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DÚvidas
de amor!
por
Anokas2757
Capítulo 3
- Bunny,
o que se passa? – perguntou ele assustado ao ver cara da namorada.
- Bem…na verdade…nem sei como explicar.
- E que tal experimentares a começar pelo início?
“Meu deus, que eu não esteja a fazer o maior
disparate da minha vida!”, pensou ela. E de repente começou a tremer,
não conseguia parar, e as lágrimas estavam a começar a cair pela face.
- Mas o que passa, Bunny? – perguntou Gonçalo,
ainda mais assustado ao ver a reacção da namorada.
- Sabes, é que…
TRIM,
TRIM,TRIM,TRIM
- É melhor atenderes!– disse ela.
- Mas Bunny, tu és mais importante que o
telefone! Quem quiser que volte a ligar.
- Não, Gonçalo, esta conversa pode esperar mais
uns minutos. – respondeu ela, tentando acalmar-se.
“Sim, a conversa podia esperar. Na verdade,
talvez tivesse sido melhor assim!”, a cabeça de Bunny não deixava de
funcionar, estava com tantas dúvidas sobre o que devia ou não fazer que
nem sequer ouviu quando Gonçalo a chamou.
- Bunny, tas a ouvir-me?
- O que? – perguntou ela assustada.
- É a Chibiusa, parece que a tua mãe quer que
estejas em casa dentro de dez minutos.
- Bem, então se calhar é melhor ir andando. –
disse ela agora mais calma.
- Estou a ficar tão preocupado contigo! – disse
ele abraçando-a. – Eu queria mesmo que me dissesses o que se passa nessa
tua cabecinha linda.
- Não te preocupes! Havemos de terminar de falar
amanhã, eu fico bem. – disse olhando-o nos seus lindos olhos azuis.
- Se tu o dizes. Mas se precisares liga-me, ok? A
qualquer hora!
- Sim, paizinho. – disse ela dando-lhe um beijo
de despedida.
Quando ela ia a sair ele agarrou-lhe o pulso e
sussurrou-lhe ao ouvido:
- Paizinho, não é? Gostava de te ver a torturar o
teu pai como me costumas fazer a mim. – disse num tom sedutor,
deixando-a ir meio envergonhada com o comentário.
Mais tarde, depois de jantar, Bunny encontrava-se
no quarto a tentar fazer os trabalhos e casa, quando de repente a Luna
saltou para cima da secretária e perguntou:
- Então Bunny, conseguiste falar com ele?
Bunny deixou cair o lápis em cima do caderno, e
suspirou, estava a tentar não pensar no que se tinha passado naquele
dia, mas parecia que não podia mais adiar aquela conversa com a sua
gata.
- Não Luna, não consegui. Na verdade senti-me
aliviada no momento em que a Chibiusa me ligou para vir para casa. –
disse chorosa. – Oh Luna! Mas porque é que me sinto assim? Agora que
estamos em tempo de paz, tenho logo de encontrar complicações onde não
as há!
- Não fiques assim, Bunny! – disse a gata aflita.
- Eu só queria poder falar com alguém que me
compreendesse completamente. Gostava tanto de receber uns conselhos de
alguém que já tivesse passado por algo parecido.
E de repente, como por magia, apareceu um clarão
no meio do quarto e ouviu-se uma voz que disse:
- Se quiseres, posso ajudar-te, Princesa!
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