Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

A realidade dos sonhos

#1
Bem... esta é a minha primeira fic e não sei se vão gostar... de qualquer forma aqui vai...
Digam qq coisa e s possivel façam criticas construtivas lol!

espero que gostem...

Prologo

Era uma vez… todas as histórias que ela costumava ler quando era pequena começavam assim e acabavam com um lindo … e viveram felizes para sempre. Nos seus sonhos mais secretos, aqueles que não tinha coragem de partilhar com ninguém, ela sonhava fazer parte desse mundo só para que tivesse um final feliz. Mal ela sabia o quão perto da verdade estava…

Isto não me está a acontecer, outra vez não… porque será que ele não m compreende?! Eu faço tudo o que posso por ele mas parece que nunca chega… não sei mais que fazer…

Era sábado e Luana chorava no seu quarto após outra discussão com Gonçalo. As discussões começaram a ser frequentes e deixavam-me sempre desesperada. Luanna, de 20 anos, estudava enfermagem e era uma rapariga que apresentava quase sempre um sorriso na cara. Era difícil encontrar uma pessoa com um coração daquele tamanho e com a dedicação aos outros como ela tinha. No entanto, isto nem sempre chegava porque ele não a compreendia. A pessoa por quem ela era capaz de dar tudo incluindo a sua própria vida não a conseguia compreender.

A 6km dali outra pessoa estava desesperada. Gonçalo, de 21 anos acabados de fazer, estudava Ciencias Farmacêuticas e apesar de tentar não conseguia compreender as decisões da namorada. Parecia que ela punha toda a gente a frente dele e ele ficava sempre para segundo plano. Sempre que combinavam alguma coisa acontecia sempre algum imprevisto que a fazia cancelar os planos. Já estava cansado desta situação.

- Porque?

-Porque?

Esta frase encoava nos dois quartos como um sussurro trazido pelo vento… até que os dois acabaram por adormecer ao mesmo tempo sendo levados para o mesmo sonho.
#2
Capitulo 1

-Chegou a hora da verdade… princesa…

-Quem está aí? – pergunto eu…

Encontrava-me num descampado onde quase não se via nada e a única luz que existia não iluminava mais do que o sitio onde eu m encontrava.

-Vem comigo princesa e terás respostas para todas as tuas perguntas! – Vejo um vulto que se encontrava no fim do descampado onde me parecia haver umas árvores, mas não conseguia ter a certeza.

- Luana não vás – suplicou Gonçalo, aparecendo do nada e agarrando-me no braço - por favor, não vás. Não confio nele.

- Que tas aqui a fazer? Que se passa aqui? QUERO RESPOSTAS! – grito já à beira do desespero…

Então de repente aparece outra pessoa e com ela recordações que nunca deviam ser descobertas… recordações de uma vida passada onde um casal nasceu, cresceu, s apaixonou, lutou e morreu nos braços um do outro. Memórias de uma época de ódio, medo e guerra onde um amor salvou o coração dos homens mas que teve um final trágico…

As lágrimas eram visíveis nas nossas caras enquanto as memórias eram devolvidas, chorava-mos pela família e amigos que perdemos naquele tempo e também pela percepção de que se estas voltaram isso significava que as lutas voltariam com elas…

A pessoa a quem pertencia a primeira voz dá um grito de frustração e desaparece nas sombras enquanto a segunda se ajoelha enquanto chorávamos nos braços um do outro

- Bem vindos, majestade… - exclama com a emoção visível no olhar.

- Augusto?!

- Sim, princesa, sou eu…

- Que saudades, não sabes como me alegro de que estejas bem. E os outros? – Pergunta Gonçalo ao nosso antigo tutor.

Augusto baixa o olhar sem nada responder.

- Augusto, por favor, conta-nos o que se passa?

- A verdade é que… nenhum dos que pertencia a guarda privada sobreviveu á última batalha… mas acreditamos que tenham renascido na mesma altura que vocês… por isso trouxe comigo as pedras deles que devem reagir assim que se aproximarem deles…

- E o nosso mundo? O que aconteceu depois da nossa morte?

- Foi completamente destruído com a libertação do vosso poder, mas os que sobrevivemos reconstruimo-lo. Começamos pelo castelo para o caso de voltarem e aos poucos fomos trabalhando no resto. Modéstia a parte estava a ficar melhor do que antes…

- Estava? Não m digas que…

- Não. Nada disso. Apenas parte foi ocupada pelo inimigo, conseguimos impedir que entrassem dentro da cidade. No entanto, receio que não os consigamos deter por muito mais tempo. É por isso que estou aqui… para pedir que voltem para o nosso mundo e nos ajudem…

Eu e Gonçalo olhamo-nos sem dizer nada. Afinal agora tínhamos uma vida normal, sem guerra, sem mortes. Mas por outro lado não podíamos virar as costas ao nosso antigo povo que tinha feito tanto por nós no passado.

- Há outra coisa que deviam saber… o inimigo não quer conquistar só o nosso mundo mas também o mundo onde cresceram…eles descobriram que os proprietários dos poderes mais fortes do universo se encontram neste mundo e querem esse poder para eles…

- Não pode ser… - digo não querendo acreditar que ia recomeçar tudo outra vez…

- Parece que não temos escolha, Luana.

- Parece que não…

- Não te preocupes. Desta vez vai ser diferente, prometo.

- Não me podes prometer isso. Tu não sabes como tudo vai acabar. Por isso não prometas algo que não sabes se vais poder cumprir.

- Mas…

- Não é hora para discussões – diz Augusto de forma firme. Calamo-nos de imediato. – Assim está melhor, o sol daqui a pouco vai nascer e eu só posso ficar no vosso mundo durante a noite…

- porquê?

- Não há tempo para explicações, aqui têm – disse Augusto entregando-lhes uma caixa a cada um. – aqui estão as pedras que contêm os poderes de cada um de vocês e dos vossos guardas assim como o seu colar princesa. Encontrem-nos. Estarei no meu mundo á espera que regressem…

Dito isto desapareceu e Luana e Gonçalo acordaram cada um na sua cama com uma familiar caixa nas mãos e com lágrimas nos olhos…

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