Canation's Shy - Prólogo - POSTADO 13/02
Nome: Carnation's Shy
Autor: Paparazzi/Mr. Land
Síntese: Uma rapariga de 15 anos, tinha sonhos de livros do passado. Mas descobre que tudo o que está nos livro aconteceu e vai acontecer no futuro. Por isso tem de por à prova a sua amizade e esforço para descubrir o que aconteceu.
Capitulo: 3/23
Tipo: Fantasia, Drama, Suspense, Escolar.
ÍNDICE:
1 - Prólogo: Memories Of The Past......pág.1
Autor: Paparazzi/Mr. Land
Síntese: Uma rapariga de 15 anos, tinha sonhos de livros do passado. Mas descobre que tudo o que está nos livro aconteceu e vai acontecer no futuro. Por isso tem de por à prova a sua amizade e esforço para descubrir o que aconteceu.
Capitulo: 3/23
Tipo: Fantasia, Drama, Suspense, Escolar.
ÍNDICE:
1 - Prólogo: Memories Of The Past......pág.1

Thanks Secret Friend (AS)
Love it!
Love it!
Prólogo - Memories Of The Past.
“- Correr… correr a um objective chegar… Mas qual? Uma rapariga que cabelos castanho, olhos azuis, um azul muito claro, como a cor do céu. O que fazia uma rapariga destas tão tarde no bosque, onde viviam todo o tipo de animais. O que fazia ela?
Todas as pessoas gritavam, choravam e corriam de pavor, sem seram mortas. O que se passava em Savian?
A rapariga levantara-se do chão, era muito forte. O seu nome era Theresa. Começou a levantar-se calmamente. Fingiu que não tinha acontecido nada, juntou as mãos e muito baixinho disse:
Nunca vou morrer,
Mas as minha esperanças para viver
São 0%
De toda a confusão.
Por isso ajuda que as pessoas
Que estão
Salvandoas do Mal.
Tudo começou a voltar ao normal. As pessoas já não gritavam, nem corriam. O monstro desapareceu. Ninguém sabe para onde foi.
Mas só uma pessoa sabe…oi seu nome era… Theresa.” - Acabou Thomas Salface.
- Mas o que aconteceu depois? - Perguntou um aluno.
- Ninguém sabe, só a própria Theresa, é que sabe - respondeu com ar de muito sabedor, Thomas.
- Mas ela já morreu - comentou o mesmo aluno.
- Como sabes? - Perguntou Thomas.
---
15 anos depois…
- O raio desta história não me sai da cabeça… O que faço? - Pergunta Margarie.
- Mas que história amiga? - Pergunta Dianne, amiga de Margarie.
- A história do livro: “Fui Finalmente À Quinta” - respondeu-me Margarie.
- Miúda, tu passaste, essa história é para crianças de 5 anos, nós temos 15 não sabem? - Disse a rir-se Dianne.
- Tu sabes… - Margarie foi interrompida.
- Meninas o que fazem aqui? - Perguntou George.
- Estamos a falar de livros… - Respondeu-me logo Dianne.
- Essa seca outra vez? Vocês sabem que não estamos na idade da pedra, mas também não estamos no Renascimento do século XV. - Disse com um ar de gozo.
- Ao menos é muito melhor que estar a fumar porcarias e faltarem Às aulas. - Disse Margarie.
- Do que estão a falar? - Perguntou George.
- Tu bem sabes… aquelas saídas da sala, para ir à enfermaria cheios de dores de cabeça… Tu a mim não enganas… - Disse Dianne.
“- Não fiques ai… vem comigo, tu estás perdida, eu sinto…” - Dissera uma voz na cabeça de Margarie.
- O que se passa? - Pergunta Dianne, olhando para Margarie, que estava quase a cair.
- Não…é…nad… - disse Margarie mas tinha caído, para o chão do corredor.
[Flashback]
O tempo parecia parado. Só se via a sua imagem reflectida no chão.
O que se tinha passado? Tudo há volta começara a ter imagens destacadas..
- Quem és tu?
- Eu? Vim-te ajudar. Porque estás ai sozinha?
- Não sei, tive medo... (lembrou-se que a sua mãe dizia-lhe sempre para não falar com estranhos...)
- O que se passa? Estás triste?
- Não sei, mas o que faço aqui?
- Tu acabaste de o dizer...
- Não me lembro, o que disse?
A rapariga neste momento, começava a ver as feições do rapaz que a perguntava. Os seus olhos eram vermelho-vivo. O seu cabelo parecia palha, laranja.
- Por favor... ajudem-me...
Era uma menina muito bonita, era pequena, os seus grandes olhos, estavam encharcados de lágrimas. O que aconteceu?
Dentro da mente de Margarie, tudo gritava. Os seus olhos pareciam ficar inundados de um branco acinzentado.
- O que se passa comigo? – disse ela.
Não se ouvia ninguém.
- O que se passa? – começou a delirar
Continuava-se a ver nada...
[Flashback]
- O que se passou com ela? – dizia Dianne – Foste tu!
No corredor começou a ver um enorme grupo de pessoas. Que à medida do tempo começaram quase a delirar.
- Então, o que se passa com esta rapariga! – gritou um.
- O que se passou com ela, foram vocês? – perguntou outro.
Começou tudo numa agitação.
- O que vem a ser isto? – perguntou a directora.
- Ninguém sabe, esta rapariga desmaiou ou caiu e não se levanta – disse um rapaz com óculos e cara de bebé.
- É melhor ligar-mos às urgências, ela pode ter batido com a cabeça e voltar a recoperar os sentidos, mais tarde. – disse Dianne
- E também é melhor poir causa da algazarra. – disse George.
112
Dianne acabou por ligar.
- Estou, bom-dia, alguma urgência? – perguntou do outro lado do telemovél.
- Uma rapariga bateu com a cabeça no chão. Não sabemos se perdeu os sentidos ou está desmaiada. – disse Dianne com rapidez.
- Diga a morada e um número contactavel.
- Rua das Grandes Yakuza, nº 6. – disse Dianne – O número contactavel, 988-886-991.
- Muito obrigada, chegamos ai entre momentos.
Dianne desligou o telemóvel.
20 minutos depois...
As sirenes começaram-se a entre a multidão que estava a ver o corpo de Margarie.
- Já chegaram – disse George.
- Ainda bem. – disse Dianne logo.
- Deixem passar... – diziam os senhores da ambulância de emergência.
Margarie, já estavam posta em cima da maca e os médicos começaram a vê-la.
- Respiração – dizia um – Excelente!
- Batimentos do sangue – dizia outro – Bom!
- Meximento cardiaco – disse outro – Negativo.
Dianne e George conseguiram ouvir isto, de uma distância de 10 metros.
- O que acontecerá? – disse Dianne.
- Não te preocupes, ela vai ficar bem – disse George a agarrá-la com força.
- Por favor... – disse Dianne ao cair lágrimas – Espero que não lhe aconteça nada...
“- Correr… correr a um objective chegar… Mas qual? Uma rapariga que cabelos castanho, olhos azuis, um azul muito claro, como a cor do céu. O que fazia uma rapariga destas tão tarde no bosque, onde viviam todo o tipo de animais. O que fazia ela?
Todas as pessoas gritavam, choravam e corriam de pavor, sem seram mortas. O que se passava em Savian?
A rapariga levantara-se do chão, era muito forte. O seu nome era Theresa. Começou a levantar-se calmamente. Fingiu que não tinha acontecido nada, juntou as mãos e muito baixinho disse:
Nunca vou morrer,
Mas as minha esperanças para viver
São 0%
De toda a confusão.
Por isso ajuda que as pessoas
Que estão
Salvandoas do Mal.
Tudo começou a voltar ao normal. As pessoas já não gritavam, nem corriam. O monstro desapareceu. Ninguém sabe para onde foi.
Mas só uma pessoa sabe…oi seu nome era… Theresa.” - Acabou Thomas Salface.
- Mas o que aconteceu depois? - Perguntou um aluno.
- Ninguém sabe, só a própria Theresa, é que sabe - respondeu com ar de muito sabedor, Thomas.
- Mas ela já morreu - comentou o mesmo aluno.
- Como sabes? - Perguntou Thomas.
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15 anos depois…
- O raio desta história não me sai da cabeça… O que faço? - Pergunta Margarie.
- Mas que história amiga? - Pergunta Dianne, amiga de Margarie.
- A história do livro: “Fui Finalmente À Quinta” - respondeu-me Margarie.
- Miúda, tu passaste, essa história é para crianças de 5 anos, nós temos 15 não sabem? - Disse a rir-se Dianne.
- Tu sabes… - Margarie foi interrompida.
- Meninas o que fazem aqui? - Perguntou George.
- Estamos a falar de livros… - Respondeu-me logo Dianne.
- Essa seca outra vez? Vocês sabem que não estamos na idade da pedra, mas também não estamos no Renascimento do século XV. - Disse com um ar de gozo.
- Ao menos é muito melhor que estar a fumar porcarias e faltarem Às aulas. - Disse Margarie.
- Do que estão a falar? - Perguntou George.
- Tu bem sabes… aquelas saídas da sala, para ir à enfermaria cheios de dores de cabeça… Tu a mim não enganas… - Disse Dianne.
“- Não fiques ai… vem comigo, tu estás perdida, eu sinto…” - Dissera uma voz na cabeça de Margarie.
- O que se passa? - Pergunta Dianne, olhando para Margarie, que estava quase a cair.
- Não…é…nad… - disse Margarie mas tinha caído, para o chão do corredor.
[Flashback]
O tempo parecia parado. Só se via a sua imagem reflectida no chão.
O que se tinha passado? Tudo há volta começara a ter imagens destacadas..
- Quem és tu?
- Eu? Vim-te ajudar. Porque estás ai sozinha?
- Não sei, tive medo... (lembrou-se que a sua mãe dizia-lhe sempre para não falar com estranhos...)
- O que se passa? Estás triste?
- Não sei, mas o que faço aqui?
- Tu acabaste de o dizer...
- Não me lembro, o que disse?
A rapariga neste momento, começava a ver as feições do rapaz que a perguntava. Os seus olhos eram vermelho-vivo. O seu cabelo parecia palha, laranja.
- Por favor... ajudem-me...
Era uma menina muito bonita, era pequena, os seus grandes olhos, estavam encharcados de lágrimas. O que aconteceu?
Dentro da mente de Margarie, tudo gritava. Os seus olhos pareciam ficar inundados de um branco acinzentado.
- O que se passa comigo? – disse ela.
Não se ouvia ninguém.
- O que se passa? – começou a delirar
Continuava-se a ver nada...
[Flashback]
- O que se passou com ela? – dizia Dianne – Foste tu!
No corredor começou a ver um enorme grupo de pessoas. Que à medida do tempo começaram quase a delirar.
- Então, o que se passa com esta rapariga! – gritou um.
- O que se passou com ela, foram vocês? – perguntou outro.
Começou tudo numa agitação.
- O que vem a ser isto? – perguntou a directora.
- Ninguém sabe, esta rapariga desmaiou ou caiu e não se levanta – disse um rapaz com óculos e cara de bebé.
- É melhor ligar-mos às urgências, ela pode ter batido com a cabeça e voltar a recoperar os sentidos, mais tarde. – disse Dianne
- E também é melhor poir causa da algazarra. – disse George.
112
Dianne acabou por ligar.
- Estou, bom-dia, alguma urgência? – perguntou do outro lado do telemovél.
- Uma rapariga bateu com a cabeça no chão. Não sabemos se perdeu os sentidos ou está desmaiada. – disse Dianne com rapidez.
- Diga a morada e um número contactavel.
- Rua das Grandes Yakuza, nº 6. – disse Dianne – O número contactavel, 988-886-991.
- Muito obrigada, chegamos ai entre momentos.
Dianne desligou o telemóvel.
20 minutos depois...
As sirenes começaram-se a entre a multidão que estava a ver o corpo de Margarie.
- Já chegaram – disse George.
- Ainda bem. – disse Dianne logo.
- Deixem passar... – diziam os senhores da ambulância de emergência.
Margarie, já estavam posta em cima da maca e os médicos começaram a vê-la.
- Respiração – dizia um – Excelente!
- Batimentos do sangue – dizia outro – Bom!
- Meximento cardiaco – disse outro – Negativo.
Dianne e George conseguiram ouvir isto, de uma distância de 10 metros.
- O que acontecerá? – disse Dianne.
- Não te preocupes, ela vai ficar bem – disse George a agarrá-la com força.
- Por favor... – disse Dianne ao cair lágrimas – Espero que não lhe aconteça nada...

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