera no sábado às 15 horas, na entrada do jardim. Levarei um ramo de flores exactamente igual ao que te ofereci da outra vez. Por favor vem sozinha. Creio que tenhas contado ao teu marido sobre a primeira carta, é compreensível, mas peço-te por favor para que venhas sozinha. Há tantas coisas que gostaria de conversar contigo. Se vieres explicar-te-ei porque te chamo de Rockefeller.

Atenciosamente,

O teu admirador secreto que um dia se apaixonou por ti!
Teru Teru Momiji!

#45
momiji escreveu:Tinoco, comecei a ler a tua fanfic "O amor é complicado" e estou a gostar muito. Quando terminar de a ler comentarei combinado? Escrevi mais um pouco. Volto a frisar que se não gostarem do rumo da história digam-me está bem? Não tenham receio. Obrigada pelo apoio de todos vocês Smile


Combinado Esperancoso Eu estarei à espera desse comentário Simpatico
Digo já que a minha fic ainda promete muito e ainda não a terminei, há muito ainda por contar Esperancoso
Tramar alguma
Agora voltando à tua fic Simpatico
A.d.o.r.e.i!
O Albert não ficou mesmo nada satisfeito com aquela carta pois não??
Coitado, deve-se estar a sentir mal por ter alguém atrás da Candy dele Esperancoso
Ela vai ter com o admirador secreto??
Vou estar aqui pra ver Simpatico2
Beijinhooos **



さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...

#46
desculpe não ter passado aqui mas cedo... é que não estou tendo tempo pra net... muito breve estarei de volta... bjs
depois vou ler o térmio da sua fic e deixo meu comentário I love you

eu escolho te louvar senhor com tudo o que sou, da minha vontade eu abro
mão, pois eu escolho o som do céu....
#47
anny paula escreveu:desculpe não ter passado aqui mas cedo... é que não estou tendo tempo pra net... muito breve estarei de volta... bjs
depois vou ler o térmio da sua fic e deixo meu comentário I love you

Muito obrigada é muito amável da sua parte! Smile
Fico muito contente por saber que a minha fanfic é apreciada.
Obrigada mais uma vez por todo o apoio.

Não farei actualizações aqui com muita frequência pois tenho escrito a minha fanfic noutro fórum. Para mais informações enviem-me uma mp. Obrigada pela compreensão.




Albert já não estava a gostar mesmo nada daquela história das cartas anónimas. O facto de pensar que Candy ocupava o seu tempo a pensar nesse homem desconhecido em vez de pensar nele deixava-o triste e ciumento. Albert esperava que Candy não aceitasse o pedido daquele homem, caso contrário ficaria verdadeiramente desiludido. Candy era a pessoa mais importante da vida dele, logo seguida pelos filhos de ambos. Imaginá-la com outro homem não o agradava mesmo nada. Ele sempre fora compreensivo com Candy e sempre agira como um homem adulto que era mas nunca pensou que tal situação pudesse surgir.



Albert: Que tencionas fazer Candy?

Candy: Vou ao encontro. Quero desvendar de uma vez por todas o que quer esse homem de mim e por um ponto final a esta história.

Albert: Queres que vá contigo Candy?

Candy: Não, ele pediu para ir sozinha, se fores comigo ele poderá não aparecer.

Os olhos de Albert humedeceram. O brilho dos seus olhos azuis desvaneceu-se. Levantou-se rapidamente e disse a Candy que iria para o escritório tratar de papelada. Não queria que ela o visse a chorar. Estava verdadeiramente triste, o que mais temia acabou por acontecer, Candy decidira encontrar-se com o autor das cartas de amor. Não queria acreditar no que ouvira. Desde que chegara da sua viagem da Irlanda, sentia Candy cada vez mais distante de si. Candy já não o abraçava com a frequência de antes. Tinha que recuperar o seu amor de volta. O que o deixava mais triste era o facto de Candy nem ter reparado que o seu próprio marido estava triste. Absorto nos seus pensamentos, nem ouviu George a bater à porta. George bateu novamente à porta do escritório, desta vez com um pouco mais de força.


George: Desculpe senhor William por ter batido com mais força, dá-me licença para entrar?

Albert: Com certeza George, faça favor de entrar.

George: Alguma coisa em que possa ajudar?

Albert: Sim, George, você ainda tem guardado a lista de convidados do meu casamento com Candy?

George: Sim tenho senhor William, deseja vê-la? Guardei-a juntamente com o álbum de fotografias do casamento, que está guardado aqui no escritório. Ora vejamos… sim aqui está.

Albert: Obrigada George.


Albert foi passando o dedo e lendo o nome de todos os convidados. Talvez no próprio álbum conseguisse encontrar alguma foto que tivesse sido tirada aos membros da família Rockefeller. Os únicos convidados tinham sido o senhor Rockeffeler que morrera recentemente e a esposa deste. Algo não batia certo. Mais nenhum membro da família Rockefeller fora convidada. Assim sendo, quem seria o autor das cartas? Albert temeu pela segurança de Candy. A tristeza que sentira há pouco fora substituída por preocupação e receio.



Albert: George, preciso da tua ajuda para resolver um assunto.

George: De que se trata senhor William?

Albert: Candy tem recebido cartas anónimas. O autor diz apelidar-se Rockefeller e afirma ter estado presente no nosso casamento. No entanto os únicos convidados da família Rockefeller foram o senhor Jack Rockefeller que morreu recentemente como sabes e a esposa dele. O autor das cartas marcou um encontro com Candy no jardim botânico às 15 horas de sábado. Desejo que a sigas e que descubras quem é o verdadeiro autor dessas cartas. Ela poderá estar em perigo. George, por favor, seja discreto, não quero que Candy saiba nada sobre este assunto para já.

George: Não se preocupe senhor William, tratarei desse assunto com o máximo de discrição possível. Levarei mais duas pessoas comigo para o caso de tentarem fazer algum mal à senhora Candy.

Fim do capítulo A Carta
Teru Teru Momiji!

#48
oh quero maissss

poes mais sim??

ta tao linda

coitado do albert. . .

quem sera o homezinho que se anda a atirar a candy??
#49
Candy Candy – o Encontro


Nessa noite Candy sonhara com Anthony, já há muitos anos que não sonhava com ele. No sonho Anthony entrega-lhe um ramo de rosas Sweet Candy e avisa-a: Candy, minha querida Candy, nunca aceites outras flores excepto estas. Estas podem ter espinhos, mas os espinhos estão à vista, as rosas não têm nada a esconder, mostram aquilo que são desde o início. E termina com a frase do costume: Ficas mais bonita quando sorris Candy.

De manhã Candy acordou com um sorriso nos lábios. Estava muito contente por rever Anthony. Abriu os olhos e ao seu lado estava Albert ainda a dormir. Ficou longamente a olhar para ele. Ele e Anthony tinham muitas semelhanças, afinal de contas eram tio e sobrinho, por isso não era de admirar. Candy fez uma festa na face macia de Albert. Ele era tão bonito! Por vezes quando ainda não estava bem acordada pensava se tudo não tinha passado de um sonho. Candy sabia que era muito amada por Albert e ela própria amava muito mas mesmo muito Albert. Não conseguindo resistir, abraçou-o e beijou-o. Albert acorda espantado.



Albert: Bom dia meu amor. Dormiste bem? Estou a ver que acordaste bem-disposta. Tiveste um sonho bonito? Comigo espero.

Candy: Bom dia! Dormi bem pois dormi contigo ao meu lado. Tive um sonho muito bonito mas não foi contigo, foi com Anthony, já há muito tempo que não sonhava com ele. Ah! Anthony!

Albert: Que foi Candy? Pareces perturbada.

Candy: Albert, o Anthony no meu sonho avisou-me para não aceitar flores algumas excepto Sweet Candy. Mas não consigo compreender porquê.

Albert: Também não sei meu amor. Mas Anthony sempre foi um rapaz sensível e acredito que disse isso para te proteger. Mas espero conseguir proteger-te de tudo, não sei o que faria se te perdesse.

Candy: Oh Albert, falas como se eu fosse desaparecer um dia.



Albert abraçou Candy com ternura e amor. Candy estava mais bela que nunca, o seu cabelo crescera e fazia lembrar a irmã de Albert (mãe de Anthony). Albert já perdera a irmã há muitos anos atrás bem como o sobrinho e seria muito doloroso para ele perder Candy também. Beijou-a para afastar esses pensamentos da sua mente. Era sábado, o dia D tinha chegado e Albert desejou que Candy mudasse de ideias e que desistisse de ir conhecer o homem das cartas anónimas. Mas esse era apenas o seu desejo egoísta e não tinha coragem de dizer a Candy o que sentia, tinha receio que ao dizer alguma coisa, ela se afastasse ainda mais dele.



Candy: Albert, eu sei que no fundo não estás muito contente que eu vá a este encontro. No entanto quero que saibas que eu amo-te muito e que é por esse motivo que desejo ir. Não quero que voltes a ficar preocupado por eu receber cartas de amor de outros homens. Irei por um ponto final neste assunto. Não precisas de te preocupar está bem? Eu estarei de volta antes do jantar.

Albert: Peço desculpa Candy, apenas fico preocupado por ti, pela tua segurança.

Candy: Eu sei, não te quero deixar preocupado, por isso esta será a única vez que irei ver esse homem, seja ele quem for.



Candy partiu e assim que a carruagem dobrou a esquina, Albert deu ordens para que George seguisse Candy, não por desconfiar da palavra de Candy, mas sim porque sabia que alguma coisa não batia certo, o único homem com o apelido Rockefeller que estivera no dia do seu casamento, tinha morrido recentemente. Assim sendo quem seria o homem que enviara as cartas para Candy? Não dissera nada a Candy para não a assustar. Confiava plenamente em George e por isso voltou para o escritório para resolver outros assuntos e esperar pelo regresso de Candy.

Candy chegou um pouco mais cedo do que a hora combinada. Eram 14:50 quando a carruagem parou em frente do jardim botânico. Saiu da carruagem e olhou para a entrada à procura de alguém que correspondesse à imagem que tinha em mente, um homem relativamente novo com um ramo de flores iguais às que tinha recebido há duas semanas atrás. Candy olhou atentamente, uma senhora de idade com o seu neto, uma mulher corria apressada, uma menina chorava por ter perdido a sua boneca, até que Candy cruzou o seu olhar com o de um homem que trazia um chapéu e um longo casaco apesar do calor que se fazia sentir e um grande ramo de flores, exactamente iguais às que tinha recebido. A cara do homem estava tapada pelas flores. Candy aproximou-se do homem.

Teru Teru Momiji!

#51
A cara do homem estava tapada pelas flores. Candy aproximou-se do homem.



Candy: Boa tarde. Desculpe incomodá-lo, o meu nome é Candice White Adley e estou à procura de um homem apelidado Rockefeller, não será porventura o senhor?



O homem afasta as flores. Candy quando olhou para a cara do homem ficou com a sensação que já o tinha visto em algum lado, mas não conseguia recordar-se de onde. Ele era muito belo e tinha um sorriso muito doce.



Desconhecido: Olá Candice, é um enorme prazer conhecer-te finalmente em pessoa. Muito obrigada por teres aceitado o meu pedido e teres vindo até cá, deixas-me muito feliz. Por momentos pensei que não virias. Toma, são para ti!



Candy aceitou as flores e fechou os olhos ao cheirá-las. De repente a imagem de Anthony surgiu na sua mente: Candy, não aceites flores que não sejam rosas Sweet Candy. Mas já era tarde demais pois quando ia voltar a abrir os olhos, Candy sente um cheiro muito forte e desmaia. Nem teve tempo para agradecer as flores.



George entra de rompante do escritório de Albert.



George: Senhor William peço desculpa por entrar desta forma no seu escritório mas houve um problema.

Albert: Acalme-se George, o que aconteceu?

George: A senhora Candy foi raptada e não nos foi possível segui-los, pois desapareceram entre a multidão.

Albert: O quê???



Albert levanta-se de rompante da cadeira. Estava completamente desorientado. Porque motivos queriam raptar Candy? Quais seriam as suas intenções? Queriam prejudicar Candy directamente ou era um ataque indirecto para ele? Albert não sabia o que pensar. Acalmou-se e tentou pensar racionalmente, tinha que resgatar Candy o mais depressa possível.



Albert: George, conta-me tudo, desde o princípio.

George: Concerteza senhor William. Após a senhora Candy ter chegado ao jardim botânico olhou em volta à procura do homem que poderia ter enviado as cartas anónimas e dirigiu-se a um senhor que segurava um grande ramo de flores. Ele entregou as flores à senhora Candy e nesse momento foi-me possível ver a face dele apesar de ser apenas por meros segundos.

Albert: Quem era George?

George: Por mais estranho que possa parecer, o autor das cartas era o sobrinho do senhor Jack Rockefeller, o Michael Rockefeller.

Albert: O Mike Rockefeller? Que estranho. Sei que foi ele quem ficou encarregue dos negócios e que herdou tudo, uma vez que o senhor Jack Rockefeller, deus o tenha em paz, não tinha filhos. Que quererá ele de Candy? George, prepara um carro para irmos até à mansão dos Rockefeller resolver este assunto, sinto-me verdadeiramente revoltado com semelhante atitude por parte desse homem.

George: É para já senhor William.



Quando se preparavam para sair, o telefone começou a tocar. George atendeu o telefonema e após 10 minutos regressa para junto de Albert e reporta-lhe que Michael Rockefeller desejava encontrar-se com ele essa noite para jantar e que não se preocupasse com Candy, pois esta estava a ser bem tratada. Albert e George saíram de imediato de casa e dirigiram-se para lá.



Candy abre lentamente os olhos. Ainda lhe doía muito a cabeça. Onde estou? Pensou ela, pois não reconhecia o quarto. Levantou-se e sentou-se na cama onde se encontrava deitada. Olhou em volta e viu um homem sentado numa poltrona.

Teru Teru Momiji!

#52
Candy abre lentamente os olhos. Ainda lhe doía muito a cabeça. Onde estou? Pensou ela, pois não reconhecia o quarto. Levantou-se e sentou-se na cama onde se encontrava deitada. Olhou em volta e viu um homem sentado numa poltrona.



Desconhecido: Olá Candice, o meu nome é Michael Rockefeller, muito prazer em conhecer-te. Ficaste muito tempo inconsciente, daqui a pouco é hora de jantar e nem tive a oportunidade de conversar contigo.

Candy: Porque me raptou? O que deseja? Quem é você?

M.R.: Peço imensa desculpa por ter feito as coisas desta forma minha querida. Mas infelizmente não havia outra alternativa. Como disse anteriormente, o meu nome é Michael Rockefeller e sou o autor das cartas anónimas.

Candy: Não me trate por querida, mas sim pelo meu nome, Candice White Adley.



Candy fez questão em carregar mais na entoação ao pronunciar o seu último nome de casada. Michael levantou-se da poltrona e sentou-se na cama ao lado de Candy. Aproximou a sua face da de Candy para beijá-la. Candy afastou-se a tempo e deu um estalo em Michael.



Candy: Como se atreve? Eu sou uma mulher casada e mãe de dois filhos! Devia ter vergonha em agir dessa forma!

M.R.: Mas Candice, eu amo-te! Nunca amei tanto alguém como te amo a ti!

Candy: Mas eu não o amo a si. Por favor deixe-me em paz.

M.R.: Lembras-te da tua lua-de-mel?

Candy: Sim lembro, foi maravilhosa. Porque pergunta?

M.R.: Recordas-te do pequeno incidente que ocorreu nessa altura?

Candy: O único incidente que aconteceu foi quando fui ao mercado com Albert mas como fiquei entretida a olhar para as flores que lá havia, a dada altura perdi-me do Albert. Felizmente um senhor fez-me companhia até conseguir encontrar Albert.

M.R.: Esse senhor era eu Candice. Quando te vi o meu olhar ficou preso nos teus lindos olhos azuis e nos teus lábios vermelhos. Ao conversar contigo percebi que eras a mulher ideal para mim. Nem imaginas como me senti quando descobri que estavas na Irlanda em lua-de-mel. O meu tio tinha ido ao teu casamento dias antes e não tinha desde então parado de falar sobre ti, a dizer que não sabia onde tinha William Adley encontrado uma mulher tão bela. Nunca imaginei que fosses tu.

Candy: Mas porque me raptou? Porquê agora?

M.R.: Quando o meu tio deu entrada no hospital, foi necessário fazer uma transfusão de sangue e eu era o único que tinha o mesmo tipo de sangue. Como fiquei no hospital, acabei por fazer análises e tudo o mais e foi-me diagnosticado uma doença terminal, cujo nome nem sei pronunciar. Eu… estou a morrer Candice.



Candy fica em choque. Não esperava aquele tipo de revelação.


M.R.: Vou contar-te tudo Candice, não quero esconder nada de ti. Eu tenho apenas 6 meses de vida e, por isso, não tenho nada a perder. Nas cartas chamei-te de Rockefeller, pois era meu desejo que fosse eu o teu marido. No entanto sinto-me um pouco aliviado por não o ser, pois seria muito triste uma mulher tão bela como tu ficar viúva tão cedo. Espero que perdoes o meu comportamento, eu não tinha outra forma de poder estar a sós contigo e conversar contigo. Queria voltar a ouvir a tua voz e ver o teu sorriso mais uma vez antes de morrer. Era esse o meu maior desejo.

Candy: Eu nem sei o que dizer… eu lamento muito. Nunca imaginei que estive tão doente. Desculpe por lhe ter dado um estalo há pouco mas não quero ser beijada por mais ninguém a não ser Albert.

M.R.: Eu compreendo. Peço desculpa mais uma vez por os meus actos pois sei que é errado eu amar-te, no entanto não posso controlar os meus sentimentos e já sentia um grande nó na garganta por não poder dizer-te o que sentia por ti. Por favor não me odeies Candice.

Candy: Não te odeio mas por favor deixa-me voltar para casa.

M.R.: Não te preocupes Candice, já contactei com William e ele vem a caminho. Gostaria que pudessem jantar cá em casa para esclarecer este incidente. Apesar de tudo fiquei verdadeiramente feliz por teres ido ao encontro marcado. Eu queria inicialmente ir passear contigo no jardim botânico uma vez que gostas muito de flores, mas percebi que tinhas sido seguida e por isso tive que mudar de planos.

Candy: Fui seguida? Por quem?

M.R.: Não sei o nome mas sei quem foi por um homem que trabalha para o William.

Candy: Provavelmente era George. O Albert estava muito preocupado com a minha segurança. Espero que não demore a chegar, quero vê-lo. Quero ver os meus filhos também… fui tão parva em ter ido ao encontro, deveria ter ficado em casa com eles. A minha curiosidade foi grande demais. Não voltarei a cometer o mesmo erro. Não quero estar longe das pessoas que mais amo neste mundo.



Candy chora em silêncio e Michael abraça-a.



M.R.: Desculpa Candice, não te queria assustar com as cartas nem prejudicar-te. Espero que possamos ser amigos, apesar de ser por pouco tempo.





Fim do capítulo O Encontro

Teru Teru Momiji!

#53
Ai Caramba o.O

Que estupidez do Rockefeller raptar a Candy ainda bem que ele só tem 6 meses de vida se não eu torcia-lhe o pescoço Matreiro





*mim ter curiosidade*
*mim fugir da momiji*
#54
Lolol, vamos lá ver como isto vai continuar. Espero que gostem. Beijinhos Smile




Candy Candy – o Testamento (último capítulo)



Passou-se uma semana desde então. Candy não voltara a ver ou a falar com Michael Rockefeller, no entanto, de quando em vez, pensava nele. O estio estava a terminar. Entretanto Albert andava novamente ocupado com negócios pois as coisas corriam muito bem, bem demais. Era então 1929 e a América tinha-se tornado uma potência mundial e Albert, como muitos outros empresários, tinha muitas acções na bolsa. Michael Rockefeller como estava a morrer, decidiu vender as suas acções e trocá-las por terrenos e casas, de forma a facilitar a distribuição de bens pela família, de forma a preparar o seu testamento.

Estavam todos a tomar o pequeno-almoço e Albert, como era seu costume, lia o jornal. As crianças comiam o mais depressa possível para depois irem brincar e normalmente acabavam por deixar Candy e Albert sozinhos na mesa.



Albert: Oh meu Deus! Não posso acreditar!

Candy: Que se passa Albert?

Albert: O estado de saúde de Michael Rockefeller piorou muito e agora encontra-se internado no hospital. Os especialistas não sabem se chegará a sair do hospital.

Candy: Deixa-me ver Albert. É no hospital onde costumava trabalhar. Albert importas-te que eu lhe faça uma visita?

Albert: Claro que não minha querida, apesar do percalço que aconteceu a semana passada, desde que falei com ele, ficámos mais próximos, não necessariamente amigos, mas mais próximos. Compreendo que o queiras ver, afinal de contas ele está muito doente.

Candy: Obrigada. Irei esta tarde ao hospital saber como ele está.



Desde esse dia Candy passou a ir ao hospital todos os dias, e como Michael não aceitava ser tratado por ninguém, Candy pediu ao Dr. Leonard que ainda era o administrador do hospital, para permitir que Candy fosse a enfermeira de Michael, de forma que ele aceitasse o tratamento. Passaram-se vários dias e a condição de Michael melhorara um pouco, mas não o suficiente para o enviar de volta para casa.

Um dia, estava Candy a preparar-se para sair de casa para ir até ao hospital quando recebe uma carta da Sister Lane da casa Pony. Candy foi até à salinha de chá ler a carta.



Minha querida Candy,

Como estás? Como estão os teus filhos? Há muito tempo que não nos vens visitar. Espero que esteja tudo bem por aí. Infelizmente tenho uma má notícia para te contar. Como sabes a Sister Pony já tinha uma idade muito avançada. Morreu ontem durante o sono e…



Candy não conseguiu ler o resto da carta. Estava lavada em lágrimas. Anthony e Dorothy que brincavam num quarto ao lado ouviram a mãe a chorar e foram a correr ao seu encontro. Nesse dia Candy não saiu de casa. Nem no outro. Albert não sabia o que fazer para a alegrar. Nessa tarde Annie, Patty, Stear e Archie foram visitar Candy para a animar um pouco.



Stear: Candy anima-te! Estamos todos aqui.

Archie: Também apoiaste-nos quando a tia Elroy morreu, agora é a nossa vez de retribuir o gesto.

Patty: Quando a minha avó morreu, também estiveste ao meu lado o tempo todo. Graças a ti consegui superar a minha tristeza. Espero que consigas superar a tua também, com a nossa ajuda.

Annie: Candy, sabes que de todos nós eu sou quem compreende melhor o teu sofrimento, pois eu também estou muito triste com esta notícia. Mas como me disse o Archie, o mais importante são as boas recordações que iremos guardar dela. Ela estará para sempre no nosso coração Candy!

Candy: Tens razão Annie. Eu vou parar de chorar. Tenho que sorrir para que Albert não fique triste também. Ele sempre me disse que ficava mais bonita a sorrir!

Stear: Isso mesmo Candy! Alegra-te. Melhores dias virão.

Patty: O importante é não esquecer o que é realmente importante, após chorar os mortos devemos cuidar dos vivos, era o que dizia a minha avó.

Candy: Cuidar dos vivos… Michael! Tenho que voltar para o hospital amanhã sem falta.


No dia seguinte Candy regressou ao hospital. O estado de Michael piorara um pouco e Candy fez tudo o que estava ao seu alcance para o ajudar. Depois de os médicos e as outras enfermeiras terem saído do quarto onde Michael estava a ser tratado, Michael pediu para que Candy ficasse mais um pouco com ele.



M.R.: Candice não vieste ontem nem anteontem, que aconteceu?

Candy: A minha “mãe” adoptiva morreu e eu fiquei destroçada.

M.R.: Será que ficarás com o coração destroçado quando eu morrer também?

Candy: Senhor Michael, não diga isso! Eu não quero que morra.

M.R.: Mas sabes que é o que me espera.



Candy baixou o olhar, os olhos humedeceram, quando voltou a falar a sua voz era quase imperceptível.



Candy: Sim sei.

M.R.: Candy, tenho algo para ti, para que nunca te esqueças de mim mesmo depois de morrer. E não podes recusar, ficaria muito ofendido se o fizesses.

Candy: De acordo, não recusarei mas, o que é?

M.R.: Por favor abre a segunda gaveta da minha mesa-de-cabeceira. Estás a ver esse envelope? É para ti, mas só o podes abrir depois de eu morrer está bem? Prometes?

Candy: Sim prometo. Espero nunca ter que o abrir.

M.R.: Candice, por favor promete que abrirás o envelope, quero que o abras, mas só depois de eu morrer. Deverás mostrá-lo ao William sem falta.

Candy: Está bem, farei como me estás a pedir.

M.R.: Obrigado Candice. Não feches já a gaveta. Estás a ver essa pequena caixa? Tira-a também e fecha a gaveta por favor.

Candy: Aqui está a caixa.

M.R.: Podes abri-la.

Candy: É uma pulseira! Que bonita!

M.R.: É para ti Candy, gostaria que a usasses para que nunca te esquecesses de mim. Claro está que gostaria de te ter oferecido um anel mas de certo modo seria uma falta de respeito para com William.

Candy: Eu compreendo. Muito obrigada pela pulseira, irei usá-la sempre.

M.R.: Fico muito contente por gostares da pulseira e por a aceitares. Agora já posso morrer em paz.

Candy: Senhor Michael por favor, não diga as coisas dessa maneira.

M.R.: Bem Candice, agora vou descansar. Vens visitar-me amanhã?

Candy: Claro que sim!

M.R.: Até amanhã minha querida Candice White.

Candy: Até amanhã senhor Michael.
Teru Teru Momiji!

#55
aieeee

tão...tão... lamechas Matreiro

continua assim Momi

tá a ficar muita fixe Simpatico2
#56
A minha momii-chan é que sabe heeh
eu ja sei o final *eu contente ahaha* E lamechice e boa
mim gosta Twisted Evil



さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...

#57
Muito obrigada!!! Smile Aqui vai a continuação. Enjoy!!!



M.R.: Até amanhã minha querida Candice White.

Candy: Até amanhã senhor Michael.



Os dias passaram. O mês de Outubro já ia a meio e o frio já se fazia sentir. À medida que o tempo piorava, também o estado de saúde Michael piorava. Albert andava muito stressado com problemas na bolsa e pouco tempo passava em casa. Candy estava infeliz. Não sabia o que poderia fazer para ajudar as pessoas que lhe eram queridas. Sentia-se impotente. Os seus filhos estavam em Londres por causa do início das aulas e Candy sentia também muito a sua falta. Annie e Patty estavam igualmente preocupadas com os seus maridos, Archie e Stear respectivamente, pois eles, tal como Albert, andavam preocupados com a bolsa. Candy não percebia muito desses negócios mas sabia que algo não corria bem. Cada dia que passava Candy sentia-se mais triste e só. Há muito tempo que não se sentia assim. Foi até ao jardim, as rosas Sweet Candy já tinham morrido com o anúncio do Inverno. Candy recordou-se mais uma vez das palavras de Anthony e os seus olhos voltaram a brilhar. Não podia deixar-se ir abaixo, tinha que ser forte. No dia 29 de Outubro a bolsa de Wall Street sofre a maior queda de sempre, que seria mais tarde conhecida como a quinta-feira negra. Nesse dia, Albert chega a casa desolado e com o olhar perdido.


Albert: Candy, perdoa-me meu amor.

Candy: Albert que aconteceu?

Albert: Perdemos tudo Candy. Tinha muitos terrenos investidos na bolsa e… perdemos tudo, tudo Candy!



Albert estava completamente desesperado! Candy ficou assustada, nunca vira Albert assim. Como poderia ajudá-lo?


Candy: Albert nós não perdemos tudo, temo-nos um ao outro, temos os nossos filhos. Eu amar-te-ei para todo o sempre meu amor. Haveremos de encontrar uma solução. Vamos reunir toda a família, certamente que todos juntos haveremos de achar uma solução está bem?

Albert: Que seria de mim sem ti Candy? Obrigada por tudo Candy, obrigada meu amor.



Enquanto Candy fala, deita a cabeça de Albert no seu colo e passa as mãos pelo seu cabelo para o acalmar. O cabelo de Albert era suave e macio. Albert fecha os olhos e acaba por adormecer. Nessa noite, Candy recebe uma chamada do hospital a avisar da morte de Michael Rockefeller. Candy acaba por desmaiar sob o efeito stressante daquele dia. É George quem a encontra desmaiada no pequeno hall onde se encontra o telefone e chama uma empregada para cuidar de Candy. No dia seguinte Albert após acordar ao não ver Candy ao seu lado procura-a por toda a casa. Candy ficara no quarto de hóspedes sob os cuidados da empregada. Candy acorda meio atordoada e quando olha em seu redor vê Albert e a empregada. A empregada retira-se e deixa Albert e Candy a sós.


Candy: Que se passa? Porque estou no quarto de hóspedes?

Albert: Ontem à noite desmaiaste após receberes um telefonema do hospital. De que se tratava meu amor?

Candy: Telefonema? Não me record… Ah! O senhor Rockefeller…

Albert: Que aconteceu Candy? De repente esmoreces-te.

Candy: O senhor Rockefeller morreu. Mas não desmaiei só por causa disso, confesso que fiquei extremamente preocupada contigo também. Como te posso ajudar Albert?

Albert: Não podes meu amor, o erro foi todo meu, eu nunca deveria ter apostado na bolsa… vendi os terrenos por acções na bolsa. E agora o que tenho? Apenas papel que nada vale!

Candy: Papel… Albert, tenho uma carta que o senhor Rockefeller me deixou. Ele pediu para a ler depois da sua morte e pediu também para ta mostrar. Deixei-a no nosso quarto dentro do cofre. Nunca pensei que a fosse abrir tão cedo.

Não percam o final muito em breve!!! Smile
Teru Teru Momiji!

#58
Continuação e conclusão do último capítulo. Espero que gostem do final! Beijinhos e mais uma vez muito obrigada pelo vosso apoio! Smile



Candy: Papel… Albert, tenho uma carta que o senhor Rockefeller me deixou. Ele pediu para a ler depois da sua morte e pediu também para ta mostrar. Deixei-a no nosso quarto dentro do cofre. Nunca pensei que a fosse abrir tão cedo.



Albert e Candy dirigiram-se para o seu quarto. Albert continua perturbado por causa das acções perdidas na bolsa. Candy abriu o envelope e ao retirar a carta reparou que havia um outro envelope de menores dimensões.


Minha querida Candice White,

Como estás? Apesar de não termos ficado íntimos um do outro, é sempre doloroso vermos alguém partir para o outro mundo. Esta é a minha última carta para ti. Já deves ter reparado que esta carta continha um outro envelope mais pequeno, deves entregá-lo ao William combinado? Trata-se do meu testamento que deixei em teu nome, minha querida. No dia após o teu casamento o meu tio contou-me que a senhora Elroy estava muito contrariada com o casamento que William fizera pois tu não possuías bens alguns. Agora isso já não será verdade. Uma parte da minha herança está agora em teu nome e pertence-te. Muito obrigada por teres cuidado de mim até ao fim, foram os dias mais felizes da minha vida. Sê muito feliz minha princesa, adeus!

Ass: Michael Rockefeller


Candy: Não posso crer! Uma herança? Albert... que faço agora?

Albert: Bem o melhor é abrirmos o envelope para sabermos o que ele te deixou. Ora vejamos… não posso crer! Candy, isto é fantástico! Candy!!!



Os olhos de Albert rejubilaram! O seu sorriso voltou, o seu lindo sorriso. Candy por momentos sentiu-se muito contente por ter conhecido Michael. Valera a pena, nem que fosse por aquele momento.



Candy: Então Albert, o que recebi de herança?

Albert: A tua herança corresponde a todos os terrenos que eu tinha vendido por acções na bolsa! Recuperámos tudo Candy! Oh meu Deus, nem posso acreditar no que os meus olhos vêem!

Candy: A sério? Mas isso é óptimo meu amor!



Candy e Albert abraçaram-se. Sentiam-se muito felizes. Todo o desgosto e sofrimentos que Candy sentira nos últimos tempos desapareceram por completo. Depois do almoço Candy foi até ao jardim. Enquanto passeava pelo jardim sentiu algo a picar-lhe a mão. Era uma rosa Sweet Candy. A última do jardim que resistira ao frio do Outono. Ao tocar-lhe sentiu o espírito de Anthony a beijar a sua face e ouviu a sua voz a sussurrar-lhe ao ouvido: gosto muito de te ver a sorrir Candy, ficas muito mais bonita!

THE END
Teru Teru Momiji!

#60
Muito obrigada! Fico muito contente por terem gostado!!!
Não percam a minha próxima fanfic de Fruits Basket!!! Smile
Teru Teru Momiji!

Tens de entrar para responderes neste tópico.

  • 3.603 tópicos
  • 188.722 mensagens
  • 1.339 membros
  • último membro: Arza77
  • 1 online: Ana caetano