A Filha do Imperador Dragão [Cancelada]
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ok, já vi que ninguém comenta ~sem eu postar o Prólogo, pronto, cá vai ele:
Prólogo
Num lugar muito longe do nosso mundo, na galáxia Andrómeda, no planeta Yuugou, em que a manhã rompia alegre e suave... num reino belo e feliz, onde se distinguia um grandioso e belo palácio... onde se distinguia uma linda janela, onde surgia o palrar de um belo rouxinol... despertava uma jovem rapariga, princesa daquele reino.
Tinha o cabelo solto, meio ruivo-castanho e despenteado. Odiava acordar, mas tinha que ser.
Levantou-se da sua cama, vestindo um pijama de seda verde, muito belo e que lhe marcava as formas do corpo. Detestava tudo o que tinha de fazer: pentear-se, fazer aquele penteado estranho e vestir tanta roupa. Mas era assim que se lembrava do que gostava de fazer, que, na verdade, como era mulher, não podia fazer: ser uma samurai.
Apesar de tudo, depois sentou-se na sua cama, já feita e decidiu-se a ler. Estava farta daquela vida tão aborrecida, pois pouco podia fazer, e além disso, não queria casar-se.
Entretanto, chega a sua aia, pois tinham crescido juntas. Tinham aquela intimidade, pois a mãe de Kiharu morrera, e fora-lhe arranjada uma ama de leite: a mãe da sua aia. Tanto a sua mãe como ela, eram tratadas pela princesa com muita delicadeza, pois ela, apesar de fria e racional, era muito afectuosa.
-- Princesa Kiharu, o seu pai deseja falar consigo. Espera-a na Sala de Trono.
-- Já vou, Itsu-chan.
-- Está bem... Kiharu-chan – E lá foi ela ter com o seu pai, um ilustre imperador daquele reino, chamado de Tatsu, ‘O Dragão’; pelo seu Povo.
Caminhou pelos corredores fora, pois aquele palácio era enorme, e os corredores eram verdadeiros labirintos, a sua sorte é que já conhecia os caminhos de cor, pois explorara tudo aquilo quando era pequena.
Mal chegou à Sala do Trono, o Pai informou-a:
-- Trago-te noticias, não sei se vais gostar ou não, mas já te dei mais liberdade do que devia...
-- O que quer dizer com isso, Pai?
-- Fiz uma aliança com o Imperador de Jigoku, e vais em breve casar-te com o seu filho legítimo e herdeiro.
-- O quê?
-- Sim, foi o que acabaste de ouvir, Kiharu. Não havia outra solução. É para o bem do nosso Reino.
-- E quando é que ele vai aparecer aqui? – Perguntou Kiharu, receosa.
-- A semana que vem. Pensei que ficasses minimamente feliz, afinal vocês muito brincaram na vossa infância.
-- É claro que fiquei contente, Pai. Mas apanhou-me de surpresa – respondeu num tom ausente, tentando disfarçar o quanto estava insatisfeita com tal decisão.
De repente, do nada surgiu um rapaz, que nem Kiharu nem o seu pai deram por aparecer. Era pouco mais velho do que ela, e tinha o cabelo castanho claro, que apanhava com uma fita, tinha olhos castanhos-escuros e era um Samurai, pois vestia-se como tal.
-- Estou aqui, Majestade – fez uma vénia ao Imperador, pai de Kiharu, sem olhar para esta, pois nenhum Homem, a não ser o pai e familiares, podia olhar para a filha do Imperador, que era sempre vista como algo sagrado e demasiado belo para e poder olhar.
-- Bem, Kiharu, podes ir.
-- Sim Pai, adeus – e saiu dali rapidamente, dirigindo-se sem saber porquê para trás da porta. Uma estranha curiosidade se apoderava dela.
-- Shourin-san, eu sei que esta tarefa não é própria de um Samurai, que tu és, mas preciso que vigies a minha filha, mas sem infringir as leis. Vigia-a ao longe, mas não deixes que ela se aperceba disso, pois ela não é estúpida. É, tal como a mãe... perspicaz...
-- Sim, Majestade. Não o desiludirei.
-- Óptimo. Fico satisfeito – e, assim, Kiharu ao aperceber-se de que ele ia sair dali, correu dali para fora, sem fazer barulho, indo por um atalho que a faria chegar mais cedo ao seu quarto.
Mal lá chegou, apesar da presença de Itsukushimi, Kiharu deitou-se na sua cama e começou a chorar.
-- Que se passa, Kiharu? Porque estás assim?
-- Porque... o... meu pai... que-er casa-ar-me... – Respondeu-lhe entre soluços.
-- Tu nunca acreditaste no amor Kiharu-chan... eu sei que não te queres casar... mas esse homem com quem te vais casar, até podes ser feliz com ele.
-- Impossível – afirmou, erguendo a cabeça.
-- Porquê?
-- Sabes, todo o Mundo diz que ele é terrível, um bruto e insensível. Não é que tenho medo dele, mas não estou para aturar isso. E além disso...
-- Alem disso, o quê? – Perguntou-lhe Itsukushimi.
-- Sabes... apareceu um samurai enquanto estava a falar com o meu pai, sabe-se lá de onde e eu... tive uma sensação estranha, parecia que o meu coração tinha parado por instantes. Eu não quero nada disto.
-- Porquê, Kiharu? Não há coisa mais bela que o amor!
-- Além de ser belo, traz muito sofrimento.
Enquanto toda esta conversa decorria, Shourin já começara a tarefa de que o Imperador o encarregara. Estava surpreso com a conversa que ouvira entre a Princesa e a sua criada.
Mas, como samurai que era, não fora ensinado a amar. Pois os samurais eram assim, frios e insensíveis ao amor, para desempenharem a sua função, apesar de acabarem sempre por se casarem.
Apesar de tudo, ele lembrou-se do quanto tentado ficou em olhar para a Princesa, quando esta falava com o Imperador. Não havia dúvidas de que, para ele, ela era bela. Demasiado bela para ser apreciada por ele. Contudo não iria contar o que ouvira ao Imperador, pois este poderia ficar furioso, e mandar matá-lo ou prendê-lo. Pois ela estava prometida em casamento a outro homem. E ele era um Samurai, que apenas devia lutar e proteger o seu senhor.
_________
e agora, comentem! lol
Prólogo
Num lugar muito longe do nosso mundo, na galáxia Andrómeda, no planeta Yuugou, em que a manhã rompia alegre e suave... num reino belo e feliz, onde se distinguia um grandioso e belo palácio... onde se distinguia uma linda janela, onde surgia o palrar de um belo rouxinol... despertava uma jovem rapariga, princesa daquele reino.
Tinha o cabelo solto, meio ruivo-castanho e despenteado. Odiava acordar, mas tinha que ser.
Levantou-se da sua cama, vestindo um pijama de seda verde, muito belo e que lhe marcava as formas do corpo. Detestava tudo o que tinha de fazer: pentear-se, fazer aquele penteado estranho e vestir tanta roupa. Mas era assim que se lembrava do que gostava de fazer, que, na verdade, como era mulher, não podia fazer: ser uma samurai.
Apesar de tudo, depois sentou-se na sua cama, já feita e decidiu-se a ler. Estava farta daquela vida tão aborrecida, pois pouco podia fazer, e além disso, não queria casar-se.
Entretanto, chega a sua aia, pois tinham crescido juntas. Tinham aquela intimidade, pois a mãe de Kiharu morrera, e fora-lhe arranjada uma ama de leite: a mãe da sua aia. Tanto a sua mãe como ela, eram tratadas pela princesa com muita delicadeza, pois ela, apesar de fria e racional, era muito afectuosa.
-- Princesa Kiharu, o seu pai deseja falar consigo. Espera-a na Sala de Trono.
-- Já vou, Itsu-chan.
-- Está bem... Kiharu-chan – E lá foi ela ter com o seu pai, um ilustre imperador daquele reino, chamado de Tatsu, ‘O Dragão’; pelo seu Povo.
Caminhou pelos corredores fora, pois aquele palácio era enorme, e os corredores eram verdadeiros labirintos, a sua sorte é que já conhecia os caminhos de cor, pois explorara tudo aquilo quando era pequena.
Mal chegou à Sala do Trono, o Pai informou-a:
-- Trago-te noticias, não sei se vais gostar ou não, mas já te dei mais liberdade do que devia...
-- O que quer dizer com isso, Pai?
-- Fiz uma aliança com o Imperador de Jigoku, e vais em breve casar-te com o seu filho legítimo e herdeiro.
-- O quê?
-- Sim, foi o que acabaste de ouvir, Kiharu. Não havia outra solução. É para o bem do nosso Reino.
-- E quando é que ele vai aparecer aqui? – Perguntou Kiharu, receosa.
-- A semana que vem. Pensei que ficasses minimamente feliz, afinal vocês muito brincaram na vossa infância.
-- É claro que fiquei contente, Pai. Mas apanhou-me de surpresa – respondeu num tom ausente, tentando disfarçar o quanto estava insatisfeita com tal decisão.
De repente, do nada surgiu um rapaz, que nem Kiharu nem o seu pai deram por aparecer. Era pouco mais velho do que ela, e tinha o cabelo castanho claro, que apanhava com uma fita, tinha olhos castanhos-escuros e era um Samurai, pois vestia-se como tal.
-- Estou aqui, Majestade – fez uma vénia ao Imperador, pai de Kiharu, sem olhar para esta, pois nenhum Homem, a não ser o pai e familiares, podia olhar para a filha do Imperador, que era sempre vista como algo sagrado e demasiado belo para e poder olhar.
-- Bem, Kiharu, podes ir.
-- Sim Pai, adeus – e saiu dali rapidamente, dirigindo-se sem saber porquê para trás da porta. Uma estranha curiosidade se apoderava dela.
-- Shourin-san, eu sei que esta tarefa não é própria de um Samurai, que tu és, mas preciso que vigies a minha filha, mas sem infringir as leis. Vigia-a ao longe, mas não deixes que ela se aperceba disso, pois ela não é estúpida. É, tal como a mãe... perspicaz...
-- Sim, Majestade. Não o desiludirei.
-- Óptimo. Fico satisfeito – e, assim, Kiharu ao aperceber-se de que ele ia sair dali, correu dali para fora, sem fazer barulho, indo por um atalho que a faria chegar mais cedo ao seu quarto.
Mal lá chegou, apesar da presença de Itsukushimi, Kiharu deitou-se na sua cama e começou a chorar.
-- Que se passa, Kiharu? Porque estás assim?
-- Porque... o... meu pai... que-er casa-ar-me... – Respondeu-lhe entre soluços.
-- Tu nunca acreditaste no amor Kiharu-chan... eu sei que não te queres casar... mas esse homem com quem te vais casar, até podes ser feliz com ele.
-- Impossível – afirmou, erguendo a cabeça.
-- Porquê?
-- Sabes, todo o Mundo diz que ele é terrível, um bruto e insensível. Não é que tenho medo dele, mas não estou para aturar isso. E além disso...
-- Alem disso, o quê? – Perguntou-lhe Itsukushimi.
-- Sabes... apareceu um samurai enquanto estava a falar com o meu pai, sabe-se lá de onde e eu... tive uma sensação estranha, parecia que o meu coração tinha parado por instantes. Eu não quero nada disto.
-- Porquê, Kiharu? Não há coisa mais bela que o amor!
-- Além de ser belo, traz muito sofrimento.
Enquanto toda esta conversa decorria, Shourin já começara a tarefa de que o Imperador o encarregara. Estava surpreso com a conversa que ouvira entre a Princesa e a sua criada.
Mas, como samurai que era, não fora ensinado a amar. Pois os samurais eram assim, frios e insensíveis ao amor, para desempenharem a sua função, apesar de acabarem sempre por se casarem.
Apesar de tudo, ele lembrou-se do quanto tentado ficou em olhar para a Princesa, quando esta falava com o Imperador. Não havia dúvidas de que, para ele, ela era bela. Demasiado bela para ser apreciada por ele. Contudo não iria contar o que ouvira ao Imperador, pois este poderia ficar furioso, e mandar matá-lo ou prendê-lo. Pois ela estava prometida em casamento a outro homem. E ele era um Samurai, que apenas devia lutar e proteger o seu senhor.
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e agora, comentem! lol
rmmr111 escreveu:Mas esta é uma nova fic ou é a princesa samurai corrigida?
se for a 2ª pk não substiuiste os capitulos que já tinhas editando os teus posts? é k assim fica consfuso!
se não é a princesa samurai esta parescida... mas esta optima!
é a princesa samurai. mas só fiz um novo tópico, pq há capítulos k vão ser adicionados entre os k já conheces
Tens de entrar para responderes neste tópico.
.o: 
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